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S A L V A D O R / B A - 25 DE SETEMBRO DE 2012

EDIÇÃO Nº 441

INÍCIO DA PRIMAVERA 22 DE SETEMBRO

-- Edital de Convocação --

As flores que florescem na primavera (Kobato)

ASSERJUF ELEIÇÃO - 2012 Cumprindo determinações estatuárias, a Diretoria Executiva da Associação dos Servidores da Justiça Federal na Bahia - ASSERJUF convoca ELEIÇÃO para escolha da nova DIRETORIA, para o biênio 2013/2014, a ser realizada no dia 20 de NOVEMBRO DE 2012, na sede da Justiça Federal, JEFs, NAJ e Subseções do interior. As inscrições das chapas podem ser feitas até as 19h do dia 9 de novembro de 2012, junto à Comissão Eleitoral composta pelos associados Eduardo José Santiago da Silva (SECAD), Altenir da Silva Carvalho (22ª Vara), Patrícia Farias de Oliveira (18ª Vara), Rosane Silva de Cerqueira (Pró-Social) e Betania da Silva Santos (19ª Vara).

Salvador, 28 de agosto de 2012 A Diretoria

Faça uma criança feliz!

As flores que florescem na primavera Se espalham pelo céu no verão Dentro do meu coração, elas estão gravadas e brilhando A chuva cai de manhã Mesmo nos dias em que fecho minhas janelas Transbordando dentro do meu peito Está a luz que vem acima das nuvens Alegrias e tristezas Eu abraço todas elas e continuo a caminhar A minha mão e a sua mão Estão segurando uma a outra, bem forte... O outono está na margem do lago O inverno está escondido nas pontas dos galhos Existe uma gentileza infinita nas profundezas deste mundo Quando a noite vier... Eu farei uma prece para ele Quando o amanhã que está vindo chegar Quero recebê-lo em paz.

Em razão da proximidade das festividades da Semana da Criança, a ASSERJUF, em parceria com a Escola Municipal Sr. do Bonfim, localizado no Subúrbio Ferroviário de Salvador conta com a sua ajuda para tornar esta data comemorativa ainda mais especial. Doe um brinquedo ou uma guloseima até o dia 05/10 no escritório da ASSERJUF e ajude a colocar ainda mais alegria e esperança na vida dessas crianças de 04 a 14 anos.

Uma voz me chamando de tão longe, tão longe me guia... Como se sorisse, como se cantasse O som ecoante do vento!!! Alegrias e tristezas Eu abraço todas elas e continuo a caminhar A minha mão e a sua mão Estão segurando uma a outra, bem forte...

Faça a sua parte!

Colaboração Luzineide Araújo (SEBIB)

Kátia da Costa (CEMAM) Antônio Pereira (17ª Vara) Nahon Francisco (CEMAM) Marcos Profeta (19ª Vara) José Carlos da S. Neves (V. da Conquista) Jamylle Leahy (11ª Vara) Edmar Silva Pires (Pensionista) Renata Peixoto (11ª Vara) Letícia Negrão (NUCRE) Sérgio Lassere (3ª Vara) Denise Marcia (NUTEC) Gésner Braga (NUTEC) Leonardo Tochetto - Juiz Federal ( 4ª Vara) Lorenna Bahia (Pro-Social) Cristina Simões ( CEMAM)


Pip

Q

ca com P menta Intocáveis

uatro ótimos filmes franceses estão em cartaz atualmente em Salvador. São eles: Intocáveis, Para Poucos, Um Verão Escaldante e Polissia. Hoje falarei do primeiro, que acaba de se tornar o filme francês mais visto no mundo, superando o recorde anterior que era de O Fabuloso Destino de Amelie Poulin com 23 milhões de expectadores. Pois Intocáveis já foi visto por mais de 25 milhões de pessoas. Mais de 200 mil delas só no Brasil. Trata-se de um filme simplesmente irretocável. Aquele tipo de película em que, por mais que a gente queira, não encontra um único defeito. Trata-se de uma comédia, mas ouso dizer que falar isso é muito pouco, pois corre-se o risco de fazer associações com bobagens fabricadas em série para levar o público ao riso fácil. Aqui a coisa é muito mais sutil e inteligente, sem perder a leveza e o bom humor. E olhe que não sou chegado a comédias francesas, sinto que há um timming diferente, sei lá. Mas aqui dou o braço a torcer. Intocáveis é simplesmente um filme perfeito. O que pode sair da ligação de um negro pobre, imigrante senegalês, morador dos tumultuados subúrbios de Paris, caldo de cultura de conflitos sociais e um milionário branco e culto? E quando esse milionário é um tetraplégico que precisa de cuidados permanentes e este inculto imigrante não tem o menor tato, talento ou preparo para cuidar desse homem? O que pode sair dessa mistura? E quando ficamos sabendo que a história é baseada em fatos reais a coisa fica ainda mais interessante. Aqui, o negro é Driss, interpretado pelo excepcional ator Omar Sy, enquanto o branco é Philippe, papel de François Cluzet. O que Driss tem de físico, performático e exuberante, Phillipe tem de contido e introspectivo. Driss dança, canta, exala sensualidade e gargalha. Phillipe, estático, observa, e ambos, surpreendentemente, diante da barreira de intolerância que construíram para eles, extraem dessa relação improvável, praticamente impossível, um sopro de novidade na monótona vida do ricaço Phillipe e no beco sem saída, à beira da marginalidade, que se tornou a pura sobrevivência sem expectativas da vida de Driss. O destino ligou esses dois homens em um momento especialmente sensível da vida de ambos já que cada um atravessava, por razões próprias e totalmente distintas, por

