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XXI 127 12/06/2013

Superintendência de Comunicação Integrada

CLIPPING Nesta edição:

Clipping Geral Meio Ambiente Tráfico e abuso de Drogas

Destaques: PBH terá que demitir mais de 5 mil - p. 01 Nove em dez brasileiros querem a redução da maioridade penal - p. 14 Estado combate desmatamento - p. 44


01 ESTADO DE MINAS - mg - 1ª p. e p.03 - 12.06.2013


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Enquanto isso... …Temporários na mira

médicos e enfermeiros, podem ser dispensados. O texto requer que o município publique edital para a renovação desses cargos em até 180 dias e prevê que seja nomeado o mesAção civil pública proposta pelo Minis- mo número de funcionários dispensados. Na tério Público em Minas Gerais em abril pede interpretação do promotor, Nélio Costa Duque contratados pela Prefeitura de Belo Hori- tra Júnior, que assina a ação, as contratações zonte em regime temporário, a maioria deles deveriam vigorar somente durante períodos servidores de centros de saúde e unidades de de anormalidade. Já a PBH diz que recorre a pronto atendimento (UPA), sejam exonerados esse tipo de contratação baseando-se na Lei e substituídos por servidores selecionados por 9.011. A ação pede também a nomeação de meio de concursos públicos. Cerca de 3 mil aprovados em concurso de 2011 para vagas funcionários temporários da saúde, entre eles ainda não preenchidas.


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al informa - p.07 - 12.06.2013

estado de minas - mg - p. 18 12.06.2013

E mais -

Assembleia

A autorização para o governo de Minas Gerais fazer um novo empréstimo, de R$ 1,15 bilhão, foi aprovada ontem em primeiro turno pela Assembleia Legislativa. O projeto de lei foi votado com emenda enviada pelo Executivo, que incluiu o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como possíveis financiadores, além do Citibank e o Deutsche Bank, já previstos no texto original. A verba vai custear ações de infraestrutura e melhorar o sistema de segurança pública. Os parlamentares aprovaram, em segundo turno, a criação do fundo Judiciário e, em primeira votação, a criação de 32 cargos comissionados no Ministério Público, que vão custar R$ 1.159.746 aos cofres públicos. Os deputados estaduais aprovaram ainda projeto de lei que cria a Comissão da Verdade no âmbito estadual. O grupo terá a função de colaborar com a Comissão Nacional da Verdade, investigando os atos de violação aos direitos humanos corridos entre 1964 e 1985, período da ditadura militar.


04 o tempo - mg - p. 27 - 12.06.2013


05 cont... o tempo - mg - p. 27 - 12.06.2013


06 hoje em dia - MG - P. 19 - 12.06.2013

hoje em dia - MG - P. 04 - 12.06.2013


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CMBH

TRE confirma multa de R$ 26 mil a vereadores


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geral minas gerais - p. 04 - 12.06.2013

MINAS GERAIS

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17 ISTO É - SP P. 70 A 76 - 12.06.2013


18 CONT... ISTO É - SP P. 70 A 76 - 12.06.2013


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24 o estado de sp - sp - p. a7 - 12.06.2013

Gurgel afasta vice que contrariou seu parecer

isto ĂŠ - SP - P. 30 - 12.06.2013

isto ĂŠ - SP - P. 28 - 12.06.2013


25 folha de sp - sp - p. a5 - 12.06.2013

Presidente do STJ projeta gasto menor com tribunais Para Felix Fischer, quatro novos TRFs vão custar “bem menos” que R$ 70 milhões

o estado de sp - sp - p. a6 - 12.06.2013


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27 ESTADO DE MINAS - mg - p. 02 - 12.06.2013

