Page 1

Versão eletrônica: www.asserjuf.org.br

Etiqueta

SALVADOR/BA - 09 DE ABRIL DE 2013

EDIÇÃO Nº 464

SENTENÇAS DOS PROCESSOS DO AUXÍLIO-ALIMENTAÇÃO COMEÇAM A SER EXECUTADAS Começaram a ser executadas as primeiras decisões favoráveis nos processo do auxílio-alimentação patrocinadas pela assessoria jurídica da ASSERJUF. Com as decisões pela procedência do pedido de isonomia e pagamento das diferenças proferidas pelas duas turmas recursais dos JEF's da Seção Judiciária da Bahia, a AGU não tem interposto recursos e os processos transitados em julgado já estão voltando à primeira instância para atualização dos cálculos e expedição das requisições de pagamento. Os associados que ainda não ajuizaram suas ações devem procurar a assessoria jurídica da ASSERJUF, assim como aqueles que ajuizaram ações sem advogado, para o acompanhamento do processo na fase recursal.

Por Danilo Ribeiro (Assessor Juridíco da ASSERJUF)

Nova profissional no Espaço Terapêutico da ASSERJUF Nome: Joseane Conceição

Especialidade: Fisioterapia Pélvica - Uroginecologia/ coloproctologia/ disfunções sexuais femininas. Formação acadêmica: Bacharel em Fisioterapia

Como chegou até a ASSERJUF? R: Através da internet descobri o site e vi um possibilidade do oferecer este serviço no espaço terapêutico. O que é fisioterapia pélvica e para que serve? R: A fisioterapia pélvica é uma especialidade da fisioterapia que atua no tratamento e prevenção de disfunções do assoalho pélvico, que abrangem os diversos tipos de incontinência urinária feminina, masculina, incontinência fecal e de flatus, disfunções sexuais, prolapsos de órgãos pélvicos e constipação intestinal. Qual o público-alvo deste tipo de fisioterapia? R: O tratamento é indicado para mulheres que apresentam incontinência urinária de qualquer natureza, mulheres climatéricas, pacientes com déficit neurológico que comprometa a função gênito-urinária e mulheres com alguma distopia genital e homens que apresentem incontinência após prostatectomia (cirurgia de retirada da próstata). Quais os tipos de patologias que a fisioterapia pélvica pode tratar? R: As disfunções mais tratadas são incontinência urinária; incontinência fecal;

Aniversariantes da Semana

urgência miccional; constipação; flacidez perineal; disfunções sexuais; dores pélvicas; prolapsos genitais; cirurgias pélvicas e cirurgias de próstata. Em quantas sessões o paciente já verá algum resultado? R: O número de sessões de fisioterapia depende da queixa do paciente, do grau da disfunção que está causando o sintoma e também da resposta individual que cada paciente adquire durante o tratamento. Quanto mais precoce for o encaminhamento do paciente para a fisioterapia, maior será a chance de sucesso deste tratamento. Você utiliza algum tipo de aparelho no tratamento? Quais? R: A Fisioterapia Uroginecológica utiliza diversos materiais e equipamentos durante as sessões e a escolha do tratamento é feita após uma cuidadosa avaliação do paciente e de suas queixas. Dentre os tipos de tratamento, podemos citar: eletroestimulação e biofeedback; terapia manual para reeducação e propriocepção; massagem perineal e exercícios específicos; cones vaginais; terapia comportamental, incluindo mudanças de hábitos. Existe alguma contra-indicação para este tipo de tratamento? R: A fisioterapia uroginecológica e coloproctológica é um método natural, sem contra-indicações, para o tratamento das disfunções urogenitais e anorretais. É considerada como o método de escolha nestes casos, evitando ou postergando a necessidade de cirurgia.

*

A partir do dia 18.04, a profissional atenderá todas as quintas-feiras, pela manhã, no Espaço Terapêutico dos JEF's.

