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borrachaatual .com.br Ano XXIV • Nº 138 • Set/Out 2018 • ASPA Editora

ISSN 2317-4544

09 Lei proíbe uso de

pneus reformados em motocicletas

48 iTeB lança

Prêmio edgard cortez

26 nova joint venture

para produção de sílica pirogênica

Vendas penus de pneus crescem 04 ENTREVISTA

Evaldo Barbosa, Diretor da REP Injetoras de Borracha

28 MAQUINATUAL

Sobratema celebra 30 anos de existência


Carbonato de Cรกlcio Precipitado

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Distribuindo sempre as melhores marcas.

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SUMÁRIO

EDITORIAL

borrachaatual .com.br Ano XXIV • Nº 138 • Set/Out 2018 • ASPA Editora

ISSN 2317-4544

09 Lei proíbe uso de

pneus reformados em motocicletas

48 iTeB lança Prêmio edgard cortez

26 nova joint venture

Vendas penus de pneus crescem 04 ENTREVISTA

Evaldo Barbosa, Diretor da REP Injetoras de Borracha

MATÉRiA De cAPA 28 MAQUINATUAL

Sobratema celebra 30 anos de existência

04

Entrevista

08 18 24

Notas Pneus Zanaflex

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Evonik

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MAQUINATUAL

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Um grande circo

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para produção de sílica pirogênica

Vendas de pneus crescem

Evaldo Barbosa, Diretor da REP Injetoras de Borracha

Indústria Química Soluções tenológicas em compostos de borracha Evonik e Wynca formam joint venture para a produção de sílica pirogênica

Eventos Frases & Frases Notas & Negócios Notícias ITEB

ITEB lança Prêmio Edgard Cortez

Notas Calçados Gente Matéria Técnica

Processo de Injeção da Borracha

Classificados Agenda

EXPEDIENTE

O circo sempre atraiu a atenção das crianças e das pessoas ao longo dos séculos. Os mais tradicionais tinham animais como leões, tigres e elefantes. Hoje em dia isto é proibido por lei. Mas os mágicos e equilibristas ainda permanecem. Sem falar nos palhaços, muito divertidos, embora algumas vezes não sejam politicamente corretos. Saindo do circo entramos no mundo real que em muitos aspectos assemelha-se a um verdadeiro circo. Neste mundo real ou circo real temos ilusionistas, contorcionistas, equilibristas e também os palhaços. Todos com nomes bem conhecidos. Não falarei dos palhaços agora. Deixarei para depois das eleições. Vale a pena falar dos equilibristas, parecidos com o empresário brasileiro, sempre tentando entender para onde vai a corda bamba da economia e se algum mágico de plantão pode atrapalhar seu desempenho. A indústria de pneus caminha estável com um leve viés positivo como poderá ser lido nesta edição. Fez a lição de casa, ajustou sua produção, equilibrou as exportações com o fornecimento ao mercado interno e hoje surfa no crescimento da indústria automobilística brasileira que deverá evoluir mais de 10% este ano. Já os fabricantes de artefatos de borrachas alternam momentos de euforia com momentos de incertezas, não só pelas dificuldades de exportação para a Argentina como também com uma sempre possível freada brusca do mercado nacional. Porém, o espetáculo não pode parar e neste mês saiu o Anuário Brasileiro da Borracha com informações ímpares do mercado brasileiro de elastômeros. A esperança permanece em pé e no final do espetáculo daremos boas risadas deste gigantesco circo em que vivemos. Boa leitura amigos! ANTONIO CARLOS SPALLETTA Editor

Ano XXIV - Edição 138 - Set/Out de 2018 - ISSN 2317-4544 Diretores: Adriana R. Chiminazzo Spalletta Antonio Carlos Spalletta

A revista Borracha, editada pela Editora ASPA Ltda., é uma publicação destinada ao setor de Borracha, sendo distribuído entre as montadoras de automóveis, os fabricantes de artefatos leves, pneus, camelback, calçados, instituições de pesquisa, órgãos governamentais e universidades. As opiniões expressas em artigos assinados não são necessariamente as adotadas pela Borracha Atual. É permitida a reprodução de artigos publicados desde que expressamente autorizados pela ASPA Editora.

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Editora Aspa Ltda.: Rua Com. Bernardo Alves Teixeira, 695 13033-580 – Vila Proost de Souza – Campinas/SP. CNPJ: 07.063.433/0001-35 Inscrição Municipal: 106758-3 Redação: Rua Com. Bernardo Alves Teixeira, 695 13033-580 – Vila Proost de Souza – Campinas/SP. redacao@borrachaatual.com.br

Assinatura e Publicidade: Tel/Fax: 11 3044.2609 assinaturas@borrachaatual.com.br www.borrachaatual.com.br Jornalista Responsável: Adriana R. Chiminazzo Spalletta (Mtb: 21.392) Projeto: Three-R Editora e Comunicação Ltda www.threer.com.br Foto Capa: Divulgação. Impressão: Mais M Comercial Editora. Tiragem: 5.000 exemplares

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ENTREVISTA

Evaldo Barbosa

Diretor da REP Injetoras de Borracha

“Esperamos uma rápida resposta do mercado. Afinal não se vive só de expectativa e esperança.” Evaldo Barbosa, 56, há 26 anos dedica-se à indústria de artefatos de borracha – 5 anos como agente comercial da REP International e 21 anos como Diretor da REP Injetoras de Borracha. A empresa é líder mundial em injetoras de borrachas e pioneira na fabricação de máquinas injetoras.

O executivo recebeu Borracha Atual no showroom da REP Tung Yu em Guarulhos, para falar sobre o portfólio da empresa, seu histórico, os investimentos no país e perspectivas de crescimento.

BORRACHA ATUAL: Como a REP começou no Brasil? Evaldo Barbosa: A decisão de implantação da REP Injetoras de Borracha no Brasil data de 1997 quando a exigência global das multinacionais fabricantes de artefatos de borracha, clientes globais da REP, pediu para a empresa ter uma solução mais efetiva no Brasil. Naquela época a indústria automobilística vivia um aumento de produção muito grande. Eram fabricados em torno de 1,5 milhão de veículos por ano, com previsão de atingir a marca de 5 milhões nos anos seguintes. Muitas empresas de autopeças voltaram seus olhos para a América Latina, especialmente para o Brasil. Em 1997, para atender os clientes que queriam uma parceria mais efetiva e falar diretamente com a REP, não somente através de um representante, a empresa decidiu implantar sua filial no Brasil. Ao longo do tempo, fomos incorporando os serviços de pós-venda dentro da REP Injetoras, que antes eram terceirizados. Qual a estrutura da REP Brasil hoje? A REP hoje tem uma gama muito grande de máquinas e estamos inaugurando um espaço, na Grande São Paulo, para showroom, com equipamentos à disposição para os clientes sentirem o diferencial e o potencial das Injetoras da marca. ©Foto Divulgação

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Além disso, temos assistência técnica, com técnicos especializados, para garantir todo o pós-venda (manutenção corretiva, manutenção preventiva, reposição de peças, treinamento em diferentes níveis, em diferentes equipamentos).

Qual foi o resultado da Expobor para a REP? Foi uma grata surpresa, apesar de apenas três dias de feira, com intervalo de algumas horas devido ao jogo do Brasil. No final das contas ficamos satisfeitos, porque todo o pessoal da área de borracha aproveitou a feira para visitar nosso estande, então faço um balanço positivo, que dá uma base de trabalho para os próximos meses. O número de visitantes surpreendeu? Foi muito parecido com as edições anteriores. Veio muita gente do meio, alguns que já são clientes, e outros mais novos no mercado. Nesta oportunidade, fizemos esse primeiro contato visando desenvolver parcerias em médio e longo prazo. Então pode-se dizer que em termos de qualidade de público a Expobor tem melhorado? Em termos de qualidade posso dizer que sim! Até porque se o pessoal hoje está deixando seu posto na empresa para passar uma tarde fora das suas obrigações do dia a dia, é porque tem interesse em fazer negócios. O que a REP mostrou na Expobor? Máquina injetora de borracha e prensa. Esses produtos já são consolidados. O que a REP fez na Expobor foi anunciar uma parceria com a Gibitre, uma empresa italiana fabricante de instrumentos para laboratório, para as indústrias da borracha e plástico. Eles produzem instrumentos como reômetros, viscosímetros, durômetros... www.borrachaatual.com.br

“TempInverter permite uma redução do tempo de vulcanização em torno de 25%.”

No que consiste a parceria? A princípio representação comercial dos produtos. Mas a médio e longo prazo, conforme o desenvolvimento, também poderemos oferecer serviços complementares do segmento (aferições, treinamento, reposição de peças etc), que hoje são suportados pela própria Gibitre. Poderia falar sobre o portfólio da REP no Brasil? A REP Brasil possui em seu portfólio toda a linha de injetoras fabricadas na REP da França, com destaque para a linha G10, com duas opções: G10 Core e G10 Extended, que já é compatível aos requisitos da indústria 4.0. Também oferecemos ao mercado a RT9. É uma máquina projetada para quem precisa de soluções simples para a vulcanização da borracha, sem muitas complicações e automatismos, mas com muita tecnologia. Ela possui opcionais como o TempInverter (dispositivo inserido na unidade de injeção que permite reduzir o tempo de vulcanização em 25%), e também o “FillBalancer” (placa de canais de alimentação do molde, desenhados especialmente para permitir a redução do tempo de vulcanização). Com essas duas tecnologias, você pode ter uma redução de 50% do tempo de vulcanização em relação ao processo normal. Nosso portfólio de produtos se completa com a linha de produtos da Tung Yu, que consiste em prensas de com-

pressão com capacidade de cinco até 10.000 toneladas de força. Na parte de serviços, temos toda assistência técnica e manutenção corretiva, preventiva e treinamento.

E o portfólio da REP na Europa? A REP França continua com seu portfólio de máquinas de alta tecnologia, abastecendo o mercado mundial, com ênfase na Europa e Estados Unidos, que são mercados exigentes. As máquinas standard atendem diversos segmentos, com capacidade de força de fechamento de 40 até 900 toneladas e capacidade de injeção de 125 cm3 (máquinas menores) até 8.500 cm3 (máquinas maiores). Depois existem as máquinas customizadas, feitas a pedido do cliente, com maior força de fechamento, maior volume de injeção, com uma ou duas unidades de injeção, para obter peças que exigem diferentes compostos, então é uma linha bastante ampla. Além das injetoras de borracha, a REP na França também oferece uma máquina de limpeza de molde a laser. Essa também pode vir para o Brasil a médio e longo prazo. Visando atender a demanda por novos mercados, em 2004, a REP firmou um acordo de colaboração técnica e comercial com a Tung Yu, fabricante Taiwanês, especializado em equipamentos para indústria de artefatos de borracha. O resultado desse acordo são as máquinas injetoras modelo RT9, que aproveitam o melhor da tecnologia da Tung Yu na estrutura de fechamento e automação, aliadas à unidade de injeção da REP, sem igual no mercado mundial. A TungYu tem representante só dela no Brasil? O acordo com a TungYu é um acordo global. Só em alguns mercados da Ásia a TungYu atua diretamente, até porque a empresa é de lá. A ocidentalização da

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ENTREVISTA

“A REP, apesar de todos os períodos turbulentos na economia mundial, nunca deixou de investir em desenvolvimento.” TungYu ocorreu a partir da parceria com a REP em meados de 2004. No Brasil, a REP Brasil é a representante oficial da Tung Yu.

Pesquisa e desenvolvimento são prioridades para a REP? A REP nunca deixou de investir em Pesquisa e Desenvolvimento e continua aprimorando seus produtos para atender as necessidades futuras do mercado da borracha. Hoje a Ásia é o maior mercado do mundo, por isso a REP International investiu em duas novas plantas de produção. Uma na China e outra na Índia. O laboratório de pesquisa e desenvolvimento da REP também é compartilhado com os parceiros? Apenas em casos pontuais. Por exemplo, na época do desenvolvimento do produto REP TungYu houve integração muito forte das duas engenharias para integrar as tecnologias. Isso já foi feito, o produto já existe. Cada um tem sua engenharia de desenvolvimento. Aonde ficam as sedes da REP na França e da TungYu em Taiwan? A sede da REP fica na região de Lyon, em Corbas. Já a sede da Tung Yu fica em Nantow City, aproximadamente duas horas de Taipei.

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Como está o mercado para máquinas de injeção hoje? O mercado de máquinas de injeção hoje está em crescimento. As indústrias sentem que têm necessidade de fazer investimentos e renovar o seu parque de máquinas. Em alguns setores parece que o empresário está perdendo um pouco a paciência em ficar esperando as coisas melhorarem e acabar perdendo “business” por falta de decisão de investimento. Vemos que algumas empresas estão abrindo as gavetas e discutindo novos projetos... Qual a principal dificuldade na venda de máquinas de injeção no mercado brasileiro? Quando você fala da REP no mercado, muitos falam “ah... a REP é a marca de meus sonhos”. Isto acontece porque foi a REP quem inventou a injeção de borracha há mais de 50 anos. Então ela é a pioneira, a desenvolvedora, a criadora da injeção da borracha. Aquele borracheiro que já está no mercado ou chegando nele, na maioria das vezes depara-se com a falta de financiamento e recursos para investimento, atrapalhando na tomada das decisões. A REP Brasil exporta para a América Latina? A REP Brasil é voltada apenas para o mercado brasileiro, mas a implantação do “showroom” é uma vitrine para que clientes da América Latina venham conhecer as máquinas aqui no Brasil. É muito mais fácil para o empresário vir de Buenos Aires, que está há duas horas de vôo para o Brasil, do que ir para Lyon na França. Em cada país industrializado da América Latina que tenha um nicho importante de borracha, a REP International mantém agentes comerciais com assistência técnica. Um bom exemplo é a Argentina, que mantém há muitos anos um agente com assistência técnica.

“Foi a REP quem inventou a injeção de borracha há mais de 50 anos.” Como a matriz vê o mercado brasileiro? Tem expectativas positivas? Sim, as expectativas são positivas. Estamos fazendo este aporte acreditando no mercado brasileiro, esperando que o mercado dê a resposta necessária. 2019 deve ser melhor porque, pelo menos, não tem eleições e Copa do Mundo... Na realidade isso não deveria interferir muito em nossas vidas, mas interfere. Então fica sempre essa dúvida. E no Brasil, tradicionalmente, apesar do ano ter 12 meses, operacionalmente as empresas fazem seus investimentos entre fevereiro e outubro. Depois as coisas ficam paradas em virtude das férias, fechamento etc. Temos que conviver com isso. O Brasil é assim e não vai mudar. Mas, apesar de tudo, temos confiança na força e no potencial da indústria brasileira. A REP Brasil já está se preparando para o momento da decolagem da nossa economia. A resiliência do empresário brasileiro é muito grande e nós já temos assento reservado neste vôo. 

“A implantação do “showroom” é uma vitrine para que clientes da América Latina venham conhecer as máquinas aqui.”

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Líder mundial em injetoras de borracha A REP nasceu em 1907 atuando no ramo da metalurgia, mas desde cedo percebeu a importância dos polímeros e elastômeros para a maioria das indústrias. A empresa, então, resolveu se especializar em tecnologia para injeção de borracha – uma decisão que se mostrou muito bem-sucedida. Em 1948, foi comercializada a primeira máquina injetora de borracha com a marca REP. Hoje, a REP International é líder mundial no segmento com destaque para alta tecnologia de seu sistema de injeção em formato Y. Sua linha de injetoras é capaz de atender a maioria das aplicações em todo mundo, mas a REP vai além, fabricando máquinas customizadas para suprir necessidades específicas de seus clientes. Também fazem parte de seu portfólio equipamentos a laser para limpeza de moldes. Desde 2004, a REP possui acordo comercial com a Tung Yu de Taiwan, para comercializar Injetoras e Prensas de Vulcanização da marca taiwanesa. São equipamentos com qualidade reconhecida internacionalmente que possuem preços mais competitivos no mercado. Manter todos esses produtos atualizados e em constante evolução é um dos compromissos do Departamento de Desenvolvimento de Processos, cujo laboratório semi-industrial tem que, entre suas atribuições, colaborar com cada cliente no desenvolvimento de soluções adequadas ao seu ramo de atividade. O atendimento pós-venda é assegurado por uma rede de filiais e representantes distribuídos nos cinco continentes. O sistema de logística criado pela REP permite enviar 95% das peças no prazo combinado, sendo 85% no mesmo dia! A REP está presente no Brasil desde a década de 1970 e reforça, mais uma vez, o compromisso que mantém com seus clientes e com o País, inaugurando um “showroom” dedicado a oferecer melhores níveis de produtos e serviços.

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NOTAS PNEUS

Rinaldi apresenta novos modelos Lançamentos street e off road da marca gaúcha foram destaques na décima edição do Salão Nacional e Internacional das Motopeças, que aconteceu em São Paulo (SP). A Rinaldi aproveitou sua participação no evento para apresentar seus últimos lançamentos: o RS 47 – para a prática do motocross, o RW 45 – para terrenos arenosos e o SS 48 – com maior rendimento quilométrico nas ruas. Pneu para terreno arenoso no mercado externo – Um pneu off road desenvolvido especialmente para terrenos arenosos e gradeados é a nova aposta da marca gaúcha Rinaldi para o mercado externo. Trata-se do RW 45, um modelo com desenho em concha, produzido em composto de alta resistência, tendo sua estrutura reforçada em poliamida. Segundo o analista de exportação, Renan Vicari, o produto surgiu devido à necessidade de mercado da Bélgica, onde há muitas pistas de areia, fundas e macias. “Aproveitamos a oportunidade para lançar um produto voltado ao exterior, fazendo os testes sob as mais extremas condições de uso na Europa”, explica. O gerente de tecnologia, Silvio Grecco, afirma que o pneu oferece excelente tração e, consequentemente, melhor rendimento em provas de motocross, enduro, entre outras modalidades, em terrenos arenosos. “Pilotos renomados comprovaram o ganho em performance, destacando a força do conceito de pneu concha”. E o RW 45 deu tão certo que, além de atender a Bélgica, começa a ser exportado para outros países do velho continente, isso sem falar na demanda do próprio Brasil. Sua primeira medida é a 110/90-19, para motos entre 250cc e 450cc, mas a ideia é expandir a linha para motocicletas de menores cilindradas. 

