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Artesp: 25 anos atuando em favor da categoria Editorial

Definir caminhos para o futuro das revendas de tintas, direcionando as estratégias para o desenvolvimento cada vez maior dessa categoria é o legado que quero entregar à nova diretoria da Artesp, que deverá assumir a partir de abril de 2010. Em quase 25 anos de existência, muita coisa foi feita. Como resultado de nossa atuação, hoje os revendedores estão mais valorizados, a atividade está mais organizada e contribuindo para o desenvolvimento econômico do setor e da economia como um todo. O tema proposto para as nossas próximas reuniões internas será sobre como ficará a categoria dos revendedores de tintas e a Artesp no futuro. Avaliaremos de maneira meticulosa as ações atuais e o que será necessário para atingir os resultados esperados, bem como uma associação fortalecida e cada vez mais atuante. Para isso a Artesp vem trabalhando e deverá trabalhar ainda mais para aumentar a atividade de todo o segmento econômico. Por fim, não poderia deixar de ressaltar as ações especiais criadas pela nossa associação como forma de promover parcerias para a comercialização de tintas. São elas: a comemoração do Dia do Pintor, o Encontro do Revendedor de Tintas (evento ocorrido durante a Feitintas) e o Prêmio Artesp. Os premiados de 2009 serão anunciados no dia 13 de novembro, durante o jantar de confraternização. Não deixe de participar de mais esse importante evento, pois será uma data marcante para o nosso segmento quando, mais uma vez, teremos o privilégio de reunir profissionais de toda a cadeia produtiva de tintas. Nesta penúltima edição do ano, acompanhe a entrevista com Melvin Fox, presidente executivo da Abramat - Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção. Fox faz uma importante análise econômica desse setor no Brasil e a importância do governo em estimular o crescimento das reformas e construções. Na sessão Lojas, temos a honra de apresentar as revendas Santa Rosa e Tintas ABC. A Oficina Modelo desta edição é a Milvel, que traz como diferencial um serviço voltado para o atendimento ao cliente. Na sessão Marketing, saiba se é possível fugir da guerra de preços. Boa leitura, Willians Chêquer Burihan Presidente em exercício da Artesp


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Sumário

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Associação dos Revendedores de Tintas

Presidente em exercício Willians Chêquer Burihan Rua Machado Bittencourt nº 361 11º andar - Conj. 1105 / 1106 Vila Clementino Fone/Fax: (11) 5085 5833 CEP 04044-001 São Paulo - SP www.artesp.org.br artesp@artesp.org.br

ABRAMAT

12 SITIVESP

14 ABRAFATI

Ano 05 - Nº 31 - Agosto / Setembro de 2009

Editora e Jornalista responsável: Marcia de Oliveira (MTb 31.955) Estagiária: Lourannie Muniz Fotos: Daniel Ribeiro Diretor Comercial: José C. D. Icassati Revisão: Antonio Carlos M. Gonçalves Foto capa: Daniel Ribeiro

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SINCOMAVI

Comunique-se

20 Papo alternativo

24 Artigo

26 Marketing

Editoração

Impressão e Acabamento:

28 ADS

46 Indústria Gráfica e Editora Ltda. Rua Barretos, 130 - Água Rasa São Paulo - CEP 03184-080 Fone: (11) 2606 6060 - Fax: 2601 5147 www.46grafica.com.br 46grafica@46grafica.com.br Tiragem desta edição: 9.000 exemplares

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A revista Pintou na Artesp reserva a si o direito de editar quaisquer documentos que lhe forem enviados para publicação. É proibida a reprodução de fotos e matérias sem permissão.


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Por Marcia de Oliveira

Formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Melvin Fox é presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT) há quatro anos. Em sua trajetória profissional, atuou em grandes empresas como a Unilever, onde seu último cargo foi o de Gerente de Produto, em 1980. Em 1985, assumiu a gerência de marketing, a diretoria comercial e a presidência da divisão da América Latina da Henkel/Loctite, respectivamente. Entre 1999 e 2001, foi Diretor Executivo da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD). Atualmente, é Presidente Executivo da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT). Fox também participa de diversas entidades setoriais voltadas para a indústria e a construção civil. Na entrevista a seguir, o executivo expõe sua opinião sobre o setor de construção civil e como a Abramat poderá contribuir para o aquecimento desse setor. Acompanhe.


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Melvin Fox presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção


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Pintou na Artesp: Considerando que, neste ano, o principal objetivo da Abramat é o de estimular a profissionalização e a formalização da mão de obra para a construção civil, quais ações estão sendo colocadas em prática? Melvin Fox: A Abramat vem atuando sobre esse tema desde 2007, quando publicou um diagnóstico e uma proposta de estratégia no estudo “Capacitação e Certificação Profissional da Construção Civil e Mecanismos de Mobilização da Demanda” realizado pela equipe de consultores da Escola Politécnica da USP, disponível no site www.abramat.org.br. A principal proposta do estudo que já está em fase de implementação, após grande articulação realizada pela ABRAMAT com os demais agentes públicos e privados relacionados ao setor, é o estabelecimento de um sistema nacional de certificação e capacitação profissional para a construção civil, no âmbito do PBQP-H do Ministério das Cidades. Em paralelo, a Abramat vem apoiando e incentivando a participação das indústrias de materiais de construção e demais agentes na Comissão de Estudos ABNT/CEE-90 que já está desenvolvendo normas que descrevem os perfís profissionais de 13 ocupações do setor da construção que servirão de base, tanto para a futura certificação como para orientar quaisquer ações de capacitação e treinamento dessa mãode-obra. P.A.: Em sua opinião, qual é a prioridade atualmente? M.F.: A Abramat vem acompanhando diversas ações do governo e de outros agentes para reduzir os custos e prazos associados à burocracia no setor da construção civil e contratou, no ano passado, o desenvolvimento de um estudo sobre o tema pela FGV Projetos, que será lançado neste mês de Setembro. O trabalho que a FGV desenvolveu para a Abramat está dirigido para a construção residencial e discute os entraves burocráticos nos processos de aprovação de projetos e na aprovação das obras (obtenção de “habite-se”) tanto nas obras realizadas por construtoras como nas construções residenciais auto-geridas, em que o cidadão con-

trata profissionais especializados para projetar e executar as obras de suas novas casas ou para executar ampliações e reformas. O trabalho inclui o estudo de um caso, numa cidade de médio porte (Joinville-SC) para diagnosticar problemas típicos e propor soluções que possam ser estendidas a outros municípios do mesmo porte no país. De forma geral, o trabalho aponta para a necessidade de maior informatização dos processos, a integração da burocracia nas três esferas de governo (nacional, estadual e municipal) e alinhamento com os agentes privados, que são os clientes dos processos. P.A.: Ainda dentro do conceito de qualidade, os materiais de construção estão atingindo os níveis satisfatórios e necessários para uma boa construção habitacional? M.F.: A garantia da qualidade dos materiais de construção ainda é um desafio no mercado brasileiro, para que prevaleçam as indústrias que se empenham e investem continuamente na melhoria dos padrões de qualidade e na evolução da normalização técnica, em detrimento de outras que ainda produzem itens que não atendem aos padrões mínimos estabelecidos nas normas técnicas vigentes e trazem sérios prejuízos aos consumidores. A Abramat atua para incentivar a conformidade técnica, apoiando as iniciativas dos Programas Setoriais de Qualidade no âmbito do PBQP-H do Ministério das Cidades, pois todas as suas associadas investem nessas iniciativas e em outros mecanismos voltados para a garantia da qualidade dos materiais de construção.


