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SHOWCASE by Artway culture & arts Plataforma de Artistas e Projetos


CAPÍTULO Ensemble

vocal

à

capella

constituído

por

Ana

Caseiro

(soprano),

Adriana

Romero

(mezzo

soprano),

Gonçalo Sério Limpo (tenor), Marta Martins (soprano) e Tomé Azevedo (barítono), os Capítulo estreiam-se em Janeiro de 2019. Dedicam-se à interpretação de música portuguesa, cruzando autores antigos do período Barroco e Romântico, tais como Cláudio Carneyro, com a linguagem moderna e contemporânea de, por exemplo, Fernando Lopes Graça e Daniel Moreira. Os seus projetos organizam-se por Capítulos, nos quais constroem uma narrativa interna que conduz a lógica do concerto. O primeiro Capítulo intitulase por “Arqueologia da Identidade Nacional”.


CELLO FESTIVAL AROUND PORTO 2021 O Cello Festival Around / Porto 2021 é muito mais que um festival de violoncelo. Para além dos concertos, masterclasses, palestras e workshops, este festival oferece circuitos de descoberta da

cidade

e

da

sua

interacção

com

a

cultura

do

mundo.

Sempre

com

uma

consciência

ambiental e sustentável, o roteiro do festival passa por restaurantes, cafés, bares, museus, salas de concerto, bibliotecas e lojas, com percursos a pé ou de bicicleta, desenhados para que a música interaja com a vivência cosmopolita da cidade invicta. Nesta primeira edição o festival tem ainda uma ligação a Vieira do Minho onde se realizarão algumas actividades da sua programação, numa lógica de circulação que está na génese do evento.

DIREÇÃO ARTÍSTICA

DIREÇÃO EXECUTIVA

Teresa Soares Tiago Azevedo e Silva Dalila Teixeira

ORGANIZAÇÃO

Showcase by Artway Vanessa Pires

culture & arts

APOIO

Artway culture & arts


DUO ARSIS Fundado em 2016, o Duo Arsis é um dueto de guitarras composto por Nuno Jesus (Portalegre) e João Robim (V. N. Famalicão), que começaram o projeto na Universidade de Évora. Ambos arrecadaram vários prémios em competições nacionais e internacionais a título individual, e decidiram, inicialmente, abordar o

repertório

notoriamente

mais

virtuosístico

para

duas

guitarras.O

º

premiado em competições nacionais e internacionais, como o 3

º

Nacional de Música "Gilberta Paiva" e o 2

Duo

foi

Concurso

Concurso Internacional de Música

de Câmara com Guitarra, em Braga, tendo sido elogiado por músicos de renome internacional como Tilman Hoppstock, Fabio Zanon e Gary Ryan. Em 2019, o Duo começou a tocar em guitarras de 8 cordas, apelidadas de "Brahms

guitars",

o

que

permitiu

a

transcrição

de

obras

celebradas

do

repertório do piano. Em 2020, iniciaram as gravações de um novo repertório, inédito no meio guitarrístico, incluindo obras de J. S. Bach, D. Shostakovich, F. Chopin, C. Debussy e R. Schumann. É de destacar ainda a colaboração do Duo em projetos interdisciplinares, nomeadamente com poesia e teatro, tocando composições

originais

alternativa/eletrónica.

e

música

improvisada

com

instrumentação


DUO RUBRUM O Duo Rubrum nasceu na Universidade de Aveiro e é constituído por Carolina Andrade e

Romeu

Curto,

dois

jovens

premiados

enquanto

solistas.

Conhecem-se

na

Universidade de Aveiro e criam no âmbito da cadeira de música de câmara da Universidade de Aveiro o Duo Rubrum, sob a orientação do oboísta Jean Michel Garetti.

Frequentaram

ainda

aulas

e

masterclasses

com

Filipe

Quaresma,

Isabel

Alcobia e Pedro Rodrigues. O grupo pretende executar o vasto repertório existente para esta formação, passando pelos vários períodos da história da música ocidental, incluindo

programa

Participaram

no

VI

renascentista, Ciclo

de

barroco,

Música

clássico,

Antiqua

em

romântico

Jerez

de

la

e

contemporâneo.