Vida útil dos pneus de veículos de carga Os pneus são o único ponto de contato entre o veículo e o solo. Por isso, estar atento aos seus cuidados é fundamental, pois além dos pneus suportarem a carga e absorverem as irregularidades do piso, eles são responsáveis por transferir toda a potência da tração e frenagem do veículo ao solo e por trazer maior segurança. Para motoristas, frotistas e empresas, os pneus representam também um investimento importante e, realizando todos os cuidados necessários, o usuário consegue gerar ganho em quilometragem rodada, aumentando assim o seu custo/benefício. Para José Carlos Quadrelli, gerente geral de Engenharia de Vendas da Bridgestone, uma prática de grande impacto para aumentar a vida útil dos pneus de caminhão, tanto em primeira vida quanto reformados, é o controle dos “5 Ladrões de Quilometragem”: Alinhamento, Balanceamento, Calibragem, Desenho de Banda e o Emparelhamento. “Se estes itens não forem bem avaliados e corrigidos, cada um deles, por si só, pode reduzir a quilometragem do pneu de 20% até 40%”, explica Quadrelli. O rodízio de pneus é outra prática essencial e precisa ser feita periodicamente. “Ele evita o desgaste irregular, fazendo com que o desgaste aconteça de maneira mais uniforme, proporcionando um desempenho equilibrado do conjunto em termos de dirigibilidade, tração e frenagem”, comenta Quadrelli. Outra dica importante é manter os pneus distantes dos derivados de petróleo ou solventes. Estes produtos atacam a borracha, fazendo com que ela perca suas propriedades físico-químicas e mecânicas, reduzindo a vida útil. A recapagem, que permite reaproveitar com total segurança o pneu usado e adicionar a ele uma nova banda de rodagem (parte que entra em contato com o solo), também é uma prática consolidada no Brasil. Se realizado por um revendedor credenciado e com suporte do fabricante, o pneu reformado pode rodar tanto ou mais que um pneu novo e com 1/3 do valor de um pneu original.  ©Fotos Divulgação

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NOTAS PNEUS

Lei proíbe uso de pneus reformados em motocicletas Andar de motocicleta pode ser considerada uma atividade de risco. Por isso, é essencial que o usuário esteja com todos os equipamentos em ordem, especialmente os pneus, que são os únicos pontos de contato do veículo com o solo. Pensando na segurança dos motociclistas, a legislação proíbe, desde 2004, o uso de pneus reformados em veículos de duas rodas. “O papel do pneu em veículos de duas ou três rodas é fundamental para a segurança do motociclista, porque, em caso de falha, pode causar perda total de controle. Por isso, o uso dos pneus originais e em bom estado é fundamental para garantir segurança, conforto ao rodar, aderência nas acelerações e frenagens, equilíbrio e movimento de inclinação do veículo”, explica Klaus Curt Müller, presidente da ANIP. Um estudo realizado em 2013 pela Abraciclo, em parceria com a FMUSP e HCFMUSP, aponta que 8% dos acidentes com motociclistas são causados por problemas de manutenção, sendo que os piores itens de conservação observados foram pneus (11%) e freios (7%). Questões técnicas – O pneu de motocicleta não foi projetado para ter uma segunda vida. Isso acontece porque a carcaça, que serve de estrutura do pneu, sofre um grande desgaste ao fim de sua primeira vida, impactando o pneu como um todo. As reduzidas espessuras dos materiais dificultam a raspagem e há grande chance da formação de rugas, bolhas e má adesão quando há aplicação do material de reforma. Deste modo, as tensões e deformações da área de contato do pneu com o solo interferem na sua geometria e assimetria, e favorecem o possível descolamento da estrutura reconstruída. A má condição das ruas e estradas também acelera a fadiga dos materiais, mediante sucessivos impactos que podem causar uma avaria acidental. A dirigibilidade e segurança dependem da geometria da suspensão da motocicleta. Alguns ângulos são fundamentais para isto, entre eles o camber, que é o ângulo criado quando a motocicleta se inclina durante uma curva, sendo que traseiro é diferente do dianteiro. A dinâmica da realização de uma curva sem escorregamento do motociclista depende da curvatura do pneu, que pode ser prejudicada, em caso de reforma. Por esses motivos, o prolongamento do uso do pneu duas rodas interfere diretamente na dirigibilidade. Proibido por lei – A Resolução 158/2004 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) e a Portaria 554/2015 do Inmetro proíbem, respectivamente, o uso e o serviço de reforma destes pneus em todo o território nacional. Portanto, a recapagem de pneus duas rodas é considerada uma prática ilegal do mercado. 

DIABLO ROSSO™ CORSA II Usando seus 15 anos como Fornecedor Oficial de Pneus para todas as classes do Campeonato Mundial de SuperBike da FIM, a Pirelli utilizou as melhores tecnologias e patentes para desenvolver o DIABLO ROSSO™ CORSA II, um pneu inovador desenvolvido nas corridas e feito para uso em estradas e pistas. Desde o lançamento do DIABLO ROSSO™ CORSA original em 2010, as motocicletas e as necessidades dos motociclistas evoluíram, eles agora buscam desempenho esportivo combinado com versatilidade, não apenas na pista, mas também na estrada. O torque e a potência das motos aumentaram significativamente e a introdução de sofisticados sistemas de controle de tração e ABS em curvas deixou tais ganhos de desempenho à disposição de mais pilotos para alcançar maiores ângulos de inclinação. Consequentemente, o slogan escolhido pela Pirelli para acompanhar o novo produto é “Aceite inclinações mais agressivas”.

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NOTAS PNEUS

Pirelli traz para o Brasil modelos exclusivos para carros clássicos A Pirelli está trazendo para o Brasil a linha Collezione, de pneus exclusivos para modelos clássicos. A nova família é formada por pneus que respeitam as características originais dos veículos, obedecendo aos atuais padrões de sustentabilidade e segurança com a melhor performance. Durante o processo de desenvolvimento da linha Collezione, os engenheiros da Pirelli utilizaram como base os mesmos parâmetros criados pelos projetistas da época, para assegurar a configuração original de cada carro. Os desenhos das bandas de rodagem são os mesmos dos produtos originais, mas com tecnologias e compostos de última geração, proporcionando o máximo em segurança e performance. “A Collezione é uma linha dedicada de pneus para carros de alto valor, fabricados há mais de 20 anos. É um produto de nicho, voltado para um público extremamente exigente. Utilizamos toda nossa expertise no motorsport e no segmento High Value para desenvolver produtos que mantenham as características originais do veículo, entregando o mesmo desempenho e segurança dos nossos pneus mais modernos”, afirma Fabio Magliano, Gerente de Produtos Car e Motorsport da Pirelli para a América Latina. O s pneus da linha Collezione são vendidos no Brasil pela Batistinha Garage. 

Firestone lança pneu para caminhões A Bridgestone, detentora da marca Firestone, lança o pneu radial FS440, o seu principal produto para o segmento rodoviário. O novo modelo apresenta uma performance quilométrica 20% melhor do que o seu antecessor, o FS400. Além disso, o modelo apresenta “nota A” no Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE), no quesito aderência ao piso molhado. “Melhor performance quilométrica sem abrir mão do conforto e segurança aos motoristas. Este foi o foco principal do desenvolvimento do FS440”, comenta Oduvaldo Viana, diretor de Marketing da Bridgestone. “Colocamos todo o nosso conhecimento, inovação e tecnologia para desenvolver o melhor pneu da categoria”, explica Viana. O FS440 é um pneu radial sem câmara desenvolvido para uso em eixos direcionais, livres e de tração moderada de caminhões e ônibus que circulam em rodovias pavimentadas de curta, média e longa distâncias. Com uma maior profundidade dos sulcos, para melhorar a performance quilométrica, o FS440 possui ombros arredondados, que aumentam a resistência ao arraste lateral, evitando o descolamento prematuro da banda de rodagem. Completando as características do produto, o lançamento apresenta ejetores nos sulcos centrais

que ajudam a menor retenção de pedras e Groove Fence, tecnologia que possibilita a redução de ruído. Tanto os ombros arredondados quanto os ejetores permitem um maior índice de recapabilidade do pneu, o que ajuda na eficiência em gerenciamento de custos pelos donos de frotas e motoristas de caminhões e ônibus, já que a representatividade do pneu é muito grande. “O setor de recapagem está cada vez mais consolidado no Brasil, já que pode auxiliar nesta redução de custo. A prática da recapagem permite reaproveitar com total segurança o pneu já rodado e adicionar a ele uma nova banda de rodagem (parte que entra em contato com o solo). Dessa forma, a recapagem consegue reduzir o custo por quilômetro do pneu e trazer benefícios para fornecedores, consumidores e meio ambiente”, completa Viana. Na questão segurança, o modelo possui um grande destaque que é a sua excelente aderência ao piso molhado. O FS440 recebeu “nota A” na medida 275/80 R22.5, segundo os critérios estabelecidos pelo Inmetro para o Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE) para pneus. 

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NOTAS PNEUS

Lanxess planeja vender sua participação de 50 por cento na Arlanxeo para a Saudi Aramco O grupo de especialidades químicas Lanxess declarou, em sua sede na cidade de Colônia, na Alemanha, que planeja vender sua participação remanescente de 50% na Arlanxeo à sua parceira de “joint venture” Saudi Aramco. As duas empresas criaram a Arlanxeo em 2016 para produzirem borracha sintética numa “joint venture” 50:50. A transação ainda está sujeita à aprovação das autoridades antitruste relevantes. Ao mesmo tempo, a informação ou consulta dos órgãos representantes dos funcionários será realizada. As partes esperam concluir a transação prevista até o final de 2018. A Arlanxeo está avaliada em € 3 bilhões. A Lanxess espera receber aproximadamente € 1,4 bilhão em dinheiro após a dedução de dívidas e outros pas-

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sivos financeiros por sua participação de 50% na empresa. A Lanxess planeja usar os recursos para fortalecer sua base financeira e reduzir a dívida financeira líquida. Originalmente, a Lanxess e a Saudi Aramco concordaram em um período de “lock-up” até 2021 para ambos os parceiros. “Com a transação prevista, concluiríamos outro marco importante de nossa transformação estratégica antes do planejado originalmente. Isso deve nos permitir um foco ainda melhor em nossa posição como líder em mercados de produtos químicos especiais de tamanho médio”, afirmou Matthias Zachert, presidente do conselho de administração. “Ao mesmo tempo, aumentamos a resiliência dos nossos negócios, fortalecemos nossa base

financeira e ganhamos flexibilidade estratégica adicional para crescer.” Sediada em Maastricht, na Holanda, a Arlanxeo gerou vendas de cerca de € 3,2 bilhões em 2017 e emprega cerca de 3.800 pessoas em vinte plantas de produção em nove países. A empresa produz borracha sintética de alto desempenho utilizada nas indústrias automotiva, de pneus, da construção civil e de petróleo e gás. Em 2016, a transferência dos negócios com borracha sintética para a “joint venture” Arlanxeo foi a base do realinhamento estratégico da Lanxess. Desde então, a companhia tem focado no crescimento de mercados de especialidades de médio porte e fez várias aquisições nesta área, com a aquisição da companhia química americana Chemtura em 2017 como a maior delas.

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NOTAS PNEUS

Pneu com maior rendimento quilométrico A Rinaldi está lançando no mercado o Super Street SS 48 – novo modelo em sua linha On Road. O pneu se destaca pelo maior rendimento quilométrico, graças a um composto exclusivo desenvolvido pela marca. Uma solução que contribui com a segurança nas estradas, maior economia e menor impacto no meio ambiente. Segundo o gerente de tecnologia e qualidade, Silvio Grecco, o SS 48 ainda possui estrutura resistente, oferece excelente tração e dirigibilidade. “É um pneu mais competitivo para motos de baixa cilindrada, com visual moderno. Sem dúvidas, a melhor opção em termos de custo/benefício”, explica. O Super Street SS 48 é disponibilizado nas medidas 2.75-18 (42P), para a dianteira da motocicleta, e 90/90-18 (51P), para a traseira.. 

Dunlop dá dicas para aumentar vida útil de pneus de caminhão De olho em uma melhor qualidade de vida para os profissionais e, claro, em tornar as constantes viagens mais seguras para todos, a Dunlop preparou um material que dá aos motoristas importantes dicas de como prorrogar a vida útil dos pneus, reduzindo o custo por quilômetro, sem comprometer a qualidade do equipamento. José Eduardo Romeiro, Supervisor de Produto da Dunlop, é a voz da empresa nas seguintes dicas: Alinhamento e rodízio

“A Dunlop recomenda que você realize o alinhamento, o balanceamento e o rodízio a cada 10 mil km. Isso é importante para minimizar o desgaste irregular e aumentar a vida útil dos pneus do caminhão”. Calibragem

“Manter o controle sistemático da pressão de ar (calibragem) a cada 14 dias é um dos pontos mais importantes da manutenção preventiva dos pneus. Em estradas com terrenos mais irregulares, a recomendação é calibrar os pneus a cada parada, mas sempre com eles frios”. Direção defensiva

“Além da calibragem, é importante se atentar à forma de dirigir. Um modo de direção com arrancadas, frenagens e manobras suaves pode garantir maior vida útil dos pneus. Além disso, é importante evitar choques e contatos contra obstáculos ou guias, principalmente quando os pneus estiverem quentes, pois isso pode danificar o pneu e, em casos mais extremos, inutilizá-lo.”

Momento da troca

“Todos os pneus Dunlop possuem indicadores de desgaste da banda de rodagem (TWI), com 1,6 mm de profundidade, dentro do sulco do pneu, e estão distribuídos em seis pontos ao longo da banda de rodagem. Ao atingir esse indicador, o pneu chegou ao seu desgaste máximo e deve ser substituído imediatamente.” “No entanto, caso o motorista deseje reutilizar a carcaça do pneu, ou seja, recapar, a Dunlop recomenda que o pneu seja substituído com 3 a 4 mm de profundidade da banda de rodagem, de modo a garantir uma boa reforma.” Atenção à garantia

“Os pneus Dunlop têm garantia de 5 anos a partir da data de venda do item ou do veículo novo que saia de fábrica equipado com os pneus da marca. As informações detalhadas sobre os critérios e condições de garantia podem ser encontrados no site da empresa: www.dunlop.com.br ”. Pneus para todos os terrenos

“A Dunlop comercializa pneus específicos para utilização mista (asfalto e terra), utilização urbana, bem como para utilização 100% rodoviária (somente asfalto). Saber identificar o pneu correto para a sua aplicação irá garantir maior vida útil dos pneus e economia para você.” Respeito aos limites de peso

“A utilização de pneus com excesso de carga ou baixa pressão de ar faz com que a sua estrutura trabalhe sobrecarregada, ocasionando danos irreparáveis e, consequentemente, diminuindo a sua vida útil”.  ©Foto Divulgação

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NOTAS PNEUS

Bridgestone em veículos da Toyota

A Bridgestone é parceira global da Toyota e atualmente fornece pneus para a montadora no Brasil para os modelos Etios, Corolla, Hilux, SW4 e o recém-lançado Toyota Yaris. A empresa investe constantemente em novas tecnologias, colocando todo o seu know-how para desenvolver novos conceitos de pneus que ofereçam sempre cuidados com o meio ambiente, desempenho superior, segurança e economia. No novo veículo Yaris, a Bridgestone é fornecedora na medida 185/60R15 84H com o pneu Ecopia EP150. A Linha Ecopia possui como principal característica proporcionar aos pneus uma menor resistência ao rolamento. Isso significa que o veículo necessita de menos energia para se movimentar, o que reduz o consumo de combustível que, por sua vez, minimiza a produção de emissões de dióxido de carbono (CO2), que contribuem para o aquecimento global. “Esta linha ecológica é resultado de constantes investimentos em pesquisa e desenvolvimento da Bridgestone”, comenta Marcos Aoki, diretor de Vendas de Equipamento Original da Bridgestone. “A empresa inova e vende produtos da mais alta qualidade e tecnologia proporcionando assim as melhores soluções em pneus”, finaliza Aoki. 

Run Flat na nova Ferrari Portofino A Bridgestone foi selecionada pela Ferrari para fornecer os pneus run flat opcionais do novo modelo esportivo da Ferrari, o conversível Portofino de 600 cv e configuração 2+2 de assentos. Os pneus run flat Potenza S007 serão fornecidos para a planta da Ferrari em Maranello, na Itália, nos tamanhos 245/35ZRF20 (91Y) e 285/35ZRF20 (100Y) para os clientes que desejarem equipar o conversível com esses opcionais. A Bridgestone projetou a linha de pneus run flat UHP Potenza S007 com materiais e tecnologias inovadoras para combinar excelente tração nas curvas e durabilidade em altas velocidades, características que caem como uma luva para a direção esportiva da Portofino. O padrão assimétrico, com ombro externo mais largo e blocos com resistência extra, melhora a precisão e a resposta de dirigibilidade, além de aumentar a tração em superfícies secas. As ranhuras amplas em toda a circunferência ajudam a transportar a água pelos sulcos dos pneus para garantir a tração em pistas molhadas. A segurança adicional da tecnologia run flat da Bridgestone permite que o motorista mantenha o controle do veículo caso o pneu seja danificado e continue rodando por até 80 km a uma velocidade de 80 km/h até encontrar um local seguro para interromper a viagem. “A combinação perfeita de esportividade e conforto interno da Ferrari Portofino impõe diversos desafios aos fabricantes de pneus. Para a Bridgestone, é um orgulho fornecer a nova geração de pneus run flat desenvolvidos, testados e fabricados no Japão para esse conversível excepcional”, afirma Christophe De Valroger, Vice-presidente de Equipamentos Originais na Bridgestone EMEA. A Bridgestone desenvolve pneus para a Ferrari e fornece equipamentos originais para a planta de Maranello desde o modelo Ferrari 348, em 1990. O Potenza S007 já era o opcional de fábrica para os modelos esportivos Spider e 488 GTB de 8 cilindros. A Bridgestone foi fornecedora oficial dos pneus de corrida para a equipe da Ferrari de F1 entre 1999 e 2010 – uma era em que a escuderia italiana colecionou 8 títulos do Mundial de Construtores e 7 títulos do Mundial de Pilotos.  ©Fotos Divulgação

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NOTAS PNEUS

Lanxess planeja vender sua participação de 50 por cento na Arlanxeo para a Saudi Aramco O grupo de especialidades químicas Lanxess declarou, em sua sede na cidade de Colônia, na Alemanha, que planeja vender sua participação remanescente de 50% na Arlanxeo à sua parceira de “joint venture” Saudi Aramco. As duas empresas criaram a Arlanxeo em 2016 para produzirem borracha sintética numa “joint venture” 50:50. A transação ainda está sujeita à aprovação das autoridades antitruste relevantes. Ao mesmo tempo, a informação ou consulta dos órgãos representantes dos funcionários será realizada. As partes esperam concluir a transação prevista até o final de 2018. A Arlanxeo está avaliada em € 3 bilhões. A Lanxess espera receber aproximadamente € 1,4 bilhão em dinheiro após a dedução de dívidas e outros pas-

sivos financeiros por sua participação de 50% na empresa. A Lanxess planeja usar os recursos para fortalecer sua base financeira e reduzir a dívida financeira líquida. Originalmente, a Lanxess e a Saudi Aramco concordaram em um período de “lock-up” até 2021 para ambos os parceiros. “Com a transação prevista, concluiríamos outro marco importante de nossa transformação estratégica antes do planejado originalmente. Isso deve nos permitir um foco ainda melhor em nossa posição como líder em mercados de produtos químicos especiais de tamanho médio”, afirmou Matthias Zachert, presidente do conselho de administração. “Ao mesmo tempo, aumentamos a resiliência dos nossos negócios, fortalecemos nossa base

financeira e ganhamos flexibilidade estratégica adicional para crescer.” Sediada em Maastricht, na Holanda, a Arlanxeo gerou vendas de cerca de € 3,2 bilhões em 2017 e emprega cerca de 3.800 pessoas em vinte plantas de produção em nove países. A empresa produz borracha sintética de alto desempenho utilizada nas indústrias automotiva, de pneus, da construção civil e de petróleo e gás. Em 2016, a transferência dos negócios com borracha sintética para a “joint venture” Arlanxeo foi a base do realinhamento estratégico da Lanxess. Desde então, a companhia tem focado no crescimento de mercados de especialidades de médio porte e fez várias aquisições nesta área, com a aquisição da companhia química americana Chemtura em 2017 como a maior delas.

