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ISSN 2317-4544

BORRACHAAtual - 1


Índice 3 4 8 18 24 28 38 42 46 50 52 54

Editorial

Editorial Entrevista TOPRUBBER 2016 Perspectivas 2017 Pneus Mercado Notas & Negócios ABTB Matéria Técnica Classificados Frases & Frases Agenda & Cursos

“Mais do Mesmo” Foto da Capa: Continental

ambientes, nem melhores nem piores, apenas diferentes. Os habitantes deste espaço não são necessariamente os mais fortes nem os mais bonitos, mas sim os mais adaptáveis. A economia brasileira está num verdadeiro cataclisma com erupções políticas e trovoadas econômicas, abalando supostas bases sólidas de governança corporativa e revelando um subterrâneo de corrupção político-empresarial que constantemente solapou o pleno

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A MELHOR PUBLICAÇÃO DO SETOR.

11

A Natureza é pródiga em transformar o mundo e criar novos

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desenvolvimento da nação. O atual momento econômico brasileiro é o início de um novo ciclo e não deve ser encarado como “mais do mesmo”. Retrocedemos alguns anos e levaremos outros tantos para voltar ao patamar que estávamos acostumados. Ótima oportunidade para fazer a coisa certa desta vez, transparente com regras claras e instituições sólidas, que garantam a segurança jurídica dos investimentos e a

expediente

ISSN 2317-4544

Nesta edição divulgamos os vencedores do 13° Prêmio

Ano XXII - Edição 128 - Jan/Fev de 2017

TOPRUBBER com as empresas e profissionais que ajudaram o

Diretores: Adriana R. Chiminazzo Spalletta Antonio Carlos Spalletta

mercado de borracha a atravessar um dos piores anos da história. A cerimônia foi ambientada em clima de “New Orleans” mostrando

ASPA Editora Ltda. Rua Com. Bernardo Alves Teixeira, 695 CEP 13033-580 - Vila Proost de Souza - Campinas - SP CNPJ 07.063.433/0001-35 Insc. Municipal: 00106758-3

que o otimismo vai voltando aos poucos e merece ser comemorado em alto estilo. Também nesta edição mostramos as perspectivas para este ano de diversos setores produtivos, permitindo ao leitor ter uma ideia

Redação: Rua Com. Bernardo Alves Teixeira, 695 CEP 13033-580 - Vila Proost de Souza - Campinas - SP redacao@borrachaatual.com.br

exata do que está por vir e planejar da melhor maneira possível suas estratégias de sobrevivência para mais um ano desafiador.

Assinatura e Publicidade: Tel/Fax: 11 3044-2609 - assinaturas@borrachaatual.com.br www.borrachaatual.com.br

Desejamos a todos um belo início de ano e que ao longo desta jornada sejamos contemplados com notícias positivas e ações patrióticas, permitindo-nos sonhar com uma nação digna e cidadãos

Jornalista Responsável: Adriana R. Chiminazzo Spalletta (Mtb: 21.392) Projeto Gráfico: Ponto Quatro Propaganda Ltda. Impressão: Gráfica Josemar Ltda. Tiragem: 5.000 exemplares

remuneração justa de empresários e trabalhadores.

orgulhosos de sua pátria. Boa leitura!

Editora

Antonio Carlos Spalletta Editor BORRACHAAtual - 3

A revista Borracha Atual, editada pela ASPA Editora Ltda., é uma publicação destinada ao setor de Borracha, sendo distribuída entre as montadoras de automóveis, os fabricantes de artefatos leves, pneus, camelback, calçados, instituições de pesquisa, órgãos governamentais e universidades. As opiniões expressas em artigos assinados não são necessariamente as adotadas pela Borracha Atual. É permitida a reprodução de artigos publicados desde que expressamente autorizada pela ASPA Editora.


Entrevista “A nossa expectativa é que o pior já passou e que nós continuaremos a crescer.” Alexandre Bicalho

E

m janeiro, Alexandre Bicalho assumiu a posição de Representante Regional da América do Sul no lugar de Juan

Carlos Borchardt, que se aposentou no final de 2016, após 10 anos no cargo. Entre as suas atribuições, Bicalho terá a função de representar os interesses comuns do Grupo Freudenberg na região, a fim de viabilizar o

alinhamento

das

diretrizes

globais

entre as diferentes Unidades de Negócios. O executivo foi entrevistado por Borracha Atual e falou sobre suas novas funções, o desempenho da Freudenberg em 2016, perspectivas para esse ano e atividades de

responsabilidade

social

do

grupo.

Trabalhando há 12 anos na Freudenberg, o

executivo

pertence

à

divisão

Freudenberg-NOK, localizada em Diadema e muito vinculada ao mercado de borracha, fabricando vedações. Permanecendo como CEO da Freudenberg-NOK assumirá também a posição de “Region Representative” para toda a América do Sul do grupo. Antes de trabalhar na Freudenberg, exerceu cargos em empresas nacionais e multinacionais, consolidando

20

anos

de

experiência,

a maior parte dela na área financeira.

4- BORRACHAAtual


BORRACHA ATUAL: Quais são as perspectivas da Freudenberg para o mercado latino-americano nesse ano? ALEXANDRE BICALHO: Na verdade, o enfoque, especificamente, é na América do Sul. Nessa minha nova posição, e até em função de como o grupo Freudenberg funciona, diria que o Centro Corporativo, que é o que nós somos, funciona como um facilitador para todas as demais empresas que funcionam no Brasil, ou melhor, na América do Sul. Nós temos oito unidades de negócios na região e o corporativo é o braço do grupo Freudenberg na região. Qual o nosso objetivo? Facilitar que cada um desses grupos de negócios, que tem diferentes mercados, estejam alinhados com as estratégias globais do grupo. Na verdade não existe a figura de um presidente do grupo Freudenberg no Brasil. O que existe é um Corporate Center, e eu como responsável pela região, preciso alinhar a estratégia do grupo àquilo que se pretende fazer na América do Sul. E qual seria a estratégia do grupo para o Brasil neste e nos próximos anos, visto que a economia está turbulenta e pode permanecer assim por um bom tempo? Essa é uma situação delicada para todos nós. Na verdade, um dos princípios do grupo é a orientação de longo prazo. Nós somos um grupo de 170 anos aproximadamente, já passamos por duas guerras mundiais e sobrevivemos. Certamente não será essa crise que fará com que saiamos daqui. Ao contrário. O que nós temos feito nos últimos anos é investir. Há pouco inauguramos nossa nova fábrica em Valinhos. O investimento demonstra nosso interesse de longo prazo na

“O grupo como um todo cresceu muito mais do que a queda da economia que ocorreu no país.”

região. Nós tivemos a aquisição ao longo de 2016 da parte da Trelleborg. Nós tínhamos uma “joint-venture” Trelleborg- Vibracoustic. O grupo Freudenberg comprou a parte da Trelleborg, o que temos hoje é uma empresa 100% do grupo Freudenberg que se chama apenas Vibracoustic. Isso é outra demonstração de que nós temos toda a intenção de continuar investindo no país. Existe essa situação temporária, mas as nossas perspectivas são que, já em 2017, o PIB não seja negativo, trabalhamos com o cenário de que o PIB fique entre 0,5% e 1% e principalmente, no nosso caso, que a produção industrial voltará a ser positiva. Este é o principal indicador para nós. O cenário com que trabalhamos hoje é de uma produção industrial entre 1, 1,2, 1,3%. A nossa expectativa é que o pior já passou e que nós continuaremos a crescer. Quanto o grupo cresceu em 2016? Não temos os números finalizados. O que posso afirmar é que no Brasil nós esperamos ainda que haja um crescimento entre 1% e 1,5%. Você pode questionar “como vocês conseguiram isso com o mercado automotivo, que é um de seus principais mercados, caindo?”. Essa é demonstração da essência do que é o grupo Freudenberg. Nós temos negócios muito diversificados e é claro que é nesse momento que a diversificação se mostra efetiva. Então a expectativa é que no Brasil haja um pequeno crescimento em relação ao ano anterior.

Diversificação significa que uma unidade de negócios com mais rendimentos compensa outras? Sim, mas acho que principalmente não é necessariamente a unidade de negócio, mas sim os mercados em que algumas dessas unidades atuam. Posso dar alguns exemplos. Unidades de negócio que atuam no mercado de reposição tiveram crescimentos significativos. Por quê? Porque com a queda na produção e venda de automóveis novos, houve uma demanda maior na reposição, então experimentamos crescimento na reposição automotiva, de produtos de manutenção industrial, em que também participamos... Esse é um exemplo. Outro exemplo é o mercado alimentício. Nós temos produtos que são da área química, da área de desmoldantes, que cresceram nessas outras indústrias. Tudo aquilo que não é vinculado ao setor automotivo principalmente, nós experimentamos crescimentos que mais do que compensaram do que ocorreu naquele setor. O setor automotivo se recuperando, os negócios vão crescer ainda mais... Sim. Exatamente por isso é que a nossa expectativa para os próximos anos é de crescimento. A última informação da ANFAVEA é de que a produção em 2017 de automóveis no Brasil terá um crescimento de 12%. Confesso que considero um crescimento robusto demais para o nosso cenário. Trabalhamos com um cenário bem menos otimista do que esse. Mas o fato é que temos uma associação confiável, muito reconhecida, que está trabalhando com um cenário de crescimento em 2017, porque nos últimos três anos a indústria automotiva caiu demais, chegou ao fundo do poço, e esperamos que a retomada irá gerar impactos positivos. BORRACHAAtual - 5


Entrevista

A crise brasileira impactou o desempenho na empresa na América do Sul? Na verdade a influência foi muito pequena. Querendo ou não querendo, nós crescemos. Pouco. Houve o impacto da variação cambial, mas o grupo como um todo cresceu muito mais do que a queda que ocorreu no país. O crescimento da companhia tem sido contínuo e a influência que nós temos representado no total foi mais do que compensada em outras regiões. A Freudenberg tem unidades que em outros países na América do Sul? Na Argentina e Chile. Temos escritórios também na Colômbia, Peru e Venezuela. Desses países, qual o mais promissor para negócios segundo o grupo? Hoje a importância da Argentina ainda é muito grande para nós. Evidentemente as taxas de crescimento do Chile, Peru, Colômbia são expressivas, mas os mercados são pequenos. Temos investido nesses mercados, mas quando se transforma em valores, ainda a representatividade é muito pequena. Brasil e Argentina representam pelo menos 80% do valor da região. Há intenção de novos investimentos no Brasil em 2017? Nós temos investido ao longo dos últimos 4 anos um valor significativo na região, não apenas na construção de unidades fabris, como na renovação de nosso parque industrial, diversas unidades de negócios. Em função da queda que ocorreu na economia, hoje nós temos uma capacidade mais do que suficiente para o atual momento e 6- BORRACHAAtual

“A maior parte dos investimentos foi para trazer equipamentos ou linhas de produção que são exemplos de tecnologia.” adequada para o crescimento que nós esperamos. Então vamos investir mais quando for necessário. Nesse instante nós já estamos preparados para o crescimento. Os últimos dados da Abiquim indicam uma capacidade ociosa muito grande na indústria química. Isso acontece dentro do grupo também? Nossa capacidade ociosa certamente está abaixo da média do mercado. Existe uma capacidade ociosa, que está adequada para um crescimento futuro. O investimento foi feito esperando um determinado desenvolvimento da indústria que não ocorreu. Portanto, eu estou preparando para um crescimento futuro. Havendo o crescimento previsto pela ANFAVEA, a Freudenberg tem toda a capacidade para suprir...

mas certamente estamos melhor que o mercado. A tecnologia das unidades instaladas no Brasil está atualizada em relação a das instaladas em outras regiões? Sem dúvida. Na verdade, eu diria que algumas plantas são o estado da arte. Em função de serem muito recentes, utilizam a última tecnologia que se tem. Nesse aspecto não estamos como no passado (não necessariamente na Freudenberg) em uma situação em que ficávamos atrás em tecnologia e éramos considerados um país de mão de obra barata. Em um país de mão de obra barata a tecnologia é fundamental para que se tenha competitividade. Certamente as nossas empresas estão alinhadas com o nível de tecnologia do grupo. Poderia citar uma unidade que seria exemplo disso? Uma delas é a Chem-Trend. Tudo o que tem lá é literalmente o estado da arte no que diz respeito àquela linha de produto, de desmoldantes.

Sem dúvida. Como é feito o suporte aos clientes? Em relação à pós-venda, os indicadores que apontam se estamos indo bem ou mal estão dentro das nossas perspectivas como grupo, acima de nossos objetivos, dos nossos targets. Algumas maneiras que temos de medir isso são custos com garantia, solicitações de retrabalho, devolução de produtos... A nossa experiência em relação a isso é que nós estamos bem acima do mercado. Por questão estratégica não posso falar números,

O mesmo se aplica à SurTec, que fica no mesmo parque industrial. Nós temos também nossa sala de mistura que fica em Diadema. A mistura de todos os nossos ingredientes é feita através de softwares. São alguns exemplos. A nova linha de Performance Materials, não-tecidos, que fica em Jacareí, também é estado da arte. A maior parte dos investimentos que ocorreram nos últimos anos foi para trazer equipamentos ou mesmo linhas de produção que são exemplos de tecnologia.