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P.A.: Levando em consideração os incentivos do governo, prolongando a redução do IPI para a compra de materiais de construção, quando isso se refletirá no setor tinteiro? M.F.: A Abramat está pleiteando o aumento do prazo para a desoneração de IPI e a ampliação da lista dos itens contemplados. Ela entende que essas medidas beneficiam todo o mercado, uma vez que existe uma demanda reprimida no setor e a redução de custos estimula a realização de mais obras, elevando o consumo de todos os tipos de materiais e outros insumos. P.A.: Desde que a Abramat foi fundada, há cinco anos, o que o senhor considera a conquista mais representativa para o segmento em que a entidade atua? M.F.: Pode-se afirmar que desde 2006, o mercado da construção habitacional no país vem apresentando um crescimento significativo, iniciado com mudanças na legislação que permitiram a forte expansão do crédito imobiliário e sustentado com outras medidas de incentivo, como as desonerações tributárias no setor. P.A.: Geralmente, fala-se que no segundo semestre os imóveis são reformados e/ou pintados para ficar prontos para as comemorações do Natal; para deixar a casa mais bonita para receber as pessoas. O senhor acredita nessa teoria? M.F.: As estatísticas comprovam que, tradicionalmente, o consumo de materiais de construção no 2º. semestre é maior que o no 1º. Semestre, em todos os anos; como acontece com diversos outros setores do

comércio, em função do 13º. salário, férias e outros acréscimos na renda dos trabalhadores. P.A.: Qual poderia ser o pior entrave para o investimento em obras habitacionais? A crise econômica, por exemplo, teria esse papel? M.F.: Sem dúvida, a crise econômica desestimula o investimento em obras residenciais, pois gera insegurança em relação ao futuro, com perspectiva de perda de emprego e renda das famílias. P.A.: Daqui para frente, o senhor prevê qual ritmo de crescimento na compra de material de construção? M.F.: A indústria de materiais está otimista e espera bons resultados para o 2º. semestre deste ano, bem como para 2010, considerando que os efeitos negativos da crise econômica já estão se dissipando e a continuidade dos incentivos do Governo para o setor, como o Programa Minha Casa Minha Vida, que prevê a construção de um milhão de casas em até três anos. De acordo com o Índice de Vendas ABRAMAT neste mês de Julho, o faturamento total deflacionado das vendas internas de materiais de construção apresentou crescimento de 7,58% em relação ao mês de Junho. Nos últimos 12 meses, houve queda de 4,67%. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve queda de 12,27%. O resultado acumulado no período de Janeiro a Julho deste ano apresentou queda de 15,42% em relação ao mesmo período de 2008. A sondagem realizada em Agosto, entre as associadas da ABRAMAT, indicou o seguinte cenário: Desempenho Bom do setor em Julho (período anterior), onde 55% das empresas se mostraram Otimistas (desempenho Bom e Muito Bom), 31% Regulares e 14% Pessimistas (desempenho Ruim e Muito Ruim). Em Agosto, (período atual) a média geral permanece em Bom, porém com aumento do Otimismo para 66%, aumento da expectativa Regular para 34% e diminuição do Pessimismo para 0%. Em Setembro (período próximo) a expectativa geral continua em Bom, mas com novo aumento do Otimismo para 71%, diminuição da expectativa Regular para 29% e permanência da expectativa Pessimista em 0%.


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Por Lourannie Muniz e Márcia de Oliveira

E que venham outros quinze Às vésperas de debutar, Santa Rosa é referência no tradicional bairro da Penha, SP, e não pretende parar. Está inovando sempre.


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anos... Marcos Moraes e Carlos Eduardo Baz

Fachada da Santa Rosa

A revenda Santa Rosa é ampla e organizada, tem um largo estacionamento, espaço para café e muita vontade de continuar crescendo, não só em beneficio próprio, mas de seus fiéis clientes. Ficou fácil de perceber em Carlos Eduardo Baz, proprietário da loja e em Marcos Moraes, geren-

te geral, que o interesse pelo comércio está no sangue. Há 42 anos, o pai de Carlos, Paulo Baz, abriu uma loja de tinta na mesma região em que hoje está a Santa Rosa. Desde criança, Carlos trabalhou com o pai, mas em 1994 tomou uma decisão importante: montar seu próprio negócio. Foi assim que, junto a seu

irmão, Paulo Baz Jr., há 15 anos surgiu a Santa Rosa. De acordo com o proprietário, são 15 anos de sucesso e já caminharam com diversos parceiros, mas a identificação mesmo ficou reservada para a Sherwin Williams, o seu forte em vendas na loja atualmente. A marca responde por cerca de 50% das vendas de tin-


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ta imobiliária. “Sempre nos preocupamos em fazer boas parcerias com respeito, nunca só para nos beneficiar, mas uma parceria boa para ambos, pois um bom negócio se dá assim”, confere Baz. A Santa Rosa ocupa um espaço de 400 m² e tem 16 colaboradores bem treinados, pois preza pelo bom atendimento. Para isso, reúne e treina a sua equipe quinzenalmente, além dos cursos para clientes que tem essa mesma periodicidade. A revenda tem um espaçoso estacionamento com mais de 40 vagas e a ele atribuem o título de um dos seus diferenciais. Para Baz, outros atrativos da loja são: atendimento, sala de treinamento e variedade de produtos. “Hoje,

Interior da revenda

não somos apenas uma loja de tinta. Como o bairro era muito ca-

Família Santa Rosa

rente nas áreas elétrica e hidráulica, procuramos complementar nossos negócios com produtos desse segmento, atraindo um

público diferente para a loja”. Ainda que bem sucedida, quem disse que em time que está ganhando não se mexe? Carlos tem planos para expandir a área da loja, utilizando melhor a área do estacionamento para ganhar mais visibilidade. Contudo, o principal investimento da Santa Rosa está sendo em automação, para que haja mais organização. Segundo Carlos Baz, isso influi diretamente no estoque, na compra e venda, no recebimento e na saída de mercadoria. “Investimos para ter mais agilidade e atender melhor aos clientes, estruturando melhor a empresa para ela continuar crescendo. Temos que estar preparados para atender bem, sempre”, finaliza.

As casinhas pintadas no muro da entrada da Santa Rosa viraram atração e referência da loja no bairro da Penha e existe até um adesivo próprio. A loja fica na Avenida Amador Bueno da Veiga, 1066.


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Informação e formação:

o único caminho

O Sitivesp, em parceria com entidades educativas e de treinamento, desenvolve ações fundamentais para o desenvolvimento dos profissionais do setor. São benefícios para toda a cadeia produtiva e consumidores.

