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Expedição à São José do Sabugí-PB

Sítio arqueológico Tapuio, São José do Sabugí-PB – SPA

NO DIA 11 DE DEZEMBRO, uma equipe formada pelos confrades Juvandi de Souza Santos e Thomas Bruno Oliveira foi até o município de São José do Sabugí (distante 144km de Campina Grande) com o intuito de verificar o achado de um crânio e um artefato lítico na localidade de Poço da Pedra. Este mesmo lugar foi visitado pelo atual superintendente do IPHAN, Luciano de Souza e Silva a pedido da geógrafa Lygia Medeiros, que vem desempenhando um interessante trabalho no sentido de preservação do patrimônio arqueológico do município. A equipe foi ciceroneada por Lygia, que além de levá-la a localidade de Poço da Pedra, a conduziu para uma visita ao sítio arqueológico Tapuio, distante 13 km a sudoeste da zona urbana.


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O testemunho identificativo deste sítio arqueológico são itacoatiaras dispostas em uma área de 850 m2 composta por uma garganta de pedra por onde corre o riacho da Serra. Nesta formação, uma série de caldeirões e marmitas abrigam as inscrições que se apresentam ora em conjunto, ora em símbolos isolados. Na década de 1970 o sítio arqueológico Tapuio foi visitado pela Profa. Ruth Trindade de Almeida e na década de 1990 pelo geólogo João Marinho Morais Neto, suas publicações „A Arte Rupestre nos Cariris Velhos‟ (Ed. Universitária UFPB, 1979, 125p) e „Itaquatiaras do Seridó Paraibano‟ (FCJA, 1994, 82p) respectivamente abordam o referido sítio. Em março de 2004, os confrades Vanderley de Brito e Thomas Bruno Oliveira estiveram visitando o patrimônio arqueológico do município que conta também com o sítio arqueológico Pedra Lavrada do Sabugí.

A CAPACIDADE DE FABRICAR E USAR ferramentas precisas com as mãos é uma das características anatômicas mais marcantes dos humanos modernos, mas o momento na evolução onde ela surgiu ainda é um mistério para os cientistas, alimentado pela escassez do registro fóssil de mãos de hominídeos entre 1,8 milhão e 800 mil anos atrás. Agora, porém, um osso de 1,4 milhão de anos encontrado no Quênia pode ajudar a dar pistas sobre seu aparecimento. Segundo os pesquisadores da Universidade do Missouri, nos EUA, o fóssil, identificado como o terceiro metacarpo (ossos que formam a "base" dos dedos, ligando-os aos punhos), pertenceria a uma das mais antigas espécies humanas conhecidas, o Homo erectus, e mostra que essa habilidade começou a se desenvolver pelo menos 500 mil anos antes do que se imaginava. - O que faz deste osso tão distinto é a presença de um processo estiloide, ou projeção do osso, na ponta que se conecta com os punhos - explica Carol Ward, professora de patologia e ciências anatômicas da Universidade do Missouri e coautora de artigo sobre a descoberta, publicado na edição desta semana do periódico científico "Proceedings of the National Academy of Science" (PNAS). - Até agora, o processo estiloide só tinha sido encontrado em nós, nos neandertais e em outros humanos arcaicos. De acordo com os pesquisadores, o processo estiloide ajuda a encaixar os ossos das mãos nos dos punhos, permitindo que movimentos de pinça de polegares e dedos transfiram maior pressão para os próprios punhos e palmas. Ele refletiria assim a maior destreza que deu aos humanos antigos a vantagem de poder manipular objetos com força e precisão, algo que seus predecessores não tinham. Não por acaso, o fóssil do osso foi encontrado próximo a sítios arqueológicos onde foram achadas algumas das mais antigas ferramentas de pedra conhecidas, como machados de mais de 1,6 milhão de anos. - Com esta descoberta estamos preenchendo uma lacuna na história evolucionária das mãos humanas - comentou Ward. - Esta pode até não ser a primeira aparição de mão humana moderna, mas acreditamos estar bem próximos de sua origem, já que não vemos estas características anatômicas em qualquer fóssil de hominídeo com mais de 1,8 milhão de anos de idade. Nossas mãos especializadas e destras talvez tenham estado conosco durante a maior parte da história de nosso gênero, Homo. Elas são, e têm sido há quase 1,5 milhão de anos, fundamentais para nossa sobrevivência. Cuidado com os mortos Em outro estudo também publicado na edição desta semana da PNAS, cientistas confirmaram que os neandertais, "primos" dos humanos modernos extintos há cerca de 30 mil anos, também enterravam seus mortos. A conclusão dos cientistas do Centro

