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XXI 122 06/06/2013

Superintendência de Comunicação Integrada

CLIPPING Nesta edição: Clipping Geral Meio Ambiente Saúde

Destaques: Cai o cabide de parentes - p. 01 Cúpula do Ministério Público diverge sobre projeto - p. 17 CCJ aprova a ndicação de Barroso ao STF - P. 19


01 estado de minas - MG - P.08 - 06.06.2013

NEPOTISMO

CIDADE MINEIRA VAI DEMITIR FAMÍLIA DE PREFEITO MORTO

Administração de São João da Ponte fecha aordo com Ministério Público para retirar do primeiro escalão sete parentes de ex-prefeito. PÁGINA 8 NEPOTISMO

Administração de João da Ponte se compromete com Ministério Público a demitir sete familiares de ex-prefeito e três do atual, mas servidores não querem deixar cargos públicos

Cai o cabide de parentes

o tempo - mg - p. 02 - 06.06.2013 a parte

o tempo - mg - p. 09 - 06.06.2013 raquel faria


02 hoje eM DIA - MG - P. 03 - 06.06.2013


03 O TEMPO - MG - P. 31 - 06.06.2013

Crimes - Vereador Ley do Trânsito é suspeito de corrupção quando atuava em delegacia

MP denuncia presidente da Câmara de Ipatinga


04 estado de minas - MG - P.08 - 06.06.2013


05 hoje em dia - MG - P. 05 - 06.06.2013


06 o tempo - MG - P.04 - 06.06.2013


07 HOJE EM DIA - mg - p. 04 - 06.06.2013


08 o tempo - MG - P.03 - 06.06.2013


09 cont... o tempo - MG - P.03 - 06.06.2013


10 METRO - BH - P.03 - 06.06.2013


11 o tempo - MG - P.07 - 06.06.2013


12 GERAL minas gerais - P.06 - 06.06.2013

Governo anuncia recursos e mais policiais para a 7ª Risp

‰ZĞƵŶŝĆŽƌĞĂůŝnjĂĚĂĞŵ Nova Serrana discutiu ações de enfrentamento à criminalidade

A

ϳǐ ZĞŐŝĆŽ /ŶƚĞŐƌĂĚĂ ĚĞ ^ĞŐƵƌĂŶĕĂWƷďůŝĐĂ;ZŝƐƉͿ de Divinópolis, na região ĞŶƚƌŽͲKĞƐƚĞ͕ ǀĂŝ ƌĞĐĞďĞƌ recursos para ampliação de ϯϬ ǀĂŐĂƐ ŶŽ ĞŶƚƌŽ ^ŽĐŝŽĞducativo da cidade e construção de sete celas no PreƐşĚŝŽĚĞEŽǀĂ^ĞƌƌĂŶĂ͘ƐƚĂƐ foram algumas das deliberações de reunião realizada ontem, em Nova Serrana.

Polícia Civil receberá reforços para agilizar plantões da corporação na região KƐ ƚƌĂďĂůŚŽƐ ĨŽƌĂŵ ĐŽordenados pelo secretário ĚĞ ĞĨĞƐĂ ^ŽĐŝĂů͕ ZƀŵƵůŽ ĚĞ ĂƌǀĂůŚŽ &ĞƌƌĂnj͖ ƉĞůŽ ĐŽmandante da Polícia Militar, DĄƌĐŝŽ DĂƌƚŝŶƐ ^ĂŶƚ͛ŶĂ͖ Ğ ƉĞůŽ ĐŚĞĨĞ ĚĂ WŽůşĐŝĂ ŝǀŝů͕ delegado-geral Cylton BranĚĆŽ ĚĂ DĂƚƚĂ͘ K ĞŶĐŽŶƚƌŽ teve a participação de lideranças policiais, prefeitos, ƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂŶƚĞƐ ĚĂ :ƵƐƚŝĕĂ͕ Ministério Público e Defen-

