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PORTUGUÊS NOA NOA está em residência na Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha, Portugal. O projecto é financiado pela Secretaria de Estado da Cultura e a Direcção-Geral das Artes (Governo de Portugal) | CASTELLANO NOA NOA está en residencia en el histórico pueblo de Idanha-a-Velha, Portugal. El proyecto es financiado por el Secretaria de Estado de Cultura y la Dirección General de Artes (Gobierno de Portugal) | ENGLISH Noa Noa is in residence in the historical village of Idanha-a-Velha, Portugal. The project is supported by the Secretariat of State for Culture and the Directorate-General for the Arts (Portuguese Government)


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Arte das Musas Morada Domicilio Address Rua de Infantaria Dezasseis, 88, 1.ยบ Dto. Campo de Ourique 1350-170 Lisboa Portugal Tel +351 210995674 Tlm +351 917936202 Email mail@artedasmusas.com Web www.artedasmusas.com

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Estrutura financiada por Project supported by Proyecto financiado por


Credits: Š Rita Santos


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Fundado por Filipe Faria e Tiago Matias em 2012 – antecipando o 110º aniversário da morte do pintor pós-impressionista Paul Gauguin (18481903) – Noa Noa procura explorar, em música, as fronteiras da liberdade criativa que os artistas da viragem do século XIX para o XX propunham alcançar.

Creado por Filipe Faria y Tiago Matias en 2012 – anticipando el 110º aniversario de la muerte del pintor post-impresionista Paul Gauguin (1848-1903) – Noa Noa busca explorar, a través de la música, las fronteras de la libertad creativa que los artistas proponían lograr en el cambio del siglo XIX hacia el XX.

Founded by Filipe Faria and Tiago Matias in 2012 – in anticipation of  the 110th anniversary of the death of the post-impressionist artist Paul Gauguin’ (1848-1903) – Noa Noa is a musical exploration of the frontiers of creative freedom that the artists from the 18th to the 19th century were aspiring to.

A liberdade criativa que se vivia na Europa de então encontra paralelo na História da Música Ocidental do século XVIII no qual o músico era formado para saber cantar, tocar um ou mais instrumentos, improvisar, compor e dirigir. A tradição de resposta sem fronteiras ao apelo criativo é tão antiga como o Homem e volta a ter eco nas tendências recentes da moderna prática da Música Antiga com a constatação de que o músico no passado tinha uma formação multifacetada que contrasta com a super-especialização a que se chegou no século XX e XXI. A própria redescoberta dos instrumentos históricos e das suas técnicas de execução tem vindo a iluminar o passado, mas ao mesmo tempo tem servido de inspiração a compositores contemporâneos para novas obras, linguagens e estéticas.

La libertad creativa que la Europa vivía en aquél entonces, encuentra semejanzas en la Historia de la Música Occidental del siglo XVIII en el cual el músico se formaba para que pudiese cantar, tocar uno o más instrumentos, improvisar, componer, y dirigir un proyecto musical. La tradición de respuesta sin fronteras hacia el llamamiento creativo es tan antigua como el Hombre y vuelve a encontrar sus relaciones en las tendencias recientes de la moderna práctica de la Música Antigua con la constatación de que el músico en el pasado tenía una formación multifacética que contrasta con la súper-especialización a que hemos llegado en los siglos XX y XXI. La propia redescubierta de los instrumentos históricos y de sus técnicas de ejecución nos viene enseñando el pasado, pero al mismo tiempo sirve de inspiración a

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The kind of creative freedom that existed in Europe at that time has parallels in the history of the western music of the 18th century during which period a musician was educated to sing, play more than one instrument, improvise, compose or conduct his or her own piece of music. The tradition of a free response to the creative appeal is as old as Man himself, and it seems to be felt again in recent modern practices of Early Music, as evidenced by the multifaceted education of the musician, in comparison to the super-specialization of the musician in the 20th and 21st centuries. The rediscovery of historical instruments themselves and techniques required to play them have highlighted the past but at the same time served as an inspiration for contemporary composers.


