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Tá na Rede! - Jornal da Rede Jovem de Cidadania - número 3 - tiragem: 30 mil exemplares

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reciclagem

’ ’ rock’ n’ roll

cabelos

ecologia

balaio


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Voce ainda acha que ler e´ cultura?

Caro Leitor, Já estamos na terceira edição do nosso jornal, que está cheio de novidades pra você ler e se divertir! Mais uma vez, fomos em busca do que está acontecendo em BH. Trouxemos para o jornal notícias sobre o meio ambiente e mostramos que o lixo pode ser reciclado ou reutilizado. No turista ecológico, indicamos que há diversos lugares para você conhecer. Experimente visitar os parques sugeridos. Nós também trouxemos, na área de cultura, o Faverock, movimento que surgiu no Aglomerado da Serra com uma surpreendente história pra contar. Não nos esquecemos de deixar um espacinho para que você se divirta com alguns jogos nada comuns. E por falar em divertimento, a gente fala do transporte em BH de uma maneira pra lá de engraçada. Todo mundo tem um “causo” de ônibus pra contar: uma cantada, uma confusão... Pegando carona na matéria do balaio, o Super Galã, conquistador de plantão, estréia no jornal. No mais, fizemos uma matéria fotográfica sobre diversos tipos de cabelos. Confira!

Veículos da Rede Jovem de Cidadania: Jornal Tá na Rede!, programas televisivos e radiofônicos, site e agência de notícias | Participantes: 66 jovens que atuam em todo o processo – da concepção à edição | Equipe técnica: 20 profissionais (comunicadores e educadores) e 8 estagiários | Conheça todos os integrantes no site www.redejovembh.org.br | Equipe do Jornal: Alysson Willian Alves da Silva, Andreza Maria Cecília dos Santos, Aristóteles da Paixão Taurinho Júnior, Arthur Benfica Senra, Camila de Jesus Pereira, Carlos Alberto R. de Assenção, Cleide Oliveira Jardim, Diego Eustáquio de Souza Assunção, Elaine Ariane Souza Santos, Emília Simões Dillinger, Gabriela Reis, Girlene Marinha Teixeira Gonçalves, Haroldo Jorge de Jesus Pires, Júlio César dos Santos, Ilcilene Roberta dos Santos, Julierme Pereira Alves, Marcelo Guilherme de Oliveira Dias, Maria Luciana Nunes da Silva, Raiane Kelli Alves Costa, Viviane de Oliveira | Técnicos da oficina de Jornal: Leandro Matosinhos e Ricardo Fabrino | Ilustração da capa: Haroldo Pires | Jornalista Responsável: Ricardo Fabrino (MG 09005 JP) | Projeto gráfico e diagramação: Leandro Matosinhos e equipe do jornal | Fotolito e Impressão: Sempre Serviços Gráficos | Tiragem: 30 mil exemplares | Distribuição gratuita nas escolas públicas de Belo Horizonte.

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Julierme Alves

Expediente

Se você está lendo isto, é porque detesta ler e adora ver alguém malhando a leitura, ou talvez você seja uma professora que já leu muitos textos desse jeito e só está à espera da conclusão, em que eu vou me desmentir, falando que ler é uma maravilha. Bem, eu não vou malhar e nem elogiar a leitura. Eu quero é derrubar essa velha história de que ler é cultura. Ei, vamos acordar! Um livro é um meio de comunicação como qualquer outro e tem coisas boas e ruins. Os livros não são instituições sagradas repletas de cultura e lindas histórias. Existe muita porcaria no mercado. Imaginem a pobre televisão, muitas vezes taxada como não cultural. Imaginem os programas de maior audiência. Quero ver quem tem coragem de colocar a mão no fogo para defender que os livros mais vendidos nesses últimos anos ensinam mais do que os programas de domingo. Vale lembrar que ambos prendem a sua atenção. Além disso, eu já cansei de ver filmes que me trouxeram muito mais informações que muitos livros didáticos. E as tele-aulas? E os documentários? Melhor nem falar. Não é de se estranhar que alguns livros escolares tenham indicações de filmes para se estudar. Se você analisar bem o tema, acabará descobrindo que os meios de comunicação são parecidos. A maioria dos livros mais vendidos, dos programas mais vistos, das músicas mais escutadas não ensina quase nada que eu considere cultura. Prendem a sua atenção e devem seu sucesso a muita propaganda paga e não-paga. Vale lembrar que existem exceções. Mas para não entrar nesse sistema comercial, não vou dar nenhum exemplo. Afinal, o que eu considero cultura pode ser diferente do que você considera. Da próxima vez que uma pessoa vier pregar que “ler é cultura”, pense bastante sobre qual tipo de leitura vai ser interessante. Não se esqueça, também, de analisar que são frases como essas que acabam com a cultura: alguém pode dar o azar de achar uma porcaria dentro de um livro e pensar que isso é bom, só porque está em um livro. Ou achar uma porcaria logo de cara e acabar pensando que toda a cultura é uma porcaria. Marcelo Dias


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Fecham-se ruas, olhares desconfiados, dedos que estalam nervosos.... De repente, fumaça, gritos eufóricos, luzes. Instrumentos e vozes afinados dão início ao Faverock: movimento de bandas independentes do Aglomerado da Serra, que busca dar visibilidade ao rock da favela. Todo ano, vários grupos do Aglomerado se reúnem e realizam um grande show aberto à comunidade. A proposta é quebrar a idéia de que o rock é predominantemente ouvido pelas classes mais ricas. Samba, pagode, axé e funk seriam os únicos ritmos capazes de embalar as vidas dos aglomerados. Puro engano! Vale lembrar que esse estilo não nasceu das elites. Ritmo misturado por excelência, o rock tem como uma de suas influências as work songs cantadas por negros nos campos de algodão do Mississipi (EUA). O movimento Faverock deixa claro que o estilo não é uma questão de classe, já que consegue agitar a moçada das favelas. Consegue, também, “dar um passo importante para a inserção cultural da galera”, como afirma José Luís, morador do Aglomerado. Para ele, “o movimento cria gente de atitude”. Além disso, lança um contraponto aos grandes shows comerciais (Pop rock e Rock in Rio). No palco, bandas anônimas e com pouca estrutura mostram seu poder de fogo, deixando claro que os morros têm rock de qualidade, sim senhor. Do Mineirinho à comunidade O Faverock surgiu em 1999 dentro de um pequeno quarto, onde duas bandas ensaiavam nos fins de semana. Depois de várias apresentações no Bar do Mineirinho (localizado no Aglomerado), eles começaram a perceber que o lugar estava ficando pequeno demais. Veio, então, a idéia de fazer um show aberto. “Um dos objetivos era oferecer uma opção de lazer para a comunidade”, conta Robert Frank, um dos participantes do movimento. Segundo Luciano Luiz, outro integrante do Faverock, o show tinha outro objetivo claro: “divulgar o trabalho das bandas que enfrentavam grande dificuldade para encontrar espaços onde mostrar o seu trabalho”. O primeiro show contou com a presença de cinco bandas (Anjos de Metal, Molusco, Pelos de Cachorro,

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Banda “Pelos de Cachorro”: presença garantida no Faverock

Pulgas, Suposto Ataque) e aconteceu no ponto mais alto do Aglomerado. O Parque das Mangabeiras cedeu o palco e o som foi montado de maneira improvisada. Cerca de cem pessoas estavam presentes. Daí pra frente, o movimento só cresceu. O público subiu para 500 pessoas e, mais tarde, ultrapassou a marca de mil espectadores. O número de bandas também cresceu, chegando a 11 no último evento. Robert revela que muitas das bandas que tocam hoje no Faverock já bateram cabeça em shows anteriores: “o movimento

influenciou muitos jovens a constituírem suas bandas, e o resultado é o crescimento do evento”. Eduardo Rosenberg, integrante do grupo Distúrbio, confirma essa colocação. Ele diz que sempre sonhou em ter uma banda, mas achava ser um sonho impossível, porque os instrumentos eram caros e o rock era pouco difundido na sua região. “O movimento mostrou que o rock era possível nas favelas; quando percebi que meu vizinho tinha uma banda, vi que também podia ter uma”, conta ele. Um movimento diversificado A idéia do Faverock é continuar crescendo. Por isso, seus integrantes estão organizando um documentário com a história do evento. Eles têm também um projeto para a implantação de uma Casa de Cultura. O local deverá promover oficinas variadas para a comunidade, além de dar um suporte a grupos culturais. A Casa ainda depende da captação de recursos, mas o plano é que ela comece a funcionar a partir de 2004. Carlos Alberto de Assenção

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Cheiro de queijo, pessoas batendo a cabeça, gente gritando, desconhecidos se conhecendo. Que loucura é essa? É o balaio. Quem nunca riu do cara que xinga o motorista que passa direto? Ou daquele que entra ensopado no ônibus depois de um banho de São Pedro (caso que perde a graça quando é você o infeliz)? E as emocionantes palestras: políticos, religiosos, vendedores. Triste é quando alguém palpita na sua conversa, já próxima da conclusão. Pior é quando o torcedor comemora a vitória do rival, e você tem que mudar subitamente de time para evitar uma súbita perda de dentes. Escola, trabalho, praça, teatro, médico, casa da vó, cinema. Para tudo dependemos dele. E de tanto ficarmos no balaio, viramos testemunhas de casos engraçados. Veja as pérolas:

Super Galã Quer dicas para conhecer alguém dentro do ônibus? Confira os conselhos do Super Galã.

