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Índice: Dia mundial da alim. ….2 O Pré-escolar ………......3 Boletim Cultus .…...…...7 Comemorar a Rep. …….8 CNO …………..…………9 Desp. Escolar ………...11 Berlim e Cracóvia ...….12 Bib. na escola ...…..….14 Número: 12 | Mês: Dezembro| ano: 2010 | Jornal Trimestral | Tiragem: 200 exemplares | Agrupamento de Escolas de Arraiolos e Agrupamento

Editorial

OS MENINOS DO JARDIM DE INFÂNCIA DE S. PEDRO DA GAFANHOEIRA FORAM PEDIR OS SANTOS

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ste ano no cinco de Outubro comemorou-se o centenário da República. Foram recordados os momentos fundadores da I República, a importância da divulgação dos ideais republicanos, no período que antecedeu o fim da monarquia, e o seu papel ao nível da instrução. Num Portugal com 75% de analfabetos, bem sabiam os pais das sociedades de instrução, que surgiram na época, que o acesso à literacia era um factor essencial para combater o obscurantismo e um elemento fundamental para a construção de uma sociedade de cidadãos, por oposição a uma sociedade de súbditos de uma qualquer majestade que governa só porque nasceu no seio daquela família. Com a República a preocupação pelo ensinoaprendizagem cresceu e escolas novas foram surgindo ao longo do país. Actualmente, observamos o inverso, as escolas estão a fechar e os alunos têm que se afastar dos seus locais de residência para terem acesso a um dos direitos consignados na Declaração dos direitos da Criança – O direito à instrução e à educação.

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omos pedir os Santos. Batemos às portas e dissemos esta quadra: Nós somos os meninos do jardim-de-infância E vimos às portas bater Vimos pedir os Santos Para depois comer

Deram-nos muito dinheiro, doces, sumos, ovos, batatas doces, castanhas, tangeras, tangerinas, chuchus, abóboras, romãs e nozes.

Gostámos de andar a pedir os Santos. As pessoas ficaram felizes porque nos viram todos juntos na rua e deram-nos os Santos com muito gosto.

A equipa do ARrrivar

A educadora Adelaide Oliveira

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“amizade é uma das mais comuns relações interpessoais que a maioria dos seres humanos tem na vida. Em caso de perda da amizade, sugere-se a reconciliação e o perdão. Carl Rogers diz que a amizade "é a aceitação de cada um como realmente ele é".

A amizade é uma das mais comuns relações A ”amizade vem do latim que amicus; amigo, que possiinterpessoais a maiovelmente se derivou de amore; amar, ainda que se diga também queseres a palavra provém do grego. É uma ria dos humanos relação afectiva”. tem vida. Em caso de Excertosna do trabalho de Raquel Barreto, RaquelLobo Alexandra Mira suge7ºA perda da amizade, Pesquisa efectuada em Língua Portuguesa—P. Gaspar re-se a reconciliação e o c

Redacção: Agrupamento de Escolas de Arraiolos: Ângela Rodrigues, Paula Gaspar Impressão: Câmara Municipal de Arraiolos

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Patrocínios:


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DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO

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O professor Inácio Freire recebeu o Selo Europeu de Qualidade pelo projecto “Traditional Folk Songs”. Isto significa que o seu trabalho, o dos alunos e a sua escola obtiveram um reconhecimento ao mais alto nível europeu. Parabéns!

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nossa turma, do 3º/4º E da E.B. 1 de Arraiolos, assinalou o Dia Mundial da Alimentação durante a semana de 11 a 15 de Outubro. Aprendemos muitas coisas ! Vimos um PowerPoint e falámos sobre a alimentação saudável, lemos o livro “ Uma corrida marada” que fala da Rita; ela é muito gordinha, por isso não tem energia. Tal como a Rita apercebemo-nos da importância da Roda dos Alimentos. Também aprendemos uma canção, pintámos alimentos, fizemos gifs animados com frutos e convidámos os nossos pais a participar numa actividade. Então, dia 15 eles vieram à escola e ouviram-nos cantar. Depois fomos para o Polivalente fazer jogos. Jogámos ao jogo da Roda dos Alimentos - um jogo de estafeta. A mãe do Wesley também preparou uns jogos: o jogo do ovo na colher (não podíamos deixar cair o ovo) e o jogo do coronel. Foi um dia bastante divertido. No fim a mãe do Wesley deu-nos deliciosos chupas… mas isto porque era dia de festa! Sabemos que não podemos comer doces com frequência.

Noticia do jornal Record sobre a prova de Desporto Escolar de Orientação em: http://jmateusports.blogspot.com/ O grupo de Educação Física

Conheça o nosso blog e registe-se como seguidor: http://34earraiolos.blogspot.com/ 3º/4º ano E– E.B. 1 de Arraiolos Professora Joaquina Silva PALAVRAS CRUZADAS SOBRE A PRIMEIRA REPÚBLICA

