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Índice: Atividades pré-escolar……………... 2/3 Estafeta 25 de abril ……..……..……… 5 Estudo da BE ...………….……..….....6/7 Exposições……………...…….….……8/9 Parlamento dos Jovens …………..22/23 Caminhos da água .....…..……….. 14/15 Dia da criança ………..……………......17 Desporto escolar ………………..…26/29 Casa dos Arcos ..…………………..30/31

Número: 25| Mês: junho | ano: 2015| Jornal Trimestral | Agrupamento de escolas de Arraiolos

EDITORIAL

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o dia 3 de maio, celebrou-se o Dia Mundial da Liberdade da Imprensa. “O atentado contra o jornal Charlie Hebdo, em Paris, no dia 7 de janeiro de 2015, trouxe para o debate recente, no espaço público, um valor matriz da civilização ocidental, estreitamente ligado ao nascimento da filosofia, da ciência e da democracia, e que pensávamos estar garantido: o da liberdade de pensamento, de criação e de expressão.” (RBE) Aproveitamos para relembrar que na BE pretendemos formar leitores de acordo com a sua própria contemporaneidade, com a pós modernidade, formando-os nas literacias de leitura, tecnológicas e de informação. Segundo Calixto, “a questão da literacia da informação situa-se na intersecção de dois campos profissionais: o educacional e o da informação” (2004: 2). Como profissionais da educação, esta intersecção serve os nossos propósitos em toda a sua amplitude. De acordo com Nascimento, a “ONU pretende que 2003-2013 seja uma década consagrada à literacia” (2006: 291). Segundo este autor e tendo em conta o estudo internacional Pisa, os alunos portugueses de 15 anos revelam problemas "que os colocam em nível de inferioridade no desempenho em literacia de leitura, matemática e ciências, quando comparados com os seus “pares” da OCDE”. Com o nosso trabalho de equipa, e sempre em estreita colaboração com os colegas, tentamos que os alunos sejam leitores/utilizadores da BE, cidadãos ativos e participativos, conhecedores dos seus deveres e direitos. Consideramos que só através do conhecimento poderemos atingir a “liberdade” e como nos diz o mesmo autor “se ler equivale a escolher, estamos no cerne do exercício de liberdade; por isso o incitamento à leitura deveria ser também orientado pelo princípio do respeito pela capacidade de escolha” (2006: 293).

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ada edição do jornal ArrRivar é um reflexo do trabalho desenvolvido ao longo de um período no Agrupamento de Escolas de Arraiolos. Este trabalho desenrola-se na sala de aulas entre o docente e os alunos da turma, em atividades no exterior como resultado de projetos desenvolvidos e apresentados em Conselho Pedagógico que constam, por norma, do Plano Anual de Atividades, atividades de parceria, nomeadamente com a Biblioteca Escolar. A equipa agradece a quem participa com notícias e relembra que estas são da responsabilidade de cada um. A equipa do ArrRivar

CALIXTO, José António (2004).“Literacia da Informação: um desafio para as bibliotecas” NASCIMENTO, Aires A. (2006) “Literacia, leitura e (des) bloqueamentos”

A equipa da BE e do ArrRivar Redação e montagem: Agrupamento de Escolas de Arraiolos: Ângela Rodrigues e Paula Gaspar

Patrocínios:


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A NOSSA SALA ESTÁ MAIS BONITA!

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á temos cortinados nas janelas.

Nós, os finalistas do jardim-de-infância, fizemos os desenhos, a Célia e a Catarina passaram-nos para os cortinados e as nossas mães pintaram-nos com tinta de tecido. A Adelaide diz que é para ficar uma recordação nossa quando formos para o 1º ciclo. Estamos muito contentes com o resultado, achamos que a sala está mais bonita e até ficamos com pena de ir embora… Os nossos cortinados ficaram fantásticos, pintámo-los com alegria e ficámos muito felizes de os ver prontos. (Lara) A nossa sala é a melhor de todas. (Tomás) Nós vamos gostar muito dos cortinados para sempre. (Gustavo)

Foto 1: desenhos da Neide e da Ariana

Os nossos cortinados são os mais bonitos do mundo. (Vânia) Os cortinados estão bonitos. (Raquel) O cortinado da Alice é o mais bonito de todos. (Ariana) Gosto muito do meu cortinado. (Rodrigo) Eu adoro o meu cortinado. (Alice) O meu cortinado está fantástico. (Neide) Adoro mil vezes o meu cortinado. (João)

Partilhamos convosco aqui algumas fotos.

Foto 2: desenhos da Vânia e do João

Foto 3: desenhos da Alice e do Tomás

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APRENDER A COMUNICAR EM LÍNGUA GESTUAL PORTUGUESA

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s pais do João são não ouvintes e por isso falam uma língua diferente da nossa. Eles falam Língua Gestual Portuguesa (LGP). Para também nós aprendermos a falar LGP, a mãe do João tem vindo à nossa sala todas as semanas, durante uma tarde. Já sabemos dizer em LGP as estações do ano, os meses e os dias da semana e quase todas as cores. Também já aprendemos a dizer o nome de alguns frutos, animais, meios de transporte e outras palavras/letras que temos curiosidade em saber como se dizem. A mãe do João consegue falar muito depressa mas para nós percebermos bem, faz os gestos devagar e repete-os muitas vezes. Ela nunca se cansa de repetir as mesmas palavras para que todos as possamos aprender. Jardim de Infância de Sabugueiro

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LIVROS ADQUIRIDOS COM O PROJETO LER +MAR

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HORA DO CONTO professora Ana Paula Delgado, elemento

da equipa da BE, esteve na sala do 3º ano, a apresentar a obra Os Avós.

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HORA DO CONTO professora Ana Paula Delgado, elemento da

equipa da BE, esteve na sala do 3º ano, na Hora do Conto.

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docente Paula Gaspar esteve na sala do 2º

e 4º C a apresentar a obra Brancaflor.

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HORA DO CONTO

ontos Populares Articulação com o currículo do 2º e 4º C.

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docente Paula Gaspar esteve na sala do 2º

e 4º C a apresentar a obra Os Avós.

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ESTAFETA CORRIDA 25 DE ABRIL

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LIVRO DO MÊS: ABRIL

LIVRO DO MÊS: MAIO

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s alunos do Agrupamento de Escolas de Arraio-

los estiveram presentes na Estafeta 25 de abril”15. A turma do 6º A, representada pelos alunos Paulo Oliveira, José Pereira, Alexandre Ribeiro, Francisco Gomes e Illia Fomichov participou no escalão de infantis,

LIVRO HAIKAI—EDIÇÕES DIGITAIS

tendo ficado em primeiro lugar. 1ª edição digital—Teresa Sande http://pt.calameo.com/read/0042808422a8fa4a92376 2ª edição digital—Aurora de Sá http://pt.calameo.com/read/004280842d1abea7431c9 3ª edição digital—Margarida Índias http://pt.calameo.com/read/004280842360caa692259 Imagens do livro que foi impresso com o apoio da Câmara Municipal de Arraiolos:

Após a receção do prémio, os alunos decidiram fazer a entrega dos troféus na Direção do Agrupamento .