Por Paulo Cesar Abrantes de Aguiar*

Um dos grandes problemas enfrentados pelo setor de tintas, vernizes e produtos correlatos é a falta de qualificação da mãode-obra. Ainda são poucas as oportunidades de aperfeiçoamento dos profissionais, principalmente levando-se em conta o grande número de pessoas que exercem atividades relacionadas com os vários segmentos. Muitos trabalhadores aprendem pela

prática ou com os ensinamentos de um profissional mais experiente. Muitas vezes, isso não permite o acesso a informações atualizadas sobre os produtos, tecnologias e tendências de mercado. Esta é uma realidade que precisa ser mudada e para a qual o Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo (Sitivesp) vem trabalhando em vários níveis, especialmente com a realização de cursos, em parceria com importantes entidades ligadas à indústria e ao ensino. Um dos cursos realizados pelo Sitivesp é o Encontro de Repintura e Complementos Automotivos, em conjunto com o Senai, que integra especialistas das indústrias de tintas e profissionais de oficinas de funilaria e pintura. Realizados periodicamente em diversas regiões do Estado, são oportunidades para novo aprendizado. A julgar pelo interesse demonstrado entre os participantes, vem atendendo às necessidades dessa categoria profissional que é carente de informações. Direcionado para profissionais de pintura imobiliária, o curso de Pintura Decorativa, também em conjunto com o Senai, visa preparar o pintor não ape-

nas para aplicar os produtos da forma mais indicada, mas também para incorporar conceitos de segurança, racionalização do trabalho, planejamento e qualidade de vida. Outra iniciativa voltada para profissionais de níveis gerenciais, que até então não dispunham de um curso que reunisse tantas informações direcionadas, é o curso de Especialização em Tecnologia de Tintas ministrado pela Faculdade Oswaldo Cruz em nível de pósgraduação, com o apoio do Sitivesp. Com três semestres de duração, o curso apresenta conteúdo especifico do setor, estimulando o desenvolvimento de potencialidades, conforme as necessidades do mercado. Não há outro caminho. Somente pela qualificação – pela educação básica e complementar em âmbito mais amplo – alcançaremos um nível de crescimento compatível com o dos países desenvolvidos e será possível manter a indústria nacional entre as melhores do mundo, oferecendo qualidade, produtividade, inovação e tecnologia. Sem profissionais aptos em todos os níveis de atuação, não poderemos nos posicionar no lugar que temos todas as condições de conquistar.

*Paulo Cesar Abrantes de Aguiar é presidente em exercício do Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo (Sitivesp) www.sitivesp.org.br


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ABRAFATI 2009

PROMOVE A TINTA DO FUTURO

Por Dilson Ferreira*

A ABRAFATI está dando um importante passo para que a indústria de tintas atinja, rapidamente, um alto grau de sustentabilidade sócio-ambiental, melhorando substancialmente sua contribuição ao meio ambiente e à saúde ocupacional e atuando decididamente no combate ao aquecimento global. A escolha do tema A TINTA DO FUTURO para ser explorado du-

rante a ABRAFATI 2009 – que reúne o 11º Congresso Internacional de Tintas e a 11ª Exposição Internacional de Fornecedores para Tintas, ocorrido entre 23 e 25 de setembro de 2009, no Transamérica Expo Center, em São Paulo – está alinhada a essa postura. O tema definido permitiu um amplo debate e o compartilhamento, com todos os participantes, dos mais recentes desenvolvimentos tecnológicos mundiais relacionados às tintas. Os aspectos ambientais estiveram em destaque, reforçando o compromisso e a preocupação da cadeia produtiva com a sustentabilidade. Ao mesmo tempo, foram mostradas as mais importantes inovações e as soluções mais avançadas relacionadas a tecnologias, matérias-primas, processos de produção e de aplicação das tintas. Compartilhar informações e debater os caminhos e perspectivas é essencial. Afinal, o setor só crescerá forte e seguro se todos os elos (fornecedores, fabricantes, revendedores, especificadores, aplicadores e consumidores) estiverem alinhados em seus

objetivos e seguindo na mesma direção. O único caminho a ser adotado para garantir a permanência no mercado é saber o que está acontecendo, reagir às mudanças e, mais do que tudo, antecipar-se a elas. Estes novos tempos exigem profissionais atualizados, com profundos conhecimentos e interessados por novidades e tendências. Isto também é verdade para o pessoal responsável pelo contato mais direto com o público consumidor e com os pintores, ou seja, as revendas de tintas. Afinal, são esses profissionais e esses estabelecimentos que atendem um público consciente de suas necessidades e, acima de tudo, exigente.

*Dilson Ferreira é presidente-executivo da ABRAFATI (Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas)


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Nível de comprometimento determina o sucesso

Por Reinaldo Pedro Correa*

Alguns empresários têm demonstrado um certo desânimo em relação aos resultados alcançados por vários tipos de treinamento de pessoal. Depois de algum impacto inicial, a organização volta ao seu ritmo normal e aos mesmos vícios anteriores. Isso ocorre simplesmente porque é preciso total engajamento do lojista e das lide-

ranças de cada departamento às mudanças propostas. De nada adianta enviar o colaborador ao treinamento sem haver uma conscientização e comprometimento em todos os níveis da empresa. Em outras palavras, além de investir, o empresário precisa estabelecer critérios para a contratação de consultores, avaliar e estar ciente do conteúdo proposto e, se possível, acompanhar a implantação de programas mais extensos. Para obter resultados mais palpáveis e duradouros, é muito importante criar um planejamento mínimo, principalmente depois de alguns meses do treinamento realizado. As metas não foram atingidas ou teve início uma tendência de queda nos resultados? É hora para um reforço. Esse trabalho deve ser especificado junto ao consultor, pois a dispersão toma conta de toda a equipe com o passar do tempo, se não houver um controle rígido. O ideal é, durante o ano, marcar várias atividades para rever os pontos mais importantes do treinamento e adicionar novas metas.

A adoção de políticas de recursos humanos também precisa ser avaliada com muito rigor. Qualquer ação de melhoria somente terá o efeito desejado se houver clima organizacional propício, sistemas claros de promoção, remuneração adequada e, dentro da viabilidade da empresa, planos de carreira. Caso contrário, o desânimo poderá se espalhar de forma tão avassaladora que nenhum benefício prático será obtido. Outro problema muito comum é a falta de um modelo interno. O empresário precisa estar atento, não só para o seu comportamento no trabalho, mas também para o de seus colaboradores. Estilos de liderança e postura diferentes do recomendado no treinamento, logicamente prejudicam os resultados. As lojas de micro e pequeno porte, que não dispõem de tantos recursos para investimento, podem se valer dos cursos e palestras do SINCOMAVI, bem como de outras entidades como a Artesp, o Sebrae e a Associação Comercial, que possuem extensa programação durante o ano.

*Reinaldo Pedro Correa é presidente do Sincomavi (Sindicato do Comércio Varejista de Material de Construção, Maquinismos, Ferragens, Tintas, Louças e Vidros)


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Devolvam o Português...