TERROR NO ELEVADOR

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ntem, às 24:00h, duas irmãs chamadas Sandra e Isabel, ficaram presas no elevador do Dolce Vita Tejo. Diz-se, que as duas vítimas estavam a falar da lenda da Maria Sangrenta, quando o elevador se descontrolou, os mecanismos começaram a ranger e as luzes acendiam e apagavam. As duas irmãs começaram a gritar e o elevador a andar para cima e para baixo. Como a Kidzania estava a fechar, dois bombeiros e um segurança, dali, repararam que um elevador estava descontrolado. Então, os três entraram em acção, para salvar as frágeis raparigas. Às 24:50h, os bombeiros Francisco Balugas e Rodrigo Nogueira e o segurança Maria Carolina Ribeiro tentam parar o elevador. De repente, a porta do elevador abriu-se e não estava lá ninguém, a não ser sangue. Onde estariam as duas irmãs? Primeiro, os bombeiros e o segurança pensaram que elas estariam noutro andar. Foram então, verificar todos os andares. Quando iam a chegar ao rés-do-chão, lembraram-se que havia uma cave e dirigiram-se para lá. Quando lá chegaram, a porta estava trancada e nesta, estava escrito, com sangue “ Se as querem inteiras, dêem-me uma alma!”. Para resolver a situação, pensaram, pensaram… mas, entretanto, começaram a ouvir gritos, que vinham de trás da porta. Então, derrubaram a porta e viram as duas irmãs transformadas em zombies. Entraram e, observando mais de perto, descobriram que elas tinham a cara roxa, com marcas de facadas, mordidelas no pescoço, uma faca espetada na cabeça e as roupas rasgadas. Entretanto, apareceu a Maria Sangrenta e enquanto os bombeiros a distraíam, o segurança foi buscar uma caixa em ferro para a prender. Os três juntos, conseguiram prender a Maria Sangrenta na caixa. Nesse preciso momento, as duas irmãs voltaram ao normal. As meninas e os bombeiros foram para as suas casa e, o segurança ficou a guardar a caixa até nascer o sol. Então, abriu a caixa e, com o sol brilhar intensamente a Maria Sangrenta, desfez-se no ar. Nunca mais se viu, esta ameaça à humanidade. Quando tivermos mais notícias informaremos os nossos caros leitores.

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A equipa de jornalistas: Turma do 4º F. Jornal: “O Diário do Terror” Professora Mª da Luz Ferreira

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HORIZONTAIS

2. Ocorreu em 1 de Fevereiro de 1908 e nele perderam a vida D. Carlos I e seu filho mais velho; sociedade secreta envolvida no facto referido atrás e nos acontecimentos de 5/10/1910; 4. Foi neste mês que caiu a monarquia em Portugal; a moeda que Portugal teve entre 1911 e 2002. 6. Na Primeira Grande Guerra Portugal combateu ao lado da Inglaterra, portanto foi seu….; foi a partir desta praia que a família real partiu para o exílio; 8. O último rei de Portugal tinha este nome; anos que decorreram depois do fim da monarquia em Portugal; 10. moeda portuguesa até 1911; 11. Foi nesta cidade que ocorreu a tentativa falhada de derrube da monarquia em 31/01/1890; 13. Este político republicano foi escolhido para chefiar o Governo Provisório; 15. De acordo com a Constituição de 1911 competia a este órgão eleger o Presidente da República; 17. Este símbolo nacional deixou de ser azul e branco para ser verde e vermelho; 19. Este político republicano foi o primeiro presidente da República eleito após 1910.

VERTICAIS Iniciais do partido que foi responsável pelos acontecimentos de 5 de Outubro de 1910; 2. Regime político instaurado em Portugal em 5 de Outubro de 1910 e que está em vigor actualmente; 3. Numa monarquia ele é o Chefe de Estado; 5. Nome do nosso hino nacional; 9. Este político republicano proclamou a implantação do novo regime, na varanda da Câmara Municipal de Lisboa; 12. Tipo de barco no qual seguiu a família real para o exílio; o actual chefe da casa real portuguesa tem este título; 14. O infante D. Afonso Henrique, irmão de D. Carlos I era conhecido por esta alcunha, devido à sua pouca habilidade na condução de automóveis; 15.Nome do barco no qual seguiu a família real para o exílio; 16.Esta força militarizada foi criada em 1911; 17. Este político republicano foi ministro da Justiça e autor da Lei da Separação entre a Igreja e o Estado; 18. Era este o nome de família da senhora natural de Arraiolos e que serviu de modelo ao busto da Primeira República; 20. Nome de um dos responsáveis pelos acontecimentos de 1 de Fevereiro de 1908; esta instituição foi uma das vítimas da Primeira República. Professor Henrique Gonçalves

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SESSSÕES DE POESIA com o curso Intervalos com poesia Dinamizador—Professor Luís Serra

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o âmbito da actividade “Intervalo de Leitura”, dinamizada pelo professor Luís Serra, os alunos do Curso de Viticultura e Enologia (12º ano), sob a orientação da professora Maria do Céu Morcela, leram poemas de Fernando Pessoa. Esta sessão decorreu no dia 30 de Novembro, dia em que se celebrava os 75 anos da morte do genial poeta. Na mesma sessão, o professor Luís Serra, as professoras Maria José Alcaravela e Maria do Céu Morcela também leram textos de Fernando Pessoa. Desta actividade resultou um pequeno caderno de poemas, elaborado pela docente Maria do Céu Morcela e pelos alunos envolvidos, intitulado “Vozes de Pessoas”.

