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SALVADOR/BA - 04 DE JUNHO DE 2013

EDIÇÃO Nº 472

AGENDA CULTURAL BOTEQUIM DAS ARTES NEGRAS

Eita pessoá criativo, gente!

TRIBO BOSSAMBÁ - O grupo reúne música, teatro e poesia em releituras de canções da Música Popular Brasileira, em homenagem a artistas que representam a cultura afrobrasileira. Cabaré dos Novos do Teatro Vila Velha, (71) 3083-4610, 3 de junho, 20h, ingressos R$30 e 15.

Nosso Forró 2013 tem o título:

RESSACA DO SÃO JOÃO”

FILMES E DOCUMENTÁRIOS EM LIBRAS - Objetivando a acessibilidade

Mas, veja abaixo a lista dos títulos sugeridos e a respectiva votação:

RESSACA DO SÃO JOÃO - 14 votos; ARRAIÁ DO PEDRIN - 12 votos; FORRÓ DO TRF8 - 6 votos; FORRÓ DO REBAIXADINHO - 5 votos; FORRÓ DINDIN APERTADIM 3 votos; JUSTIÇA NEWS: EM 20 MINUTOS TUDO PODE MUDAR - 3 votos; SÃO PEDRO ARRETÔ: 2 votos; FORRÓ DE SÃO PEDRO: 2 votos; FORRÓ DO PEPEU: 2 votos; RASTA PÉ DO PEDRO: 1 voto; FORRÓ FLEX: SÃO JOÃO E SÃO PEDRO: 1 voto; SÃO JOÃO DO SÃO PEDRO: 1 voto; FORRÓ DE SÃO PEDRO: 1 voto; FORRÓ DO XAMEGO: 1 voto; FORRÓ DAS VIÚVAS: 1 voto; SÃO PEDRO 2013: 1 voto

no dia 28, teremos nossa

“Ressaca do São João”

para espectadores surdos, filmes do acervo da biblioteca são exibidos com representação em Libras. Biblioteca Anísio Teixeira, 1 de junho a 30 de junho. Grátis. FPC/ SecultBA

RIO VERMELHO, DOS ARTISTAS E DAS ARTES

Amostra reúne pinturas acrílicas, esculturas, instalações, fotografias e textos elaborados pelo artista, que retrata, através de suas obras, o cotidiano do bairro. Entre as pinturas feitas por Ygas Eloy, estão Zélia e Jorge Amado, Dorival Caimmy, Caetano Veloso e Dinha do Acarajé. OBS.: Visitação de terça a sexta, das 13h às 19h, sábados, domingos e feriados, das 14h às 19h. BALADA DE AMOR 'Balada de Amor' é uma criação coletiva dirigida em parceria pelas atrizes Renata Berenstein e Laili Flórez. O espetáculo apresenta o trançado de três narrativas distintas: a entrada inusitada de uma noiva em fuga em um bar de videokê, as peripécias de atrapalhados 'vendedores de amor' e depoimentos dos atores sobre suas próprias histórias. End.: Av. Sete de Setembro, Passeio Público, Teatro Vila Velha - Campo Grande, ingressos: R$10,00 e R$20,00.

Aniversariantes da Semana Antônio Joaquim Adry Ilhéus - 02 de junho Irlene Logrado NUCAF - 06 de junho