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NOTAS PNEUS

Vendas de pneus crescem 2,3% A ANIP (Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos) registrou crescimento de 2,3% nas vendas de pneus no primeiro semestre de 2018 em relação ao mesmo período de 2017, com um aumento total de 28,9 milhões unidades de pneus. Os números fazem parte do levantamento setorial das empresas associadas. “O resultado poderia ter sido melhor, já que tínhamos registrado um forte aumento nas vendas nos primeiros meses deste ano. Mas sentimos o impacto da paralisação em maio e da Copa do Mundo, que afetaram o funcionamento das linhas de produção e as vendas no

varejo”, diz Klaus Curt Müller, presidente executivo da ANIP. A comercialização para reposição no período puxou para baixo o resultado, já que houve queda de 4,6% no total. O resultado é atribuído, principalmente, à diminuição de 14,2% nas vendas de pneus para veículos comerciais leves e de 8,5% nas vendas para carros de passeio. Para o setor de veículos de carga, as vendas mantiveram-se estáveis. Já a reposição de pneus de moto cresceu 7,9% no período, para 4,8 milhões de unidades. O saldo positivo no semestre foi encabeçado pelas vendas para montadoras,

com aproximadamente 7,6 milhões de unidades de pneus, 28,3% a mais comparando com o 1º semestre de 2017. O resultado foi puxado pela forte alta nas vendas de pneus para veículos de carga, somando 678 mil de unidades, um acréscimo de 79,9% sobre as 377 mil vendidas em 2017. Destaque também para a venda de pneus para montadoras de veículos de passeio, que saíram de 4 milhões para 4,9 milhões, crescimento de 24,7%. O melhor mês do semestre em vendas de pneus foi junho, com aproximadamente 5,5 milhões de unidades vendidas, número 11% superior ao mesmo mês de 2017. 

RESULTADOS DOS FABRICANTES NACIONAIS DE PNEUS 1º SEMESTRE DE 2018

TOTAL DE VENDAS 1º Semestre Vendas (milhões de unidades)

Total 1º Semestre

O primeiro semestre de 2018 registrou leve crescimento de 2,3% nas vendas do setor e poderia ter sido melhor, não fosse o impacto da paralisação ocorrida em maio.

28.206.103 28.863.343

1º Semestre MÊS

2017

2018

Janeiro

4.357.940

4.787.924

Fevereiro

4.433.888

4.530.362

Março

5.036.269

5.311.308

Abril

4.599.593

4.980.791

Maio

4.825.268

3.754.612

Junho

4.953.145

5.498.346

2018

2017

2,3%

Fonte: ANIP

VENDAS POR TIPO DE MERCADO (milhões de unidades)

MONTADORAS

REPOSIÇÃO 1º Semestre

22.291.395

2017

21.273.936

2018

-4,6%

16 VENDAS DE PNEUS DE PASSEIO (Unidades)

2017

5.914.708 7.589.407

2018

28,3%

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1º Semestre

22.291.395

2017

21.273.936

2018

NOTAS PNEUS

5.914.708

2017

7.589.407

2018

-4,6%

28,3%

VENDAS DE PNEUS DE PASSEIO (Unidades)

1º Semestre Apesar de relevante alta na venda de pneus para montadoras, reflexo do crescimento na produção de veículos, as vendas de pneus de passeio fecharam o 1º semestre em leve queda de 0,4%, impactadas pelo desempenho do mercado de reposição.

2017

2018

EVOLUÇÃO

REPOSIÇÃO

12.334.412

11.283.081

-8,5%

MONTADORA

4.004.953

4.994.028

24,7%

TOTAL DE VENDAS

16.339.365 16.277.109

-0,4% Fonte: ANIP

VENDAS DE PNEUS DE CARGA (Unidades)

1º Semestre As vendas de pneus de carga no semestre registraram crescimento de 9,2%, puxadas pela forte alta em vendas para montadoras.

2017

2018

EVOLUÇÃO

REPOSIÇÃO

2.857.878

2.853.811

-0,1%

MONTADORA

376.889

678.182

79,9%

TOTAL DE VENDAS

3.234.767

3.531.993

9,2%

Fonte: ANIP

VENDAS DUAS RODAS (Unidades)

1º Semestre

A categoria de pneus de motos registrou aumento de 7,9% no primeiro semestre de 2018 contra o mesmo período do ano anterior, representando as vendas para o mercado de reposição.

2017

2018

EVOLUÇÃO

REPOSIÇÃO

4.504.194

4.859.811

7,9%

TOTAL DE VENDAS

4.504.194

4.859.811

7,9% Fonte: ANIP

BALANÇA COMERCIAL A indústria de pneus como um todo contabilizou uma balança comercial positiva no primeiro semestre, apesar de o número de unidades importadas ter sido maior. O motivador para o saldo positivo foi o câmbio favorável às exportações.

BALANÇA COMERCIAL JANEIRO A JUNHO 2018

US$

Unidades

EXPORTAÇÕES

505.603.153

16.635.548

IMPORTAÇÕES

492.524.170

18.640.381

RESULTADO

13.078.983

-2.004.833 Fonte: MDIC

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A Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP) representa a indústria

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INDÚSTRIA QUÍMICA

Déficit em produtos químicos ultrapassa US$ 15,6 bi As importações brasileiras de produtos químicos somaram US$ 4 bilhões em julho, aumento de expressivos 24,8% em relação ao mesmo mês de 2017, e movimentaram praticamente 4,1 milhões de toneladas, uma elevação de 2,9% na mesma comparação. Tal valor importado é a maior marca mensal desde outubro de 2014, quando foram comprados praticamente US$ 4,4 bilhões em produtos químicos. Em relação ao mês imediatamente anterior, junho de 2018, foram registrados aumentos de 7,8% em valor e de 19,9% em volume. Desde fevereiro, tanto os valores quanto as quantidades importadas vêm seguidamente crescendo mês após mês: dos US$ 2,9 bi e 2,8 milhões de toneladas em fevereiro para os US$ 4 bi e 4,1 milhões de toneladas em julho. Já as exportações, por sua vez, totalizaram, em julho, pouco mais de US$ 1 bilhão e praticamente 1 milhão de toneladas, quedas de, respectivamente, 10,8% e de 16,7% em relação ao mês de junho. No acumulado deste ano, entre janeiro e julho, as compras de mercadorias do exterior alcançaram US$ 23,2 bilhões, o que representa elevação de 13,9% em relação ao mesmo período de 2017. Na verificação de uma série histórica compreendida entre janeiro e julho dos anos de 2010 a 2018, o atual montante de US$ 23,2 bilhões somente foi superado nos anos de 2013 e de 2014 (respectivamente US$ 26,1 bilhões e US$ 25,5 bilhões), exatamente nos mesmos períodos em que foram registrados os históricos déficits setoriais de US$ 32 bilhões (2013) e de US$ 31,2 bilhões (2014), os quais foram sucedidos pela recente crise econômica pela qual passou o Brasil nos últimos três anos.

O volume de importações, de praticamente 22 milhões de toneladas, significou uma retração de 11,5% na comparação com janeiro a julho de 2017, sobretudo devido à redução de 18,8% das aquisições de intermediários para fertilizantes no acumulado do ano em curso. As exportações, por sua vez, somaram US$ 7,6 bilhões, comportamento praticamente estável (redução de 0,8%) na comparação com o mesmo período de 2017, apesar da redução de 17,6% nos volumes exportados, que foram de praticamente 8 milhões de toneladas. Com esses resultados, o déficit na balança comercial de produtos químicos chegou, até julho, à marca de US$ 15,6 bilhões, uma expressiva elevação de 22,7% em relação ao mesmo período de 2017. Nos últimos 12 meses, de agosto de 2017 a julho deste ano, o déficit comercial atingiu a marca de US$ 26,4 bilhões e a perspectiva é de que, para o final de 2018, esse indicador supere US$ 27 bilhões, apesar da ainda tímida recuperação do crescimento econômico nacional e em meio à guerra comercial entre Estados Unidos e China. “É particularmente preocupante no ainda instável atual cenário econômico brasileiro como a guerra comercial entre as maiores economias do mundo atingirá a indústria brasileira. É indiscutível que haverá um excedente de mercadorias e o Governo precisa agir rapidamente para impedir que o Brasil seja alvo de um surto de importações decorrentes desse desequilíbrio comercial internacional em condições predatórias”, destaca Denise Naranjo, Diretora de Assuntos de Comércio Exterior da Abiquim. 

Peróxidos do Brasil investe para aumentar produção A Peróxidos do Brasil, joint venture do Grupo Solvay com a PQM – Produtos Químicos Makay – anuncia investimentos para expansão da produção de peróxido de hidrogênio em sua unidade industrial de Curitiba, no Paraná. Os recursos, da ordem de 22 milhões de reais, serão aplicados na instalação de novos equipamentos que permitirão elevar inicialmente a capacidade das atuais 187 mil toneladas por ano para 200 mil toneladas por ano. A expansão deverá entrar em operação até o final do segundo trimestre de 2019. O peróxido de hidrogênio é um produto industrial com larga aplicação em diversos mercados, tais como celulose e papel, mineração e metalurgia, tratamento de água e meio ambiente, agricultura, couro e peles, desinfecção de alimentos, bebidas e embalagens assépticas, produtos de uso pessoal e cosméticos, sabões e detergentes e têxteis. Uma das aplicações que vem crescendo no Brasil nos últimos anos é o emprego de peróxido de hidrogênio na reação com óleos e monômeros para a produção de plastificantes destinados à fabricação de borracha sintética e poliuretano. Também tem sido utilizado como iniciador de reações de polimerização para a produção de PVC. O investimento ajuda a reforçar a posição de liderança da Peróxidos do Brasil na região da América Latina e atende às demandas dos diversos mercados de aplicação do peróxido de hidrogênio. 

©Foto Divulgação

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INDÚSTRIA QUÍMICA

Feira de Plástico e Borracha é oportunidade de acesso a mercado em ascensão

A Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha acontece de 25 a 29 de março, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, em São Paulo, Brasil. Em sua segunda edição, a feira se consolidou como o evento de negócios, lançamentos e relacionamento do segmento na América Latina. Em quatro dias a feira vai reunir mais de 600 grandes marcas nacionais e internacionais dos segmentos de máquinas, equipamentos e acessórios, matérias-primas e resinas, moldes e porta moldes, automação industrial e robótica, periféricos, entre outros produtos, serviços e soluções. Os organizadores aguardam a visita de mais de 45 mil transformadores de plástico, compradores e demais profissionais das indústrias da borracha, construção civil, alimentos e bebidas, automóveis e autopeças, perfumaria, higiene e limpeza, entre outros. O sucesso da edição inaugural, em 2017, atraiu a atenção do mercado a tal ponto que a mais de sete meses de sua realização a Plástico Brasil 2019 está com 73% de sua área de exposição comercializada, já levando em conta a projeção de crescimento de, pelo menos, 20% dessa área – que deve ultrapassar os 40 mil m².

Para atrair compradores de pelo menos 30 países a Plástico Brasil participou das grandes feiras industriais do mundo para o setor do plástico, como NPE, Plast Milão, Expo Plásticos, Expo Plast, Argenplás, Interplast e Enafer. Ao lado dos negócios, conhecimento e relacionamento, a Sustentabilidade é um dos pilares da Plástico Brasil 2019. A feira vai destacar uma série de ações que colaboram não só com a preservação do meio ambiente, mas também inspiram os fornecedores, transformadores e demais visitantes profissionais a replicarem atitudes ambientalmente corretas em seus negócios. Na edição inaugural, em 2017, o Projeto Recicla Plástico Brasil, em parceria com a ABIMAQ, Abiquim, Plastivida, o Instituto Brasileiro do PVC e fabricantes de máquinas, demonstrou o funcionamento de uma linha completa com maquinário para reciclagem do plástico e, como resultado, reciclou 7,5 mil quilos de produtos de plástico produzidos na feira. A proposta é aliar a oferta de novas tecnologias para o aumento da produtividade nas indústrias com soluções que não prejudicam o planeta. A Plástico Brasil é uma iniciativa da Abimaq e da Abiquim com promoção e organização da Informa Exhibitions. As empresas que desejarem participar da Plástico Brasil podem entrar em contato com a equipe comercial da Informa Exhibitions. 

encontro Anual da indústria Química será no Hotel Unique A 23ª edição do ENAIQ – Encontro Anual da Indústria Química – acontecerá no dia 7 de dezembro, e pela primeira vez o evento será realizado no Hotel Unique, localizado na Avenida Brigadeiro Luís Antônio, nº 4700, na capital paulista. O hotel que possui um espaço para eventos corporativos de 2 mil m² recebeu em 2017 o prêmio à Excelência da Condé Nast Johansens na categoria “Melhor Hotel para Reuniões ou Conferência”. No ano anterior ele já havia sido apontado pela Condé Nast Traveler como o “Melhor Hotel da América do Sul”. As empresas interessadas em conhecer os pacotes de patrocínio para o 23º ENAIQ devem entrar em contato com o assessor de Marketing da Abiquim, Fernando Tavares, pelo telefone (11) 2148-4715 ou pelo e-mail fernando.tavares@abiquim.org.br. 

Manutenção do ReiQ obteve decisão favorável A Abiquim obteve decisão liminar favorável do Juiz Titular da 8ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Distrito Federal, Francisco Alexandre Ribeiro, para a manutenção do Regime Especial da Indústria Química – REIQ. Desta forma as associadas da Abiquim não precisarão se sujeitar às alterações do REIQ criadas pela MP nº 836/2018 e mantêm-se as disposições previstas na Lei nº 12.859/2013, provisoriamente enquanto não houver o julgamento final deste processo. O REIQ foi criado em 2013 com o objetivo de auferir maior competitividade ao setor químico brasileiro, por meio da desoneração das alíquotas de PIS/Cofins incidentes sobre a compra de diversas matérias-primas básicas petroquímicas da primeira e da segunda geração.  ©Foto: Divulgação

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INDÚSTRIA QUÍMICA

Braskem apresenta nova resina renovável Seguindo a estratégia de fortalecimento da química renovável, a Braskem lança resina produzida a partir da cana-de-açúcar. Destinada a aplicações em setores como calçadista, automotivo, transporte, entre outros, o lançamento chega para ampliar o portfólio I’m green™ da companhia, já mundialmente conhecido pelo polietileno verde, o primeiro biopolímero do mundo a ser produzido em escala industrial. Desenvolvida em parceria com a norte-americana Allbirds, de São Francisco, Califórnia, a marca é a primeira a empregar a resina EVA (copolímero etileno acetato de vinila) de fonte renovável, uma inovação sustentável da marca I’m greenTM da Braskem, que será utilizada na nova linha de calçados Sugarfootwear. Já disponível nos Estados Unidos, Nova Zelândia, Austrália e Canadá, a nova linha combina conforto, design e sustentabilidade. “Com isso, a Braskem reafirma a sua liderança em fabricação sustentável para toda a indústria química”, destaca Joey Zwillinger, co-fundador e co-Presidente Executivo da Allbirds. “É uma satisfação enorme para a Allbirds se aliar à Braskem para dar vida a essa alternativa incrivelmente sustentável e compartilhá-la”. “A parceria com a Allbirds é perfeita para o lançamento da nova resina renovável, pois trata-se de uma empresa que, assim como nós, busca a inovação e sustentabilidade em seus produtos”, comenta Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem. Atenta à competitividade e demanda do mercado, para chegar à esta nova solução, a Braskem fez adaptações na fábrica localizada em Triunfo, no Rio Grande do Sul (RS) para a produção da resina renovável. Com características como flexibilidade, leveza e resistência, ela contribui para a redução dos gases causadores do efeito estufa ao capturar e fixar o CO2 durante o seu processo produtivo. Desde que começou a ser produzido, em 2010, o polietileno verde I’m green™, produzido a partir da cana de açúcar, já atraiu a atenção de empresas no mundo todo interessadas em utilizar a solução. Atualmente, ele está presente em mais de 150 marcas na Europa, nos Estados Unidos, na Ásia, na África e na América do Sul. A inovação é um dos principais pilares do crescimento da Braskem. “Sempre buscamos reforçar a nossa posição de protagonistas na química do futuro. Como parte dessa estratégia, neste ano iniciamos nossa operação em Boston (EUA), com foco em biotecnologia e materiais avançados”, conclui Sergi. 

17º congresso de Atuação Responsável tem recorde de público O 17º Congresso de Atuação Responsável da Associação Brasileira da Indústria Química – Abiquim – recebeu o público recorde de 650 participantes entre representantes do governo, de instituições internacionais, de órgãos regulatórios, associações, ongs, sindicatos, profissionais da indústria e de empresas de logística. O evento, que teve como tema a “Química do Futuro: Universo de Possibilidades e Desafios”, foi realizado no Novotel Center Norte, na capital paulista, nos dias 15 e 16 de agosto, e promoveu debates, em salas com a capacidade máxima, sobre importantes temas como o modelo regulatório para gestão segura de substâncias químicas, controle de emissões e contribuições da química para a qualidade do ar, interação das indústrias com comunidades e a sociedade, diversidade e estocagem segura de produtos químicos. O presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Marcos De Marchi, ressaltou na cerimônia de abertura que a Associação tem o objetivo de engajar mais empresas a adotarem o Programa Atuação Responsável®. “O Congresso apresenta temas que impactam a atividade industrial e celebra o compromisso da indústria química com a melhoria contínua de seus processos e produtos gerando maior segurança aos funcionários e comunidades vizinhas”, explicou De Marchi. A presença de palestrantes internacionais foi mais um dos destaques desta edição do Congresso, que teve a participação do chairman do Grupo de Líderes do Responsible Care no International Council of Chemical Associations (ICCA), Patrick Vandenhoeke; do vice-diretor executivo da European Chemicals Agency (ECHA), Jukka Malm; do diretor-geral da Health Canada, David Morin; do sócio da Gilson Environmental, Don Gilson; do engenheiro sênior da Ingevity, Glenn Passavant; do presidente da CES-Silicones Europe e presidente do Global Silicones Council, Ralf Maecker; do diretor-executivo do Global Silicones Council, Karluss Thomas; e da diretora global de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Dow Chemical, Eunice Heath; entre outros.  ©Fotos Divulgação

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EMPRESA

Soluções tecnológicas em compostos de borracha

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Zanaflex, empresa líder no mercado de compostos de borracha brasileiro, foi fundada em 1968 e hoje oferece soluções tecnológicas de compostos de borracha para diversos fins industriais. Neste ano, comemora seus 50 anos com uma nova identidade e logomarca, porém, sem mudar sua identidade. A nova imagem transmite: modernidade sem abrir mão da tradição, tecnologia de ponta e preocupação pelo meio ambiente. Com uma logomarca revitalizada de linhas redondas, cores elegantes, onde o principal objetivo é fornecer o produto que seu cliente espera com uma qualidade excelente, dentro do prazo solicitado e com um preço competitivo. A empresa ocupa uma área de 10.000 metros quadrados construídos, estando localizado no município de Cotia, no Estado de São Paulo, especificamente no quilômetro 31,5 da rodovia Raposo Tavares no sentido interior, o que lhe permite acesso direto às principais rodovias do estado.

