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XXI 54 18/03/2013

Superintendência de Comunicação Integrada

CLIPPING Nesta edição:

Clipping Geral Saúde Procon-MG Tráfico e Abuso de Drogas

Destaques: Política contra lavagem de dinheiro em xeque - p. 07 Mediação familiar , resolução duradoura - p.11 Fila do pediatra é tão cruel quanto a doença - p. 12


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02 ESTADO DE MINAS - mg - p.17 - 18.03.2013


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Teto

Adidos militares ganham mais do que o presidente do STF Brasília. Boa parte da cúpula da diplomacia brasileira lotada no exterior recebe salários maiores do que o da presidente da República, com os adidos militares que estão fora do país não é diferente. Dos 58 oficiais que atuam junto a embaixadas brasileiras, 55 tiveram vencimento em janeiro deste ano maior do que o teto da remuneração no serviço público, R$ 28.059,29, valor pago aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e também à presidente Dilma Rousseff. A tabela, divulgada na sexta-feira, mostra que o capitão de mar e guerra da Marinha Antonio Sergio Constatino foi o dono do mais alto salário pago em janeiro. Ele recebeu R$ 85,3 mil. O valor inclui a remuneração básica de US$ 9,2 mil (R$ 18.768) e verbas indenizatórias de US$

32,5 mil (R$ 66,3 mil), segundo câmbio daquele mês. No topo da lista dos salários estão outros cinco oficiais da Marinha, com vencimentos acima de R$ 49,9 mil, incluindo a verba indenizatória. O Ministério da Defesa informou que essa verba se refere a pagamento de adicional em função do exercício da função em posto no exterior, de acordo com critérios também seguidos pelo Ministério das Relações Exteriores. O valor ainda inclui auxílio-moradia e outras vantagens individuais. A Defesa sustenta que, também a exemplo do que faz o Itamaraty, os valores pagos aos adidos militares não são limitados ao teto constitucional, como acontece com outras categorias.


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O caso do Instituto Hilton Rocha

Gargalos da saúde

CA

ROBERTO PORTO FONSE-

Conselheiro da Sociedade Brasileira de Cancerologia O câncer está entre as principais causas de morte por doença no Brasil. Em Minas, não é diferente. Em 2012, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) registrou mais de 36 mil novos casos. Mesmo diante da alarmante situação, a população belohorizontina está desassistida. Por causa da demanda estadual, o déficit de leitos chega a 3.000, somando o SUS e a Saúde Suplementar. A falta de infraestrutura é evidente. A dificuldade de internação imediata, a demora no atendimento, os diagnósticos tardios, a deterioração das estruturas prediais e o aumento do risco de complicações são alguns desdobramentos da sobrecarga nas unidades de saúde já amargados por beneficiários de convênios. Recentemente, o descumprimento de prazos estabelecidos para atendimento levou a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a suspender pela terceira vez a comercialização de planos de saúde. Outro agravante foi o fechamento de vários hospitais na capital mineira nos últimos anos. A cidade ainda não dispõe de área física para construção de novas unidades de saúde. Frente à disposição dos gestores da saúde suplementar, é imperativa a ampliação física de hospitais privados. A solução para os problemas da sobrecarga do sistema depende de ações imediatas e da desburocratização de projetos. Visando suprir parte do grande gargalo que a saúde enfrenta na capital, o grupo Oncomed vai transformar o antigo prédio do Instituto Hilton Rocha, localizado no bairro Mangabeiras, na região Centro-Sul da cidade, em um centro

de referência em tratamento de câncer. O edifício foi arrematado em um leilão público realizado em 2009, ano em que o antigo hospital foi desativado. Há 18 anos atuando na capital, a clínica pretende agora aproveitar a área já construída e instalar o novo centro, uma forma exequível de expandir o atendimento, reduzir os custos da obra e viabilizá-la a médio prazo. Com isso, a cidade vai ganhar aproximadamente 220 leitos. O edifício atual não tem função alguma e produz cicatrizes na serra do Curral. Em contrapartida, aproveitar estruturas existentes que estão obsoletas é uma medida eficaz, segura e sustentável. Fundamentado nos conceitos das edificações verdes, a intervenção prevê a redução da dicotomia prédio e paisagem, acessibilidade e equipamentos de ponta. E como já ocorre em outras capitais do mundo, a presença de hospitais especializados em entornos residenciais é compatível e benéfica. Na atual conjuntura, onde a ampliação dos prédios existentes é vetada por lei municipal, o parque hospitalar de Belo Horizonte está longe de se enquadrar dentro do tolerável. Diante do iminente colapso, é preciso destacar que está ultrapassado o discurso de que não cabe ao poder público encontrar uma solução conjunta para a situação da saúde suplementar. É razoável que burocratizações desnecessárias e distorções unilaterais não interfiram em melhorias no setor, visto que a rede particular já assiste a mais da metade da demanda belo-horizontina.


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18 Março 2013  

Clipping Geral e Espec. Eletrônico

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