soria Pública da região, e faz parte de rodada de reuniões ĐŽŵ ƌĞƉƌĞƐĞŶƚĂŶƚĞƐ ĚĂƐ ϭϱ ZŝƐƉƐ ĨŽƌĂ ĚĂ ZĞŐŝĆŽ DĞƚƌŽƉŽůŝƚĂŶĂ ĚĞ ĞůŽ ,ŽƌŝnjŽŶƚĞ͘ ƐƐĞƐ ĞŶĐŽŶƚƌŽƐ ƚġŵ ĐŽŵŽ objetivo discutir ações de enfrentamento à criminalidade, avaliar as demandas de segurança e firmar compromissos de investimentos e ações. REFORÇOSͲEĂϳǐZŝƐƉ͕Ă Polícia Civil vai receber, nas próximas semanas, reforço ĚĞ ϭϭ ĞƐĐƌŝǀĆĞƐ͕ ƐĞŶĚŽ ƚƌġƐ para Nova Serrana, e tamďĠŵ ƋƵĂƚƌŽ ĚĞůĞŐĂĚŽƐ͕ ĐŽŵ o objetivo de agilizar os plantões da corporação. Para a Polícia Militar, serão disponibilizadas duas Bases Comunitárias e também materiais Ğ ĞƋƵŝƉĂŵĞŶƚŽƐ ƉĂƌĂ Ă Ăŵpliação das fiscalizações da Lei Seca na região. A entrega está prevista para outubro. KƉƌĞĨĞŝƚŽĚĞEŽǀĂ^ĞƌƌĂŶĂ͕:ŽĞůWŝŶƚŽDĂƌƚŝŶƐ͕ĨƌŝƐŽƵ a importância da presença de autoridades da segurança ƉƷďůŝĐĂ Ğ ĚĂ :ƵƐƚŝĕĂ ƉĂƌĂ ƌĞĨůĞƚŝƌ Ğ ďƵƐĐĂƌ ƐŽůƵĕƁĞƐ ƋƵĞ ƉƌŽƉŽƌĐŝŽŶĞŵ ŵĂŝƐ ƚƌĂŶƋƵŝlidade e segurança para a poƉƵůĂĕĆŽ͘ ͞ŵ ǀŝƐƚĂ ĚĂ ĐŽŵpetência e cargo ocupados ƉĞůĂƐƉĞƐƐŽĂƐĂƋƵŝƉƌĞƐĞŶƚĞƐ podemos ter confiança nas ĚĞĐŝƐƁĞƐĂƉƌĞƐĞŶƚĂĚĂƐŚŽũĞ͕͟ concluiu o prefeito.

MINAS GERAIS Yh/Edͳ&/Z, 6: /sh>'K

Às 8h30, o Op discute novos a saúde dos a as proximidad animal e hum o membro da Nacional de C de Pequenos A de Minas Gera Rocha. E ainda demonstra qu ĚĞĞƐƟŵĂĕĆŽ vantagens par Encontro na Capital reuniu representantes da Segurança Pública de todo o País