Como a empresa vê as primeiras medidas tomadas pelo governo Trump? Podem influenciar na sua atividade? Como grupo, temos a filosofia de não opinar sobre nenhum evento que envolva política. A Freudenberg passou por duas guerras e sabemos que o mundo é instável e que essas situações ocorrem. Adaptaremo-nos a tudo que for definido e decidido e temos certeza de que a autonomia de cada país estará melhor para cada país. E estará em cada um deles seguindo as regras que forem estabelecidas. Quais são as expectativas de crescimento desse ano para o grupo? A perspectiva é que haja crescimento. Estamos assumindo que a ANFAVEA está correta e que os demais mercados continuarão do jeito que estão. São boas as perspectivas de crescimento para 2017. O câmbio está em um nível aceitável? Nós, como grupo, entendemos que o grande ponto do câmbio não é em que patamar que ele está, mas sim a flutuação que ele tem. Porque a gente entende que isso afeta o modelo de negócios que você quer ter. Por exemplo, se você tem um câmbio que é desvalorizado em relação ao euro e ao dólar, você tem tendência de ser exportador. Quando o oposto ocorre, você naturalmente vai se direcionar mais para o mercado interno. Você possivelmente terá muita importação de componentes para poder fazer o seu produto. Então, o que ocorre? Hoje o câmbio está em um ponto onde nós temos como atender o mercado interno, mas não conseguimos ser

“O grande ponto do câmbio não é em que patamar ele está, mas sim a flutuação que ele tem.”

ainda um bom exportador, o que não tem nenhum problema. O que nos preocupa é a volatilidade. Se o câmbio voltar a se desvalorizar demais, vamos ter um problema, porque atendendo no mercado interno não vou conseguir necessariamente repassar na mesma velocidade para os nossos produtos. Se o câmbio se mantiver assim até o final de 2017, ótimo. Vamos adequar nosso modelo de negócios a esse ponto. A infra-estrutura e a logística no Brasil são adequadas? Usando uma terminologia da Freudenberg, “tudo pode ser melhorado”. Diria que o Brasil está nessa situação onde há bastante oportunidade para melhoria no que diz respeito à logística do país, principalmente se pensamos em nos tornar um país que exporte mais, que seja mais integrado com o comércio internacional. E oportunidade de melhoria significa oportunidade de negócio...

desenvolva ainda mais. Há dois pontos a se acrescentar. O mercado brasileiro é muito importante para o grupo, que continuará investindo nele. Outro ponto a se salientar, que demonstra o grau de comprometimento que temos com o país e com a América do Sul é o nosso programa de responsabilidade social que se chama E Square, que seria Educação e Meio Ambiente. Nela, temos diversas organizações não governamentais que, mesmo nesse momento tão difícil, têm sido atendidas pelo grupo. Temos em Barueri, na região de Campinas, região de Valinhos, Jacareí, organizações que receberam fundos do grupo para que, principalmente crianças que não estejam em condições ideais, tenham oportunidade de estudo, oportunidade de se envolver com o meio ambiente para que possam alcançar novos rumos. É uma demonstração do comprometimento que temos com as pessoas, não somente as pessoas do grupo, que também fazem parte dessas interações. Não damos apenas o dinheiro. O projeto também precisa também ter um voluntariado da empresa que está mais próxima daquela organização. Nosso comprometimento é com as pessoas – não apenas com nossos associados, mas com a comunidade. Isso é uma coisa que gostamos bastante de fazer.

Sem dúvida nenhuma. O investimento em infra-estrutura, seja em iniciativas de PPP´s ou pelo Estado diretamente, é fundamental para que a economia se

“Nosso comprometimento é com as pessoas, não apenas com nossos associados, mas com a comunidade.” BORRACHAAtual - 7


A cerimônia do 13º Prêmio TopRubber Maiores & Melhores 2016 ocorreu no último dia primeiro de dezembro, no aconchegante Orleans Music Bar, na Vila Madalena, capital paulista. Nesta edição foram 20 as categorias participantes, e as empresas mais votadas no site de Borracha Atual receberam os seus respectivos troféus na ocasião. A grande presença de representantes das mesmas mostrou que, a despeito da crise, os setores químicos e de borracha mantém sua pujança e entusiasmo para driblar o atual momento econômico turbulento. Nesta e nas próximas páginas, os vencedores de cada categoria recebendo os merecidos troféus.


ral: Artefatos de Borracha em Ge LORD

LORD. iersky e Paulo Slobodticov, da Amanda Paschoalini, Danny Siek

Artefatos para Automรณveis: SABร“

Henrique Barbosa, da Sabรณ.

Auxiliares de Processo: PARABOR

Fernando Genova, da Parabor.


Compostos de Borracha: ZANAFLEX

ral: Artefatos de Borracha em Ge RG FREUNDENBE

, da Zanaflex. Alicia Molaรงo e Jair Zanandrea

Bandas de Rodagem: BRIDGESTONE - BANDAG

Desmoldantes: CHEMTREND

Eduardo Colaรงo e Luciana Ferraz, da Chemtrend.


Distribuição de Matérias Pr imas: AURIQUIMICA

Leandro e Graciela Auricchio, da Auriquímica.

Máquinas & Equipamentos: BONFANTI

Adilson Cizão e Decio Luizotto, da Bonfanti.


Negro de Fumo: BIRLA CARBON

goso, da Aditya Birla. Cynthia Guenaga e Marcelo Fra

Silicones BLUESTAR

Plastificantes: QUANTIQ

Flavia Artico, Airton Faria Rodrigues e Miriam Rodrigues, da Quantiq.


Pneus: PIRELLI

Borrachas Termoplรกsticas: KRATON

Roberto Falkenstein, da Pire lli.

Empresa de Desta que: BRASKEM

Gabriela Nogueira e Giancarlo Roko.


Borrachas & Elastômeros: NITRIFLEX

da Nitriflex. Cristina Barros e Ofelia Maia,

Personalidade do Ano: PERCY PUTZ

Dirce e Percy Putz.

Inovação de Produtos: SOLVAY


Instituição de E SENAI - MARIO nsino: AMATO

Propaganda: FRAGON


Adesivos: LORD

Inovação de Produtos: SOLVAY

Artefatos de Borracha em Geral: FREUDENBERG

Máquinas & Equipamentos: BONFANTI

Artefatos para Automóveis: SABÓ

Negro de Fumo: BIRLA CARBON

Auxiliares de Processo: PARABOR

Plastificantes: QUANTIQ

Bandas de Rodagem: BRIDGESTONE - BANDAG

Pneus: PIRELLI

Borrachas & Elastômeros: NITRIFLEX

Silicones: BLUESTAR

Borrachas Termoplásticas: KRATON

Instituição de Ensino: SENAI - MARIO AMATO

Compostos de Borracha: ZANAFLEX

Empresa de Destaque: BRASKEM

Desmoldantes: CHEMTREND

Personalidade do Ano: PERCY PUTZ

Distribuição de Matérias Primas: AURIQUIMICA

Propaganda: FRAGON


Perspectivas

Perspectivas 2017

Hora de começar a tirar o pé do freio

Em 2016 o cenário político fez a economia brasileira patinar. A substituição da presidente não foi suficiente para trazer de volta a confiança do povo e o consumo ficou muito abaixo do esperado. A boa notícia é que a entrada de Henrique Meirelles no comando da economia e algumas medidas saneadoras com efeitos a médio prazo deram condições para que 2017 não seja tão ruim. Boas novas já apareceram nos primeiros quinze dias de janeiro com vários anúncios positivos. O primeiro foi que a inflação de 2016 (6,29%) ficou abaixo da meta para o ano passado e foi bem menor da registrada em 2015 (10,7%). No dia 11, o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, deu mais uma mãozinha para a recuperação da economia, cortando a taxa Selic em 0,75 ponto percentual, de 13,75% para 13% ao ano, assim como o Banco do Brasil que, na sequência, divulgou a redução de taxas de juros em várias linhas de crédito para pessoas físicas e jurídicas, no que foi seguido por outras instituições bancárias. Na esteira das boas notícias, o governo divulgou, no dia 13, que o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) cresceu 0,2%, em novembro, comparado a outubro. A atividade econômica teve variação positiva após quatro meses consecutivos de retração. No mesmo dia, outra boa nova: a indústria brasileira registrou aumento de 4,5% no faturamento real e de 0,7% nas horas trabalhadas em novembro na comparação com outubro, segundo pesquisa Indicadores Industriais, da Confederação Nacional da Indústria (CNI) – embora o aumento não signifique a retomada do crescimento econômico. 18- BORRACHAAtual

Mesmo antes da divulgação destes números, a sensação entre vários setores da economia era de que, no mínimo, já tínhamos chegado ao fundo do poço. Alguns, mais otimistas, já viam luzes no final do túnel. Evidentemente nenhum setor, nem o agrícola, celeiro das poucas notícias boas nos últimos anos, está considerando uma recuperação total da economia nos próximos meses. Mas o pessimismo ao que parece está desvanecendo. “A conjuntura macroeconômica indica fatos positivos, como aumento do PIB, inflação convergindo para o centro da meta, reduções contínuas da taxa básica de juros e estabilização do dólar. Além disso, a PEC do teto dos gastos já está aprovada, algumas medidas econômicas foram anunciadas, vivenciamos estabilização do ritmo de vendas e teremos uma base baixa de comparação. Ao juntar todos estes fatores, acreditamos em uma reação sequencial, que passa pela retomada da confiança tanto do consumidor quanto do investidor, reaquecimento do consumo e abertura gradual da concessão de crédito”, afirmava nos primeiros dias de janeiro Antonio Megale, presidente da ANFAVEA - Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores. A entidade prevê aumento de 4,0% no licenciamento de autoveículos em 2017: a expectativa é de comercializar 2,13 milhões de unidades. No caso das exportações, novo aumento é esperado: 7,2%, totalizando 558 mil unidades enviadas para outros países. A previsão de produção é de 2,41 milhões de unidades, 11,9% acima do registrado em 2016.


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Perspectivas Já indústria de pneus é conservadora quando prevê o balanço de 2017. “Num cenário bem realista, entendemos que o setor fechará 2017 sem crescimento, resultado muito ruim quando consideramos os investimentos realizados pelo setor nos últimos anos. Numa visão otimista, não devemos passar de um dígito de crescimento, se ocorrer”, destaca Klaus Curt Müller, presidente executivo da Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (ANIP). A indústria de pneumáticos aposta em alguns fatores para minimizar os efeitos de 2016 neste ano, como a expectativa de aumento de 4% nas vendas de veículos novos, associada à projeção de crescimento de 3% no PIB do campo e a probabilidade de aumento de 5% nas vendas de máquina da linha amarela (como são conhecidas as máquinas para construção que incluem escavadeiras, retroescavadeiras e pás carregadeiras). Outro fator que pode contribuir para estabilidade é o mercado de reposição, que não deverá crescer tendo em vista a manutenção do endividamento das famílias, devido ao cenário econômico e o desemprego. “Este cenário faz com que a família invista na manutenção do carro e não na troca por um novo automóvel”, explica o executivo. Depois de um ano difícil, com o crescimento econômico do país emperrado, o setor de Duas Rodas fechou 2016 com saldo negativo frente a 2015. Para 2017, no entanto, a ABRACICLO – Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares – projeta estabilidade dos negócios do segmento de motocicletas, com crescimentos de 2,2% na produção e 66,1% nas exportações, enquanto as vendas no atacado e varejo devem registrar quedas de 4,1% e 1,1%, respectivamente. “A produção de motocicletas em 2016 voltou aos patamares de 2002, demandando ajustes na estrutura de toda a cadeia produtiva, fornecedores, fabricantes e concessionárias. De qualquer forma, em 2017, o setor tem a expectativa de atingir resultados semelhantes ao deste ano. Além disso, teremos a realização do Salão Duas Rodas, o maior evento do setor, que deverá contribuir para o estímulo do mercado”, afirma Marcos Fermanian, presidente da entidade. No setor químico, o otimismo cauteloso também está presente. O presidente do Conselho Diretor da Abiquim, Marcos De Marchi, afirma que o cenário econômico do País em 2016 afetou o desempenho do setor, mas que a perspectiva é de um cenário melhor em 2017. Ele explica que a indústria opera com 80% de sua capacidade e antes de investir em novas plantas ou expansões os empresários trabalham para aumentar o índice de operação. “No entanto é necessário ter garantia de fornecimento de energia elétrica e matéria-prima a preços competitivos e por longo prazo para que possa haver mais investimentos”, concluiu. Ampliação e modernização da infraestrutura como forma de alavancar a economia é o que prega Robson Braga de Andrade, presidente da CNI – Confederação Nacional da Indústria. Segundo o executivo, o caminho para a recuperação

