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17/02/2012

* Patrimônio desprotegido- p.02 * Governo decide abrir dados da violência após reportagem - p.19 * Fichas-sujas já serão barrados - p.26


01 ESTADO DE MINAS - 1ª p. 17.02.2012


02 ESTADO DE MINAS - p. 21 - 17.02.2012


03 cont... ESTADO DE MINAS - p. 21 - 17.02.2012

O TEMPO – on line 17.02.2012 Élder Martinho

Brumadinho

Sob a imponente moldura da Serra da Moeda, a cidade de Brumadinho vai contar com mais uma grande atração turística em breve, com a restauração e reabertura ao público de uma preciosidade tombada do patrimônio mineiro. Representantes do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, do Ministério Público Estadual e da prefeitura se reuniram com os proprietários da Fazenda dos Martins, bem tombado desde 1977 para a assinatura de um Termo de Ajustamento de Conduta. O documento garantirá a execução, pelo Iepha, de um projeto de restauração arquitetônica.


04 ESTADO DE MINAS - p. 19 e 20 - 17.02.2012

Ameaça fantasiada de brincadeira

Quase um ano depois que serpentinas metalizadas causaram curto que matou 16 pessoas em Bandeira do Sul, lançadores continuam sendo vendidos sem restrição em Minas.EM promove testes com marcas disponíveis e confirma: todas podem causar acidentes Mateus Parreiras

“Isso na mão de pessoas que não sabem utilizar e não conhecem a rede, ou de crianças e pessoas embriagadas brincando no carnaval, é uma mistura explosiva”, José Oswaldo Saldanha, professor de engenharia elétrica da UFMG, que confirmou o risco dos produtos O risco continua solto e disfarçado de diversão no meio da folia. Discretos rótulos em português, com informações que não dão a dimensão exata do perigo contido no tubo colorido, são a única diferença entre os lançadores de serpentinas metalizadas vendidos antes deste carnaval e os dispositivos que causaram a morte de 16 pessoas e feriram 55 no pré-carnaval de 2011 em Bandeira do Sul, no Sul de Minas. No meio da festa, em 27 de fevereiro, as tiras brilhantes foram lançadas para o alto e atingiram os cabos de energia da rede pública, provocando curtocircuito. A explosão partiu os fios, que chicotearam sobre um trio elétrico e sobre a multidão que o seguia. Sem uma lei que proíba os lançadores, a única atitude do poder público foi exigir que os importadores anexassem alerta para que os artefatos não sejam usados perto da rede elétrica ou de trios elétricos. Muito pouco, na avaliação de especialistas em eletricidade, do Corpo de Bombeiros e da própria Cemig. “A recomendação é de que não se use esse tipo de artifício no carnaval”, alerta o capitão Frederico Pascoal, do Corpo de Bombeiros Militar. “Se apesar desse aviso alguem insistit em usar o produto, que escolha um que seja testado pelo Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial ) e que tenha informações em português sobre o produto”, disse o militar. Porém, quem decidir seguir à risca a instrução em Belo Horizonte terá dificuldade, como comprovou o Estado de Minas. Todos os dispositivos encontrados pela equipe de reportagem em lojas da capital eram chineses e tinham apenas instruções em português coladas no revestimento. Nenhuma marca exibia o selo de garantia do Inmetro. “Além do perigo de eletrocussão, os equipamentos são cilindros que propelem as serpentinas por ar comprimido. Como não temos garantias de testes oficiais, pode haver risco de peças se soltarem e atingirem quem dispara o artefato ou está nas proximidades”, alerta o professor de engenharia elétrica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) José Oswaldo Saldanha. No Centro de BH, o EM encontrou serpentinas metalizadas e lançadores desse tipo de enfeite em abundância, não apenas em casas especializadas, mas até em supermercados, ao alcance de todos. O material foi levando para análise de especialistas do Laboratório de Compatibilidade Eletromagnética da UFMG, que comprovou o perigo que os lançadores representam, sobretudo nas folias carnavalescas. Três tipos diferentes de artefatos foram testados e o conteúdo de todos se mostrou capaz de conduzir eletricidade, depois de submetidos a um medidor de resistência. “Os produtos conduzem eletricidade e podem causar curto-circuito na rede aérea se ficarem entrelaçados nos cabos de energia”, afirma categoricamente o coordenador

do laboratório, professor Wallace do Couto Boaventura. Foram percorridas 20 lojas de festas, fantasias, fogos de artifício e supermercados enfeitados com temas de carnaval. Em três casas especializadas em eventos festivos e em um dos mercados, os lançadores estavam expostos em prateleiras, ao alcance de qualquer um. Ao procurar pelos produtos, mesmo que o consumidor mostre não ter afinidade com eles, ao chamá-los de “serpentinas que brilham, douradas ou prateadas”, nenhuma recomendação de segurança é feita pelos vendedores. “Estas são mais bonitas que as serpentinas de papel antigas. O carnaval fica mais bonito”, comentou um dos atendentes de um estabelecimento no Mercado Novo. CHAMARIZ Um dos lançadores traz três brinquedos de pelúcia dentro do cilindro, que são arremessados com as serpentinas condutoras de eletricidade. Um claro atrativo para crianças, apesar de o rótulo informar que o produto não é indicado para menores de 10 anos. Nenhuma embalagem faz menção à proibição do uso em trios elétricos. “A altura que esse material alcança o transforma em perigo real para a rede elétrica, que fica suspensa a cerca de sete metros. Cada poste da cidade conduz de 7,9 mil volts a 13,8 mil volts. Mais do que o suficiente para matar uma pessoa”, define Boaventura. A própria Cemig reforça o perigo do dispositivo. Em teste feito em laboratório com as serpentinas e equipamento de tensão semelhante ao das ruas, o efeito ocorrido em Bandeira do Sul foi reproduzido. “Confirmamos que o material causa curto na rede. É um perigo real e pode ocorrer de novo, se as regras de segurança não forem observadas”, reforça o diretor de Relações Institucionais, Luiz Henrique Michalick. Um dos responsáveis pela única medida que visou regular o uso das serpentinas metalizadas, o promotor de Justiça do Procon estadual Amauri Artimos da Matta afirma que medidas mais contundentes exigiriam uma lei específica. Em BH, um projeto até foi aprovado, mas recebeu veto do prefeito. Na Assembleia Legislativa, o tempo transcorrido desde a tragédia em Bandeira do Sul não foi suficiente para que o assunto fosse apreciado e ainda há propostas em discussão. “É preciso uma lei estadual mais severa que o Código do Consumidor, para que possamos agir e até banir o uso desse material perigoso no eventos abertos”, afirma. Segundo o promotor, polícias e Corpo de Bombeiros participaram de reunião no início do mês para definir as estratégias de segurança no carnaval. “As corporações vão fiscalizar e evitar que essas serpentinas sejam usadas sobre os trios elétricos e próximo à rede elétrica”, afirma. Mas o professor da UFMG José Oswaldo Saldanha se preocupa com a presença do dispositivo e a fraca repressão ao seu uso. “Isso na mão de pessoas que não sabem utilizar e não conhecem a rede, ou de crianças e pessoas embriagadas brincando no carnaval, é uma mistura explosiva”, define LEIA MAIS SOBRE O RISCO DE SERPENTINAS PÁGINA 22


