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XXI 100 10/05/2013

Superintendência de Comunicação Integrada

CLIPPING Nesta edição:

Clipping Geral Meio Ambiente Patrimônio Cultural Saúde Procon-MG Tráfico e Abuso de Drogas

Destaques: TJ determina afastamento de Paulo Schettino da FMF - p. 01 Polícia para defender a Jusitça -p. 22 Comissão pede ação na área ambiental - p. 26


01 o tempo - mg - p. 40 - esportes - 10.05.2013


02 super notĂ­cia - on line - 10.05.2013


03 aqui - bh - on lien - 10.05.2013


04 hoje em dia - MG - P.08 - ESPORTES - 10.05.2013


05 ESTADO DE MINAS - mg - p. 04 - 10.05.2013

CORREIO BRAZILIENSE - df - p. 08 - 10.05.2013

HOJE EM DIA - mg - p. 04 - 10.05.2013


06 al informa - p.01 - 10.05.2013

Corte do sinal de TVs do Sul de Minas gera crĂ­ticas Ă  Anatel


07 HOJE EM DIA - mg - p. 04 - 10.05.2013


08 cont... HOJE EM DIA - mg - p. 04 - 10.05.2013

o tempo - mg - p. 05 - 10.05.2013

Carmo do Rio Claro. Parecer respaldando o uso de recurso do fundo previdenciĂĄrio custou R$ 400 mil

Prefeita deve R$ 6,1 milhĂľes


09 cont... o tempo - mg - p. 05 - 10.05.2013


10 cont... o tempo - mg - p. 05 - 10.05.2013

o tempo - mg - p. 32 - 10.05.2013


11 HOJE EM DIA - mg - p. 06 - 10.05.2013


12 hoje em dia - MG - P. 03 - 10.05.2013


13 o tempo - mg - p. 30 - 10.05.2013


14 o tempo - mg - p. 06 - 10.05.2013


15 o tempo - mg - p. 31 - 10.05.2013


16 cont... o tempo - mg - p. 31 - 10.05.2013


17 ESTADO DE MINAS - mg - p. 02 - 10.05.2013


18 ESTADO DE MINAS - mg - p. 18 - 10.05.2013


19 cont... ESTADO DE MINAS - mg - p. 18 - 10.05.2013


20 estado de minas - MG - P. 18 - 10.05.2013

MANÍACO DO ANCHIETA -

Vítima volta a acusar ex-bancário

Pedro Ferreira As acusações de estupro contra o ex-bancário Pedro Meyer Ferreira Guimarães, de 56 anos, mais conhecido como “maníaco do Anchieta”, foram reforçadas ontem por uma vítima e quatro testemunhas de acusação ouvidas pelo juiz da 8ª Vara Criminal do Fórum Lafayette de Belo Horizonte, Alexandre Cardoso Bandeira. Foi a primeira audiência de instrução na Justiça, e outros dois processos, pelo mesmo crime, tramitam na 9ª Vara Criminal e na comarca de Contagem. Na fase policial, ainda há um inquérito com três vítimas de estupro em andamento.Meyer é acusado de 16 estupros na década de 1990 e foi posto em liberdade em 10 de abril, depois de passar pouco mais de um ano preso, por falta de laudo médico de sanidade mental, o que levou à prescrição do prazo de prisão. Ele chegou ao Fórum Lafayette acompanhado de advogados e saiu da sala de audiência sem falar com ninguém. Duas vítimas e seus parentes o chamaram de monstro e pediram Justiça. Três testemunhas de defesa foram ouvidas. A vítima ouvida ontem é uma fisioterapeuta de 27 anos. Ela tinha 11 quando foi atacada, em 1997. O crime foi na garagem do prédio onde ela morava, no Bairro Cidade Nova, Região Nordeste da capital. No ano passado, a fisioterapeuta reconheceu o acusado na rua, o seguiu até a casa dele, no Bairro Anchieta, e chamou a polícia. Ontem, ela reconheceu Meyer novamente perante o juiz, por meio de um