Secretários pedem mais rigor contra explosão de caixas eletrônicos Secretários de Segurança Pública de todo País levarão ao Congresso Nacional pedido de ĂƵŵĞŶƚŽĚĞƉĞŶĂĞƟƉŝĮĐĂĕĆŽĚŽ crime de explosões a caixas eletrônicos e de maior controle do uso ĞĚĂĐŝƌĐƵůĂĕĆŽĚĞĞdžƉůŽƐŝǀŽƐ͘ƐƐĂ ĨŽŝ ƵŵĂ ĚĂƐ ĚĞůŝďĞƌĂĕƁĞƐ ĚĂ ϱϬǐ reunião do Colégio Nacional dos Secretários de Segurança Pública (Consep), sediada pela Secretaria de Defesa Social (Seds), terça-feira ;ϰͿ͕ĞŵĞůŽ,ŽƌŝnjŽŶƚĞ͘ƵƌĂŶƚĞŽ encontro, também foi determinado o envio de uma solicitação ao DŝŶŝƐƚĠƌŝŽ ĚĂ :ƵƐƟĕĂ ƉĂƌĂ ƋƵĞ Ă WŽůşĐŝĂ ZŽĚŽǀŝĄƌŝĂ &ĞĚĞƌĂů ƌĞĨŽƌĐĞ ĂĮƐĐĂůŝnjĂĕĆŽŶĂƐĞƐƚƌĂĚĂƐďƌĂƐŝůĞŝƌĂƐ͕ĂƟǀĂŶĚŽ͕ƉŽƌĞdžĞŵƉůŽ͕ƉŽƐƚŽƐ atualmente sem funcionamento. K ƐĞĐƌĞƚĄƌŝŽ ĚĞ ĞĨĞƐĂ ^ŽĐŝĂů͕ZƀŵƵůŽ&ĞƌƌĂnjĞdžƉůŝĐŽƵƋƵĞ ĂůŐƵŶƐƉƌŽũĞƚŽƐĚĞůĞŝƋƵĞĞƐƚĆŽ tramitando na Câmara dos Deputados já preveem o aumento de pena para explosões a caixas ĞůĞƚƌƀŶŝĐŽƐ͘ ͞EſƐ ǀĂŵŽƐ ŝĚĞŶƟĮĐĂƌ Ž ƋƵĞ ŵĞůŚŽƌ ŶŽƐ ĂƚĞŶĚĞ e pedir a sua aprovação. Como DŝŶĂƐ ƚĞŵ ƵŵĂ ŵĂůŚĂ ƌŽĚŽǀŝĄria federal extensa, essa medida é de extrema importância na reƉƌĞƐƐĆŽĂŽƚƌĄĮĐŽ͘͟ K ƉƌĞƐŝĚĞŶƚĞ ĚŽ ŽŶƐĞƉ Ğ também secretário de Defesa Social de Pernambuco, Wilson Salles ĂŵĄnjŝŽ ƌĞƐƐĂůƚŽƵ ƋƵĞ ĂƐ ĂĕƁĞƐ envolvendo a segurança pública devem ocorrer de modo uniforme, associando órgãos das esferas municipal, estadual e federal. ͞KƉĂƉĞůĚŽŽůĠŐŝŽĠũƵƐƚĂŵĞŶƚĞ ĂƌƟĐƵůĂƌ Ğ ĨŽŵĞŶƚĂƌ Ă ŝŶƚĞŐƌĂĕĆŽ ĞŶƚƌĞĂƐŝŶƐƟƚƵŝĕƁĞƐ͕ĐŚĂŵĂŶĚŽĂ responsabilidade de cada uma delas na prevenção e na repressão à ĐƌŝŵŝŶĂůŝĚĂĚĞ͕͟ĚĞƐƚĂĐĂ͘