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CONHECER MELHOR O PRÉ-ESCOLAR

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ara além das 5 horas diárias de actividades realizadas pelas educadoras nos Jardins de Infância do Agrupamento, as crianças que necessitam ficam ainda no JI na componente de apoio à família (CAF). A CAF está durante este ano lectivo e de acordo com as necessidades manifestadas em reunião de Encarregados de Educação, organizada deste modo. Jardim de Infância

Horário Abertura/ encerramento

Nº de animadores

Total de horas que algumas crianças permanecem fora da família

Espaço utilizado

Igrejinha

7h45m/18h

1 animadora e 1 auxiliar

10h e 15m

Espaço próprio para o apoio à família

Sabugueiro

8h m/17h30m

1 animadora

9h30m

Sala de actividades

S. Pedro

7h45m/17h30m

1 animadora

9h45m

Sala de actividades

Arraiolos

8h/18h30m

2 animadoras

10h 30m

Espaço próprio para as actividades de apoio à família

Em conselho de docentes as educadoras reflectiram sobre a componente de apoio à família, no sentido de melhor conhecer a realidade e tentar melhorar o atendimento às crianças nesses períodos do dia em que se valoriza mais a informalidade, o prazer de estar e conviver, tendo em conta o grau de envolvimento e satisfação das crianças do que a preocupação com o desenvolvimento e aprendizagem ou a existência de um produto final. Ideias chave: • Há crianças que passam o dia inteiro fora da família, só indo a casa para dormir. • Que educação pode dar esta família ausente? • É necessário reflectir sobre a qualidade do atendimento a dar a todas as crianças sobretudo ás que estão mais horas longe das famílias • As crianças precisam de tempo para a brincadeira espontânea • No período da Caf as crianças não devem permanecer nas salas de actividade porque outro espaço possibilita: outras descobertas; a quebra de rotina face às actividades lectivas; a utilização do espaço das actividades educativas com formas de estar / regras diferentes das que foram estabelecidas com o educador dificulta a interiorização das mesmas na componente lectiva • Privilegia – se o espaço exterior a fim de provocar uma outra dinâmica ( diversificando actividades e modo de estar ) evitando mais do mesmo • As crianças não devem repetir actividades já realizadas nas salas, sem técnicos para esse acompanhamento. • A função da animadora não é sobrecarregar as crianças com actividades estruturadas para além do tempo aconselhado – 5 horas por dia. Será concretizar o planeamento estabelecido com os docentes do JI ou titulares dos grupos de crianças, zelar pela segurança das crianças enquanto brincam, deve dar um atendimento afectivo a cada criança em particular e ao grupo, zelar pelos materiais que devem estar acessíveis e serem polivalentes permitindo o jogo simbólico. • Algumas crianças precisam de dormir o que deveria ser respeitado após terminarem as actividades educativas com as educadoras. • As crianças deverão permanecer no local destinado ao prolongamento de horário para permitir que as famílias pratiquem diferentes horários de saída das crianças . O Conselho de Docentes do Pré-escolar

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RESUMO COLECTIVO A MENINA GOTINHA DE ÁGUA

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ra uma vez uma gotinha de água que vivia no mar . Ela vivia com as suas irmãs, em todos os cantos do mar. A menina gotinha de água brincava com as suas irmãs, com os peixinhos e dava beijinhos nos cabelos dos meninos. Quando podia, ainda jogava às escondidas com as anémonas coloridas. Ela, também gostava de ir ver as baleias e os navios, em alto mar. Um dia, o sol deu-lhe um beijinho e ela evaporou-se e foi para uma nuvem. Quando lá chegou viu mais gotinhas de água. O vento começou a empurrar a nuvem para outros lados e a gotinha ficou com algum medo. Certo dia, lá do alto pôs-se a observar e viu os terrenos secos e os homens tristes, porque não tinham água, para beber . Então, ela decidiu descer a terra com as suas irmãs, para os homens ficarem felizes e as flores florescerem . Foi ter à boca de uma flor, depois caiu na terra e encontrou um palácio maravilhoso debaixo da mesma. Brotou numa fonte e encontrou um pastorinho que lhe deu as boas vindas. Seguidamente, foi ter a um ribeiro, depois ao rio grande, que engrossou e, chegou de novo ao mar. Estava de novo em casa ! Foi descansar, dormir e sonhar, até nova aventura chegar. 4º F da EB1 de Arraiolos, 15 – 09 – 2010 Professora Mª da Luz Ferreira

Mia Couto quem É?

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ia Couto nasceu na Beira, Moçambique, em 1955. Foi jornalista e também é professor, biólogo e escritor. Os livros dele estão traduzidos em diversas línguas, entre outros prémios e distensões. ( que estão estacam na nomeação, por um júri criado para o efeito pela a Feira Internacional do livro Zimbabwe, de Terra Sonâmbula como um dos doze melhores, os livros africanos o século xx).Foi pelo o conjunto da sua obra, com o Prémio Vergílio Ferreira de 1999. Contos do autor: Vozes Anoitecidas. Cada Homem é uma Raça. Histórias Abensonhadas. Contos do Na Berma de Nenhuma Estrada. Nascer da Terra. O Fio das Missangas Prémio ganhos: 1995 Prémio Nacional de Ficção da Associação dos Escritores Moçambicanos. 1999 Prémio Vergílio Pereira, pelo conjunto da sua obra. 2001 - Prémio Mário António, pelo livro O último voo do flamingo. 2007 - Prémio União Latina de Literaturas Românticas. 2007 - Prémio Passo Fundo Zaffari e Bourbon de Literatura, na Jornada Nacional de Literatura. Ana Salvador e André Oliveira—7º A Pof.essora — Paula Gaspar 4