o estado de sp - sp - p. a5 - 10.05.2013

vidro que impedia que ele a visse. “Relembrar tudo e saber que ele vai continuar na rua, que pode fazer outras vítimas, me deixa desesperada. O meu sentimento é de impotência. Ele está sem bigode, com os cabelos aparados, mas continua com o mesmo olhar de demônio”, disse a vítima. “Durante 15 anos quis encontrá-lo, e quando o encontro ele é colocado nas ruas de novo. Só vou superar quando ele estiver condenado e pagando pelo que fez a mim, a minha família e a todas as outras vítimas”, lamentou a mulher, que deixou a sala de audiência aos prantos . Os crimes atribuídos a Meyer foram cometidos entre 1990 e 1998 e muitos já tiveram o prazo de julgamento esgotado. “O prazo máximo de prescrições no Código de Processo Penal é de 20 anos. De 1993 para trás, estão prescritos”, disse o representante do Ministério Público. Para cada crime, Meyer pode pegar pena máxima de 13 anos. Na Polícia Civil, ele confessou apenas três estupros. A defesa do réu alega que o laudo do exame de sanidade mental entregue à Justiça no mês passado está incompleto, ao concluir o ex-bancário tem discernimento e pode responder por seus atos. O promotor contesta. “Nunca vi um laudo tão completo em minha vida. Conta a história do acusado desde criança, por isso foi tão demorado”, disse Bretz.


21 ESTADO DE MINAS - mg - 1ª p. e p. 08 - 10.05.2013


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Secretário Ferraz anunciou liberação de recursos para construção da Apac no município minas gerais - p.04 - Rômulo 10.05.2013 ĞŶƚĞƐƉƷďůŝĐŽƐ͘ ĞƐƚĂƌ Ž ƉŽůŝĐŝĂů ĞŶƐĂƉƌĞƐƐĆŽĞĂ ĞƉƐŝĐŽůſŐŝĐŽƐ͕Ă ŶƟŶƵĂƌ ƉƌĞƐƚĂŶĚŽĚĞǀĞƐĞƌƉƌĞŽŶƐĞůŚĞŝƌŽ >ĂĨĂŝĞƚĞ͕ ŶĂ ƌĞ- ŶŽǀŽƐŵĠĚŝĐŽƐůĞŐŝƐƚĂƐ͕ƉĞƌŝƚŽƐĞ ƐŽƐƉŽĚĞƌĆŽƐĞƌůŝďĞƌĂĚŽƐƉĂƌĂ ƚŽ͕ŶĆŽŚĄĐŽŵŽ ĂĨƵŶĕĆŽĚĞƉŽůşĐŝĂŝŶǀĞƐƟŐĂƟǀĂ ŐŝĆŽĞŶƚƌĂůĚŽƐƚĂĚŽ͕ƌĞĐĞďĞƵ͕ ƉŽůŝĐŝĂŝƐŵŝůŝƚĂƌĞƐ͘  Ă ĐŽŶƚƌŝďƵŝĕĆŽ K ƐĞĐƌĞƚĄƌŝŽ ZƀŵƵůŽ &ĞƌƌĂnj ŶĂĐŝĚĂĚĞ͘ ŽŶƚĞŵ͕ĂĐƷƉƵůĂĚŽƐŝƐƚĞŵĂĚĞ ƌŽĮƐƐŝŽŶĂŝƐ͕ĐƵũĂ ĞĨĞƐĂ ^ŽĐŝĂů ƉĂƌĂ ĚŝƐĐƵƐƐƁĞƐ ƌĞƐƐĂůƚŽƵ Ă ŝŵƉŽƌƚąŶĐŝĂ ĚŽ ĞŶĞƌĐƵƚĞ ƉŽƐŝƟǀĂREUNIÕES NO INTERIOR ĚĞ ĂĕƁĞƐ ĚĞ ĞŶĨƌĞŶƚĂŵĞŶƚŽ ă ĐŽŶƚƌŽ͘ ͞ƉĞƐĂƌ ĚĞ ĞƐƚĂ ƌĞŐŝĆŽ ƵŝĕĆŽ ĚĂ WŽůşĐŝĂ ĐƌŝŵŝŶĂůŝĚĂĚĞĞĂŶƷŶĐŝŽƐĚĞŝŶ- ĂƉƌĞƐĞŶƚĂƌƉĞƋƵĞŶŽǀŽůƵŵĞĚĞ ͳ  ƌŽĚĂĚĂ ĚĞ ƌĞƵŶŝƁĞƐ ŶĂƐ ĐŝŽ ƋƵĞ Ž ƐƚĂĚŽ ǀĞƐƟŵĞŶƚŽƐŶĂϭϯǐZĞŐŝĆŽ/ŶƚĞ- ĐƌŝŵĞƐǀŝŽůĞŶƚŽƐĞŚŽŵŝĐşĚŝŽƐƐĞ ĚĂĚĞƐĚŽŝŶƚĞƌŝŽƌĐŽŵĂĐƷƉƵůĂ ŽŐƌĂŶĚĞĞƐĨŽƌĕŽ ŐƌĂĚĂĚĞ^ĞŐƵƌĂŶĕĂWƷďůŝĐĂ;ϭϯǐ ĐŽŵƉĂƌĂĚŽ ĐŽŵ Ž ƌĞƐƚĂŶƚĞ ĚŽ ĚĂ ĞĨĞƐĂ ^ŽĐŝĂů ǀĂŝ ŽĐŽƌƌĞƌ ĂŽ ĚŽƐƌĞƐƉĞĐƟǀŽƐ ZŝƐƉͿ͘ ĞŶƚƌĞ ŽƐ ĐŽŵƉƌŽŵŝƐƐŽƐ ƐƚĂĚŽ͕ĠĨƵŶĚĂŵĞŶƚĂůŽƵǀŝƌŵŽƐ ůŽŶŐŽĚŽĂŶŽĐŽŵƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂŶŽŶĂŝƐ͕͟ĞdžƉůŝĐŽƵ͘ ĮƌŵĂĚŽƐ ĞƐƚĆŽ Ă ĂƐƐƵŶĕĆŽ ĚĂ ŽƐ ĂŶƐĞŝŽƐ ĚĂƐ ůŝĚĞƌĂŶĕĂƐ ƉĂƌĂ ƚĞƐĚĂƐϭϱZŝƐƉƐƋƵĞŶĆŽĞƐƚĆŽ