Parabéns aos alunos!!! 5


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HÁBITOS DE LEITURA NOS ALUNOS DE ARRAIOLOS - CLUBE DE LEITURA* Questões colocadas: (i) Os adolescentes de hoje leem menos? (ii) Porque leem menos? (iii) Que importância têm as atividades de promoção e animação da leitura, dinamizadas pela equipa da biblioteca escolar, na aprendizagem dos alunos? (iv) Que importância têm as atividades de promoção e animação da leitura, dinamizadas pelos professores, na aprendizagem dos alunos? (v) Que conceitos têm de leitura?

Pergunta de partida Os alunos alteraram ou não os seus hábitos de leitura do 1º ciclo para o 2º ciclo e para o 3º ciclo e para o secundário?

Refletindo sobre a polissemia do conceito de leitura “A leitura é uma competência fundamental, pois através dela o ser humano comunica, conhece e reflecte sobre o mundo” (2010: 7). […] “A leitura é uma competência que, para além da descodificação gráfica, permite a compreensão, a inferência e a análise dos textos” (Menezes, 2010: 8). A interpretação da leitura faz-se à luz da interpretação que cada grupo social faz sobre a prática da leitura. Cada grupo social, cada geração apresenta diferentes interpretações.

Perfil das pessoas a serem entrevistadas As turmas escolhidas como público alvo são turmas de início de ciclo: Sétimo ano - início de terceiro ciclo Décimo ano - início de secundário. Analisados os dados recolhidos quer no Focus Group quer no inquérito por questionário, nas perguntas de resposta aberta, que nos facultam dados qualitativos, verifica-se que no sétimo ano há mais alunos a ler. Nos dois anos há alunos que procuram ler livros que lhes tragam alguma aprendizagem. Nos dados apresentados verifica-se ainda uma preferência por romances e por histórias verídicas. Nos dois anos há referências a alterações nos hábitos de leitura com aquisições de vocabulário. A leitura é identificada como atividade ligada ao prazer e é utilizada como passatempo. Denota-se uma preferência por romances que têm como técnica de venda um marketing muito forte sobretudo nos hipermercados, pois hoje em dia as livrarias são quase inexistentes na nossa sociedade.

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7º ano


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10º ano

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Nos gráficos obtidos com os dados recolhidos encontramos a confirmação do que foi anteriormente referido. Os alunos do sétimo demonstram um maior gosto pela leitura que os do décimo. No sétimo, a maioria, ou seja metade da turma (50%) responde ter lido o último livro há menos de um mês, no décimo pelo contrário, mais de metade (59%) refere ter lido o último livro há mais de um ano. No que diz respeito à utilização de computador e de dicionário, as turmas têm respostas semelhantes e expectáveis. A diferença surge sobretudo quanto ao facto de terem ao seu dispor livros de poesia e de ficção. O grupo mais novo revela números mais altos, cerca de 80% o que se contrapõe com os 40% e 60% respetivamente no décimo ano. São em maior quantidade os alunos que têm acesso a esse tipo de livros. A maioria, nos dois grupos, indica ter tido um adulto ou mais que lhe leu histórias na infância. A família, como primeiro espaço educador, deve dar o exemplo de cultura leitora; as crianças que veem os adultos ler vão interiorizando essa atitude. As que não tiveram essa oportunidade precisam que a escola apresente estratégias que permitam recuperar e descobrir, na adolescência, o gosto pela leitura. O ato de ler ou de contar histórias à criança de tenra idade, para além de criar laços afetivos entre o adulto e a criança, estimula a imaginação e valoriza a dimensão lúdica da leitura. As histórias têm um valor pedagógico e didático fundamental para o desenvolvimento psicológico da criança. Esta inicia o seu processo de leitura muito antes de saber ler. A escola tem como função, de entre outras, dotar os cidadãos da capacidade de ler, pois a leitura é uma competência essencial e indispensável para a vida em sociedade, para viver em comum. Por consequência, a escola deve proporcionar aos alunos, o contacto com o texto escrito a fim de que estes desenvolvam as capacidades inerentes ao ato da leitura, com o objetivo de formar leitores competentes, fluentes, críticos, proficientes e capazes de compreenderem uma diversidade de textos, em distintas situações comunicativas e com diversas finalidades de leitura. Só assim estaremos a formar leitores e a criar cidadãos ativos e participativos. A mediação da leitura é da responsabilidade de todos, com especial destaque para a família e para a escola.

CLUBE DE LEITORES – TRABALHO IMPLEMENTADO NO TERRENO PROPOSTA: dar continuação ao projeto

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LINKS DE JOGOS ELABORADOS POR ALUNOS EM TIC

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XPOSIÇÃO (2ª) HAIKAI NA BE CUNHA RIVARA

https://scratch.mit.edu/projects/58007474/

https://scratch.mit.edu/projects/58010144/

https://scratch.mit.edu/projects/58010556/

https://scratch.mit.edu/projects/58011024/

https://scratch.mit.edu/projects/58011578/

https://scratch.mit.edu/projects/58012022/

https://scratch.mit.edu/projects/58012514

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HORA DO CONTO

pai que se tornou mãe, José Eduardo Agualusa e contos populares.

1ª Exposição AMAR TERRA AMAR MAR maio — DGEste

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1ª Exposição AMAR TERRA AMAR MAR – 21, 22, 23 abril Esta exposição agrega todos os projetos ligados ao Ler+Mar,

de diferentes disciplinas, desde o 1º ciclo ao

12º ano e é constituída por objetos feitos com material reciclado.

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HAIKAI: 40 POEMAS À TERRA E À ÁGUA 1ª Exposição na Casa dos Arcos Duas visões aproximadas do estendal de poesia, captadas por Filipe Damil Vicente:

Visão de pormenor de um livro de artista ilustrado por Aurora de Sá.

O trabalho fotográfico de Filipe Damil Vicente apresenta agora uma imagem da sala da exposição e outra do cartaz de apresentação da exposição.

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Planos aproximados da mesa onde foram expostos diferentes exemplares de livros de artista (as fotos foram, mais uma vez, cedidas por Filipe Damil Vicente).