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06 cont... ESTADO DE MINAS - p. 19 e 20 - 17.02.2012


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08 diário do comércio - p. 6 - 17.02.2012


Juiz restringe Carnaval no centro histórico de Mariana Juiz restringe Carnaval no centro histórico de Mariana ‰

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MINAS GERAIS - P. 7 - 17.02.2012

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Poderão desfilar no local apenas pequenos blocos e bandas sem som amplificado Poderão desfilar no local apenas pequenos blocos e bandas sem som amplificado

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Ouro Fino. Outros dois vereadores tiveram direitos políticos cassados

Motociclista é indenizado pordecretada acidente Vice-prefeito tem a prisão ĞŵƐĞƵĂďĚƀŵĞŶ͕ĐŽŵĂĞdžƉŽƐŝĕĆŽƚŽƚĂůĚĞƐĞƵƐſƌŐĆŽƐŝŶƚĞƌŶŽƐ͘ dĞǀĞƋƵĞƐĞƌƐƵďŵĞƚŝĚŽăĐŝƌƵƌŐŝĂ ƉĂƌĂƌĞĐŽŶƐƚŝƚƵŝĕĆŽĚŽĂďĚƀŵĞŶ ĞĨŝĐŽƵŝŶƚĞƌŶĂĚŽƉŽƌŵĂŝƐĚĞϯϬ ĚŝĂƐ͕ĂůŐƵŶƐĚĞůĞƐĞŵhd/͘ĞƐĚĞ ĞŶƚĆŽ͕ĞŶĐŽŶƚƌĂͲƐĞŝŵƉŽƐƐŝďŝůŝƚĂĚŽĚĞƚƌĂďĂůŚĂƌ͕ǀŝǀĞŶĚŽĚĞĂƵdžşůŝŽ ĚŽĞŶĕĂ͕ ƚĞŶĚŽ ƌĞĂůŝnjĂĚŽ ŽƵƚƌĂƐŝŶƚĞƌǀĞŶĕƁĞƐĐŝƌƷƌŐŝĐĂƐ͘ EĂ ϭǐ͘ /ŶƐƚąŶĐŝĂ͕ ŽƐ ƚƌġƐ ĂĐƵƐĂĚŽƐ͕ ͕͘͘ ƋƵĞ ĚŝƌŝŐŝĂ Ž ĐĂŵŝŶŚĆŽ͖ W͘^͘d͕ ƉƌŽƉƌŝĞƚĄƌŝĂ ĚŽǀĞşĐƵůŽ͖ĞĂĞŵƉƌĞƐĂ'ƵĂĕƵ >ŽŐşƐƚŝĐĂ Ğ dƌĂŶƐƉŽƌƚĞƐ ĨŽƌĂŵ ĐŽŶĚĞŶĂĚŽƐ͕ ƐŽůŝĚĂƌŝĂŵĞŶƚĞ͕ ĂŽ ƉĂŐĂŵĞŶƚŽ ĚĞ ŝŶĚĞŶŝnjĂĕĆŽ ƉŽƌ ĚĂŶŽƐ ŵŽƌĂŝƐ ŶŽ ǀĂůŽƌ ĚĞ ϮϬƐĂůĄƌŝŽƐŵşŶŝŵŽƐ͕ǀŝŐĞŶƚĞƐă ĠƉŽĐĂ ĚŽ ĂĐŝĚĞŶƚĞ͕ ĚĞǀŝĚĂŵĞŶƚĞĐŽƌƌŝŐŝĚŽƐ͘DĂƐŽŵŽƚŽĐŝĐůŝƐƚĂ ĞŶƚƌŽƵ ĐŽŵ ƌĞĐƵƌƐŽ͕

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PÁGINA PREPARADA PELO CENTRO DE IMPRENSA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MI


10 o tempo - P. 6 - 17.02.2012


11 hoje em dia - P. 02 - 17.02.2012

Agência de turismo vai servir o lanche da Câmara de BH

Empresa especializada em passagens e pacotes vence licitação para fornecimento de alimento ao Legislativo

Empresa diz que está apta a realizar eventos


12 DIÁRIO DO COMÉRCIO - P. 7 - 17.02.2012

IPSEMG

Licitação pode ser anulada pela Justiça


13 o estado de sp - P. A9 - 17.02.2012


14 HOJE EM DIA - 1ª p. - 17.02.2012


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16 CONT... hoje em dia - P. 17 17.02.2012

ESTADO DE MINAS - p. 2 - 17.02.2012

E AINDA... GERAIS

Advogados nos presídios

Advogados vão ter salas de atendimento nas unidades prisionais do estado, estando prevista a reforma dos espaços já existentes e dos parlatórios. Um termo de cooperação técnica nesse sentido foi assinado ontem pela Secretaria de Estado de Defesa Social e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – Seção MG. Para o secretário Lafayette Andrada, “a OAB-MG tem sido uma parceria importante no trabalho de ressocialização dos indivíduos privados de liberdade”. Para o presidente da entidade, Luís Cláudio da Silva Chaves, “o convênio demonstra a confiança da Ordem dos Advogados no sistema prisional mineiro”.