Rizia Cotrim Diocelia Goulart Cecilia Maira Ledna Teixeira 2ª vara NUCOD/JEF Aposentada NUCOI Flavia Garcia Kátia Regina Clemente Jose Domingos Paulo Thiago Batista 9° vara 15° vara Feira de Santana Aposentado CEMAN Izilda Leite Maria das Graças Lessa Tatiana Pereira Ney Moreira Maria de Fatima Riccio Flavio Carneiro NUCAF NUCRE 2° vara 8° vara DIREF 9ª vara


Por Joaquim Medrado (SECAM)

Se Deus não existir, então Ele continuará existindo

Quando estamos diante de uma informação teológica, do testemunho de um suposto milagre, ou de algo que parece ser fantasioso e é tratado como tal pela nossa razão, não seria presunção considerá-los verdades ou não, como se tivéssemos a capacidade ilimitada de saber sobre a existência ou não de qualquer coisa? Será que o ateísmo e a fé seriam totalmente suficientes para, cada um à sua maneira, determinar (saber) acerca do verdadeiro e do falso sobre questões como: de onde viemos, para onde vamos, o que somos, se Deus existe ou não, ou seria mais prudente guardarmos silêncio, suspensão do julgamento diante de algo que desconhecemos e achamos que “sabemos”? (o saber atua mais no campo da ciência, não da fé ou do ateísmo, que são campos do acreditar). Existem dois pontos em comum entre os crentes e os ateus: ambos creem (o ateísmo também é uma crença, só que negativa) e ambos não sabem se Deus existe (a crença se origina do não-saber sobre a existência de Deus). Alguns integrantes desses dois grupos desfilam argumentos (com boa dose de proselitismo), através do malabarismo das palavras, confundindo acreditar com saber. O acreditar na existência de Deus é diferente de saber da Sua existência. Em nome dessa confusão léxica, e sobre Deus também, a história religiosa está manchada de sangue: muitos morreram, morrem (e morrerão?) pela mixórdia entre o acreditar e o saber. O acreditar preenche o vazio do não-saber, é uma resposta ao mistério, tentando dar sentido à existência, é esperança

02

dogmática, é fé, e esta tem suficiência subjetiva, mas não tem suficiência objetiva. O saber requer a “ditadura” da razão, e tem suficiência tanto subjetiva quanto objetiva, sem deixar de ser suscetível a democráticas modificações. Cada ser humano é uma identidade, é um ser subjetivo, assim, toda sua crença (positiva ou negativa) é completamente verdadeira, mas apenas para um só sujeito, ou seja, para si. Nesse caso, a expressão da crença é uma “seta” que emana do próprio indivíduo e volta para ele mesmo. Por isso o acreditar tem suficiência subjetiva, pois a verdade da crença é exclusivamente pessoal, restringe-se aos limites de um mundo individual (uma revelação só vale para quem nela crê). Como a verdade da crença não é demonstrável para que seja válida para todos, não apenas para um ser subjetivo, ela não tem suficiência objetiva, portanto, não pode ser considerada um saber. Quando verificamos que um livro está sobre uma mesa, por que isso tem suficiência tanto subjetiva quanto objetiva? Tem suficiência subjetiva porque a verificação pode ser feita por qualquer indivíduo, comprovando, somente para si, a veracidade da situação (através do tato, um cego pode comprovar a mesma coisa). Tem suficiência objetiva porque é demonstrável a ponto de se tornar verdadeira para todos, não apenas para um indivíduo. Aqui, a verdade sobre a situação do livro preenche as duas suficiências, portanto, representa um saber. Quanto às crenças (positiva ou negativa), nada pode ser comprovado de tal modo que se transforme num saber, suficiente tanto do ponto de vista objetivo quanto subjetivo. Quer dizer, a partir do homem, acredita-se na existência ou não de um ser divino (deixando de lado os agnósticos), mas não seria possível, a partir do homem, saber sobre a Sua existência ou inexistência, pois, qualquer explicação pró ou contra não teria suficiência objetiva (demonstrável para todos), mas cada um, crente ou ateu, teria suficiência na sua expressão subjetiva (acreditar) para estabelecer a “verdade” somente para si. A verborragia da crença e da descrença possui um valor histórico muito grande, porque ajuda a incrementar o museu da história do pensamento humano na área religiosa,