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HORA DO CONTO Conto tradicional - Brancaflor e Príncipe sapo - sala do 3º ano

A Rita e a Margarida leram para todos - sala do 2º e 4º C - Contos populares

As gravatas do meu pai, Pedro Seromenho – na sala do 3º ano

Articulação com o currículo Promoção do livro e da leitura Interpretação do texto verbal em analogia com o texto icónico (complementaridade) O prazer de ler 11


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Destaque HORA DO CONTO

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uas alunas partilharam as suas leituras de Contos populares (poemas …).

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HORA DO CONTO DEPOIS DE OUVIREM A HISTÓRIA OS ALUNOS ESCREVERAM UM RESUMO COLETIVO DA HISTÓRIA “A grande fábrica de palavras” de Agnès De Lestrade

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professora Paula Gaspar apresentou a obra O carneirinho branco (contos populares).

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pós o interregno das provas, a professora Ana Paula Delgado regressa à sala do 3º ano para contar mais contos populares.

um certo país, as pessoas precisavam de comprar palavras para poderem falar. Havia lojas de palavras de verão, de palavrões e de pequenas palavras. Na primavera havia saldos de palavras, de trinta e cinquenta por cento. Só os ricos podiam comprar as palavras mais importantes e repeti-las, porque eram muito caras. Os pobres iam aos caixotes do lixo procurar as palavras que algumas pessoas tinham deitado fora. Encontravam palavras que raramente se diziam, como por exemplo “pés de cabra” e “rabos de coelho”. Os meninos comiam sopa de letras, que juntavam para fazer palavras. Num dia de ventania, as palavras voaram com o vento e o Filipe apanhou, com a sua rede de apanhar borboletas, três delas: cereja, poeira e cadeira. Ele queria guardá-las para um dia especial – os anos da Sara, por quem estava apaixonado. O Óscar, que era um menino rico, podia dizer tudo o que quisesse, porque tinha muitas palavras. Nos anos da Sara, ela e o Filipe encontraramse nas escadas, porque viviam no mesmo prédio, e sorriram um para o outro, porque o Filipe não tinha palavras para dizer “bom dia” ou “olá”. Entretanto, o Óscar aproximou-se da Sara e disse: - Amo-te do fundo do coração, minha Sara! Um dia iremos casar. O Filipe ouviu o que o Óscar disse e baixinho murmurou: - Cereja, poeira, cadeira! A Sara ouviu e deu-lhe um beijo no nariz. Como o Filipe tinha guardado a palavra “repete”, usou-a, olhando a Sara olhos nos olhos. 25/5/2015 Turma do 3º D de Arraiolos

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professora Paula Gaspar apresentou, na sala do 3º ano, a obra Sábios como camelos de José Eduardo Agualusa.

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Concurso EUROSCOLA 2014/2015

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os passados dias 25 e 26 de Maio 2015, participámos no concurso do EUROSCOLA, representando a Escola Cunha Rivara e o distrito de Évora na sessão nacional na Assembleia da República, em Lisboa, depois de termos passado na fase distrital. Fizemo-nos acompanhar pelo professor Henrique Gonçalves, que nos ajudou a realizar esta atividade. O concurso EUROSCOLA é um concurso que visa selecionar, a nível nacional, as escolas que irão representar Portugal nas Sessões Euroscola do Parlamento Europeu, em Estrasburgo, onde, durante um dia, jovens de toda a União Europeia debatem temas europeus.

Por último, mas não menos importante, não nos podemos esquecer do apoio que os nossos colegas deram para a realização do guião de trabalho. João Lóios e Leandro Recharto, 10ºC

A apresentação que fizemos em forma de dramatização permitiu-nos ficar em terceiro lugar a nível nacional, o que poderá fazer com que nós Leandro, João e todas as pessoas que nos ajudaram na realização deste trabalho possamos vir a representar Portugal na sessão do Parlamento Europeu em Estrasburgo. Em Lisboa, na Assembleia da República, onde decorreram os trabalhos e onde decorreu também a Sessão Nacional do Parlamento dos Jovens, travámos novas amizades com alunos e professores de outros distritos, o que foi uma experiência muito boa e contactamos com espaços deveras interessantes por exemplo, onde são tomadas decisões de alta importância e se reúnem políticos que regem os destinos do nosso país. Agradecemos à professora Sandra Quaresma pelo tempo que empregou na preparação da nossa dramatização, não podendo esquecer o professor Henrique Gonçalves, pois foi ele que nos motivou e que sempre esteve do nosso lado a apoiar-nos e a dar-nos força para a sua boa execução, desvalorizando o lugar em que ficaríamos, interessando sim a participação.

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CAMINHOS DA ÁGUA - 4 DE MAIO

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s alunos do 7ºA, 8ºC, 9ºB e 12ºA acompanhados pelos professores: Ana Paula Ribeiro, Aurora de Sá, Fili-

pe Fialho, Luís Silva, Margarida Índias e Paula Gaspar, guiados por elementos da Câmara Municipal Daniel Freixa e Isabel Bizarro pelas bucólicas veredas que nos conduzem às diferentes fontes nas proximidades de Arraiolos. Os alunos recolheram plásticos e água para análise e apontamentos para redigir artigos.

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nosso próximo objetivo…


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Caminhos de Água — 4 de maio Atividade em parceria com a Câmara Municipal de Arraiolos ‘’Caminhos de Água’’ No passado dia 4 de maio de 2015, a nossa turma (8.ºC), juntamente com as turmas do 7.ºA, 9.ºB e 12.ºA, fez uma caminhada, para conhecermos os pontos de água em Arraiolos. Às 9:05h, as turmas concentraram-se na escola, de onde seguiram até à praça, onde estavam dois funcionários da Câmara Municipal, um deles com a função de nos contar a história de cada ‘’ponto de água’’. Às 9:30 partimos nessa caminhada! Agora vamos falar um pouco de cada ponto: 1.º - Situa-se nos arredores de Arraiolos. Foi mandada construir pela Câmara e pelo povo, em 1844. As pessoas diziam que esta continha a melhor água para se ingerir, no entanto, costumavam ingerir água da fonte ao lado; 2.º - São João - A sua água abastecia a bacia e servia para regar o pomar e as hortas; 3.º - Perto deste ponto de água, havia (e ainda há) arbustos de murta, que o povo colhia; 4.º - Fonte que se situa no centro do claustro, comparado ao ‘’centro do mundo’’ (ambos estão divididos em quatro partes). Era aqui que as pessoas ficavam quando os monges, do primeiro piso, lhes atiravam pães; 5.º - Não foi possível vermos este ponto, pois estava coberto de silvas, mas sabemos que havia um muro, que lhe dava acesso, por onde as pessoas passavam; 6.º - Deste ponto sabemos pouco, apenas que era um tanque e se situa perto do 5.º ponto; 7.º - ETAR-Estação de Tratamento de Águas Residuais; 8.º - Fonte mais antiga de Arraiolos. Depois desta longa caminhada, fomos almoçar e pela tarde tivemos aulas normalmente!