Por Antonio Carlos*

A escrita corporativa, nas em-

que no Inglês é plant) e plan-

presas, poderia voltar a ser

ta ficou para erva daninha; re-

mais natural, sem estrangeiris-

latório é report; orçamento é

mos. Da forma como está hoje,

budget; orientador agora é co-

não é mais a nossa língua por-

ach; pausa para café virou co-

tuguesa. Os executivos acredi-

ffee break e ainda tem o tal de

tam que tem um target a atin-

brunch (coisa ridícula!); álbum

gir: exibir uma performance di-

de fotos é book, que é apenas

ferenciada. Querem um gap

livro, mas é Inglês e as meni-

entre a vida comum e a corpo-

nas só falam book, mais chic).

ração. Confundem linguagem

Uma outra legião estrangeira

técnica, específica, com exibi-

invadiu o Brasil. Perdemos to-

ção de jargões customizados,

das as formas verbais no tem-

para diferenciar o approach.

po futuro: falarei (vou estar fa-

Acreditam que o idioma preci-

lando); vou transferir (vou es-

sa de tunning, como os carros.

tar transferindo); não posso fa-

Assim, palavreado exclusivo é

lar (não vou poder estar falan-

um asset profissional, que ape-

do) e por aí vai. Pensam que é

nas os insiders devem usar;

elegante.

mostra expertise. (Você enten-

Felizmente, nem tudo está per-

deu? Nem eu, mas ficou chic e

dido. As crianças de hoje estão

‘eles’ ainda podem achar que

muito interessadas na leitura.

quem está escrevendo é um

Talvez elas consigam salvar o

MBA Master). Nessa gosma ge-

nosso idioma dessa invasão

ral, fábrica agora é planta (por-

estrangeira.

*Antonio Carlos é revisor da revista Pintou na Artesp


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As cores das flores, com ou se Na primavera, a natureza fica mais colorida e bela com o florescer vibrante das flores. Elas criam um visual mais alegre, seja em logradouros públicos, em jardins ambientais, em sacadas floridas e em muitos outros locais. É sempre bom incentivar o uso das cores nas paredes e na decoração dos ambientes, tornandoos mais alegres e atraentes aplicando a Cromosofia, principalmente às vésperas da próxima estação. As flores de cor branca trazem a mensagem da neutralidade, de pureza ao ambiente. A rosa branca, de forma arredondada, é feminina; o lírio e o copo-dePor Maryáh da Penhã da Sylva* leite simbolizam a masculinidade. As flores vermelhas estimulam a agilidade nas atividades, induzindo a mais disposição no trabalho. A papoula e a rosa vermelha sugerem sensualidade, tanto pela cor como pelo perfume. Apesar da presença dos espinhos, as rosas tem a

preferência do sexo feminino. Os hibiscos fechados são sempre símbolos masculinos e geralmente são plantados e usados como cerca viva, por serem mais resistentes e terem a florada permanente. As flores da cor de laranja ou cor de abóbora tem a mensagem da sabedoria oriental. Podem ser delicadas e femininas, como as begônias ou símbolos masculinos como os lírios do campo dessa mesma tonalidade. O girassol, com seu amarelo intenso,é muito interessante de ser observado, porque mantém a fotossensibilidade mesmo depois de colhidos. Se estiverem em ambiente onde haja a incidência da luz solar, seus caules se movimentarão lentamente, para que as copas das flores sejam direcionadas para a luz do Sol. O girassol possui o centro bem redondo, onde ficam as sementes e as incubadoras de novas pétalas, de forma pontiaguda e podem ser oferecidos para cavalheiros e damas.


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sem aromas, enfeitam sempre Sua simbologia é de sucesso pleno, intensa alegria e grande destaque. As flores de cor rosa simbolizam amizade, carinho, ternura de sentimentos harmonizados; os cravos cor de rosa, pelo picotado de suas pétalas, devem ser os preferidos para homenagear os homens. As flores azuis, como as ciquerárias, são bem raras e muitas vezes tem o seu colorido artificial e simbolizam a paz da quietude. As flores roxas, como a campainha imperial, as campânulas e as orquídeas, são as mais caras e exigem maior atenção na conservação; simbolizam maior valorização de quem as recebe. Há também a dama da noite, que exala delicioso perfume, mas só no período noturno. Geralmente, crescem como árvores ou arbustos. O Rio de Janeiro tem o privilégio de tê-las plantadas em várias ruas, atraindo a atenção dos transeuntes que passam perto delas. Há flores que são verdes quando novas, como o bico-de-papagaio, mas que se tornam vermelhas quando maduras. São muito utilizadas, principalmente na decoração natalina. Uma boa sugestão é a de usar folhagens de formato pontiagudo no

mesmo ambiente, junto com outras folhas, de formas arredondadas. É o caso dos coqueirinhos e de outras espécies, que trazem estabilidade e mais equilíbrio ambiental. Antigamente, eram usadas em duplas nas entradas dos castelos. Os desenhos e detalhes das flores sinalizam, para os mais atentos, que as cores e as formas - às vezes até bem exóticas - fazem grande diferença. Com seus diversos matizes e formatos, podem sugerir modificações na pintura das paredes em muitos locais, que antes tinham apenas cores neutras. Podem sugerir uma mudança nas cores, tornando esses locais mais aconchegantes e agradáveis. A presença das flores motivará ainda mais esse tipo de mudança. Espero que estas informações possam inspirar os fabricantes e fornecedores de tintas a oferecer novas opções de cores a seus clientes com base na Floraterapia.

*Maryáh da Penhã da Sylva é Cromoterapeuta Master há 39 anos, no Rio de Janeiro, e é Delegada Nacional dos Direitos Humanos na Educação e na Saúde.


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Quando você “O homem deve criar as oportunidades e não somente encontrá-las” (Francis Bacon)

Por Tom Coelho*

O relato a seguir é um caso real que me foi narrado por meu amigo Flávio Maneira, executivo da indústria farmacêutica. Conta-me ele que em uma cidade interiorana havia um renomado médico, famoso por sua impessoalidade no tratamento aos propagandistas – nome dado aos executivos de vendas de laboratórios. O referido doutor recebia os profissionais uma única vez por semana, num intervalo de duas horas e mediante prévio agendamento. Os vendedores entravam um a um em seu consultório e enquanto demonstravam seus produtos, o médico se ocupava em navegar na internet e responder a e-mails. Deixavam suas amostras e partiam sem receber do digno catedrático um aperto de mão, um agradecimento ou mesmo um mero olhar. Flávio me conta que, em sua terceira visita a esse médico, pediulhe que parasse de manusear o computador e o ouvisse por apenas um par de minutos. Começou perguntando-lhe se sabia seu nome, recebendo uma resposta negativa, embora nas ocasiões anteriores tivesse se apresentado e deixado seu cartão. Em seguida, dis-

se-lhe que não mais o visitaria, pois para deixar amostras de produtos bastava enviar um mensageiro. Por fim, comentou com o cliente: “Você sabe qual é a sua imagem em nosso meio? Absolutamente ninguém gosta de visitá-lo!”. Surpreendentemente, o médico olhou para Flávio, repetiu seu nome e pediu-lhe que retornasse ao consultório no dia seguinte, para conversarem. Nesse outro encontro, o clínico pacientemente ouviu a todas as suas considerações, acatando a sugestão de promover cafés da manhã com os executivos de vendas para conhecer devidamente seus produtos. Desse dia em diante, tornaram-se grandes amigos e o tratamento ministrado pelo médico àqueles profissionais nunca mais foi o mesmo de outrora. Esta história certamente se repete no mundo corporativo e nos mais diversos segmentos. Compradores atendem a um batalhão de vendedores, das mais variadas empresas, oferecendo produtos e serviços múltiplos. Neste contexto, não é improvável que você seja tomado como apenas “mais um”, com grande dificuldade para se destacar. O que pode ser feito?