Em Noa Noa, Filipe Faria e Tiago Matias assumem o papel antigo do músico multifacetado e multiinstrumentista bebendo tanto duma intensa experiência profissional de mais de uma década na área da Música Antiga como do gosto comum pelo risco e pela capacidade íntima da música. De uma visão descomplexada e informal dos repertórios europeus para voz e alaúde, dos séculos XVI a XVIII, às músicas populares da Ibéria e da Europa com os cheiros e travos inevitáveis do torna viagem – marca de água da Europa pós aventura marítima – a música de Noa Noa assume uma construção moderna tendo como ponto de partida o diálogo essencial da voz com a multiplicidade de instrumentos antigos de corda pulsada. Na Temporada 2012/2013 o grupo tem agendada uma tournée em Idanha-a-Velha, Aveiro, Braga e Lisboa bem como a participação especial na instalação “A Manta” de Cristina Rodrigues, peça icónica do Museu Rural para o Século XXI/21st Century Rural Museum/Idanha-a-Velha resultado da parceria com o projecto Design for Desertification DfD, Câmara Municipal de Idanha-a-Nova (CMIN), Manchester Metropolitan University, MIRIAD e Oralities Project/UE, patente na Sé Catedral de Idanha-a-Velha até Setembro de 2013. Esta instalação viaja para o Brasil em Outubro do

compositores contemporáneos para nuevas obras, lenguajes y estéticas. En Noa Noa, Filipe Faria y Tiago Matias cogen con ambas manos / asumen el papel antiguo del músico multifacético y multi-instrumentista bebiendo sea de una intensa experiencia profesional de más de una década en el área de la Música Antigua, como de la atracción hacia el riesgo y de la capacidad íntima de la música. Desde una perspectiva desacomplejada e informal de los repertorios europeos para voz y laúd, de los siglos XVI hasta XVIII, y de las músicas tradicionales de Iberia y de Europa con los olores y sabores inevitables de los viajes – filigrana de una Europa post aventura marítima – la música de Noa Noa adquiere una construcción moderna teniendo como base el diálogo esencial de la voz con la multitud de instrumentos antiguos de cuerda pulsada. En la temporada 2012/2013 el grupo tiene una agenda de conciertos en Idanha-a-Velha, Aveiro, Braga y Lisboa, y asimismo la participación especial en la instalación “A Manta” de Cristina Rodrigues, pieza icónica del Museo Rural para el siglo XXI/21st Century Rural Museum/Idanha-a-Velha, que resulta de la asociación con el proyecto Design for Desertification DfD, Ayuntamiento de Idanha-aNova (AIN), Manchester Metropolitan

In the Noa Noa project, Filipe Faria and Tiago Matias assume the role of the ancient musician, multifaceted and multi-instrumentalist, drawing on their substantial professional experience of more than a decade in the Early Music domain, coupled with their penchant for such risky projects and the intimacy the music can reach. From this uninhibited informal interpretation of the 16th, 17th and 18th European repertoire for voice and lute, to the Iberian and European folkloric music, along with its inevitable own taste and scent of the journeys – a watermark of sea adventures – the music of Noa Noa assumes a modern construction starting from the essential dialogue of the voice with the multiplicity of ancient string instruments. The next season (2012/2013)sees the group on tour in several portuguese cities such as Idanha-a-Nova, Aveiro, Braga and Lisbon, as well as appearing as a special guest in the installation art “A Manta” (“The Blanket”) by Cristina Rodrigues, an iconic piece of the 21st Century Rural Museum/ Idanha-a-Velha, resulting from the partnership with the project Design for Desertification DfD, City Council of Idanha-a-Nova (CMIN), Manchester Metropolitan University, MIRIAD and Oralities Project/EU, exhibited in the Idanha-a-Velha Cathedral until September 2013. This installation art 7


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mesmo ano, para o MAM/São Paulo. No último trimestre de 2013, Noa Noa lança o seu primeiro trabalho discográfico dedicado à memória colectiva definida pelas diversas culturas e línguas ibéricas, uma manta de sons “para além do Ebro” que resultou no português, castelhano, mirandês, galego, asturiano, basco ou catalão. Este projecto, intitulado “Língua (vol.1)”, viaja entre o que há de mais comum e mais diferente na História da cultura ibérica explorando as fronteiras geográficas, culturais e conceptuais da tradição e da ancestralidade com a contemporaneidade ou a interculturalidade. Em parceria com a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e a Arte das Musas, Noa Noa assume, no início de 2013, o estatuto de Artists-in-Residence neste concelho – com base na Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha. Esta parceria concretiza-se na promoção de residências artísticas regulares que permitem olhar para o universo musical muito particular desta região raiana a partir de dentro, junto da população, dos músicos e artistas locais e dos seus espaços e hábitos.

