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XXI 08 18/01/2013

Superintendência de Comunicação Integrada

CLIPPING Nesta edição:

Clipping Geral Procon-MG Meio Ambiente Saúde Tráfico e Abuso de Drogas

Destaques: Deputados estaduais não vão abrir mão do auxílio-moradia - p. 04 Segurança em mãos alheias - p. 09 TJ libera venda de sacolinhas p. p. 15


01 hoje em dia - MG - P. 03 - 18.01.2013


02 CONT.... hoje em dia - MG - P. 03 - 18.01.2013


03 CONT.... hoje em dia - MG - P. 03 - 18.01.2013


04 O TEMPO - MG - P. 03 - 18.01.2013


05 CONT.... O TEMPO - MG - P. 03 - 18.01.2013


06 estado de minas - MG - P. 04 - 18.01.2013


07 CONT... estado de minas - MG - P. 04 - 18.01.2013


08 diário do comércio - mg - p. 24 - 18.01.2013

HOJE EM DIA - mg - 1ª P. - 18.01.2013


09 HOJE EM DIA - mg - p. 19 - 18.01.2013


10 O TEMPO - MG - P. 24 - 18.01.2013


11 CONT.... O TEMPO - MG - P. 24 - 18.01.2013


12 hoje em dia - MG - P. 07 - 18.01.2013


13 HOJE EM DIA - mg - p. 18 - 18.01.2013


14 hoje em dia - MG - P. 02 - 18.01.2013


15 ESTADO DE MINAS - mg - 1ª p. e p. 10 - 18.01.2013

NOVELA

TJ libera venda de sacolinhas

Liminar autoriza comercialização das unidades feitas de material biodeAgradável, mas cabe a cada estabelecimento definir se vai voltar a ofertar o produto, quando e a que preço Flávia Ayer e Carolina Lenoir dos nos supermercados a R$ 0,19. obedecer a lei municipal que veta Conta mais cara para quem não O tabelamento do preço é uma das modelos à base de petróleo. “O imanda com a sacola de pano a tiraco- principais críticas da Promotoria de pacto da medida será positivo, pois lo nem admite carregar as compras Defesa do Consumidor, que respon- o consumidor volta a ter mais uma em caixas de papelão. A Justiça li- de pelo Procon Estadual. Na medida opção, embora uma imensa maioberou ontem a venda, pelo comércio cautelar em que proíbe a venda das ria da população já tenha abolido o da capital, das sacolinhas de plásti- sacolas, o órgão aponta a formação uso de sacolinhas e use atualmente co “ecológico” – aquelas feitas de de cartel, além de propaganda en- sacolas retornáveis”, informou, em material compostável ou biodegra- ganosa, denunciando que modelos nota. dável. A permissão já está valendo, convencionais eram vendidos como SUMIÇO mas cada comerciante poderá defi- biodegradáveis. Depois da proibição da venda nir o preço e a data em que voltará a Ao suspender a proibição, a de- das sacolas de plástico “ecológico”, fornecer o produto. As embalagens sembargadora argumenta na deci- em agosto, a Amis estima que 85% desapareceram dos supermercados, são liminar que, apesar de indícios, dos estabelecimentos deixaram de padarias e outros estabelecimentos não há prova efetiva da formação fornecer o produto aos consumidodesde que sua comercialização foi de cartel. “Havendo dois dispositi- res. O restante passou a dar as saproibida, em agosto, pela 14ª Pro- vos constitucionais em evidência, colinhas aos clientes e repassar seu motoria de Justiça de Defesa do um que resguarda o direito ao meio custo, incorporando-o ao preço de Consumidor de Belo Horizonte. ambiente e outro, do consumidor, outros itens, numa prática conhecida A liminar, concedida pela de- entendo ser prevalente aquele que como cobrança indireta. Aos olhos sembargadora Teresa Cristina da protege o meio ambiente, impedin- dos consumidores, a impressão era Cunha Peixoto, do Tribunal de Justi- do sua degradação, posto que poderá da volta da gratuidade. De acordo ça de Minas Gerais (TJMG), aponta haver retrocesso com a proibição da com a Amis, com a lei das sacolas que, assim que os clientes começa- venda e o retorno do fornecimento plásticas, houve redução de 97% ram a pagar pela embalagem, houve das sacolas, ainda que biodegradá- do consumo diário das embalagens maior conscientização e comprova- veis”, defende Teresa Cristina, que descartáveis nos supermercados da da redução no uso das sacolas plás- cita ainda a necessidade de cons- capital, baixando de 450 mil para 13 ticas. A mudança de hábito ocorreu cientizar as pessoas para o consumo mil unidades. A estimativa é de que, com a entrada em vigor, em abril sustentável. até abril do ano passado – quando a de 2011, da Lei 9.529/2008, que De acordo com a Associa- lei completou um ano –, os estabeledeterminou a retirada dos modelos ção Mineira dos Supermercados cimentos tenham deixado de gastar convencionais, fabricados à base de (Amis), os associados estão sendo R$ 5,8 milhões com as sacolinhas. petróleo. comunicados sobre a liminar. A enO promotor de Justiça AmauDesde então, muitos clientes tidade deixou a critério de cada um ri Artimos da Matta, que responde passaram a levar sacolas retorná- deles decidir se vai voltar a vender a pelo Procon-MG, informou, por veis para as compras e os modelos sacola, a data para o retorno das em- meio da assessoria de imprensa, que ecológicos começaram a ser vendi- balagens e o preço. Todas deverão está ciente da decisão, mas que vai


