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Distribui a cada grupo um dos trabalhos que havíamos realizado em aula, ou seja, o grupo primeiro grupo recebeu novamente as peças do quebra cabeças sobre a história da fotografia, juntamente com imagens impressas em papel jornal relacionadas aos textos do quebra cabeças. O segundo grupo recebeu os retratos realizados com recorte e colagem inspirados no trabalho de Hanna Höch. O terceiro grupo recebeu todos os desenhos realizados a partir das reportagens dos jornais locais realizados na última aula. Expliquei que cada grupo estaria montando uma parte do jornal da turma, como se os alunos recebessem imagens e precisassem publicá-las organizando em um jornal e agregando sentido a cada uma das imagens. Passei em cada grupo auxiliando no processo e respondendo a perguntas dos alunos.

Imagem dos alunos montando as páginas do jornal da turma. Fonte: VARGAS, 2010.

Comentei sobre a influência da fotografia para as publicações de jornais e revistas, sobre o impacto da imagem fotografada e a velocidade de reprodução que a evolução deste processo proporcionou, neste sentido a fotografia passa a fazer parte de um marco histórico para a sociedade em geral, enquanto as publicações de jornais e revistas do século XVIII precisavam reproduzir imagem através de gravuras ou pintura, com a chegada da fotografia a velocidade de divulgação e impressão de uma imagem contribuiu para que os jornais e revistas se utilizem cada vez mais de uma imagem para complementar um assunto ou mesmo representá-lo. Como dizem os fotojornalistas: “uma imagem vale mais do que mil palavras”.

Fotografia e arte na educação  

Trabalho de Curso apresentado por Nátia Pereira Vargas em dezembro de 2010

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