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Secretário Rômulo Ferraz anunciou liberação de recursos para construção da Apac no município

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23 minas gerais - p.07 - 10.05.2013

o tempo - mg - p. 34 - 10.05.2013

Caso Bruno

Justiça adia julgamento dos últimos acusados

GUSTAVO LAMEIRA A Justiça de Contagem, na região metropolitana, adiou o julgamento dos últimos réus do caso Eliza Samudio. Elenilson Vitor da Silva e Wemerson Marques, acusados por sequestro e cárcere privado de Bruno Samudio, filho de Eliza, serão julgados no dia 28 de agosto. O julgamento tinha sido designado, anteriormente, para o dia 15 de maio. A justificativa dada pela juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues para o adiamento foi o grande número de processos acumulados na comarca. Segundo a magistrada, réus presos têm prioridade no julgamento em relação aos que aguardam em liberdade, evitando assim a configuração de excesso de prazo. Em seu despacho, a magistrada deferiu, ainda, a substituição da testemunha Gilda Maria Alves pela testemunha Célia Aparecida Rosa Sales. O pedido de troca da testemunha José Roberto Machado por Dayanne Rodrigues, ex-mulher de Bruno, foi indeferido. Ela já foi julgada e absolvida. Como Dayanne foi ré no mesmo processo, a juíza Marixa considerou que ela não pode ser ouvida como testemunha, nem mesmo na condição de informante. “Além disso, a mesma já foi interrogada por ocasião do seu julgamento em plenário, oportunidade em que foi franqueada à defesa de todos os réus”, explica a magistrada. o tempo - mg - p. 15 - 10.05.2013