As reuniões do Consep são reĂůŝnjĂĚĂƐ͕ŶŽŵşŶŝŵŽ͕ƋƵĂƚƌŽǀĞnjĞƐ ao ano. INTEGRAÇÃO - Um Termo de Cooperação Técnica foi assinado pela cúpula do Sistema de Defesa Social de Minas Gerais e pelos secretários de Segurança Pública do Paraná, Mato Grosso, Mato GrosƐŽĚŽ^ƵůĞZŽŶĚƀŶŝĂ͕ŶĂƐĞŐƵŶĚĂͲĨĞŝƌĂ;ϯͿ͕ĚƵƌĂŶƚĞĂĐĞƌŝŵƀŶŝĂĚĞ ĂďĞƌƚƵƌĂĚŽĞǀĞŶƚŽ͘KĚŽĐƵŵĞŶƚŽ ƉŽƐƐŝďŝůŝƚĂŽĐŽŵƉĂƌƟůŚĂŵĞŶƚŽĚĞ informações e o fomento de ações e operações policiais voltadas à ƉƌĞǀĞŶĕĆŽĞăƌĞƉƌĞƐƐĆŽĂŽƚƌĄĮco de drogas ilícitas e de armas de ĨŽŐŽ͕ĂůĠŵĚĞƉĞƌŵŝƟƌŽƉůĂŶĞũĂmento estratégico dessas atuações conjuntas e o intercâmbio de ƉƌŽĮƐƐŝŽŶĂŝƐĚŽƐƌĞƐƉĞĐƟǀŽƐĞƐƚĂĚŽƐ ƉĂƌĂ ƚƌŽĐĂ ĚĞ ĐŽŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽ͕ ĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂƐĞďŽĂƐƉƌĄƟĐĂƐ͘ KŽŶƐĞůŚŽEĂĐŝŽŶĂůĚĞŚĞĨĞƐĚĞWŽůşĐŝĂŝǀŝů;KEWͿƚĂŵbém esteve reunido terça-feira, Ğŵ ĞůŽ ,ŽƌŝnjŽŶƚĞ͘ K ŽďũĞƟǀŽ foi traçar uma forma de agilizar a troca de informações entre os serviços de inteligência, com foco no ƚƌĄĮĐŽĚĞĚƌŽŐĂƐ͘ WƌĞƐŝĚŝĚŽ ƉĞůĂ ĐŚĞĨĞ ĚĞ WŽůşĐŝĂ ĚŽ ZŝŽ ĚĞ :ĂŶĞŝƌŽ͕ ĚĞůĞŐĂĚĂ DĂƌƚŚĂ ZŽĐŚĂ͕ Ž ŽŶƐĞůŚŽ ƚĞŵ como vice-presidente para a reŐŝĆŽ ^ƵĚĞƐƚĞ Ž ĐŚĞĨĞ ĚĂ WŽůşĐŝĂ Civil de Minas, delegado Cylton Brandão. “Minas Gerais é rota do ƚƌĄĮĐŽĞŶſƐĞƐƚĂŵŽƐŝŶƚĞŶƐŝĮĐĂŶdo os contatos com as polícias do Mato Grosso, de São Paulo, Santa Catarina e estados do Norte para facilitar o repasse de informações ĂĮŵĚĞĂŐŝƌĚĞĨŽƌŵĂƉƌĞǀĞŶƟǀĂ͕͟ explica Brandão.

O Jornal Mina secretário-adj e Emprego da ,ŽƌŝnjŽŶƚĞ͕ZŽŐ ůĞĞdžƉůŝĐĂĐŽŵ ƉĂƌƟĐŝƉĂƌĚŽƐ com inscrições Estão sendo o 500 vagas par áreas. Às 11h3

Às 19h30, o Br ĂďŽƌĚĂĂƐƚƌĂĚ e os sabores d Convidados es histórias sobre ƌĞĐĞŝƚĂƐơƉŝĐĂ >şďĂŶŽ͕ƋƵĞĨĂ ŵƵŶĚŽĂĨŽƌĂ͘ Roberta, a gas Laila Kleib, do Niha El Chouf.

O Imagem da apresenta, às entrevista com da literatura n ŶƚƀŶŝŽ'ĞƌĂů &ĞƌƌĞŝƌĂ͘WƌŽƉƌ biblioteca com ŵŝůơƚƵůŽƐ͕Ŷ mora no interi pequena cidad e foi recentem ĐŽŵŽƵŵĚŽƐ Prêmio Portug de Literatura.

njĞƌŽŚŽƌĂ͕Ž o show de Am Gabriel Grossi &ĞƐƚĂĚĂDƷƐŝ carreiras sólid gerações difer encontraram n ƌĞĂůŝnjĂƌƵŵƐŽ conceber trab baseado na ob Villa-Lobos.