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ê não é visto Primeiro, conheça a seu interlocutor. Identificar necessidades comerciais é fator primordial para praticar uma boa venda consultiva. Porém, é imprescindível ir além. Atente para características que possam conduzir a uma relação mais amistosa. Descubra se o comprador tem filhos, qual o time do seu coração, que tipo de música aprecia, seu prato predileto. Isso lhe permitirá adotar um diálogo mais leve e fluido, falando sobre amenidades e quebrando resistências. Assim se constrói uma venda relacional. Lembre-se também de cuidar de seu marketing pessoal. Cabelos penteados, barba feita ou maquiagem leve, trajes adequados, enfim, cultive uma aparência agradável. Além disso, seja pontual e desenvolva a capacidade de falar com moderação e ouvir com ponderação.

Por fim, repita o seu nome e o do seu interlocutor sempre que possível. Escutar o próprio nome ser pronunciado funciona como música para os ouvidos. Assim, durante o diálogo, repita o nome do seu ouvinte a cada oportunidade, fitando-o nos olhos. E, claro, repita também o seu nome ao contar pequenas histórias ou casos, para ajudá-lo a memorizar e lembrar-se de você futuramente. Ao fazer tudo isso, você ainda correrá o risco de não ser notado. Afinal, outros seguirão o mesmo receituário. Por isso, espelhe-se no exemplo do meu amigo Flávio, que poderia simplesmente ter se resignado diante do tratamento recebido, mas que adotou uma atitude pro-ativa, optando por agir e construir uma nova e produtiva relação profissional e pessoal. A propósito, tempos depois Flávio Maneira foi promovido – o que não foi por acaso.

*Tom Coelho é escritor, professor universitário e palestrante. Contatos através do e-mail: tomcoelho@tomcoelho.com.br. Visite: www.tomcoelho.com.br.


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Será que podemos fugir da guerra de preços? Analisando alguns fatos do mercado global e da característica peculiar do mercado brasileiro, iremos constatar alguns fatores que justificam uma negativa à pergunta: Será que podemos fugir da guerra de preços num mercado cada vez mais competitivo? As empresas estão procurando enxugar seus custos, os produtos caminham para a “comoditização” e diversos produtos são fornecidos por indústrias asiáticas (alterando o equilíbrio de preços nos diversos mercados). Por Por Ricardo Cardoso* outro lado, muitas empresas estão se voltando para os públicos das classes C, D e E que tem no preço um dos mais importantes direcionadores. Isto vem acontecendo por conta do achatamento da classe média. Muitos consumidores estão trocan-

do marcas consagradas por outras novas, que têm o preço como diferencial. É certo que empreender ou administrar um negócio, num mercado competitivo como o de hoje, requer um conhecimento profundo do setor em que sua empresa atua. Requer também saber como sua empresa está posicionada em relação aos clientes, fornecedores e competidores, mas o sucesso do negócio ainda depende de outros fatores. É preciso fazer algo que nunca se fez ou algo que já fizeram, só que de forma mais competente. Assumindo a premissa de que a inovação de hoje será a commodity de amanhã, não é recomendável se concentrar somente nas estratégias de preços, mas também em diversos nichos e principalmente na fidelização do cliente, que é o que realmente conta. Algumas empresas têm segmentado suas bandeiras para atender a todas as classes sociais e deixar todos os seus clientes satisfeitos, como em algumas redes de supermercados. A grande maioria dos varejistas diz que o seu problema é a lucratividade. O problema não é a falta de lucratividade e sim a falta de especialização no seu segmento e os diferenciais em relação à sua concorrência.

*Ricardo Prado Cardoso, consultor de Vendas da Pado.


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Por Márcia de Oliveira e Lourannie Muniz

Empresa propõe serviço diferenciado para revendedores Precisando de ajuda para se diferenciar no mercado?

Há nove anos no mercado, a ADS surgiu em 2000 após constatar a ausência de uma assessoria e consultoria diferenciada em administração, estratégia e gestão de negócios, inclusive para a revenda de tintas. Com foco na realidade das empresas de pequeno e médio porte, a ADS atende os revendedores de tintas por meio de uma consultoria, oferecendo serviços específicos. Por enIsabel Cristina Lara Stevanatto quanto, atua apenas no setor de revenda na área automotiva. De acordo com a empresa, o objetivo é o de oferecer atendimento com um padrão de excelência. Para Isabel Cristina Lara Stevanatto, diretora e gestora de projetos da ADS, a empresa está sempre pensando no futuro. Por isso, nos últimos meses vem investindo na diversificação de serviços, sem perder o alvo: capacitar empresas desde a alta direção estratégica, como gerências/lideranças, até os mais diferentes níveis de colaboradores e prestadores de serviços, tático e operacional, para que seus clientes possam oferecer serviços diferenciados no

mercado em que atuam. “A ADS está determinada a oferecer critérios e práticas com o respeito ao cliente e ao cidadão, alicerçada em princípios éticos e de responsabilidade socioambiental, com profissionais eficientes e com experiência comprovada em empresas de médio e grande porte, inclusive multinacionais”, resume Isabel. A diretora e gestora explica que sua consultoria se dá primeiro pela “escuta”, em que identifica as necessidades e dificuldades, realizando um diagnóstico geral dos colaboradores para que depois, de forma planejada, possa ser feita uma proposta de plano de ação para a mudança desejada. No setor tinteiro, especificamente, busca formar novos profissionais com a consciência e o entendimento de seu papel nesse cenário em que a exigência de qualificação e treinamento contínuo é cada vez maior, incluindo o domínio da tecnologia, além de desenvolver relações transparentes que atestem a origem legal e a destinação de materiais. Isabel conta também sobre um projeto de um grupo de colisão oferecido em Brasília e São Paulo, em que levam mecanismos de serviços em nível de excelência com colaboradores qualificados. “Esse programa atua em São Paulo desde 2002, onde realizo trabalhos junto ao Sindirepa-SP. Atualmente, por meio da Câmara de Colisão, passei a ajudá-los na formação, gestão e treinamento de núcleos de aprendizado com um grupo de seguradoras”, finaliza Isabel.


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BASF cria estratégia para chegar à liderança em repintura automotiva

O projeto objetiva alcançar excelência na área de repintura automotiva, com produtos e serviços que buscam o profissionalismo e o desenvolvimento sustentável.