Frontera,

com

um

programa totalmente dedicado à música renascentista escrita originalmente para vihuela e canto, assim como no festival MAIOMUSICALL na Covilhã. Apresentaram-se ainda em concerto nas cidades de Aveiro, Castelo Branco, Lisboa, Porto e Sevilha.


ENSEMBLE PESSOA O Ensemble Pessoa, criado em 2020, conta com seis jovens músicos portugueses: Lia Yeranosyan, Mariana Lopes, Francisco Lourenço, Pedro Marques, Tiago Azevedo e Silva e Pedro Fernandes (dois violinos, duas violas d’arco e dois violoncelos). Um dos aspectos que mais diferencia o Ensemble de outros grupos com o foco na música de câmara é a conexão do projeto com a poesia, tendo, como o próprio nome indica, Fernando Pessoa como a principal fonte de inspiração. Este projeto procura também com a sua atividade artística tornar a música chamada “erudita”, enquanto Património Imaterial, cada vez mais acessível a todos, sensibilizando os públicos, educando o entretenimento e democratizando a arte.


FRANCISCO BERÉNY DOMINGUES Francisco Berény Domingues nasceu em 1995. Participou em vários recitais e tours em Portugal, Espanha, França, Áustria e Alemanha. Tem um duo com o pianista Álvaro Teixeira Lopes e com o violoncelista Tiago Azevedo e Silva. Ao longo da sua formação tem vindo a contactar com vários guitarristas de renome em Masterclasses. Participou em

concursos

Francisco Vasques

nacionais

conta Dias,

com

Diogo

e

internacionais

obras

Novo

onde

dedicadas

Carvalho

e

ao

obteve próprio

Pedro

alguns pelos

Rodrigues

prémios.Em

adição,

compositores

Amílcar

Berény

concluiu

uma

licenciatura em performance de guitarra Universidade de Aveiro com o professor Pedro Rodrigues. Actualmente está na Universidade Mozarteum em Salzburgo a fazer um Mestrado em performance com a Professora Laura Young.


FREDERIC CARDOSO Frederic

Cardoso,

clarinetista,

obteve

vários

prémios

em

concursos

nacionais

e

internacionais e dedica uma parte significante do seu trabalho à música de câmara e à música contemporânea. Enquanto solista ou como parte integrante de ensembles, estreou cerca de 130 obras em Portugal, Alemanha, Bélgica, Espanha e Holanda, sendo dedicatário

de

muitas

delas.

A

sua

discografia

incluiu

nove

discos

em

áreas

tão

diversas como a música contemporânea, erudita, improvisada, pop e world music. Colaborou

com

a

Banda

Sinfónica

Portuguesa,

Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra

Fundação

Orquestra

Estúdio,

Sinfónica do Porto Casa da Música e

Remix Ensemble Casa da Música. Ministrou cursos de aperfeiçoamento em

Portugal

Natural de Tarouca, Frederic é Licenciado e Mestre em Interpretação Artística pela

“O clarinetista Frederic Cardoso é um verdadeiro motor de um assinalável número de obras de câmara em que o seu instrumento tem parte destacada."

Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, onde estudou com António Saiote e

Fernando Lapa - Compositor

Continental e Insular, tendo apresentado um Fórum sobre Música Portuguesa para Clarinete e Eletrónica,

como professor convidado, no Conservatório Real de Antuérpia

(Bélgica).

Nuno Pinto, e Mestre em Ensino de Música pela Universidade do finalizar o

Minho. Encontra-se a

Doutoramento em Música – Especialidade de Interpretação na Universidade

de Évora, estuda Direção de Banda na Academia Portuguesa de Banda com o Maestro Paulo Martins, é membro efetivo da Banda Sinfónica Transmontana clarinete

contrabaixo)

e

é

Professor

de

Clarinete

e

(clarinete baixo e

Orquestra

Conservatório de Música de Paredes. É D’Addario Reserve Player.

de

Sopros

no

"Um clarinetista de grande personalidade e versatilidade." Ada Gentile - Compositora


GARFO GARFO,

composto

por

Bernardo

Tinoco

(saxofone),

João

Almeida

(trompete),

João

Fragoso

(contrabaixo) e João Sousa (bateria), é um projeto criado em 2019 por Bernardo Tinoco com o intuito de se juntar a três outros jovens músicos com uma abordagem musical idêntica à sua. A escolha de dois instrumentos de sopro juntamente com uma secção rítmica sem instrumento polifónico pretende explorar novos timbres e texturas de uma música que alterna entre a sua componente escrita e improvisada. O repertório do grupo compõe-se com composições originais de todos os membros integrantes. Durante o período de atividade do grupo, este teve já a oportunidade de se apresentar em contexto de concerto em algumas salas de concerto e festivais do país.