A de Adeus, A de Amor

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do sempre esteve contra nós e se nós quiséssemos teríamos sido mais fortes que eles, mas não fomos e agora sabemos viver um sem o outro, mas não conseguimos conviver sem relembrar (literalmente) toda a nossa história. o meu amor por ti desapareceu, mas tu enquanto meu amor-perfeito nunca vais deixar de existir, és um pouco platónico e eu sempre te pintei como acima dos deuses apesar de estar totalmente errada relativamente a esta teoria. eu no fundo não gosto de quase nada em ti analisando por partes, mas adoro-te no todo que és. Tenho uma enorme dissonância cognitiva para resolver mas ainda acredito no nosso final feliz, mesmo não sabendo se quero que ele aconteça. Por enquanto estou muito bem sem ti. Habituei-me e não conseguia reviver tudo (exactamente) como foi. Nós sabemos que fomos feitos um para o outro mas é preferível continuarmos a sonhar com isso do que acordarmos para a realidade e constatarmos que, talvez, estejamos totalmente errados. Sei que vives bem sem mim e comigo ao mesmo tempo, tal como eu, mas também sei que não estás disposto a abdicar de uma segurança para uma incerteza tão grande como é o nosso amor, por isso não te exijo nada, só que nunca substituas o meu lugar no teu coração, esse que me lembras muitas vezes que está exclusivamente guardado para mim.

s histórias mal acabadas fazem-nos sempre sonhar. Passado algum tempo até nos fazem acreditar que foram perfeitas porque só os momentos bons é que nos vêm à memória. Às vezes gostava de saber como seria se ainda estivéssemos juntos e (in)felizmente acho que não seria nada bom. Nós aprendemos um com o outro como se constrói uma relação e cometemos todos os erros de crianças inexperientes, mas por outro lado crescemos e aprendemos juntos. Será que o nosso amor não foi forte o suficiente para ser para sempre? Ou será apenas que é um amor impossível e é por isso que não resultamos mas que ao mesmo tempo não nos resistimos? Prefiro acreditar nesta teoria, e parto do princípio de todas as minhas relações que tu foste o amor da minha vida e não deixo ninguém ocupar o teu lugar, assim sendo elas nunca resultam porque eu não lhes dou oportunidade para resultar. Não sei se ainda te amo mas sei que já não te odeio quando me fazes coisas menos boas, portanto julgo que posso dar o nosso amor por pseudoterminado. Quando te vejo o meu coração ainda bate a mil à hora, mas quando acontece já não me vêm as lágrimas aos olhos e quando me dizes que também fui o amor da tua vida já não crio a ilusão do "vamos ficar juntos outra vez", porque sei que é impossível. Sabes que o mun- Andreia Alves, 10ºB , professora Paula Gaspar

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VISITA DE ESTUDO A BERLIM E A CRACÓVIA—JULHO DE 2010

Muro de Berlim transformado

No mês de Julho de 2010 dez alunos do 9ºa no, turma B —Ana Rita Figueiras, Andreia Alves, Eline Heida, Lília Ravasqueira, Joana Barreiros, Maria Reto, David Lopes, Gonçalo Pateiro, José Luís Virtuoso e Vítor Mantinhas— e três professoras (Ângela Rodrigues, Dina Costa e Paula Gaspar) concretizaram a visita planeada desde o ano lectivo transacto: primeiro estiveram em Berlim e depois foram para Cracóvia. A partir desta cidade visitaram o Campo de AuschwitzBirkenau .

ESCOLA DE ARRAIOLOS APOIA CANTINHO DOS ANIMAIS

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Birkenau barracão das latrinas

epresentantes das turmas do 2º ciclo da Escola EB 2,3/S Cunha Rivara de Arraiolos deslocaram-se, no passado dia quinze de Junho, ao Centro de Acolhimento Cantinho dos Animais, em Évora, para entregarem o donativo de 595 euros resultante da lantes produzidos pelos próprios alunos e alusivos à prode companhia. Os alunos foram acompanhados por dois

venda de autocotecção dos animais professores. A iniciativa teve como propósito alertar as camadas mais jovens para os direitos dos animais, principalmente o direito à protecção e ao não abandono, ao mesmo tempo que se realizaram alguns fundos para serem entregues àquela Associação. Este projecto foi dinamizado pelo grupo de docentes de Matemática e Ciências da Natureza, e teve a colaboração dos professores de Educação Visual e Tecnológica. Professora Madalena Silva

Imagem inicial do campo de concentração — o arame farpado

Muro das execuções, Auschwitz

DIA 5 DE JULHO DE 2010

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FOMOS VISITAR A ESCOLA CERCIMOR EM MONTEMOR-O-NOVO NO DIA 26 DE OUTUBRO DE 2010