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da economia passa necessariamente por uma maior participação da iniciativa privada nos investimentos e na gestão de empreendimentos. No discurso de abertura do Seminário Infraestrutura e Desenvolvimento do Brasil, realizado pela CNI, em novembro, Andrade enfatizou que a recuperação econômica está diretamente relacionada ao aprimoramento da infraestrutura nacional. “O restabelecimento da confiança na economia brasileira está associado à ampliação e à modernização da infraestrutura logística, energética e de saneamento básico”, frisou. Andrade observou ainda que o tempo de espera para atracar um navio nos portos públicos brasileiros é muito superior à média no mercado internacional. Ele mencionou outros dados preocupantes em relação à infraestrutura do Brasil, como o diagnóstico de que o país tem um total de 1.024 quilômetros de estradas pavimentadas por milhão de habitantes, contra 6.438 quilômetros por milhão de habitantes na Rússia, por exemplo. De acordo com o presidente da CNI, o Programa de Parceria em Investimentos (PPI), lançado oficialmente em setembro passado pelo governo federal, se mostra como um caminho para a reversão do atraso na agenda de infraestrutura. Segundo ele, o PPI poderá acelerar as concessões e aumentar a participação do setor privado na infraestrutura. Andrade também manifestou que a CNI defende a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 241. “A aprovação da PEC 241, que impõe limites aos gastos públicos, pelo Senado Federal e a modernização da legislação sobre a exploração dos blocos de petróleo e gás serão fundamentais para uma agenda nacional positiva. Da mesma forma, reveste-se de extrema importância um robusto programa de privatizações e concessões de rodovias, aeroportos, portos, ferrovias e energia”, destacou Andrade. São algumas condições que favorecem a atividade econômica para tirar o país da recessão. Segundo João Carlos Marchesan, Presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ / SINDIMAQ, “o diagnóstico da equipe econômica está focado, principalmente, no ajuste fiscal e, por isso, é parcial e equivocado. Na prática, o setor de máquinas e equipamentos precisa de medidas simultâneas para estimular o crescimento. Não que o ajuste fiscal não seja necessário, mas só ele não resolve o problema do país e do crescimento econômico”, afirma o executivo. “Nós concordamos plenamente com a necessidade e a urgência de estabelecer limites ao crescimento das despesas públicas, de equacionar o crescente déficit do orçamento da Previdência, de modernizar as relações capitaltrabalho e de reformas que melhorem a governabilidade e a competitividade do país. Acreditamos nisto e apoiamos o esforço do governo e do Congresso Nacional para aprovar as medidas necessárias para tanto”, complementa Marchesan. Em 2016 o setor de máquinas e equipamentos registrou queda


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Perspectivas de 57% em relação a 2012. De outro lado, as exportações, que, historicamente, são um terço das vendas, caíram no ano passado 24,4%, em dólares, em relação a 2012, e as vendas no mercado interno são, hoje, 40% do que eram em 2012. Neste período, foram perdidos cerca de 80.000 empregos diretos e mais 160.000 indiretos. Se a confiança ainda não é total, ao menos já começa a aparecer aos poucos nos setores da economia nacional. Pesquisa feita pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) aponta que que 53% dos empresários acreditam no aumento da confiança na gestão econômica atual. A Sondagem Expectativas Econômicas do Transportador 2016 foi estabelecida pela CNT em cima da percepção de 795 empresas brasileiras transportadoras de cargas e passageiros e mostrou que mais da metade (60%) delas sofreram diminuição da receita em 2016 e 58,8% precisaram reduzir o número de viagens. “A restrição do acesso ao crédito para a compra de novos veículos e o aumento do custo operacional foram as principais dificuldades encontradas pelas empresas em 2016, além, é claro da crise econômica e política que afetou não só o setor de transportes, mas o Brasil todo”, relata Roberto Teixeira, diretor executivo da Federação das Empresas de Transporte de Passageiros dos Estados do Paraná e de Santa Catarina, a Fepasc. “Acreditamos que 2017 ainda será um ano complicado, mas temos a perspectiva de que pode ser economicamente melhor que 2016. O quadro de funcionários previsto para 2017 foi reduzido por grande parte das empresas, e o número de novas contratações não seguirá o aumento desejado, mas acreditamos que em 2018 o crescimento retorne aos padrões normais”, explica o diretor executivo da Fepasc. Na área agrícola há otimismo. A previsão de chuva no cerrado, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), pode garantir a supersafra de 215 milhões de toneladas de grãos em 2017, já que as questões climáticas favorecem o plantio em novas áreas. Os números do IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - são menores, mas também apontam para uma safra recorde: 213,7 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas. As previsões, se confirmadas, indicam que este ano a safra poderá ser 16,1% superior ao total do ano passado: 184 milhões de toneladas – uma queda de 12,2% em relação ao recorde de 2015 (209,7 milhões). Os dados fazem parte do terceiro prognóstico para a safra deste ano e constam do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de dezembro. Esse cenário positivo estimula o mercado de reposição para peças e acessórios de equipamentos agrícolas. Máquinas e tratores precisam estar em boas condições para garantir eficiência na produção.

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quantiQ parceira da Arlanxeo para distribuir elastômeros A quantiQ, distribuidora de produtos químicos no Brasil, anunciou parceria com a Arlanxeo, líder mundial na produção de borracha sintética, fruto de uma joint venture entre Lanxess e a Saudi Aramco. O novo acordo com a Arlanxeo vai complementar o portfólio para borrachas com produtos como SBR, Polibutadieno, EPDM, Borracha Nitrílica, entre outros. A quantiQ, hoje, conta com infraestrutura qualificada e presença nacional, com equipe comercial especializada no setor. “A parceria com a Arlanxeo é um grande passo para a unidade de borrachas da quantiQ e além de enriquecer o nosso portfólio de produtos certamente trará um maior reconhecimento no mercado, dobrando o nosso faturamento na família de químicos para borracha”, afirma Ricardo Verona, gerente da Unidade de Borrachas da quantiQ. Como um dos principais fornecedores de elastômeros para a indústria de processamento de borracha, a Arlanxeo possui materiais com ampla variedade de aplicação industrial. Dentre os setores que serão beneficiados com a parceria, estão os mercados de autopeças, artefatos técnicos e calçados. Para Sergio Botafogo, Head de Marketing da Unidade de Negócio TSR da Arlanxeo, essa parceria irá auxiliar a consolidação da marca Arlanxeo no mercado brasileiro. “Acreditamos que a associação de nossa companhia com empresas sólidas como quantiQ é fator preponderante para manter nossa liderança no competitivo ambiente de negócios do segmento de elastômeros de performance”, destaca Botafogo. A Arlanxeo é uma multinacional presente em nove países e possui quatro unidades industriais no Brasil, localizadas em Cabo de Santo Agostinho (PE), Duque de Caxias (RJ) e duas fábricas em Triunfo (RS). Já a quantiQ está presente no país com quatro centros de distribuição: Guarulhos (SP), Mauá (SP), Duque de Caxias (RJ) e Canoas (RS), além de seis bases logísticas distribuídas pelo país. Através dessa parceria, será possível atender com eficiência e agilidade clientes em qualquer região do Brasil.


COOPER STANDARD MAIS DE 20 ANOS DE HISTÓRIA NO BRASIL A Cooper Standard, referência mundial em sistemas de vedação, antivibração e componentes para transferência de freio e combustível para a indústria automotiva, celebra mais de 20 anos de história no Brasil. O último ano foi bastante movimentado e intenso para empresa, pois além de colocar em prática seu plano de reestruturação, com objetivo de fortalecer as operações nacionais diante do grupo mundial, novos investimentos foram feitos e duas novas técnicas foram implementadas, em busca da otimização dos processos de qualidade, aumento da eficiência e valor agregados dos componentes. Outros desafios encarados pelo Jürgen Kneissler, diretor geral da Cooper Standard para a América do Sul, que assumiu o cargo há menos de dois anos, foram as mudanças organizacionais, continuidade dos projetos sociais, entre outros. “Durante duas décadas a empresa colaborou fortemente com o desenvolvimento das regiões em que atua, além de ter se consolidado no mercado como um grande player no fornecimento de sistemas de vedação, antivibração e componentes para transferência de freio e combustível para a indústria automotiva. Agora, principalmente por conta do período crítico de crise, temos como meta construir uma empresa ainda mais forte e preparada para novos desafios”, declara o executivo.

Em 2002, a Cooper Standard iniciou as atividades ligadas à planta de Camaçari, BA, que opera dentro da unidade da Ford, para a produção de peças da divisão Fuel and Brake. Atualmente, mais duas outras operam pelo Brasil, nas cidades de Atibaia, SP e Varginha, MG, contabilizando 1300 colaboradores responsáveis pela produção de componentes automotivos para as principais montadoras do país. Entre os principais produtos da companhia estão as guarnições de porta e porta-malas, produzidos pela divisão Sealing, e os tubos de freio e combustível, desenvolvidos pela Fuel and Brake. Enquanto a primeira produz cerca de 25.440.000 peças anualmente nas plantas de Varginha, MG, e Atibaia, SP, a segunda é responsável pela produção de 5.904.000 unidades por ano. A Cooper Standard é reconhecida pelo mercado de autopeças como pioneira na tecnologia em termoplásticos, técnica que possibilita que as aplicações de vedação em plástico sejam mais eficientes, ecológicas e funcionais. Além disso, a empresa possui diversas certificações, como ISOs de qualidade e meio ambiente. Para se ter uma ideia, nos últimos 15 anos foram investidos cerca de três milhões em um laboratório próprio, considerado um centro de homologação autossuficiente.

Jürgen Kneissler, diretor geral da Cooper Standard para a América do Sul

A companhia iniciou suas atividades com a construção da primeira fábrica no país, em 1995, localizada na cidade de Varginha, MG. Com atuação na divisão Sealing a unidade recém-construída deu início aos testes da linha de produção, e no ano seguinte desenvolveu seu primeiro projeto para o fornecimento do sistema de vedação para o automóvel Fiat Palio, lançado na época.

Produção de Perfis de Borracha para automóveis BORRACHAAtual - 23


Pneus

Artista reproduz mascotes de futebol americano com pneus Goodyear Como patrocinadora oficial dos playoffs da College Football e do 81º Cotton Bowl Classic, a grande final da liga universitária de futebol americano que ocorreu no último dia 2 de janeiro, na cidade texana de Arlington, a Goodyear decidiu promover uma iniciativa inusitada para enaltecer seu apoio ao torneio – e de forma totalmente conectada com seu negócio.

“Participar deste evento é muito importante para a Pirelli, pois inovação e qualidade são premissas essenciais que permeiam todo o nosso trabalho. Trouxemos ao evento os modelos de nossa linha de produtos alinhados ao público-visitante da feira, mostrando ainda inovações como o Cyberfleet e outras soluções para melhorar o trabalho e diminuir os custos dos nossos clientes”, diz Ana Claudia Pugina, diretora de Marketing para pneus de caminhão e agricultura da Pirelli.

A companhia recrutou o artista Blake McFarland para reproduzir em tamanho natural os mascotes das duas equipes finalistas – o Bucky Badger, do Wisconsin, e o Buster Bronco, do Western Michigan. Revestidas de borracha, as duas peças foram feitas utilizando mais de 500 pneus fabricados pela Goodyear. As duas esculturas de pneus podem ser visualizadas no website do artista, que foi jogador de beisebol atuando em ligas inferiores. Nesse vídeo, a Goodyear mostra o trabalho de McFarland na construção das obras. E o canal oficial da Cotton Bowl Classic traz a apresentação das peças artísticas, que contou com a participação do ex-jogador da NFL Keyshawn Johnson.

Pirelli expõe linhas PHP e Série 01 na Expodireto Cotrijal A Pirelli marcou presença na edição 2017 da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, no Rio Grande do Sul, realizada entre os dias seis e dez de março. O espaço, com foco no agronegócio, dispõe de um ambiente específico da fabricante de pneus para exibir alguns dos seus mais consagrados produtos, como os pneus da linha agrícola Radial PHP e os modelos radiais de caminhão e ônibus da Série 01, além de serviços como o Cyberfleet™. 2424-BORRACHAAtual BORRACHAAtual

Borracha do dente-de-leão chega aos pneus de carga da Continental A Continental anuncia que está levando a tecnologia Taraxagum™, nome derivado da definição botânica da planta dente-de-leão, para a sua linha de pneus comerciais para caminhões e ônibus. O primeiro protótipo produzido a partir dessa inovadora e sustentável matéria-prima é o modelo Conti EcoPlus HD3. O cultivo do dente-de-leão tem potencial para se tornar uma fonte alternativa e ambientalmente amigável, ajudando a reduzir a dependência pela borracha natural tradicional. Além disso, essa planta pode ser cultivada nas regiões Norte e Oeste da Europa, o que encurta as distâncias de transporte para as fábricas da Continental no continente e reduz a emissão de CO2.