Considerando a repintura uma das mais importantes áreas da BASF no mundo e visando excelência neste segmento, a empresa acaba de criar o Refinish Excellence – Making Winners. O projeto faz um diagnóstico completo de toda a estrutura de um negócio, criando uma interface de todos os componentes da indústria de repintura automotiva, como oficinas, distribuição, equipe técnica, portifólio de produtos, ferramentas, serviços e treinamento, agregando valor para toda a cadeia. O Refinish Excellence é composto por cinco frentes de trabalho: DESSUS, CDI, ITE, Portifólio e Ratio-Concept-Plus que, resumidamente, buscam o desenvolvimento sustentável, capacitação, aprimoramento técnico, avaliação de estrutura e aprimoramento para os negócios de seus clientes.


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Ignácio Cabrera

Com essa nova estrutura, a BASF pretende retomar a liderança na área automotiva, obtendo não apenas um crescimento de sua participação no mercado, mas também no aprimoramento de serviços e o uso correto de seus produtos nas oficinas. Ignácio Cabrera, gerente de vendas e marketing da América Latina da BASF, afirma que, muitas vezes, o proprietário da oficina não consegue identificar o problema que sua oficina possui. Nesse caso, a BASF irá fornecer uma espécie de consultoria e treinamento automotivo completo. “Para evoluir, temos que conhecer o que temos e o que as oficinas precisam; só assim alcançaremos a liderança”, diz Cabrera. Para mais informações, visite o site www.glasurit.com.br


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Por Lourannie Muniz e Márcia de Oliveira

Bom atendimento como fórmula de sucesso

Baseada na ideia de que não só bons produtos, mas um bom atendimento conquista clientes fiéis, a Tintas ABC se mantém no mercado há 40 anos e planeja sua sexta unidade.

Há quarenta anos no mercado, a Tintas ABC foi fundada pela família Rezende Lopes e mais um sócio. Imobiliária e automotiva, a loja era muito pequena, mas cresceu. Hoje, os 800 m² comportam produtos de todos as marcas e as parceiras fortes, mesmo, são a Star Química e a Lazzuril/ Sherwin Williams. Douglas Peres, gerente geral da loja, justifica o porquê da escolha: “A parceria da Tintas ABC com a Star Química e com a Sherwin Williams veio por causa dos produtos de alta tecnologia. Vimos um ótimo custo/beneficio, tanto em rendimento de material quanto em prazo de entrega. Eles nos atendem muito bem”. Possuindo mais quatro filiais em São Bernardo, Mauá, Diadema e São Miguel Paulista, na zona leste de São Paulo, o gerente diz que a escolha da região da Grande São Paulo pela família Rezende Lopes não se deveu apenas ao fato da família estar instala-


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da ali, mas também toda a sua clientela fiel estar nas redondezas. Contudo, a Tintas ABC não atende só a região do ABC; ela tem oficinas e clientes na cidade de São Paulo e conta como fez parcerias fora da sua região. “No caso das oficinas, traçamos o perfil detalhado do cliente, buscamos saber o que eles fazem e quanto gastam com os carros, a fim de oferecer-lhes algo melhor para que mudassem. Normalmente, os clientes já estão acostumados com determinadas marcas; você tem que oferecer algo melhor para ele e nunca errar. É assim que os conquistamos. Chegamos às oficinas com novidades e propomos a implantação do nosso sistema. Buscamos os melhores clientes, nos melhores lugares”.

Douglas Peres, gerente geral da Tintas ABC


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Área imobiliária das Tintas ABC

Com cerca de 20 funcionários disponíveis para os clientes, a Tintas ABC sabe que seu o carro-chefe é a linha automotiva, que gera 70% de seu lucro. Atribui esse sucesso a um atendimento com excelência. “O segredo é o atendimento diferenciado. O preço é quase o mesmo, tudo nivelado. Não é só preço que o cliente busca; ele quer qualidade e um atendimento diferenciado, rápido e personalizado”. Peres, como um bom gerente, está sempre atento à concorrência, mesmo sabendo da credibilidade adquirida pelos anos e bom atendimento. Por isso, continuam investindo em divulgação através do site, panfletagem e jornal. O mais recente investimento da revenda foi em ampliar e dividir o seu galpão em duas áreas: uma automotiva e outra imobiliária. Ficou mais organizada e proporciona mais atenção ao cliente. “É um beneficio para o cliente que vem à loja sem saber o que comprar. Então, damos uma atenção especial e organizada, num ambiente mais acolhedor”. Quando perguntado sobre os planos futuros, Peres revela a vontade dos proprietários em abrir

mais uma filial. No entanto, isso só ocorrerá daqui a dois ou três anos, visto que acabaram de mudar de local e de reconstruir a unidade de Mauá. Pelo menos duas vezes por ano, a Tintas ABC oferece, para clientes e funcionários, cursos de preparação nas áreas automotiva e imobiliária, mais aplicação de textura. Além de tirar dúvidas, apresentam materiais novos. “Nossos funcionários vão às oficinas, fazem acerto de cor e dão suporte técnico. Oferecemos todo o suporte de um sistema de pós-venda, dando retorno para o cliente caso ele tenha algum problema com os produtos que vendemos. Não é só vender; tem que manter um bom nível de prestação de serviços. Se não o fizermos, a concorrência conquista o nosso cliente”. É por todas essas facilidades ao cliente que Peres acredita na prosperidade da loja que gerencia e acredita que ela vá muito além de onde chegou. “Podemos melhorar muito, evoluir bem, porque há potencial para isso. Se o mercado continuar próspero assim, vamos crescer muito mais”, finaliza Peres.

Funcionários da Tintas ABC


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Por Lourannie Muniz e Márcia de Oliveira

Oficina é sinônim

Fechada da Melvel

Com vasta experiência e oficina sempre cheia de clientes, Milvel conta sua história e revela planos futuros. Situada em São Bernardo do Campo, SP, na Miro Vetorazzo, 84, a Milvel é considerada uma oficina 5 estrelas, certificada pelo IQA CESVI Brasil e atua há exatos 50 anos no mercado. Seu proprietário, José Milton Lucio, escolheu o setor automobilístico para atuar porque já possuía experiência no setor há algum tempo. Antes de montar sua loja, trabalhou por 10 anos na oficina de assistência técnica da Volkswagen. Com a experiência adquirida na multinacional e muitos sonhos na cabeça, planejou um negócio próprio e o realizou. Como bem coloca, “realizou direito”. No início, a oficina de reparação automotiva multimarcas de Mil-

Proprietário da oficina Milvel, José Milton Lucio

ton atendia apenas cinco carros por mês, mas as coisas mudaram bastante de lá pra cá. Recentemente, ele ampliou a Milvel. Mesmo assim, ainda não foi o suficiente porque a movimentação já aumentou para 200 carros por mês e a oficina de 2,3 mil m² agora é pequena para tanto serviço. “Trabalho com 12 seguradoras; se deixasse, cada uma delas me traria pelo menos 40 carros por mês, mas controlo a quantidade dos serviços e faço apenas 200”, explica o empresário. Ele ainda credita às seguradoras o fato de não ter sido afetado economicamente em seu campo de trabalho, pois tem o respaldo das companhias. Ele sabe que, se