Contando com tecnologia de ponta, uma equipe qualificada e dinâmica, a Zanaflex tem capacidade para produzir 2.000 toneladas de compostos de borracha mensais. Porém, a partir de 2019 vai aumentar sua capacidade para 2.500 toneladas mensais. A companhia está presente em todos os mercados que os clientes atuam como: automotivo, mineração, calçados, petroquímica, energia, agricultura, industrial e outros. É uma empresa que vem trabalhando e crescendo junto com o mercado brasileiro, abrangendo a produção completa, desde a compra das matérias-primas até a logística de entrega. Dentro do seu processo, conta com várias linhas dedicadas para produzir compostos pretos e também coloridos. A Zanaflex tornou-se líder no segmento de produção de compostos técnicos de borracha, utilizando uma ampla gama de elastômeros sintéticos e naturais fornecidos na forma de masterbatch ou acelerado. A empresa utiliza o ERP SAP para garantir seus processos e a integralida-

de de suas informações, reinventandose constantemente para acompanhar a evolução e as tendências do mercado. Atender a esse novo cenário com agilidade é o desafio da Zanaflex, onde as demandas e requisitos são cada vez mais exigentes. Equipamentos de processo e de controle de última geração garantem a qualidade e a consistência de seus produtos. A Zanaflex possui a certificação ISO 9001:2015 para seu sistema de gestão da Qualidade. A Zanaflex orgulha-se de ser a fórmula do sucesso para o mercado.  ©Fotos: Divulgação

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EMPRESA

Evonik e Wynca formam joint venture para a produção de sílica pirogênica

A

Evonik Industries e a empresa chinesa Wynca estabeleceram o acordo de formar uma joint venture. A nova empresa, na qual a Evonik deterá 60%, vai produzir a sílica pirogênica comercializada com o nome AEROSIL®. O produto é usado em silicones transparentes, revestimentos e tintas, adesivos e materiais de isolamento não combustíveis de alta performance. A joint venture, Evonik Wynca (Zhenjiang) Silicon Material Co., Ltd., prevê a construção de uma fábrica para a produção de sílica pirogênica no Zhenjiang New Material Industry Park (na província de Jiangsu, China), em um investimento na faixa média de dois dígitos de milhões de euros. As instalações, cuja produção anual foi projetada para 8.000 toneladas, devem se tornar operacionais em 2021. O projeto ainda

requer a aprovação dos organismos corporativos relevantes e das autoridades competentes. O mercado global de sílica pirogênica avança na ordem de 5% ao ano, ou seja, um crescimento maior que o da economia global. Os principais impulsores do mercado de sílica pirogênica na China incluem a indústria de silicone para adesivos e selantes para os setores de construção e de automóveis, além de baterias de gel como as usadas em bicicletas elétricas. A joint venture vai complementar a rede global de unidades de produção de AEROSIL® da Evonik. A Wynca, por sua vez, planeja expandir o seu negócio de produtos à base de sílica, aproveitando as vantagens de uma abordagem compartilhada. “Com esta joint venture podemos continuar fortalecendo o nosso segmento Resource Efficiency de maneira sis-

temática. Com a aquisição do setor de sílica da Huber Silica, ampliamos as nossas capacidades para sílica precipitada. Agora, aumentamos as nossas capacidades para sílica pirogênica para, além de Antuérpia, estabelecer a nossa primeira fábrica de sílica pirogênica na China e, dessa maneira, damos o nosso próximo passo no atraente mercado chinês. A Wynca representa uma parceria sólida para isso e nós estamos felizes com essa futura cooperação”, diz Harald Schwager, vice-presidente da Diretoria Executiva da Evonik Industries. As sílicas precipitadas e pirogênicas estão entre os “Smart Materiais” da empresa, um dos quatro motores de crescimento estratégico identificados pela Evonik como áreas de crescimento de mercado e potencial de margem acima da média. Baseada em compostos de silício orgânico, a Wynca montou toda uma cadeia de valor de produtos à base de silicone / silano: da produção de silício a partir de areia de quartzo, passando pela síntese de monômeros, até chegar aos produtos finais. São quatro grandes linhas de produto compostas por borracha de silicone, óleo de silicone, resina de silicone e silanos funcionais como agentes de acoplamento. Com isso a Wynca se torna uma empresa de compostos de silício orgânico que cobre toda a cadeia de valor industrial. “A cooperação com a Evonik representa uma boa oportunidade para a Wynca concretizar a sua estratégia de orientação a produtos finais e sua missão de criar melhores condições de vida por meio da química verde. Estamos ©Foto Divulgação

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comprometidos com a sociedade e a humanidade mediante o desenvolvimento da empresa com economia circular e de uma maneira eficiente em recursos e amigável ao meio ambiente”, diz Jianhua Wu, presidente do Wynca Group. A Wynca está expandindo suas capacidades no setor de organoclorossilanos, matéria-prima da qual são usados até 300.000 kg na produção de silicones. Uma pequena parte dessa expansão de capacidade será usada na joint venture para a produção de AEROSIL. Tao Wei, vice-presidente do Wynca Group, diz: “A fábrica da joint venture vai melhorar a estrutura de produção integrada do site de Zhengjiang da Wynca. A Evonik traz tecnologias de ponta para sílica precipitada para a joint venture. Todos os subprodutos da Wynca, como o trimetilclorossilano, bem como os da joint venture, como, por exemplo, o ácido clorídrico, serão plenamente reutilizados, resultando em uma reciclagem perfeita dos recursos do site da Wynca em Zhenjiang, além do aproveitamento de sinergias da produção de monômeros orgânicos de silício, monoclorossilanos e sílica pirogênica. “O local de produção da sílica na China nos permitirá fornecer os nossos produtos de alta qualidade ao crescente mercado da Ásia por rotas de transporte significativamente mais curtas”, diz Johannes Ohmer, integrante da Diretoria Executiva da Evonik Resource Efficiency GmbH. “A Ásia e especialmente a China são regiões de crescimento importante para a Evonik. A nova joint venture prova que a Evonik está comprometida com o avanço do nosso negócio na China mediante o investimento contínuo e a cooperação com parceiros locais”, acrescenta Claas Klasen, presidente da região Ásia Pacífico Norte da Evonik. Evonik aumenta capacidade para sílica precipitada na Turquia – A empresa continua expandindo a sua capacidade

de produção de sílica, em resposta à alta demanda da indústria de pneus. A sílica precipitada é um ingrediente essencial nos pneus com baixa resistência à rolagem e, como parte dos Smart Materials, pertence a um dos quatro motores de crescimento estratégicos da Evonik com expansão de mercado e potencial de margem acima da média. A empresa vai aumentar em 40.000 toneladas a sua capacidade de produção anual de sílica precipitada no site existente em Adapazari (Turquia). O volume do investimento se situa na faixa inferior dos dois dígitos de milhões de euros. A Evonik e a EGE KIMYA operam uma joint venture na Turquia. A inauguração do novo complexo de produção está prevista para 2020. Além de produzir a sílica para borracha ULTRASIL®, a unidade também vai atender à crescente demanda por sílica precipitada. “Como parceira de peso da indústria de pneus e uma das maiores produtoras de sílicas, como o ULTRASIL®, estamos reagindo à maciça demanda da indústria e fortalecendo a nossa parceria com os fabricantes de pneus”, diz Dr. Johannes Ohmer, integrante da Diretoria Executiva da Evonik Resource Efficiency GmbH.

“Trata-se de uma resposta consistente ao desafio de fornecer, de modo confiável, produtos inovadores e soluções customizadas aos nossos clientes regionais”, destaca Andreas Fischer, responsável pela linha de negócios Silica. A Evonik está realizando essa expansão em Adapazari em apoio à alta demanda pela sílica de alta dispersão (HD) usada na produção dos Pneus Verdes, especialmente de clientes no sudeste europeu e no Oriente Médio. Graças à sua resistência significativamente menor à rolagem, os Pneus Verdes economizam uma quantidade considerável de combustível em comparação aos pneus tradicionais. 

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Sobratema celebra 30 anos de existência

A

ssociação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração (Sobratema) comemorou, no dia 12 de setembro, 30 anos de atividades direcionadas ao desenvolvimento tecnológico, técnico e mercadológico do segmento de máquinas utilizadas na infra-estrutura, na construção e na mineração. “Está sendo muito significativo para nós celebrarmos três décadas de trajetória bem-sucedida. Ao longo desse período o mercado de equipamentos vivenciou diversas fases e a Sobratema esteve presente nos momentos mais decisivos, sejam de vitórias ou de desafios, contribuindo para a consolidação e evolução de nosso setor que, atualmente, é reconhecido por sua excelência, inovação tecnológica, produtividade, qualidade e preocupação constante com a segurança e o meio ambiente”, afirma Afonso Mamede, presidente da Sobratema. Nos últimos anos, por exemplo, os desafios impostos pelo cenário recessivo da economia e a conjuntura política desfavorável levaram a entidade a atuar de maneira mais contundente, por meio da promoção de ações de cunho técnico, informativo, educacional, mercadológico e, também, em diferentes fóruns, formados por líderes setoriais, a fim de levar propostas e buscar alternativas para ajudar o setor de equipamentos a voltar a crescer.

“Um dos movimentos em que atuamos é o Reformar para Mudar, uma iniciativa que une entidades representativas da indústria, do comércio e de serviços, segmentos que respondem por parcela significativa do PIB e pela geração de milhões de empregos”, complementa Mamede. Recentemente, a entidade lançou o Boletim de Mercado, um novo informativo trimestral, elaborado pela EX Ante Consultoria Econômica, que traz análises, informações e dados sobre a indústria de máquinas e equipamentos e os setores que envolvem esse mercado: construção, mineração, agricultura, serviços de infraestrutura, crédito e perspectivas. “Nossa ideia foi reunir informações relevantes sobre as principais áreas que influenciam diretamente a produção e comercialização de equipamentos, com o intuito de fornecer ao nosso mercado um panorama atual e, também, uma avaliação futura que auxilie no planejamento das empresas”, explica o presidente da Sobratema. Outro segmento de atuação da instituição é o desenvolvimento de pessoas, por isso, na área de Certificação e Desen-

volvimento Humano, a Sobratema possui uma parceria com a Abendi – Associação Brasileira de Ensaios Não Destrutivos e Inspeção, para ofertar a Certificação de Terceira Parte para profissionais do segmento de içamento e movimentação de cargas, como o Rigger, Supervisor de Rigging, Sinaleiro Amarrador, Operadores de Guindastes, Gruas, Guindautos, Pontes Rolantes e Pórticos. Já o Instituto OPUS de Capacitação Profissional vem realizando uma série de cursos para capacitação e certificação de profissionais em especialidades relacionadas às áreas de equipamentos para construção e mineração. São mais de 6.500 colaboradores formados para mais de 500 empresas. Neste ano, inclusive, lançou o curso Agregados para Construção Civil. Direcionado a engenheiros, técnicos e gestores envolvidos em operações de escavação de rocha, britagem, produção de concreto e asfalto, o curso fornece uma visão prática e atual sobre os principais aspectos da produção de agregados, desde o desmonte de rocha, passando pelos equipamentos, instalações, automação, cuidados ambientais e

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de segurança, entrando na estrutura de custos envolvidos na operação. Segundo Mamede, as ações voltadas para qualificação na área de equipamentos para construção e mineração visam elevar a produtividade do setor bem como contribuir para que os profissionais sejam reconhecidos por sua formação e experiência. “Atualmente, as máquinas vêm equipadas com alta tecnologia que demanda uma formação ainda mais especializada por parte dos profissionais”, afirma. Ainda na disseminação de tecnologias e inovações para o segmento, a Sobratema é a idealizadora de três feiras de negócios: a M&T Expo, maior exposição de equipamentos para construção e mineração da América Latina, que conta com mais de 20 anos de trajetória bem-sucedida e realiza sua 10ª edição em novembro deste ano, a Construction Expo – Feira e Congresso Internacional de Edificações & Obras de Infraestrutura, e a M&T Peças e Serviços – Feira e Congresso de Tecnologia e Gestão de Equipamentos para Construção e Mineração. A Messe München (organizadora da bauma) é parceira da Sobratema na promoção da M&T Expo, Construction Expo e M&T Peças e Serviços. A entidade ainda promove a BW Expo – Feira de Serviços e Tecnologias para Gestão Sustentável de Água, Resíduos, Ar e Energia, que será realizada no segundo semestre de 2019. “Nossa trajetória vitoriosa foi possível apenas porque temos uma equipe profissional dedicada e comprometida. Se os nossos programas, atualmente, estão consolidados e são reconhecidos pelas empresas e pessoas que formam a cadeia produtiva de equipamentos, é porque por trás de cada um deles há um time vitorioso”, reforça Mamede, e acrescenta que, com esse retrospecto de realizações e iniciativas, a Sobratema se mostra pronta para vencer os desafios dos próximos anos. 

cummins tem recorde de venda de geradores de energia

A Cummins Power Systems, divisão de Energia da Cummins Brasil, assume a liderança no mercado de geradores com recorde de venda no primeiro semestre de 2018, com aumento de 67% do volume (cerca de 1.400 equipamentos comercializados) para os mais variados segmentos e de 70% da receita, em relação ao ano passado. De cada 10 geradores vendidos no Brasil, quatro são Cummins. De acordo com a Cummins Brasil, o volume de vendas em 2018 deve chegar a 70% para o mercado local e 30% para exportação, principalmente para a região do Mercosul, América Central e Equador. O total de receita deve atingir 65%

no Brasil e 35% no exterior. "Em março deste ano, iniciamos o segundo turno de produção na fábrica brasileira e seguimos muito otimistas com 2018. O mercado tem reconhecido nossa marca, a qualidade dos nossos produtos, canais de serviços e distribuição, o que também reforça os bons resultados neste ano", afirma José Samperio, diretor de divisão de Energia da Cummins para a América Latina. 

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EVENTOS

SAE BRASIL 2018 atrai 12 mil pessoas

Um público de 12 mil pessoas participou do 27º Congresso e Mostra Internacionais SAE BRASIL de Tecnologia da Mobilidade 2018, realizado de 3 a 5 de setembro no São Paulo Expo, na capital paulista. Pela primeira vez, o evento foi realizado de forma simultânea com a ExpoAlumínio – Exposição Internacional do Alumínio e 8º Congresso Internacional do Alumínio, promovidos pela Associação Brasileira do Alumínio (ABAL) com organização da Reed Exhibitions Alcantara Machado. Explorando o tema da “Engenharia do Futuro – Novos Horizontes para a Mobilidade”, a edição deste ano do Congresso SAE BRASIL teve na questão do uso do alumínio pela indústria automotiva um dos seus pontos principais, resultado bem-sucedido da parceria com a ABAL. “A combinação de fazer o evento junto com a ExpoAlumínio foi muito positiva porque atraiu muitos engenheiros hoje bastante focados em materiais, o que também está dentro do DNA da engenharia”, analisa o gerente de qualidade da FCA (Fiat Chrysler Automobiles) para a América Latina, Richard Christian Schwarzwald, presidente do Congresso SAE BRASIL 2018. “A parceria acabou energizando nossas discussões em torno dos

materiais e o alumínio hoje é muito importante como elemento para a redução de peso dos veículos”, acrescenta Schwarzwald. Painéis temáticos – O Congresso SAE BRASIL 2018 promoveu nove painéis temáticos no decorrer dos três dias do evento, registrando a participação de 65 palestrantes de diferentes segmentos da engenharia da mobilidade, entre representantes da indústria, da academia e profissionais especializados. Ao todo, foram 23 horas de conteúdo de alto nível. Destes painéis, três foram os chamados âncoras. O primeiro foi o Painel Presidentes, que neste ano contou com a participação dos presidentes latino -americanos da Fiat Chrysler, Bosch e Scania, além do presidente eleito da SAE International para 2019. “O papel do etanol nos powertrains do futuro, dos híbridos à célula a combustível – Desafios e Oportunidades para os engenheiros brasileiros” foi o tema central do Painel Engenheiros-chefe. Por sua vez, o Painel Internacional trouxe executivos do alto escalão da engenharia da mobilidade mundial para debater o tema “How the automotive industry is appropriating the

future now & How the mobility market is evolving for tomorrow – Beyond the Megatrends” Quanto aos demais painéis temáticos, o da Transformação Digital ofereceu ao público um showcase de novas tecnologias com recursos de realidade aumentada e teve uma mesa redonda sobre a transformação digital na mobilidade. O Painel Educação de Engenharia debateu a formação dos engenheiros no Brasil e o anseio por inovações no currículo acadêmico. O Painel Caminhões e Ônibus tratou dos desafios para se encontrar soluções inovadoras no transporte rodoviário de cargas e passageiros. Já o Painel Ferroviário discutiu os avanços tecnológicos e o sistema de gestão do transporte de cargas e passageiros em linhas férreas. O Painel Operações Industriais Conectadas debateu a transformação de indústria atual e a construção da indústria do futuro. E o Painel Duas Rodas abordou a tendência da eletrificação no segmento das motocicletas. 

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EVENTOS

Tecnologias de iluminação automotiva

A Philips Automotiva apresentou suas tecnologias em LED e lâmpadas halógenas inovativas para os segmentos de carro, moto e caminhão como destaques na 25ª edição da Automechanika Frankfurt, maior e na mais importante feira internacional de peças, componentes e sistemas automotivos, que aconteceu entre os dias 11 e 15 setembro, na Alemanha. Ainda no evento, a companhia reforçou a campanha “Substitua as lâmpadas em pares”, com o intuito de elevar a segurança nas estradas e conscientizar os motoristas. No caso dos pneus, freios e outras peças de desgaste relacionadas à segurança, é comum trocá-las em pa-

res. E para lâmpadas automotivas não deve ser diferente. Mudar em pares faz todo sentido já que substituir apenas uma lâmpada defeituosa pode apresentar um risco de segurança. Para Juliana Gubel, gerente de Marketing da Lumileds Brasil, “uma lâmpada antiga se deteriora rapidamente e, provavelmente, falhará antes mesmo da nova iniciar processo de desgaste. Trata-se de uma abordagem mais inteligente, mais conveniente e mais econômica para a manutenção; duas novas lâmpadas são mais brilhantes para o motorista ver melhor e obter uma visão equilibrada da estrada”. 