Só há uma pessoa no ônibus. Você pergunta: “posso sentar ao seu lado?”. 50 usuários de balaios responderam: Sim: 66% Não: 16% Depende de como você é: 18% Mas como puxar assunto com essa pessoa, sem usar o tradicional “está quente hoje”?. Pergunte, simpaticamente, “para onde você está indo?” Ela dará idéia: 46% Vai fingir que não ouviu: 34% Depende de como você é: 20% Resultado final: Se você for feio sua chance é de 30%, mas se sua cara de galã for mais convincente, suas chances sobem para 55%. Obs.: Bancar o entrevistador nunca falha.

Laxante no canil Tudo começou com um totó junto de sua dona. Mesmo sendo proibida a entrada de animais no ônibus, o cãozinho parecia inofensivo. A bomba veio depois, sabe como é? A viagem deixou o cachorro indisposto: um cheirinho ruim, um olhando para cara do outro... Até chegar o ponto em que não dava mais. O motorista mandou todos pra fora. Tragédias como essa são freqüentes nos ônibus que passam pelo Mercado Central. Tocador de trompete Até que o ar estava puro para um lotação. De repente, o mais discreto de todos os passageiros dá um sorrisinho malicioso e desce. A obra logo se espalhou pelo busão. Uma reação normal ao acúmulo de gases na região intestinal, mas não precisava ser ao lado dos passageiros. O cara com as mãos ocupadas nem conseguia tampar o nariz.

PaPo sério

As palas no busão são divertidas, mas o assunto do transporte público é sério, pois as ruas já estão superlotadas de carros particulares: a frota desses carros cresce 60% a mais que a população; além disso, 96% dos veículos são responsáveis pelo

transporte de apenas 16% das pessoas. As conseqüências são o trânsito caótico e danos ao meio ambiente. Os carros particulares são responsáveis por quase metade do gás carbônico gerado pelos veículos. Melhorias no transporte público de

Julierme Alves

“causos” do balaio No colinho da mamãe Era uma linda cena familiar. O filho babava no ombro da mãe. Mas, no fim da viagem, aquilo que parecia até comercial de celular era, na realidade, um office boy folgado e cansado, e uma senhora muito paciente. E, depois de um looongo sermão, a família se desfez. Serenata de amor Fim de tarde no busão. Eis que um pudim de cachaça surge cantando: “É o amooor...”. Ele se depara com uma senhorita e direciona sua serenata a ela, sentando-se ao seu lado. O ônibus explode em risadas. Pra piorar, o cara começa a chupar o dedo e se deita no colo dela. Não era Romeu e Julieta, mas a história também acabou mal: tapa na cara e uma punhalada no coração daquele Romeu “encachaçado”.

passageiros são necessárias, mas há outras alternativas, como o uso de ciclovias e as caminhadas para pequenos percursos. Pegar o busão ou o metrô na boa e ser gentil com a galera, andar a pé ou de bicicleta... Todo mundo tem que participar!

Arthur Senra, Júlio César e Marcelo Dias

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estabelecimentos, ou ser efetivada por meio de uma campanha que peça doações às pessoas que freqüentam os locais. O destino do material coletado depende da disposição das pessoas envolvidas. Ele pode ser usado pela comunidade na fabricação de outras coisas (a exemplo do Hora Bolas), ou encaminhado para outros lugares que fazem reciclagem, como a Asmare (Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Material Reaproveitável) e a Santa Casa de Misericórdia. Para muitos, o lixo só é visto como problema, mas ele pode ter fins lucrativos, educacionais e artísticos. Procure fazer a sua parte. Você estará melhorando a qualidade de vida da população e transformando um problema em solução! Emília Dillinger, Gabriela Reis, Luciana Nunes e Viviane de Oliveira É o que eu sempre digo: Jogue o lixo no lixo!!!

Lar doce lar! Aqui, eu bagunço em paz!