IBERIAN QUARTET Antoine Flores, Luís Coelho, Patricia Aller e Pedro Melo formam o quarteto de saxofones

Iberian

Quartet. O grupo tem como objetivo fazer música de câmara para compartilhar a sua paixão com o público. Apesar das diferentes origens, os quatro membros compartilham os mesmos princípios: alcançar os mesmos objetivos estéticos trocando ideias e aprofundando a sua capacidade de análise musical, selecionando um repertório variado. Apesar de recente, o grupo conta com bastante atividade desenvolvida. Atuou em Braga,

Guimarães, San Sebástian, Asturias, Tenerife, Barcelona e

em Zagreb no Congresso Mundial de Saxofone. Ministrou ainda duas masterclasses em Guimarães e Tenerife.


JOÃO DIOGO LEITÃO João Diogo Leitão tem um percurso musical intimamente ligado à guitarra clássica, enquanto intérprete. Tendo feito a sua formação superior na Universidade de Évora e, posteriormente, no Conservatório Real de Haia nas classes dos professores Dejan Ivanovic e Zoran Dukic, respetivamente, assumiu-se desde cedo como um dos talentos da sua geração, tendo sido

º

premiado e distinguido em vários concursos, destacando-se, especialmente, o 1

lugar no

“Prémio Jovens Músicos”, Nível Superior. Sucederam-se concertos enquanto solista com a Orquestra do Norte, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Clássica da Madeira e Orquestra Gulbenkian sob a direção dos maestros José Ferreira Lobo, Pedro Neves, Pedro Amaral,

Cesário

Costa

e

Pedro

Carneiro

e

apresentações

nas

mais

importantes

salas

portuguesas como o Coliseu do Porto, Teatro Rivoli, Casa da Música, Centro Cultural de Belém

ou

braguesa

Grande –

um

Auditório

dos

muitos

da

Fundação

cordofones

Calouste

tradicionais

Gulbenkian. portuguesas

A –,

descoberta o

fascínio

da

viola

pelas

suas

características tímbricas e o potencial inexplorado deste instrumento desencadearam uma metamorfose. Despoletaram uma urgência poética que o levou a investigar e compôr música para esta viola que surge do natural encontro entre os mundos da música erudita e música tradicional portuguesa, inovando na abordagem técnica e estética, criando um repertório próprio para este cordofone. O primeiro registo foi feito em Serpa, no Musibéria e editado em álbum pela ‘Respirar de Ouvido’, em 2020.


JOSÉ MONTEIRO José Monteiro teve, desde muito cedo, um contacto muito próximo com a música. Desde a sua presença na Academia de Música Vilar de Paraíso, à sua experiência como bailarino, o apogeu da sua carreira, até à data, acontece com a sua licenciatura em Produção e Técnico Musical, na ESMAE. A partir de 2017, tem vindo a desenvolver a sua carreira no "mundo áudio", tendo já um portfólio de trabalho tanto de gravação, como de som e produção de espetáculos, em salas como o Teatro Nacional São João e o Teatro Helena Sá e Costa. No âmbito da criação musical trabalha também na produção e composição de músicas originais ou arranjos de World Music. A tudo isto, junta uma vasta versatilidade em diversas áreas: como ercussionista integra o projecto

"Hai-Luz"

que

se

dedica

à

música

medieval;

como

bailarino

integrou

bailados, como "Habemus Corpos" de Ruben Marks... Entre muitas outras valências.

vários


JOSEFINA ALCAIDE Josefina Alcaide, violinista, tem vindo a desenvolver a sua carreira tanto a solo, como em música de câmara e orquestra. Foi premiada em diversos concursos onde obteve primeiros prémios, como no “Concurso de Violino José Augusto Alegria” em 2009; “Concurso de Cordas Vasco Barbosa” em 2018 (onde também obteve o prémio Bach ex-aequo) e “Concurso Internacional de Música da Cidade do Fundão” em 2018 (onde também foi premiada com o prémio especial - Festival de Léon). Como solista tem vindo a realizar concertos e recitais a solo em diversos palcos por todo o país, destacando-se as suas apresentações a solo com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Sinfónica Juvenil, Sinfonietta de Lisboa e Orquestra do Norte. Forma, juntamente com o pianista Gonçalo Simões, o Duo Concêntrico. Natural de Setúbal, Josefina Alcaide licenciou-se no Conservatório de Amesterdão sob a orientação dos professores Ilya Grubert e Eliot Lawson e atualmente realiza o Mestrado em Performance na Universidade de Música e Artes da Cidade de Viena, Áustria, onde estuda com o professor Boris Brovtsyn.