17 ESTADO DE MINAS - p. 20 - 17.02.2012


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P. 3 ƚŽ ĚĂ ĐƌŝŵŝŶĂůŝĚĂĚĞ͕͟ ĚŝƐƐĞ Ž ĨŽƌŵĂĕƁĞƐƐŽďƌĞƐĞƵƉĂƌĂĚĞŝƌŽ͘ ĚĞ ^ŽƵnjĂ 17.02.2012 ĚĂĚĞ ŽĨĞƌĞĐĞ ƚƌĂďĂůŚŽ Ă ϮϴϬ ƐĞŐƵŶĚĂĨĂƐ ^ŽƵnjĂ ^ĞĐƌĞƚĄƌŝŽ ĚĞ ĞĨĞƐĂ ^ŽĐŝĂů͕ ŵƵŵĂĚĞůĂƐ͕ƌĞĐĞďŝĚĂƋƵĂƌƚĂƐĞƐ ƷůƟƵŶŝĚĂĚĞ͕ presos contaĚĞ com seis par- ƐĞĞƐƚĞŶĚĞƵ ŵ ĚŽƐ ͲĨĞŝƌĂ͕ ƉŽƌeǀŽůƚĂ ϮϮŚ͕ Ž ĚĞ>ĂĨĂLJĞƚƚĞŶĚƌĂĚĂ͘ ĐŽŵƉƌŽ ĐĞŝƌŽƐ ŶĞƐƐĞ ƉƌŽũĞƚŽ͘  Ğŵ- ŐĞŶĚŽĂϮǐĞ Unidade tem ƉĄƟŽƐƉĂƌĂďĂŶŚŽĚĞƐŽůĞĐĞůĂƐƉĂƌĂƉŽƌƚĂĚŽƌĞƐĚĞŶĞĐĞƐƐŝĚĂĚĞƐĞƐƉĞĐŝĂŝƐ os do nunciante indicou o local onde K ŶŽŵĞ ĚĂ KƉĞƌĂĕĆŽ ĨŽŝ ĞƐƚĂĐŽƵ ĂƌƚĞƐ͕ŵƷ /sh>'K ƉƌĞƐĂdŝŐƌĞ͕ĚĞWŽƵƐŽůĞŐƌĞ͕ ŐƵŶĚĂĨĂƐĞ͕ ĚĞ ϮϬϬϲ͘ WĂƌĂďĞŵ ƐƵĂ ĐŽŵŽ ĐŽŶƐƚƌƵ-Ž ŽƉƌŽĞƐƚĂƌŝĂ͕ WĞŶŝƚĞŶĐŝĄƌŝĂĚĞdƌġƐŽĞŵ ĐŽ- ĐŚĂĚŽ͕ K Ě ĂůĠŵ ĚĂ ĂŵƉůŝĂĕĆŽ ĚŽŝŶƐƉŝƌĂĚŽŶĂĞƐƐġŶĐŝĂĚŽ>ĞǀŝĂĂůĂƐ͘hŵĂůŽũĂŵĞŶƚŽ͕ƋƵĞĐŽƌƌĞƐ- ZŽĚƌŝŐŽ ŝŶƐƉĞĕĆŽĚĞĂůŝŵĞŶƚŽƐĞƵŵĂƉŽƌũĄĠƉĂƌĐĞŝƌĂĚĂƉĞŶŝƚĞŶĐŝĄƌŝĂ ĕĆŽ͕ĨŽƌĂŵŝŶǀĞƐƟĚŽƐZΨϭϰ͕ϴ ƚƵƌĂĚŽƐĚĂ ĞƚĂƌŝĂ ƌĂĕƁĞƐ͕ ĐĂƌƌŽĞĂƌŽƵƉĂƋƵĞƵƐĂǀĂ͘ ƚĆͲƉŽŶƚŽƉĂĐşĮĐŽĞŵƋƵĂůƋƵĞƌ ŶŽ ^Ƶů ĚĞ DŝŶĂƐ͕ ƚĞǀĞ ĚĂĚĞĚŽ ĚŽ ƌŽĐ ƉƌĞƐşĚŝŽĚĞ/ƚĂũƵďĄ͕͟ĐŽŶĐůƵŝƵ͘ ƉŽŶĚĞĂϮϬǀĂŐĂƐƐĞƌĄĚĞƐƟŶĂĚŽ ƚĂƌŝĂ͘͞K^ƵůĚĞDŝŶĂƐĠƵŵĂĚĂƐ ŚĄ ĐĞƌĐĂ ĚĞ ƚƌġƐZΨ ĂŶŽƐ Ğ ŵŝůĞǀĂ ĚŽƐ ŵŝůŚƁĞƐ͕ ƐĞŶĚŽ ϭϬ͕ϰ Ğ ƐĞŝƐ Ŷ ŵďĠŵ Ğ ŶŽǀĂƐ ĂŵƉůŝĂĚĂĞŵϭϰϴǀĂŐĂƐƐƵĂĐĂă ĨƌĞŶƚĞ EŽƉƌſdžŝŵŽŵġƐ͕ĞƐƚĄƉƌĞ- ƐƚĂĚŽĞŵŽĐƌĄƟĐŽĚĞŝƌĞŝƚŽ͕ ĂŽƐƉƌĞƐŽƐĂůďĞƌŐĂĚŽƐ͘ ƌĞŐŝƁĞƐ ĐŽŵ ŵĂŝŽƌ ŶƷŵĞƌŽ ĚĞ tubos para serem montados lá ůŚƁĞƐ Ğŵ ƌĞĐƵƌƐŽƐ ĞƐƚĂĚƵĂŝƐ ĨŽƌĂŵĂĐƌĞƐ ĂƐ ĚĞ ƉĂĐŝĚĂĚĞ͘ PROCURA-SE - 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A nova estrutura da ƚĞƌŶĂƐ͕ ƐĞƚĞ ƐĂůĂƐ ĚĞƐƟŶĂĚĂƐ ĐƵƐƚſĚŝĂ ƉĂƌĂ ŽƐ ƉƌĞƐŽƐ͕͟ ĚĞƐƌĞƐŝƐƚġŶĐ ĚĞƚƌĂďĂůŚŽĨŽƌĂĚĂƵŶŝĚĂĚĞ͘ 'ŽŶĕĂůǀĞƐ͕ĚĞϮϮĂŶŽƐ͕ƉƌĞƐŽĚĞ ĐŽŶƚĂ ĐŽŵ Ă ƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽ ĚĂ ƉƌĞƐĂdŝŐƌĞ͕ĚĞWŽƵƐŽůĞŐƌĞ͕ ũĂŶĞŝƌŽ͕Ğŵ Ğ ŵĂŝƐ ŶĂů͕DƵƌŝůŽŶĚƌĂĚĞĚĞKůŝǀĞŝƌĂ͘ WĞŶŝƚĞŶĐŝĄƌŝĂ ĚĞ dƌġƐ ŽƌĂĕƁĞƐ ĂƚĞŶĚŝŵĞŶƚŽƐ ĂĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟǀŽ͕ ƚĂĐŽƵŽƐƵďƐĞĐƌĞƚĄƌŝŽ͘ ŐƌĂĕĂƐ Ă A Escola Estadual Hebert ũĄĠƉĂƌĐĞŝƌĂĚĂƉĞŶŝƚĞŶĐŝĄƌŝĂ WĂƌĂĂĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽĚŽŶŽǀŽĞƐƉĂŶĂŝƐ ŶĂ ĂƚĞŶĚĞƌĄŽƐƉƌĞƐŽƐĚĞƌĞŐŝŵĞƉƌŽ- ŽĚŽŶƚŽůſŐŝĐŽ͕ ŵĠĚŝĐŽ͕ ũƵƌşĚŝĐŽ Ğ ĚĞ ^ŽƵnjĂ͕ ƋƵĞ ĮĐĂ ĚĞŶƚƌŽ ĚĂ ĄƌĞĂƐ ĚĞ ŚĄHISTÓRIA ĐĞƌĐĂ ĚĞ ƚƌġƐ Ğ ůĞǀĂ ĕŽƐ ĚĞ ĕŽ͕Ž'ŽǀĞƌŶŽĚĞDŝŶĂƐŝŶǀĞƐƟƵ ǀŝƐſƌŝŽ ĚŽ ŵƵŶŝĐşƉŝŽ͘ K ĂŶĞdžŽ Ġ ĚĞĂƐƐŝƐƚġŶĐŝĂƐŽĐŝĂůĞƉƐŝĐŽůſŐŝĐĂ͕ ƵŶŝĚĂĚĞ͕ƚĞŵŚŽũĞϯϭϬĂůƵŶŽƐ͕ - A ĂŶŽƐ Penitenciária ĐŝĂůŝnjĂĕĆ tubos para serem montados láǀĂBatizada de “Leviatã – Por um Carnaval mais Seguro”, operação vaiϯϵϲ até a quarta-fe ĂƐĞŽƵ- ĐĞƌĐĂĚĞZΨϭ͕ϯŵŝůŚĆŽ͘ ĐŽŵƉŽƐƚŽƉŽƌϭϳĐĞůĂƐ͕ĞƋƵŝƉĂĚĂƐ ĂůĠŵĚĞƵŵƉĂƌůĂƚſƌŝŽ͕ĚƵĂƐƐĂůĂƐ ĚĞ dƌġƐ ŽƌĂĕƁĞƐ͕ ĐŽŵ ŽƵƚƌŽ ŽůŚ ĐŽŵƉƌŽĨĞƐƐŽƌĂƐƚĂŵďĠŵĚĞ ĚĞŶƚƌŽ͘,Ą͕ƚĂŵďĠŵ͕ƉĂƌĐĞƌŝĂƐ ĂƌĂďĂŶŚŽĚĞƐŽůĞĐĞůĂƐƉĂƌĂƉŽƌƚĂĚŽƌĞƐĚĞŶĞĐĞƐƐŝĚĂĚĞƐĞƐƉĞĐŝĂŝƐ pós>ĂĨĂLJĞƩĞ um planejamento conjun&ŽƌĂŵ ŵŽďŝůŝnjĂĚŽƐ ŶĂ ƐŽĐŝĞĚ AÇÃO INTEGRADA - 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A Penitenciária ĐŝĂůŝnjĂĕĆŽ͕ ŚŽũĞ Ă ĐŝĚĂĚĞ ƐƚĂĚŽĞƋƵĞĮŐƵƌĂŶĂůŝƐƚĂĚŽƉƌŽZŽĚƌŝŐŽ ĞƐƚĂƌŝĂ͕ ƚĞŵ ďĞŵ ĐŽŵŽ Ž ŐƵŶĚĂ ŝŶƐƉŝƌĂĚŽŶĂĞƐƐġŶĐŝĂĚŽ>ĞǀŝĂŵ Ă ŝŶĂƵŐƵƌĂĕĆŽ KůŽĐĂůĐŽŶƚĂĂŝŶĚĂĐŽŵĚƵĂƐ ƵŶŝĚĂĚĞƐ ƉƌŝƐŝŽŶĂŝƐ ĚŽ ƐƚĂĚŽ͘ ĂŶŽƐ Ğ ŵĞŝŽ Ğ ĐŽŶƐĞŐƵĞ ǀŝŶŚĞĐŝŵĞŶƚŽĚĂƌĞĂůŝĚĂĚĞĚŽ ƚƵƌĂĚŽ ƉƌĞƐşĚŝŽĚĞ/ƚĂũƵďĄ͕͟ĐŽŶĐůƵŝƵ͘ ƉŽŶĚĞĂϮϬǀĂŐĂƐƐĞƌĄĚĞƐƟŶĂĚŽ ƚĂƌŝĂ͘͞K^ƵůĚ está um dos ŐƌĂŵĂ͞WƌŽĐƵƌĂͲƐĞ͕͟ĚĂ^ĞĐƌĞƚĂƌŝĂ ĐĂƌƌŽĞĂƌŽƵƉĂƋƵĞƵƐĂǀĂ͘ ƚĆͲƉŽŶƚŽƉĂĐşĮĐŽĞŵƋƵĂůƋƵĞƌ Ě ĞƋƵŝƉĂĚĂƐ ĚĞ dƌġƐ ĐŽŵ ϯϵϲ ǀĂ- ŽƵƚƌŽ ŽůŚĂƌ ƉĂƌĂ ĂƐŝŐŶŝĮĐĂƟƉĞŶŝƚĞŶĐŝ- ŚĄ ĐĞƌĐĂ ĚĞ KůŝǀĞŝƌĂ͕ ĂůĠŵĚĞƵŵƉĂƌůĂƚſƌŝŽ͕ĚƵĂƐƐĂůĂƐ ĐŽŵ ĐĞůĂƐƉĂƌĂǀŝƐŝƚĂşŶƟŵĂ͕ƵŵĂƉĂƌĂ ŽŵŽƌĂĕƁĞƐ͕ Ă ŝŶĂƵŐƵƌĂĕĆŽ ĚŽ ĂŶĞdžŽ ƐƵĂůŝnjĂƌ ŵĞůŚŽƌĂƐ ĚŽƐ Ğ ĚĞĞĨĞƐĂ^ŽĐŝĂů;^ĞĚƐͿ͘dĂŵďĠŵ ƐƚĂĚŽĞŵŽĐƌĄƟĐŽĚĞŝƌĞŝƚŽ͕ ^Ƶů ĚĞ DŝŶĂƐ Ğ ƋƵĞ ŶŽǀĂƐ EŽƉƌſdžŝŵŽŵġƐ͕ĞƐƚĄƉƌĞĂŽƐƉƌĞƐŽƐĂůďĞƌŐĂĚŽƐ͘ ƌĞŐŝƁĞƐ ĐŽŵ ŶĚƌĂƐ Ğŵ ƚƌġƐ ĚĞƌĞǀŝƐƚĂ͕ƵŵĞƐƉĂĕŽĚĞƐƟŶĂĚŽă ŐĂƐ͕ ĨŽŝ ŝŶĂƵŐƵƌĂĚĂ Ğŵ ŵĂƌĕŽ tubos para ĄƌŝĂ͕͟ĂǀĂůŝĂ͘ ĂƐ͘ portadores de ϭϮ necessidades esĚĂƉĞŶŝƚĞŶĐŝĄƌŝĂ͕ǀĂŵŽƐŽĨĞƌĞǀĂƐ ĚŽ ĂůĐĂŶĕĂĚĂƐ ĚĞƐĚĞ ĞŶƚĆŽ͘ bandidos mais ĨŽƌĂŵ ĂƉƌĞĞŶĚŝĚĂƐ ĂƌŵĂƐ ĚĞ PROCURA-SE - K ƉƌŽŐƌĂ- ĨŽƌĂŵ ƋƵĞ ǀŝƐĂ ă ƐƵƉƌĞŵĂĐŝĂ ŝŶƚĞǀŝƐƚĂ ĂŵĞůŚŽƌ ŝŶĂƵŐƵƌĂĕĆŽ KůŽĐĂůĐŽŶƚĂĂŝŶĚĂĐŽŵĚƵĂƐ ƵŶŝĚĂĚĞƐ Ɖƌ ƚĞŵĂ ǀĂŐĂƐĞƐƚĆŽƉƌĞǀŝƐƚĂƐ͘͞ƐƚĂƉĞĐŝĂŝƐ͕ ŐƵĂƌŝƚĂƐ Ğdž-ƚĂŵďĠŵ ĐĞƌ ƵŵĂ ĐŽŶĚŝĕĆŽ ĚĞĞŵ ĚĞŶƚƌŽ͘,Ą͕ ͞EŽ ĐŽŵĞĕŽ͕ ŵƵŝƚĂ ŶĂ ĨŽŐŽ͕ ĐŝŶĐŽĚŽŝƐ ƋƵŝůŽƐƉĄƟŽƐ͕ ĚĞ ŵĂĐŽŶŚĂ͕ ŵĂ ŚŽƵǀĞ ĚĞ ďƵƐĐĂ ĐŽŶƐŝƐƚĞ ĂĮdžĂ- ^ŽƵnjĂ ƌĞƐƐĞ ĐŽůĞƟǀŽ ĚĞƚƌŝŵĞŶƚŽ procurados do mos com um projeto avanoitavo ĚŽ ƉƌĞƐşĚŝŽ ĚĞ KůŝǀĞŝƌĂ͕ ĐŽŵ ĐĞůĂƐƉĂƌĂǀŝƐŝƚĂşŶƟŵĂ͕ƵŵĂƉĂƌĂ Žŵ Ă ŝŶĂƵ ƋƵĂƚƌŽĚĞĐŽĐĂşŶĂ͕ϱϭϱƉŽƌĕƁĞƐĞ ĕĆŽ ĚĞ ĐĂƌƚĂnjĞƐ ĐŽŵ ĨŽƚŽƐ ĚĞ ĚŽƐ ŝŶĚŝǀŝĚƵĂŝƐ Ğ ĚĂ ƐĞŐƵƌĂŶĕĂ nova estrutura da ƚĞƌŶĂƐ͕ ƐĞƚĞ ƐĂůĂƐ ĚĞƐƟŶĂĚĂƐ Ă ĐƵƐƚſĚŝĂ ƉĂƌĂ ŽƐ ƉƌĞƐŽƐ͕͟ ĚĞƐ- ƌĞƐŝƐƚġŶĐŝĂĚĂƉŽƉƵůĂĕĆŽ͕ŵĂƐ ĐŽŵĂWƌĞĨĞ ŽĚŽƐ ƚƌŽĐƌŝŵ ĨŽƌĂŐŝĚŽƐĚĂ:ƵƐƟĕĂ͕ƉĂƌĂŝŶŝďŝƌ ĞŵĚĞƚƌŝŵĞŶƚŽĚĂĚĞƐŽƌĚĞŵ͘ ĕĂĚŽ ŶŽĐŝŶĐŽƉĞĚƌĂƐďƌƵƚĂƐĚĞĐƌĂĐŬ͕ĂůĠŵ DŝŶŝƐƚĠƌŝŽ ĚĂ :ƵƐƚŝŵĂŝƐϭϭϲǀĂŐĂƐ͘ portadores esĚĞ dƌġƐ ŽƌĂĕƁĞƐ ĂƚĞŶĚŝŵĞŶƚŽƐ ĂĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟǀŽ͕ ƚĂĐŽƵŽƐƵďƐĞĐƌĞƚĄƌŝŽ͘ ŐƌĂĕĂƐde ĂŽƐnecessidades ŝŶǀĞƐƟŵĞŶƚŽƐ ŶĂƐ ĚĂƉĞŶŝƚĞŶĐŝ Estado mente, ƉŽ ĞĚĞ>ĞŝƚĞ͕ Žŵ ĚĞ ĚŝŶŚĞŝƌŽ Ğ ĞƋƵŝƉĂŵĞŶƚŽƐ ƋƵĞ ZŽĚƌŝŐŽ ĚĞ ^ŽƵnjĂ ZŽĚƌŝŐƵĞƐ Ă ĐŝƌĐƵůĂĕĆŽ ĚŽƐ ĐƌŝŵŝŶŽƐŽƐ͕ ĕĂ͕ĞŵƋƵĞďƵƐĐĂŵŽƐƌĞĐƵƌƉĞĐŝĂŝƐ͕ ĚŽŝƐ ƉĄƟŽƐ͕ ŐƵĂƌŝƚĂƐ ĞdžĐĞƌ ƵŵĂ ĞƐŽƐĚĞƌĞŐŝŵĞƉƌŽŽĚŽŶƚŽůſŐŝĐŽ͕ ŵĠĚŝĐŽ͕ ũƵƌşĚŝĐŽ Ğ ĄƌĞĂƐ ĚĞ ƐĞŐƵƌĂŶĕĂ Ğ ƌĞƐƐŽŚĂǀŝĂŵƐŝĚŽƌŽƵďĂĚŽƐ͘ 'ŽŶĕĂůǀĞƐ͕ĚĞϮϮĂŶŽƐ͕ƉƌĞƐŽĚĞ ĐŽŶƚĂ ĐŽŵ Ă ƉĂƌƟĐŝƉĂĕĆŽ ĚĂ ũĂŶĞŝƌ ĄƌĞĂ͘ cem aos ŵĞ pr ŶŝĐşƉŝŽ͘ K ĂŶĞdžŽ Ġ ĚĞĂƐƐŝƐƚġŶĐŝĂƐŽĐŝĂůĞƉƐŝĐŽůſŐŝĐĂ͕ HISTÓRIA A Penitenciária ƐŽƐ ĐŽŵ Ž 'ŽǀĞƌŶŽ ĨĞĚĞƌĂů ANEXO A nova estrutura da ƚĞƌŶĂƐ͕ ƐĞƚĞ ƐĂůĂƐ ĚĞƐƟŶĂĚĂƐ Ă ĐƵƐƚſĚŝĂ ƉĂƌ ĐŝĂůŝnjĂĕĆŽ͕ ŚŽũĞ Ă ĐŝĚĂĚĞ ƚĞŵ Ž ƋƵĞ ĚĞƚƌĂďĂůŚŽ ϭϳĐĞůĂƐ͕ĞƋƵŝƉĂĚĂƐ ĂůĠŵĚĞƵŵƉĂƌůĂƚſƌŝŽ͕ĚƵĂƐƐĂůĂƐ ĚĞ dƌġƐ ĐŽŵ ϯϵϲĂƚĞŶĚŝŵĞŶƚŽƐ ǀĂ- ŽƵƚƌŽ ŽůŚĂƌ ƉĂƌĂ Ă ƉĞŶŝƚĞŶĐŝ- ƚĂĐŽƵŽƐƵďƐ Ă ĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽ ĚĞ ŵĂŝƐ WĞŶŝƚĞŶĐŝĄƌŝĂ ĚĞŽƌĂĕƁĞƐ͕ dƌġƐ ŽƌĂĕƁĞƐ ĂĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟǀŽ͕ ŽƐ ĚĞ ƉĂƌĂ A Esco Ğ ĚŝǀŝĚŝĚĂƐƚƌġƐ Ğŵ ƚƌġƐ ĚĞƌĞǀŝƐƚĂ͕ƵŵĞƐƉĂĕŽĚĞƐƟŶĂĚŽă ŐĂƐ͕ ĨŽŝ ŝŶĂƵŐƵƌĂĚĂ Ğŵ ŵĂƌĕŽ ĄƌŝĂ͕͟ĂǀĂůŝĂ͘ ƵŶŝĚĂĚĞƐ ƉƌŝƐŝŽŶĂŝƐ ŶĂ ĂƚĞŶĚĞƌĄŽƐƉƌĞƐŽƐĚĞƌĞŐŝŵĞƉƌŽ- ŽĚŽŶƚŽůſŐŝĐŽ͕ ŵĠĚŝĐŽ͕ ũƵƌşĚŝĐŽ Ğ ƐŝŽŶĂů ĚĞ ^ŽƵnjĂ͕ Ƌ Ğŵ WŽĕŽƐ ĚĞ ǀŝƐſƌŝŽ ĚŽ ŵƵŶŝĐşƉŝŽ͘ K ĂŶĞdžŽ Ġ ĚĞĂƐƐŝƐƚġŶĐŝĂƐŽĐŝĂůĞƉƐŝĐŽůſŐŝĐĂ͕ /sh>'K HISTÓRI ĚĞ ϮϬ Ɛ ƷůƟ- ƌĞŐŝĆŽ͕ ƵŵĂWĞŶŝƚĞŶĐŝĄƌŝĂĚĞdƌġƐŽƵŶŝĚĂĚĞ͕ƚĞ ƌĂĕƁĞƐ͕ ŶŽ ^Ƶů ĚĞ DŝŶĂƐ͕ ƚĞǀĞ ĐŽŵƉŽƐƚŽƉŽƌϭϳĐĞůĂƐ͕ĞƋƵŝƉĂĚĂƐ ĂůĠŵĚĞƵŵƉĂƌůĂƚſƌŝŽ͕ĚƵĂƐƐĂůĂƐ ĚĞ dƌġƐĕĆŽ͕ĨŽ ĂůĚĂƐ͕ƵŵĂĞŵ>ĂǀƌĂƐĞŽƵŽƌĂ ĐŽŵƉƌŽĨĞ ĂŵƉůŝĂĚĂĞŵϭϰϴǀĂŐĂƐƐƵĂĐĂŵŝůŚƁĞ Unidade tem ƉĄƟŽƐƉĂƌĂďĂŶŚŽĚĞƐŽůĞĐĞůĂƐƉĂƌĂƉŽƌƚĂĚŽƌĞƐĚĞŶĞĐĞƐƐŝĚĂĚĞƐĞƐƉĞĐŝĂŝƐ em Ma- ĐŽŵ ďĞůŝĐŚĞƐ Ğ ĚŝǀŝĚŝĚĂƐ Ğŵ ƚƌġƐ ĚĞƌĞǀŝƐƚĂ͕ƵŵĞƐƉĂĕŽĚĞƐƟŶĂĚŽă ŐĂƐ͕ ĨŽŝůŚƁĞƐ ŝŶĂƵ ĂĐŽƵ tra, possivelmente, ƉĂĐŝĚĂĚĞ͘ K ĂŶĞdžŽ ĨŽŝ ŝŶĂƵŐƵĂƌƚĞƐ͕ŵƷƐŝ ƌĂĚŽ ŶĂ ƋƵĂƌƚĂͲĨĞŝƌĂ ;ϭϱͿ ƉĞůŽ ŵ ĐŽ- ĐŚĂĚŽ͕ ĂůĠŵ K ĞZΨ ĚŝƌĞϰ ĚĂ ĂŵƉůŝĂĕĆŽ ĚŽ ĂůĂƐ͘hŵĂůŽũĂŵĞŶƚŽ͕ƋƵĞĐŽƌƌĞƐ- ŝŶƐƉĞĕĆŽĚĞĂůŝŵĞŶƚŽƐĞƵŵĂƉŽƌƐĞĐƌĞƚĄƌŝŽĚĞĞĨĞƐĂ^ŽĐŝĂů͕>ĂĨĞĚĞƌĂ ĚĞĚŽ ƉƌĞƐşĚŝŽĚĞ/ƚĂũƵďĄ͕͟ĐŽŶĐůƵŝƵ͘ ĨĂLJĞƩĞ ŶĚƌĂĚĂ͕ Ğ Ž ƐƵďƐĞĐƌĞ- ƉŽŶĚĞĂϮϬǀĂŐĂƐƐĞƌĄĚĞƐƟŶĂĚŽ ƚĂƌŝĂ͘͞K^ƵůĚĞDŝŶĂƐĠƵŵĂĚĂƐ ĚŽ ƌŽĐĂŶ ĚĂĚĞ Ž ƚĄƌŝŽ ĚĞ ĚŵŝŶŝƐƚƌĂĕĆŽ WƌŝƐŝŽ- ĂŽƐƉƌĞƐŽƐĂůďĞƌŐĂĚŽƐ͘ presos ŶŽǀĂƐ ĚĂ EŽƉƌſdžŝŵŽŵġƐ͕ĞƐƚĄƉƌĞƌĞŐŝƁĞƐ ĐŽŵ ŵĂŝŽƌ ŶƷŵĞƌŽ ĚĞ ă ĨƌĞŶƚĞ ŶĂů͕DƵƌŝůŽŶĚƌĂĚĞĚĞKůŝǀĞŝƌĂ͘ ĐĞŝƌŽƐ ƐƚĂ- ǀŝƐƚĂ ƚĂŵďĠŵ Ă ŝŶĂƵŐƵƌĂĕĆŽ KůŽĐĂůĐŽŶƚĂĂŝŶĚĂĐŽŵĚƵĂƐ ƵŶŝĚĂĚĞƐ ƉƌŝƐŝŽŶĂŝƐ ĚŽ ƐƚĂĚŽ͘ ĂŶŽƐ Ğ ŵĞ WĂƌĂĂĐŽŶƐƚƌƵĕĆŽĚŽŶŽǀŽĞƐƉĂƉƌĞƐĂ avan- ĚŽ ƉƌĞƐşĚŝŽ ĚĞ KůŝǀĞŝƌĂ͕ ĐŽŵ ĐĞůĂƐƉĂƌĂǀŝƐŝƚĂşŶƟŵĂ͕ƵŵĂƉĂƌĂ Žŵ Ă ŝŶĂƵŐƵƌĂĕĆŽ ĚŽ ĂŶĞdžŽ ƐƵĂůŝnjĂƌ ŵ ĕŽ͕Ž'ŽǀĞƌŶŽĚĞDŝŶĂƐŝŶǀĞƐƟƵ ũĄĠƉĂ ĐĞƌĐĂĚĞZΨϭ͕ϯŵŝůŚĆŽ͘ ŚĄ ĐĞƌ :ƵƐƚŝ- ŵĂŝƐϭϭϲǀĂŐĂƐ͘ portadores de necessidades es- ĚĂƉĞŶŝƚĞŶĐŝĄƌŝĂ͕ǀĂŵŽƐŽĨĞƌĞ- ǀĂƐ ĂůĐĂŶĕĂ ^ĞŐƵŶĚŽ >ĂĨĂLJĞƩĞ ŶĚƌĂtubos ĞĐƵƌĐĞƌ ƵŵĂ ŵĞůŚŽƌ ĐŽŶĚŝĕĆŽ ĚĞ ͞EŽ ĐŽŵĞ ĚĂ͕ Ă ŚƵŵĂŶŝnjĂĕĆŽ ĚŽ ƐŝƐƚĞŵĂ ƉĞĐŝĂŝƐ͕ ĚŽŝƐ ƉĄƟŽƐ͕ ŐƵĂƌŝƚĂƐ ĞdžĚĞŶƚƌŽ ĚĞƌĂů ĐŽŵĂ ANEXO ƉƌŝƐŝŽŶĂůĞĂƌĞƐƐŽĐŝĂůŝnjĂĕĆŽĚŽƐ - A nova estrutura da ƚĞƌŶĂƐ͕ ƐĞƚĞ ƐĂůĂƐ ĚĞƐƟŶĂĚĂƐ Ă ĐƵƐƚſĚŝĂ ƉĂƌĂ ŽƐ ƉƌĞƐŽƐ͕͟ ĚĞƐ- ƌĞƐŝƐƚġŶĐŝĂ presos passa, necessariamente, ĚĞ ŵĂŝƐ WĞŶŝƚĞŶĐŝĄƌŝĂ ĚĞ dƌġƐ ŽƌĂĕƁĞƐ ĂƚĞŶĚŝŵĞŶƚŽƐ ĂĚŵŝŶŝƐƚƌĂƟǀŽ͕ ƚĂĐŽƵŽƐƵďƐĞĐƌĞƚĄƌŝŽ͘ ŐƌĂĕĂƐƉŽ ĂŽƐ ƉĞůŽƐŝŶǀĞƐƟŵĞŶƚŽƐŶĞƐƐĂĄƌĞĂ͘ cem a ŝƐ ŶĂ ĂƚĞŶĚĞƌĄŽƐƉƌĞƐŽƐĚĞƌĞŐŝŵĞƉƌŽĄƌĞĂƐ ĚĞƚƌĂď ĚĞ Ɛ ͞DŝŶĂƐ 'ĞƌĂŝƐ Ġ Ž ƐƚĂĚŽ ƋƵĞ ŽĚŽŶƚŽůſŐŝĐŽ͕ ŵĠĚŝĐŽ͕ ũƵƌşĚŝĐŽ Ğ ŵĂŝƐ ĂǀĂŶĕŽƵK ĞŵĂŶĞdžŽ ƚĞƌŵŽƐĠ ĚĞ ĚĞĂƐƐŝƐƚġŶĐŝĂƐŽĐŝĂůĞƉƐŝĐŽůſŐŝĐĂ͕ A Ɛ ĚĞ ǀŝƐſƌŝŽ ĚŽ ŵƵŶŝĐşƉŝŽ͘ HISTÓRIA - A Penitenciária ĐŝĂůŝnjĂĕĆŽ͕ ƋƵĂůŝĚĂĚĞ ĚŽ ƐŝƐƚĞŵĂ ƉƌŝƐŝŽŶĂů ĚĞ ^ŽƵ ĞŽƵ- ĐŽŵƉŽƐƚŽƉŽƌϭϳĐĞůĂƐ͕ĞƋƵŝƉĂĚĂƐ ĂůĠŵĚĞƵŵƉĂƌůĂƚſƌŝŽ͕ĚƵĂƐƐĂůĂƐ ĚĞ dƌġƐ ŽƌĂĕƁĞƐ͕ ĐŽŵ ϯϵϲ ǀĂ- ŽƵƚƌŽ ŽůŚĂƌ ŶŽ ƌĂƐŝů ĂŽ ůŽŶŐŽ ĚĞƐƐĞƐ ƷůƟƵŶŝĚĂĚ Ma- ĐŽŵ ďĞůŝĐŚĞƐ Ğ ĚŝǀŝĚŝĚĂƐ Ğŵ ƚƌġƐ ĚĞƌĞǀŝƐƚĂ͕ƵŵĞƐƉĂĕŽĚĞƐƟŶĂĚŽă ŐĂƐ͕ ĨŽŝ ŝŶĂƵŐƵƌĂĚĂ Ğŵ ŵĂƌĕŽ ŵŽƐĂŶŽƐ͕͟ĚŝƐƐĞ͘ ĄƌŝĂ͕͟ĂǀĂůŝĂ ĐŽŵƉ Unidade tem ƉĄƟŽƐƉĂƌĂďĂŶŚŽĚĞƐŽůĞĐĞůĂƐƉĂƌĂƉŽƌƚĂĚŽƌĞƐĚĞŶĞĐĞƐƐŝĚĂĚĞƐĞƐƉĞĐŝĂŝƐ