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Por Luiz Gourlat (DIREF)

exaustões ligadas às suas condições psicológicas, sociais ou materiais. E o filme extrai o humor (e jamais o humor negro ou escatológico) justamente das improváveis e dramáticas circunstâncias que os une. Faço menção especialmente honrosa à opção dos diretores Olivier Nakache e Eric Toledano em abrir o filme com uma inspirada, insana e divertida cena que mostra que os dois homens já desenvolveram uma ligação pessoal. Louvável, porque se o filme vai mostrar o progresso dessa relação, óbvio seria narrar do começo até o fim, mas, já que sabemos que eles vão se tornar amigos, porque não abrir o filme já com um momento adiantado da amizade para em seguida narrar como ela foi construída? Bela sacada. Intocáveis, facilmente poderia apelar para clichês, mas nunca o faz, não cede ao fácil e ao previsível. É exatamente nas deficiências que a relação desses homens é construída e é realmente tocante quando vemos como um, aos poucos, vai influenciando e enriquecendo o universo do outro. E são tantas e tão tocantes as interfaces em que a vida desses dois homens se interrelacionam, que passamos a nos deliciar na expectativa de cada vez novas e inúmeras facetas que eles descobrem. E essa descoberta comum (nossa e deles) deixa-nos fascinados, pois é como se fôssemos os cúmplices do desvendar de dois verdadeiros continentes humanos, com todas as suas fraquezas, frustrações e tantas possibilidades inexploradas ainda a serem desvendadas. Mundos inteiros buscando talvez aquilo que Guimarães Rosa chamava de "felicidade, que se acha em horinhas de descuido". Sinto-me completamente incapaz de selecionar uma única cena memorável, pois todo o filme é como se fosse uma única cena perfeita, como uma sinfonia em que sequer uma nota está fora do lugar. Não deixe de se deliciar com essa verdadeira história de amizade entre dois homens que descobrem que só têm a ganhar aceitando suas fraquezas, aprendendo a valorizar o que o outro tem de rico e percebendo como pode ser bom e fácil ajudar um amigo. E você ainda de quebra dá boas gargalhadas com isso. O que você pode querer mais? Texto disponível em http://www.chacais-sempreespreitam.blogspot.com.br/


Prosa & Poesia BEBER ÁGUA, QUE SACO!

T

rim!Trim! Hora de beber água. Levanto-me pacientemente, pego um copo descartável, dirijome ao bebedouro, tomo um copo d’água, volto a trabalhar. Onde foi mesmo que eu estava...? Ah, sim. Preparando uma informação nos autos de um procedimento administrativo. Sim. Era isso. Como eu ia dizendo, ou melhor, escrevendo, “as máquinas copiadoras CANNON são locadas à empresa...” Trim!trim! Hora de beber água. Levanto-me pacientemente, pego um copo descartável, dirijo-me ao bebedouro, tomo um copo d’água, volto a trabalhar. Como era mesmo o nome da empresa? Puxa vida! Esqueci. Abro uma pasta eletrônica na qual armazeno os contratos dos quais sou executor e procuro o nome da empresa. Como eu ia escrevendo, “as máquinas são locadas e o tonner é fornecido...” Trim!trim! Hora de beber água. Levanto-me pacientemente, pego um copo descartável, dirijo-me ao bebedouro, tomo um copo d’água, volto a trabalhar. Que saco! Toda hora esse Trim!Trim toca. Acaba me desconcentrando. Mas vamos lá. “O tonner é fornecido pela empresa locadora do equipamento como parte do contrato, portanto não precisa ser trocado pelo usado. Basta vir pegar na SECAM e....” Trim!trim! Hora de beber água. Levantome pacientemente, pego um copo descartável, dirijo-me ao bebedouro, tomo um copo d’água, volto a trabalhar. Já estou ficando tonto de tanta água. Parece que, ao invés de beber estou “comendo” água. Aliás, mandei um e-mail desaforado para a SEBES, pensando que fosse arte deles,

pedindo para retirar o trim! trim! do meu micro e dizendo, dentre outros desaforos, que eu “estava quase morrendo afogado de tanto beber água!”. Mas não foi a SEBES, Foi o Comitê de Qualidade de Vida, cujo nome completo não me recordo, muito menos da complicada sigla... Trim!trim! Hora de beber água. Levanto-me pacientemente, pego um copo descartável, dirijome ao bebedouro, tomo um copo d’água, volto a trabalhar. Passei a urinar mais, usar mais água no sanitário e desgastar mais as válvulas da descarga. Imaginem isso multiplicado pela quantidade de servidores da casa. Daqui a pouco vai ser preciso fazer uma licitação emergencial para comprar mais água, a conta da Embasa vai aumentar e a manutenção com válvulas também e... Trim!trim! Hora de beber água. Levantome pacientemente, pego um copo descartável, dirijo-me ao bebedouro, tomo um copo d’água, volto a trabalhar. Nada contra beber água. É, de fato, bom para a saúde e imprescindível para nos manter vivos. Ocorre que o meu organismo tem, não sei se os organismos dos outros não têm, um dispositivo complexo chamado sede que me alerta quando preciso beber água e não preciso desse Trim!Trim! para me alertar e... Trim!trim! Hora de beber água. Levantome pacientemente, pego um copo descartável, dirijo-me ao bebedouro, tomo um copo d’água, volto a trabalhar.