University, MIRIAD y Oralities Project/ UE, presente en la Catedral de Idanhaa-Velha hasta septiembre del 2013. La instalación viajará hacia el Brasil en octubre del mismo año, en el MAM/ São Paulo. Aún el 2013, Noa Noa presentará su primer disco dedicado a la memoria colectiva definida por las distintas culturas e idiomas ibéricos, un mantel de sonidos “allá del Ebro” que resulta en el portugués, castellano, mirandés, gallego, asturiano, vasco o catalán. Este proyecto, llamado “Língua (vol.1)”, viaja entre lo que existe de más semejante e a la vez distinto en la Historia de la cultura ibérica, explorando las fronteras geográficas, culturales y conceptuales de la tradición, y asimismo de lo ancestral y contemporáneo o de la interculturalidad.

No mesmo ano Noa Noa assume ainda o estatuto de projecto parceiro do Festival Fora do Lugar, Festival Internacional de Músicas Antigas.

En asociación con el Ayuntamiento de Idanha-a-Nova y la Arte das Musas, Noa Noa asume, en 2013, el estatuto de Artists-in-Residence en esta región – basada en la Aldea Histórica de Idanha-a-Velha. Dicha asociación se concretiza en la promoción de residencias artísticas regulares que permiten una mirada hacia el universo musical tan peculiar en esta región fronteriza desde su interior, junto de la población, de los músicos y artistas locales y de sus espacios y costumbres.

O nome do ensemble é inspirado no inovador livro de Paul Gauguin de

En este ámbito, Noa Noa asume todavía el estatuto de proyecto de

will be presented at the MAM/São Paulo (Brazil) from October 2013 on. Still in 2013, Noa Noa will publish its first CD dedicated to the collective memory of the different Iberian cultures and languages, a plaid of sounds “beyond the river Ebro” resulting in the Portuguese, Castilian, Mirandese, Galician, Asturian, Basque or Catalan languages. This project, called “Língua (vol. 1)”, ranges from the most common to the most distinctive aspects of the history of the Iberian culture. It explores the geographic, cultural and conceptual frontiers of the tradition and ancestrally, along with contemporary and intercultural concepts. In partnership with the City Council of Idanha-a-Nova and the Arte das Musas in 2013, Noa Noa will be the Artists-in-Residence in this region – ensconced in the historical village of Idanha-a-Velha. This partnership will evidenced by the promotion of regular artistic residences along the season. These residences will reflect a point of view of the musical heritage, very close to the population, the musicians and other local artists, along with their spaces and habits. Noa Noa also assumes the role of partner in the Fora do Lugar Festival, Early Musics International Festival. Its name is inspired by the 1901 book by Paul Gauguin, in which the artist 9


1901 no qual o artista descreve os tempos passados em retiro criativo na Polinésia francesa, em especial no Tahiti. Envolto em polémica, tanto Gauguin como o seu Noa Noa são ainda hoje sinónimos de liberdade criativa. Noa Noa é apoiado pela Secretaria de Estado da Cultura/Direcção-Geral das Artes e é representado pela produtora Arte das Musas.

asociación del Festival Fora do Lugar, Festival Internacional de Músicas Antiguas. El nombre de este ensamble se inspiró en el innovador libro de Paul Gauguin del 1901, en el cual el artista describe el transcurso de los tiempos el cautivo en la Polinesia Francesa, y en Tahiti específicamente. Envuelto en polémica, Gauguin y su Noa Noa son aún en nuestros días símbolos de la libertad creativa. Noa Noa recibe el apoyo de la Secretaria del Estado de la Cultura de Portugal/Dirección General de las Artes, y es representado por la productora Arte das Musas. Traducción: Tiago Cassola Marques

Credits: © Filipe Faria

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describes the time spent in creative retirement in the French Polynesia, in particular, Tahiti. Both polemic, Gauguin and his Noa Noa are still synonymous with creative freedom. Noa Noa is supported by the Secretariat of State for Culture and the Directorate-General for the Arts (Portuguese Government) and represented by the Arte das Musas productions. Translation: Tiago Cassola Marques/Diana Gonsalves


Credits: Š Filipe Faria


PROJECTO LÍNGUA. PROYECTO LENGUA. LÍNGUA* PROJECT.

