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ARNALDO BATISTA SANTOS

Educador Social

2013

Estrada Barro Vermelho, 777. APTº 240/ BLC9 – B. RESTINGA VELHA, POA/RS

.


Julho/Agosto 2013.

Estrada Barro Vermelho, 777. APTº 240/ BLC9 – B. RESTINGA VELHA, POA/RS. 51-81422203/96872139 arnaldobsantos@yahoo.com www.facebook.com/arnaldobatistasantos www.issuu.com/arnaldosantos


Obrigado por destinar um pouco de seu tempo a esse trabalho.

As imagens aqui apresentadas são baseadas em trabalhos praticados em algumas instituições, como o Instituto São Benedito da Congregação do Imaculado Coração de Maria, a ALAN – Associação Liga de Amparo aos Necessitados. Os Projetos selecionados, nesse portfólio, também vêm de encontro a alguns já apresentados nas instituições, mas nem todos executados, ou seja, inéditos.

Para quem apreciar, agradeço. Arnaldo Santos


ÍNDICE:

4.

EU

5.

Apresentação

7.

Imagens de Atividades desenvolvidas nos períodos de 2009 a 2013. E Trabalhos digitais. 8.

Atividades individualizadas:

9.

Estímulo ao coletivo:

10. Atividades externas: 11. Exemplo de Trabalhos Digitais: 12. Projetos Desenvolvidos 13. Projeto criação e Edição de vídeo 20. Projeto: Uma Janela para o conhecimento 24. PROJETO DE OFICINAS TECNOLÓGICAS PARA GERAÇÃO DE RENDA: “Montagem, Manutenção de Hardware e Configuração de Software” e “Arte Gráfica”. 35.

Imagens de representações

37.

Currículo


EU;

Pessoa, sempre disposta a aprender, pois me considero com personalidade voltada para constante aprendizagem. Acredito que a sociabilidade sempre dever ser um principio. A minha disposição esta no somar e consequentemente contribuir com a empresa através de trabalho, ideias, e, diante de oportunidade, representação.


APRESENTAÇÃO:

O fato de ter minha formação em História, a qual se fez necessário cursar para entender as mudanças que se vivia na sociedade, identificadas nas ações sociais, em movimentos sociais. Inicie as atividades profissionalmente voltadas para préadolescentes e adolescentes por meio de estágio, no ano de 1994, através da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social-FGTAS, na Pequena Casa da Criança, Vila Conceição. Na Instituição, desenvolvia-se a datilografia. A partir, foram construídos vários outros projetos voltados para profissionalização de adolescentes nas áreas de:    

Auxiliar administrativo, Recursos humanos, Vendedor, Informática, entre outros.

Porém, como descrito anteriormente, a sociedade é transacional e o lúdico se destacou para sedução do conhecimento. Para tanto, projetos novos foram elaborados, como:     

Criação de cartões. Certificados. Folder. Arte final Vídeos, entre outros métodos.

Outra atividade desenvolvida em prol a democratização do conhecimento foi dedicada à consciência social. Sendo assim, foi montado projeto voltado ao psicossocial, o qual foi totalmente focalizando a comunidade da região:  Construir exposição fotográfica da Região (resgatar e digitalizar fotos antigas ou cria fotos novas)


 Levantar a História da Região e seus moradores  Conhecer a história da Cidade de Porto Alegre  Criar um painel com a história de Porto Alegre e fazer um paralelo com a região


Atividades individualizadas:



Orientação apresentado de forma individual.


EstĂ­mulo ao coletivo:

Estimulo as atividades em grupo.

A interatividade deve ser um princĂ­pio.


Atividades Externas:


Exemplo de Trabalhos Digitais:

Arte de camisetas onde se pode escolher a cor e qual estampa melhor se apresta:

EXEMPLO DE FOLDER DESENVOLVIDO:


Projeto: Criação e Edição de Vídeos.

