Issuu on Google+

Versão eletrônica: www.asserjuf.org.br

Etiqueta

EDIÇÃO Nº 475

SALVADOR/BA - 25 DE JUNHO DE 2013

RESSACA DE SÃO JOÃO ASSOCIADO: - Terá direito a 03 pulseiras com cinco fichas de bebidas, 02 churrascos, 02 salgados e 02 iguarias (acarajé ou abará ou beijú). - As fichas de bebidas e iguarias serão entregues somente aos associados na entrada da festa. - Filhos dos associados até 08 anos de idade não precisa de pulseira de acesso. A sua entrada é livre. - De 09 a 15 anos pagará R$ 10,00. E acima de 15 anos pagará R$ 20,00.

SERVIDOR NÃO-ASSOCIADO: - Poderá adquirir um ingresso por R$ 20,00, sem direito a fichas, mas com acesso livre às diversas comidas típicas do buffet junino e licores.

TERCEIRIZADOS E ESTAGIÁRIOS: Caro(a) associado(a), Lembre-se: nosso forró será nesta SEXTA-FEIRA, 28/06, às 19h, na garagem dos juízes - JEFs. Não perca mais tempo e adquira já as suas PULSEIRAS no escritório ou no local da festa (No DIA 28.06).

- Poderão adquirir um ingresso por R$ 15,00 sem direito a fichas, mas com acesso livre às diversas comidas típicas do buffet junino e licores. - Não poderá adquirir nenhum ingresso para outro convidado.

Passe no escritório da ASSERJUF e adquira já as suas pulseiras.

Aniversariantes da Semana Patricia Farias Neide Moreira Osvaldo de Souza 18“ vara Aposentada CEMAN Lindoia Ribeira Emerson Souza Andrea Mara Andrea Gesteira Sebastiao Gomes Paulo Afonso 11“ vara 14“ vara 2“ vara Djalma Alves Livia Nara Aracaju Tatiana Granja 5“ vara Theomiro Pinto Aline Trevisan Lisiane Leide 16“ vara Aline Gonzales NUCAF SEPROL Aposentado 16“ vara 1“ vara 18“ vara


MANCHETE

Por Reinaldo Lopes Rocha (SECAM / NUASG)

REFLEXÕES SOBRE OS MOVIMENTOS DE PROTESTO Em primeiro lugar acho preciso identificar que numa visão geral, os participantes do chamado MPL – Movimento Passe livre, são, em sua maioria, estudantes de classe média, média alta, muitos dos quais não usam transporte público ou, se usam, não serão tão prejudicados com o acréscimo de R$ 0,20. Esses estudantes são pessoas com bom nível de escolaridade, bem informadas, com acesso à internet, possuidores de smartfones etc. Com certeza não era o povão que estava na rua. Não era o segmento mais oprimido, o que mais seria atingido com o aumento das passagens. A partir daí é pertinente perguntar qual ou quais as motivações para que esse grupo fosse a rua protestar contra o aumento das passagens e pautar como uma de suas reivindicações, o passe livre. Mais adiante a essa primeira mobilização, seguiram-se novas pautas: contra a PEC 37, que retira do Ministério Público o poder investigativo; por um transporte público de qualidade; contra os gastos para as Copas, das Confederações e do Mundo, contra a corrupção na política; por um país mais justo enfim. É preciso assinalar que, com relação aos gastos para as Copas, esse movimento para ser efetivo, teria que ter sido feito à época em que a FIFA ainda não tinha decidido qual seria a sede. Um forte movimento a nível nacional naquele momento dizendo: não queremos COPA no Brasil talvez tivesse feito a FIFA declinar da indicação e optar por outro dos países candidatos. Agora, só podemos chorar o prejuízo. Não há mais conserto nem volta, já que as autoridades brasileiras sabem que um recuo neste momento seria um grande prejuízo para a imagem do Brasil no mundo dos negócios internacionais, pois a Copa do Mundo é, sim, um grande negócio. A partir dessas manifestações iniciais, assim avalio, veio à tona uma série de insatisfações que são latentes no seio da população, principalmente dos mais esclarecidos, que querem um país mais justo, mais igualitário, menos corrupto. A isto, a meu ver, juntaram-se grupos vários. Grupos ligados a partidos de esquerda; grupos daqueles que ainda pensam que “quanto pior melhor”; oportunistas de todos os tipos. Tanto os que queriam tirar proveito político, como os que aproveitaram para simplesmente roubar, extravasar seu ódio, sua frustração contra o sistema. E, de norte a sul do país houve Caros associados, A partir do mês de Julho haverá reajuste da mensalidade Promédica de 22,60% . PROMÉDICA STANDARD R$284,09 para R$ 349,54 PROMÉDICA ESPECIAL R$433,91 para R$ 533,22