13 estado de minas - MG - P.20 - 06.06.2013


14 O TEMPO - MG - P. 32 - 06.06.2013


15 O TEMPO - MG - P. 29 - 06.06.2013


16 cont... O TEMPO - MG - P. 29 - 06.06.2013


17 FOLHA DE SP - SP - P.A8 - 06.06.2013

valor econ么mico - sp - p. E1 - 06.06.2013


18 Estado de Minas - mg - p. 09 - 06.06.2013

Justiça barra desocupação

Decisão de suspender a reintegração de posse de fazenda foi tomada para evitar conflito “de consequências imprevisíveis” Renata Mariz Brasília – A suspensão da ordem de reintegração de posse da Fazenda Buriti, em Sidrolândia (MS), ocupada por índios terenas nos últimos dias, acalmou os ânimos na região. Em resposta a um pedido da Fundação Nacional do Índio (Funai) e da Advocacia-Geral da União (AGU), a Justiça Federal de primeira instância determinou que a retirada da população tradicional fosse suspensa – decisão ratificada ontem pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3). Na sentença obtida pelo Estado de Minas, o desembargador federal José Lunardelli ressalta ter recebido informações de “inevitável confronto entre indígenas e Polícia Federal e acirramento do conflito latente entre indígenas e fazendeiros, de consequências imprevisíveis”. O tempo será aproveitado pelo governo para buscar uma solução para o conflito, que se arrasta há 13 anos. Mais de 100 homens da Força Nacional de Segurança, contudo, permanecerão em Mato Grosso do Sul, sem previsão de saída. Depois de sobrevoar a área do conflito, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, reuniu-se com autoridades do estado e com lideranças indígenas para discutir uma solução pacífica para o confronto. Questionado se o governo federal estuda a possibilidade de indenizar os produtores da região para ceder as terras aos índios, o ministro destacou que “há um conjunto de questões jurídicas que precisa ser resolvido”, sem confirmar nem negar a hipótese. A presi-

dente Dilma Rousseff também se manifestou em prol de uma solução que respeite a lei. “O governo brasileiro cumpre a lei rigorosamente. O que a Justiça dispõe para nós fazermos, nós cumprimos”, ressaltou Dilma. A declaração foi interpretada como uma reprimenda ao comentário feito no dia anterior pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, que disse que, em reunião com indígenas da etnia munduruku, Dilma havia censurado o ministro da Justiça por ter cumprido ordem judicial de primeira instância em processo de reintegração de posse ocorrida em Sidrolândia. Dilma ressaltou, entretanto, que o governo tentará pôr fim ao conflito de forma negociada, para evitar “choques, mortes e ferimentos”. O discurso foi o mesmo do ministro Cardozo em sua passagem por Mato Grosso do Sul. Numa espécie de voto de confiança dado ao governo, índios começaram a deixar três fazendas que haviam ocupado: Buriti, Lindoia e São José. Mas permanecem em outras propriedades – como Cambará e São Sebastião. Fazendeiros retiraram o gado das terras temendo algum ato violento. As ocupações se intensificaram desde a semana passada, depois que o terena Oziel Gabriel foi morto com um tiro, durante operação para reintegração de posse. O anúncio do governo de que outros órgãos, além da Funai, participarão dos processos de demarcação de terras indígenas causou mais protestos no início desta semana.

A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, já havia informado, em maio, que a demarcação de terras indígenas em Mato Grosso do Sul, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina seria submetida a parecer da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Ontem, o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, confirmou que a Casa Civil pediu “um conjunto amplo de informações” a respeito dos territórios, mas se recusou a detalhar o assunto. REUNIÃO

Uma reunião está marcada para hoje no Ministério da Justiça. Sentarão à mesa lideranças indígenas de Mato Grosso do Sul e o ministro Gilberto Carvalho. Cardozo anunciou também que, embora a retirada dos índios da Fazenda Buriti esteja suspensa, o governo elevará o efetivo da Polícia Federal na região em 100 homens. O objetivo, de acordo com ele, é garantir a ordem pública. Se, por um lado, a suspensão da reintegração de posse tranquilizou os índios terenas, por outro, deixou os fazendeiros apreensivos. A informação que circula em Sidrolândia é que os ruralistas estão se armando, já prevendo a possibilidade de um novo conflito. O presidente do Sindicato Rural de Sidrolândia, Osório Straliotto, confirma que a tensão é grande e diz que quem conseguiu deixou as fazendas. Mas alerta que alguns fazendeiros estão se organizando para defender as terras contra novas tentativas de invasão. (Colaboraram Juliana Braga e Grasielle Castro)