Português Todas as línguas mudam com o tempo. Evoluem e adaptam-se aos usos inovadores das comunidades, às suas idiossincrasias e hábitos. A língua não pode ser entendida como uma entidade imutável, estanque, parada ou desenhada no tempo e pelo tempo. Ela é, pelo contrário, resultado de uma dinâmica imensa da mesma forma e com o mesmo fulgor da comunidade ou da humanidade que muda… vagarosa mas imparável. Língua é o título do novo projecto Noa Noa dedicado à memória colectiva definida pelas diversas culturas e línguas ibéricas, uma manta de sons “para além do Ebro” que resulta no português, castelhano, mirandês, galego, asturiano, basco ou catalão. Este projecto viaja entre o que há de mais comum e mais diferente na História da cultura ibérica explorando as fronteiras geográficas, culturais e conceptuais da tradição e da ancestralidade com a contemporaneidade ou a interculturalidade. Castellano Todas las lenguas cambian con el tiempo. Ellas evolucionan y se adaptan a los usos innovadores de las comunidades, a sus idiosincrasias y costumbres. La lengua no puede ser entendida como algo inmutable, cerrada, parada y dibujada en el tiempo y por el tiempo. Todo el contrario: ella resulta de una dinámica inmensa tal cual la misma fuerza de la comunidad o de la humanidad que cambia… despacio pero imparable. Lengua es el título del nuevo proyecto Noa Noa dedicado a la memoria colectiva definida por las distintas culturas e idiomas ibéricos, un mantel de sonidos “allá del Ebro” que resulta en el portugués, castellano, mirandés, gallego, asturiano, vasco o catalán. Este proyecto viaja entre lo que existe de más semejante e a la vez distinto en la Historia de la cultura ibérica, explorando las fronteras geográficas, culturales y conceptuales de la tradición, y asimismo de lo ancestral y contemporáneo o de la interculturalidad. Traducción: Tiago Cassola Marques English All language changes with time. Languages evolve and adapt themselves to the innovative use of their communities, their habits and idiosyncrasies. Language cannot be understood as a changeless and settled entity, drawn during Time and drawn by it. On the contrary, it is the result of huge dynamics , in the way a community or Humanity itself would do… slowly but relentlessly. Língua is the title of the new project dedicated to the collective memory defined by the different Iberian cultures and languages, a plaid of sounds “beyond the river Ebro” resulting in the Portuguese, Castilian, Mirandese, Galician, Asturian, Basque or Catalan languages. This project goes from the most common to the most distinctive aspects in the History of the Iberian Culture. It explores the geographic, cultural and conceptual frontiers of tradition and ancestrally, along with contemporary and intercultural concepts. Translation: Tiago Cassola Marques/Diana Gonsalves * Língua = Language/Tongue 12


i eres a estrela que brila, i eres o vento que zoa. Rosalía de Castro in Follas Novas, 1880

Língua = 2 músicos musicians 14 instrumentos instruments

Concerto Concierto Concert INFO TÉCNICA TECHNICAL INFO Filipe Faria Português voz, percussão, gaita, flauta, assobio, colascione, melódica, pianinho e guitarra barroca Castellano voz, percusión, gaita, flauta, silbato, colascione, melódico, piano de juguete y guitarra barroca English voice, percussion, gaita, recorder, whistle, colascione, melodica, toy piano and baroque guitar Tiago Matias Português vihuela, tiorba, guitarra barroca, colascione, melódica, percussão e voz Castellano vihuela, teorba, guitarra barroca, colascione, melódica percusión y voz English vihuela, theorbo, baroque guitar, colascione, melodica, percussion and voice Duração Duración Duration: 70’ +Músicos Musicians: 2 Cachet [all included]: a pedido a solicitud by request Reforço acústico Refuerzo de sonido Sound reinforcement: incluído included 13