02

quase um consenso de que era preciso sair à rua, para apoiar os protestos e juntar-se a eles protestando também. Quando os governantes viram que a repressão pura e simples não resolveria que poderia incendiar o país, partiram, junto com a grande mídia, para tentar separar o joio do trigo e declarar: somos a favor das manifestações pacíficas, mas puniremos os vândalos. E mais, o Governo Federal na figura da Presidenta, como ela quer ser chamada, tentou, e ainda se ocupa dessa tarefa, capitalizar o movimento com propostas de acolhimento das reivindicações, que para mim são apenas manobras no intuito de esvaziá-lo. Não vejo nenhum risco de ruptura institucional; preparação para um possível golpe de direita, como temem alguns da esquerda, nem para golpe de esquerda, como acham alguns da direita. O que vejo é uma clara demonstração de que os nossos políticos que deveriam canalizar os anseios da população não gozam da confiança dos cidadãos. A ruptura que vejo é essa: nossos representantes não nos representam; não lutam para implementar nossos interesses. Esses ficam no fim da fila. Em primeiro lugar os interesses pessoais, depois os partidários, depois os do grupo A ou B ou C, e lá no final, se der, os interesses da nação. É esse sentimento que percebo como pregnante. Esse sentimento poderia sim, levar a uma ruptura. Mas qual a liderança que o brasileiro enxerga hoje para reunir toda essa indignação e transformá-la em algo realmente transformador? Ninguém. Nem partidos, nem pessoas. Para mim essa é a “herança maldita” legada pelo PT, que era o partido depositário dessas aspirações da sociedade e após 10 anos no poder não honrou com seus compromissos históricos. Se, no entanto, o movimento continuar e ganhar outras formas de protesto, através do voto, das manifestações pacíficas, das entidades representativas da sociedade civil organizada, creio que poderemos pensar na formação de novas lideranças, que é o que o Brasil mais precisa. Novas lideranças que mesmo nos partidos que aí estão possam se colocar a serviço da sociedade para construir um país melhor. É uma utopia, eu bem sei, mas é uma utopia positiva, daquelas que dão norte às mobilizações espontâneas da sociedade, que se bem direcionadas podem mudar um pouco a nossa realidade.

-

Racco Cosméticos -

A RACCO é uma das maiores empresas de cosméticos, alimentos e nutricosméticos do Brasil. É uma das marcas que mais inova em aplicações, formulações e embalagens. Se você ainda não conhece os produtos da RACCO, não sabe o que está perdendo! Não perca a oportunidade de adquirir produtos de qualidade e com um preço especial. *Atendimento todas as quintas-feiras, das 10h às 17h, no Espaço Beleza da ASSERJUF. Para mais informações, ligue 9292 (ramal) ou 71 9198-9472 (Eliene). Tiragem: 380 exemplares/ Periodicidade: semanal Direção e Revisão: Gilson Suzarte e Luzineide Oliveira Criação / Diagramação: Taiana Silva (DRT n° 4105/BA) Diagramação e Textos: Iuri Santos (estagiário) Jornal enviado por e-mail para 569 associados. Distribuição para Subseções e servidores inativos. Obs.: Não nos responsabilizamos pelos textos assinados e publicados no jornal.


Falajuf Edição 475