País está em 18º lugar no ranking de homicídios

NATÁLIA OLIVEIRA O Brasil é o 18º país com mais homicídios no mundo, ficando atrás, principalmente, de países da África, segundo um levantamento pelo Instituto Avante Brasil (IAB) de São Paulo. De acordo com os dados, o Brasil tem uma taxa de 27,4 homicídios para cada grupo de cem mil pessoas. O país com mais mortes é Honduras que tem índice de 91,6 mortes para cada cem mil habitantes. O jurista paulista Luiz Flávio Gomes afirmou que acima de dez mortes para cada cem mil pessoas, que é o caso do Brasil, já se considera que o país está em uma epidemia de violência. Segundo ele, no Brasil, o principal

problema para essa epidemia é a desigualdade social. “As diferenças sociais geram conflitos e confrontos que resultam em mortes. Além disso, falta atuação eficaz do poder público. A polícia, por exemplo, só descobre a autoria de 8% dos crimes que investiga”, afirmou. O jurista afirma que a situação da violência no país está aumentando desde 1983. O levantamento fez um comparativo entre o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH)), dos países e as taxas de homicídios deles. “O que observamos é que, quanto mais alto o IDH, menor a taxa de homicídio”, relatou Gomes.


24 ESTADO DE MINAS - mg - p. 07 DIREITO & JUSTIÇA- 10.05.2013

O DIREITO PASSADO A LIMPO

Os novos TRFs e o CNJ - visão de um conselheiro do órgão sobre o tema

Sérgio Santos Rodrigues - ADVOGADO do escritório S. santos Rodrigues Advogados Associados e mestre em direito Pela primeira vez em quase cinco anos de coluna, em vez de escrever um texto com minhas palavras pedirei licença não só ao autor do texto, mas aos leitores, para praticamente reproduzir um texto, ou trechos dele, em razão do tamanho desta. Lembro-me quando cursava o mestrado, em que um determinado professor recomendou um livro, justificando: “Este é um livro que eu queria ter escrito”. Gostaria de dizer o mesmo em relação ao artigo que reproduzo parcialmente agora. Entretanto, não teria sequer acesso aos dados nele citados. Intitulado “A necessidade dos novos TRFs e o estudo do CNJ”, o autor do artigo é José Lucio Munhoz, conselheiro do próprio Conselho Nacional de Justiça, mestre em direito e ex-presidente da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra-SP).Certamente, reflete a opinião da maioria dos leitores desta coluna e coaduna com dois artigos que já escrevi sobre o tema antes da aprovação da PEC que autorizou a criação dos quatro TRFs. Sendo assim, uso estes argumentos para reforçar um tema que defendo e, na oportunidade, parabenizo o autor pelo precioso material que é de suma importância para a questão: “(...) Para alguém indicar sobre a conveniência ou não da criação de novos tribunais regionais federais, seria indispensável que apontasse o número de processos anualmente distribuídos, a taxa de congestionamento do tribunal, a quantidade de feitos aguardando julgamento, a carga de trabalho dos desembargadores, a comparação com outros segmentos do Poder Judiciário, a facilidade de acesso do cidadão, o percentual em custos. No entanto, o estudo do Departamento de Pesquisas Judiciais do CNJ, divulgado em 25 de abril de 2013, não apreciou quaisquer desses dados ou só o fez muito parcialmente. O texto divulgado pelo DPJ analisou poucos elementos quanto ao tema — e os menos importantes para a análise do caso —, acarretando uma visão absurdamente restritiva e desamparada de qualquer arcabouço científico. E todos os significativos e necessários dados técnicos quanto ao tema, como veremos a seguir, mais que justificam a aprovação dos referidos TRFs.Em número de processos novos por magistrado, anualmente, nos TRFs são distribuídos 3.919 casos por desembargador. Nos TRTs são 1.234 e, nos tribunais de Justiça, 1.127, o que já é uma média muito acima daquela razoavelmente aceita para países desenvolvidos. No Canadá, por exemplo, um desembargador julga entre 150 e 350 processos por ano, número similar ao verificado em outros países europeus. Portanto, ao contrário do texto referido, a demanda é o maior fator de justificação dos novos TRFs, eis que ela é mais de três vezes superior aos demais segmentos do Judiciário e 10 vez mais que aqueles praticados em países desenvolvidos.A taxa de congestionamento (que demonstra a capacidade de os tribunais julgarem todos os processos que anualmente entram em seus estoques) indica que nos TRFs atuais esse percentual é de 66,6%, enquanto nos TJs é de 49% e nos TRTs é de 24,4%. Ou seja, de cada 100 processos existentes e acumulados nos TRFs, anualmente, apenas 34 deles são julgados, em razão da grave carência de estrutura atualmente existente. Lembramos que apenas cinco TRFs, com um total de 134 desembargadores, recebem 525.165 novos processos a cada ano (2011). Não por acaso, a quantidade de processos pendentes