19 HOJE EM DIA - MG - P.06 - 06.06.2013


20 Valor Econômico - 06/06/2013 - on line

Sancionada a Lei dos Portos, sai 1ª concessão Dilma contraria pressões empresariais e resgata essência da MP dos Portos

Autor(es): Por Daniel Rittner e Yvna Sousa | De Brasília Mal a presidente Dilma Rousseff sancionou o novo marco regulatório dos portos, o governo da Bahia assina hoje o primeiro contrato com base na nova legislação. Trata-se da concessão, por 30 anos, da retroárea do Porto Sul, em Ilhéus, onde um terminal será construído pela empresa Bahia Mi- neração (Bamin), com investimento de R$ 4 bilhões. A presidente Dilma Rousseff sancionou ontem a nova Lei dos Portos, com dez vetos ao texto aprovado pelo Congresso Nacional, resgatando a essência da medida provisória editada em dezembro e contrariando boa parte dos lobbies empresariais ao longo da tramitação da MP 595. Nos vetos, o governo fechou as portas à prorrogação automática de qualquer tipo de contrato de arrendamento nos portos públicos, incluindo pelo menos 54 terminais arrendados antes de 1993. Naquele ano, entrou em vigência o último marco regulatório do setor, revogado pela MP 595. Os operadores dessas instalações buscavam uma renovação geralmente por dez anos dos contratos. Donos de terminais de contêineres licitados depois de 1993 também perderam a garantia de prorrogação antecipada de seus contratos, que expiram somente na próxima década. Com os vetos, abre-se caminho para o arrendamento de 159 áreas nos portos públicos, que serão divididas em quatro lotes. A primeira rodada de licitações, abrangendo 52 terminais localizados em Santos e no Pará, deverá ocorrer em outubro. Todos os demais editais serão lançados até janeiro de 2014, segundo previsão feita ontem pela ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. O governo também elevou suas estimativas de investimentos em portos privados. Em dezembro, a Secretaria de Portos falava em projetos que somavam R$ 21 bilhões até 2017. Agora, as projeções apontam para investimentos de R$ 25 bilhões, de acordo com a ministra. “Esses são números preliminares”, afirmou a ministra, lembrando que parte dos projetos de terminais privativos com pedidos apresentados à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) não tem dados precisos. Com a nova lei, acaba a distinção entre carga própria e carga de terceiros, facilitando a construção de portos privados. Dilma vetou, no entanto, a figura do terminal indústria - um pleito capitaneado pelo empresário Jorge Gerdau. Grandes empresas, como Vale e a própria Gerdau, que usam instalações portuárias como última ponta de suas cadeias produtivas, queriam ter a possibilidade de construir novos terminais sem nenhum processo sele-