No passado dia 4, quatro das turmas da nossa escola realizaram uma caminha à descoberta dos pontos de água de Arraiolos. Partimos da Praça do Município e fomos ao encontro da primeira fonte, construída no ano de 1844, no século XIX, pela Câmara Municipal e pelo povo. A água desta fonte era a melhor para consumo humano, no entanto, as pessoas não preferiam esta água. De seguida, dirigimo-nos até à Fonte de São João, que era boa para consumo próprio e para a higiene, mas as pessoas tiravam maior partido desta água para regar as hortas. A Fonte da Nossa Senhora da Conceição foi o nosso terceiro ponto de paragem. Era um local com abundância de murta, o que levava a população a deslocar-se até lá. Por último, seguiu-se a Fonte do Claustro, no Convento dos Lóios. Segundo o guia, encontrava-se no "centro do mundo". Mundo esse que se dividia em quatro partes - Norte, Sul, Este e Oeste.

Joana Rebocho,nº14 Ruben Ravasqueira, nº22 Vasco Arnaud, nº24

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ATIVIDADES DO CURSO VOCACIONAL

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o presente ano letivo, o curso vocacional experimentou algumas novida-

des na área de produção agrícola. Além das atividades de rotina na agricultura, preparação do solo, monda, desbaste, rega e colheita, os alunos experimentaram transformar alguns produtos provenientes da atividade agrícola. Fizeram compotas de maçã e canela e abóbora. Estavam deliciosas!!

Este ano letivo, para além das culturas já produzidas no ano anterior, foi introduzida a cultura da courgette, a qual se revelou bastante produtiva e de grande qualidade. Salienta-se que os produtos obtidos da nossa horta são 100% biológicos, não sendo alvo de qualquer adubação nem tratamento fitossanitário.

O corte e manutenção de vegetação nos espaços exteriores envolventes da escola foi realizado por roçadeiras mecânicas, gentilmente emprestadas pela Câmara Municipal de Arraiolos. A pedido da ECOESCOLAS foram também colocados os ecopontos, em locais de maior necessidade, por toda a escola.

Arraiolos, 18 de Junho 2015 A docente Sílvia Andrezo

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DIA DA CRIANÇA

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tividade do Dia da Criança...cozinhar em fornos solares. Atividades monitorizadas (e bem!), pelos alunos de 8ºC. Fornos construídos pelos alunos crescidos...petiscos oferecidos aos pequeninos...

Atividade do dia da criança...bolas de sabão

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o dia 1 de junho de 2015, os alunos do 8ºC dirigiram-se para o circuito de manutenção para festejar o “Dia da Criança” com os alunos do 1º ciclo e Jardins de Infância do concelho de Arraiolos. Fomos mostrar às crianças como o sol também pode ser usado para cozinhar alimentos. Levámos muitos fornos solares. Cortamos bananas em pedaços e fizemos espetadas. Demos às crianças que iam aos fornos solares passá-las por chocolate derretido nos fornos solares.Também fizemos maçãs assadas com açúcar. Tínhamos também bancadas pera eles fazerem bolas de sabão. Gostamos muito deste dia e esperamos que as crianças também tenham gostado. Ruben Ravasqueira, nº22, 8ºC

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PARQUE NATURAL DA SERRA DA ESTRELA

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o âmbito da disciplina de Conservação da Natureza realizámos uma visita de estudo ao Parque Natural da Serra da Estrela, entre os dias 10 e 12 de abril, com os professores Ana Fonseca, Ana Rita Ribeiro e Henrique Gonçalves e outros membros da comunidade escolar. A visita de estudo iniciou-se no dia 10 (sexta-feira) às 18:40h, com a partida do autocarro em direção a Pavia e Alter do Chão. Na estação de serviço da Barragem do Fratel fizemos uma paragem onde jantámos; de seguida prosseguimos viagem em direção a Castelo Branco, Covilhã e Penhas da Saúde; chegámos às 23:45h à Pousada da Juventude das Penhas da Saúde. No dia 11 (Sábado), levantámo-nos e às 8:30h tomámos o nosso pequeno-almoço. De seguida iniciámos a visita guiada pela Serra da Estrela com os guias Filipe Martins e Rui Ribeiro. A visita teve início na Nave de Santo António, seguimos viagem em direção ao Covão d’Ametade, o ponto seguinte foi o Vale Glaciário do Zêzere, visitámos a sua nascente; fizemos uma pequena paragem no Viveiro das Trutas, depois deste ponto fomos à vila de Manteigas. Dirigimo-nos ao Covão da Ponte, depois seguimos para o Vale do Rossim, onde almoçámos num espaço muito bonito nas margens do Mondego, chamado Covão da Ponte. De seguida, dirigimo-nos às Salgadeiras, lagoas glaciárias. Visitámos também a barragem da Lagoa Comprida, que foi construída há cerca de 100 anos para fornecer eletricidade. E, por último, fomos à Torre da Serra da Estrela, que se encontra a 1993m de altitude. Regressamos à Pousada da Juventude, onde nos despedimos e agradecemos aos guias pelo seu trabalho prestado; de seguida preparámo-nos para ir jantar. Depois deste longo e maravilhoso dia descemos até ao salão de convívio, na Pousada da Juventude, onde pudemos disfrutar do conforto da sala, televisão, jogos e convívio. No dia 12 (Domingo), depois de preparados e com o pequeno-almoço tomado às 9:30h, iniciámos viagem para Castelo Branco, onde visitamos o jardim da cidade e de seguida o Jardim do Paço Episcopal. Este bonito espaço do século XVIII é composto por inúmeras estátuas de diversas temáticas, nomeadamente de santos, de reis de signos do zodíaco entre outras. Depois de almoçarmos no Mcdonald’s e de visitarmos o Fórum da cidade de Castelo Branco, seguimos viagem até Arraiolos, onde chegámos pelas 18h. Esta visita de estudo foi, sem dúvida, bastante importante para nós, como técnicos de Gestão do Ambiente porque aprofundámos os conhecimentos que já tínhamos sobre as características físicas, a vegetação e fauna da Serra mas também adquirimos novos conhecimentos, nomeadamente os riscos que decorrem da utilização da Serra como espaço de lazer e desporto durante o Inverno. Alunos do curso Profissional

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DESCOBRIR MÉRIDA

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ecorreu nos dias 19 e 28 de maio uma visita de estudo a Mérida (Espanha) no âmbito das disciplinas de Espanhol e História. Realizaram esta visita alunos de 8º e 10ºanos. Tivemos a oportunidade de conhecer o legado romano e árabe desta cidade. Lugares como o Museu de Arte Romana, o Anfiteatro e o Teatro Romanos, o Templo de Diana, a Alcazaba e as pontes sobre o rio Guadiana, fizeram-nos imaginar tempos passados e perceber a grandeza histórica daquela época. Todos estamos de parabéns pela excelente visita que se realizou, com tranquilidade, boa camaradagem e respeito.