mas, na seara do crer ou não, nada pode ser comprovado a fim de que se transforme em suficiência objetiva. A questão é tão-somente de fé (positiva ou negativa), pois a existência ou não de Deus apenas pode ser postulada, não pode ser demonstrada, ou seja, não é objeto de orgulhoso saber, somente de esperançoso acreditar. São Paulo, séc.I d.C., e Santo Agostinho, séc.IV d. C., este último considerado um dos pais da Igreja cristã, ajudam a esclarecer a diferença entre acreditar e saber: “No reino de Deus não existe a esperança, não existe fé”. Aqui, a fé é apresentada em oposição ao SER, ao EXISTIR, ao SABER. Quer dizer, na Terra existe o acreditar, na forma da esperança e da fé na existência ou não de Deus, contudo, no reino de Deus a esperança e a fé não mais existem, não têm mais sentido, pois Deus já É, deixase de acreditar para se saber da Sua existência. Assim, a partir do homem, não podemos saber sobre a existência ou não de Deus, sabemos tão somente de duas hipóteses: Deus existe ou Deus não existe. Se a primeira alternativa for verdadeira, há a possibilidade da Sua manifestação (considerando Deus como um Ser transcendente, excluindo a imanência acéfala do panteísmo), mas essa manifestação, para se transformar em um saber humano, é preciso que destrua a esperança e a fé, que deixam, assim, de ter sentido, ou seja, o acreditar em Deus se transforma em saber da Sua existência. Assim, ser crente, ateu ou agnóstico também não teria mais sentido, conforme o Reino de Deus, de Santo Agostinho e de São Paulo. Se a segunda alternativa (Deus não existe) for verdadeira, há mais um problema: como poderíamos saber que Deus não existe? No primeiro caso, pelo menos temos a possibilidade da manifestação, que destrói a esperança e a fé, e as transforma num saber; mas no segundo caso, que possibilidade temos???? Como não poderíamos saber sobre a não existência de Deus, a ideia que se faz Dele se perpetuaria, o acreditar na Sua existência se perpetuaria, e assim Deus continuaria existindo, mesmo que Ele não existisse, mesmo que não soubéssemos da Sua inexistência, e por uma razão óbvia que nos remete à eternidade: algo que não existe nunca poderá se manifestar.


Contos, Causos e histórias da Justiça

O

FALAJUF teve o prazer de entrevistar, o servidor aposentado da Justiça Federal da Bahia, Sr. Manoel Cedraz. Bem humorado, espontâneo, corajoso e trabalhador, Cedraz atualmente leva a vida na maré mansa. Amigo de todos, não guarda rancor de ninguém. Com energia de menino ainda, ele é uma daquelas pessoas cheia de vitalidade e que se pudesse ainda estaria trabalhando na Justiça Federal. Quando questionado sobre a sua trajetória na Justiça Federal, ele respondeu: "A trajetória foi boa, eu entrei na Justiça Federal no dia 07.07.1970, a pedido de um colega na época, mas graças à boa vontade da Diretora Relma Santos Souza, ao Juiz da época (hoje, Ministro José Cândido de Carvalho Filho), fizeram com que eu desse o pontapé inicial. Entrei na função de vigia, trabalhei nessa função até 1974, quando o Ministro Lauro Leitão aproveitou todos os funcionários requisitados para o quadro de JF. Daí comecei a ganhar algumas promoções, segundo eles, por merecimento, contando com a minha última função no Núcleo Judiciário (NUCJU). Graças a Deus tudo ocorreu bem, agradeço a essas três pessoas que me conduziram para a Justiça." Cedraz é uma das figuras marcantes da Justiça Federal. Ao todo foram trinta e sete anos de dedicação à Justiça Federal, contando com o período em que estava aposentado e foi reconduzido em 1996 ficando até 2007. Pedimos para que ele falasse um pouco sobre o que a Justiça representa na sua vida e que nos contasse algumas situações inusitadas por ele vividas:"A Justiça representa tudo para mim! Tudo de bom que aconteceu em minha vida eu agradeço à Justiça Federal. Não tenho do que me queixar, só agradeço a Deus por ter feito parte da Justiça Federal". “Passei por várias situações inusitadas que é até difícil de comentar. Mas, um certo dia um advogado foi levar uma petição para protocolar e, naquele tempo, era tudo manual não tinha protocolo eletrônico ainda, ele queria que eu assinasse com a data retroativa, imediatamente recusei a fazer, ele ficou insistindo, insistindo...então comecei a dialogar com ele, e como eu sou mal educado por falar alto, às vezes, imagine eu já pirado da vida, ele insistiu. Eu disse: Doutor, se um dia o senhor fizer um concurso para Juiz aqui ou em outro lugar, o senhor vai confiar no meu trabalho, nos meus atos e nas minhas decisões? Ele respondeu: Depende. Eu questionei: Depende de que doutor? Diga! Ele aliviou a barra e saiu. E, para minha sorte, o Diretor do Foro tava do lado de fora escutando tudo, quando o advogado saiu, o Diretor entrou e disse: Mas rapaz que argumento desgraçado, onde foi que você arranjou isso? Eu fiquei todo desconcertado. (Hoje o advogado virou Juiz Federal)." “Me sinto realizado e feliz porque quando fui Diretor do Núcleo, fui aprovado pelos setes juízes da casa, só que eu só tinha 20 dias de mandato garantido, foi o que o Juiz me garantiu, mas acabei ficando 17 anos como diretor. Só tenho à agradecer".

Para Cedraz todos os momentos foram marcantes. Fazia da necessidade a boa vontade. A Justiça para ele foi toda marcante, que só lhe deu alegria. Questionado sobre as dificuldades encontradas ele nos disse: -"Tive vários momentos de dificuldades, mas eu procurava sempre algum Juiz mais antigo, dentre eles o Dr° Cândido, consultava-o, esclarecia minhas dúvidas e seguia em frente. Agradeço também ao Dr. Salomão, Dr. Iran, Dr. Carlos D’Avila, apesar de muita gente achar que eu tenho algo contra ele por não ter feito parte de sua equipe, mas muito pelo contrário. Agradeço também ao Dr. Evandro Reimão, pois tive muita referência dele". “Fiz grandes e preciosas amizades com funcionários e juízes. Amizade eu fazia com todo mundo. Guardo todos no coração, com exceção de um determinado servidor porque ele não gostava de trabalhar, mas eu gostava de trabalhar e não dava colher de chá pra ele; até hoje ele me xinga e eu xingo ele também. Recentemente encontrei ele na rua, ele me perguntou: - Porque você não morreu? Eu questionei: - Porque você não morreu primeiro do que eu? (Risos)". Perguntado se ele se arrepende de algo que fez e se conseguiu realizar todos os seus sonhos, obtivemos a seguinte resposta: - "Me arrependo, sim; uma certa vez agi de forma indiferente com uma das pessoas que me colocaram na Justiça, Drª Relma Santos, ela ficou zangada com isso e eu também, mas eu devia ter feito diferente. Mas o que está feito, está feito. Só tenho é que pedir desculpa, mas não me arrependo de nada. Porém, se fosse hoje, com mais experiência, teria feito diferente". “Quanto aos meus sonhos tudo que almejei na Justiça Federal eu consegui realizar. Só não sonhei ser Diretor do NUCJU, pois eu não almejava esse cargo, até porque tinha muitos bacharéis, mas eu fui aprovado com unanimidade pelos sete juízes da casa, e isso foi muito gratificante prá mim". Questionado sobre seus medos e como está a vida de aposentado, ele respondeu: "Eu não tenho medo de nada, eu tento fazer o certo, se der errado eu encaro". “A vida de aposentado está péssima. Eu pensei e tentei voltar a ser funcionário sem ter que receber gratificação, mas eu fiquei em dúvida para qual juiz eu iria trabalhar? Qual a vara? Fiquei escolhendo, pensei, pensei e não soube a resposta. Minha preferência era trabalhar com o Dr.Salomão, mas achei que faria injustiça com os demais. Pensei em passar uma semana em cada Secretaria, porque ainda tinha o Dr. Iran, Dr. Evandro... Ficaria uma semana com cada um, a depender da necessidade, mas é só meu sonho... Eu tenho certeza que meu afastamento da Justiça Federal fez com que eu ficasse doente. Eu sonhava com os processos, eu via os processos e até hoje eu vejo... De ontem prá hoje sonhei que eu tava discutindo o processo com o juiz, como eu deveria proceder?!... Então a minha vida foi a Justiça e mesmo aposentado ela continua sendo a minha vida, o meu grande sonho". “Aos colegas aposentados tenho que agradecer o tempo que passamos juntos, nós éramos poucos, contudo éramos uma família. E aos servidores da ativa eu digo que não olhem o valor da gratificação, não olhem para o dinheiro, apenas façam o seu serviço. Certo dia o Dr. Hélio me disse: “Cedraz faça o seu serviço que um dia alguém vai ver”. É o que eu digo aos atuais servidores: façam o seu serviço que um dia alguém vai ver”

03


DESTAQUES DA SEMANA Espaço Exposição

Classificados

KATCHUKA

VENDE-SE

10% de DESCONTO à VISTA.