LUCAS REI RAMOS Lucas Rei Ramos é natural de Muros, Galiza, mas com o seu centro de atividade no Porto. Começou os seus estudos

como

pianista

de

jazz,

mas

muito

cedo

começou a interessar-se mais e mais pela composição. Licenciado em Composição pela ESMAE (Porto) e em Comunicação Audiovisual pela Universidade de Vigo, dedicou uma grande parte do seu objeto de estudo a desenvolver projetos de música electrónica e interativa; alguns

dos

quais

internacionais

como

têm a

sido

Bienal

exibidos de

em

Cerveira,

o

eventos Festival

Semibreve de Braga, o Festival Música Viva de Lisboa, o Festival Mixtur de Barcelona ou o Festival Ai-Maako de Santiago

de

Chile.

obrigatória

de

Antena

e

2,

Composição

Recentemente

violino

ganhou do

para o

Festival

1

º

o

escreveu

Prémio

prémio

Jovens

do

Internacional

a

peça

Músicos

Concurso de

Música

de da

Póvoa de Varzim com a obra "As estruturas de Solaris".


LUÍS COELHO Luís Coelho, natural de Paredes, Mestre pela Universidade do Minho, tem desenvolvido

grande atividade tanto a solo como em música de câmara ao

longo da sua vida. É membro fundador do Iberian Quartet com o qual já se apresentou em Portugal, Espanha Foi

galardoado

Conservatório do

com

o

1

º

Prémio

em

2013;

3

º

º

(ex

aequo)

no

Concurso

Interno

Porto 2011; Prémio Casa da Música/CMP 2011; 2

(ex aequo) no Prémio Jovens Médio 2012; 2

e Croácia, bem como do Merus Ensemble.

Prémio no 1

Prémio

do

Universidade do Minho.

º

º

do

Prémio

Músicos (PJM), na Categoria A| Solistas| Nível

Concurso

Concurso

Internacional Saxoporto, categoria A,

Santa

Cecília

2016,

promovido

pela


MANUEL BRÁSIO Músico e criativo ligado à composição e sound design para concerto, teatro, dança, e cinema, baterista e percussionista freelancer; professor e formador nas

áreas

da

criatividade

musical;

sócio

sobrevivente

da

AISCA,

sócio

fundador e coordenador de actividades da Interferência juntamente com José Tiago Baptista; colabora ainda no projecto FabLab Porto de João Barros, na equipa da Digitópia/Casa da Música e no projecto performativo Melífluo. Licenciado

em

Composição

na

ESMAE;

Mestre

em

Multimédia:

Música

Interactiva e Design de Som pela FEUP; Compositor editado pelo Mic.pt e pelo mpmp; colabora frequentemente com o Teatro do Montemuro; escreveu “Bom dia Sophia” para oboé solo, uma encomenda da RTP/ANTENA2 para o Prémio

Jovens

Músicos

2018;

Foi

ainda

director

artístico,

compositor

e

intérprete de SUPRAHUMAN obra em digressão da Interferência em 2019 com o apoio da DGARTES, Centro Nacional de Cultura, IPDJ e Antena 2. De momento apresenta-se em digressão com QUEM FALA ASSIM, um concerto multimedia,

produção

Interferência

em

colaboração

com

a

Associação

Portuguesa de Gagos no qual divide a criação e direcção artística com José Tiago Baptista.


MAURO MARTINS Mauro Martins é um jovem eufonista português que destaca

o

amor

aprendizagem

pela

como

música

e

combustível

a da

dedicação sua

à

carreira.