Uma proposta de busca de novas alternativas para uma atuação social Arnaldo Santos Setembro/2010

Através da Mídia Visual, o Projeto: “Criação e Edição de Vídeos” propõe resgatar o público juvenil para uma reflexão sobre questões sociais junto a sua comunidade, envolvendo pesquisa e trabalho de equipe.


11

Projeto: Criação e Edição de Vídeos.

1

Dados atualizados no dia 17 de abril de 2012.


Nome Projeto: “Criação e Edição de Vídeos”.

Justificativa: A INSTITUIÇÃO xxxxxxxxxxxxxxxxxxxx, há xxxx anos possui atividades voltadas para o público adolescente. E durante esse período, muita experiência se acumulou. Jovens tornaram-se chefes de família, outras/os se encaminharam para uma vida profissional produtiva e, ainda há, as/os que priorizaram a carreira nos bancos escolares. Isso muito nos fortalece. No entanto, o que mais tem chamado à atenção é a diminuição pelo interesse na participação de adolescentes protagonizando a tomada de iniciativa diante da injustiça social. O interesse pelas questões sociais está cada vez mais perdendo espaço no público juvenil. Infelizmente existe uma conotação de forma geral, (mas não generalizada) que a/o adolescente tem se preocupado com questões individuais que perpassam pela aceitação, utilizando-se para isso, meios lícitos ou ilícitos. Por isso, muito refletimos sobre uma forma de tornar envolvente o tema social aos jovens, chamando a atenção do público juvenil, que o questionar o contexto social evita a persistência de uma patologia social tomada por estereótipos, onde prevalece à insistência de culpar o alheio por encontrar-se em situação de miséria, sem buscar meios para sair da mesma. Diante dessa contextualização, de posse de uma filmadora e máquina fotográfica, bem como os próprios celulares, propomos o Projeto: ”Criação e Edição de vídeos", que tem um primeiro2 propósito de envolver jovens na busca de temas que faça a comunidade refletirem (incluído os próprios jovens) sobre sua atuação na sociedade. Fazer o adolescente compreender a sua própria comunidade. Construir interrogações sem respostas prontas. Compartilhar dúvidas com os moradores através de imagens tem a proposta de construção de uma visão de reflexo diante do espelho, o que propõe reforçar ou emergir uma iniciativa social. Pois a comunidade, precisa se ver para se contextualizar na sociedade. Precisa conhecer os caminhos a seguir e os passos a serem dados. A proposta desse projeto vem de encontra a essa perspectiva, onde deverá envolver todos os atores. 2

Outros documentários haverão de surgir, pois muito há de ser explorado, compreendido para ser bem construído audiovisual mente.


Cabe ressaltar, que por de trás de imagens há uma produção a ser montada, a qual demanda pesquisa, debate e uma história a ser contada. Isso tudo em seu conjunto, produz pessoas pensantes, estimuladas a serem atuantes.

Metas: Atingir (7) sete adolescentes e jovens de forma direta, sem considerar a escolaridade, e diversas de forma indireta durante a construção e final do projeto.

Objetivo: O Projeto tem a finalidade construir documentários voltados para a realidade da comunidade, da região ou sociedade, de sua vivência ou conforme a situação de importância que ressoa no momento, tornando atraente a busca pela

pesquisa como forma de alternativa de mudança pessoal e social, consolidando a necessidade em aprimorar-se intelectualmente, independente da educação formal, a qual é importante, mas não substitui a consciência social que cada vez se faz emergente no mundo de hoje, principalmente através da participação protagonista individual ou coletiva.

Objetivo Específico:    

Desconstituir o naturalismo da existência da miséria social Consolidar a necessidade da participação social Estimular a busca de novas alternativas para diante das dificuldades Reforçar a necessidade de pensar conjuntamente.

Metodologia: Primeiramente, as atividades são todas em equipe e quem desejar participar do projeto, deve estar ciente do que se trata, pois toda a desistência prejudicará o andamento da equipe. Portanto, propomos fases até chegarmos às atividades de campo. Primeiro: Período de conhecimento e seleção dos participantes. Período de analise, onde envolve do participante, o entendimento de trabalho em equipe, hobbys, filmes e o desenrolar destes, observando o que chamou a atenção.