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MOSTRA GASTRONÓMICA

o dia 19 de março realizou-se na nossa escola uma mostra/venda de doces típicos espanhóis (crema catalana, buñuelos, polvorones, yemas de Ávila) e ingleses (scones e chá). Nham Nham! Os pasteleiros que dinamizaram esta atividade, alunos do 8ºB (espanhol), 5ºB e 5ºD (Inglês) adoçaram as suas iguarias com uma pitada de alegria, carinho e diversão, tornando a mesma única e especial.

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PROVAR SABORES

os dias 11, 12 e 13 de maio realizou-se uma pequena mostra gastronómica na cantina da nossa escola, que teve como objetivo despertar o paladar dos nossos alunos para os sabores vindos de Espanha, França e Inglaterra. Assim, os alunos tiveram a oportunidade de provar pratos típicos destes países. Em representação da cultura gastronómica espanhola, o prato apresentado foi crema de zanahoria, tortilla de patatas e natillas. Velouté de légumes, coq au vin et de la mousse au chocolat foi a surpresa da ementa francesa, sendo possível déguster os sabores gauleses. A cultura gastronómica inglesa foi representada por leek soup, fish and chips and pudding. A atividade teve bastante sucesso junto dos alunos, que apreciaram a diversidade dos alimentos apresentados. Alunos e professores dos grupos disciplinares envolvidos agradecem a colaboração da empresa responsável pela cantina da escola, bem como das funcionárias da mesma.

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OS HEBREUS

s antepassados dos Hebreus eram pastores nómadas e viviam na Mesopotâmia. À cerca de 1800 a.C., o patriarca Abraão abandonou a sua terra e mudou -se com o seu povo para a Palestina. De seguida, os Hebreus dirigiram-se para o Egito, por volta do ano 1300 a.C., após uma situação de quase escravidão, regressaram à Palestina guiados por Moisés que tinha como missão libertar os Hebreus, pois Jeová disse a Moisés os dez mandamentos que se tornaram numa lei divina para os Hebreus. Os Hebreus tiveram como principais reis Saul, David e Salomão. Após a morte de Salomão a Palestina dividiu-se em dois reinos: Israel e Judá, que foram mais tarde conquistados por vários povos. Depois da conquista romana, iniciou-se a dispersão dos Hebreus pelo mundo (Diáspora). A Religião dos Hebreus era monoteísta pois acreditavam num único deus que era Jeová. E acreditavam na vinda de um messias que iria libertar os Hebreus (Messianismo).

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OS FENÍCIOS s Fenícios eram navegadores e comerciantes.

Barco fenício

Porto fenício

Os fenícios viviam na costa do mar mediterrâneo, a norte da Palestina onde criaram várias cidades.

Cidade de Tiro

Cidade de Sídon

Margarida Pequito, 7ºB

A RELIGIÃO EGÍPCIA

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A VIDA APÓS A MORTE

s egípcios eram muito religiosos. Eram politeístas (acreditavam em vários deuses). Os egípcios acreditavam que existia um mundo dos mortos semelhante ao mundo terreno. Para aceder a esse mundo era necessário passar no tribunal de Osíris. Para que o morto passasse no tribunal era necessário que o coração pesasse menos do que uma pena de avestruz (pena de Maat – deusa da justiça), assim iria ter acesso eterno ao mundo dos mortos. Caso contrário se o coração pesasse mais do que a pena, o morto iria ser devorado por um monstro com cabeça de crocodilo. Os egípcios embalsamavam os mortos pois era necessário preservar o corpo, para que a alma tivesse um corpo para renascer. Este processo tinha vários passos. O primeiro passo era lavar o corpo e retirar alguns órgãos, os mesmos eram colocados em vasos canopos. O cérebro era retirado pelo nariz com um ferro curvo. De seguida o corpo era colocado num recipiente com natrão, para preservar o corpo. Este processo podia demorar até 70 dias até estar concluído. Por último o corpo era perfumado e colocavam mais produtos para preservar o corpo. De seguida o corpo era enrolado em faixas de linho e assim era posto no sarcófago. Mas o embalsamento era só para os mais poderosos. Os camponeses apenas colocavam os mortos em bruacos/covas como se estivessem a dormir. A cova era depois tapada com um tapete de linho e às vezes colocavam grandes pedregulhos para evitar que os chacais perturbassem os mortos. Joana Carrasqueira, 7º B

Cidade de Biblos

Como viviam nas costas, a sua principal atividade era o “Comércio marítimo”. Os Fenícios ao terem uma grande quantidade de cedro possuíam bastantes barcos. De produtos e exportações próprias, constavam objetos de metal, de cerâmica e de vidro, assim como tecido de lã e de algodão. Embora produzissem objetos em grande número e a baixo preço, faziam também peças de grande perfeição. Os fenícios adotaram uma nova escrita que se fazia da direita para a esquerda, com um alfabeto de 22 palavras só com consoantes, cada palavra representava um som. Adotaram esta escrita pois no comércio era preciso Escrita fenícia uma escrita simples. Gonçalo Silva, 7º B

(texto escrito num momento de avaliação formal)

Resumos e textos elaborados por alunos do 7º ano, no âmbito da disciplina de História 20


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ESTAFETA 25 DE ABRIL

N

o passado dia 24 de Abril, "Os profs" equipa constituída pelos professores Filipe Fialho, José Mateus, António

Monteiro, Júlia Alves e Rui Rebocho, participou na Estafeta 25 de Abril. Estafeta organizada pelo Município de Arraiolos e Junta de Freguesia de Arraiolos com 5 percursos de aproximadamente 2 km. Como já vem sendo hábito a equipa percorreu as ruas da freguesia de Arraiolos na partilha da necessidade de adopção de estilos de vida saudável e de convívio entre todos os membros da comunidade local/escolar.