Goodyear recebe selo Top Employer

Bruma Pneus reforça a Rede Tipler

A Goodyear do Brasil recebeu no começo de fevereiro o selo de certificação Top Employer, que reconhece as empresas com as melhores práticas em gestão de pessoas no mundo. Com isso, a companhia foi a única do segmento de pneus a obter a certificação no país em 2017. O selo é concedido pelo Top Employers Institute, uma empresa de certificação global que avalia e identifica empregadores que criam condições excelentes para seus colaboradores se desenvolverem, profissional e pessoalmente.

Às vésperas de completar 33 anos de atuação, a Bruma Pneus foi anunciada como o mais novo concessionário da Tipler. O primeiro recapador a integrar a Rede Tipler em 2017 é da cidade de Atibaia/SP e é tido como referência no segmento de reforma de pneus. A Bruma Pneus decidiu tornar-se Concessionário pelos benefícios exclusivos, como as bandas PPA – Prontas Para Aplicar (com ligação já aplicada de fábrica), um grande diferencial competitivo no mercado, que evitam desperdício de matéria prima e reduzem a mão de obra no processo.

Kelen Reis, diretora de RH da Goodyear, e Henry Dumortier, presidente da Goodyear Brasil

A Tipler disponibiliza a toda a sua Rede de Concessionários um amplo mix de bandas pré-moldadas com peso otimizado, no comprimento exato da carcaça (evitando cortes e emendas), e com a já citada tecnologia PPA. Esses diferenciais de produtos agilizam e facilitam a produção dos Concessionários, e podem ser encontrados em quatro linhas diferentes, cada uma com a sua aplicação específica (Performance, Ultra, Ecomais e Extra). “As bandas Tipler são reconhecidas no mercado. Vemos com

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Pneus a Tipler uma nova forma de proposta comercial e de atendimento às necessidades dos nossos clientes”, afirma Camila Oliveira Xavier, Diretora Administrativa da Bruma Pneus.

Vipal lança nova versão da banda DV-RT4 A Vipal Borrachas está com mais uma nova banda de rodagem, a DV-RT4, lançada sob o conceito do aperfeiçoamento. A nova versão do desenho exclusivo, indicado para transporte rodoviário, agora também está adequado para uso regional, ganhando ajustes que lhe dão uma performance ainda melhor. Uma das novidades do produto são as novas amarrações entre os blocos, que lhe proporcionam maior equilíbrio e estabilidade em condições severas. Ideal para veículos potentes, que exigem bastante dos pneus, a DVRT4 possui alto rendimento quilométrico devido à sua maior área de contato com o piso. É indicada para eixos de tração em serviços de transporte que exigem um alto grau de desempenho dos pneus. A nova DV-RT4 destaca-se ainda pela resistência à abrasão e o desgaste uniforme até o final da vida útil. Além disso, proporciona maior aderência a pisos e terrenos escorregadios, como na lama e na neve. Outro diferencial são os marcadores de corte, que indicam, na própria banda, a região de corte adequada, o que ajuda na obtenção de uma emenda com melhor acabamento na hora da reforma.

Lexus LS 2017

Bridgestone run-flat no Lexus LS 2017 A Bridgestone Corporation (Bridgestone) anuncia que seus pneus TURANZA T005 com tecnologia runflat (RFT) serão o modelo padrão utilizado na montagem do sedã Lexus LS 2017. Os pneus TURANZA T005 RFT da Bridgestone são fabricados utilizando uma borracha reforçada recém-desenvolvida em sua lateral, permitindo reduzir sua espessura. Esse aprimoramento oferece maior segurança com a tecnologia run-flat e proporciona o conforto superior na direção que se espera de automóveis Lexus. Os pneus TURANZA T005 RFT da Bridgestone contribuem para a excelente experiência e o máximo controle ao volante oferecidos pelo novo Lexus LS. Os pneus RFT da Bridgestone são projetados para rodar por até 80 quilômetros (50 milhas) com segurança a até 80 km/h (50 mph) após uma perfuração ou perda de pressão. Além disso, os pneus RFT ajudam a reduzir o peso total do automóvel ao eliminar a necessidade de se carregar um estepe. Da mesma forma, eles também contribuem para uma redução no uso de recursos, uma vez que esses pneus sobressalentes são descartados com frequência sem serem utilizados. Ao ampliar o uso de pneus RFT, a Bridgestone busca promover uma maior estabilidade e segurança aos usuários de automóveis, além de reduzir o impacto geral sobre o meio ambiente. Pneus comuns suportam o peso do automóvel através da pressão do ar contido dentro do pneu. Os pneus RFT da Bridgestone utilizam uma borracha reforçada em sua lateral para garantir que mantenham sua forma e suportem o peso do automóvel mesmo sem pressão de ar, permitindo dirigir com pneus furados ou vazios.

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A borracha reforçada recém-desenvolvida utilizada na lateral do TURANZA T005 RFT conta com uma estrutura molecular que aumenta a resiliência das ligações cruzadas de cadeias poliméricas a altas temperaturas. Essa estrutura permite que os pneus RFT sejam fabricados com uma lateral menos espessa, oferecendo uma experiência mais confortável e silenciosa ao volante.


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Mercado Abraciclo projeta crescimento de 19% na produção de bicicletas em 2017 De acordo com os dados divulgados pela ABRACICLO, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, a produção de bicicletas somou 34.849 unidades em janeiro, volume 128,6% acima do registrado em dezembro. Em relação ao mesmo mês de 2016, com 40.414 unidades produzidas, houve queda de 13,8%. Os dados foram divulgados à entidade pelas associadas, que possuem fábricas instaladas no Polo Industrial de Manaus – PIM. “O crescimento acentuado da produção em janeiro decorreu dos baixos volumes fabricados em dezembro, quando as fábricas do PIM encontravam-se nas habituais férias coletivas de final de ano. De qualquer forma, acreditamos que ao longo de 2017 a produção deverá realmente crescer, considerando que os novos fabricantes do PIM já estão preparados para avançar em relação às suas metas, de acordo com suas capacidades instaladas e atendendo à contínua demanda por produtos de maior valor agregado”, afirma João Ludgero, vice-presidente do Segmento de Bicicletas da Abraciclo. Diante das iniciativas e estratégias das associadas, bem como das oportunidades de mercado, a entidade mantém a projeção de crescimento de 19% na produção de bicicletas no PIM para 2017.

Exportações de calçados geram US$ 81,4 milhões em janeiro O ano começou positivo para os calçadistas. Embora a base de comparação do ano passado seja fraca, os mais de 11,37 milhões de pares comercializados no exterior, que geraram US$ 81,4 milhões, indicam a sequência no crescimento dos embarques registrada no final de 2016. Os números são 17,5% superiores em valores gerados e 0,6% menores em volume em relação ao primeiro mês do ano anterior (US$ 69,3 milhões e 11,44 milhões de pares). O presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de calçados(Abicalçados), Heitor Klein, comemora o resultado do primeiro mês e ressalta que ainda é reflexo das boas vendas realizadas na temporada de verão do ano passado. Segundo o executivo, o cenário internacional nebuloso não permite a criação de qualquer quadro de expectativas para o ano. “As medidas tomadas pelo presidente dos

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Estados Unidos, Donald Trump, devem ter reflexos significativos no câmbio e também na configuração do mercado internacional”, explica, acrescentando que elas podem ser tanto negativas como positivas. “A anunciada saída dos Estados Unidos da TPP, por exemplo, pode até ter um impacto positivo, pois pelo acordo o país liberaria taxas de importações de grandes produtores de calçados, como México e Vietnã, dificultando a concorrência naquele mercado. Ao mesmo tempo temos inúmeras incertezas quanto à questão cambial e a política de juros que será adotada pela Federal Reserva (FED)”, comenta Klein. Em 2016 o principal destino foram os Estados Unidos, país que importou 13,24 milhões de pares por US$ 221,36 milhões, 15,4% mais do que em 2015. O segundo destino seguiu sendo a Argentina. No ano passado, os hermanos compraram 9,48 milhões de pares por US$ 111,6 milhões, 65,4% mais do que em 2015. O terceiro destino do ano foi a França (9 milhões de pares por US$ 56 milhões, 2,1% mais do que em 2015) e o quarto o Paraguai (14,53 milhões de pares por US$ 47,43 milhões, 4,7% mais do que no período anterior). “O grande revés do ano passado foi a Bolívia, que perdeu uma posição no ranking, justamente para o Paraguai, após adotar licenças não-automáticas para a importação de calçados brasileiros”, comenta Klein. Para a Bolívia, as exportações caíram 8,3% em 2016.

Fenatran 2017 deve refletir crescimento do setor A 21ª edição da FENATRAN – Salão Internacional do Transporte Rodoviário de Cargas – que acontece de 16 a 20 de outubro deste ano, em São Paulo, deverá evidenciar o início da recuperação do setor, acompanhando alguns indicadores positivos, como o aumento da produção no agronegócio e o crescimento das exportações de caminhões e de implementos rodoviários. A FENATRAN 2017 contará com mais de 450 marcas expostas, superior ao da última versão, em 2015, que ficou em 320 marcas, de acordo com Gustavo Binardi, diretor de Eventos da Reed Exhibitions. Igualmente otimista, o presidente da Anfavea, Antonio Megale, está com grande expectativa com a FENATRAN em razão de vários fatores: “Começamos a ver diversos sinais positivos na economia, o evento estará em um local novo e os produtos expostos serão extremamente modernos e tecnológicos. A conjunção disso tudo nos faz acreditar que teremos uma das melhores exposições da história”. Segundo Megale, espera-se para este ano um “incremento na produção de veículos pesados, que inclui caminhões e ônibus, da ordem de 26%, chegando a 100 mil unidades e um aumento de exportações de 10%.”


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Mercado Calçados brasilerios na Expo Riva Schuh, na Itália A charmosa cidade italiana de Riva del Garda recebeu, entre os dias 14 e 17 de janeiro, a Expo Riva Schuh, feira que contou com a moda brasileira representada por 42 marcas de calçados. A participação nacional foi viabilizada pelo Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pela Abicalçados e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Na mostra, as marcas nacionais se juntaram a outras 1,5 mil grifes dos principais mercados de calçados do mundo. Para a analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Ruísa Scheffel, que acompanhou a ação, o maior interesse das marcas brasileiras na mostra italiana demonstra a boa expectativa do setor. “Em janeiro passado tivemos 28 marcas. A disputa por espaço na Expo Riva Schuh é grande, assim como a expectativa”, avalia. No ano passado, o evento gerou US$ 2,2 milhões in loco, com negócios alinhavados na ordem de US$ 19 milhões para a temporada. Segundo Ruísa, a mostra é conhecida pelo grande volume de negociações in loco e também é ideal para encontrar distribuidores. “Além disso, como o evento é bastante adiantado no calendário de feiras internacionais, é possível identificar as principais tendências para o semestre e o que estará em alta no inverno europeu”, acrescenta, ressaltando que, com isso, a feira permite que os calçadistas testem suas coleções e ajustem às necessidades do mercado. Participaram da feira italiana, que lançou as coleções de outono-inverno para o Hemisfério Norte, as marcas Bibi, Klin, Werner, Andacco, Carrano, Madeira Brasil, Verofato, Piccadilly, Lilybi, Pegada, Cecconello, Vizzano, Beira Rio Conforto, Moleca, Molekinha, Modare Ultraconforto, Usaflex, Tabita, Pampili, Cravo & Canela, Jorge Bischoff, Loucos & Santos, Ramarim, Comfortflex, Whoop, Stéphanie Classic, Sauter, Cristófoli, Azaleia, Dijean, Opanka, Boaonda, Cherry by Boaonda, Lais Romani, Suzana Santos, Renata Mello, Kildare, Ala, Zatz, Plugt, Crysalis e Sapatoterapia.

Reunião do Comitê Técnico para o Desenvolvimento do Gás Natural O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou no dia 25 de janeiro a primeira reunião do Comitê Técnico para o Desenvolvimento da Indústria do Gás Natural (CT-GN), instituído na 33ª reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). 3030-BORRACHAAtual BORRACHAAtual

A reunião foi coordenada pelo ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, e contou com a participação do secretário-executivo, Paulo Pedrosa; do secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Márcio Félix; do secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético, Eduardo Azevedo; e equipe técnica do MME, além de representantes dos outros ministérios. No encontro foi proposto o plano de ação para o primeiro semestre, que compreende os seguintes temas: • Compartilhamento das infraestruturas essenciais – escoamento, UPGNs e terminais de GNL; • Transporte/Estocagem; • Distribuição; • Comercialização; • Aperfeiçoamento da estrutura tributária do setor; • Gás Natural matéria-prima; • Comercialização do Gás da Partilha; • Integração dos setores gás natural e energia elétrica.