Novas tecnologias para carros elétricos Uma imersão de quase 60 horas no universo da mobilidade urbana sustentável, utilizando metodologias do Google. É o que ofereceu o Startup Weekend, evento promovido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e que ocorreu entre os dias 14 e 16 de setembro no Instituto Mauá de Tecnologia, em São Caetano do Sul (SP). A iniciativa reuniu especialistas, mentores, indústrias, investidores e outros atores do ecossistema de inovação para orientar os participantes a encontrarem soluções para demandas reais do setor. “É nossa missão fomentar este networking para que soluções disruptivas auxiliem no desenvolvimento produtivo do país. O Startup Studio tem como principal objetivo fortalecer o ecossistema das startups, com este foco inicial voltado para a eletromobilidade”, explica Guto Ferreira, presidente da ABDI. Carro elétrico – Durante o Startup Weekend houve exposição de carros elétricos tripulados e não-tripulados, skates e bicicletas também elétricos, além de atividades em realidade virtual. “Esta foi uma oportunidade para acadêmicos, empreendedores, investidores, desenvolvedores, parceiros e entusiastas se reunirem, compartilharem experiências, amadurecerem e validarem suas ideias, além de formar times, criar startups e ter acesso ao mercado”, acrescenta Guto Ferreira. 

Evonik apresenta conceitos inovadores Durante a In-cosmetics Latin America, a Evonik Personal Care, Linha de Negócios da Evonik Nutrition & Care, divulgou seu amplo portfólio de produtos para a indústria cosmética. O evento aconteceu nos dias 19 e 20 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo. Além de soluções naturais, sustentáveis e de alta performance – focos dos lançamentos – a Evonik promo-

veu dois conceitos que foram cuidadosamente desenvolvidos para atender às mais recentes demandas dos consumidores de produtos cosméticos em todo o mundo: Beauty-Tech e Functional Make-Up. TEGO® Smart Polymers – Os novos polímeros inteligentes da Evonik, TEGO® SP 13-1 e TEGO® SP 13-6, melhoram a performance, mesmo nas situações mais

desafiadoras, oferecendo benefícios sensoriais únicos a produtos para cuidados solares e maquiagem: melhoram o FPS e resistência à água, agregam benefícios sensoriais perceptíveis, melhoram a dispersão e durabilidade dos pigmentos em maquiagens, e, graças à capacidade de espessar óleos, otimizam a textura das formulações.  ©Foto: Divulgação

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EVENTOS

Participação brasileira no comércio internacional A discussão sobre os impactos para o agronegócio brasileiro de um mundo marcado por uma guerra comercial entre Estados Unidos e China, que tem deslocado o pêndulo geopolítico para a Ásia, a necessidade de valorização da OMC – Organização Mundial do Comércio – e do multilateralismo e a discussão das novas fontes de financiamentos para o agro, além de uma análise do que é prioritário e urgente em relação aos debates das próximas eleições. Esses foram os principais tópicos debatidos durante o Congresso Brasileiro do Agronegócio, promovido no dia 6 de agosto, em São Paulo, pela ABAG – Associação Brasileira do Agronegócio e B3 – Brasil Bolsa Balcão e que reuniu 870 participantes. Em sua apresentação na abertura do evento, o presidente da ABAG, Luiz Carlos Corrêa Carvalho, fez questão de salientar a importância de o país não se isolar num cenário mundial marcado por um aumento de medidas protecionistas. “Nesse sentido, para o Brasil e para o Mercosul, o fortalecimento da OMC – Organização Mundial do Comércio – é fundamental. Para se ter uma ideia, segundo a própria OMC, uma guerra comercial poderia fazer recuar o PIB global em mais de dois pontos percentuais”, afirmou Carvalho. Em sua saudação inicial, o presidente da B3, Gilson Finkelsztain, afirmou que, para o país atender as expectativas mundiais em termos de produção e exportação, será necessário diversificar a busca por recursos. “Nesse aspecto, a área de mercado de capitais brasileiro teve grande evolução nos últimos anos. O melhor exemplo disso foi a consolidação dos Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA), afinal de contas, no ano passado eles representaram uma movimentação de R$ 30 bilhões, um volume que foi o dobro do ano anterior”, informou. No encerramento do evento, Feli-

pe Paiva, diretor da B3, salientou a importância da parceria firmada com a ABAG. “Nossa conclusão é a de que, juntos com a ABAG, conseguimos potencializar os resultados do agronegócio em nosso país”, afirmou. Já o presidente da ABAG, Luiz Carlos Corrêa Presidente da Abag, Luiz Carlos Corrêa Carvalho, Carvalho, salien- e diretor da B3, Felipe Paiva. tou a importância dos debates realizados, sobretudo em “Não somos alvo, mas sofremos as conserelação à nova geopolítica mundial. “Em quências de forma indireta”, disse, acresmeio a toda a problemática interna que centando que nem tudo pode ser negatienvolve, entre outras coisas, a absurda ta- vo. “Se os chineses imporem sanções, por bela do frete, o principal ponto destacado exemplo, na exportação da soja americanas discussões foi o da volta do pêndulo na, eles (chineses) vão precisar de outros da geopolítica mundial para a Ásia, com a mercados para suprimir a demanda e o China ganhando peso, cenário em que o Brasil pode ser beneficiado, juntamente Brasil pode se tornar mero expectador ou com a Argentina, assim como se a China assumir de vez seu protagonismo mundial fechar um acordo com os Estados Unidos, como um importante exportador de ali- pode ser que percamos um mercado importante”, analisou. mentos, energia e fibras”, comentou. Nesse sentido, o ministro das RelaA questão do cenário externo apontada por Carvalho foi detalhada na pales- ções Exteriores, Aloysio Nunes, comentra Geopolítica e Mercado Internacional: tou, durante a abertura do evento, que a Impactos para o Brasil, na qual o embai- agenda de negociações do Itamaraty enxador brasileiro em Washington, Sergio globa acordos com o Japão, Canadá, CoAmaral pontuou que o agronegócio bra- reia do Sul e com os países da Aliança do sileiro tem dois desafios nos próximos Pacífico, além de estar revitalizando os anos. A seu ver, a curto prazo será neces- acordos comerciais do Mercosul. Nunes sário ampliar e manter a produtividade, ainda destacou dois pontos relacionados a médio prazo, o setor vai necessitar dar ao agronegócio: a luta contra as barreiras um salto em termos de internacionaliza- sanitárias e fitossanitárias e que em terção, exportando não apenas alimentos, mos de sustentabilidade o Brasil é uma mas também tecnologia e serviços. Am- referência e não precisa receber lição de bos os desafios, de acordo com o embai- nenhum país. “Há ainda muita coisa a ser xador, terão de ser enfrentados dentro de feita, mas nossa produção agrícola preum cenário onde predomina uma guerra serva mais de 60% da cobertura vegetal, comercial entre Estados Unidos e China. original, inclusive”, disse.  ©Fotos: Divulgação

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FRASES & FRASES

O medo e a estupidez sempre foram a base das ações humanas. Albert Einstein

“Os adjetivos passam, os substantivos ficam.” Machado de Assis

“O medo provém da experiência e da falta dela.” Mariano da Fonseca

“Os verdadeiros paraísos são os paraísos que se perderam.” Marcel Proust

“Covarde, realmente covarde, é apenas quem teme as próprias lembranças.”

“Um rico nunca pode divertir-se com tanta alegria como um homem pobre.” Maximo Gorki

“Eu quero sempre mais do que vem nos milagres.” Cecília Meireles

Elias Canetti

“Duvidar de uma verdade não é querer acreditar numa mentira.” Charles Bright

“Se o tolo persistir em sua tolice, tornar-se-á sábio.” William Blake

“O único homem feliz é o que não toma nada a sério.” Fernando Pessoa

“Numa brincadeira se pode dizer até a verdade.” Sigmund Freud

“Não deixar o desencanto tomar conta é o melhor presente.” Daniel Piza

“Na Democracia sempre tentam nos convencer de algo verdadeiro.” Tony Flags

©Foto: Ambermb/Pixabay 2018

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NOTAS & NEGÓCIOS

Versalis inaugura fábrica de elastômeros na Itália

A Versalis (Eni), maior empresa química italiana, inaugurou em 12 de setembro em Ferrara uma nova fábrica para a produção de borrachas sintéticas do tipo EPDM, destinadas principalmente para o fornecimento da indústria de autopeças. O novo complexo industrial representa um exemplo de reindustrialização de um polo produtivo. Com mais de 250 milhões de euros investidos, o projeto envolveu a construção de uma nova linha de produção e a modernização de parte das instalações já existentes. Este investimento aumentará a capacidade produtiva de Ferrara em cerca de 50 mil toneladas por ano e também possibilitará a renovação do portfólio de elastômeros. Foram contratados 45 novos colaboradores para atividades na produção e outros 50 trabalhadores para execução de serviços terceirizados. Diariamente cerca de 550 pessoas trabalharam nas obras de construção da fábrica, sendo que os principais materiais foram fornecidos por empresas italianas. O investimento fortalece ainda mais a presença da Versalis na região, graças também à sinergia obtida com as instituições locais durante as fases de autorização, que foram concluídas em apenas um ano. Ferrara é chave no sistema de produção da Versalis, com 330 colaboradores e uma média diária de 180 trabalhadores contratados para os serviços terceirizados. Além da produção de elastômeros, o complexo abriga também a produção de polietileno LDPE e um importante centro de pesquisas. 

LORD lança adesivo poliuretano de cura rápida Especialista no desenvolvimento de adesivos estruturais e coatings de alta performance, a LORD, subsidiária local da norte-americana LORD Corporation, anuncia o lançamento do LORD Fusor 2001/2003 NG. À base de poliuretano (PU), o produto é indicado para a colagem de peças de compósitos – um tipo de plástico especial – em processos caracterizados pela elevada cadência produtiva, comuns, por exemplo, na indústria automotiva. Em comparação aos adesivos PU convencionais, o LORD Fusor 2001/2003 NG mantém o mesmo tempo de aplicação (open time) – período máximo para a aplicação do adesivo na peça após a mistura dos dois componentes –, mas reduz de 2h30 para 45 min o tempo de manuseio da peça (handling time). “Devido à curva de cura muito mais rápida, o LORD Fusor 2001/2003 NG proporciona um aumento considerável na produtividade”, comenta Andrios de Souza, supervisor de vendas da LORD. Essa característica, observa Souza, atende a uma das principais demandas das montadoras, alvo

principal do lançamento da LORD. “É o produto ideal para a colagem de para-choques, tetos e painéis, entre outras peças de compósitos presentes em ônibus, caminhões e veículos agrícolas”. Sob o ponto de vista da aplicação, o LORD Fusor 2001/2003 NG é similar aos demais adesivos à base de PU produzidos pela LORD. “Apresenta a mesma viscosidade da geração anterior. Assim, o usuário não precisa fazer qualquer alteração na sua linha para utilizar essa nova formulação”, garante o supervisor de vendas da LORD, lembrando que o produto será a maior atração do estande da empresa na Feiplar Composites, principal feira da indústria latino-americana de materiais compósitos. Com matriz em Cary (EUA), a LORD atua no Brasil desde 1972, a partir de uma fábrica situada em Jundiaí (SP). Fundada em 1924, é uma companhia especializada no desenvolvimento de adesivos e coatings, bem como sistemas de controle de vibração e tecnologias de sensoriamento para os mercados automotivo, aeroespacial e defesa, óleo/gás e industrial. Mais em www.lord.com. 

Birla carbon Brasil recebe a certificação na norma IATF 16949 A Birla Carbon, um dos maiores fabricantes e fornecedores globais de Negro de Fumo, anuncia que foi concedido às suas unidades no Brasil o upgrade da certificação IATF 16949. A norma IATF 16949 posiciona a

Birla Carbon como uma empresa que busca constantemente a inovação e o crescimento de forma sustentável, alinhada com as diretrizes da cadeia automotiva, e que cada vez mais garante a qualidade dos processos e a satisfação dos clientes. ©Foto Divulgação

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NOTAS & NEGÓCIOS

DuPont consolida novo sistema A DuPont Segurança & Construção consolida no mercado um novo sistema de identificação para seus trajes confeccionados com as fibras Proshield®, Tyvek® e Tychem®. Três marcas poderosas de proteção, agora com um sistema mais simples. Os nomes originais foram substituídos por novas identificações baseadas em classificação numérica. Dessa forma, quanto maior o número recebido pelo traje, maior será o seu nível de proteção, identificado no selo de identificação de cada item. As embalagens também serão redesenhadas para refletir a nova imagem das marcas. Os selos de produtos ProShield® serão identificados com a cor cinza; Tyvek®, azul; Tychem®, laranja. Por exemplo: Tyvek® passa a se chamar Tyvek®400. Tychem® TK, de selo verde, agora será denominado Tychem® 10000. A alteração no catálogo também será acompanhada de novos produtos no mercado, como ProShield® 50, Tyvek® 800J e Tychem® 2000 SFR. "A nomenclatura mudou para proporcionar melhor entendimento sobre o nível de proteção, mas a qualidade dos produtos continua a mesma, ou seja, máxima”, explica Etore Fredericci, gerente de Marketing para América Latina. Para as empresas que desejam efetuar pedidos, os números de 16 dígitos de identificação continuam iguais. 

continental fornece rastreadores para ônibus

Até 2019, a Continental vai fornecer cinco mil dispositivos de gerenciamento de frota para os ônibus do projeto Caminhos da Escola. Subsidiado pelo Governo Federal, objetivo da ação é oferecer transporte escolar gratuito para crianças que vivem em áreas rurais e ribeirinhas mais afastadas.

Com o equipamento, é possível registrar dados dos veículos a fim de entregar estatísticas precisas e importantes, criando análises de trajeto, preventivas e, até mesmo, para investigação de acidentes. Com durabilidade diferenciada, o tacógrafo modelo BVDR é capaz de identificar informações como distância percorrida, controle de velocidade, tempo ao volante de cada motorista, otimização de rotas, consumo de combustível e quilometragem média. Com isso, através do sistema VDO On Board, também desenvolvido pela Continental, é possível visualizar análises que auxiliam na fiscalização da frota, garantindo mais segurança e apontando soluções para possíveis problemas. 

continental desenvolve freio ABS para motocicletas Pensando em atender todos os mercados, inclusive os de baixo custo e as motocicletas que estão mais presentes nas nossas ruas, a Continental desenvolveu um freio ABS de um canal, chamado de MiniMAB. A estrutura deste componente é pequena e leve, ideal para atender, além de modelos mais robustos, as necessidades das pequenas motocicletas e modelos mais básicos, facilitando a instalação e garantindo eficiência. O sistema consiste em impedir que a roda dianteira trave em frenagens mais bruscas, garantindo a dirigibilidade do veículo de duas rodas, consequentemente melhorando a estabilidade podendo evitar quedas e acidentes. Diferenças entre um freio comum e o ABS – Ambos os sistemas possuem duas pastilhas de freio que são responsáveis por pressionar o disco de freio, fazendo com que o veículo possa parar. A diferença está no bombeamento do fluído de freio até

chegar as pastilhas. Com o sistema de antibloqueio das rodas (ABS), o fluxo de fluído de freio enviado para as rodas é controlado de formar a evitar o travamento das rodas, garantindo a dirigibilidade, melhorando a estabilidade do veículo e consequentemente reduzindo a distância de parada. O motociclista poderá então exercer a máxima força de frenagem que o sistema deverá garantir de forma segura. 

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NOTAS & NEGÓCIOS

Bridgestone amplia presença na Região Centro-Oeste A Bridgestone fechou uma importante parceria com o Grupo Polytotal Pneus, inaugurando mais oito lojas exclusivas na Região Centro-Oeste do país. As novas lojas estão distribuídas em Goiânia e Aparecida de Goiânia, no estado de Goiás e em Brasília, no Distrito Federal. Há 35 anos no mercado, o Grupo Polytotal Pneus tem uma equipe capacitada para realizar serviços diversos, tais como suspensão, freio, alinhamento, balanceamento e desempeno de roda em veículos de passeio – com expertise em veículos premium – e caminhonetes. 

Tipler na Argentina

A Tipler marcou presença na 11° Exposição Internacional de Equipamento e Tecnologia do Transporte de Carga e Passageiros, a Expo Transporte – maior feira do segmento de transporte e logística da Argentina – entre os dias 18 e 21 de setembro, com as presenças de transportadores e reformadores de pneus do país vizinho. “Essa é a primeira vez que a Tipler vem à Argentina para participar de uma feira voltada ao transporte e divulgar mais a marca nesse país estratégico”, aponta Rodrigo Farina, Gerente de Negócios da Tipler. A Expo Transporte conta com espaço para palestras paralelas e apresenta números bem expressivos que sustentam a representatividade do evento, como 325 expositores e previsão de cerca de 30 mil visitantes. 

Autopeças Randon conquistam certificação global

Após 11 meses de um trabalho colaborativo de suas equipes multifuncionais, as fabricantes de autopeças das Empresas Randon – Fras-le Brasil, Master, Suspensys e Suspensys WE/ Castertech concluíram o processo global de recertificação de seu Sistema de Gestão Integrado referentes às normas ISO9001:2015, IATF16949:2016, ISO14001:2015 e OHSAS18001:2007. A Fras-le China e a Freios Controil também fazem parte da certificação global e estão enquadradas nas normas ISO9001:2015 e IATF16949:2016. Em seu conjunto, a Divisão Autopeças

Randon está inserida nas práticas de padrão internacional para os processos, a redução dos impactos ambientais e dos riscos ocupacionais às pessoas. Também envolve a permanente melhoria de produtos e serviços entregues aos clientes. O projeto contemplou diagnóstico da transição para as normas e preparação das pessoas e dos processos para adequação aos novos requisitos, além de auditoria interna e externa. “Estamos ainda mais aptos com essas certificações para a ampliação dos negócios em âmbito global nos mais diversos mercados de atuação”, afirma o COO Sérgio L. de Carvalho, lembrando que o atendimento pleno dos requisitos legais, normativos e de clientes garante a sustentabilidade da Organização. 

Petronas inaugura novo Centro de Pesquisa A Petronas, por meio de sua subsidiária Petronas Lubricants International (PLI), inaugurou em 12 de setembro em Contagem-MG, seu novo Centro de Excelência em Pesquisa e Tecnologia na América Latina – maior instalação dedicada ao desenvolvimento de tecnologia em fluidos para atender às necessidades crescentes do setor automotivo e industrial da região. A recém-inaugurada unidade de Pesquisa e Tecnologia (P&T), localizada na fábrica da Petronas Lubrificantes

Brasil (Contagem-MG), será focada no desenvolvimento de inovações em fluidos industriais, lubrificantes e graxas, servindo também como centro de especialização técnica, atendimento ao cliente, gerenciamento de produtos e controle de qualidade. “Para a PLI, o novo Centro de Pesquisa e Tecnologia na América Latina simboliza nosso compromisso e crença no poder da tecnologia para ajudar as indústrias a serem bem-sucedidas no futuro”, disse Giuseppe D'Arrigo, CEO da PLI, durante a inauguração.  ©Fotos Divulgação

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Bridgestone Bandag com novo website

A Bandag, empresa da Bridgestone que trabalha com pesquisa, desenvolvimento e manufatura de bandas de rodagem, está com novo website. O objetivo é melhorar a experiência de seus clientes no ambiente virtual e facilitar a busca de dados sobre a marca. Com mais interatividade, o novo layout permite a navegação intuitiva, proporcionando ao usuário localizar informações com mais agilidade. “Estamos sempre nos reinventando para entregar mais qualidade em

tudo o que fazemos e proporcionamos aos nossos clientes. Este site foi desenvolvido para que seja um recurso dinâmico, simplificando a busca de informações sobre a Bandag, nossos diferenciais, portfólio de produtos e atuação no mercado”, explica Oduvaldo Viana, diretor de Marketing da Bridgestone Bandag. Na nova página, entre outros temas, os clientes podem acessar o catálogo completo de produtos Bandag, com informações detalhadas sobre as bandas de rodagem e aplicações, informações e localização da rede de revendedores, além de conteúdos educativos sobre recapagem. “Acrescentamos no website uma seção onde explicamos como funciona cada etapa do processo de recapagem, desmistificando eventuais dúvidas e receios do cliente”, comenta Viana. 