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mo de qualidade

Interior da Milvel

dependesse só do particular, provavelmente seria afetado. Milton conta também que pensou em aumentar sua oficina mais uma vez. No entanto, à sua volta não há mais espaço e não gostaria de sair do local que considera como berço do automobilismo, um ponto rodeado de grandes montadoras. Preocupado com a fidelidade de seus clientes, Milton afirma: Cliente tem sempre razão; caso diga que o serviço precisa ser refeito, refaço, pois tenho a política de manter clientes sempre fiéis. Por experiência própria, ele diz que se sua parceira fosse outra que não a Auto Color-PPG seria difícil trabalhar dessa forma. “A PPG não se importa caso eu diga que tenho que re-

Funcionários em serviço

fazer algum carro. Ela confia no meu trabalho e nem manda profissionais para avaliar, como outras empresas ex-parceiras já fizeram”, diz. Falando em investimento futuro, Milton afirma que a Milvel crescerá em tecnologia com o uso de tintas à base d’água. O proprietário sabe da importância em contribuir para a limpeza ambiental e já estuda propostas para parcerias nesse sentido. “Até o final do ano terei uma posição a esse respeito; vou analisar e decidir qual parceiro será melhor para a Milvel”, comenta o empresário. Tendo em vista que o sucesso do comércio está onde a qualidade e o atendimento fazem a diferença, a Milvel oferece o serviço de buscar e levar o carro na casa do cliente e ainda garante que, caso ele tenha qualquer problema como uma queda na carga da bateria, por exemplo, basta apenas que o cliente ligue para a oficina. Milton atribui o sucesso de seu negócio à credibilidade e qualidade do serviço oferecido por ele. “Quando pensei em montar uma oficina, quis que fosse uma empresa que oferecesse um serviço de qualidade”. O treinamento dos colaboradores da Milvel é feito por meio de cursos oferecidos pela PPG que, de acordo com Milton, são excelentes em assistência técnica. “Nunca me disseram “não” e oferecem tudo aquilo que necessitamos”, finaliza o empresário.


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Produtos que facilitam o dia-a-dia A Quimatic traz ao mercado três novidades que prometem facilitar a vida do consumidor na hora de proteger superfícies metálicas, tirar grudes e combater a ferrugem.

A Quimatic, empresa especializada em químicas para manutenção, lança o produto PCF – Primer Convertedor de Ferrugem, que dispensa a remoção prévia de toda a ferrugem. Como é explicado na própria embalagem, a ferrugem fica convertida num fundo protetor, não necessitando o uso de outros fundos e aceitando tintas de acabamento como esmaltes sintéticos, por exemplo. Outra novidade é o CRZ, que proporciona uma galvanização instantânea a frio. A novidade foi elaborada para todas as superfícies metálicas que requerem proteção anticorrosiva, visto que impede a formação de ferrugem em ferro e aço. O CRZ está disponível em spray aerossol e é aplicado como tinta. É indicado para maresia e locais úmidos. Por último, o Tira Grude, um novo produto que remove e dissolve etiquetas, manchas, sujeira, graxa, piche, vedação de motores e chicletes em uma simples aplicação. Vale ressaltar que os lançamentos estão disponíveis para revendas de todo o Brasil.

DuPont reforma centro de treinamento Preocupada em oferecer melhor capacitação e menos agressividade ao meio ambiente, a DuPont do Brasil reinaugura centro de treinamento, assegurando mudanças até 2015 em prol do meio ambiente.

Foram três meses de reforma e um investimento entre US$ 80 e US$ 90 mil para o novo Centro de Repintura Automotiva da DuPont, localizado no interior da fábrica em Guarulhos, SP. Como resultado, modernos equipamentos e tecnologia voltada para a aplicação de produtos à base d’água permitirão capacitar cerca de 60 técnicos por mês. Os treinamentos variam de meio período a uma semana. Ao modernizar toda a estrutura do centro de repintura automotiva, a maior preocupação da empresa foi a de permitir maior capacitação aos seus clientes. Toda essa inovação do CRA faz parte do programa de sustentabilidade da companhia, que se compromete até 2015 com algumas ações para

todas as linhas de negócios, tais como: dobrar o investimento em pesquisa e desenvolvimento em favor de oportunidades de mercados ambientalmente inteligentes; aumentar a receita anual em UU$ 2 bilhões, provenientes de produtos que diminuam a emissão de gases do efeito estufa; dobrar a receita anual para o uso das mais avançadas tecnologias e participar do sucesso de seus clientes, obtendo todos os benefícios que suas soluções oferecem. Ainda seguindo a linha de menos agressividade e mais saúde ao meio ambiente, a DuPont traz ao mercado brasileiro o Standhyd Basecoat, sistema de repintura automotiva base d’água. O sistema contém toda a tecnologia da linha Premium de repintura automotiva Standox, que está no País desde 1998 e possui diferenciais como fácil aplicação, rápida secagem, grande poder de cobertura e fidelidade de cor. O Standhyd atende as exigências das legislações ambientais da União Européia, Canadá e de alguns estados dos Estados Unidos, como a Califórnia.


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Universo Tintas agora no Twitter

ciosa e analisou a estrutura das 25 empresas com critérios de qualidade de liderança, processos humanizados de gestão e sólida cultura empreendedora.

Até a Universo aderiu à modernidade virtual. Por enquanto, é a única empresa do segmento que pode ser “seguida” no Twitter. Mania mundial, o Twitter é uma comunidade de amigos e pessoas desconhecidas que mandam mensagens sobre que elas estão fazendo no momento ou o

Vedacit estréia gibi com o tema “A Casinha Perfeita” No ano em que Maurício de Sousa completa 50 anos de carreira, a Vedacit/Otto Baumgart comemora o lançamento de mais uma edição do gibi Turma da Mônica. No quinto ano de parceria,

Estudo da revista Época Negócios apontou as 25 que desejem que o seu “seguidor” fique sabendo. Artistas, empresas e pessoas comuns postam mensagens e seguem seus usuários diariamente. Para ser um “seguidor” da Universo Tintas, basta entrar no site e clicar no ”selo” do Twitter. Assim, você se torna num seguidor e pode receber no seu celular notícias em tempo real. http://twitter.com/universotintas

Brasilata está entre as 25 empresas mais inovadoras

empresas mais inovadoras do Brasil e premiadas em julho, em São Paulo. A Brasilata está classificada como uma das 25 empresas mais inovadoras do país, ao lado de organizações como Bradesco, IBM e Whirlpool. O estudo foi realizado pela revista Época Negócios, em parceria com a FGV, escola de administração de empresas de São Paulo e a Fundação Nacional da Qualidade. A avaliação de premiação da Época foi minu-

Cascão, Cebolinha, Mônica e Magali decidem construir uma casa na árvore, sem deixar de lado a preocupação com a impermeabilização. Na história, batizada de “A Casinha Perfeita”, os personagens apresentam soluções e dicas preventivas com a ajuda de um gibi da Vedacit sobre a utilização de produtos como o Vedacit, Bianco, Vedapren, Vedajá e Neutrol, mostrando à turminha as vantagens de brincar numa casa “sequinha”. Para conhecer a aventura completa, só lendo. A distribuição é gratuita e extensiva às revendas de todo o país. Outro meio para adquirir o gibi é solicitá-lo pelo site da empresa: www.vedacit.com.br.