Importação de produtos químicos volta ao nível de 2013 O Brasil importou US$ 34,2 bilhões em produtos químicos em 2016, valor total pago pela aquisição de mais de 37,5 milhões de toneladas entre as diversas mercadorias acompanhadas pela Abiquim no âmbito da balança comercial setorial. Na comparação com os resultados de 2015, foi registrada uma diminuição de 10,7% no valor monetário das importações, ao passo que os volumes de compras externas foram, entretanto, 11,6% superiores, fato que inquestionavelmente afasta a impressão de uma aparente recuperação de competitividade da indústria doméstica em relação ao produto importado. Em uma análise histórica, as quantidades importadas são praticamente as mesmas do ano 2013, quando foi registrado o déficit histórico de US$ 32,0 bilhões, entretanto o preço médio das importações é agora 26% menor do que o verificado naquele ano (de US$ 1.230/t em 2013, contra US$ 910/t em 2016). Os intermediários para fertilizantes continuaram sendo o principal item da pauta de importação do setor com compras de mais de US$ 5,2 bilhões, em 2016, equivalentes a 59% (22,2 milhões de toneladas) das 37,5 milhões de toneladas de compras externas em produtos químicos. As exportações brasileiras de produtos químicos, por sua vez, de US$ 12,2 bilhões, em 2016, diminuíram 5,3% na comparação com o ano anterior, particularmente afetadas pela forte queda de 10,2% dos preços médios (em dólares americanos) praticados na condição FOB de vendas externas. As resinas termoplásticas, com exportações de US$ 2,2 bilhões, foram os produtos químicos mais


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Mercado exportados no ano passado, não obstante redução de 14,5% no preço médio exportado por esse grupo de produtos na comparação com 2015. O déficit na balança comercial de produtos químicos totalizou US$ 22,0 bilhões em 2016, menor valor registrado desde 2010 (US$ 20,6 bilhões), ano em que foi registrado aumento de 7,5% do PIB nacional e de 26,4% do faturamento líquido da indústria química brasileira, cenário completamente diverso do delicado momento vivido por toda a indústria em 2016.

Encontro para expositores da Plástico Brasil No dia 1º de fevereiro foi realizado o Encontro de Líderes Plástico Brasil, no mezanino do São Paulo Expo, na capital paulista. No encontro foram apresentadas as ações realizadas e que ainda serão feitas para promover a feira e fortalecer as marcas expositoras; o alinhamento de questões em relação ao evento como os períodos de montagem, realização e desmontagem; e ao final do encontro foi realizada uma visita técnica no pavilhão. Durante o café da manhã foram reveladas as ações que farão parte da programação paralela da feira, como o projeto Recicla Plástico Brasil, promovido pela Plastivida, Instituto Brasileiro do PVC, Abimaq e Abiquim, que vai acontecer em três momentos que mostrarão o ciclo de vida dos plásticos e como ele participa do dia a dia das pessoas. A feira ainda terá um estande onde serão destacadas as aplicações dos plásticos, uma linha de reciclagem e transformação completa, e serão realizados dois workshops com as temáticas de sustentabilidade e ações socioambientais.

bebidas; automóveis e autopeças; plástico e borracha; papel, celulose e impressão; máquinas e equipamentos; agricultura; móveis; produtos de metal; eletrônicos; farmacêutico; perfumaria, higiene e limpeza; instrumentos médicos; têxteis e vestuário; calçados; eletrodomésticos e químico.

Chem-Trend adapta-se aos novos padrões de Saúde, Segurança e Ambiente (HSE) Com uma iniciativa adotada desde 2004, a Agência de Proteção Ambiental dos EUA (EPA – Environmental Protection Agency), por meio do NESHAP (National Emission Standards for Hazardous Air Pollutants), focou em reduzir as emissões tóxicas de ar que são suspeitas ou comprovadas de causarem câncer, outros riscos sérios à saúde ou efeitos negativos para o meio ambiente. Para reduzir a emissão de agentes poluentes perigosos ao ar, a iniciativa se ampliará em 2017, com requisitos mais rígidos de controle. A Chem-Trend, empresa do Grupo Freudenberg, já atua em conformidade com os novos padrões. A empresa anunciou, no final de 2016, a sua nova série de primers à base de água. Especialmente desenvolvido para as marcas Chemlease® e Zyvax®, a novidade representa a criação de um sistema completo de soluções de desmoldagem para fabricantes de compósitos – um pioneirismo na indústria.

Grupo Solvay e IndustriALL renovam acordo social global por cinco anos

O evento, que será realizado de 20 a 24 de março de 2017, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, é uma iniciativa da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) e da Abiquim, com organização e promoção da Informa Exhibitions.

O Grupo Solvay renovou o acordo estrutural global (GFA, na sigla em inglês) com a IndustriALL Global Union por cinco anos, reforçando e acrescentando compromissos que assegurem os mesmos direitos trabalhistas e sociais básicos para todos os empregados da Solvay em suas operações no mundo. Com o acordo, o Grupo Solvay reafirma o respeito pelas normas sociais da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e pelos princípios do Pacto Global das Nações Unidas. E também inclui o compromisso com as diretrizes da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) para empresas multinacionais. O Grupo Solvay espera que os seus fornecedores e terceirizados apliquem estes mesmos princípios.

A Plástico Brasil deverá receber 40 mil visitantes qualificados como profissionais dos setores consumidores de transformados plásticos: construção civil; alimentos e

O acordo social global foi atualizado para acrescentar novos projetos sociais, tais como a proteção da saúde mental no trabalho e outras ações, além de reforçar os compromissos

Feira reunirá 400 marcas - A Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha - tem confirmada a participação de 400 marcas expositoras, entre elas empresas como a Braskem, Activas, Aditive, Bevi Plastic, CritalMaster, FG Resinas, Global Plastics, Mais Polímeros, MMS Plásticos, Piramidal, Premix, Replas, entre outras. Além de marcas brasileiras, a feira conta com expositores de países como Estados Unidos, Suíça, Itália, Alemanha, Áustria e Turquia.

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Mercado do Grupo Solvay com o equilíbrio entre o trabalho e vida pessoal, saúde e segurança no trabalho, a não-discriminação, a diversidade e a proteção ao Meio Ambiente.

BASF recebe certificação ISO50001

O CEO do Grupo Solvay, Jean-Pierre Clamadieu, e o secretário-geral da IndustrALL, Valter Sanches, assinaram a renovação do acordo na sede da empresa. Também estiveram presentes Kemal Ökzan, secretário-geral adjunto da IndustriALL; Albert Kruft, coordenador do Solvay Global Forum, e Caroll Landry, vice-presidente internacional do United Steelworkers.

A BASF é a primeira grande empresa do setor químico no Brasil recomendada para a certificação ISSO50001, que auxilia as empresas a estabelecer práticas mais eficientes e modernas em relação à gestão energética. Três fábricas do Complexo Químico de Guaratinguetá, no interior de São Paulo, serão as primeiras a receber a certificação na América do Sul. O certificado é parte da estratégia global da BASF de excelência em gestão de energia e ambiental.

Rhodia apresenta seus destaques na Fimec 2017

ARLANXEO inaugura novo Laboratório de Controle de Qualidade A ARLANXEO inaugurou um laboratório de controle de qualidade de fabricação de última geração no site Chemelot em Geleen, Holanda. A nova unidade, de 250 m², está localizada ao lado da planta de Keltan EPDM da ARLANXEO. Ela está diretamente conectada à sala de controle, o que torna possível implementar mudanças direcionadas pelos resultados dos testes imediatamente nas operações da planta. A equipe do laboratório realizará uma gama completa de testes sobre o produto Keltan EPDM, incluindo todos os padrões da indústria, tais como Mooney e testes em gel. Até o momento, estes testes de qualidade de produção foram realizados com recursos externos. O Laboratório de Qualidade da ARLANXEO operará continuamente 24 horas por dia, 7 dias por semana, para garantir um nível elevado de qualidade da produção da fábrica. Na inauguração do novo Q-Laboratory (Laboratório de Qualidade), Christian Widdershoven, Head de Elastômeros Keltan® e Diretor Administrativo da ARLANXEO nos Países Baixos, afirmou ser esse um importante passo para consolidar a qualidade da marca. “Este ano, a Keltan EPDM completa seu 50º aniversário. 3434-BORRACHAAtual BORRACHAAtual

A tecnologia, os processos e produtos voltados para ajudar o setor coureiro-calçadista do Brasil a aumentar sua produtividade e ganhar mais mercado no Brasil e no Exterior são os grandes destaques da Rhodia, empresa do Grupo Solvay, na edição de 2017 da Fimec, de 14 a 16 de março, em Novo Hamburgo (RS). “Nosso objetivo é oferecer as melhores soluções para os nossos clientes desenvolverem os produtos desejados pelos consumidores”, afirma Andrea Jara, coordenadora do Grupo Footwear da Rhodia, que reúne as áreas da empresa que desenvolvem, fabricam e comercializam produtos para o setor. Em média, o setor coureiro-calçadista representa 7% das vendas anuais de produtos químicos da empresa no Brasil. Também na área de sílicas precipitadas para borracha empregada em calçados, o foco das atividades da Rhodia é o desenvolvimento de soluções que permitam aumento de produtividade dos clientes, ao mesmo tempo em que melhoram a qualidade final de seus produtos. “Produtividade e competitividade são as palavras-chave do setor e elas estão incorporadas ao nosso modo de trabalhar”, afirma Paulo Garbelotto, Gerente Comercial e de Marketing na América Latina da unidade global de negócios Sílica. Já reconhecida fornecedora do setor com a marca Zeosil®, essa área da empresa tem operado no mercado brasileiro para a introdução de novos produtos, tais como a sílica Efficium®, que oferece melhor dispersão e compatibilidade com a borracha, permitindo menor consumo de energia elétrica do misturador e menor tempo do uso do maquinário.


Ao mesmo tempo, para reforçar sua participação no mercado de sílicas, incluindo o de borrachas para calçados, a empresa deu início à produção brasileira de sílica de alta dispersabilidade (HDS, na sigla em inglês), em sua planta industrial em Paulínia-SP. “Nós valorizamos o mercado brasileiro e os nossos clientes”, diz Paulo Garbelotto.

Operações da Braskem batem recorde em 2016 A Braskem, maior petroquímica das Américas, alcançou índices elevados de produção e vendas que culminaram em um resultado recorde do EBITDA em 2016. Segundo prévia não auditada dos resultados, o EBITDA consolidado da Companhia cresceu 23% em relação ao ano anterior e registrou R$ 11,5 bilhões (US$ 3,3 bilhões, alta de 18% em dólar). Esse resultado é explicado pelo bom desempenho operacional das plantas industriais, os níveis atuais de spreads de resinas no mercado internacional, o maior volume de exportações do Brasil, a boa performance das operações dos Estados Unidos e da Europa, o início da

produção do Complexo Petroquímico do México, além da depreciação média do real de 5%. “Os resultados de 2016 comprovaram a estratégia bem-sucedida da Braskem”, diz Fernando Musa, presidente da Companhia. “A Braskem manteve o foco na eficiência operacional em linha com seu posicionamento de buscar a diversificação de matérias-primas e a internacionalização de suas operações nas Américas.” Com o foco direcionado na produtividade e competitividade de seu parque industrial, a Braskem registrou taxa média recorde de utilização dos crackers no Brasil de 92%, alta de três pontos percentuais em relação ao ano anterior. No ano, a produção de resinas termoplásticas foi de 4,9 milhões de toneladas, 4% superior a 2015, enquanto a de petroquímicos básicos cresceu 3%, alcançando 8,5 milhões de toneladas no mesmo período. Nos Estados Unidos e na Europa, o índice médio de operação das sete plantas de polipropileno cinco unidades nos EUA e duas na Alemanha - foi de 100%, dois pontos acima do ano anterior. A produção alcançou 2 milhões de toneladas, alta de 2% e recorde histórico da Companhia. Esse também foi o volume de vendas da Braskem a partir desses mercados.

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Mercado A fim de atender os clientes da Europa e dos EUA, a Braskem começou a operar, no início deste ano, sua planta de polietileno de ultra-alto peso molecular em La Porte, no estado norte-americano do Texas, fruto de um investimento de US$ 40 milhões.

Rhodia anuncia novo diretor de Pesquisa e Inovação na América Latina A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, nomeou Gabriel Gorescu como diretor de Pesquisas e Inovação na América Latina, em substituição a Thomas Canova, que foi promovido para a função de Head of R&I Portfolio Management do Grupo Solvay, com base em Bruxelas, Bélgica.