AGRADECIMENTO

F

im de mais um ano… Fim de mais um caminho tracejado, traçado, delineado, por mim, por ti, meu aluno, por

ti, meu colega, por todos nós. Fecho as portas a este ano letivo já com nostalgia daquilo que ele representou. Foi o reerguer de uma pessoa, que sou eu, foi o reerguer da motivação para participar neste processo que é o ensino-aprendizagem. Para isso contribuíram muitos dos colegas que todos os dias me acompanharam, me ouviram, me apoiaram; os meus alunos que me recebiam com um sorriso na cara, mesmo quando sabiam que a aula ia ser “dura”, como fazia questão de lhes dizer logo no início; os nossos funcionários sempre presentes, atentos, disponíveis para tudo o que lhes era pedido. A todos quero deixar o meu agradecimento. Dizer que é um prazer trabalhar com pessoas tão especiais todos os dias. Muchísimas gracias a todos. Sois muy guapos!!!! Mafalda Andrade

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PARLAMENTO DOS JOVENS (EB) “COMBATE AO INSUCESSO ESCOLAR” 4 E 5 DE MAIO — SESSÃO NACIONAL

N

O círculo

de

Évora particio âmbito do Parlamento dos Jovens,

comissão, sala 6

pou na 4ª

nos dias 4 e 5 de maio participaram na ses-

co-

são nacional, na Assembleia da República,

missão, sala 6, presidida pela deputada do

em representação do círculo de Évora

PCP, Rita Rato, coadjuvada pela deputada

(conjuntamente com outros dois alunos da

Maria de Medeiros do Partido Socialista.

Escola Secundária de Vendas Novas: Dani-

Nesta comissão participaram também os

el Cardoso e Beatriz Dias), as alunas Sara

círculos de Castelo Branco, Açores, Leiria,

dos Castelos e Mafalda Gomes da Escola

Porto, Santarém e Viseu. Os projetos de

EB2 com Ensino Secundário de Cunha Ri-

recomen-

vara de Arraiolos, e a aluna Marta Ramalho

dação

participou como repórter. Foram acompa-

em

nhadas pela professora Ângela Rodrigues.

debate

A Sara dos Castelos assumiu o papel de

foram

porta-voz do círculo de Évora, eleita para o

os dos

efeito na sessão distrital.

círcu-

Na edição deste ano letivo da sessão nacional estiveram envolvidos 43 jovens, na qua-

los de

Jornalistas entrevistam a deputada Rita Rato do PCP (entre eles encontra-se a Marta Ramalho)

Castelo,

lidade de repórteres, de 19 círculos eleitorais: Açores, Aveiro, Beja, Braga, Bragança,

Évora, Porto, Santarém e Viseu. Foi aprova-

Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Leiria, Lis-

do o projeto de recomendação de Santarém

boa, Madeira, Portalegre, Porto, Santarém,

e, de seguida, aprovaram-se três questões

Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real e Vi-

a colocar aos deputados dos diferentes par-

seu.

tidos, na sessão plenária do dia seguinte.

Na tarde do dia 4 de maio os 128 deputados, distribuídos por quatro comissões, apresentaram e discutiram as diversas medidas dos diferentes círculos.

No dia 5 de maio deu-se início à sessão plenária, cuja mesa era composta por: Presidente

-

Pedro

Dinis

(Leiria),

Vice-

Presidente - Francisco Pereira (Porto), Secretário da Mesa - Mariana Salazar ( Bragança) e Secretário da Mesa - Beatriz Moreira (Madeira). Num primeiro momento os deputados colocaram as questões, votadas nas quatro comissões do dia anterior, aos deputados pre-

Círculo de Évora – dia 4 de maio – participação na 4ª comissão

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sentes dos vários partidos políticos, entre

Entretanto, na sessão plenária, estava a

eles, a Rita Rato (PCP), Heloísa Apolónia

decorrer o debate e posteriormente proce-

(Os Verdes), José Soeiro (Bloco de Esquer-

deu-se à votação das medidas que iriam

da), Rui Pedro Duarte do PS, Michael Seu-

ser aprovadas e apresentadas à Assem-

fert (CDS-PP) e Pedro Pimpão do PSD.

bleia da República. Foram recomendadas

Os repórteres ausentaram-se da sala do

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dez medidas.

senado para participarem na conferência de imprensa, e entrevistarem o Comissário da Educação, do Desporto e da Cultura, Abel Baptista e o Deputado Pedro Pimpão do PSD. Foram colocadas variadíssimas questões, entre elas as da jornalista do círculo de Évora, Marta Ramalho: “Como pensam combater a crise atual?”; “Quais as principais cau-

Sara dos Castelos – Porta-voz do círculo de Évora, sessão plenária (5 de maio)

sas do insucesso escolar?”; “Quais as tarefas que um deputado tem que realizar no seu dia a dia?“; “Quem será o maior responsável pelo insucesso escolar?”; “O que

Entrega dos certificados de participação, à Sara dos Castelos (porta-voz), aos deputados do círculo de Évora

No final celebrámos os 20 anos do programa Parlamento dos Jovens no Ensino Básico.

Conferência de Imprensa

poderia ser feito para combater o insucesso escolar?”; “Contribuirá também a

família

para o insucesso escolar?”.

A repórter Marta Ramalho Foto de grupo

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ALMOÇO CONVIVIO - DIA 12 DE JUNHO DE 2015

EMENTA:        24

Sopa de puré de grão e espinafres Carne de porco com ameijoas Bifinhos com cogumelos Bacalhau à Brás Polcas Mil folhas Pastéis de toucinho


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FOI MUITO DIVERTIDO! PARA O ANO VAMOS REPETIR! COM MAIOR PARTICIPAÇÃO!!

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DESPORTO ESCOLAR 2014/15

– Natação –

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inalizado mais um ano letivo é hora de balanços e, no que diz respeito ao grupo equipa de natação, este é muito