Birkenau — barracão dormitório

OJE foi o dia mais emotivo de toda a semana. Levantámos, tomámos o pequeno-almoço, tudo normal. Mas eu sabia que este dia ia ser diferente. Quando chegámos a Auschwitz já sabia o que ia observar naquela visita, entrando no campo de concentração, que mais tarde se tornou campo de extermínio. Visitámos vários blocos do campo (bloco 4, bloco 5, bloco 6, bloco 7 e bloco 11). As fotografias que vi eram espectaculares e retratavam perfeitamente aquela altura: como a expressão de tranquilidade de muitas pessoas por pensarem que iam tomar banho enquanto “apenas” iam morrer… (tinham sido enganados). Uma das coisas que mexeram bastante comigo foram as duas toneladas de cabelos, das mulheres que foram mortas, que se encontravam expostos; e saber que existiam empresas que compravam aqueles cabelos para fazerem tapetes. Os muitos nomes e datas de nascimento nos milhões de malas expostas eram assustadores e mostravam o quão novas podiam ser as pessoas que eram levadas para aquele campo. Mas o que mais me impressionou e admito que as lágrimas me vieram aos olhos, foram os milhares de sapatos de crianças expostos naquelas vitrinas, as suas pequenas e delicadas roupinhas… E pensar que aquelas crianças inocentes morreram sem conhecer o mundo e a verdadeira vida pelo simples e puro ódio Nazi. As fotografias nas paredes eram assustadoras… Consegui ver as péssimas e paupérrimas condições em que aqueles prisioneiros viviam, a maneira como os Nazis eram organizados e maus (as salas dos castigos e a forma como eram construídas, de modo a fazer sofrer os milhões de judeus, ciganos, presos políticos, etc). Entrar numa câmara de gás foi uma das piores sensações da minha vida. Ali entravam 2 000 pessoas de cada vez com um único destino, A MORTE. Birkenau foi interessante mas não muito menos intenso. Foi diferente, porque Auschwitz tem coisas que acabam por nos tocar mais. (…) O dia foi marcado por Auschwitz, corrijo, a SEMANA, a VIAGEM, foram marcadas por aquele magnífico campo que arruinou a vida de muita gente (1 300 000). “ Auschwitz-Birkenau é um testemunho da face mais negra da humanidade mas é também um testemunho de resistência, coragem, e e solidariedade que não devemos esquecer! Uma viagem pelas sombras onde a luz dos bons nunca se apagou” Eduarda Arnaud”. (Excerto do diário da visita de uma das alunas—Joana Barreiros)

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udo começou quando saí de casa e fui para a camioneta. Cheguei à escola, fui falar com o senhor Manuel pedir-lhe para ir ao quiosque. Ele disse que sim e eu fui. Comprei um pacote de pipas. Depois voltei para a escola e fui dizer ao senhor Manuel que já tinha voltado, e ele disse: vai para cima. Eu fui para dentro da escola, depois estive a pensar em ir dar uma volta à escola. Às 10 horas fui ao apoio, estava lá o Tiago e a Cristina e a professora. Depois fomos todos a caminho do portão. Primeiro parámos no corredor, eu a Carla, parei perto da Lurdes para lhe dizer que ia a Montemor – O –Novo. Ela disse: vai lá, e eu fui com o Tiago, a Cristina e a professora. Chegámos ao portão, já lá estava a carrinha. A professora disse assim: têm tudo e que é para levarmos? Eu disse que sim e a Cristina também. Eu Carla disse assim: eu trouxe um compal de pêssego que a minha Mãe comprou no supermercado; depois eu bebi um pacote de leite. Pusemo-nos a caminho de Montemor-o-Novo. Quando chegámos a professora disse: já estamos a chegar a Montemor. Depois fomos para a escola; eu, Carla saí da carrinha, depois foi a professora, depois a Cristina, e depois o Tiago: fomos todos ver a escola; abrimos o portão, entrámos lá dentro e a professora perguntou onde estava a professora Joana. A professora viu uma senhora que não via há muito tempo e abraçaram-se as duas. Como estás? Disse a professora; e tu? Há tanto tempo que não nos víamos! Vamos mostrar a escola aos alunos? Sim, vamos lá. Vimos a escola e depois fomos jogar matraquilhos, eu, a Carla, ganhei 4-0 ao Tiago e o Tiago perdeu 0-4; eu nesse dia ri-me tanto! Depois fomos ver as casas de banho, depois as salas de trabalho, depois a sala dos professores que era muito bonita. Fomos a uma casa de flores (estufa de flores), havia lá muitos cactos. Também fomos a uma casa onde estavam cinco mulheres; havia lá 4 gatos: 1 malhado, 1 às riscas, 1 preto e branco, 1 cinzento; 4 gatos lindos de morrer! Se eu pudesse trazer 1 gato era tão bom! Depois fomos à pastelaria; cheirava só bem a bolos! O Tiago, a Cristina, a professora e eu comemos bolos tão bons! Fomos depois para o ginásio onde havia muitas máquinas; a professora experimentou 2 máquinas e o Tiago experimentou a bicicleta e outra máquina; eu e a Cristina não andámos em nada., mas eu achei muita graça e ri-me muito. Depois fomos ter com um professor de cavalos e fomos ver os alunos a andarem nos cavalos: Eram muitos cavalos: uma égua, um cavalo bebé. E era muito bonito. Era para experimentar mas mudei de ideias, tinha medo de cair; os cavalos cheiram muito mal…também lá estava um homem a pôr sapatos (ferraduras) ao cavalo e o cavalo não parava quieto e o homem dizia alhos e bugalhos! Comi pipas com o Tiago e a Cristina enquanto estávamos a ver os cavalos. Depois voltámos para a escola para irmos almoçar. Depois do almoço fomos jogar matraquilhos outra vez; fomos pagar o nosso almoço e viemos embora para a escola. Carla da Conceição Plancha Fresca, 8ºA, nº 2 Professora Ana Luísa Barreiros

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DESPORTO ESCOLAR 10/11

FUTSAL Até final de Outubro de 2010, num universo de 430 registos, podemos ver

Infantis Masculinos (99/00) - 4ª Feira das 14:30h às 16:00h 6ª Feira das 17:45h às 18:30h

pelo gráfico, que as três principais

Professor Responsável: - Prof. José Roupa

razões que levam os alunos ao espaço da Biblioteca são a Realização de Trabalhos (36%), Leitura de Jornais / Revistas (18%) e Pesquisa na Net (21%).