Chemours anuncia aumento do Dióxido de Titânio A Chemours (NYSE: CC) anunciou no dia 8 de fevereiro passado um aumento de preço em todos os tipos de dióxido de titânio Ti-Pure™ vendidos nas regiões da América do Norte, Canadá, Ásia-Pacífico, América Latina, Europa, Oriente Médio e África. A partir de 1º de março de 2017, ou de acordo com os contratos ou a legislação, devem ser aplicados os seguintes aumentos de preço líquido:

Braskem inicia operações da nova planta no Texas A Braskem anunciou em 18 de janeiro o início da operação da sua nova planta de Polietileno de Ultra-Alto Peso Molecular (PEUAPM) UTEC em La Porte, no estado norteamericano do Texas. Comercializado sob a marca UTEC, o PEUAPM de alto desempenho da Braskem foi desenvolvido e produzido utilizando tecnologias proprietárias da empresa. “Com a partida da planta, a Braskem fortalece substancialmente a sua posição como uma das maiores produtoras de PEUAPM do mundo, desenvolvendo e produzindo aplicações avançadas do polímero UTEC para atender as necessidades dos nossos clientes e dos seus respectivos clientes finais. Estamos ansiosos por continuar expandindo e avançando o negócio de PEUAPM da Braskem globalmente”, destacou Christopher Gee, Diretor Global de Negócios UTEC da Braskem. O polímero UTEC possui excelentes propriedades mecânicas, tais como elevada resistência à abrasão, resistência ao impacto e baixo coeficiente de atrito. Autolubrificante, o polímero possui alta resistência e baixo peso, além de ser usinável, com aplicação em produtos semiacabados. A resina UTEC é oito vezes mais leve que o aço e dez vezes mais durável que o polietileno de alta densidade (PEAD). Suas diversas aplicações abrangem setores como automotivo e de transporte, eletroeletrônicos, fibras e têxteis, industrial e de maquinário pesado, manuseio de materiais, óleo e gás, dutos e mineração, plásticos porosos, recreação e para o consumidor final.

US$ 200 por tonelada a todos os tipos de dióxido de titânio Ti-Pure™ vendidos na América Latina, Oriente Médio, Leste Europeu e África Subsaariana; US$ .06 por libra a todos os tipos de dióxido de titânio Ti-Pure™ vendidos na América do Norte e Canadá; US$ 150 por tonelada a todos os tipos de dióxido de titânio Ti-Pure™ vendidos na ÁsiaPacífico e €200 (Euro) por tonelada a todos os tipos de dióxido de titânio Ti-Pure™ vendidos na Europa Ocidental e Central, Turquia e Norte de África.

Carmelo Lo Faro é o novo diretor na Solvay O Grupo Solvay nomeou Carmelo Lo Faro como Presidente da Unidade Global de Negócios Composite Materials, sucedendo Bill Wood, que está se aposentando após a integração bem-sucedida da Cytec à Solvay. Carmelo Lo Faro, que assume sua nova posição no dia 1º de abril, possui quase 20 anos de experiência com os negócios de compósitos. Sua experiência abrange a pesquisa e inovação, estratégia, desenvolvimento de negócios, bem como a gestão nos segmentos aeroespacial e industrial. 3636-BORRACHAAtual BORRACHAAtual

Evonik escolhe Carolina do Sul para nova planta de sílicas precipitadas A Evonik Industries está construindo uma fábrica de sílica precipitada no estado da Carolina do Sul (EUA) para


abastecer a indústria de pneus. Tal indústria necessita de sílica precipitada de alta qualidade para produzir pneus com eficiente consumo de combustível e boas propriedades de aderência em pistas molhadas. Esses pneus podem economizar até 8% de combustível em comparação aos pneus convencionais para automóveis. Na América do Norte, a demanda por pneus com baixa resistência ao rolamento e maior eficiência energética está crescendo a taxas acima da média. A nova fábrica da Evonik está em construção em local próximo a Charleston, Carolina do Sul, perto das unidades de produção de grandes fabricantes de pneus. A instalação em escala mundial, com volume de investimento próximo de US$ 120 milhões, deve ser concluída em 2018. Com esse investimento, a Evonik executa um novo projeto no âmbito do seu orçamento global de investimento prédefinido.

Resource Efficiency e expandindo a nossa posição de liderança como fornecedor de sílica”. Com a Huber Silica, a Evonik está adquirindo um negócio especializado em aplicações na indústria de consumo, como, por exemplo, a área dental. Há alguns dias, a Evonik anunciou a aquisição das atividades de sílica da Huber por US$ 630 milhões.

Klaus Engel, Presidente da Diretoria Executiva da Evonik Industries AG, afirma que “O investimento é parte importante da nossa estratégia para expandir nossa posição como um parceiro global para a indústria de fornecedores automotivos. Com a construção da planta no sudeste dos Estados Unidos e a planejada aquisição da divisão de sílica da Huber, estamos fortalecendo o nosso segmento

BORRACHAAtual- -37 37 BORRACHAAtual


Notas e Negócios

Faturamento da LORD cresce 15% em 2016

Rinaldi estreita relacionamento com clientes do RS

Fabricante de adesivos estruturais e coatings de alta performance, a LORD, subsidiária local da norte-americana LORD Corporation, registrou alta de 15% no faturamento de 2016. “Apesar das condições de mercado muito difíceis, a LORD encerrou o ano passado numa posição muito mais eficiente e competitiva para atuar num cenário ainda repleto de desafios econômicos e estruturais”, comenta Danny Siekierski, gerente geral da empresa na América do Sul.

Visando estreitar o contato direto com os clientes de todo o Brasil, o departamento comercial da Rinaldi realizou no final de 2016 palestra técnica na Auto Peças Milani e visita na Total Distribuidora, em Porto Alegre (RS), além de receber os parceiros da distribuidora GMV nas instalações fabris de Bento Gonçalves, região da Serra Gaúcha.

O bom resultado, a despeito da retração econômica generalizada, baseou-se na combinação entre o suporte aos clientes globais do setor de borracha que passaram a atuar no Brasil, ganho de share sustentado por novos projetos e melhora do nível de exportação para os países do Mercosul. “Também foi importante a ampliação da nossa rede de distribuidores, com a introdução de mais um player voltado ao segmento de elastômeros”, ressalta. O mercado de borracha responde por 60% da operação da empresa no Brasil.

Tipler treinou mais de 1.150 pessoas em 2016 Em 2016, a Tipler preparou 1.181 pessoas por meio de cursos presenciais e à distância. A maior parte dos cursos e treinamentos presenciais foi ministrada nas próprias estruturas dos concessionários e frotas, enquanto outra parte deu-se no CTT – Centro de Treinamento Tipler (teórica) e Recapadora Tipler (prática). Outro grande número de participantes realizou treinamentos pelo CTT Online, a primeira plataforma de ensino a distância do mercado de reforma de pneus, criada pela Tipler em 2011. Os cursos têm por objetivo prestar suporte técnico, prático e teórico aos colaboradores dos Concessionários da Rede Tipler, assim como aos transportadores de todo o Brasil e América do Sul.

Univipal lança curso para capacitação prática de reformadoras parceiras A Univipal, universidade corporativa da Vipal Borrachas, está trazendo mais uma oportunidade para a qualificação dos profissionais da Vipal Rede Autorizada em todo o Brasil. É o MEC, Método de Execução Comercial. Lançado no final de 2016, tem como principal objetivo auxiliar as equipes de venda das reformadoras na busca pela satisfação do cliente e na obtenção de resultados.

38- BORRACHAAtual

Planeta Limpo Instalada em Novo Hamburgo no Rio Grande do Sul, a metalúrgica Veiga, fabricante de máquinas e equipamentos para o setor da borracha e reciclagem, desenvolveu uma linha de máquinas que misturam os diversos tipos de resíduos, provenientes da coleta seletiva urbana e descartes de sobras de materiais da indústria, o que inclui os polímeros, e os transformam em novos produtos, tais como caixas, pisos, placas, painéis, tijolos, potes, entre outros. Ao dar o destino ecologicamente correto aos resíduos de descarte, problema cada vez maior em diversos segmentos das indústrias, a empresa colabora e incentiva às boas práticas de sustentabilidade, contribuindo principalmente para o bemestar das pessoas e do nosso planeta uma vez que o processo reduz, recicla e reutiliza os resíduos em produtos úteis à natureza. Este processo na prática deu origem ao nome do projeto: “Planeta Limpo”.

TMD fornece pastilhas de freio o Jeep Renegade Com importação direta do fabricante, uma das unidades fabris da TMD Friction, localizada em Essen, na Alemanha, atende ao fornecimento das pastilhas dos freios traseiros do Jeep Renegade – versões com motorização 1.8 Flex e Multijet 2.0 Turbo Diesel. Este fornecimento marca o início da parceria TMD com a marca recentemente instalada no País, em Goiana, estado de Pernambuco. Atualmente, a TMD Friction do Brasil é fornecedora original de pastilhas de freio para todos os veículos e plataformas produzidas pela Fiat em Betim, Minas Gerais.


BORRACHAAtual - 39


Notas e Negócios

Prêmio DuPont de Saúde e Segurança do Trabalhador

“Protetor de Louça” para preservar as peças A técnica de enfermagem Maria de Fátima Oliveira, afiliada à Associação Nacional dos Inventores (ANI), já perdeu muitas peças de louça danificadas pelo atrito com a borda da cuba da pia durante a lavagem – peças de cerâmica ou vidro eram as principais vítimas. Comprar mais louça, além de caro, seria apenas uma saída temporária: as novas peças também poderiam trincar ou quebrar durante a limpeza. Em busca de uma resposta definitiva, Maria de Fátima desenvolveu o “protetor de louça”. O público-alvo de Maria de Fátima são pessoas que realizam tarefas domésticas, bem como restaurantes, cafés e estabelecimentos que possuam refeitório. O “protetor de louça” já está registrado pela inventorajunto ao INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Hoje, Maria de Fátima procura por investidores para produzir e comercializar o produto, seja por meio da venda da patente ou do seu licenciamento, bem como pela formação de sociedade.

As empresas que mais investiram e inovaram em gestão de segurança e saúde do trabalhador foram reconhecidas na sexta edição do Prêmio DuPont de Saúde e Segurança do Trabalhador, promovido pela DuPont em parceria com as revistas CIPA e Proteção, em São Paulo, durante um evento no Buffet Giardini. A disputa foi dividida em quatro categorias: Projeto Estudante, Corte e Abrasão, Proteção Térmica e Proteção Química. Os cases premiados serão publicados pelos veículos parceiros. “O evento reforça o compromisso da DuPont em incentivar que a segurança faça parte da cultura de todas as empresas”, diz Bruno Bezerra, gerente de vendas da DuPont para América Latina. A Pirelli foi a melhor colocada na categoria Proteção Térmica. A companhia, desde 2010, participa da consultoria do programa EiS – Excellence in Safety, ministrada pela DuPont. Os uniformes com tecnologia Protera® mostraram-se 50% mais resistentes que os trajes anteriores utilizados pela equipe de eletricistas.

Um ano de recuperação para o calçado Depois de um ano de 2016 com queda nas vendas de calçados na ordem de mais de 16%, o que ocasionou a queda de quase 3% na produção do setor – até novembro -, a expectativa é de recuperação ao longo de 2017. O motivo, segundo o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein, é a soma da possível estabilidade política com o potencial da economia brasileira. A declaração foi dada durante coletiva de imprensa na Couromoda, feira de calçados que ocorreu entre os dias 16 e 18 de janeiro, em São Paulo/SP. Além do executivo, participaram do encontro o presidente do Conselho Deliberativo da Abicalçados, Rosnei da Silva, o ex e atual presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados (Ablac), Imad Esper e Marcone Tavares, respectivamente, e o diretor da Couromoda, Jefferson Santos.

40- BORRACHAAtual

Nova planta da TMD/COBREQ está 95% concluída A inauguração oficial da nova planta da TMD/COBREQ em Salto, interior de São Paulo, será em outubro de 2017. Do lançamento da pedra fundamental, em maio de 2014, até hoje, cerca de 95% das obras já foi concluída, estando, agora, em fase de transferência das linhas de produção de Indaiatuba para Salto, municípios distantes 15 km um do outro. Dessa forma, está sendo finalizado o investimento de R$ 142 milhões na planta (o maior investimento do grupo Nisshinbo em outro continente).


BMW fecha 2016 com a liderança do segmento premium O BMW Group Brasil inicia o ano com o pé direito. A marca BMW encerrou a temporada de 2016 como a mais vendida do segmento premium no Brasil, de acordo com os dados da Anfavea, Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores. Com 11.860 unidades licenciadas, a BMW superou as também alemãs Audi e Mercedes-Benz, de acordo com a entidade que representa as montadoras no País.

Michelin é premiada A Michelin conquistou o 1º lugar do Prêmio Oppenheimer, promovido pelo grupo Anglo American, na categoria Performance. A empresa foi reconhecida pelo desempenho e rendimento do composto MB4 nos pneus MICHELIN XDR2 40.00 R57, que apresentaram uma performance em hora/milímetro 24,7% superior aos pneus com o composto B4, utilizados pelo Minas-Rio, mineradora integrante da Anglo American.