www.vimeo.com/channels/noanoaproject

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Português Filipe Faria. Lisboa, Portugal, 1976. Músico, produtor cultural, project designer, fotógrafo, videógrafo, criativo. Fundador e director da produtora cultural Arte das Musas (2002-). Fundador e director da label MU Records (2006-): 11 discos, 2 livros. Músico freelancer (1998-2008). Fundador, produtor e co-director artístico do consort de música antiga e contemporânea Sete Lágrimas (2000-): 9 discos, >200 concertos em Portugal, Espanha, França, Itália, Malta, Bulgária, Bélgica, Noruega, Suécia, China, etc. (Ensemble Associado Temporada 2012/13 CCB/Lisboa). Fundador e co-director artístico de Noa Noa (2012-). Fundador, produtor e director do projecto artístico-etnográfico Olha para mim (2013). Fundador, produtor e director artístico do Festival Terras sem Sombra (2003-2010) no Alentejo (Portugal). Fundador, produtor e director artístico do Festival Fora do Lugar, Festival Internacional de Músicas Antigas (2012-), em Idanha-a-Nova (Portugal). Horticultor amador. Pai. Castellano Filipe Faria. Lisboa, Portugal, 1976. Músico, productor cultural, project designer, fotógrafo, videógrafo creativo. Fundador y director de la productora cultural Arte das Musas(2002-). Fundador y director de la etiqueta MU Records (2006 -): 11 discos, 2 libros. Músico independiente (1998-2008). Fundador, productor y co-director artístico del consort de música antigua y contemporánea Sete Lágrimas (2000-): 9 discos, >200 conciertos en Portugal, España, Francia, Italia, Malta, Bulgaria, Bélgica, Noruega, Suecia, China, etc . (Ensemble Asociado Temporada 2012/13 CCB/Lisboa). Fundador y codirector artístico de Noa Noa (2012-). Fundador, productor y director artístico del proyecto artístico-etnográfico Olha para mim (2013-). Fundador, productor y director artístico del Festival Terras sem Sombra (2003-2010) en Alentejo (Portugal). Fundador, productor y director artístico de Festival Fora do Lugar, Festival Internacional de Músicas Antiguas (2012-), en Idanha-a-Nova (Portugal). Horticultor aficionado. Papá. English Filipe Faria. Lisbon, Portugal, 1976. Musician, cultural producer, project designer, photographer, videographer, creative director. Founder and director of the production company Arte das Musas (2002-). Founder and director of the label MU Records (2006-): 11 records, 2 books. Freelancer musician (1998-2008). Founder and producing artistic director of early and contemporary music consort Sete Lágrimas (2000-): 9 records, >200 concerts in Portugal, Spain, France, Italy, Malta, Bulgary, Belgium, Norway, Sweden, China, etc. (Associate Ensemble Season 2012/13 CCB/Lisbon). Founder e coartistic director of Noa Noa (2012-). Founder and producing artistic director of the artistic-ethnographic project Olha para mim (2013-). Founder and producing artistic director of Festival Terras sem Sombra (2003-2010) in Alentejo (Portugal). Founder and producing artistic director of Festival Fora do Lugar, Early Musics International Festival (2012-), in Idanha-aNova (Portugal). Amateur organic gardener. Father. 16


Português Tiago Matias. Aveiro, Portugal, 1978. Músico, produtor, professor, director musical. Guitarrista (-2005). 1º prémio no concurso “Música en Compostela” (2004). Desde 2005 dedica-se aos instrumentos antepassados da guitarra: alaúde, tiorba, vihuela, guitarra barroca, guitarra romântica e colascione. Produtor e director do Coro e Orquestra de Câmara da Bairrada (2005-). Fundador e co-director artístico de La Farsa (2006-). Fundador e co-director artístico de Noa Noa (2012). Músico do consort de música antiga e contemporânea Sete Lágrimas (2008-), entre outros. 7 discos: Vocal Ensemble, Sete Lágrimas, etc. Produtor cultural na Arte das Musas (2013-). Monitor de montanhismo do Grupo de Espeleologia e Montanha de Aveiro (2005-). Castellano Tiago Matias. Aveiro, Portugal, 1978. Músico, productor, profesor, director musical. Guitarrista (-2005). 1 º premio en el concurso “Música en Compostela” (2004). En 2005 empieza a tocar los instrumentos antepasados ​​de la guitarra: laúd, tiorba, vihuela, guitarra barroca, guitarra romantica y colascione. Productor y Director del Coro y Orquesta de Cámara de Bairrada (2005 -). Fundador y co-director artístico de La Farsa (2006 -). Fundador y co-director artístico de Noa Noa (2012 -). Músico del consort de música antigua y contemporánea Sete Lágrimas (2008 -), entre otros. 7 discos: Vocal Ensemble, Sete Lágrimas, etc. Productor cultural en la Arte das Musas(2013 -). Guia de montaña en el Grupo de Espeleologia y Montaña de Aveiro (2005 -). English Tiago Matias. Aveiro, Portugal, 1978. Musician, producer, teacher, musical director. Guitarist (-2005). 1st prize in “Música en Compostela” (2004). Since 2005 dedicated to the ancestors of the guitar instruments: lute, theorbo, vihuela, baroque guitar, romantic guitar and colascione. Producer and Director of the Bairrada’s Choir and Chamber Orchestra (2005 -). Founder and co-artistic director of La Farsa (2006 -). Founder and co-artistic director of Noa Noa (2012 -). Musician in the early music consort of early and contemporary music Sete Lágrimas (2008 -), among others. 7 recordings: Vocal Ensemble, Sete Lágrimas, etc.. Cultural producer at Arte das Musas (2013 -). Mountain guide at Aveiro’s speleology and mountain group (2005 -). 17


20130722 noa noa dossier 2013 print version