Dezembro de 2013

Fóssil de 1,4 milhão de anos revela a evolução das mãos humanas

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Internacional de Pesquisas em Humanidades e Ciências Sociais (CIRHUS), associação entre o Centro Nacional de Pesquisas Científicas da França (CNRS) e a Universidade de Nova York, põe fim a polêmica instaurada desde 1908, quando restos de um neandertal foram encontrados em um buraco escavado numa caverna de La Chapelle-aux-Saints, no Sudoeste da França. Desde então, havia um debate acirrado se o corpo foi deliberadamente depositado no local. Diante disso, William Rendu e colegas decidiram escavar outras cavernas na região a partir de 1999, encontrando mais três esqueletos, de um adulto e duas crianças. Além disso, análise geológica dos buracos onde eles foram achados indicam que eles não eram uma formação natural do piso das cavernas. Rendu e sua equipe também analisaram novamente os restos encontrados em 1908, demonstrando que não apresentavam sinais de desgaste pelo clima ou de terem sido atacados por animais. - A natureza relativamente intocada destes restos de 50 mil anos sugere que eles foram cobertos logo depois da morte, apoiando fortemente nossa conclusão de que os neandertais desta parte da Europa agiam para enterrar seus mortos - destacou Rendu. Embora não possamos saber se a prática era parte de um ritual ou meramente pragmática, a descoberta reduz a distância comportamental entre nós e eles. Fonte: (Cesar Baima/ O Globo) disponível no JC e-mail 4877.

UMA EQUIPE DO site piancopb.com, da cidade de Piancó-PB, formada por Pedro José e Alan, está realizando uma série de postagens no site compondo a série: “Os rastros das Artes Rupestres no Vale do Piancó”. Em dezembro, a equipe esteve na cidade de Pedra Branca no dia 21 de Dezembro de 2013 cm auxílio do guia Professor Anacleto Teotonio dos Santos Filho, natural de Pedra Branca. Segundo a Piancópb.com postagem: “lá encontramos um lugar Piancópb.com exuberante e excelente para práticas turísticas no local, como pudemos observar há muitas pedras em volta, é considerado como o maior bloco de pedras do mundo. Nesta pedra do letreiro como é conhecido por todos em Pedra Branca, de acordo com Anacleto com relação as pessoas que já passaram por lá, dentre eles estão pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Paraíba”. Na visita, uma série fotográfica e um vídeo foi produzido. Para ver a matéria na íntegra acesse: http://piancopb.com/post.php?codigo=2364#.UukLUrRv_IW

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‘Piancó online’ visita sítio arqueológico em Pedra Branca-PB

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ARTIGO ____________________________________________________________________ Patrimônio em ruína: a Paraíba pede socorro