BKT é novo fornecedor oficial de pneus off-highway

A multinacional Balkrishna Industries Ltd. (BKT) assinou um acordo de três anos com a Cricket Austrália, o órgão dirigente de todos os eventos desta modalidade naquele país, para fornecimento de pneus Off-Highway. Os pneus BKT estão disponíveis na Austrália através do seu distribuidor australiano Tradefaire, que há quase uma década fornece pneus de grande escala para agricultores e para o setor mineiro. 

Produção de motocicletas reage De janeiro a setembro deste ano as fabricantes de motocicletas produziram 777.091 unidades, volume 19,2% superior ao mesmo período de 2017, quando saíram das linhas de produção 652.092 unidades, de acordo com dados divulgados pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – Abraciclo. Na análise isolada de setembro também foi registrado aumento em comparação com o mesmo mês do ano passado. De acordo com números da entidade, em setembro foram produzidas 80.690 unidades, alta de 5,2% sobre o mesmo mês de 2017 (76.668 unidades). Na comparação com agosto (105.340 unidades), no entanto, houve uma redução de 23,4%, o que é atribuído, em parte, ao fato de setembro ter contado com 19 dias úteis de comercialização, ante 23 dias do mês anterior.

“Enxergamos os resultados registrados até o momento com entusiasmo, porque isto significa que a nossa expectativa de crescimento no volume de produção será alcançada”, comenta Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo. Segundo Fermanian, fatores como a redução do índice de inadimplência, maior oferta de crédito pelas instituições financeiras, expansão de negócios de consórcio e o crescimento da confiança do consumidor alimentam o aumento da demanda e isso reflete no volume de produção das fabricantes de motocicletas. Em julho a Abraciclo revisou para cima a projeção em relação ao volume de

produção esperado para este ano, passando de 935 mil para 980 mil unidades, o que signifi ca um crescimento de 11% em 2018, na comparação com o ano passado. Pela previsão inicial a produção cresceria apenas 5,9%. Para o mercado interno (varejo), a entidade projeta a comercialização de 915 mil unidades, com evolução de 7,5% sobre os negócios de 2017. 

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Pirelli sai da Venezuela

Inovações no “Michelin Best Driver”

Pirelli anunciou em 7 de setembro a cessão da fábrica de pneus Car da Venezuela, na cidade de Guacara, e a finalização de todas as atividades no país. A operação, que segue a desconsolidação contábil da participação na companhia venezuelana realizada em 31 de dezembro de 2015, não tem efeitos financeiros sobre o grupo. O acordo, que prevê a continuidade da força de trabalho, foi fechado com um grupo de empresários da América do Sul e o grupo Sommers International, na qualidade de comprador. 

cipatex investe em adesivos A Cipatex® anuncia investimento de R$ 1,5 milhão e expansão da capacidade produtiva da unidade Adesivos, localizada em Cerquilho, interior de São Paulo. A aquisição de equipamentos de alta tecnologia e a modernização da estrutura física e logística visam triplicar a produção de adesivos Hot Melt para atender os segmentos de embalagem, gráfico, automotivo, moveleiro e calçadista. De acordo com Paulo Henrique Alves, gerente da Cipatex® Adesivos, o objetivo do investimento é ampliar a participação da unidade no mercado e figurar entre as principais fornecedoras do país. “Oferecemos uma gama variada de soluções e tecnologias aos mercados, e um dos focos é aumentar a presença nestes segmentos ampliando cada vez mais a qualidade e eficiência de atendimento. Queremos estar sempre presentes e prontos, a cada momento que o cliente precisar.” A unidade, que já lidera o mercado de adesivos Hot Melt para baterias automotivas, registrou acréscimo de aproximadamente 400% nos últimos três anos. “O crescimento dos negócios da unidade, as movimentações do mercado de adesivos industriais e a estrutura corporativa do Grupo Cipatex® foram determinantes para colocar em prática o plano de expansão das operações”, afirma o gerente. 

Visando estimular o debate e alertar a sociedade sobre riscos da direção de veículos para os jovens, a Michelin lançou a 4ª edição do Programa Michelin Best Driver, voltado para a conscientização dos jovens sobre a importância da direção segura e em especial do uso do cinto de segurança. Pela primeira vez, o programa leva o simulador de capotagem a universidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas. O simulador também ficou aberto ao público na Praia de Copacabana, durante a Semana Nacional

do Trânsito, celebrada em setembro. O programa conta com a parceria da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e suas 10 regras de ouro. “A melhor forma de impactar as pessoas é oferecer experiências. Quem entrar no simulador terá a mesma sensação de um acidente e sentirá como o cinto de segurança pode salvar vidas. O objetivo é que saia com a responsabilidade de ser um motorista melhor”, explica Adriana Shoshan, diretora de Marketing da Michelin América do Sul. 

Philadelphia eagles e Braskem lançam parceria A Braskem anuncia que o atual vencedor do campeonato da NFL (National Football League), o Philadelphia Eagles, se tornou um parceiro de reciclagem da companhia nos Estados Unidos. A cooperação, assinada por um período de nove anos, será focada em sustentabilidade e sinaliza o compromisso com programas de desenvolvimento ambiental e da comunidade. A parceria inclui o desenvolvimento de um programa de coleta e

reciclagem para tampas de garrafas e outros produtos plásticos utilizados no estádio Lincoln Financial Field e no centro de treinamento do time, e uma plataforma de educação online para 30 escolas públicas da região da Filadélfia, localizada no estado norte -americano da Pensilvânia, com o objetivo de ensinar alunos sobre oportunidades de carreira nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, visando inspirar a próxima geração de líderes nestes campos.  ©Foto: Divulgação

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Energia para a Estação Antártida

A marca Cofibam, fabricante de cabos especiais, desenvolveu, em parceria com a Marinha Brasileira, cabos de alimentação responsáveis pela energia gerada na Estação Antártida Comandante Ferraz (EACF), inaugurada no início da década de 80. As grandes dificuldades encontradas para o desenvolvimento desse projeto foram as barreiras impostas pelas características naturais da Antártida, uma vez que o cabo seria transportado pelo Navio Oceanográfico Barão de Teffé e poderia não suportar as exigências climáticas e de transporte na longa viagem até o continente gelado. O desafio da Engenharia da Cofibam foi criar um isolante especial para que o cabo conseguisse suportar todas as etapas da viagem, que começaria no Navio Oceanográfico e depois seria lançado por um helicóptero até um local com muitas pedras. Com todos os obstáculos vencidos, o Cabo Cofibam seguiu seu destino através dos mares e até hoje é o responsável por manter ativa a Estação Científica Brasileira, que é uma das poucas a ter o direito de explorar as maravilhas e mistérios do Continente Antártico. 

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Pirelli premia fornecedores

Sustentabilidade, inovação e qualidade de serviço são elementoschave que a Pirelli manteve como essenciais para o Prêmio de Fornecedor 2018, ocasião em que a empresa oferece prêmios para nove fornecedores escolhidos entre os mais de 10.000 registrados no mundo todo e que atuam em sua cadeia de suprimentos. O Prêmio de Fornecedor homenageia aqueles que brilham por sua capacidade de fazer a cadeia de suprimentos da Pirelli mais sustentável e aumentar a excelência qualitativa. Os prêmios para os fornecedores que se distinguiram no ano passado foram apresentados pelo Diretor de Compras da Pirelli, Matteo Battaini, e o Chefe de Sustentabilidade e Diretor de Governança de Riscos, Filippo Bettini, em uma cerimônia na sede da empresa em Milão, na Itália. Os prêmios foram concedidos aos nove fornecedores nas áreas de matérias-primas, serviços e máquinas. Os fornecedores que ganharam prêmios na edição do prêmio Fornecedor Pirelli 2018: Glanzstoff Sicrem Spa (Itália), fornecedor de reforços têxteis que também recebeu o prestigioso prêmio

de sustentabilidade. A empresa mereceu porque produz rayon usando apenas celulose de plantações certificadas para gestão agro florestal sustentável. JSR Corporation (Japão), fornecedor de borracha sintética. Thai Eastern Innovation Co., Ltd (Malasia), PT. Kirana Megatara Tbk (Indonésia) e PT. Prasidha Aneka Niaga Tbk (Indonésia), fornecedores de borracha natural. VMI Holland (Holanda), fornecedor de montadoras de pneus e máquinas para componentes semiprocessados para os critérios de "Qualidade" e "Presença Global". MDM (Itália), uma agência de marketing e comunicação. APPIAN (EUA), fornecedor da plataforma de gestão de processos de negócios e serviços de consultoria e Warehouse Service, Inc. (EUA), fornecedor de serviços logísticos. 

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Dispersante de alto desempenho

Bridgestone desenvolve primeiro polímero híbrido Butadieno, isopreno, e outros dienos conjugados (componentes da borracha)

TEGO® Dispers 679 é um novo dispersante desenvolvido pela Evonik especialmente para o mercado de revestimentos industriais à base de solvente. Por se tratar de um aditivo dispersante de alto desempenho para todos os tipos de pigmentos (incluindo orgânicos, inorgânicos, dióxido de titânio e negro de fumo), sua utilização reduz a quantidade de aditivos dispersantes requeridos em uma formulação. O aditivo proporciona uma estável e significativa redução de viscosidade – propriedades importantes para a adequada produção de concentrados de pigmentos. O aditivo também pode ser usado em processos de moagem direta. Apresenta ampla compatibilidade com a maioria dos sistemas de resinas usados nas aplicações industriais em geral. 

Rinaldi comemora desempenho A Rinaldi foi um dos destaques do X Salão Nacional e Internacional das Motopeças, sendo a marca de pneus brasileira mais completa do mercado a participar do evento. Promovida pela Anfamoto – Associação Nacional dos Fabricantes e Atacadistas de Motopeças, a feira reuniu mais de 10 mil pessoas, entre os dias 15 e 18 de agosto, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). Na ocasião, a fábrica gaúcha apresentou três lançamentos: o RS 47 – para a prática do motocross, o SS 48 – com maior rendimento quilométrico nas ruas e o RW 45 – para terrenos arenosos. Os modelos chamaram a atenção pela qualidade, impulsionando as vendas entre antigos parceiros e novos clientes, que ainda puderam conferir outros itens do catálogo. 

Novo catalisador Gd de tecnologia proprietária da Bridgestone Material hibrido de resina e borracha: Borracha de Alta Resistência Etileno e outras olefinas (componentes da resina)

A Bridgestone Corporation anuncia o desenvolvimento do primeiro polímero do mundo capaz de formar ligações entre a borracha e resinas a nível molecular. Este novo polímero apresenta cinco vezes mais resistência a rachaduras, duas vezes e meia mais resistência à abrasão e resistência à tração uma vez e meia vez maior que a borracha natural que é mais resistente que a borracha sintética comum. O material recentemente desenvolvido, chamado HSR – High Strength Rubber (Borracha de Alta

Resistência), é um híbrido com ligações entre componentes da borracha sintética, como o butadieno e o isopreno e componentes de resinas, tais como o etileno, a nível molecular usando o novo catalisador gadolíneo (Gd) (via copolimerização) de tecnologia proprietária da Bridgestone. O resultado é um material capaz de combinar a maleabilidade da borracha com a resistência da resina. Esse avanço foi alcançado por meio do aprimoramento das tecnologias do catalisador Gd, usado para sintetizar a borracha de poliisopreno. 

continental celebra 44 milhões de sensores Em 2018, a Continental Brasil atingiu o recorde de 44 milhões de sensores fabricados no Brasil, componente que produz localmente desde 2012. A empresa é a única a produzir e fornecer o item no país, na unidade de Salto. Para se ter uma ideia, em 2017, foram fabricados cerca de sete milhões de sensores ABS no País, e 50 milhões pelo mundo. A produção local do sensor, segundo Walter Silva, gestor da unidade PSS de Chassis & Safety da Continental, auxilia muito o cliente na tropicalização do projeto, já que ele

pode ser ajustado de acordo com a engenharia local e atende diretamente a demanda interna. Outro ponto a ser considerado é a agilidade no serviço de atendimento ao cliente, que é operacionalizado muito mais rapidamente, possibilitando um suporte ainda mais dinâmico. 

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Randon cresce no primeiro semestre de 2018 Apesar da ainda lenta retomada da economia e das incertezas do cenário político diante das eleições, o mercado brasileiro de caminhões e semirreboques começou a reagir com maior intensidade, com vendas de 19.415 semirreboques no primeiro semestre, contra 10.802 unidades vendidas de janeiro a junho de 2017 e 32.025 unidades de caminhões, contra 21.455 no segundo trimestre de 2017. Esse crescimento de mercado teve reflexo direto no desempenho da Randon S.A Implementos e Participações no primeiro semestre, quando a maior parte dos indicadores registrou crescimento. “A necessidade de renovação da frota nacional e a vantagem competitiva de produtos mais atualizados, que trazem maior eficiência e produtividade à operação, têm sido fatores fundamentais na tomada de decisão dos transportadores”, observa o diretor de Relações com Investidores, Geraldo Santa Catharina.  QT_Anuncio_BA_Ed_Out.pdf

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23/08/18

Fras-le adquire a FREMAX Dentro do seu projeto de expansão, a Fras-le, um dos maiores fabricantes globais de materiais de fricção, firmou em agosto, contrato objetivando a compra integral das ações da empresa Jofund S/A detentora da marca FREMAX. Concluindo-se a aquisição após o cumprimento de condições precedentes, a Fras-le adicionará 2.500 referências ao seu já diversificado portfólio, garantindo sua posição de liderança no segmento no Brasil e reforçando o portfólio de produtos para oferta global. A conclusão da transação está condicionada à prévia aprovação por autoridades concorrenciais e, ainda, à prévia aprovação dos acionistas da Fras-le em Assembleia Geral Extraordinária a ser agendada. 

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Cabos resistem a roedores

Os cabos elétricos, dependendo de sua aplicação, são expostos às condições mais severas como contato com solventes e fluidos degradantes, altas e baixas temperaturas, impactos mecânicos, radiações UV, entre muitas outras. E não são somente os agentes físicos que podem degradar um cabo elétrico. Em algumas aplicações, como instalações a bordo de navios, é muito comum o ataque por roedores. Os animais atacam a cobertura e isolação do cabo, deixando os condutores expostos, promovendo curtos-circuitos nas instalações e, consequentemente imensos prejuízos por paradas no abastecimento de energia e reparos e/ou troca dos cabos. Existe ainda um agravante: algumas instalações geram frequências que atraem ratos, promovendo ainda mais o número de casos de falha por esta causa. Com o problema crescendo em escala, os fabricantes utilizavam compostos especialmente formulados, contendo veneno e substâncias tóxicas. Esse fato minimizava os estragos ocasionados pelos roedores, porém traziam novos problemas, durante o processamento desses compostos e disposição final, após vida útil do cabo. A Cofibam disponibiliza cabos para uso naval, a classificação XTFX. Os produtos que apresentam essa denominação possuem uma armação coletiva, desenhada para promover resistência ao tracionamento, proteção contra agressões mecânicas externas e, também, ao ataque de roedores. Complementarmente, os produtos dessa família são isentos de halogênios, atóxicos e com baixa emissão de fumaça quando sob queima. 

Banda ecO da Vipal aprovada

Randon Araraquara entrega vagões

A Vipal Borrachas apresentou os resultados dos testes realizados junto ao Grupo Redentor, empresa de transportes do Rio de Janeiro. Desde 2017, a empresa utiliza a banda DV-UM3B ECO da Vipal em toda sua frota por ter comprovado a qualidade e a melhora no índice de reforma, contando também com um bom rendimento quilométrico. Além disso, o produto gera menor emissão de CO2 no meio ambiente e menor índice de descarte dos pneus. No início do ano passado, a Vipal Borrachas ofereceu ao Grupo Redentor que testasse a banda DV-UM3B ECO, ideal para aplicação em perímetro urbano. Confiando na qualidade do produto, o grupo carioca apostou na tecnologia Vipal, e hoje comprova na prática as vantagens. Logo após o teste, o Grupo Redentor passou a usar em toda a sua frota de 1362 veículos e 102 BRTs pneus com a banda ECO. “Recomendo a outros frotistas a apostar na banda ECO da Vipal, pois o produto é melhor tanto na reforma quanto na qualidade e, principalmente, por possuir menor resistência ao rolamento” indica Rodrigo Sales, Gestor de Pneus do Grupo. 

Pouco mais de três meses após inaugurada oficialmente (28/03), a unidade de Araraquara (SP) da Randon S.A Implementos e Participações iniciou, em julho, a produção de vagões ferroviários de carga. O primeiro lote será destinado ao cliente MRS. Trata-se de vagões plataforma, modelo PET, projetados para o transporte de materiais siderúrgicos e containeres de 20” e 40”. O vagão possui um PBT de 130 ton e é destinado ao transporte nas vias de bitola larga da MRS. A logística de produção e distribuição dos vagões ferroviários é favorecida pela infraestrutura rodoferroviária da região, colocando a Randon mais próxima dos mercados consumidores. O mix de produtos para o segmento ferroviário conta com os modelos hopper, gôndola, tanque, carga geral, plataforma, sider e telescópico. 

campneus inicia venda online A Campneus, revendedora Pirelli, estreou em agosto seu canal de vendas online. Por meio do seu site, a companhia passa a comercializar serviços realizados na sua rede de autocenters. Segundo Fabio Facca, gerente Nacional de Operações Varejo, o novo canal de vendas atende a necessidade do mercado visando aumentar o campo de atuação da empresa. “Desde 2016 investimos no e-commerce da Campneus para trazer novas soluções para o segmento. Iniciamos com a venda de pneus Pirelli e Nexen por meio do nosso site oficial, otimizando o tempo do consumidor na decisão de compra e também com retirada do produto e realização dos serviços da montagem nas nossas lojas. Essa integração de estoque e modernização do nosso sistema são diferenciais que atendem às necessidades do consumidor. A partir de agora, o cliente já chegará em nossas unidades com o histórico de compra registrado em nosso sistema e será orientado pelas equipes sobre o tempo de entrega do serviço. Essa modernização da operação vem de encontro com os novos propósitos da Campneus e com a demanda do mercado em serviços mais modernos e ágeis”.  ©Foto: Divulgação

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Bardahl Veda Pneu Além de possuir uma completa linha de lubrificantes e aditivos no mercado automotivo, a Promax Bardahl também desenvolve produtos especiais, que complementam sua extensa linha no segmento. Um deles é o Bardahl Veda Pneu. Além de ser um produto para o carro, ele também se tornou um item de segurança, já que há muitos casos de pessoas abordadas por assaltantes quando um pneu fura na estrada ou vias pouco movimentadas.Com aplicação rápida e fácil, este reparador instantâneo para pneus rapidamente veda o furo e enche boa parte do pneu. Depois de aplicado, é necessário dirigirse, em velocidade moderada, a um local indicado para o reparo definitivo. O produto pode ser facilmente removido do pneu e da roda, pois é solúvel em água. O Bardahl Veda Pneu é indicado para pneus sem câmara e pode ser aplicado em carros e motos. A embalagem do produto, com 300 ml, serve para uma aplicação e pode ser transportada facilmente debaixo do banco ou no porta-malas do veículo, facilitando para qualquer emergência. 