de julgamento nos TRFs em 2006 era de 734.769 e em 2011 esse número saltou para mais de um milhão (1.033.772). A carga de trabalho nos TRFs também é a maior do país, uma vez que está pendente de julgamento um volume de 13.605 processos, em média, para cada desembargador federal. Nos tribunais de Justiça dos estados, aguardam julgamento 2.410 processos para cada desembargador e nos TRTs, cada julgador, em média, possui 2.036 processos aguardando decisão. Esse dado demonstra que nos TRFs existem seis vezes mais processos aguardando julgamento que nos demais ramos do Poder Judiciário. Para piorar ainda mais a situação, o próprio estudo do DPJ indica que o número de recursos processuais aos TRFs cresceu 12% nos últimos quatro anos, até porque tais tribunais recebem processos oriundos não só da Justiça Federal de primeira instância, como também das varas da Justiça estadual. Não raro, um recurso de apelação para um TRF pode aguardar cerca de três, quatro, cinco anos para ser julgado. O cidadão merece, obviamente, uma melhor qualidade e celeridade no tratamento de seus litígios por parte do Estado. E a aprovação e instalação dos TRFs aprovados pela PEC 544-C podem contribuir de modo significativo para a melhoria nesse atendimento, que, ademais, beneficiará a própria União, uma vez que a Justiça Federal recolhe aos cofres públicos mais de R$ 12 bilhões por ano, ao passo que ela toda (cinco tribunais federais, 600 varas, 1,2 mil juízes e 36 mil servidores) custa ao erário cerca de R$ 7 bilhões. Quatro novos tribunais, portanto, reduzirão significativamente o tempo de duração do processo judicial e favorecerão diretamente a própria União, beneficiária primeira da atuação da Justiça Federal. Os quatro novos tribunais não representarão gastos percentuais significativos dentro do orçamento total da Justiça Federal, até porque, nas cidades sedef de sua instalação, os atuais tribunais já dispõem de certa estrutura administrativa. Além do mais, sua atuação certamente abreviará o recebimento de significativos valores por parte do Governo Federal, que pode superar em muito os custos com a instalação das novas unidades. O custo, assim, não será nada significativo se comparado com os benefícios decorrentes da medida aprovada.(...) Assim, não podemos reconhecer como tecnicamente adequado um estudo de um departamento interno do CNJ que não apresenta os índices que acima apreciamos e que, na nossa visão, são imprescindíveis para uma abordagem científica do problema. Ademais, aquele texto, convém lembrar, não foi submetido a qualquer discussão pelos conselheiros e não representa o pensamento do órgão, que, como referimos, possui posicionamento em sentido oposto, ou seja, favorável à criação dos TRFs. Mesmo alguns dos dados apresentados no documento podem ser facilmente contestados por aqueles que conhecem ao menos um pouco da realidade do Poder Judiciário brasileiro, o que compromete a compreensão daquele texto como um estudo apurado do tema. (...) De todos os dados técnicos e estatísticos analisados, constantes do programa Justiça em Números do CNJ — edição 2012, pode-se constatar, em nossa opinião, que os novos TRFs aprovados pela PEC 544-C são necessários e indispensáveis para se garantir um mínimo de atendimento eficaz aos jurisdicionados, além de permitir um razoável e mais efetivo acesso das partes e advogados ao segundo grau de jurisdição na Justiça Federal.”