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se pronunciar somente quando for intimado oficialmente pelo TJMG. De toda forma, está marcada para 6 de fevereiro audiência pública sobre o assunto no Procon, na tentativa de encontrar uma solução consensual para o problema. É esse também o objetivo da Promotoria do Meio Ambiente, também ligada ao Ministério Público (MP) estadual (veja Enquanto isso...). O professor titular do Departamento de Engenharia Química da Universidade Federal de Minas Gerais, Roberto Fernando de Souza Freitas, coordenador do Laboratório de Ciência e Tecnologia de Polímeros, critica a liberação. “Os supermercados ganharam fortunas vendendo essas sacolas biodegradáveis, sendo que a maioria delas, apesar do carimbo, são falsas. Agora, eles vão voltar a colocá-las no mercado e continuar a ganhar dinheiro com isso.” Teste feito no laboratório da UFMG com 300 sacolinhas identificou que apenas uma era realmente biodegradável. Contrário à lei das sacolas plásticas, o professor afirma ainda que a lei só contribuiria com meio ambiente caso as embalagens fossem levadas para usinas de compostagem. “Em BH, só há uma usina e ela não se destina a plásticos. Para operar com sacolinhas, precisaríamos de ter um outro sistema específico”, explica o especialista, que estará presente na audiência pública.

empresários do setor reavaliarem suas estratégias. Em supermercados e padarias que oferecem as sacolas gratuitamente desde a proibição, voltar a comercializá-las pode desagradar a clientela. Os que disponibilizam apenas as sacolas retornáveis, mais caras, já pensam em voltar a estocar as opções mais baratas. No meio disso, a população fica entre a praticidade das sacolinhas e o novo hábito de recorrer a alternativas como caixas de papelão ou ecobags. Entre os poucos supermercados que optaram por dar as sacolas aos clientes, a rede Supermercados BH preferiu manter a gratuidade, mesmo depois da liminar do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG). A gerente de marketing Graziele Caldeira afirma que a oferta ainda é viável pela colaboração de boa parte dos clientes, que levam sacolas retornáveis de casa ou optam pelas caixas. “A decisão é em respeito ao nosso consumidor”, diz. Já no Super Nosso, a tendência é de que as sacolinhas sejam novamente disponibilizadas para venda – atualmente, as opções mais em conta para os clientes da rede são sacolas retornáveis de ráfia, no valor de R$ 0,45. Adrianne Perez, gerente de projetos especiais do supermercado, explica que a direção ainda aguarda mais informações sobre a autorização, mas garante que seria possível voltar a vendê-las imediatamente. “Temos o estoque de sacolinhas que não foram utilizadas por causa da proibição”, afirma. No caso das padarias, alguns estabelecimentos ainda aguardam o movimento dos concorrentes para definir sobre a venda das sacolinhas. Vera Helena Carneiro, direA notícia da liberação da ven- tora da Vianney, no Bairro Funcioda das sacolinhas de plástico biode- nários, Região Centro-Sul de Belo gradáveis nos estabelecimentos co- Horizonte, diz que vai esperar o merciais de Belo Horizonte dividiu comportamento do mercado, mas, opiniões entre consumidores e fez caso a decisão seja pela comercia-

Decisão divide consumidores e lojistas

lização, serão necessários cerca de 10 dias para regularizar o estoque, ainda que o fornecedor seja de Belo Horizonte. “O estoque está zerado e o pedido mínimo seria de 1 mil sacolas, só para começar”, explica. Também os donos da Boníssima, no Bairro Gutierrez, Região Oeste da capital, preferem adotar uma postura mais cautelosa. Preocupada com uma possível repercussão negativa entre os clientes, que estão acostumados a receber de graça as sacolas, a diretora Natália de Souza Carneiro afirma que ainda é preciso avaliar as implicações da venda. “Acho difícil voltarmos a cobrar, mas ainda temos que discutir essa autorização. Até então, dávamos as sacolas de acordo com o volume de compra para o consumidor que não trazia a retornável. Optamos por essa solução para satisfazer os 90% dos nossos clientes, que não queriam comprar as retornáveis que vendíamos.” SOLUÇÕES Desde que as sacolas de plástico convencionais foram abolidas e as biodegradáveis ficaram cada vez

mais escassas a partir da proibição da venda, os consumidores partiram para alternativas. O industriário José Epitácio Costa, de 46 anos, opta pelas caixas de papelão sempre que possível. Para ele, o fato de dar ou não a sacola não é determinante para a escolha do estabelecimento onde vai fazer as compras. “Sou a favor de ter as sacolinhas para dar aos clientes, não para vender. Acho que essa comercialização não faz sentido.” A empresária Eulália Coscarelli, de 64, tem outra solução para acomodar as compras em pequeno volume: “O muque”. “Mesmo quando faço compras em um estabelecimento que oferece a sacola gratuitamente, tento ao máximo não usá-la. Levo nas mãos ou passo do carrinho para o carro. Não quero contribuir com o seu uso, mesmo que biodegradável. Não entendi a liberação da venda, porque não vejo mais pessoas reclamando por isso.”


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18 aqui - bh - mg - p. 12 - 18.01.2013


19 diário do comércio - mg - p. 03 - 18.01.2013

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Presença de médicos no plantão terá um controle mais rígido


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