Juvenis Masculinos (95/98) – 2ª Feira das 17:45h às 18:30h 4ª Feira das 16:00h às 17:30h

Assim, em face dos dados

Professor Responsável: - Prof. Filipe Fialho

recolhidos até aqui, é de notar a necessidade da forte aposta de material informático e audiovisual.

NATAÇÃO 4ª Feira das 14:30h às 16:00h Professor Responsável: - Prof. António Monteiro

No

mês

de

Outubro,

ACROBACIAS

podemos ver que o nº de requisições

de

material

impresso, atingiu as 230, perfazendo média

assim

uma

diária

3ª Feira das 17:45h às 18:30h 4ª Feira das 14:30h às 16:00h

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requisições.

Professor Responsável: - Prof. Filipa Leal

Pelo

gráfico

à

direita,

ORIENTAÇÃO

podemos ver que o número total

de

requisições

de

material para utilização em sala de aula, atingiu no último mês as 44 requisições. Em termos médios, o número

4ª Feira das 14:30h às 17:30h 6ª Feira das 17:45h às 19:15h Professor Responsável: - Prof. José Mateus

de requisições diárias em Outubro ultrapassou as duas unidades.

Aparece!!! Notícia do jornal Record sobre a prova de Desporto Escolar de Orientação, fotos da prova de Desporto Escolar de Orientação em: http://jmateusports.blogspot.com/

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BOLETIM CULTUS

CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES

Agrupamento de Escolas de Arraiolos Novembro 2010

Nº1

Periodicidade: Trimestral

“Livros são os mais silenciosos e constantes amigos; os mais acessíveis e sábios conselheiros; e os mais pacientes professores." Charles W. Elliot

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Plano de Actividades m 2010, a Associação Nacional de Alzheimer em Portugal, lançou uma campanha em Agosto para conscienciali-

zar os políticos para a necessidade de desenvolver um plano nacional da doença de Alzheimer. A doença de Parkinson, primeiramente descrita por um médico inglês James Parkinson em 1817, é uma doença do sistema nervoso. Inicialmente, o doente começa a ter sintomas como sensação de cansaço; alterações na fala, pouco articulada; difícil movimentação de um dos membros, movimentos mais vagarosos. Numa fase mais adiantada da doença, aparecem tremores, rigidez muscular, dificuldade em

Eis algumas das novidades para o novo ano lectivo:

A doença de Parkinson pode aparecer em qualquer idade, normalmente, depois dos quarenta e

• Intervalos com a Leitura (dinamizados pelo professor Luís Serra);

O risco desta doença aumenta com a idade e tem maior incidência nos homens, que nas mulheres.

A doença afecta cerca de 3% da população com mais de 65 anos e com o aumento da esperança de vida a prevenção

e o tratamento desta doença tornam-se prioritárias nos países mais desenvolvidos. As novas tecnologias podem ajudar no tratamento desta doença através da investigação para tentar descobrir algo que

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possa ajudar os doentes com doença de Parkinson. Investigadores do centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra (CNC) identificaram uma disfunção na estrutura das células que pode vir a ajudar no tratamento da doença de Parkinson. Actualmente, as novas tecnologias revestem-se de extrema importância na divulgação e sensibilização, visto que, podemos mais facilmente alertar e sensibilizar um maior número de pessoas para esta situação Lamento que a Segurança Social Portuguesa esteja tão a leste deste problema, que afecta tantas famílias em Portugal. O estado gasta tanto dinheiro inutilmente e pouco tem feito pelos doentes de Alzheimer, ou Parkinson.

Novidades

• Elaboração e divulgação da estatística de utilização da Biblioteca;

cinco anos.

Consulte o Plano Mensal de Actividades, divulgado no início de cada mês.

• Elaboração e divulgação dos boletins biográficos números 18 e 19, alusivos a Manuel José de Arriaga e Lurdes Breda;

andar e equilibrar.

Agenda

• Elaboração e divulgação do Boletim Bibliográfico (boletim com a catalogação, comentário, síntese e foto de uma obra existente na Biblioteca);

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Esta é a história de quem, no Comemoração do Centenário da República - Exposição de livros da época; momento mais Comemoração do dia Mundial da Alimentação; árido da vida, se Debates e sessões de esclarecimento com a presença da dietista Graça Raimundo; surpreende com a manifestação ainda de uma alegria. Visitas guiadas à Biblioteca; Uma alegria comWebpage da Biblioteca e Plataforma Moodle; plexa, até difícil de aceitar, mas Actualização destes espaços com informação diversa; que comprova a Envio para endereços electrónicos de diversa informação relativa às Bibliotecas/ validade do ser Centros de Recursos; humano até ao seu último segundo. a Carimbagem, registo manual, classificação, indexação, catalogação e etiqueta- máquina de fazer espanhóis é uma aventura irónica, trágica e divertida, pela gem dos documentos; madura idade, que será uma maturidade Actividade “Quem conta um conto aumenta um ponto”. diferente, um estádio de conhecimento outro no qual o indivíduo se repensa para reincidir ou mudar. O que mudará na vida de antónio silva, com oitenta e