Sabó no Salão das Motopeças Prestigiando a região Nordeste, a Sabó mais uma vez marcou presença na AUTOP – Feira Nacional de Autopeças, Motopeças, Acessórios, Equipamentos e Serviços, que aconteceu no Centro de Eventos do Ceará – Pavilhão Oeste. A empresa esteve focada na divulgação dos lançamentos para suas linhas leve, pesada e utilitários, como juntas para tampas de válvulas, linha completa de juntas e vedações para Volkswagen Amarok, entre outras novidades. Durante o mesmo período, a Sabó participou do Salão Nacional e Internacional das Motopeças, que aconteceu no Expo Center Norte – Pavilhão Amarelo, em São Paulo. “O sucesso do Salão das Motopeças demonstra o interesse do mercado em estar mais próximo do reparador de motos, consolidando a nossa marca junto a um setor que vem crescendo exponencialmente e precisa da atenção da fábrica, seja com novas peças para reposição em novos modelos de motos lançados, seja com informação técnica”, declara João Conrado, Gerente de Aftermarket da empresa. “Um evento como esse é o ponto de encontro com o nosso público”, finaliza Conrado.  ©Foto: Divulgação

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Braskem registra lucro de R$ 3,2 bilhões

A Braskem, maior petroquímica das Américas e líder na produção de biopolímeros, registrou EBITDA de R$ 3,2 bilhões (US$ 877 milhões) no segundo trimestre de 2018, resultado 20% superior ao registrado no primeiro trimestre do ano e 5% maior do que o registrado no mesmo trimestre do ano passado. O lucro líquido da controladora de R$ 547 milhões, afetado pela desvalorização cambial, foi expressivo. A geração livre de caixa foi de R$ 3,6 bilhões, ante R$ 1,8 bilhão no trimestre anterior e R$ 1 bilhão na comparação com o segundo trimestre do ano passado. No segundo trimestre de 2018, a taxa média de utilização das centrais petroquímicas no Brasil foi de 90%, em linha com o primeiro trimestre de 2018, a despeito das restrições logísticas decorrentes da paralisação dos caminheiros. Nos EUA, o índice ficou em 84%, uma redução de 8 p.p. na comparação com o primeiro trimestre, em função de parada programada na unidade de Oyster Creek, no Texas, e parada não-programada na unidade de Marcus Hook, na Pensilvânia. No Complexo Petroquímico do México, devido à parada programada para execução de ajustes operacionais, a taxa foi de 72%. 

cummins retorna ao automobilismo

A Cummins Inc. estreou no Ford Fusion Nº 14 do piloto Clint Bowyer na corrida da Monster Cup NASCAR, no dia 18 de agosto, no autódromo Bristol Motor Speedway, em Tennessee, compartilhando o patrocínio principal com a Rush Truck Centers, principal provedor de soluções para a indústria de veículos

comerciais. A empresa tem tradição no automobilismo; marcou presença na primeira edição dos 500 Milhas de Indianápolis, em 30 de maio de 1911, ocasião em que o fundador da empresa, Clessie Cummins, pertencia à equipe vencedora Marmon Wasp, do piloto Ray Harroun. “A Cummins é uma marca global e líder de categoria; estamos muito orgulhosos de tê-la de volta nas corridas. É uma vitória para a nossa indústria e uma vitória para a Stewart-Haas Racing”, afirma Mike Verlander, vice-presidente de Vendas e Marketing da SHR. 

Solvay alcança lucro de €1,150 bilhão O Grupo Solvay alcançou no primeiro semestre de 2018 um faturamento de 5,09 bilhões de euros com um EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 1,150 bilhão de euros e um free cash flow de 123 milhões de euros, segundo anúncio feito no dia 31/7 pela direção mundial da empresa. A margem de EBITDA permaneceu recorde no semestre, em 23%. Os resultados foram impactados positivamente pelo crescimento sólido de volume de vendas, principalmente dos produtos ligados às áreas de materiais avançados (polímeros especiais e compósitos para os setores automotivo e aeroespacial) e formulações avançadas, especialmente para o mercado norte-americano de petróleo e gás. A empresa mantém a expectativa para 2018 de crescimento do EBITDA de 5% a 7%, com um free cash flow acima do nível de 2017. Segundo o CEO da Solvay, Jean

-Pierre Clamadieu, as vendas e o EBITDA da Solvay aumentaram 6% organicamente no primeiro semestre de 2018 impulsionados por segmentos em crescimento. “Estes fortes resultados são uma clara demonstração da transformação do portfólio de produtos nos últimos anos. Internamente, agora estamos focados em implementar uma organização mais simples e ágil para melhor atender nossos clientes”, disse Clamadieu.  ©Fotos: Divulgação

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cobreq no Salão das Motopeças

A Cobreq, marca da TMD Friction, uma empresa do grupo Nisshinbo, participou da 10ª edição do Salão Nacional e Internacional das Motopeças. No evento, a multinacional apresentou seu portfólio completo para o mercado duas rodas e fez o lançamento de

uma linha completa de discos de freios para motocicletas até 300cc e fluidos de freios DOT 3, 4 e 5.1 em frascos de 200ml. Entre os destaques em exposição da Cobreq estiveram pastilhas e patins para freios, discos e fluidos, cubos e flanges da roda, espelhos de freio, cabos de comando, discos de embreagem e mesa superiores para guidão. "Mostramos um pacote de produtos desenvolvidos para a linha Cobreq Duas Rodas, que entregam ao mercado o melhor compromisso entre performance, segurança e durabilidade", afirma Fábio Merighi, Gerente de Marketing da TMD Friction do Brasil. 

Novo sistema para gerenciar o SASSMAQ Buscando facilitar a interação entre empresas de transporte e organismos certificadores, a Abiquim desenvolveu uma ferramenta especialmente projetada para o gerenciamento de avaliações SASSMAQ. Parte integrante do Programa de Atuação Responsável®, o Sassmaq é um sistema de avaliação para prestadores de serviços de transporte rodoviários à indústria química, que contará com uma nova ferramenta, cuja operação entrará no ar em 1º de outubro de 2018. Esta nova ferramenta traz uma série de otimizações e novas funcionalidades, sem alterar o processo de certificação das empresas. As inovações foram aplicadas ao sistema que agora conta com um novo website, totalmente responsivo – o que permite maior interação com as informações disponibilizadas, possibilitando, inclusive, contato direto entre transportadores e organismos de certificação para a aprovação de propostas para a realiza-

ção de auditorias. O site também conta com novos espaços publicitários para visibilidade das empresas certificadas, além de um novo sistema de busca, direto na homepage. Ademais, será possível incluir e visualizar as licenças de todos os transportadores e realizar agendamento de auditorias O sistema permitirá também a pré-aprovação pela Abiquim do perfil do transportador quanto às licenças e escopo antes da auditoria. O processo de auditoria, por sua vez, passará a ser realizado em modo online ou offline e o processo de gestão das informações tornar-se-á mais dinâmico, graças ao preenchimento do perfil das empresas e da realização de questionários eletrônicos preenchidos no ato da adesão ao sistema. As empresas candidatas à certificação Sassmaq que estiverem interessadas em mais detalhes sobre o sistema, deverão encaminhar um e-mail para sassmaq@abiquim.org.br. 

Tipler atualiza CTT Online

Em 2011 a Tipler lançou o “CTT Online”, tornando-se a primeira marca do mercado de reforma de pneus a contar com um portal de ensino à distância. Agora em 2018, acompanhando os movimentos de mercado, a Tipler apresenta uma importante evolução da plataforma, que foi modernizada para versão mobile, podendo ser acessada via tablets e smartphones. Além da mudança no layout, mais moderno e com acesso facilitado, a navegabilidade e usabilidade também ficaram mais simples e intuitivas através dessa melhoria, tornando a experiência de utilização agradável ao usuário. “Atualmente contamos com 9 cursos no CTT Online, que tem foco na operação do Concessionário Tipler ou no usuário final (transportador)”, relata Rócio Padilha, Gerente de Suporte Técnico da Tipler. “Convidamos nossos Concessionários e clientes a acessar a nova plataforma e realizar os treinamentos que disponibilizamos gratuitamente”, enfatiza Rócio. Os cursos disponíveis no CTT Online são: “Conhecimento Básico de Pneus”, “Especialista em análise de sucatas”, “Revalidação de Banda PPA TIPLER”, “Utilização e Manutenção do Painel STV”, “Sistema de garantia total Tipler”, “Como retirar a embalagem das bandas PPA TIPLER”, “Cuidados básicos na manutenção/renovação da portaria 554/2015”, “CVBA – Conhecendo seu produto”, “Especialista em teste termopar”, “Conocimiento Básico de Neumáticos (Espanhol)” e “Capacitación para Revalidación de Banda PPA TIPLER (Espanhol)”. 

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NOTÍCIAS ITEB

Adriano Bonazio.

ITEB lança Prêmio Edgard Cortez

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ealizado de forma semestral, o Encontro de Clientes da ITEB – Indústria Técnica de Borrachas reuniu em agosto, nas dependências do Instituto Mauá de Tecnologia: clientes, colaboradores, amigos e convidados, para mais um dia de troca de conhecimentos e experiências. Durante o evento, os convidados tiveram a oportunidade de participar de mais uma edição do curso de borrachas, ministrado pelo prof. Luiz Emiliani Junior, diretor-presidente da empresa Modulus Consultoria e Treinamentos. O curso tem como principais tópicos: a história da borracha, tipos e características, processos de transformação, além do controle de qualidade que a matéria-prima exige. Com linguagem simples e exemplos de fácil compreensão, prof. Emiliani abordou a história da borracha, desde o seu descobrimento, extração do látex em seringueiras, até a evolução do processo de vulcanização que culminou na ampliação das oportunidades de negócio. Segundo o prof. Emiliani, “a borra-

cha está presente em nosso dia a dia e às vezes nem percebemos. Vocês conseguiriam, por exemplo, imaginar que a borracha está hoje no processo de sustentação de pontes e viadutos?”, questionou. Ainda segundo o professor, a borracha tem tipos e características aplicáveis a cada processo ou utilização. Seja natural ou sintética, a borracha a ser utilizada dependerá de inúmeras variáveis tais como: temperatura, grau de saturação etc. Para o CEO da ITEB, Lucas Cortez, “o encontro de clientes é um evento tradicional e especial, uma excelente oportunidade de reunir amigos, parceiros, clientes e promover troca de informações. Temos como participantes alunos da universidade, mestres e profissionais de diferentes áreas de formação, distintos mercados, e a cada evento é uma riqueza particular e engrandecedora de detalhes compartilhados.” Lançamento do Prêmio Edgard Cortez – O evento marcou o lançamento da primeira edição do Prêmio Edgard Cortez. O prêmio é uma homenagem ao

fundador da ITEB, que faleceu no dia 06 de agosto. Segundo Lucas Cortez – “em 2014 tivemos a ideia da premiação com nome dos fundadores como uma justíssima homenagem e para preservar para futuras gerações nossa história, propósito e valores, além de valorizar àquelas pessoas e instituições que nos apoiaram e apoiam nesses 45 anos. Para a segunda edição do prêmio no segundo semestre de 2019 teremos novidades e contamos novamente com a Borracha Atual como parceira prestigiando o evento”. O primeiro premiado foi o prof. Luiz Emiliani Junior, um dos idealizadores do encontro de clientes, apoiador incansável e sempre disposto a levar conhecimento e experiência em benefício do segmento. O prof. Emiliani recebeu o prêmio das mãos do coordenador técnico comercial da ITEB, Gabriel Cortez. Em breves palavras, o professor, destacou a relação de amizade que criou com a empresa e seu desejo de sempre ajudar. O Instituto Mauá de Tecnologia – IMT, também recebeu o prêmio, através de seu reitor, prof. Dr. José Carlos ©Fotos Divulgação

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de Souza Junior. O prêmio foi entregue pela diretora administrativa e financeira da ITEB, Rogéria Sene Cortez. Em suas palavras de agradecimento, o prof. José Carlos, evidenciou que se trata de uma relação permanente e fundamental para ambos os lados, e que o IMT estará sempre de portas abertas para a ITEB. O IMT, além de convênio firmado com a ITEB, apoia e oferece seus alunos e estrutura para o intercâmbio de conhecimentos e experiências. O penúltimo prêmio do dia foi entregue ao Sr. Sebastião Rodrigues da Silva,“Tião,” como é conhecido e carinhosamente chamado por amigos e familiares, representando o agradecimento da empresa a todos os colaboradores nesses 45 anos de história, numa relação que sempre foi marcada pela valorização mútua e oportunidades de desenvolvimento profissional. Ao receber o prêmio das mãos do diretor técnico, Edgard Cortez Júnior, de maneira emocionada, “Tião” agradeceu a confiança, reconhecimento e declarou que tem profunda gratidão por tudo o que a ITEB proporcionou a ele e sua família. A última homenagem do dia reservou momentos de grande emoção aos presentes. Sra. Neide Maria Sene Cortez, sócia-fundadora da ITEB e esposa do Sr. Edgard Cortez, recebeu das mãos de seu neto e CEO da ITEB, Lucas Cortez, o prêmio que leva o nome de seu grande parceiro de vida. A homenagem veio reconhecer anos de luta, engajamento, parceria e muito trabalho. Em seu discurso, Sra. Neide – aniversariante do dia – ressaltou a importância do evento e emocionada disse que estava vivendo um dos aniversários mais felizes de sua vida. Novos encontros de clientes da ITEB serão programados e divulgados oportunamente. Já o prêmio Edgard Cortez, acontecerá de forma anual e continuará premiando os parceiros que acompanham e continuarão acompanhando a história da ITEB. 

Premiado Prof. José Mauá.

Premiado Sebastião Rodrigues da Silva “Tião”.

Premiada Neide Cortez.

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redacao@borrachaatual.com.br Premiado Prof. Luiz Modulus.

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NOTAS CALÇADOS

Exportações de calçados caem em agosto

Feira italiana gera US$ 37 milhões para calçadistas A maior feira calçadista do mundo, a Micam Milano, que ocorreu em setembro, em Milão/Itália, deve gerar mais de US$ 37 milhões – entre negócios efetivos in loco e alinhavados – para as 71 marcas brasileiras participantes. A participação verde-amarela se deu apoiada pelo Brazilian Footwear, programa de incentivo às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). O gestor de Projetos da Abicalçados, Cristian Schlindwein, destaca que foram proporcionados mais de 1,4 mil contatos com compradores dos principais mercados do mundo, o que foi destacado pelos expositores brasileiros. “Além disso, o volume de negócios esperados ficou 12% acima do registro da mostra de mesmo período do ano passado, que já havia sido positivo”, comemora. Segundo o gestor, os visitantes estavam mais interessados nos produtos brasileiros, dispostos a aumentar o leque de produtos em suas lojas. “A Micam também se mostra cada vez mais estratégica para a internacionalização das empresas por atrair um público diversificado e de diferentes nacionalidades”, acrescenta. 

As exportações de calçados caíram pelo quinto mês consecutivo. Conforme dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em setembro foram embarcados ao exterior 9,86 milhões de pares que geraram US$ 71,64 milhões, quedas de 14% em volume e de 26,2% em receita na relação com o mesmo mês do ano passado. Com isso, no acumulado dos nove meses do ano, o setor calçadista soma o embarque de 78,87 milhões de pares por US$ 700 milhões, quedas de 10,7% e de 12%, respectivamente, no comparativo com igual período de 2017. O presidente-executivo da Abical-

çados, Heitor Klein, avalia que o resultado aponta para a concretização dos efeitos do cenário internacional, como a desvalorização das moedas dos países emergentes. “Se o dólar valorizado favorece a formação de preço para o exportador brasileiro, esse efeito é neutralizado quando a moeda do importador também está desvalorizada”, comenta, ressaltando que em muitos dos países compradores as moedas locais depreciaram ainda mais do que no Brasil, encarecendo o produto verde -amarelo. “Na Argentina, principal mercado do calçado nacional, o peso argentino desvalorizou mais de 100% nos primeiros nove meses do ano”, exemplifica. 

Evolução do sistema de injeção direta Para apresentar ao mercado a evolução tecnológica do calçado de segurança, EPI obrigatório usado na prevenção de acidentes, uma fábrica de calçados foi montada dentro da Fisp – Feira Internacional de Segurança e Proteção, em parceria com o IBTec – Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefatos. Durante o evento, que aconteceu entre 3 e 5 de outubro, em São Paulo, foram produzidos 400 pares de três modelos diferentes de calçados femininos e masculinos da marca Bompel, com sede na cidade de Toledo, no Oeste do Estado do Paraná. A Bompel participou da ação como parceira máster, junto com outras 40 empresas, entre fornecedores de insumos, componentes, máquinas, equipamentos e sistemas de logística. A fábrica ocupou 600 metros quadrados da área de exposição do São Paulo Expo Exhibition & Convention Center e contou com 20 operários trabalhando. De acordo com Rimantas Sipas, diretor da Cipa Fiera Milano, organizadora da Fisp, segundo maior evento mundial

voltado para o setor de saúde e segurança no trabalho ficando atrás apenas da A+A, feira alemã do setor, “as demonstrações de processos industriais são interessantes para que o visitante conheça alguns detalhes que ajudam a valorizar o produto. Também é uma oportunidade para os fabricantes difundirem novas tecnologias, tendências e inovações do mercado”. Calçados em números – O mercado de itens de segurança no trabalho brasileiro tem um PIB anual de R$ 6,668 bilhões. Os fabricantes de calçados de segurança respondem por faturamento anual de R$ 1,286 bilhão, que representam 19,3% do mercado de EPIs no Brasil. O setor de vestimentas de segurança fatura R$ 1,625 bilhão por ano (24,4% do mercado de EPIs), e o de luvas de segurança, R$ 976 milhões (14,6%), enquanto o faturamento dos fabricantes de luvas hospitalares é de R$ 1,4 bilhão (21,4% do mercado de EPIs). Os números são da Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção ao Trabalho – Animaseg.  ©Foto: Divulgação

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NOTAS CALÇADOS

Usaflex expande atividade A Usaflex, empresa de calçados femininos e masculinos, anuncia a mudança de sua fábrica em Taquara, município do Rio Grande do Sul, para a cidade vizinha, Parobé, reconhecida por possuir forte presença do setor calçadista. Desde que assumiu o comando da empresa, em 2016, o CEO Sergio Bocayuva iniciou um processo de otimização das plantas industriais visando conter a baixa eficiência produtiva. “Para trazer mais eficácia à produção e reduzir custos desnecessários, constatamos que o melhor caminho era concentrar toda a produção em apenas algumas fábricas”, conta. A empresa reduziu então suas filiais, que antes eram sete, e hoje

são três. Essas mudanças trouxeram uma economia de 25% em custos de logística. No caso da antiga unidade em Taquara, todos os funcionários foram realocados para a filial em Parobé. “É uma planta fabril completa, contando com os processos de corte, chanfração, costura, montagem, além de injetora e palmilhas, que foram os primeiros a iniciarem a operação em janeiro deste ano”, explica Marcelo Guimarães, Diretor de Planejamento Industrial. A previsão é que esta unidade da Usaflex alcance o número de 1000 colaboradores até o fim de 2019, com produção de 12 mil pares de calçado por dia. 