procurados do Estado

Três Corações abre mais 148

abreTrês mais 148 vagasabre na penitenciária Corações mais 148 vagas n Entre os vagas na penitenciária presos está um dos bandidos mais procurados do Estado

Ação conjunta das polícias prende mais de 100 criminosos na RMBH

oraçõesA‰ abre mais 148 vagas na penitenc

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Ibirité

Vereador agride a mulher e diz que não seria punido LUCAS SIMÕES Depois de espancar a própria mulher e ameaçá-la de morte na frente dos dois filhos, o vereador Cláudio Roberto da Silva (PP), 39, foi detido na Delegacia Regional de Ibirité, na região metropolitana de Belo Horizonte, na manhã de ontem. O parlamentar, que foi o mais votado da cidade em 2005, estaria agredindo a dona de casa Vanicélia dos Santos Reis, 42, há vários meses. Ele teria dito a ela que nada iria acontecer porque ele era vereador. A polícia foi acionada por volta das 9h, pela filha de 17 anos do casal. Segundo o cabo Emerson França, do 48º batalhão, o vereador discutiu com sua mulher em casa, no bairro Alvorada, por ciúmes. Durante a briga, ele quebrou vários objetos da casa e a agrediu com dois socos no rosto. O TEMPO – on line – 17.02.2012

Depois, tentou enforcá-la. “Aí, o filho mais novo, de 8 anos, fugiu para a casa de vizinhos e a irmã acionou a PM”, disse o cabo. Ainda segundo a polícia, Vanicélia revidou com um pedaço de pau. A mulher teve hematomas no pescoço e um corte no lábio. O vereador sofreu um corte superficial no supercílio. Na delegacia, o parlamentar se limitou a dizer que estava “de cabeça quente”. Após prestar depoimento, ele pagou fiança de R$ 1.866 e foi liberado. Ameaças O vereador Cláudio da Silva ainda teria tentado intimidar a companheira a não denunciá-lo. Segundo o boletim de ocorrência, o parlamentar disse à mulher que iria “acabar com a vida dela, esconder o corpo no dia seguinte e nada iria acontecer porque ele era um homem público”.