positivo. O grupo viu o número de atletas aumentar, em particular nos escalões de menor idade, infantis A e Infantis B e manteve o nível competitivo que tem vindo a demostrar nos últimos anos. Há a registar que este aumento de elementos também foi conseguido devido ao excelente apoio da CM Arraiolos que disponibilizou mais tempo e dias para os nossos atletas treinarem. Assim, normalmente ao longo do ano, nos dias de treino, tivemos perto de vinte nadadores em plena atividade. Uns a aprender e a desenvolver as técnicas de nado e outras já numa busca da melhoria dos seus resultados. No que diz respeito aos resultados, quando há trabalho sério eles surgem sempre, e foi o que voltou a ser conseguido pelos jovens nadadores da nossa Escola. Após a fase local, nove nadadores e três árbitros tiveram direito a estar presentes na Final Distrital que se realizou em Borba, onde se destacaram os seguintes resultados: Infantis A: Miguel Reto (5º B) 1º lugar 25m Livres e 2º lugar 25m Costas. Infantis B: Núria Varela (7º B) 1º lugar 50m Costas e 1º lugar 25m Bruços; Maria do Carapinha (6º B) 3º lugar 50m Costas; José Baldeira (7º B) 2º lugar 50m Costas e 25m Brucos, 3º lugar 50m Livres. Iniciados: Maria Pimpão (7º B) 1º lugar 100m Livres e 100m Estilos, 2º lugar 50m Livres. Juvenis: Maria Arnaud (11º A) 1º lugar 100m Livres e 100m Costas, 2º lugar 50m Livre; João Lopes (10º B) 1º lugar 50m Costas; Tomás Casas Novas (11º B) 1º lugar 100m Costas e 25m Mariposa. Decorrente deste desempenho foram apurados cinco nadadores para os Campeonatos Regionais que decorreram em Évora e ainda os alunos Margarida Oliveira (11º A), Mariana Martins (11º A) e o Gonçalo Ribeiro (12º A) como juízes árbitros. Conquistaram lugares de pódio os seguintes atletas: Maria Pimpão (Iniciada) - 1º lugar 100m Estilos e 3º lugar 100m Livre; Maria Arnaud (Juvenil) – 2º lugar 100, Costas e 3º lugar 100m Livres; João Lopes (Juvenil) – 3º lugar 50m Costas; Tomás Casas Novas (Juvenil) – 2º lugar 200m Livre. Os três alunos juvenis com a sua participação anterior conquistaram o direito de fazer parte da seleção de natação que foi representar o Alentejo nos Campeonatos Nacionais do Desporto Escolar na cidade de Lisboa nos dias 14 a 17 de maio tendo todos conseguido melhorar os seus recordes pessoais nas provas onde participaram.

Prof. António Monteiro e Prof. José Mateus

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– BTT – núcleo de Bicicleta todo o terreno (BTT) da Escola Cunha Rivara, continuou no presente ano letivo a desen-

volver as suas atividades, sendo a principal novidade a presença de atletas do 1º ciclo. Com um calendário competitivo mais extenso (pois o número de escolas presentes têm vindo a aumentar) foi possível que os nossos atletas obtivessem maior rodagem antes de chegar a derradeira prova disputada em Évora, os Regionais de BTT na sua vertente XCO. Nela os alunos/atletas da Cunha Rivara obtiveram resultados de destaque: Gonçalo Ribeiro e André Serranito, 1º e 2º classificado respetivamente no Escalão de INF A; Ricardo Russo 2º classificado no escalão de INIC e Finalmente o César Sequeira que se sagrou Campeão Regional no escalão de JUV, e como tal conquistou o direito a representar o Alentejo nos Campeonatos Nacionais de DE disputados de 14 a 17 de Maio em Lisboa. O César obteve um brilhante 7º lugar numa prova de elevado grau de dificuldade física e técnica, onde cada uma das quatro (4) voltas dos cerca de 1900metros que os atletas tinham de percorrer no Belíssimo cenário da Mata de Monsanto, possuía +/- 100 metros de acumulado positivo. Esperamos para o próximo ano letivo consolidar este grupo de atletas, com a inclusão de caras novas e quem sabe o surgir das primeiras atletas Femininas.

Prof. José Mateus

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– Desportos Gímnicos – grupo de desportos gímnicos integrado nas modalidades desenvolvidas pelo núcleo do Desporto Es-

colar do AE Arraiolos, contou com dezanove alunos inscritos. Realizaram-se ao longo do ano letivo quatro encontros com a escola de Santa Clara de Évora. Com uma participação consistente os alunos do agrupamento tiveram que “prestar provas” nos saltos de mini trampolim e na disciplina de solo. De destacar as presenças das alunas Mónica Lopes com um segundo lugar e Alice Mota com um terceiro lugar no nível 1 Feminino, no final dos dois primeiros encontros, tendo-se repetido na classificação geral no conjunto dos últimos dois encontros. No masculino de destacar o primeiro lugar do aluno Manuel Candeias no nível 1 e o segundo lugar do aluno Ricardo Carvalho no nível 2, também nos primeiros dois encontros. De destacar ainda outras classificações obtidas por aluno/as do agrupamento: Francisco Gomes, primeiro lugar e Pedro Pereira, terceiro lugar, ambos no nível 1masculino no primeiro encontro de desportos gímnicos. No femininos as alunas Nélia Passos e Ana Arco conquistaram o quinto lugar, nível 1, no primeiro e quarto encontros respetivamente. Prof. Pedro Rodrigues

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– Ténis de Mesa – grupo equipa de Ténis de Mesa da nossa escola finalizou por este ano as suas atividades. Foi um ano

de renovação de elementos e onde tivemos o prazer de incluir alunos do 1º ciclo. O grupo manteve-se sempre pequeno mas muito unido, onde os mais “experientes” nesta modalidade procuram ajudar os recém chegados, numa atitude de partilha e cooperação típica dos valores promovidos pela prática desportiva. Tendo em conta a idade dos praticantes, este ano o grupo só competiu nos escalões de Infantis A, Infantis B e Iniciados. Embora a maioria estivesse a dar os primeiros passos nesta modalidade, foram conseguidos bons desempenhos. Ao nível dos Infantis o aluno Paulo Oliveira (6º A), Inf B, superou a fase local, ficando em 2º lugar no seu grupo, o que lhe permitiu o apuramento para a Final Distrital que se realizou em Portel. No que diz respeito aos Iniciados, tanto o André Esteves (7º A) como o Rodrigo Nogueira (7º B) obtiveram também apuramento para o Final Distrital e decorrente do seu desempenho nessa competição, o André obteve a classificação de 9º entre 27 participantes, que lhe permitiu participar nos Campeonatos Regionais que se realizaram de 24 a 26 de abril na cidade de Évora. Para o próximo ano, com melhor assiduidade e maior número de praticamente, esperamos que este grupo equipa possa vir a trazer mais e melhores momentos de prática desportiva aos seus elementos.

Prof. António Monteiro

N

– Futsal Infantil B Masculinos – o ano letivo 2014/2015 o grupo/equipa de Infantis B de Futsal esteve integrado na serie C do desporto escolar, da qual fizeram parte as equipas das seguintes escolas: Escola básica 2º e3º ciclos de São João de

Deus de Montemor o Novo, Escola Secundária de Alcácer do Sal e a Escola Básica 2º e 3º Ciclos e Secundária de Mora. A equipa realizou seis jogos. terminando a competição em 4 lugar com 5 derrotas e uma vitória. Apesar dos resultados a equipa está de parabéns pelo trabalho, empenho e fair play demonstrado em todos os jogos. Os alunos que representaram a escola durante estes 6 jogos foram: Pedro Anico, Rafael Serra e Ivan Monteiro do 5ºB; Marco Figueiras, Pedro Catronas, José Maneta, Tomás Oliveira e Francisco Pinto do 5ºD;

Alexandre Ribeiro,

José Pereira, Rodrigo Pirata e Sebastião Santos do 6ºA; João Goulão e João Parreira do 6ºB; Guilherme Antas e João Rosado do 7ºA e Diogo Pinto do 3º E.