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E AINDA... GERAIS -

STF mantém Bruno na cadeia

João Henrique do Vale - Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) negaram ontem, por unanimidade, o pedido de soltura do goleiro Bruno Fernandes, condenado a 22 anos e três meses de prisão pelo desaparecimento e morte de Eliza Samudio, em 2010. O ministro Teori Zavascki, relator do recurso, afirmou que não houve ilegalidade no processo. Para ele, “por conta da periculosidade do goleiro e pelo modus operandi do crime”, todos os pedidos de liberdade negados foram corretos. Zavascki informou também que a soltura do atleta traria “intranquilidade para a sociedade” por causa da brutalidade do crime. A decisão foi seguida pelos outros ministros.Durante a sessão, o advogado de Bruno, Lúcio Adolfo, usou como argumento a prisão domiciliar: “Bru-

no poderia trabalhar para sustentar o filho”. E completou: “Eles decidiram apenas sobre a liberdade e não sobre a prisão domiciliar, porque entenderam que, se fizessem o julgamento, seria supressão de instância. Isso porque o pedido tem que ser negado pela juíza do Tribunal de Justiça de Minas e pelo Superior Tribunal de Justiça, para só depois chegar ao STF. As duas primeiras partes já foram feitas, agora vou fazer um novo pedido ao STF”, afirma o advogado. Adolfo informou que pedirá exame de DNA no filho de Eliza para confirmar se é mesmo de Bruno: “Surgiu um boato de que o garoto não é filho dele. Como há essa suspeita, vamos fazer o DNA para confirmar ou não a paternidade”.


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35 Correio Braziliense 12/06/2013 - on line

PEC 37

Ânimos exaltados ajudam pouco. Só servem para deturpar o debate de assuntos sérios, abrir caminho para a troca de indelicadezas e impor o velho equívoco de diminuir o autor em vez de enfrentar a tese. Aproximase o dia 26, quanto a Câmara dos Deputados vai exercer a sua principal função: votar uma lei. Mais do que isso, uma mudança na Constituição. A PEC nº 37 dará à polícia judiciária a exclusividade das investigações criminais. Vale dizer que, depois de aprovada, o Judiciário deixará de aceitar provas que não tenham sido produzidas pela Polícia Federal e Polícia Civil. Ou seja, tira do Ministério Público (MP) a iniciativa de apurar indícios e realizar inquéritos na busca de esclarecer crimes de qualquer natureza e identificar os culpados. Os que defendem a PEC afirmam que ninguém será proibido de reunir provas, já que poderão ser aceitas e confirmadas pela polícia. Argumentam que, enquanto os policiais seguem regras rígidas no processo de apuração, membros do Ministério Público estariam investigando o que e como bem entendem, sem controle ou limitação. Se é esse o problema, não parece complicado produzir legislação disciplinando a ação investigadora do Ministério Público, sem perder de vista, a propósito, as autorizações judiciais que a lei definir como necessárias. Mas especialistas alertam que a PEC não vai afetar apenas o MP. Ao reagir

a atos de corrupção, desvios de dinheiro público, além de impedir tratamento prejudicial ao consumidor, a sociedade acabou montando mecanismos e estruturas que, em última análise, investigam crimes. Estariam nesse contingente órgãos da importância do Banco Central, Receita Federal (inclui INSS), Controladoria-Geral da União (CGU), Ibama e os que colhem depoimentos e apuram irregularidades previstas no Código de Defesa do Consumidor. Todos eles têm prestado serviço à sociedade. Desnecessário, a esta altura, enumerar apurações bem-sucedidas de fraudes contra a economia popular e a segurança da população, resultantes de parcerias entre órgãos da administração direta e o Ministério Público. O recente caso do leite adulterado no Rio Grande do Sul serve de exemplo. Tampouco são menos relevantes os resultados de investigações levadas a efeito pelo MP, especialmente quanto aos crimes contra a administração pública em todos os níveis, incluindo pequenos municípios em regiões remotas do país. O tempo que antecede a votação da PEC é curto. Mas a votação de leis não é única missão do Congresso. Antes disso, cabe à representação popular enfrentar a polêmica, ouvir as partes e buscar o consenso a favor da sociedade e não de corporações ou grupos. O senso comum dirá que, pelo menos enquanto amadurecemos nossa democracia, quanto mais gente preparada estiver investigando os malfeitos, melhor. Se todos agiram em parceria, melhor ainda. Cabe ao Legislativo produzir regras claras para a convivência produtiva desses agentes.