Antonio Carlos Teixeira, da Brasilata, recebeu a premiação


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12ª. Construsul tem participação da Universo Tintas

O produto Mazza, da Montana Química é uma massa acrílica formulada para o reparo de imperfeições e nivelamento de superfícies de madeira em móveis, lambris, compensados, tacos, assoalhos e marcenaria em geral. À base d’água e resina acrílica, a Mazza ganhou uma fórmula totalmente nova, com baixo odor e secagem rápida, além

Em mais uma participação na Construsul, a Universo apresenta suas mais recentes novidades.

Participando mais uma vez na Construsul, feira de indústria da construção realizada em Porto Alegre-RS, a Universo Tintas mostra ao público suas novidades. Uma delas é um produto de apelo ecológico. Trata-se do Esmalte Ecológico produzido à base d’ água, que promete maior brilho e secagem mais rápida. O produto é indicado para a proteção e o embelezamento de superfícies internas e externas de metal, madeira e alvenaria. Outra novidade apresentada na Construsul é o sistema Unicolors para a linha Premium Polycril. O sistema irá oferecer, a princípio, mais de 300 cores nos acabamentos veludo, fosco e semibrilho. Para os lojistas, o sistema Unicolors permite a comercialização do Polycril sem precisar de estoques, além de oferecer ao consumidor uma gama maior de cores e acabamentos.

nível em nove cores, o produto é indicado para aplicação em pisos cimentados e rústicos, esta-

Pinta Piso da Coral promete mais resistência

Montana Química aprimora produto Mazza

A marca Coral trouxe ao mercado o novo Pinta Piso, que ganhou uma fórmula altamente tecnológica para tornar-se 60% mais resistente ao atrito, sem desgastarse ou perder a aderência. Dispo-

Para a Montana, em time que está ganhando também se mexe. É o caso da Mazza, que corrige imperfeições superficiais da madeira; está ainda melhor.

da facilidade de aplicação e lixamento. A inovação foi também nas embalagens. Além de ganharem nova roupagem, agora serão comercializadas na unidade galão, com capacidade para 6,4 quilos, que atende aos consumidores com maiores áreas para tratar. Tendo também em vista a originalidade dos tons e texturas naturais da madeira, visando man-

cionamentos, calçadas, quadras e garagens.


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NADA MELHOR QUE A SATISFAÇÃO DE UM TRABALHO BEM FEITO.

Homenagem das Tintas Eucatex a todos os pintores.

Pesquisa, tecnologia, inovação, prêmios, comunicação nos pontos de venda, eficiência logística, laboratórios de última geração, uma das fábricas de tintas mais modernas da América Latina. Todo esse trabalho não seria importante, se não fosse pelo talento e dedicação dos profissionais que usam as Tintas Eucatex e tanto nos inspiram.


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tê-la protegida das intempéries e do sol, a Montana sai na frente com sua tecnologia e lança o stain Osmocolor Incolor UV Glass, absolutamente incolor. Com ele, a madeira ganha total liberdade visual, pois permite o realce dos desenhos naturais da madeira e não forma a película rígida típica dos acabamentos convencionais que se deterioram rapidamente. Contém fungicida, resinas e pigmentos que protegem a madeira dos raios UV, dos fungos, manchas e bolores.

ABACE e INMETRO re-certificam embalagens da Prada Embalagens da Prada passam em avaliação e recebem re-certificação de qualidade

Os produtos da Prada passaram por diversas etapas: testes de queda, estanqueidade, pressão e empilhamento, que atestaram a conformidade das embalagens com os requisitos de normas específicas e garantiram a eficácia no transporte dos produtos. A Companhia Metalúrgica Prada recebeu uma re-certificação emitida pela ABACE - Avaliações Brasil da Conformidade e Ensaios, organismo de certificação de produtos acreditado pelo INMETRO. Assim, comprovou-se a qualidade no desenvolvimento dos produtos e garantiu a aprovação, conforme a resolução da Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT 420/04), para o transporte de produtos perigosos quando a massa líquida não exceda a 400 kg ou o volume não exceda 450L.


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Cesvi Brasil premia com nota máxima Verniz Bimax 5.1 e Maxi Light Verniz Bimax 5.1 e Maxi Light, da Maxi Rubber, são premiados com nota máxima em credibilidade do produto, após testes de qualidade.

Coral leva cor para o Bexiga Visando a distribuição de cor, alegria e vida, a marca Coral da Akzo Nobel lança projeto que promove a revitalização de bairro paulista e promete se estender por outros Estados do Brasil.

O projeto visa revitalizar fachadas de bairros tradicionais paulistanos e o ponto de partida foi o bairro do Bixiga, escolhido em pesquisa realizada com os próprios funcionários da Coral. Outros três pontos da capital paulistana receberão esse tipo de modificação, mas serão indicados por arquitetos e urbanistas contratados

No último mês de julho, a Maxi Rubber recebeu o selo de produto aprovado pelo Cesvi Brasil conquistando 5 estrelas; pontuação máxima para o Verniz Bimax 5.1 e a Maxi Light Massa de Poliéster. O teste da Cesvi Brasil tem a função de atestar a qualidade e a credibilidade das marcas, dan-

do maior segurança aos profissionais que dela farão uso. Os principais pontos avaliados e analisados pelo Cesvi Brasil são: eficiência do produto, qualidade, durabilidade, versatilidade de uso e instruções do fabricante. Além desse teste, a Maxi Rubber testa constantemente seus produtos, seja em seu laboratório, em centros de treinamento, em oficinas formadoras de opinião ou com os principais clientes. O objetivo é o de acompanhar o seu desenvolvimento e mudar o que não é satisfatório, para que continuem a oferecer aos profissionais as melhores opções em complementos automotivos.

Foi na segunda semana de Agos- pela própria marca para identifito que a Coral expôs o programa car e pré-selecionar cinco re“Tudo de Cor Para São Paulo”. O giões que receberão a pintura, pelo fato de faevento teve a prevorecerem a cosença de personalimunidade local. dades que apoiaDas cinco, apenas ram o projeto: o pretrês serão escolhifeito de São Paulo, das por meio de Gilberto Kassab; o votação online no subprefeito da Sé, site da Coral Amauri Luiz Patore(www.coral.com.br) llo; vereador da Câa partir de Setemmara de São Paulo, bro. Devido ao reFloriano Pesaro; conhecimento do Jaap Kuiper, presiprojeto, a Coral dente da Akzo Noacredita no sucesbel da América Laso do “Tudo de tina e Walter TaverJaap Kruiper Cor Para São Pauna, presidente da Sociedade de Defesa e Proteção lo” e já estuda a ampliação de suas ações para todo o Brasil. das Tradições da Bela Vista. Errata:“Na edição nº. 30 - Junho/Julho, em ‘Pinceladas’ saiu uma nota incorreta da Montana. O texto fala sobre a palestra de William Chiea no 9º. Forum do APL, mas o título e a foto são do DVD sobre as aulas do professor John Levy cujo o tema é: “Madeira – Estrutura, Deterioração e Proteção Sobre Madeira”.



Revista Pintou na Artesp nº31