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26 ESTADO DE MINAS - mg - p. 23 - 10.052.013

PATRIMÔNIO

Triste silêncio de uma joia rara

Paróquia de Nossa Senhora da Piedade, em Barbacena, busca recursos para restaurar órgão musical de dois séculos que nunca foi ouvido nem mesmo pelos moradores mais antigos Gustavo Werneck / Enviado especial com tubos ornamentais pintados de dourado e uma cruz Barbacena no alto. “Felizmente, sobraram alguns tubos de chumUma joia musical do início do século 19, em silên- bo, que serão referência para a confecção dos novos”, cio há cerca de 100 anos, poderá voltar à cena com a comemora. Moradores mais antigos nunca ouviram o beleza da forma, encantamento do som e harmonia com som do instrumento. Nascida e criada em Barbacena, os fiéis nas celebrações litúrgicas ou concertos. Encon- Lygia Stella de Araújo Lima, de 98 anos, é testemunha trado recentemente todo desmontado num cômodo do de que o órgão está calado. “Gostaria muito de ouvi-lo, Santuário de Nossa Senhora da Piedade, em Barbacena, quem sabe fica pronto e vou à igreja ver a apresentação a 173 quilômetros de Belo Horizonte, um órgão precisa de um concertista”, diz Lygia. de restauro urgente para evitar maior degradação, alerta ESPECIALISTA Considerada uma das maiores especialistas do país, o padre Geovane Luís da Silva, coordenador da Comisa organista e professora de música Elisa Freixo, que são de Arte Sacra da Arquidiocese de Mariana. Em 2013, quando a igreja completa 270 anos do divide suas atividades entre Mariana e Tiradentes, já início da construção e passa por obras, principalmente avaliou três vezes o órgão. Ela aguarda pesquisas mais na cobertura, o pároco se entusiasma com o projeto de apuradas para identificar a época e local de fabricação recuperação do instrumento, considerado muito impor- do instrumento, mas acredita que seja do início do sétante pelos especialistas para que a cidade participe de culo 19 e produzido no país. O primeiro passo do projeto de restauração é a igreum roteiro musical incluindo São João del-Rei, Tiraja se responsabilizar pela criação de uma comissão, sedentes e Mariana. Minas e Bahia são os estados com maior número de guindo-se a avaliação das condições por um organeiro órgãos musicais do século 18 e início do 19 preserva- (técnico) e posterior busca de recursos, via lei de incendos. Aqui há o de Mariana em perfeito funcionamento tivo. “Este órgão é importante, tem valor histórico. A na Catedral da Sé e um dos principais atrativos turísti- restauração não é simples, o instrumento está bem ‘macos da Região Central; de Tiradentes, nos Campos das chucadinho’, mas poderá voltar a tocar”, afirma Elisa, Vertentes, restaurado há quatro anos e meio e expoen- lembrando que, ao serem mandadas para restauro, as te da Matriz de Santo Antônio; de São João del-Rei, peças são medidas, descritas, limpas e embaladas. pronto há dois anos e quatro meses; de Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, que deverá ser reinaugurado até o fim do ano; e do distrito de Córregos, em Conceição A festa dos 270 anos do Santuário de Nossa Sedo Mato Dentro, ainda em compasso de espera. nhora da Piedade ocorre tradicionalmente em 9 de deAté ser redescoberto, o instrumento de Barbacena zembro, mas, como cairá numa segunda-feira, será no passou por caminho sinuoso, sempre dentro da Matriz domingo, avisa o padre Geovane. Ele está mais do que da Piedade, perdendo totalmente a função litúrgica – empenhado na recuperação da cobertura da igreja, com tocar durante as missas, casamentos e demais celebrauma campanha para troca de 36 mil telhas, substituições no templo, tombado pelo Instituto do Patrimônio ção de calhas e das as ripas, com reparos no forro das Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Desmontadas, capelas laterais As obras começaram há duas semanas, as peças foram levadas para a parte de baixo da torre orientadas pelo Iphan. Os serviços do telhado estão orda igreja, onde hoje se encontra a imagem francesa da çados em R$ 250 mil e até agora a paróquia conseguiu padroeira. R$ 132 mil de doações. Padre Geovane explica que no fim da década de “Este é o início da revitalização do santuário, que 1990, “graças à sensibilidade do então pároco padre terá sistema de proteção contra raios, pintura externa Paulo Dionê Quintão”, o instrumento foi remontae recuperação do adro. A campanha continua e é semdo apenas para compor o espaço físico do coro. “Não pre bom lembrar que precisamos de 36 mil telhas, para durou muito, foi guardado na torre esquerda do sino e evitar goteiras e infiltrações”, diz o padre. Quem quiser abandonado novamente”. ajudar pode deixar a oferta no Santuário da Piedade, na “Está em condição precária”, lamenta o pároco, ao secretaria paroquial ou fazer depósito na conta 87000mostrar a caixa de 2,20m de altura por 2 de largura, 5, no Banco do Brasil, agência local. O santuário ficará

Fiéis ajudam na revitalização


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aberto até junho. De julho a dezembro, por segurança, missas, casamentos e batizados serão na Capela do Educandário. A restauração dos elementos artísticos está programada para 2014. SONS DE MINAS MARIANA Primeira vila, cidade, diocese e capital de Minas, Mariana tem boa referência na história dos órgãos musicais. Na Catedral da Sé está o instrumento construído no século 18, em Hamburgo (Alemanha), por Arp Schnitger (1648-1719). Enviado a uma igreja franciscana em Portugal, o órgão chegou ao Brasil em 1753, como presente da Coroa portuguesa ao primeiro bispo da cidade. Entre os exemplares sobreviventes da manufatura Schnitger, trata-se de um dos mais bem conservados e o único que se encontra fora da Europa. SÃO JOÃO DEL-REI Construído na segunda metade do século 18, com jacarandá, cedro e pau-pereira, madeiras dos Campos das Vertentes, o órgão de São João del-Rei foi restaurado e ficou pronto há dois anos e quatro meses. Inicialmente, pertenceu a uma fazenda da região e depois à Ordem Terceira do Carmo. Desde 1963, o instrumento, que tem o estilo de um armário, ficou sem funcionamento e depois foi guardado na biblioteca do museu administrado pelo Iphan, no Centro Histórico da cidade. TIRADENTES O órgão musical da Matriz de Santo Antônio é um dos primores barrocos de Minas e do circuito da Estrada Real. Com a caixa em estilo rococó, tem oito fileiras de tubos, com 632 flautas feitas de uma liga de estanho e chumbo, douramentos na saída do som e corpo prateado, um teclado, dois foles com cerca de 1,20m de diâmetro cada (aberto) e duas alavancas. A caixa de madeira do século 18, de 5m de altura por 3m de largura, foi feita em Tiradentes, a partir de um desenho do entalhador Salvador de Oliveira. DIAMANTINA A joia musical de Diamantina, no Vale do Jequitinhonha, saiu da cabeça e das mãos do padre Manoel de Almeida Silva, entre 1782 e1787, quando a cidade ainda era Arraial do Tejuco. O instrumento obedece aos parâmetros construtivos da arte ibérica, com influência italiana, como era costume em Portugal. No histórico da peça está o seu uso pelo compositor José Joaquim

Emerico Lobo de Mesquita (1746-1805), que foi organista na Igreja do Carmo entre 1787 e 1794. As peças para recuperação do instrumento, vindas da Espanha, já estão na alfândega. CONCEIÇÃO DO MATO DENTRO No distrito de Córregos, a 40 quilômetros de Conceição do Mato Dentro, no Caminho dos Diamantes da Estrada Real, está em compasso de espera a recuperação do órgão da Matriz de Nossa Senhora Aparecida. A peça esculpida em cedro tem pouca documentação. Em 1905, o instrumento passou por um restauro. Originalmente, o órgão da igreja de Córregos, templo católico tombado pelo Iphan, tinha 329 tubos, sendo 235 de metal e 94 de madeira. Hoje restam 118. No teclado há 47 notas. Publicação: 10/05/2013 04:00

Abandonado na matriz, o instrumento, de 2,20 metros de altura, tem tubos ornamentais dourados (BETO NOVAES/EM/D.A PRESS)


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CRACK

DESESPERO COMPULSÓRIO

CRESCE EM 51% O NÚMERO DE FAMÍLIAS QUE BATEM ÀS PORTAS DA JUSTIÇA EM MINAS PARA PEDIR QUE PARENTES SEJAM HOSPITALIZADOS PARA FICAR LONGE DA PEDRA. ESCALADA OCORRE APESAR DE A INTERNAÇÃO SER CONSIDERADA ÚLTIMA SOLUÇÃO POR MP E DEFEFENSORIA E DE SER NEGADA NA MAIORIA DAS AÇÕES


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