Avalia-se também, o conhecimento social da comunidade, destacando alguma problemática. Segundo: Breve histórico de imagens audiovisuais: A primeira imagem vista e a recepção inesperado do público; os primeiros pioneiros de documentários3. Terceiro: Análise de filmes selecionados e documentários premiados. Período de debate, onde observará os diversos aspectos das produções audiovisuais, tais como: Foco dado às imagens; o que o/a produtor/a desejou mostrar; o texto produzido e desenvolvido para as imagens e a finalização da produção. Quarta: Trabalho desenvolvido com programa de edição de filme e imagens4. Os participantes terão conhecimento do programa de edição. Desenvolvendo de efeitos audiovisuais; tipos de fontes, inserção de áudio; inserção de texto, imagem, vídeos. Quinta: Simulação de edição (Trabalho de Campo). Para que a edição final saia o mais próximo do que a equipe deseja mostrar. Será realizada uma simulação de atividade. Onde envolverá reunião da equipe para tratar de assuntos como: o que desejam mostrar; o texto que será produzido; o áudio que melhor se aplicará a imagem; necessidade de pesquisa ou não sobre o tema; divisão de tarefas. Sexta: Análise da edição construída. Avaliar-se-á o que faltou, o que poderia ser mais bem desenvolvido, se ficou inteligível ao público que não fez parte da produção. Tem visão crítica ou não. Debate anotando os pontos mais críticos e pontos positivos. Sétima: Preparação para o trabalho de campo. Reunião da equipe. O que desejam mostrar; Que problemática mais visível existe na comunidade; Porque dessa problemática; pesquisa sobre o tema. Seleção de conteúdo. Proposta de produção5. Oitava: Definição do tema. Após a definição do tema. Divisão de tarefas. Grupo de pesquisa, Grupo de editoração, Perguntas a serem realizadas em campo (caso haja necessidade). Nona: Trabalho de Campo 3

Há filme que tratam desse tema. Atualmente o mais conhecido é o Corel Vídeo Studio. 5 Nesse aspecto, dos participantes deverá haver conhecimento dos espaços da comunidade que está em debate e também visita da equipe nos espaços para que todos tenham conhecimento visual. 4


Décima: Avaliação da coleta de dados. Décima primeira: Editoração Depois de completado todo o trabalho, o documentário será divulgado e apresentado a todos os envolvidos (comunidade, instituição e demais interessados), e, caso haja necessidade, haverá espaço para os construtores do documentário, explicar o que queriam atingir com o que foi apresentado.

Período de execução das atividades: 6 (Seis) meses, duas vezes por semana, em turno único.

Avaliação: A avaliação tem por base o grau de envolvimento dos participantes que terá seu cume na apresentação dos seus trabalhos para o público envolvido ou não no projeto.

INVESTIMENTO: EQUIPAMENTOS

VALOR EM R$

1

Câmera de filmagem digital c/ entrada para Memória SD.

2

Máquina fotográfica

xxxxxx

3

Computador com processador Core Dual c/ entrada para cartão de memória

xxxxxx

4

Cartão de memória SD 32GB

xxxxxx

5

20 - DVDs RW

xxxxxx

6

20 - DVDs R

xxxxxx

VALOR TOTAL

xxxxxxx

xxxxxxx


Projeto: Uma Janela Para o Conhecimento.


ENTIDADE

Razรฃo Social:

Endereรงo:

CNPJ:

STDS:

CMDCA:

CMAS:

Diretora:


Projeto: Uma Janela Para o Conhecimento

Apresentação Entidade: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Projeto O Projeto é voltado à melhoria do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos de 6 a 18 anos nos programas SASE6 e Trabalho Educativo e suas Famílias. O “Projeto: Uma Janela Para o Conhecimento” é uma forma de continuar investindo na promoção e valorização da vida de centenas de crianças e adolescentes, fortalecendo valores, resgatando a autoestima, a fim de que as pessoas atendidas possam ser sujeitos e protagonistas da própria história. Para tanto, devemos atualizar a nossa infraestrutura com a inserção de equipamentos voltados para a coletividade e partilha de registros de atividades e oficinas desenvolvidas pelas crianças e adolescentes à suas famílias. O Datashow, além de ser um equipamento de visual de partilha, possibilita auto avaliação através de imagens nos ensaios que realizamos de dança, ou atividades de entretenimento realizadas com as famílias. Sem falar na economia que se tem de material de escritório quando se utiliza para ilustrar alguma atividade de grupo. 6

ATENDIMENTO SÓCIO-EDUCATIVO EM MEIO ABERTO


Objetivo do Projeto: Oferecer as crianças e adolescentes em situação de pobreza e vulnerabilidade social, meios de mídia visual coletivo através de Datashow, proporcionandolhes a interatividade social conforme temas, imagens e vídeos escolhidos em apresentações diversas. Despertando com isso, o reconhecimento de suas potencialidades e habilidades.

Recursos Financeiros O recurso Financeiro será destinado única e exclusivamente para a aquisição de um Datashow.

Utilização e avaliação com o equipamento: O Datashow além de nos beneficiar com visualização das oficinas, ensaios de dança, ou visualização de vídeo de ventos que as crianças, adolescentes e suas famílias participam. Também nos beneficiará com atividades que podem se construir como o ‘dia de cinema’; exposição de reproduções próprias da instituição, entre outras contextualizações.

Valor do Investimento: R$ xx.xxx,xx


PROJETO DE OFICINAS TECNOLÓGICAS PARA GERAÇÃO DE RENDA: “Montagem, Manutenção, Recuperação de Hardware e Configuração de Software”.

Arnaldo B. Santos

NOME DO PROJETO:


PROJETO DE OFICINAS TECNOLÓGICAS PARA GERAÇÃO DE RENDA: “Montagem, Manutenção, Recuperação de Hardware e Configuração de Software”.

1- JUSTIFICATIVA: A entrada no Mundo do Trabalho, para muitos adolescentes, é um sonho diante da imensa competição cada vez mais acirrada. No entanto, o que atualmente prevalece para conquistar espaço no mundo do trabalho são o conhecimento, a personalidade e o interesse do adolescente de cada vez mais crescer sem deixar de prevaler à dignidade junto a direitos conquistados. Como é de conhecimento, a Instituição XXXXXXX, tem Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculo voltado para a Informática, porém jamais deixando de caracterizar a importância de valores que se perdem diante da competição diária pelo espaço ou posição no mundo do trabalho, como preconiza o Artigo 68, parágrafo 1º da Lei 8069/907. Portanto, XXXXXXXXXXX, dando continuidade a esse propósito, vem esboçar a intenção de reforçar e qualificar os/as adolescentes, seguindo a ótica de trabalho educativo. Mas, acrescendo a essa perspectiva, as Habilidades Básicas e Gestão, através de oficinas práticas distintas de “Montagem, Manutenção, Recuperação de Hardware e Configuração de Software” e para Geração de Renda a adolescentes que tem conhecimento básico de Informática. O mundo do trabalho, para muitos administradores,

não basta o

trabalhador saber sua função, mas também é necessário ser o colaborador através de com a sua mente, suas opiniões, pois esse diáriamente está na área em que é desenvolvida a produção, e por tal pode contribuir para aprimorar e qualificar o produto que está sendo desenvolvido.

7

Estatuto Atualizado na data de agosto de 2010.


2 - META: A meta é oportunizar 16 adolescentes de 15 a 18 anos que tenham conhecimento de informática básica.

3 - OBJETIVO:

Qualificar os adolescentes, oportunizando mais alternativas para o mercado de trabalho, estimulando a criatividade e o interesse por uma alternativa de Geração de Renda, por meio de oficinas de “Montagem, Manutenção, Recuperação de Hardware e Configuração de Software”.