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Futsal Infantil B Masculinos - Prof. Júlia Alves

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– Futsal Juvenil Masculinos – ste ano letivo a equipa de futsal da nossa escola, na fase de grupos defrontou a Escola Secundária de

Alcácer e a Secundária de Vendas Novas, tendo ficado com todo o brilhantismo em primeiro lugar desse mesmo grupo. Após esta fase, fomos disputar o acesso à final distrital com a Escola Secundária André de Gouveia, jogo que saímos derrotados. No jogo que decidia o 3º e 4º lugar, defrontámos novamente a Escola de Alcácer do Sal em Évora. Apesar de irmos muito desfalcados, pois tínhamos muitos alunos em visita de estudo, lutámos até final, no entanto, perdemos, mas saímos de “cabeça erguida”. Obtivemos o 4º lugar a nível distrital, tendo em conta que tínhamos alunos maioritariamente de primeiro ano deste escalão, foi uma excelente prestação para uma equipa que o futuro se apresenta “risonho”. Prof. Filipe Fialho

– Basquetebol Iniciado Feminino –

F

oi o segundo ano desta modalidade na escola, portanto para a maioria das alunas era o seu primeiro

ano, pois baixámos o escalão. Inicialmente estávamos inscritos como infantis, mas como era a única equipa a nível distrital desse escalão, fizemos equipa de iniciadas. Em termos competitivos as dificuldades sentidas eram de esperar, pois tínhamos no grupo equipas mais experientes como a Escola Conde Vilalva, Vendas Novas e André de Resende. Mesmo assim, a evolução foi bastante significativa, facto notado no último jogo com a EB Alcáçovas/Viana em que perdemos apenas por 5 pontos. Será também uma modalidade de futuro, porque neste ano oram muitas as alunas infantis que competiram pelas iniciadas. Prof. Filipe Fialho

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ABERTURA DO TAPETE ESTÁ NA RUA—EXPOSIÇÃO NA CASA DOS ARCOS

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exposição AMAR TERRA AMAR MAR participa no evento com os livros Haikai que temos vindo a divulgar, os

alunos disponibilizaram-se para um momento de música e de dança, texto de Aurora de Sá sobre a nossa responsabilidade enquanto habitantes do mundo e um pouco do mar (poluído) no Alentejo, vejam se encontram os peixes no "mar de pneus"...

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ABERTURA DO TAPETE ESTÁ NA RUA—DAS RIBEIRAS AO MAR… DE PLÁSTICO

O

s oceanos ocupam cerca de 70% da superfície da

Terra…nas zonas mais profundas muitas espécies ainda por descobrir…e , no entanto, tantos milhares de toneladas de plástico povoam os oceanos. Outros milhares escondem-se na imensidão dos fundos marinhos depositados juntamente com areias, siltes e argilas. Os plásticos, material resistente e durável, propriedades que o levaram a ser um produto com mil aplicações, levaram-no também a ser um dos maiores perigos ambientais. Com uma produção anual de cerca de 100 milhões de toneladas, 10% vai ter como destino o MAR! O plástico, polímero derivado do petróleo, não é biodegradável e apresenta uma grande quantidade de toxinas cujos efeitos já levaram à extinção de muitas espécies marinhas. Os microplásticos estão já nas cadeias alimentares? Possivelmente… A cada ano que passa os peixes são menos peixes…os peixes são mais de plástico! O tempo é agora! Vamos reciclar o máximo que for possível e cuidar bem da Terra, do MAR. O que fizermos com o MAR hoje, é o que o MAR fará connosco, amanhã! A professora Aurora de Sá

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NA IDADE DO FAZ DE CONTA

Depois da visita ao fluviário de Mora, fizemos várias pesquisas, ouvimos poemas e histórias e aprendemos canções sobre animais do rio e do mar, recriámos os nossos peixes e algas e imaginámos uma aventura no fundo do oceano. “Estamos num grande barco, vamos agora vestir os nossos fatos de mergulho. Estamos quase prontos atenção preparar e zás, lá vamos nós a descer para o fundo do mar. Olha ali uma estrela do mar (Marcelo) e um peixe palhaço (Leonardo). Vêm ali 30 tubarões fiquem quietos (Miguel), um golfinho olha ali (Rafael). Tantos peixinhos laranja e cor de rosa, são mesmo muitos e estão a comer (Madalena). Mais um tubarão este está sozinho ( Alice). Estou a ver um cachalote muito grande (Emanuel). Mais um peixe cor de rosa e gorducho (Maria Flor).Vejo um peixinho pequenino (kai). Tantas algas com peixes à volta (João Dinis). Ali está outro peixinho laranja (Daniel). Um polvo verde está mesmo atrás de mim (José Pedro). Olha outro tubarão (Francisco) e as pinças do caranguejo ( Rodrigo). Está ali um barco todo partido, vamos lá procurar um tesouro. Que grande caixa! (Lara) Uma espada de ouro e diamantes, moedas de ouro e prata! São dos piratas! Talvez do capitão Gancho.”

Jardim de Infância de Arraiolos A educadora Florbela Caroço

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DIA 5 DE JUNHO - DIA MUNDIAL DO AMBIENTE...

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ia de meditarmos sobre a forma como nós, seres humanos, habitamos o planeta... Na Casa dos

Arcos os visitantes puderam ver duas impressionantes instalações concebidas pela professora Margarida Índias (e nossa ilustradora...) sobre as ameaças que pesam sobre o Mar e as criaturas que vivem no meio aquático... Sobre essas duas instalações, Aurora de Sá (também colaboradora do nosso projeto de poesia) escreveu um belíssimo texto registado na página 31, acompanhado de uma aguarela que criou para uma das capas de cartão do livro HAIKAI: 40 poemas à Terra e ao Mar. (Paula Sande)

O projeto Ler+Mar “Das ribeiras ao Mar” vai continuar para o ano e vamos tentar ser novamente financiados.

Entretanto vamos sonhando com as “diferentes viagens” que o mar e as leituras nos permitem...

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3ª edição jornal 2014 15 julho 2015  

jornal escolar