36 ESTADO DE MINAS - mg - p.08 - 12.06.2013

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37 o globo - rj - p. 20 - 12.06.2013


38 ISTO É - SP P. 20 E 21 - 12.06.2013


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42 hoje em dia - MG - P. 17 - 12.06.2013

Estado suspende autorização de desmatamento em Minas por prazo indeterminado Serão revistas concessões assinadas pelo Sisema a partir de 2011


43 cont... hoje em dia - MG - P. 17 - 12.06.2013


44 o tempo - mg - p. 29 - 12.06.2013


45 cont... o tempo - mg - p. 29 - 12.06.2013


46 ISTO É - SP - P.97 E 98 - 12.06.2013

Lixo nas alturas

No momento em que o número de visitantes no Monte Everest bate recordes, o governo do Nepal controla o acesso para evitar a montanha de sujeira que os turistas deixam atrás de si Ana Carolina Nunes Na manhã de 29 de maio de 1953, o neozelandês Edmund Hillary e o nepalês Tenzing Norgay atingiram o pico do Monte Everest. Como a reserva de oxigênio deles estava baixa, passaram apenas 15 minutos ali, tirando fotos. Antes de partir, Norgay deixou uma oferenda aos deuses em forma de comida. Por um lado, os aventureiros inauguravam a era dos alpinistas que se arriscam a escalar o “topo do mundo”. Por outro, deram início ao hábito de deixar lixo para trás. Passadas seis décadas da proeza original, o governo nepalês adotou medidas restritivas para tentar conter a montanha de dejetos.

RENDA - Lixo recolhido do alto da montanha vira dinheiro para os nepaleses

A sujeira evidente ainda não encontrou sua tradução nas estatísticas. Os dados mais recentes são de 2010 e não contemplam o lixo. Eles mostram que 3.142 pessoas venceram os mais de oito mil metros do Everest. Geraldo Isoldi, sócio da Selva Aventura, empresa de assessoria esportiva, explica que apesar do alto custo do desafio (começa em R$ 50 mil), tem crescido muito o número de pessoas que querem passar por essa experiência. Somados aos turistas que ficam pelo caminho, esses aventureiros formam uma legião que deixa para trás embalagens de comida, garrafas de água, cilindros de oxigênio, equipamentos quebrados, restos de barracas, cordas e dejetos humanos. Tudo isso contamina a neve e, consequentemente, a água usada pelos escaladores, o que coloca em risco as missões posteriores. Mesmo sem saber exatamente o tamanho da montanha de lixo, o governo nepalês resolveu se mexer. Antes de iniciar a aventura, o viajante tem de fazer um depósito de US$ 4.000.

Caso volte à base sem deixar rastros, traz o valor de volta para casa. Além disso, há um programa de incentivo à remoção de lixo pelos sherpas – moradores locais que acompanham os estrangeiros na escalada. Eles recebem por cada cilindro de oxigênio que trazem da montanha. A ONG Everest Summiteers Association organiza expedições de faxina que já chegaram a retirar oito toneladas de lixo. Mas isso não é suficiente. A médica e atleta Karina Oliani, 31 anos, já visitou o Nepal três vezes. Nas duas primeiras, fez parte de expedições que não iam até o topo. Em sua última viagem, em março deste ano, tornou-se a brasileira mais jovem a escalar o monte. “Nas primeiras vezes, vi muita embalagem de um tipo de tabasco que alguns mascam durante a subida”, diz. O grande número de novos aventureiros surpreendeu Karina. “Havia uns 350 escaladores quando estive lá, e era apenas o começo da temporada”, conta a atleta. Números como esse atraem agências especializadas, grande geradoras de lixo, na opinião de Waldemar Niclevicz, o primeiro brasileiro a escalar o Everest, em 1995. “Cada vez mais turistas enfrentam as montanhas, aproveitando a infraestrutura das agências de expedições.” Niclevicz diz que um exemplo são os acampamentos-base, onde são encontradas garrafas térmicas de cinco litros. Essas empresas deveriam aproveitar a oportunidade para, além de uma experiência inesquecível, proporcionar uma definitiva aula de preservação. São bem pagas para isso.


47 aqui - bh - p. 03 - 12.06.2013

EX-GUARDA NA ATIVA DO TRテ:ICO

Clipping geral e espec 12062013  
Clipping geral e espec 12062013  
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