Julierme Alves

ninguém estaria disposto a atravessar a cidade carregando sacolas de material reciclável. A solução nesse caso seria desenvolver uma forma de aproveitar, na sua comunidade, o lixo que você produz. O primeiro passo para facilitar esse trabalho é não desperdiçar, o que diminui a quantidade de lixo a ser eliminada. Atitudes simples como consumir pacotes de 1 kg de biscoito ao invés de cinco de 200g, ou tirar xerox sempre dos dois lados da folha, já contribuem muito. Outra providência a ser tomada é descobrir um local na sua região onde há grande circulação de pessoas - como uma igreja, um supermercado, uma lanchonete ou uma escola - e propor aos responsáveis a instalação de um posto de coleta seletiva de lixo (com recipientes específicos para resíduos de papel, plástico, metal e vidro). A instalação de recipientes de coleta pode ficar por conta dos responsáveis pelos

er ~ p u s cidadao

Todos os dias, toneladas de lixo são produzidas em toda parte. Estima-se que cada pessoa, no Brasil, produza 0,5kg de lixo por dia. Só em BH temos 2,1 milhões de habitantes: mais de mil toneladas de resíduos sólidos a cada 24 horas! O lixo é um problema mundial, mas cabe a nós discutir o que fazer para melhorar os espaços à nossa volta e minimizar os prejuízos causados ao nosso bem-estar e ao meio ambiente. Além de causar mau cheiro, poluição visual, do solo e da água, o lixo também contribui para a proliferação de doenças. Traz, ainda, um prejuízo econômico enorme, já que muito dinheiro é gasto com a limpeza da cidade e com o transporte e a armazenagem do material. Problema ainda maior é a falta de consciência de muitas pessoas, pois o lixo não é ruim por si só. Grande parte dele pode se tornar útil de novo, através da reciclagem (transformação de material já usado em matéria-prima para outros produtos) e do reaproveitamento (dar nova função ao lixo, transformando-o em algo diferente). Aqui em BH, existe o Projeto Comunitário Hora Bolas que cria brinquedos, enfeites, acessórios e outros objetos a partir de jornais, tecidos e garrafas plásticas. Criado por moradores da Pedreira Prado Lopes, o projeto envolve 300 pessoas, que encontram uma ocupação e contribuem para a limpeza e conscientização da comunidade. Segundo o instrutor Ivanésio Alves, o Hora Bolas tem ainda um objetivo mais amplo: “tirar os jovens das ruas e afastá-los das drogas e da violência”. Uma outra iniciativa a ser citada é a do artista plástico Carlinhos de Carvalho, que cria esculturas a partir de metal e madeira reaproveitados. Ele ressalta que a população deve aproveitar melhor o lixo e reclama: “não há uma política de reciclagem conscientizada nas periferias”. Esse é outro problema. Os Locais de Entrega Voluntária (LEV) nem sempre chegam a todas as regiões de BH, e quase

Haroldo Pires

ajude o meio ambiente


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q u e

c a b e l o

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mas você já olhou pro seu?

cabelos, cabelos, cabelos... viva a diversidade!!!


Paciente: Não, estou gritando só pra assustar a enfermeira! ____________ Marido (à mulher que chega toda molhada): Está chovendo? Mulher: Não, é que todo mundo na rua resolveu cuspir em mim.

Par ou ímpar

Esportes de inverno

Com um pouco de prática, você descobre que sua chance de vitória é maior do que 50%. Piscar o olho, esboçar um movimento, rir ou fazer cara de mau. Tudo vale nesse emocionante jogo de vida ou morte.

Agradeça aos céus se o chão da sua casa for liso. Com um pouco de cera e um pano velho, você terá várias modalidades esportivas a seu alcance. Inicialmente, passe a cera no chão e espere secar. Corte o pano em dois, coloque os pedaços nos pés e rodopie para lustrar o chão. A forma de patinar é você quem escolhe: artística ou de velocidade. A propósito, se houver algum parceiro, as opções esportivas aumentam: hóquei, corrida, dança, e até a arriscada “descida” de trenó, na qual um puxa o outro. Cuidado com as quinas dos móveis. Aconselhamos o uso de um balde na cabeça. A recompensa vem depois. Quando seus pais virem o chão encerado, podem te dar alguma coisa. Caso não ganhe nada, não fique triste. Ajudar em casa brincando já é um bom prêmio.

Ca ca - palavras ´´

E já que o nosso jornal aborda o meio ambiente, selecionamos algumas palavras sobre o assunto para você procurar nessa mistura de letras. Duvidamos que você ache todas!