tivo, envolvendo chamadas públicas. “A retomada de restrições ao tipo de carga a ser movimentada em cada terminal portuário constitui empecilho à ampla abertura do setor e à elevação da concorrência, objetivos primordiais da MP”, justificaram o Ministério da Fazenda, o Ministério do Planejamento e a Secretaria de Portos, nas explicações sobre o veto. Gleisi explicou que a regulamentação da nova lei será feita em duas partes. Na primeira, em até 15 dias, o governo apresentará os detalhes do processo seletivo para a construção de portos privados. Depois, regulamentará as questões específicas dos trabalhadores portuários. “Todos os acordos feitos com o Congresso Nacional, seja com os trabalhadores, seja no âmbito da comissão mista, foram cumpridos”, disse a ministra. Entre os vetos relacionados à questão trabalhista, está um que determinava que a vigilância e a segurança dos portos públicos seriam feitos exclusivamente pela guarda portuária. Além disso, para garantir que a lógica dos órgãos gestores de mão de obra (Ogmos) não fosse obrigatoriamente adotada pelos terminais privados, a presidente vetou um trecho pelo qual trabalhadores avulsos só poderiam exercer suas atividades se estivessem inscritos no cadastro de portuários - que será gerido pelos Ogmos. Na justificativa dos vetos, o governo alega que as mudanças violariam o acordo negociado entre o Poder Executivo, o Congresso Nacional e as entidades representativas dos trabalhadores portuários. Os parlamentares reagiram com rapidez. “Vamos votar os vetos. Isso já ia ocorrer de qualquer maneira. Ela [Dilma] tem o direito de vetar e nós, de apreciar os vetos. Na reunião de líderes, o presidente da Casa [Henrique Eduardo Alves] falou que terça-feira haverá uma reunião com o presidente do Senado [Renan Calheiros] para avaliar a proposta de apreciação dos vetos”, afirmou o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), um dos principais negociadores do texto durante a tramitação da MP. Para Cunha, a apreciação de vetos é uma “autoafirmação do Congresso” e que o governo “precisa ter mais responsabilidade”. “Eles [o governo] têm que ter mais responsabilidade com o conteúdo das matérias aprovadas. Tem que entender que quando vota aqui [uma matéria], se houver veto, ele também será apreciado”. Cunha rebateu a declaração de Gleisi Hoffmann e disse que o governo vetou trechos da Medida Provisória (MP) dos Portos em que havia acordo: “O acordo comigo obviamente não foi cumprido”. Uma emenda de autoria de Eduardo Cunha, que previa a possibilidade de renovação dos contratos anteriores a 1993, foi vetada.


21 HOJE EM DIA - mg - p.02 - 06.06.2013


22 HOJE EM DIA - MG - P.22 E 32 - 06.06.2013


23 cont... HOJE EM DIA - MG - P.22 - 06.06.2013

ESTADO DE MINAS - mg - p. 03 - cultura - 06.06.2013 -Mário Fontana

Devastação em Minas

MATA ATLÂNTICA Com o maior respeito, os órgãos encarregados de fiscalizar o desmatamento ilegal em Minas Gerais, principalmente da mata atlântica, não estão cumprindo o seu dever. E há um bom tempo. Dados recém-divulgados pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) e pela organização não governamental SOS Mata Atlântica para marcar o Dia Mundial do Meio Ambiente revelaram que em 2011 e 2012 o estado voltou a liderar o processo de devastação. Sozinha, Minas Gerais foi responsável pela metade do desmatamento da mata atlântica, superando os demais estados onde ainda remanesce esse

precioso bioma do país. Como bem sabem as autoridades, o problema é causado principalmente pela extração de carvão vegetal para as siderúrgicas de ferro-gusa. Pela quarta vez, o estado ocupa o primeiro lugar no ranking da destruição da mata atlântica. Dirigentes de entidades que lutam pela preservação do bioma não titubeiam em classificar o que ocorre de ato criminoso e de pura ganância. O Ministério Público promete intervir para impedir o agravamento desse processo catastrófico. Até o próprio estado de Minas Gerais é apontado como réu.


24 O TEMPO - MG - P. 17 - 06.06.2013

O TEMPO - MG - P. 18 - 06.06.2013


25 hoje em dia - MG - P. 02 - 06.06.2013


26 O Estado de S. Paulo - 06/06/2013 - on line

Desmate em 2012 foi o menor em 25 anos

O desmatamento na Amazônia em 2012 foi mesmo o menor da história, segundo os dados con: solidados divulgados ontem pelo governo federal e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Pelos cálculos do Inpe, 4.571 km2 foram desmata-í dos entre agosto de 2011 e julho de 2012, que é quando começa e termina o calendário de monitoramento por satélite. Isso representa uma redução de 29% em relação ao mesmo período de 2010-2011 e de 84% em relação a 2004, quando foimatamento na Amazônia Legal, que inclui uma série de ações de fiscalização, criação de áreas protegidas, regulamentação ; fundiária, incentivos econômicos sustentáveis e adequação de atividades agropecuárias. Os números são do sistema Prodes, que produz as taxas oficiais anuais de desmatamento com base ém imagens de sátélite de alta resolução - que levam .mais tempo para serem processadas. Uma primeiraestimativa da taxa, de 4.656