Jailson Lage CEMAN - 06 de junho Ana Carla Furrer 1ª vara - 02 de junho

Patricia Leite 16ª vara - 04 de junho Gabriel velame 7° vara - 06 de junho


SAÚDE

Fonte: Revista Abril

CHEGA DE FUMAR Na semana oficial de luta contra o tabagismo, conheça o que continua estimulando o vício e os tratamentos para abandoná-lo Por Gabriela Queiroz O dia 31 de maio marca a data mundial de combate ao cigarro. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de um terço da população adulta fuma. Em outros termos, calcula-se que quase 47% dos homens e 13% das mulheres ao redor do globo fazem uso de tabaco constantemente. O pior é que, além de provocar doenças cardiovasculares e tumores nos fumantes, as substâncias exaladas na fumaça também trazem problemas às pessoas que convivem com eles. O drama é que, apesar de tantas campanhas nos últimos anos, os jovens continuam sendo um dos principais alvos do tabagismo. A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) fez um estudo com cerca de três mil alunos da rede pública e constatou que 10% dos fumantes tiveram exemplos vindos de casa. O levantamento ainda constatou que 40% das vítimas do fumo passivo hoje têm menos de 5 anos de idade. E por que o cigarro continua tão popular? Segundo o cardiologista Carlos Alberto Machado, diretor de Promoção da Saúde Cardiovascular da SBC, como há muitas leis que restringem o uso de cigarros em ambientes fechados, os fabricantes têm se apropriado de novas estratégias para conseguir chamar a atenção sobretudo dos adolescentes. "Nos pontos de venda, o cigarro permanece próximo das prateleiras dos doces, geralmente visualizadas pelas crianças e jovens", afirma o médico. A guerra contra o cigarro, portanto, não terminou. Pelo contrário: ainda cobra um extenso trabalho de autoridades de saúde e da sociedade civil. Uma das frentes de batalha é desestimular as pessoas a começar a fumar. A outra é dar fim ao vício a quem já sofre com ele. Então, vamos falar de tratamentos. Como parar de fumar Em primeiro lugar, como você deve saber ou intuir, é preciso muita força de vontade. Mas alguns tratamentos ajudam na empreitada. De acordo com a psicóloga Silvia

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Cury, gerente do Serviço de Psicologia e responsável pelo Programa de Assistência Integral ao Fumante do Hospital do Coração, em São Paulo, ele vai variar de acordo com o paciente. "O chamado padrão ouro de abordagem é conciliar medicamentos com um acompanhamento psicológico. Essa combinação é considerada a maneira mais eficaz para largar o vício e também a mais empregada", conta a especialista. Além da intervenção psicológica, da reposição de nicotina — que pode ser feita por meio de adesivos e gomas de mascar, por exemplo — e dos remédios que exigem prescrição médica, há uma linha alternativa de tratamento. Ela se baseia numa crítica à supervalorização da abstinência por razões bioquímicas. Em outras palavras, a indústria e muitos especialistas estariam colocando demais a culpa na dependência gerada pela nicotina e outras substâncias, o que dificultaria, inconscientemente, o abandono do vício. Um dos métodos se baseia em seminários e se chama Allen Carr’s Easyway to Stop Smoking. Criado nos anos 1980 no Reino Unido pelo economista Allen Carr, ele aposta em uma única palestra que busca convencer o fumante a dar adeus aos cigarros. Nada de reposição de nicotina, nem de remédios. A proposta já conta com algum respaldo científico e vem sendo adotada por empresas mundo afora, inclusive no Brasil. "Um dos grandes mitos que desfazemos dentro do nosso programa de seminários é justamente esse ligado à abstinência. Ela é uma coisa mais leve e fácil de se lidar quando se tem uma abordagem correta", diz Lilian Brunstein, terapeuta que emprega o método no Brasil. As pessoas que aplicam as palestras não são médicas, mas ex-fumantes focados num trabalho psicológico feito em grupos de até 20 pessoas. Segundo Lilian, bastaria um seminário para que a maioria das pessoas abandonasse de vez o vício. Texto disponível em: http://saude.abril.com.br/ edicoes/0363/medicina/contra-tabagismo-742765. shtml?origem=home


Pip

ca com P menta STAR TREK - Além da escuridão.