____________ Namorada (na porta do cinema, encontrando namorado com o capacete na mão): Veio de moto? Namorado: Não, vim com isso na cabeça pra não despentear o cabelo. ____________ Ascensorista (no térreo, para o hóspede que chega): Sobe? Hóspede: Não, eu quero só ficar dentro do elevador parado.

ca s e i r o s

Palavras: reciclagem, vida, lixo, limpeza, proteção, beleza.

Bunge-cusp O bunge-jump, como todos sabem, é coisa para filhinho de papai. O bunge-cusp chegou para acabar com essa desigualdade. Você fica deitado no chão de barriga para cima. Outra pessoa senta-se em uma cadeira, de modo que vocês dois fiquem face a face. Aí a nojeira começa. Um fiozinho de cuspe vai se aproximando da sua cara, até que é puxado de volta à boca pelo outro participante. ADRENALINA TOTAL!!! O medo é quase igual ao de pular de uma plataforma de 40 metros de altura. Além do quesito preço, bunge-cusp é um esporte seguro. Quando a cordinha arrebenta, você não é destruído. Basta lavar para se recompor. Vale lembrar que não é nada legal obrigar alguém a brincar. Afinal, o amanhã pertence a Deus, e Ele é justo.

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super - cidadao Edilene Lima, Marcos Assis e Tiago Batista

Médico: Dói?

Jo g o s

Julierme Alves

Perguntas idiotas

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8 Prepare-se para uma aventura ´ ecologica emocionante em BH Tá na Rede! traz para você dicas de parques que mostram uma terra exuberante, jovem e cheia de energia. Aproveite!

Parque Municipal Ursulina de Andrade Mello

Parque Alexander Brandt

Se você é um daqueles que acha que BH só tem prédios, se enganou! Nesse pedacinho de floresta no meio da cidade, você pode encontrar grandes árvores e se integrar com a natureza. O parque tem características de mata atlântica e cerrado. Além da vegetação de encher os olhos, oferece um recanto com mesas de jogos e lugares para piquenique. Endereço: Ruas Júlio Pires e 7 (sem n.º) / Bairro Visconde do Rio Branco - Tel: 3277-5520 - Ônibus: 2210.

Com mais de 240 mil m2, a área fazia parte da fazenda São José e foi doada ao município para a criação de um parque. Possui uma vegetação típica de floresta tropical, sendo uma área de preservação do meio ambiente. Lá são encontrados vários tipos de animais, como tapetis, jacus e inhambus. Para seu divertimento, há aparelhos de ginástica e lagoas. Os mais aventureiros podem encontrar espaço para acampamentos e piqueniques, além de trilhas ecológicas com monitoramento. Endereço: Ruas Dr. Sylvio Menicucci, Domingos Bernis e Castelo de São Jorge / Bairro Castelo - Tel: 3277-7112 Ônibus: 3301B e 1404B

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Parque Ecologico Vila Pinho

Arenas de teatro, playground, espaço para piquenique e leitura, área de ginástica, pista de cooper, quadras de futebol, peteca e vôlei. Parece prédio de luxo, mas tudo isso está ao seu alcance no Parque Ecológico Vila Pinho. Espaço de esporte e lazer, o parque tem um programa esportivo para crianças e adolescentes em parceria com a Secretaria Municipal de Esporte. No aspecto “natureza”, merecem destaque as quaresmeiras, palmeiras e acácias! Endereço: Av. Perimetral, 800, portaria 1 / Vila Pinho - Tel: 3277-5916 e 3277-3088 - Ônibus: 302 e 303 – Estação Diamante; Linha 31 – Transporte Suplementar.

Parque Roberto Burle Marx (Parque das Águas)

O Barreiro já abrigou a “Casa de Descanso do Prefeito de BH”, área que tinha algumas casas, uma capela, vestiários, sauna, piscinas de água natural e uma quadra. Em 1976, o espaço virou público, transformando-se em um parque. Hoje, a área é voltada para o lazer da comunidade e a preservação ambiental. Tem uma pequena mata, onde vivem pica-paus, sabiás e gaviões, um lago e algumas nascentes. Oferece teatro de arena, quadras, campo de futebol, equipamentos de ginástica, pista de cooper, mesas de jogos e churrasqueiras. Endereço: Av. Ximano e ruas Falcão e Flamengo / Bair ros Flávio Marques Lisboa e Ur ucuia Tel.: 3383-8477 - Ônibus: 325 e 328 Elaine Ariane

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Patrocínio

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Tá na Rede! Edição 03  

Jornal produzido pelos adolescentes e jovens correspondentes do projeto de 2003 a 2005.

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