A palavra patrimônio vem do latim: patri ("pai") e monium ("recebido"), historicamente estava ligada a herança. Assim o patrimônio é o conjunto de bens e direitos pertencente a uma pessoa ou um conjunto de pessoas, física ou jurídica. Refere-se aos bens culturais de um povo: os tangíveis (materiais) e os Casarão entre Itabaiana-PB e Pilar-PB - Juvandi intangíveis (os traços da cultura imaterial de um povo). A Paraíba é detentora de um patrimônio cultural espetacular. Basta que se mencione alguns que são reconhecidos internacionalmente: as itacoatiaras do Ingá, o Vale dos Dinossauros, os Casarões de Areia, São João do Cariri, Bananeiras etc. A grande questão é o trato que tem sido dado a esse patrimônio, melhor, o que não tem sido feito para preservá-lo. O descaso é geral. Tenho receio de que em breve estaremos andando sobre os escombros dos nossos belos casarões do século XIX e início do século XX. Em visita recente ao vale do rio Paraíba, nos municípios de Pilar e Itabaiana, me deparei com uma riqueza arquitetônica emblemática e ao mesmo tempo formidável. Emblemática porque ao visualizar esses casarões penso na opulência dos senhores de engenho da região e nos grandes fazendeiros, mas tudo isso, também, nos remete a uma questão interessante: a exploração da mão-de-obra na região, pois não existe riqueza sem que a pobreza venha a tona; a outra questão que chamou a minha atenção diz respeito a falta de conservação desse patrimônio, pior, o descaso governamental com relação a não preservação do que ainda resta. Os velhos casarões do vale do Paraíba, outrora sinônimo da opulência local refletida sublinamente nas obras de José Lins do Rego, como o da foto deste artigo no município de Itabaiana/Pilar, pede socorro, estão na UTI e pelo jeito com morte (desmoronamento) anunciado para os próximos anos. Questiono qual a serventia dos órgãos públicos encarregados de proteger e revitalizar o nosso rico patrimônio.

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Prof. Dr. Juvandi de Souza Santos Arqueólogo

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Turma de Piancó visita a Pedra do Ingá NO DIA 05 DE Dezembro, a escola E.E.E.F.M. Beatriz Loureiro Lopes, do município de Piancó-PB, promoveu uma excursão para a Pedra do Ingá, contando com a participação entre professores e alunos das turmas do 1º A, 1º B, 1º C. Na ocasião, o guia turístico da Pedra Antônio Marcos recebeu a turma que contava com os seguintes professores: Antonio Dantas, Pedro José Merylandia e a coordenadora Turma no Museu de História Natural – Piancópb.com pedagógica Nevinha que estão desenvolvendo o projeto “Artes Rupestres na Paraíba” com o apoio da gestora escolar Rita Ferreira da Conceição executando o projeto que integra o ProEmi (Programa de Ensino Médio Inovador). Com informações do Piancopb.com

SEGUE ATÉ O DIA 15 de fevereiro de 2014 o prazo para os interessados em enviar artigos para o quarto número da série Caderno Temático de Educação Patrimonial, uma publicação do Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional na Paraíba (IPHAN-PB), por meio da Casa do Patrimônio de João Pessoa. Os artigos devem abordar questões relacionadas à preservação e valorização do patrimônio cultural e seus reflexos na prática educativa. Os artigos vão servir como referência para a elaboração de projetos de Educação Patrimonial nas escolas, museus, instituições de cultura, feiras e demais locais que possa ser trabalhado o patrimônio cultural. O objetivo da série é inserir o tema da Educação Patrimonial no processo de ensino e aprendizagem. O público-alvo são os professores, e a ideia é que eles tenham uma referência que auxilie nos trabalhos desenvolvidos em sala de aula. A série também serve de referência para profissionais que atuam no tema ou pesquisadores interessados na área. Veja o convite e o edital com as regras para a apresentação de artigos para o quarto volume da série Caderno Temático de Educação Patrimonial. Em outubro de 2013, a Casa do Patrimônio de João Pessoa lançou o terceiro volume do Caderno Temático, que continua disponível no site do IPHAN clique aqui. Mais informações: IPHAN-PB - iphan-pb@iphan.gov.br www.iphan.gov.br Casa do Patrimônio de João Pessoa - casadopatrimoniojp@gmail.com (83) 3241.2896 | Fax (83) 3241.2959 - Praça Anthenor Navarro, nº 23 - Varadouro - João Pessoa –PB

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Casa do Patrimônio de João Pessoa (PB) recebe artigos sobre Educação Patrimonial