Julgamento.Juíza disse na sentença que réu agiu com frieza e premeditação; mãe de Eloá agradeceu apoio

Lindemberg é condenado a 98 anos de prisão por 12 crimes Mais de 300 pessoas esperaram pela sentença na porta do fórum

São Paulo. O motoboy Limdenberg Alves Fernandes, 25, foi condenado ontem pela morte de Eloá Pimentel, 15, sua ex-namorada. Os jurados (seis homens e uma mulher) reconheceram todos os 12 crimes pelos quais era julgado. A juíza Milena Dias decretou pena de 98 anos de prisão e 10 meses. Além disso, o réu terá de pagar 1.320 dias multa, o que sobe a pena para 102 anos. Pela legislação brasileira, porém, o acusado não ficará detido por mais de 30 anos. Ontem, cerca de 300 pessoas acompanhavam o desfecho do caso, na porta do fórum de Santo André, no ABC paulista, segundo a Polícia Militar. Na sentença, a juíza Milena Dias afirmou que Lindemberg foi frio em suas ações. “O réu agiu com frieza, premeditadamente em razão de orgulho e egoísmo”, disse. Ao fim da sentença e bastante emocionada, a mãe de Eloá agradeceu a todos pela comoção com o julgamento. “Quero agradecer a toda a população, aos repórteres, a promotora, a todos que me ajudaram”, disse Ana Cristina Pimentel. Lindemberg foi condenado por homicídio (contra Eloá), duas tentativas de homicídio (contra Nayara Rodrigues e o sargento Atos Valeriano), cinco ocorrências de cárcere privado (contra Eloá, Vitor Lopes, Iago Oliveira e duas vezes contra Nayara) e quatro disparos de arma de fogo. Julgamento. Foram ouvidas 13 testemunhas nos quatro dias que o caso foi julgado. Entre as pessoas estavam os três amigos de Eloá que ficaram no apartamento invadido por Lindemberg, em outubro de 2008. Também foram ouvidos os dois irmãos da garota, que demonstraram muita emoção e lembraram do relacionamento conturbado que ela mantinha com o réu. Lindemberg confessou ter atirado contra Eloá, mas

disse que não planejou o crime. Ele disse ainda que tinha reatado o namoro com a garota dias antes e que ela o havia traído. Em um dos momentos polêmicos do julgamento, a advogada de defesa, Ana Lúcia Assad, chegou a falar que a juíza Milena Dias deveria “voltar a estudar”. Assad foi hostilizada na frente do fórum e criticou a imprensa. No terceiro dia de júri, a promotora Daniela Hashimoto pediu que o público não confundisse os atos do réu com o trabalho da defesa. A estratégia da defesa foi tentar mostrar que houve falha da PM no caso e que o clima dentro do apartamento era mais ameno. Ao fim do julgamento, Lindemberg seguiu para o presídio de Tremembé, aonde cumprirá sua pena. POLÊMICA

Advogada tumultuou tribunal

São Paulo. A grande protagonista do julgamento de Lindemberg Alves, foi a advogada do réu, Ana Lúcia Assad. Dramática, e com uma argumentação considerada duvidosa, a defensora de 35 anos incitou várias polêmicas ao longo dos quatro dias de júri. Em alguns deles, ela teve que ser escoltada para sair do fórum de Santo André. Suas declarações sobre Lindemberg ser um “bom rapaz” e sua ironia ao falar que a juíza Milena Dias deveria “voltar à escola” geraram revolta no público que acompanhava o julgamento. Enquanto proferia a sentença, a juíza Milena Dias, por sua vez, pediu que “sejam tomadas medidas cabíveis quanto a declaração” de Assad, e considerou as ofensas um “crime contra a honra”.


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Com Ficha Limpa, candidaturas de Roriz e Severino serão barradas Ex-governador e ex-presidente da Câmara renunciaram para evitar cassação


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Um vacilo imperdoável

Ladrões de obras sacras de Minas têm aliados nos alarmes desligados

O incalculável patrimônio histórico e artístico depositado em dezenas de igrejas espalhadas por Minas Gerais está à mercê dos ladrões. O Estado de Minas noticiou quinta-feira o roubo de cinco imagens retiradas da Matriz de Santo Antônio, de Itacambira, no Norte do estado. Usando uma barra de ferro, um bando de criminosos arrombou uma porta lateral do templo erguido no fim do século 18 e início do 19 e levaram as imagens de São Sebastião, São Vicente Ferrer, Santo Antônio, São Miguel e Sant’Ana Mestra. são peças em madeira e policromia, medindo entre 70cm e um metro de altura. Além dos santos, foram levados vários objetos de valor inestimável e de fácil aceitação no mercado clandestino de antiguidades. A cidade tem pouco mais de 5 mil habitantes no perímetro urbano e, apesar de terem sido notadas na véspera duas camionetes dirigidas e conduzindo pessoas estranhas, ninguém percebeu o assalto. Os ladrões agiram de madrugada. Mas o que mais preocupa é uma informação que eles levaram junto com o resultado do roubo: boa parte das igrejas históricas de Minas têm alarme, mas em muitas delas ele não está funcionando. A população de Itacambira não tem dúvida: seu patrimônio histórico, sentimental e religioso deixou de ser salvo apenas por esse detalhe. É também por essa razão que ninguém pode calcular o tamanho do perigo que passou a correr tamanha riqueza herdada principalmente do Ciclo do Ouro, inclusive as peças de Aleijadinho e as construções consideradas patrimônios da humanidade. Reportagem de hoje revela que os alarmes instalados em 40 locais que abrigam esse patrimônio pelo progra-

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ma Minas para Sempre, do governo do estado, também não vão alertar a população da chegada de visitas indesejáveis. É que o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico Artístico (Iepha) não renovou os contratos com as empresas de segurança que instalaram e mantêm em funcionamento os equipamentos. A Coordenadoria das Promotorias de Justiça de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico de Minas Gerais (CPPC) avalia que todos os dispositivos de segurança estão desligados. O Iepha informou desconhecer o desligamento dos alarmes, mas a reportagem visitou três igrejas em Sabará e Pedro Leopoldo e em todas constatou que obras de artes de alto valor histórico e artístico estão desprotegidas. O contrato, no valor de R$ 200 mil – quantia irrisória para o número e o valor das peças protegidas –, encerrou-se no fim do ano e até agora não foi providenciada a sua renovação ou a contratação de outro prestador do serviço. Seja qual o for o motivo, não é aceitável que um órgão encarregado de tamanha responsabilidade tenha se deixado levar pela inércia e o descompromisso. Não é possível que ninguém entre seus gestores soubesse que contratos findam, pois costumam ter prazo. Tampouco é razoável esperar que a empresa contratada faça a filantropia de manter o serviço sem remuneração. Além disso, qualquer um de mediano bom senso sabe que segurança é algo que não pode esperar, ou seja, muito antes do esgotamento do prazo do contrato em vigor era preciso tomar as providências de praxe para evitar a ocorrência de intervalo que, como se comprovou em Itacambira, pode se fatal. É urgente uma reação enérgica do governo do estado para corrigir esse vacilo imperdoável.


17 Fev 2012