Vencedor do concurso "Concours Tuba Tour 2019", tem realizado

recitais

com

frequência

e

lecionado

masterclasses pela Europa, América e Ásia. É desde 2019 professor de eufónio na Escola Profissional de Música da Covilhã. Mauro Martins tem vindo a conquistar um lugar no panorama

musical

nacional

e

internacional,

sustentado numa dialética de trabalho e de talento. É artista

da

marca

de

instrumentos

ADAMS,

Brass

Lab.Momo e Denis Wick. No presente ano de 2020, Mauro lançou o primeiro CD para eufónio intitulado "FLOW".


MIGUEL RESENDE BASTOS Mestre em composição pela Codarts - Universidade das Artes, estudou no Porto, cidade de onde é natural, bem como em Brno e em

Roterdão,

com

os

compositores

Dimitris

Andrikopoulos,

Ivo

Medek, René Uijlenhoet e Robin de Raaff. Em 2017 venceu o Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim e, em 2020, foi distinguido com o prémio Musa. A sua música já foi apresentada em diversos festivais, ciclos e salas de concertos em Portugal, Chéquia, Holanda e Alemanha. Miguel Resende Bastos tem-se destacado pelo seu trabalho interdisciplinar, envolvendo literatura,

dramaturgia,

música

eletroacústica,

ópera,

vídeo

e

instalações multimédia, bem como em projetos com coreógrafos e música para dança. Atualmente, é compositor em residência da temporada de 2020-21 do MPMP – Movimento Patrimonial pela Música Portuguesa.


OPUS DUO Constituído por Francisco Berény Domingues (guitarra) e Tiago Azevedo e Silvia (violoncelo), o duo foi formado em 2019. Com concertos já realizados em Paris e no Porto, Opus Duo irá fazer uma tour no ano de 2021 por Portugal. O programa proposto convida o público a fazer uma viagem pela Península Ibérica através de compositores como Manuel de Falla, Fernando Lapa e Enrique Granados. As várias possibilidades de timbre, de textura e volume do violoncelo e guitarra permitem ao ensemble a exploração de várias cores e sons tão presentes na música portuguesa e na música nacionalista espanhola. Francisco está a realizar um mestrado na Universität Mozarteum Salzburg com a prof. Laura Young e Tiago concluiu na ESMAE a licenciatura com o Prof. Filipe Quaresma. Ambos participaram em competições onde obtiveram prémios. O ensemble teve a oportunidade de trabalhar com o Professor Filipe Quaresma, com o Professor

Paulo Gaio Lima e com Afonso Fesch. Na sua estreia, o programa apresentado pinta uma

imagem da música popular espanhola eternizada por compositores do século XX e XXI marcado pelo flamenco, pelo canto do violoncelo e pelo acompanhamento típico da guitarra.


OPUSPAUSA OpusPausa fins

é

lucrativos

uma que

plataforma tem

online

como

sem

principal

objetivo a divulgação de jovens músicos em início de carreira no distrito da Guarda. A parceria entre as plataformas Showcase by Artway culture & arts e OpusPausa pretende exponenciar o potencial de ambas, ligando duas

realidades

distantes,

próximo e profícuo.

num

elo

mais


PEDRO LOPES Licenciado pela Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo do Porto, na classe de Pedro Burmester, Pedro Lopes frequentou o Mestrado em Piano - Música de Câmara sob a orientação de Peter Orth e do Quarteto Auryn na Hochschule für Musik Detmold - Alemanha. Tem ganho vários prémios em Concursos Nacionais. Em 2013 ganhou o Prémio de Melhor Pianista Acompanhador do 7o Concurso de Canto da Fundação Rotária Portuguesa, bem como o Prémio Helena Sá e Costa, edição especial comemorativa dos 100 anos do nascimento da artista. Foi vencedor do Concurso Auryn nas edições de 2017 e 2018, na categoria de Música de Câmara com piano. Foram vários os músicos que influenciaram fortemente a sua formação, sendo alguns deles: Fausto Neves, Luiz de Moura Castro, Joop Celis, Miguel Borges Coelho, Tatjana Masurenko, Sven Arn Tepl, Thomas Christian, António Saiote, entre outros. Para além da actividade como pianista também estudou canto, com Dora Rodrigues. Integrou o Coro Casa da Música e o Grupo Vocal Cupertinos (o último com direcção musical de Luís Toscano),

tendo

sido

dirigido

por

maestro

como

Paul

Hillier,

James

Wood,

Laurence

Cummings, Gregory Rose, Baldur Brönniman, Olari Elts, Kaspars Putnins, Christoph König, Peter Rundel, entre outros. Em 2019 foi, com o Ensemble Cupertinos, galardoado com o Prémio Gramophone na categoria de