3.1 - OBJETIVO ESPECÍFICO:  Qualificar os/as adolescentes iniciando em uma área específica da informática;  Estimular a criatividade e a tomada de iniciativa.  Revigorar a importância de estar constantemente qualificando-se.  Divulgar os trabalhos dos adolescentes em eventos externos a Instituição (arte gráfica).  Estimular os/as adolescentes para a necessidade da criatividade para atividades que propõe a Geração de Renda.

4 - METODOLOGIA: Cada oficina terá um período de 6 horas (12 horas semanais entre as duas oficinas de Habilidade Específicas) e 2horas semanais de Habilidades Básicas e de Gestão, no período de 4 meses, tendo o total parcial de 96 horas de cada H.E. e 32 H.B.G, um total geral de 224 horas entre as oficinas. Todas as atividades das oficinas serão desenvolvidas em dupla, pois metodologicamente será cultuada a necessidade da troca de informação e pesquisa provocada pelas atividades práticas.


As oficinas, nas Habilidades Específicas, ocorrerão distintamente8, com público distinto e ao mesmo tempo9. No entanto, nas Habilidades Básicas e de Gestão, por terem o mesmo propósito, ocorrerão com todos os adolescentes em um dia da semana a ser definido e turno único. Após o final de cada oficina, intercalar o público atendido das Habilidades Específicas.

E o Módulo Básico e de Gestão, será contabilizado pelas horas

frequentadas pelos adolescentes. 4.1 – HABILIDADE ESPECÍFICA: Montagem, Manutenção de Hardware e Configuração de Software

Eletricidade Básica: instalação elétrica, corrente alternada e contínua. Arquitetura do PC: componentes – Chipset, funcionamento do processador e da memória RAM; principais tipos de processadores e distinção de seus soquetes de conexão; Placa mãe (constituição, manutenção e configuração – jumper CMOS, Ipswich e jumperless); principais tipos de memória Ram; memória Rom; memória cachê, barramentos, clock de taxa de transferência; portas de comunicação e suas características (PS2, serial, paralela, USB, Firewire); principais placas periféricas do PC (som, vídeo, rede, fax/modem) discos rígidos, drives óptcos, drives de disquetes; endereços DMA, endereços IRQ e I/O. Controladores de Disco: SATA, IDE, geometria do HD, partição e sistema de arquivos. Conceito e técnicas de manutenção corretiva e preventiva de hardware:

Software: Instalação e Configuração 

Sistema operacional e Sistema de boot

Ferramentas do MS-DOS (FDISK, FORMAT, SYS, EDIT)

Construção de infra-estrutura de particionamento adequada para instalar sistema operacionais;

Instalação de sistemas operacionais Windows de forma isolada e em conjunto

8

A distinção baseia-se por não haver a obrigatoriedade do ou da adolescente ter pré-requisito em uma oficina para realizar outra. Tendo o adolescente o direito de continuar ou não, e a instituição de abrir vagas a cada término de oficina, situação essa, caso as oficinas ocorram no mesmo turno. 9 Conforme a disponibilidade da instituição


Configuração de Sistemas Operacionais.

Configuração de Drive de dispositivo

Ferramentas de diagnósticos, limpeza do registro, otimização de memória, desfragmentação e análise de disco;

10

Software malicioso: verme, spyware, trojan, vírus, etc.

Ferramentas de combate a software malicioso: instalação e utilização

Técnicas e ferramentas de Backup, compactação de arquivos.

Busca de drivers para dispositivo na internet

Técnicas de manutenção preventiva e corretiva do software

Sistema Linux Mandriva

 

  

4.2 – HABILIDADE ESPECÍFICA – Arte Gráfica

Como segue o quadro abaixo: AULAS

10

DATA

ATIVIDADE Breve história do marketing visual no Brasil e no mundo e sua evolução. O que é Arte gráfica? Dá para realizar arte gráfica em Editor de textos? Conhecimento da estrutura do Corel Draw Algumas perguntas com base nos conhecimentos passados do encontro anterior. Conhecimento de algumas barras básicas do Corel Draw

Esse item não será obrigatório na exposição da oficina, mas sim conforme o tempo disponível..