Auto-avaliação das BE’s

Está a ser levada a cabo, pelo segundo ano, o Modelo de Auto-

A qualidade de vida dos idosos tem mudado com o avanço da tecnologia, não só a nível da saúde e a nível social, mas

Avaliação das BE’s, preconizado pela própria RBE. Este ano lectivo

também da sua imagem. Temas sobre a vida dos idosos são constantemente abordados pela imprensa, a televisão dá

as bibliotecas escolares irão ser avaliadas no domínio C - Projectos,

muita atenção à forma como os idosos hoje encaram a velhice e o que eles fazem para amenizar o peso da idade. Mui-

parcerias e actividades livres de Abertura à Comunidade -, pelo que

tos participando em aulas de dança, em cursos de pintura ou trabalhos manuais. Há muitos idosos que hoje já conse-

será mais uma vez solicitada a colaboração dos alunos e Encarrega-

guem trabalhar com os computadores e “dominam” a internet, o que para eles é uma conquista, há uns anos atrás era

dos de Educação para este processo.

impensável uma pessoa de sessenta ou setenta anos conseguir perceber alguma coisa de informática. Essa “vitória” ajuda-os a viver a vida com outra vitalidade e outra alegria. Maria Esperança Narciso Arranhado Em processo de RVCC de Nível Secundário (Vimieiro)

Visite-nos Online http://aearraiolos.drealentejo.pt/anexos/ site_bibliotecas/eb23scunharivara/

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Site: http://aearraiolos.drealentejo.pt/anexos/pagina06/biblioteca.html

E-mail:bibcunharivara@gmail.com

Catálogo On-line:www.rbe.min-edu.pt/

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Destaque

Dezembro ‘10

EXPOSIÇÃO COMEMORATIVA DOS 100 ANOS DA REPÚBLICA

N

o mês de Outubro, o grupo de História (400) organizou uma exposição no espaço da biblioteca da escolasede sobre a 1ª República. Os materiais apresentanas de jornais locais—A Évora e Democracia do

dos foram algumas págiVoz Pública, Notícias d’ Sul — uma listagem dos presidentes e dos governos entre 1910 e 1926,os vários projectos de bandeiras e a bandeira escolhida para a república. Além disso, o grupo colaborou com a biblioteca numa exposição de livros da época e de postais sobre a 1ª República. Para ser possível esta exposição, houve o apoio da Biblioteca Pública de Évora, cedendo digitalizações dos periódicos locais e da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República.

O grupo de História (400)

A SIMBOLOGIA DO GATO NO EGIPTO

S

upõe-se que o gato no Egipto existe desde o ano 4000 a.c. E que o seu nome era Bastet* A deusa do Egipto, é também a Deusa da Música e da Dança, protectora de todos os gatos, mas inimiga das serpentes! Se acidentalmente alguém matasse um gato era sujeito à pena de morte! E tinha um lugar de tal forma tão importante na família que se morresse, todos os membros da família rapavam as sobrancelhas em sinal de luto. Em caso de incêndio era mais importante tentar salvar os gatos que as pessoas, se não conseguissem cobriam-se com as cinzas destes animais e desfilavam pelas ruas torturando-se. No Egipto os primeiros hieróglifos ( sinais de escrita das antigas civilizações) para apalavra gato aparecem no século II a.c. O gato pelos serviços prestados como guarda de celeiros, passou a ser considerado sagrado, era mumificado e colocado em sarcófago e durante os funerais das famílias ricas e era proibido matá-lo ! Os primeiros nomes dos gatos foram Miw e Mau! Esta astúcia provocou a rendição imediata dos egípcios, os quais se recusaram a ter os seus animais sagrados no alvo das batalhas. Alunas do 7º A Teresa Vieira Domingues Erica Dias Calça Carolina Pequito Gomes Trabalho elaborado na aula de Língua Portuguesa, com o apoio da professora Paula Gaspar. No âmbito do projecto Etwinning, após a leitura de O Gato e o Escuro, Mia Couto

ENCONTRO COM A ESCRITORA LURDES BREDA

CENTRO NOVAS OPORTUNIDADES

O

s alunos Carla Fresca, Cristina Marcos e Tiago Marcos alunos integrados no decreto 3/2008, participaram num encontro com a escritora Lurdes Breda; efectuaram trabalhos dos livros: "A Nuvenzinha cor de farinha"; O Barnabé e as cores mágicas" e "O alfabeto Trapalhão". Os trabalhos foram expostos no Cine teatro quando da vinda da escritora, no passado dia 10 de Novembro. Núcleo de Educação Especial

Questionário (Gato) - Responde atentamente às perguntas relacionadas com o PowerPoint que te acabaram de apresentar. 1.1 - Quem foi Bastet ? 1.2 - Em que ano apareceu o gato ? 1.3 - O gato era inimigo de um animal . De qual ? 2 - Escreve V para as questões que sejam verdadeiras e F para as falsas . 2.1 Hieróglifos eram os nomes que davam ás profecias dos gatos . [ ] 2.2 O aparecimento dos gatos do Egipto foi por volta do ano 4000 a.C . [ ] 2.3 Quem criou o gato do Egipto foi a deusa Artemis . [ ] 2.4 Em caso de incêndio eram salvas as pessoas . Só depois os gatos . [ ] 3 - Completa o seguinte texto com as palavras certas . Um homem que acidentalmente ________ um gato era sujeito à ____ de _____ . O gato tinha um lugar de tal importância na _______ que se morresse todos os membros ________ as ________ em sinal de ____ . 4 - Liga as palavras que estão relacionadas. Bastet. . Símbolos Egípcios Artémis .