Baixos investimentos em inovação prejudicam crescimento Em 2017, o índice de participação da indústria de manufaturas no PIB brasileiro atingiu seu pior patamar desde a década de 50, recuando para 11,8%. Em evento promovido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), o pós-Doutor em Economia e professor do Departamento de Relações Internacionais da UFRGS, André Cunha ressaltou que o Brasil vem passando por um processo de desindus-

trialização, acentuada desde a década de 1980 – quando a participação da manufatura no PIB nacional chegou a 20% –, com o aumento da dependência das commodities e a regulação internacional de preços desses produtos. Segundo o consultor da Abicalçados, Alexandre Peteffi, um dos fatores relevantes para o quadro, além do chamado Custo Brasil, que inibe investimentos, é o baixo grau de inovação no segmento. 

Publicada norma para etiquetagem de calçados Está em vigor, desde final do mês de julho, a norma que padroniza a etiquetagem de composição de calçados. A partir daquela data, os mais de 900 milhões de pares produzidos no Brasil deverão conter uma etiqueta com informações como nome da marca, composição (materiais predominantes) e país de origem. A norma, publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), é fruto de estudos realizados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com o Instituto Brasileiro de Tecnologia do Couro, Calçado e Artefato (IBTeC), Associação pela Indústria e Comércio Esportivo (Ápice), Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) e Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) por meio do Comitê Brasileiro de Couro, Calçados e Artefatos de Couro (CB-11). 

Abicalçados e os projetos inovadores A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) acaba de lançar um serviço de consultoria para desenvolvimento de projetos inovadores visando a captação de recursos junto a agências de fomento. Trata-se do FF Captação de Recursos, parte do guarda-chuva de ações do programa Future Footwear.

O consultor de Inovação da Abicalçados, Alexandre Peteffi, explica que o serviço não tem custo inicial, sendo pago por meio de uma taxa de sucesso com base no valor total do recurso acessado. Segundo ele, a equipe da entidade conhece etapas, demandas e processos que envolvem a fabricação de calçados, bem como onde estão os gar-

galos produtivos e as oportunidades de inovação. “Em um primeiro momento, a empresa nos traz a ideia que, tendo potencial inovador, será transformada em projeto viável e direcionada para a linha de financiamento mais adequada, aumentando de forma considerável a chance de contemplação”, acrescenta o consultor. 

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GENTE

Solvay tem novo diretor de Polímeros Especiais na América do Sul

Josimar Fazolare, diretor da GBU Specialty Polymers para a América do Sul do Grupo Solvay.

O executivo Josimar Fazolare assumiu a posição de Diretor da Unidade Global de Negócios Specialty Polymers para a América do Sul do Grupo Solvay, em substituição a Andreas-Thomas Savvides, que regressou para a Itália, seu país de origem, de onde comandará as operações do Canal de Parceiros da Região Emea (Europa, Oriente Médio e África) desta área de negócios da companhia. Josimar Fazolare é administrador de empresas com pós-graduação em Administração de Produção, especialização em Marketing e diversos cursos relacionados à área comercial. Iniciou em 1987 sua carreira profissional na Rhodia (empresa do Grupo Solvay desde 2011) na área fiscal do Departamento de Finanças, em Santo André (SP). Posteriormente, foi designado para a área de Fios Industriais como gerente do mercado Pneus e Exportação de Produtos. “Para alcançar nossos objetivos, vamos trabalhar no fortalecimento da marca Solvay junto aos clientes, na oferta de produtos inovadores e na manutenção de uma forte presença comercial, sempre alinhados à estratégia global de cada produto e segmento de mercado”, disse Fazolare. 

Braskem tem novo diretor de Inovação e Tecnologia O engenheiro químico Gilfranque Leite é o novo diretor global de Inovação e Tecnologia da Braskem. O executivo vai comandar o Centro de Tecnologia e Inovação (CTI), localizado no Polo Petroquímico de Triunfo, e o Centro de Pittsburgh, nos Estados Unidos, além de núcleos técnicos de pesquisa no Brasil, EUA, Alemanha e México. O novo diretor assume a área com o desafio de consolidar a integração mundial das iniciativas em inovação e tecnologia da Braskem para que atuem de forma ainda mais global, sem fronteiras. “Queremos ter bem definidas as forças de cada uma das áreas para que trabalhem para todos os projetos da Braskem”, afirma Leite, que era o responsável pela área industrial de Polietilenos no Brasil. Ele já ocupou diversas atividades desde que entrou na Braskem há 18 anos. Um dos grandes desafios é ampliar as alternativas de matéria-prima

Gilfranque Leite, novo diretor global de Inovação e Tecnologia da Braskem.

e energia renováveis a custos competitivos e estimular iniciativas tecnológicas na área da reciclagem e economia circular. Uma das metas é estudar os caminhos para voltar a transformar o plástico usado em matéria-prima para a cadeia petroquímica. “Encontrar soluções inovadoras para fortalecer a cadeia de reciclagem e a economia circular é uma das prioridades da área”, afirma. Em 2017, a área de inovação e tecnologia da Braskem trabalhou 355 projetos, o que inclui o desenvolvimento de novos produtos e processos. Ao todo, foram investidos cerca de R$ 170 milhões. No período, mais de 440 Clientes receberam apoio do Centro de Tecnologia e Inovação do Brasil (mais de 23 mil análises realizadas) e 65 nos Estados Unidos (cerca de 17 mil análises). 

Milliken tem novo CEO global A Milliken, empresa de especialidades químicas, tem um novo CEO global a partir de 1º de setembro, quando Halsey M. Cook Jr. assumiu o cargo na matriz na Carolina do Sul, Estados Unidos. "Ele tem a experiência necessária para acelerar o que está funcionando muito bem na companhia e promover mudanças nos aspectos em que possamos aumentar ainda mais nossa ênfase em inovação e assistência aos clientes", destaca o atual CEO J. Harold Chandler, que voltou a ocupar o cargo de presidente do Conselho Diretor.

Halsey M. Cook Jr. tem 30 anos de carreira, com experiência no crescimento de diversas multinacionais e um estilo de liderança compatível com os valores e cultura da Milliken, além de compromisso junto à comunidade. O executivo já atuou em uma ampla gama de empresas de grande porte com redes expressivas de fabricação e distribuição em cargos de liderança nas áreas de vendas, marketing e desenvolvimento de produtos nos EUA e em outros países. Entre as quais, United Technologies, Legrand North America e Sonepar USA.  ©Fotos: Divulgação

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Nova vice-presidente comercial para área de plásticos na DOW

Daniella Souza Miranda, vice-presidente para área de plásticos da DOW.

A Dow anuncia Daniella Souza Miranda como vice-presidente comercial da área de Plásticos (P&SP) na América Latina. A executiva será responsável pelos resultados financeiros da área na região, pela condução da estratégia de negócios e criação de iniciativas de geração de valor que impulsionem o crescimento da empresa. Daniella trabalha há mais de 20 anos na Dow e já atuou em diferentes áreas e regiões onde a empresa está presente, em posições de planejamento de produção e da cadeia de fornecimento, gerente de Supply Chain global para o negócio de Poliuretanos, diretora de Compras e diretora de Relações Públicas e Governamentais para a América Latina, além de diretora de vendas para os negócios de Poliuretanos e Soluções Industriais para região Andina. Sua última posição foi a de presidente da região Andina e também diretora de Negócios de Tintas e Monômeros de Performance para América Latina. A executiva reportará a Diego Donoso, líder global do negócio de Plásticos na companhia, e dará continuidade ao trabalho de quase três anos realizado por Paloma Alonso, que assumirá a cadeira de diretora global de Aromatics e a diretoria comercial do segmento de Olefins, Aromatics & Alternatives (OAA) para Europa, Oriente Médio e África. Bacharel em Engenharia Química pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, Daniella também é mestre em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas. 

João Marchesan assume presidência da ABiMAQ/SinDiMAQ “A reindustrialização será nosso compromisso para os próximos quatro anos”. Assim João Marchesan, presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) e do Sindicato Nacional da Indústria de Máquinas (SINDIMAQ), abriu seu discurso durante cerimônia de posse das diretorias das entidades para o quadriênio 2018/2022, no dia 09 de agosto, na sede da associação, em São Paulo. Marchesan expôs a preocupação de todos os empresários industriais com o fenômeno de desindustrialização que ocorre no Brasil. “Estamos exportando empregos, divisas e renda. Vamos trabalhar para que este governo ou o próximo consiga aprovar as reformas e promover os ajustes necessários na economia, porque o País ainda carece de mais investimentos. Precisamos aumentar a taxa de investimento”. O presidente da ABIMAQ/SINDIMAQ enfatizou que a reindustrialização do Brasil demanda a mudança do regime macroeconômico e a correção dos fatores estruturais desfavoráveis. “Isto requer contas públicas equilibradas, inflação baixa, câmbio competitivo, disponibilidade de crédito para investimento e produção a juros compatíveis. Também são necessárias as reformas econômicas e institucionais profundas, nos planos da política monetária, cambial, fiscal, previdenciária e tributária. Além da restauração da capacidade de planejamento, financiamento e a indução do Estado para, junto com o setor privado, recuperar de forma sustentável e duradoura o desenvolvimento da economia brasileira”. Estiverem presentes na cerimônia as seguintes autoridades: José Ricardo Roriz Coelho, presidente da FIESP, João Carlos de Sousa Meirelles, secretário de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, Diogo Henrique de Oliveira, presidente do BNDES, Vanderlei Macris, deputado federal e presidente da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ) e Carlos Marun, ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República. 

©Fotos: Divulgação

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MATÉRIA TÉCNICA

PROCESSO DE INJEÇÃO DA BORRACHA Autor: Luis Antonio Tormento

introdução Dando sequência a artigos anteriormente publicados, como: Projetando com Borracha (edição 64), Processos de vulcanização (edição 66), Transformação e vulcanização de Elastômeros (edição 118) e Diferentes formas de vulcanizar a borracha (edição 128), neste artigo explicaremos os detalhes específicos do processo de injeção da borracha. Baseado em um processo destinado à moldagem de plásticos, a moldagem por injeção de borracha começou em meados da década de 1960. A moldagem por injeção de borracha modifica com sucesso o processo de injeção do plástico, aquecendo a borracha e colocando-a sob uma pressão significativamente maior por centímetro quadrado na cavidade de moldagem. Isto é diferente do processo de moldagem por injeção de plásticos, onde os materiais são resfriados com menos pressão. Através de várias inovações, a moldagem por injeção tornou-se uma das maneiras mais eficientes de criar produtos de borracha moldada.

O Processo de injeção A moldagem por injeção – um processo mais complicado que a moldagem por compressão ou transferência – é utilizada para uma variedade de aplicações. Ela pode ser usada para produzir peças muito pequenas para painéis inteiros de carrocerias de automóveis. Durante o processo de moldagem por injeção de borracha, a borracha não vulcanizada é introduzida no molde da máquina usando um sistema de alimentação por parafuso. O alimentador de parafuso aceita a quantidade exata (ou o tamanho do disparo) do material necessário para criar o número desejado de peças. A borracha é alimentada a partir de uma engrenagem, para um tambor aquecido e o material é empurrado lentamente por um êmbolo tipo parafuso para uma

câmara aquecida. O material é então pré-aquecido a um estado que permitirá que o material flua através de um sistema de portão e corredor, para preencher uniformemente as cavidades desejadas. O molde permanece a uma temperatura definida para que possa solidificar quando estiver cheio. Quando o material atinge um estado de cura, o molde se abre e as peças podem ser removidas manualmente ou usando um sistema automático para retirá-las do molde.

Moldagem por injeção Moldes Aquecidos

Entrada Composto Pistão

Injeção

Esquema de uma injetora.

Molde de Injeção – Antes da Injeção Composto não vulcanizado Distribuidor

Bocal de injeção

Cana

Bucha de injeção

Linha de fechamento

Cavidade vazia

Molde de injeção. ©Fotos: Divulgação

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Molde de Injeção – Após Injeção Material vulcanizado nos canais

Peças vulcanizadas

Molde de injeção.

Por que moldar a borracha por injeção? A moldagem por injeção de borracha produz peças com tempos de ciclo mais rápidos do que a moldagem por compressão ou transferência. A necessidade secundária de pré-formas para fazer peças completas é eliminada. Em geral, isso é uma etapa de trabalho intensivo que pode afetar potencialmente o produto acabado por meio de pesos e formas de pré-formas variadas. Moldagem por injeção de borracha dá a capacidade de fazer formas personalizadas com pouca rebarba ou resíduos de borracha. A injeção é um processo versátil: pode ser executada da Shore A 90 até a Shore A 40. O material é pré-aquecido antes de ser forçado a entrar em cavidades. Isto diminui a viscosidade do material, permitindo que ele flua mais facilmente para as cavidades.

Vantagens da moldagem por injeção: • Completa eliminação de pré-formas • A produção e a necessidade de pré-formas é uma etapa de mão de obra intensiva que pode afetar potencialmente o produto acabado, através da variabilidade no peso e forma dos pré-formados • Eliminação do posicionamento do operador de préformados • Como as pré-formas são eliminadas, a necessidade dos operadores colocarem as pré-formas em uma cavidade (moldagem por compressão) ou pote (molde de transferência) é eliminada • O parafuso de injeção pré-aquece o material antes de forçá-lo para as cavidades

• Este processo diminui a viscosidade do material, permitindo que ele flua mais facilmente e mais rapidamente para as cavidades • Este pré-aquecimento fornece o potencial de diminuição dos tempos de cura • Tempo de ciclo reduzido • Ferramentas sem rebarbas (Flash) • Processo econômico para altos volumes de componentes de média a alta precisão • Capaz de produzir componentes sobremoldados • Mínimo desperdício de material.

Problemas comuns com moldagem por injeção de borracha Como a moldagem por injeção de borracha é uma tecnologia complexa, o processo pode apresentar problemas de produção causados por defeitos nos moldes ou no processamento de peças.

Defeitos comuns: Rebarba: refere-se ao material extrafino que excede a geometria normal da peça. Isso pode ser causado por danos na ferramenta, muita velocidade de injeção ou baixa força de fixação. Tiro curto (ou não preenchimento): devido a variações na matéria-prima, tiros curtos ou um preenchimento parcial podem acontecer no produto final. Para evitar isso, verifique se há material suficiente, velocidades de injeção adequadas e pressão alta o suficiente para preencher toda a peça. Partículas estranhas: podem incluir material queimado ou material extra incorporado na peça. Cuidado com partículas na superfície da ferramenta, detritos estranhos no canal ou muito calor queimando o material antes da injeção. Deformações: as peças podem, às vezes, torcer ou distorcer durante o processo. Isto pode acontecer quando o tempo de resfriamento é muito curto, o material está muito quente ou quando as temperaturas incorretas são ajustadas. Vazios: às vezes você pode encontrar espaços vazios ou bolsas de ar dentro de moldes. Para evitar isso, certifique-se de que a pressão é suficiente para manter a peça durante o tempo de espera. Além disso, certifique-se de que as paredes das peças tenham a mesma espessura.

©Foto: Divulgação

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MATÉRIA TÉCNICA Rebarbação Peças injetadas geralmente necessitam de algum tipo de acabamento para eliminação de pequenas rebarbas (muito finas). A remoção da borda residual, ou flash, de um produto de borracha moldado pode ser realizada de várias maneiras. Dependendo do material, os métodos de rebarbação de tamanho, tolerância e quantidade de peças geralmente incluem: • Retirada manual • Processamento criogênico ou rebarbação criogênica, muito utilizada para dar forma e retirar os excessos em peças pequenas • Tamboreamento criogênico, em geral utilizado para retirada dos “galhos” (borracha que fica nos canais de injeção) • Moagem de precisão – em geral em meio aquoso com um abrasivo, por tamboreamento. Nos métodos de rebarbação de artefatos de borracha injetados, a técnica mais comum é a rebarbação criogênica. As peças são congeladas antes de atingir sua Tg; após isto, a rebarba é quebrada mecanicamente por meio de alguma mídia, em geral policarbonato. A forma da mídia possui pouco efeito sobre o resultado da rebarbação. Quando a mídia atinge o artefato de borracha, o impacto destrói a rebarba quebradiça. Esta quebra é função da massa e da velocidade de aceleração da mídia. É um equívoco pensar no processo de rebarbação como um corte ou raspagem da rebarba: a rebarbação é feita por impacto, não pela ação de corte e é fundamentalmente diferente de uma limpeza de superfícies”.

conclusão Embora o processo possa ter vários benefícios, há algumas desvantagens a serem lembradas. A moldagem por injeção de borracha pode ter custos iniciais mais altos quando comparada a outros processos de moldagem. A modificação da ferramenta também pode ser difícil com o sistema de canais da máquina. O material também é limitado a compostos de alto fluxo quando se trata de moldagem por injeção de borracha. 

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AGENDA

NOVEMBRO/2018 06 a 08 ASTM International, Astm Symposium on Additive Manufactured Parts Local: Washington, DC Informações: www.astm.org

12 e 13 7º Simpósio SAE Brasil de Veículos Elétricos e Híbridos – Simultaneamente ao Salão Internacional do Automóvel Local: São Paulo Expo, Água Funda - São Paulo/SP - Brasil Informações: call 330-595-5535 E-mail: reg@rubber.org

20 e 21 Technobiz, Africa Rubber Expo & Summit 2018 Local: Sandton Convention Center, Johannesburg, South Africa Informações: www.rubbertechnology-expo.com

27 e 28 Smithers Rapra Silicone Elastomers & Tpe World Summits Local: Milan, Italy Informações: www.elastomer-forum.com

29 e 30 Formação de Vendedor Técnico para o Mercado de Borracha Local: Modulus: Luiz Emiliani Junior - São Caetano do Sul, SP Informações: www.modulusconsultoria.com.br

JANEIRO/2019

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05 a 08 Messe Dusseldorf North America Arabplast, 14Th International Trade Show For Plastics, Petrochemicals, Packaging, & Rubber Industry Local: Dubai World Trade Center, Dubai, United Arab Emirates Informações: www.mdna.com

FEVEREIRO/2019 11 a 14 Course on Silicone Elastomers Technology and Fabrication Local: Embassy Suites Anaheim Orange; presented by UWM School of Continuing Education Informações: uwm.edu/sce-rubber

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