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Escavação em São Mamede-PB

ENTRE OS DIAS 26 e 28 de dezembro, uma equipe coordenada pelo Prof. Dr. Juvandi de Souza Santos esteve escavando um sítio histórico na fazenda Trindade, no município de São Mamede. Integraram a equipe o historiador Thomas Bruno Oliveira, Dennis Mota Oliveira, Antônio Marcos, Marcelo Bezerra e Tiago Caetano. O referido sítio é uma ruína de um Sítio histórico Trindade I - SPA casarão centenário, uma antiga sede Educação Patrimonial na EIEF Francisco Pergentino - SPA de uma das fazendas mais antigas da região. A atividade foi devidamente autorizada pelo IPHAN e teve como objetivo atender a um diagnóstico arqueológico e histórico da região da Serra da Codorniz, 26km distante da zona urbana do município. Segundo Juvandi: “É em uma oportunidade como essa que temos subsídios para entendermos o povoamento e o modus vivendi nesta região do Seridó ocidental paraibano”. Além do trabalho de escavação, o patrimônio arqueológico do município foi catalogado e referenciado para integrar o banco de dados do IPHAN. Além disso, um intenso trabalho de educação patrimonial foi realizado, todas as escolas das zonas urbana e rural foram alvo de palestras sobre a temática. Sítio arqueológico Riacho Bonito I - SPA

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Sítio arqueológico Pedra Branca, com os trabalhos no município, uma pedreira foi embargada e o patrimônio preservado - SPA

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ARTIGO ____________________________________________________________________ A Pedra do Ingá em 3D

Em 1976, um conselheiro do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (IPHAEP), na sessão do Conselho de Bens Históricos Culturais foi informado de que a Pedra do Ingá – um dos maiores sítios rupestres da América Latina – estava ameaçada de destruição. Logo pediu a palavra e fez seguinte proposta: “A Pedra Lavrada do Ingá deveria ser removida Visitantes na Pedra do Ingá - SPA urgentemente para um museu de João Pessoa”. Linduarte Noronha, o então presidente do IPHAEP, respondeu-lhe que era impossível de transportá-la para a Capital. “Ela pesa toneladas”. Muitas soluções esdrúxulas ou não, foram dadas para resgatar as Itacoatiaras do desgaste do tempo, das enchentes periódicas do riacho Bacamarte e da ação antrópica negativa. Porém, até agora, nenhuma delas foi posta em prática. Creio que o ideal seria o uso de novas tecnologias: captar e preservar a Pedra em 3D. Fazer uma varredura a laser e criar um modelo tridimensional – como, recentemente, foi feito no Círculo de Pedras de Stonehenge, na Inglaterra. Stonehenge é um dos maiores monumentos líticos da pré-história mundial. Hoje, são muito comuns reproduções virtuais de monumentos no mundo inteiro. Sítios culturais valiosos têm cópias digitais de alta definição e já fazem parte do acervo digital da CyArK – ONG especializada em registrar imagens de monumentos emblemáticos da humanidade. Acredito na finidade dos monumentos, ou seja, um dia parte do nosso patrimônio cultural poderá desaparecer. Sobreviverão, na opinião do arqueólogo George Johnson (ver Arqueologia Virtual, artigo publicado na National Geographic, em dezembro de 2013), apenas as reproduções virtuais dos monumentos armazenadas nos Centros de Documentação e Visualização Digital. Esta é a tese de Johnson que me deu o insight para elaborar este texto de arqueologia virtual. Salvemos o sítio arqueológico das Itacoatiaras do Ingá, representando-o em modelo tridimensional. Caso o sítio seja destruído, haverá cópias digitais de alta definição nos museus de pré-história e na Internet.

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Carlos Alberto Azevedo Antropólogo, Sócio da SPA e do IHGP.