Por Luiz Goulart (DIREF)

N

ada mais adequado do que assistir ao novo filme da franquia Star Trek em pleno dia 25 de maio, Dia Internacional do Orgulho Nerd, mesmo porque os nerds são, e felizmente não apenas eles, fãs de carteirinha, aficionados pela turma da Enterprise e Cia. Então bati meu ponto no Cine Glauber Rocha e me vi com aqueles insuportáveis óculos 3D. E aqui vou repetir até que me provem o contrário: detesto filmes 3D. Até hoje nunca vi um cujas qualidades do 3D superassem seus defeitos. Eles, invariavelmente, ficam mais artificiais e escuros, meio nublados como se houvesse uma tela de filó sobre a tela do cinema e a tal profundidade de campo para mim não acrescenta lhufas. Mas que jeito? Todas as sessões eram com o maldito 3D! Tirando esse efeito artificial, o filme tem inúmeras qualidades e eu, como trekker (sem carteirinha ou patente da Federação), fiquei fascinado com o roteiro, os diálogos e as cenas de ação, explosões e tensão e duplamente feliz ao saber que Kirk e seus amigos tiraram da liderança das bilheterias dos cinemas americanos, O Homem de Ferro 3, ao qual não assisti pois acho ridículos todos esses Homens de Ferro ou de Aço com seus uniformes

collants coloridos, super armaduras, teias e corpos esverdeados). O novo Star Trek repetiu a bilheteria da estreia do filme anterior de 2009 com arrecadação de mais de 70 milhões de dólares. Estas são boas notícias, pois a série sempre gerou muito mais paixão do que dinheiro. Dá um salto e avança do Cult para o Blockbuster sem perder a velha aura. Isso não é pouco! Nessa nova missão vemos, inicialmente, numa espécie de aventura-prólogo do filme que se segue, como o capitão Kirk (Chris Pine) acaba perdendo o comando da Enterprise ao desobedecer a regra número 1 da frota estelar para salvar o amigo Spock (Zachary Quinto) da morte dentro de um vulcão em erupção. Esse é apenas o começo da série de percalços que os oficiais da Enterprise enfrentarão até encontrar um vilão dos mais cascas grossas: John Harrison (Benedict Cumberbatch), cuja identidade real será revelada mais adiante no filme e que os verdadeiros fãs da série irão lembrar de episódios da primeira série. Nada digo agora para não estragar a possível surpresa, mas, inegavelmente, ele supera o vilão do filme anterior: Nero, papel de Eric Bana. O filme usa o gancho da rivalidadeamizade de Kirk e Spock de modo brilhante em cenas de carinho

fraternal que são prelúdios de pancadaria das boas entre vilão e heróis (e não estou falando de super-heróis). Após ataques e explosões na Terra, Kirk persegue o vilão até um planeta do Império Klingon, que, até os rebites da Sala de Engenharia sabem, é inimigo da Federação. Lá estão todos os tripulantes de quem aprendemos a gostar ao longo dos anos e com espaço suficiente na trama para explorar seus talentos e não apenas atuando como figurantes de luxo. Spock, McCoy, Chekov, Scotty, Sulu e Uhura, todos audaciosamente indo aonde ninguém jamais esteve a procura de novas vidas e novas civilizações. Eu, que particularmente tenho um carinho especial com a nave Enterprise — e como aqui a pobrezinha sofre —, sempre me vejo virtualmente em perigo quando ocorrem problemas no reator de dobra ou quando algum torpedo de fótons ameaça os seus escudos e tremo ao ouvir: “escudos a 40%”, sinto certo prazer sutil com frases como: “capitão na ponte”, “vida longa e próspera” e todo aquele palavreado que adornou as minhas tardes de adolescente em frente à TV imaginando o espaço: a fronteira final. Texto disponível em: http://chacaissempre-espreitam.blogspot.com. br/

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Tiragem: 380 exemplares/ Periodicidade: semanal Direção e Revisão: Gilson Suzarte e Luzineide Oliveira Criação / Diagramação: Taiana Silva (DRT n° 4105/BA) Diagramação e Textos: Iuri Santos (estagiário) Jornal enviado por e-mail para 569 associados. Distribuição para Subseções e servidores inativos. Obs.: Não nos responsabilizamos pelos textos assinados e publicados no jornal.

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Boletim Semanal da ASSERJUF, Falajuf 472

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