BORRACHAAtual - 41


ABTB

ABTB realiza Festas de Confraternização No final de 2016, a ABTB organizou para seus associados as “Festas de Encerramento das Atividades Culturais/2016” que somente foi possível através dos patrocínios das empresas associadas Auriquimica, Birla Carbon, Cya e Rhodia/Solvay por acreditarem na importância de rever amigos, confraternizar e agradecer por mais um ano de realizações. Para a ABTB o ano de 2016 também foi um ano difícil, mas acreditando que juntos somos mais fortes, cumprimos nossos objetivos com a ajuda da diretoria executiva, gerência regional, conselho fiscal ambos formados por voluntários do setor, dos associados pessoas físicas e jurídicas, de empresas e profissionais do setor, Instituições como Sinborminas, Sinborsul, Sindibor, Abiquim, Senai/SC, Instituto Senai/RS, Senai Mário Amato/SP, Senai Contagem Euvaldo Lodi/MG e por fim da área administrativa da associação.

No polo RS, na cidade de Novo Hamburgo, realizamos no dia 1º de dezembro no salão panorâmico da FENAC um coquetel patrocinado pelas associadas Cya Rubber e Rhodia/ Solvay, onde foram recebidos representantes das empresas: Auriquimica, Borrachas Feroli, Borrachas Petro, Kliven, Elastomer, FCC, Inabor, Incobor, Ingabor, Inst. SENAI, Joaneta Calçados, Otsuka, Quisvi, Ramarim, Retilox, Rubbersole, Sinborsul, Unique, Vipal e Wutec.

Antônio Dematte e convidado - Patrocinio Cya e RhodiaSolvay

Diretor Presidente ABTB e esposa - jantar patrocinio Cya e RhodiaSolvay

Diretor da Cya Rubber - Festa Sul patrocinadores Cya e RhodiaSolvay

Guilherme Vaz Roehe e convidado - patrocinio Cya e RhodiaSolvay

42- BORRACHAAtual


ABTB 40 anos

BORRACHAAtual - 43


ABTB No polo SC, na cidade de Joinville, realizamos no dia 6 de dezembro um jantar na Rotisserie Romi patrocinado pela associada Auriquimica, onde foram recebidos representantes das empresas: AMW Borrachas, Borrachas N S O, Caribor, Indubor, Lion Polimers, Microjuntas, RPD Borrachas, Senai/SC e Borrachas Wolf.

Convidados festa Joinville SC - Patrocinio Auriquimica

Jantar SC - patrocinio Auriquimica

Jantar SC - patrocinio Auriquimica

Jantar SC - patrocinio Auriquimica

Joinville SC - Patrocinio Auriquimica

Sr. Leandro Auricchio (Diretor comercial da Auriquimica) e convidados

Sr. Raphael Geremias(Gerente de Educação Senai Joinville SC)

Sr. Walter Auricchio (Diretor da Auriquimica) na abertura do evento

44- BORRACHAAtual


ABTB 40 anos Na cidade de São Paulo, onde se encontra a sede da ABTB, e contando mais um ano com o patrocínio da associada Birla Carbon, realizamos no dia 7 de dezembro um coquetel no Partsans Pub, onde foram recebidos os representantes das empresas: Abiquim, Arkema, Arlanxeo, Basile Química, Birla Carbon, Borracha Atual, Consultores, Convip, Dicetti, Evonik, GMSM/Flatway, Kraton, LPM Joint’s, Lord, Nitriflex, Parabor, Pirelli, Quisvi, Reaflex, Retilox, Rhodia/Solvay, SI Group, Sinborminas, Sindibor, Vipal, Triaac/Seriac e Zansaflex.

BORRACHAAtual - 45


Matéria Técnica

Diferentes formas de vulcanizar a borracha Por: Luis Antonio Tormento

A vulcanização é um processo de ligação cruzada no qual

A) Vulcanização por enxofre

moléculas individuais de borracha (polímero) são convertidas em um rede tridimensional de cadeias interligadas (polímeros)

Vulcanização de borrachas apenas por enxofre é um processo

através de ligações químicas cruzadas de enxofre.

extremamente lento e ineficiente.

Charles Goodyear ( nos EUA ) e Thomas Hancock (na

A reação química entre o enxofre e a borracha hidrocarbônica

Inglaterra), descobriram o uso de enxofre e chumbo branco

ocorre principalmente na ligação C = C (ligações duplas) e

como um sistema de vulcanização para borracha natural. Esta

cada reticulação requer de 40 a 55 átomos de enxofre (na

descoberta foi um grande avanço tecnológico para o avanço

ausência de acelerador).

da economia mundial. O processo leva cerca de 6 horas a 140°C para conclusão, Atualmente existem diversas formas de vulcanização da

o que não é econômico para qualquer padrão de produção.

borracha, que cobriremos em parte neste artigo. São elas:

Os vulcanizados assim produzidos são extremamente

- Vulcanização por enxofre

propensos à degradação oxidativa e não possuem propriedades

- Vulcanização por peróxido

mecânicas adequadas para aplicações práticas de borracha.

- Vulcanização por uretana

Estas limitações foram superadas através de invenções de

- Radiação UV

aceleradores, que subsequentemente se tornaram parte de

- Radiação nuclear

formulações de composição de borracha, bem como objetos

- Autovulcanização

de mais pesquisa e desenvolvimento.

Evento

Ano

Progresso

Descoberta da vulcanização por enxofre – Charles Goodyear

1839

Agente de vulcanização

Utilização de amoníaco e derivados de amônio alifático: Rowley

1881

Necessidade de aceleração

Utilização da anilina como acelerador nos EUA e na Alemanha: Oenslager

1906

Cura acelerada

Utilização do acelerador de piperidina - Alemanha

1911

Novas moléculas

Uso de aldeído-amina e HMT como aceleradores nos EUA e no Reino Unido

1914-15

Aceleradores de amina

Utilização de aceleradores de Xantatos de Zn-Alquilos na Rússia

1919-20

Novas moléculas

Uso de tiurans e ditiocarbamatos - Alemanha Efeito do ZnO na taxa de cura, descoberta de DPG, MBT, MBTS

Controle de velocidade 1919-22

Ação retardada

Pesquisa e desenvolvimento para aceleradores de ação retardada mais eficazes

1930

Ação retardada

Acelerador Sulfenamida – EUA

1937

Ação retardada

Vários outros aceleradores de Sulfenamida desenvolvidos

1945

Ação retardada

Inibidor Pré-Vulcanização CTP- EUA

1970

PVI (CTP)

Pós-Estabilizadores de Vulcanização

Anos 90

46- BORRACHAAtual

PVS


O enxofre continua a ser o agente de reticulação de melhor

As redes formadas a partir da vulcanização com peróxido

performance e mais econômico até hoje.

possuem tipicamente uma boa estabilidade ao envelhecimento por calor e um baixo conjunto de compressão. Estas

Como agente de vulcanização, o enxofre tem uma limitação:

qualidades são uma manifestação direta da composição

os elastômeros devem conter insaturação química (ligações

química das reticulações covalentes formadas. A utilização

duplas C = C) para a ligação cruzada de enxofre.

sinérgica de coagentes multifuncionais pode melhorar estas

A estrutura dos elastômeros especiais EPDM e Butyl teve

propriedades aumentando a densidade de reticulação da

de ser modificada quimicamente para tornar possível a

rede e alterando o número de ligações cruzadas. Uma maior

vulcanização com enxofre para o seu sucesso comercial.

aderência aos substratos polares e um melhor equilíbrio entre as propriedades térmicas e dinâmicas resultam de uma

Outros produtos químicos utilizados para a reticulação de

escolha criteriosa do coagente.

polímeros são o monocloreto de enxofre, o telúrio, o selênio,

Existem muitos compostos funcionais que têm sido utilizados

os aceleradores de tiuram, os polímeros de polissulfureto, as

como coagentes para a cura com peróxido. As propriedades

p-quinonodioximas e os óxidos metálicos.

finais da rede formada dependerão da reatividade e estrutura do coagente. Entender esses relacionamentos estruturapropriedade permitirá uma seleção de coagentes mais adequada.

Esquema da vulcanização por peróxido:

B) Vulcanização por peróxido Os peróxidos orgânicos são utilizados para reticular borrachas que sejam saturadas ou que não contenham qualquer grupo reativo capaz de formar reticulações. C) Vulcanização por uretana Este tipo de agente de reticulação não entra na cadeia do

A utilização de uretanos na vulcanização da borracha utiliza a

polímero, mas produz radicais que formam ligações carbono-

designação “Novor”. Este tipo de agente de vulcanização foi

carbono com cadeias adjacentes do mesmo.

desenvolvido em 1989 por C. L. S. Baker, do Malaysian Rubber Producers Research Association (MRPRA), na Inglaterra.

A reticulação com peróxidos, em geral, só produz ligações C-C. Os peróxidos reagem mais rapidamente com outros

Este tipo de agente de vulcanização é constituído basicamente

ingredientes do composto de borracha do que os sistemas

por diuretanos e foi concebido para a reticulação de borracha

convencionais de vulcanização com enxofre, o que restringe o

natural para prevenir os fenômenos de reversão. Contudo,

uso, por exemplo, de óleos e antioxidantes.

existem referências da sua utilização como agente de vulcanização com borrachas SBR e CR.

A reticulação com peróxidos adquiriu importância com o desenvolvimento de borrachas sintéticas saturadas, tais como

Os vulcanizados com Novor apresentam, portanto, uma boa

EVM, EPM, EPDM, CM, VMQ etc.

resistência à reversão, uma excelente estabilidade térmica e

BORRACHAAtual - 47


Matéria Técnica E) Aminas polifuncionais Muitas

substâncias

apresentam

várias

desta

família

funcionalidades:

além de agentes de vulcanização, algumas atuam com agentes de proteção e como coagentes em vulcanizações com peróxidos. As principais substâncias desta família de agentes de vulcanização são as seguintes: - carbamato de Hexametileno Diamina (HMDC) - carbamato de Etileno Diamina (EDAC) resistência à fadiga e, de um modo geral,

O

um razoável equilíbrio de propriedades

utilizado (Novor 924) como gerador

- trietilamina

físicas.

de

considerado

- metileno Dianilina

tipo

de

uretano

nitrosaminas,

foi

inicialmente

- trietileno Tetramina (TETA)

carcinogênico e foi substituído por

- dicocoalquilamina

Este problema é de certo modo

um outro tipo, o Novor 950, que,

- carbamato de 4,4'-MetIleno bis (Ciclo-

compensado

pela

utilização

de

quimicamente, é Difenilmetano - 4,

Hexilamina)

combinações

de

sistemas

de

4'-diisocianato.

- N, N’-Dicinnamilideno-1,6-Hexanodiamina.

D) Óxidos metálicos

Estes agentes de vulcanização são

vulcanização. Combinações de Novor com um Sistema

utilizados nos seguintes tipos de

de Enxofre são muito utilizadas e as

Além da vulcanização por enxofre e

borrachas: ACM, BIIR, CIIR, AEM, ECO,

tensões de ruptura obtidas situam-se

aceleradores, alguns tipos de borrachas

FKM, FVMQ e XNBR.

entre as obtidas com ligações de enxofre

podem ser vulcanizados com óxidos

do tipo polissulfídico e as obtidas com

metálicos ou a combinação óxido

sistemas de uretano.

metálico-aceleradores-enxofre.

É

F) Imidas

o

caso das borrachas halogenadas e

As principais Imidas utilizadas são as

Em termos de resistência à reversão,

carboxiladas, tais como:

seguintes:

o sistema de uretano oferece a maior

- policloropreno (CR);

- BMI – Bis-Maleimida;

resistência, ainda melhor que a obtida

- cloro e bromo butil (CIIR e BIIR);

- PDM – Fenileno Dimaleimida;

com sistemas de enxofre do tipo

- acrilonitrila carboxilado (XNBR);

- MBM – m-Fenileno-bis-Maleimida.

EV; as combinações de sistemas de

- estireno butadieno carboxilada (XSBR);

uretano e enxofre proporcionam uma

- polissulfureto (T) (do tipo FA).

resistência à reversão que se localiza

Estes agentes de vulcanização são utilizados

entre as obtidas com sistemas à base

Os óxidos metálicos mais utilizados

de enxofre EV e SEV.

são o óxido de zinco (ZnO) (normal ou nano) e os óxidos de chumbo (litargírio

nos

seguintes

tipos

de

borrachas: BIIR, CIIR e XNBR. G) Derivados da Triazina

– PbO). Outros óxidos utilizados, tais

48- BORRACHAAtual

como os óxidos de magnésio e de cálcio

Derivados de triazina são utilizados

e também o óxido de chumbo, têm como

como aceleradores de vulcanização

função neutralizar o ácido libertado

em borrachas de butadieno acrilonitrila

(clorídrico ou bromídrico) no processo

(NBR) e em borrachas fluoradas (FKM

de vulcanização. Quando se pretende

ou FPM).

uma boa resistência do vulcanizado à

Este tipo de acelerador proporciona uma

água, é normalmente utilizado o óxido de

elevada resistência dos vulcanizados à

chumbo como agente de vulcanização.

reversão. Este tipo de substância atua


também como agente de vulcanização

com substâncias que o possuam

terão de ser adicionados 198,22/348 =

em borrachas como ACM, CO e ECO.