FOCUS / FORD 2007, NOVO, COMPLETO TEL: 8811-3365 / 3617-9298 (GILVERALDO)

Katchuka é uma fábrica de roupa infantil, de 1 a 12 anos, modelos lindos e preços atrativos. O grande diferencial é que ela tem fabricação própria. De 8 a 12 de abril, no Espaço Exposição da ASSERJUF. Não deixe de conferir.

Não deixe de se cuidar na estação mais fria do ano. Aproveite a grande promoção relâmpago que a profissional Mônica Farias do Espaço Terapêutico preparou para você.

GRANDE PROMOÇÃO RELÂMPAGO - SEXTA-FEIRA 12.04.13 - Atendimento de 08:00h às 13:00h

MASSAGEM RELAXANTE + SPA DOS PÉS = R$

35,00.

Agende seu horário com antecedência no ramal 2732.

APART. 3/4 (2 suítes), 117m², varanda, Alto do Parque, Itaigara. TEL: 8811-2651 / 9200-8294 (EVALDO MELO)

Novo Convênio

Eco Cuidar! Imprima seus documentos de uma só vez

RESORT HOTEL COSTA DOS COQUEIROS Desconto 20% para os associados Na Rua Imbassaí , nº1957 Linha Verde ,Litoral Norte fone: 3677-1336 / 3240-6635 E-mail: reservas@ resortcostadoscoqueiros.com.br Site: www.resortcostadoscoqueiros. com.br

- Um dia sempre especial -

Envie vários documentos de uma só vez para a impressão. Impressões pausadas geram mais gastos de energia e com a manutenção do equipamento.

Roupas de Bambu

A economia também parece estar se curvando ao bambu. Essa matéria-prima, de fonte renovável, precisa de menos defensivos agrícolas e menor área para produção. Outra vantagem é o toque: semelhante à viscose e mais macio do que o algodão. Motivos suficientes para que dois supermercados lançassem roupas à base dessa fibra.

ECO-IDÉIA Já pensou em trocar as roupas que já não lhe caem bem ou das quais simplesmente enjoou por outras mais interessantes e sem pagar nada por isso? O hábito é comum entre as inglesas. Elas chamam as amigas e irmãs e, enquanto tomam o chá, desentulham a casa e ainda conseguem renovar o guarda-roupa sem pagar 1 cent por peça. O estilo troca-troca já virou até negócio online. Se quiser espiar, consulte os sites www.whatsmineisyours. com e www.swapstyle.com. Neles você vê as dicas de como descrever o produto para a permuta e, acima de tudo, se diverte.

DIA DAS MÃES Cada momento é unico. Cada sensação é especial. Natura Tododia é uma linha de cuidados para o corpo que convive com você diariamente. Redescubra os prazeres em cada momento do seu dia, todos os dias. Conheça todas as linhas e novidades com ótimos descontos que só a NATURA oferece. Todas as segundas e sextasfeiras, das 10h às 17h, no Espaço Beleza.

04

A ASSERJUF está preparando uma grande surpresa para você comemorar o Dia das Mães. Aguarde...

Tiragem: 380 exemplares/ Periodicidade: semanal Direção e Revisão: Gilson Suzarte e Luzineide Oliveira Criação / Diagramação: Taiana Silva (DRT n° 4105/BA) Diagramação e Textos: Iuri Santos (estagiário) Jornal enviado por e-mail para 569 associados. Distribuição para Subseções e servidores inativos. Obs.: Não nos responsabilizamos pelos textos assinados e publicados no jornal.

Falajuf Edição 464  

Jornal semanal da Asserjuf,Falajuf edição 464.