Hieróglifos .

Miw e Mau .

. Deusa do Egipto . Criadora dos gatos

. Primeiras palavras para os gatos 7º A—Professora Paula Gaspar 8

Destaque 9

Dezembro ‘10

Os Idosos na Sociedade Actual

S

obre este tema como a sociedade vive com os idosos, já falei alguma coisa na minha autobiografia É um tema que nos diz respeito a todos, porque nos vai atingindo a todos. Nem todos pensamos ou vivemos a situação da mesma maneira. Cada pessoa tem sentimentos diferentes, também nas famílias as ligações são diferentes. Por esse motivo é diferente de família para família, a maneira de lidar e cuidar de um idoso. Para muitas pessoas cuidar de um idoso pode ser um fardo pesado ter que cuidar do pai ou da mãe. Pelo emprego, que para muitas famílias é um meio de sobrevivência para fazer face às despesas do dia-a-dia, por isso torna-se difícil ficar com o idoso em casa. Antigamente, talvez porque os trabalhos eram diferentes, apesar das dificuldades os idosos ficavam em casa com os filhos. Hoje, com a vida agitada e o stress em que a maioria vive é difícil, mas por vezes essa razão também serve de desculpa para os meterem num lar, pagam e ficam, segundo eles, de consciência tranquila, cumpriram a obrigação, vão visitá-los uma ou duas vezes por mês, não se interessando mais por eles. Como disse na minha autobiografia, por vezes, os filhos não têm noção de como é triste para um idoso recordar toda uma vida de sacrifício por que passou e, ao chegar a esta fase da vida, sentir-se posto de parte pela família e despejado num lar. Eles são como as crianças, uma palavra de carinho, um simples bom dia com um sorriso ou um aperto de mão, para eles é muito importante. Eu vejo o que acontece comigo, o Vimieiro é uma terra pequena e todos nos conhecemos uns aos outros, quando encontro um idoso ou idosa vou falar-lhe e vejo como eles ficam tão contentes porque falo com eles e lhes dou um beijinho. No entanto, também conheço pessoas minhas amigas, entre elas, a minha afilhada Maria José que sempre cuidou da mãe com todo o carinho, e depois da avó até aos 106 anos, sem ter ajudas de ninguém, um dia pediu auxílio à assistente social e a resposta que recebeu foi: “ Ponha-a no lar e assim já a senhora pode ir trabalhar”. Para que os nossos idosos possam ter uma velhice mais digna com qualidade conforto e carinho, muita coisa terá que mudar na sociedade e no país a nível da Segurança Social, o que se antevê muito difícil nos próximos tempos. Uma grande maioria dos idosos sofre de graves problemas de saúde, são várias as doenças que afectam os idosos: Parkinson; Doenças cardíacas, Doenças psicológicas, Doença de Alzheimer. As mais comuns são a doença de Alzheimer e Parkinson. A doença de Alzheimer é uma doença do cérebro que provoca a morte das células cerebrais e a consequente atrofia do cérebro, é uma doença progressiva e incurável, começa por atingir a memória e, progressivamente, outras funções mentais, acabando com a completa autonomia dos doentes. Tornam-se incapazes de realizar a mais pequena tarefa, deixam de reconhecer os familiares, ficam incontinentes e muitas vezes acamados. Em muitos casos a doença provoca a confusão cerebral e demência. Não conhecem os familiares, não sabem quem são, andam sem sentido, sem saber onde vão, onde estão, ou o que querem. Vaguear, deambular, andar sem rumo é um perigo para o doente. Há cuidados que devemos ter se temos um doente de Alzheimer a nosso cargo. O doente deve trazer sempre algo que o identifique, uma pulseira com o nome morada e número de telefone, avisar as pessoas mais chegadas e os vizinhos para o estado do doente, assim, se ele sair sozinho pode ser ajudado mais facilmente. Em todas as fases da doença é necessário manter uma atitude carinhosa, tranquilizadora, mesmo protectora, mesmo quando os doentes parecem não reagir à nossa comunicação e aos nossos gestos de afecto. A doença foi identificada pela primeira vez pelo Dr. Alois Alzheimer em 1906. Apesar de décadas de pesquisa e estudo ainda não foi descoberto um medicamento que possa impedir o progresso da doença de Alzheimer. Infelizmente, ainda não há cura para a doença de Alzheimer. Portanto, o principal objectivo do tratamento é minimizar os danos e a progressão da doença. Como a doença de Alzheimer é uma doença que se manifesta por alterações do comportamento e afecta o cérebro dos idosos, as especialidades médicas que, geralmente, tratam de indivíduos com doença de Alzheimer são a psiquiatria, a neurologia e a geriatria. Existem duas classes principais de medicamentos para o tratamento da doença de Alzheimer. Uma é representada pelos medicamentos denominados de anticolinesterásicos e a outra, até ao momento, representada por um único medicamento, é a do antagonista dependente de voltagem dos receptores N-metil-D-aspartato (NMDA). (continua na página seguinte) 9

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Jornal ArrRivar  

1ª edição do Jornal ArrRivar do ano lectivo de 2010/11

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