Música

Antiga

com

o

álbum

“Cardoso

Requiem,

Lamentations,

Magnificat

&

Motets”,

lançado pela discográfica Hyperion como o primeiro de uma série de 3 discos dedicados a compositores portugueses da Renascença. Foi também, com o mesmo grupo, nomeado na Categoria de Música Erudita na primeira edição dos Prémios RTP Play (2020).


QUARTETO CALEIDOSCÓPIO DIÁLOGO ENTRE A MÚSICA E A LUZ

Quarteto composto por Dalila Teixeira (piano), Francisco Ferreira (violino), Teresa Soares (violoncelo) e Tiago Bento (clarinete), estreou-se em 2018 com o projeto “Diálogo entre a Música e a Luz”. Neste projeto, propõem uma nova abordagem ao "Quatuor pour la fin du Temps", de Olivier Messiaen, que reconta uma história menos sombria e mais boreal, criando um espetáculo em que a música e a luz dialogam para uma mensagem Eterna. Brevemente pretendem

desenvolver

um

projeto

novo,

que

procura

começado, mas abrindo as portas a novos compositores.

dar

continuidade

ao

trabalho


QUARTETO SAKURA O Quarteto Sakura surgiu com o intuito de celebrar a partilha e a

emoção que a música é capaz de

trazer à vida de cada um. Composto por quatro amigos, o Quarteto Sakura predispõe de uma alegria, simplicidade e motivação genuína capaz de captar imediatamente a atenção do desde a primeira até à última nota.

público

O repertório escolhido pelo quarteto terá sempre como principal

objetivo envolver o público no fascinante mundo da arte musical e no grande desafio que é a partilha de sentimentos múltiplos que criam o momento da arte ao vivo, neste caso, em música de câmara.


REPERCUSSION TRIO RePercussion Trio é um grupo de percussão, que surgiu em 2016, composto por Alexandre Silva, Daniel Araújo e Jorge Pereira. O grupo tem vindo a demonstrar versatilidade a nível artístico e performativo, abordando diversos tipos de repertório, desde o mais emblemático e tradicional ao cénico. Os seus objetivos passam por alargar o repertório para esta formação e colaborar com outros tipos de artes performativas, tais como, teatro, dança, desenho de luz e

som

e

sonoplastia.

Durante

o

seu

percurso

artístico

participou

em

festivais

Cistermúsica, Harmos Festival e Festival SET. Além disso, esteve presente no 5

º

como

o

Encontro

Internacional sobre Educação Artística e na International Chamber Music Conference 2018.


RICARDO LEITÃO PEDRO O

alaúdista

e

tenor

português

Ricardo

Leitão

Pedro

é

um

dos

poucos

músicos

de

hoje

dedicados à prática histórica de "canto al liuto", acompanhando-se a si mesmo com diferentes instrumentos antigos de corda dedilhada.Estudou alaúde e voz na sua cidade natal do Porto (ESMAE) e posteriormente em Lyon (CNSMD) e Basileia (Schola Cantorum Basiliensis).É membro dos ensembles Concerto di Margherita e I Discordanti, com quem se apresenta percorre os palcos europeus e colabora frequentemente com diferentes conjuntos e orquestras enquanto cantor e/ou alaúdista.Igualmente activo noutros domínios artísticos, Ricardo compôs a música para o solo de trapézio ‘Planisfério’ de Joana Martins (2015, Festival Internacional de Solos da Póvoa do Varzim) e foi o músico selecionado por Rostislav Novak (Cirk La Putyka) para seu grupo

de

trabalho

no

festival

de

circo

contemporâneo

Die

Originale

(2018,

Berliner

Festspiele).Ricardo é actualmente doutorando na universidade Anton Bruckner (Linz, Áustria) com uma tese sobre a prática de improvisação do alaúdista quatrocentista Pietrobono Burzelli. Paralelamente, prepara neste momento a edição do manuscrito "Thibault" (F-Pn Rés. Vmd ms. 27) para publicação pela editora suíça Terem-Music."Fantasticaria" é o seu primeiro álbum a solo,

dedicado

à

música

de

Bellerofonte

Castaldi

para

voz

e

teorba,

com

inclusão

de

composições e improvisações do Ricardo. Foi lançado de forma independente em Fevereiro de 2020 e está disponível na maioria das plataformas digitais."