(policloropreno, por exemplo).

0,57 PHR de éter de hidroquinona bis

Este tipo de agente de vulcanização

(2-hidroxiyetil) (HQEE).

As triazinas mais utilizadas são as

pode ser utilizado com os seguintes

seguintes:

tipos de borrachas: BIIR, CIIR, EPDM, IIR,

L) Sistemas de vulcanização por

IR, NBR, NR e SBR.

radiação

J) Oximas

Têm sido utilizadas radiações de alta

- TAPDT – 2,4,6-tris-(N-1,4-dimetilpentilp-fenilenediamina)-1,3,5-Triazina; - TTCA – 2,4,6-Trimercapto-s-Triazina (ou ácido tri-tiocianúrico).

energia (radiações gama, de Cobalto-60, As Oximas pertencem a um grupo

ou de elétrons de alta energia e

de

a

recentemente UV) na vulcanização

fórmula molecular geral R, R’– C =

de alguns tipos de borracha, como

N – OH em que R e R’ podem ser

borracha de silicone (Q), borracha

Estes agentes de vulcanização são

átomos

de

utilizados

orgânicos. São produtos que resultam

de butadieno acrilonitrila (NBR) e

copolímeros de epicloridrina (CO e ECO),

da

borrachas fluoradas (FKM).

borrachas fluoradas (FKM) e borrachas

com aldeídos ou com cetonas de que

Estas borrachas requerem uma dose

de acrilonitrilo butadieno (NBR). Alguns

resultam, respectivamente, aldoximas e

relativamente pequena de radiação para

dos agentes de vulcanização utilizados:

cetoximas.

vulcanizarem, por via de um mecanismo

- Hexafluoro Isopropilidenedifenol;

A p-Quinona Dioxima é um exemplo

tipos de borracha requerem doses bem

- 2,2 - Bis ( 4-hidroxifenil ) Hexafluo-

típico desta família de substâncias

mais elevadas de radiação. A dosagem

ropropano;

utilizadas como agente de vulcanização

varia de 0,05 Gy.

- Preparação com 4,4’ sulfonil-difenol.

de alguns tipos de borrachas, tais como

H) Bisfenóis

em

homopolímeros

e

substâncias

de

orgânicas

hidrogênio

condensação

de

ou

com

grupos

hidroxilaminas

policloropreno

(CR),

borracha

de formação de radicais livres. Outros

EPDM, IIR. IR, NR e SBR.

Uma absorção de energia da ordem de

I) Resinas Fenólicas

0,05 Ry é considerada tecnicamente K) Isocianatos

As

resinas

de

econômica para a vulcanização de

Fenol-formaldeído

alguns tipos de produtos de borracha.

utilizadas como agentes de vulcanização

Alguns

são do tipo Resol. São resinas que

poliuretano

se apresentam sob a forma sólida ou líquida, e são obtidas com uma relação

utilizados são, por exemplo, o dímero de

sensibilizadores (por exemplo, acrilato

de fenol: formaldeído >1, em condições

tolueno Diisocianato, que tem um peso

de n-butilo), permite reduzir o nível de

de pH>5; apresentam grupos metilol

molecular de 348 e funcionalidade 2.

radiação necessária para a vulcanização.

metilol varia entre 6 e 14%. Existem

O nível de dosagem é variável com o

Contudo, a vulcanização por radiação

outros pontos reativos.

nível de carga; geralmente é da ordem

tem uma utilização muito restrita e

tipos

de

A incorporação na composição de

com

alguns tipos de borracha, de um

Isocianatos. Os agentes de vulcanização

tipo de ingrediente designado por

são

de

borrachas

vulcanizáveis

ativos (-CH2OH). O teor de grupos

.

de 8-10 PHR. Para níveis elevados de

limita-se a aplicações especiais, em

as

carga – portanto vulcanizados de maior

que a espessura do artefato não seja

borrachas são ativadas pela presença de

dureza, o nível de dosagem pode atingir

muito elevada.

halogêneos e de óxido de zinco. Assim,

valores da ordem de 50-60 PHR. Nestas

alguns tipos de resinas são halogenadas

condições é normalmente adicionado

Referência Bibliográfica:

(possuem, por exemplo, bromo – 3,6 a

um segundo agente de reticulação que é

Site www.ctborrachas.com

8,5%) e podem apresentar-se também

o éter de hidroquinona bis (2-hidroxiyetil)

Crayvalle literaturas

em preparações com óxido de zinco

(HQEE), o qual possui um peso molecular

Livro Rubber Technology - Hoffman

(20 a 25%), com um ligante polimérico.

de 198,22 e funcionalidade 2.

As

reações

das

resinas

com

No caso de borrachas não halogenadas, as resinas que não possuem halogênio

Por cada unidade PHR de dímero de

são

tolueno Diisocianato acima de 8 PHR,

normalmente

formuladas

BORRACHAAtual - 49


Classificados

LT QUÍMICOS

Atuando nos mercados de Borracha e Plástico.

Trabalhando com uma ampla linha de produtos: -

Poliuretanos Sólidos para revestimento de cilindros, petróleo e calçados. Mídias para rebarbação criogência de peças de borracha. Mídias para limpeza de moldes. Equipamentos para rebarbação criogênica e para limpeza de moldes. Aditivos para PVC. Negro de fumo. Óxido de zinco ativo e nano óxido de zinco Av. Pedro Severino Jr. 366 - cj. 35 - São Paulo/SP info@ltquimicos.com.br - www.ltquimicos.com.br Tel: (11)

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Frases & Frases

“Aproveitar a vida não é sinal de fraqueza, desde que sejas forte para sustentá-la.” Tony Flags

“Ser humilde com os superiores é obrigação, com os colegas é cortesia, com os inferiores é nobreza” Benjamin Franklyn “Quando a alegria se apresenta, devemos abrirlhe todas as portas, pois ela jamais é inoportuna” Arthur Schopenhauer “Uma verdade dita com má intenção bate todas as mentiras que se possa inventar” William Blake “Em um mundo dominado por mentiras, dizer a verdade é um ato revolucionário” George Orwell “Nenhum homem tem o direito de governar se não for melhor do que o povo que governa.” Ciro, o Grande, rei da Pérsia “Nenhum vencedor acredita no acaso” Friedrich Nietzche BORRACHAAtual - 52

“A felicidade do povo está ao término do governo” John Adams “Se queremos ganhar para viver, basta trabalhar. Se queremos ficar ricos, precisamos encontrar outra coisa.” Jean-Baptiste Karr “Aquele que quer conservar sua liberdade deve proteger até seus inimigos da opressão. Se não o fizer, criará um precedente que um dia o atingirá.” Thomas Paine “A esposa é para um bom conselho, a sogra para uma boa acolhida, mas nada vale uma doce mamãe.” Leon Tolstoi “Pensar na existência é desperdiçar o pouco tempo que lhe resta.” Charles Bright


2017 MARÇO • Identificação de Aspectos e Perigos e Avaliação e Controle de Impactos e Riscos (Palestrante: Clayton Schultz - ABIQUIM – São Paulo/ BRASIL

07.03.17 – informações: 11 2148-4700 ; www.abiquim.org.br/curso-e-evento • Reometria - Modulus Assessoria Técnica e Treinamentos em Borracha – S. Paulo/ BRASIL

10 – informações: Tel: 11 4226-4443; treinamentos@modulusconsultoria.com.br modulus@modulusconsultoria.com.br; ou acesse www.modulusconsultoria.com.br

• FIMEC 2017 - 41ª Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes - FENAC, Novo Hamburgo / RS

14 a 16.03.17 – informações: (51) 3584 7200 ou acesse www.fimec.com.br • Plástico Brasil - Feira de Plástico e Borracha – S. Paulo/ BRASIL

20 a 24 – das 10h às 19h. Local: São Paulo Expo. Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 Informações: www.plasticobrasil.com.br

• WRS - World Rubber Summit 2017 - Singapura / MALÁSIA

JUNHO • Adesão Borracha Metal - Modulus Assessoria Técnica e Treinamentos em Borracha – S. Paulo / BRASIL

09 – informações: Tel: 11 4226-4443; treinamentos@modulusconsultoria.com.br modulus@modulusconsultoria.com.br; ou acesse www.modulusconsultoria.com.br • FEIMAFE 2017 – 16ª Feira Internacional de Máquinas-Ferramentas e Sistemas Integrados de Manufatura – Expo Center Norte , São Paulo - SP / BRASIL

20 a 24.06.17 – informações: Tel. 11 3060 4717; atendimento@reedalcantara.com.br ; ou acesse www.feimafe.com.br • Future Tire Conference 2017 - Colônia / ALEMANHA

27 a 28 – informações: www.tyre-conferences.com - Katherine Hampson (Marketing): khampson@crain.com - Tel +44 (0) 208 253 9609 ; ou Donna Bushell: dbushell@crain.com / Tel +44 (0) 208 253 9626

AGOSTO

22 a 23 – Informações: +65 6403 2521 www.worldrubberweek.com - jermaine.tan@singex.com

ABRIL

• Estudo dos Elastômeros de EPDM - Modulus Assessoria Técnica e Treinamentos em Borracha – S. Paulo / BRASIL

04 –

informações: Tel: 11 4226-4443; treinamentos@modulusconsultoria.com.br modulus@modulusconsultoria.com.br; ou acesse www.modulusconsultoria.com.br

SETEMBRO • FEIPLASTIC 2017 - Feira Internacional do Plástico - Expo Center Norte, São Paulo - SP / BRASIL

03 a 07.04.17 – informações: (11) 3060.4717; atendimento@reedalcantara.com.br ; ou acesse www.feiplastic.com.br

• Forneça para Cadeia Automotiva - Modulus Assessoria Técnica e Treinamentos em Borracha – S. Paulo / BRASIL

04 e 06 – informações: Tel: 11 4226-4443; treinamentos@modulusconsultoria.com.br modulus@modulusconsultoria.com.br; ou acesse www.modulusconsultoria.com.br

• 3rd North American Tire & Retread Expo - New Orleans, LA / EUA

19 a 21 – informações: www.usatireexpo.com - info@usatireexpo.com

• Iniciação à Tecnologia da Borracha - Modulus Assessoria Técnica e Treinamentos em Borracha – São Paulo / BRASIL

14 e 15 – informações: Tel: 11 4226-4443; treinamentos@modulusconsultoria.com.br modulus@modulusconsultoria.com.br; ou acesse www.modulusconsultoria.com.br

• Rubbertech CHINA 2017 – Shangai / CHINA

20 a 22 – Informações: www.rubbertech-expo.com

OUTUBRO

Tel: +1 (786) 293.5186

• Spring Technical Meeting – 191st Technical Meeting, New Orleans, LA / EUA

25 a 27 – Doubletree by Hilton, 3663 Park E. Dr., Beachwood, OH 44122. Informações: www.usatireexpo.com - info@usatireexpo.com e Tel: +1 (786) 293.5186 • AUTOMEC (13ª Feira Internacional de Autopeças, Equipamentos e Serviços)

25 a 29/4 - Informações: http://www.automecfeira.com.br

MAIO

• Estudo dos Aceleradores de Vulcanização - Modulus Assessoria Técnica e Treinamentos em Borracha – S.Paulo / BRASIL

06 – informações: Tel: 11 4226-4443; treinamentos@modulusconsultoria.com.br modulus@modulusconsultoria.com.br; ou acesse www.modulusconsultoria.com.br

• International Elastomer Conference – Cleveland / EUA

09 a 12 – Huntington Convention Center of Cleveland. Informações: reg@rubber.org - 330-595-5535 International Rubber & Advanced Materials In Healthcare Expo, 192nd Technical Meeting, Educational Symposium & Advanced Materials In Healthcare Conference Huntington Convention Center of Cleveland, Cleveland, OH

• EXPOMAFE - Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial - São Paulo - SP / BRASIL

• IRCO - International Rubber Conference Organization – Cleveland / EUA

09 a 13.05.17 – informações: www.expomafe.com.br

Informações: reg@rubber.org - 330-595-5535

• Formação de Vendedor Técnico para o Mercado de Borracha - Modulus Assessoria Técnica e Treinamentos em Borracha – S. Paulo / BRASIL

11 e 12 – informações: Tel: 11 4226-4443; treinamentos@modulusconsultoria.com.br modulus@modulusconsultoria.com.br; ou acesse www.modulusconsultoria.com.br

• Silicone Europe Conference - Berlim / Alemanha

16 a 17 – informações: Sarah Arnold + 1 (330) 865 6169 sarnold@crain.com - www.siliconeeuropeconference.com

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09 a 12 – Huntington Convention Center of Cleveland.

NOVEMBRO • Formação de Vendedor Técnico para o Mercado de Borracha - Modulus Assessoria Técnica e Treinamentos em Borracha – S. Paulo / BRASIL

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Zeon

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Revista Borracha Atual Edição 128