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Excursão do Seminário de Campina Grande FUI CONVIDADO pelo Pe. João Jorge Rietveld a apresentar antigos prédios da Igreja Católica na Paraíba e Pernambuco aos diáconos concluintes da fase de filosofia do Seminário de Campina Grande, com o intuito de que eles então tivessem contato direto com a história no seu âmbito de trabalho. Em 2 de Dezembro de 2013, Igreja de Livramento - SPA saímos de Campina Grande com destino ao litoral. Antes de chegar à grande João Pessoa, fizemos escala no distrito de Livramento, município de Santa Rita, para conhecer a missão do famoso cacique Braço de Peixe, onde pudemos contemplar o prédio que data de 1587. De lá seguimos para a missão de Utinga, na praia do Poço (Cabedelo) onde palestrei sobre a história das ruínas e o engano de confundi-la com a missão de Almagra. Chamou-me atenção o prazer dos futuros clérigos de estarem ali, pois nem o calor litorâneo ao meio-dia os desanimou de investigar cada canto daquele prédio em ruínas. Depois do almoço e um breve descanso seguimos para a Fortaleza de Santa Catarina, lugar que exala história e de grande importância para fundamentar a imaginação dos fatos que estudávamos. Já ao anoitecer fomos para o Centro Histórico de João Pessoa, onde cumprimos o itinerário turístico e por fim, visitamos a antiga escola Jesuíta, onde hoje funciona a faculdade de direito. No dia seguinte acordamos cedo para partirmos com destino a Pernambuco, chegamos ao Recife por volta do meio-dia e fomos direto para a sinagoga Zahal Zur Israel. O debate do padre holandês com o guia judeu e canadense foi algo fascinante, os clérigos estavam afiados nos questionamentos e os guias extremamente preparados. Infelizmente tivemos que sair, afinal tinha muito que se ver e pouco tempo, depois do almoço seguimos para Olinda, onde tive a oportunidade de poucos laicos de conhecer o interior de um mosteiro beneditino, assistimos uma missa na Igreja de São Bento e fomos ver a Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Jantamos e fomos nos recolher no Centro Vocacional Sagrado Coração de Jesus. No terceiro dia, logo cedo seguimos para o centro do Recife, visitamos a Basílica do Carmo, passamos pela Basílica de São Pedro, mas estava em reforma, e terminamos nossa expedição da Igreja da Penha, que também se encontrava em reforma, mas frei Diniz Ferreira fez questão de nos apresentar o interior do prédio, e contou a história de como foi construída. Voltamos para van dessa vez com destino a Campina Grande. No longo caminho de volta a Rainha da Borborema, refleti sobre o fato histórico que acabara de viver, me sentia como o personagem Adso de Melk, discípulo de Guilherme de Baskerville, no clássico livro „O Nome da Rosa‟, só tenho a agradecer a todos que estiveram comigo durante esses dias. Às 16 horas da quarta-feira de 4 de Dezembro terminamos nossa Odisséia, que arrisco dizer que foi tão quanto ou mais fantástica que a de Homero.

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Erick de Brito Acadêmico de História, Sócio da SPA.

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Cordel da Série Arqueológica está nas bancas EM DEZEMBRO foi publicado o cordel “O Sinhô Duzané: e a peleja com o cão” (CampGraf/SPA, 2013. 22p), uma versão nordestina da obra “A Sociedade do Anel” (que é a primeira parte da trilogia “O Senhor dos Anéis”, de J.R.R. Tolkien) composta pelo confrade Historiador e cordelista Vanderley de Brito. A obra trata sobre a questão do erudito e popular, como as trovas européias e o repente nordestino no imaginário fantástico do homem do campo trazendo curiosidades arqueológicas e paleontológicas tão presentes nos meios rurais. „O Sinhô Duzané‟ integra a Série Arqueológica da SPA em literatura de cordel, o 12º número desta série que conta com títulos como: „A Pedra do Ingá: na visão do sertanejo‟, do Vanderley de Brito e „A Princesa encantada da Lagoa do Cajú‟, da Silvinha de França. O cordel está disponível em Campina Grande, contato com o autor: vanderleydebrito@gmail.com

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– Mapa de atuação da SPA em de 2013 –

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Boletim 93 dez 2013