E prá finalizar... Trim!Trim! Trim!Trim Trim!Trim! Trim!Trim! Trim!Trim! Trim!Trim!

MANCHETE

N

Por Reinaldo Lopes Rocha Supervisor da SECAM – Trim!Trim!

Colaboração: Rita Olívia (20ª Vara)

Práxis Cristã

um supermercado, na fila do caixa, um menino, acompanhado de sua mãe, brincava de empurrar o carrinho de compras, atingindo sem parar a perna de um senhor que estava na frente. Incomodado, o senhor olhou para a mãe, pedindo providência. A mãe respondeu: "meu filho é criado com liberdade!". Alguém, que estava atrás, tomou um ovo do seu carrinho e o abriu sobre a cabeça da mãe, espalhando-se o seu conteúdo nos seus cabelos. Quando ela indignada virou-se furiosa, ele respondeu: "eu também fui criado com liberdade!". O título desse artigo se reporta a uma palestra do Pe. Vítor Coelho de Almeida, C. SS. R, no seu programa "Os ponteiros apontam para o infinito", da Rádio Aparecida, intitulado: "Sua Majestade, o moleque". Ele conta que um romeiro lhe apresentou seu filho de quatro anos, pedindo uma bênção, pois o menino era impossível, manhoso, terrível. Após a bênção, Pe. Vítor lhe explicou que existe outra bênção, que não é dada pelo padre, mas pelos pais: a correção. São conhecidas aquelas regras de "como criar um delinquente", atribuídas ao Departamento de Polícia do Texas, USA: 1. Comece na infância a dar ao seu filho tudo o que ele quiser. Quando crescer acreditará que o mundo tem obrigação de lhe dar tudo o que deseje. 2. Quando ele disser palavrões, ache graça. Isso o fará considerar-se interessante. 3. Nunca lhe dê qualquer orientação espiritual. Espere que ele decida por si mesmo. 4. Apanhe tudo o que ele deixar jogado. Ele vai aprender a jogar sobre outros toda a responsabilidade. 5. Discuta com frequência na presença dele. Assim não ficará chocado quando o lar se desfizer. 6. Dê-lhe todo o dinheiro que quiser. 7. Satisfaça todos os seus desejos de comida e conforto. 8. Tome o partido dele contra os vizinhos, professores e

colegas. 9. Quando ele se meter em alguma encrenca séria, diga que não conseguiu dominá-lo. 10. Faça comparações com os outros, elogiando-o sempre. 11. Se você tiver algum vício, demonstre-o em sua presença. 12. Dê-lhe toda a liberdade possível e prepare-se para uma vida de desgostos. Educar é ensinar a ter limites. No seu código de Direito Canônico (cânon 795), a Igreja nos dá a melhor definição de educação, focalizada, sobretudo, no justo uso da liberdade: é a formação integral da pessoa humana, dirigida ao seu fim último e, ao mesmo tempo, ao bem comum da sociedade, de modo que as crianças e jovens possam desenvolver harmonicamente seus dotes físicos, morais e intelectuais, adquirir um sentido mais perfeito da responsabilidade e um uso correto da liberdade, preparando-se para participar ativamente da vida social. Indicando o sentido da vida, a verdadeira educação tem como meta ajudar as crianças e jovens a dominar seus instintos e a dirigi-los pela razão, a desenvolver o conjunto de suas faculdades, a combater as más paixões e desenvolver as boas, a adquirir o domínio de si e a orientar seus sentimentos, levandose em conta as diversas fases da vida e as características do seu temperamento, formando assim sua personalidade e seu caráter. E tudo isso, cooperando com a graça de Deus, que, como Pai, nos ama, nos criou livres e nos ensinou como usar bem a nossa liberdade. Dom Fernando Arêas Rifan* *Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney Fonte: “Informativo Cléofas, 05 de Setembro de 2012 Ano VII - N° 230”.

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Tiragem: 380 exemplares/ Periodicidade: semanal Direção e Revisão: Manoel Paim e Luzineide Oliveira Criação / Diagramação: Taiana Silva (DRT n° 4105/BA) Diagramação e Textos: Iuri Santos (Estagiário) Contato: falajuf@asserjuf.org.br Jornal enviado por e-mail para 575 associados. Distribuição para Subseções e servidores inativos. Obs.: Não nos responsabilizamos pelos textos assinados e publicados no jornal.


Falajuf Edição 441