SANDRO RODRIGUES Sandro Rodrigues, natural de São João da Madeira, Aveiro, começou a estudar guitarra aos 10 anos de idade e desde então que se dedica ao instrumento. Passou pela Escola Prossional de Música de Espinho e posteriormente mudou-se para a cidade de Saragoça, onde estudou no Conservatorio Superior de Música de Aragón com os mestres Pedro Mateo e Àlex Garrobé. Após a aventura em Espanha, viajou para os Países Baixos para complementar os estudos com o Mestre Carlo Marchione, no Conservatorium Maastricht, tendo concluído

o

mesmo

com

nota

máxima

e

menção

honrosa. Recentemente, Sandro lançou o seu primeiro CD para guitarra solo, intitulado FANTASIA.

“(...)

como

intérprete,

Rodrigues

deixa

o

carácter musical destas obras completamente intacto. Por outras palavras, o discurso original é preservado em grande parte pela excelência da sua execução.” Art van der Wal em OpusKlassiek.nl


SPECTRUM TRIO BEETHOVEN PELAS PRÓPRIAS PALAVRAS Trio composto por Francisco Fernandes (piano), Francisco Ferreira (violino) e Tiago Azevedo e Silva (violoncelo), propõe um concerto que tem como tema “Beethoven pelas próprias palavras”. Neste projeto, o trio apresenta-se com a narração de Tiago Hora, aliando a música às palavras de Beethoven descritas nas suas cartas. Assim, a partir do elo biológico mais íntimo do ser humano - as palavras -, procuram chegar mais perto do génio único incomparável que foi este compositor.


TIAGO ANJINHO Tiago Anjinho, natural de Coimbra, frequenta o segundo ano de Mestrado em Artes – Violoncelo na Royal Academy of Music de Londres, na classe do aclamado violoncelista e compositor Mats Lidström. É membro do grupo de elite da escola “Academy’s Sainsbury Soloists”. Vencedor de concursos nacionais e internacionais

como

o

Vigo

International

String

Competition,

Concurso

internacional

do

Fundão

e

Soncello Competition, tem se vindo a afirmar como uma jovem promessa do violoncelo em Portugal, sendo recipiente também do Prémio Fundação Carlos Gomes/ Estado do Pará e do histórico prémio Suggia. Na vertente de música de câmara é membro fundador do Duo Arpeggio e do trio Subito. 2020 trouxe-lhe

compromissos

profissionais

no

Brasil,

Espanha,

Reino

Unido

e

Portugal,

que

aguardam

reagendamento. Tiago Anjinho toca num violoncelo Francesco Ruggieri, 1673, cedido pela coleção da Royal Academy of Music, Londres.


TIAGO AZEVEDO E SILVA Tiago Azevedo e Silva “(…) destaca-se pela leveza e refinamento que imprime à sua forma de tocar e interpretação musical. (...) terá um futuro brilhante como solista ou integrando um grupo de música de câmara, (...) boa interacção social e generosidade na partilha de ideias artísticas.” Filipe Quaresma, Violoncelista

Tiago Azevedo e Silva foi mais recentemente laureado em competições nacionais e internacionais, conseguindo assim a oportunidade de agendar concertos a solo com orquestra e recitais em festivais. Iniciou os seus estudos musicais com o professor Ricardo Mota na Academia de Música de Lisboa e licenciou-se na classe do professor Filipe Quaresma na ESMAE com nota máxima. Atualmente toca no Opus Duo com o guitarrista Francisco Berény, faz parte do Spectrum Trio orientado pelo pianista Pedro Burmester

e

é

membro

fundador

do

Ensemble

Pessoa.

É

juntamente

Soares e Dalila Teixeira Diretor Artístico do “Porto Cello Festival”.

com

Teresa


CONTACTOS

showcase@artway.pt Dalila Teixeira | +351 913950712 Teresa Soares | +351 916974121

+ INFO https://www.artway.pt/ artwayshowcase artway_showcase/

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www.artway.pt/showcase showcase@artway.pt

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