km2, já havia sido divulgada em dezembro, mas o número oficial que entrará para as estatísticas é este divulgado ontem, mais refinado. Apesar da redução, a área des-matada ainda é grande: equivalente a três vezes o tamanho do município de São Paulo.Vigilância. Um segundo sistema de monitoramento, chamado Deter, faz a observação da floresta com menor resolução, porém em tempo real, paraorientar operações de fiscalização, Por esse sistema, há uma leve tendência de aumento no desmatamento acumulado desde agosto de 2012, em compara-cão com o período anterior, mas a diferença é pequena de mais para fazer projeções. O secretário Carlos Nobre, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, ressaltou que o combate ao desmatamento continua como prioridade no plano de redução de emissões de gases do efeito estufa. “Não podemos relaxar um minuto nesse controle.”/h.e.

O Estado de S. Paulo - 06/06/2013 - on line

País reduz em 39% emissões de gases de efeito estufa Autor(es): Herton Escobar

Diminuição ocorreu de 2005 a 2010 por causa da queda do desmate da Amazônia; Brasil cumpriu 65% de sua meta voluntária definida para 2020 As emissões brasileiras de gases do efeito estufa caíram 39% entre 2005 e 2010, graças à redução no desmatamento da Amazônia, segundo os dados do novo inventário nacional divulgado ontem em Brasília. Com isso, o País já cumpriu 65% de sua meta voluntária de redução de emissão de gases relacionados ao aquecimento global, estabelecida para 2020. Em números absolutos, o Brasil emitiu 1,25 bilhão de toneladas de CO2 equivalente (medida que combina todos os gases em uma única conta) em 2010, comparado a 2,03 bilhões de toneladas em 2005, ano limite do inventário anterior. Toda essa redução deve-se, essencialmente, ao combate do desmatamento na Amazônia, que nos mesmos cinco anos caiu 63%. Em todos os outros setores, as emissões do País cresceram: energia (21,4%), indústria (5,3%), agropecuária (5,2%) e tratamento de resíduos (16,4%). Excluindo as florestas da conta como um todo, as emissões do País no período aumentaram 12%. “Os números marcam claramente uma mudança no perfil de emissões do Brasil, que passa

a ter menos cara de país tropical e fica com mais cara de país industrializado”, avaliou Guarany Osório, do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas. Segundo ele, a competitividade que o Brasil tinha de poder reduzir suas emissões simplesmente pela redução do desmatamento está próxima de acabar, o que exigirá mais investimento em ciência, tecnologia e parcerias com o setor privado para diminuir emissões também nas outras áreas. O pesquisador Carlos Nobre, secretário de Políticas e Programas de Pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), fez uma análise positiva dos números, ressaltando que o crescimento registrado nos setores de energia e agropecuária ficou abaixo do que era projetado para o período.

Segundo Nobre, a produção agrícola do País cresceu muito mais do que as emissões do setor, o que significa que, proporcionalmente, a “intensidade de carbono” da atividade diminuiu. Um ponto que merece atenção, segundo o engenheiro florestal Tasso Azevedo, consultor na área de clima e florestas, é o fato de o governo ter considerado na conta as emissões “líquidas” – descontando o dióxido de carbono que é absorvido naturalmente pelas florestas. “Sem isso, há uma diferença considerável: as emissões passam de 1,5 bilhão de toneladas (em vez de 1,25 bilhão)”,calcula./Colaborou Giovana Girardi


27 o tempo - mg - p. 32 - 06.06.2013


28 estado de minas - MG - P.19 - 06.06.2013


29 O TEMPO - MG - P. 30 - 06.06.2013


30 cont... O TEMPO - MG - P. 30 - 06.06.2013


Clipping geral e espec 06062013