Conhecimentos das barras de menus, ferramentas, desenho, cores, e estilos de cores, barra de formatação, configuração de página. 3ª Algumas atividades para exercitar o funcionamento das barras. Conhecimento da caixa de efeito de 3D no Corel Draw. Atividades utilizando as barras de aula anterior e acrescendo a utilidade da caixa 4ª de desenho em 3D. Como inserir outras barras quando houver necessidade Exercícios: fazer desenho livre e utilizar recursos já assimilados 5ª Criar um boletim informativo, inserindo foto, desenho, e letras em 6ª 3D, dando valor a harmonia na distribuição dos textos. Exercícios: formatação de certificados (arte livre). Nessa atividade só será disponibilizado ao educando os dizeres que deverá compor 7ª no certificado. Exercícios: confecções de Cartão de apresentação (arte livre) 8ª Conhecimento do CorelPhoto: barras de desenho, barra para 9ª inserção de texto, barra de ferramentas, Barra de Menus, entre outros Escaneamento de documentos para execução de atividades, e 10ª inserção no CorelDraw Exploração do Corel Photo 11ª Exercícios: Confecção de Banner utilizando o recurso do Corel Photo (arte livre). Avisar para que tragam matérias jornalísticas para 12ª confecção de boletim informativo no próximo encontro Exercícios: criação de boletim informativo (livre), mas com desenhos ou escaneamento de documentos. Transformação de todo 13ª documento construído em JPG (sempre valorizar a formatação) Revisão e conhecimento do Corel Dream e sua importância na 14ª confecção de desenhos em 3D. Inserção de um desenho no Corel Draw 15ª Confecção de cartões para ficar com os adolescentes. 16ª Haverá atividades externas onde eles mostrarão seus produtos confeccionados com o propósito de divulgar o seu trabalho.

4.3 – HABILIDADES BÁSICA E DE GESTÃO

As Habilidades Básicas será dividias em duas partes. A primeira tratará de relacionamentos

interpessoais,

onde

serão

desenvolvidos

assuntos

que

caracterizados por causar a maior parte das desavenças sociais, tais como a falta de: 

Afetividade

Respeito (as diferenças)

Companheirismo

Responsabilidade (atitudes)

Espiritualidade

são


Educação (formal e informal)

Entendimento sobre a sexualidade o Atração o Paixão o Sexo Além desses pontos, serão explorados temas sobre a falta de estimulo pessoal

para que exista o interesse profissional. Abordando da importância do gostar ao que se faz para que haja sempre a necessidade da procura do conhecimento/pesquisa dentro da área que desenvolve. Ficando mais fácil, com isso, se conduzir para um planejamento pessoal na criação de Metas profissionais.

Na Segunda Parte de Gestão, serão desenvolvidos temas, como: 

Promissória.

Cheque (Cruzado, visado, nominal)

Cheque especial

Tipos de Credito

Trabalho de Equipe

Marketing Pessoal

5. AVALIAÇÃO DO PROJETO: A avaliação será realizada através do envolvimento entre os adolescentes e dos exercícios que ocorreram durante as atividades, tanto nas artes gráfica quanto na montagem e configuração dos computadores.


1. Programas Corel Draw. 2. Papel especial para cartões de apresentação (diversas cores) 3. Matérias pedagógicos – Insumos. 4. Papel especial para confecção de certificados 5. Folhas de ofício de tinta preto e colorido (4 preto e 4 colorido) 6. Cartucho ) 7. Caderno e caneta aos educandos 8. 2 Computadores com processador Corel 2 Dual 9. 1 Impressora multifuncional Coloria com alta resolução 10.Álcool isopropílico. 11.Luva cirurgiã 12.Multímetro (preferência digital) VALOR TOTAL


Plano de Aplicação de Recursos

1º mês de atividades

13. 14.Lanche 15.Matérias pedagógicas – Insumos. VALOR TOTAL

2º mês de atividades

16. 17.Lanche 18.Matérias pedagógicas – Insumos. VALOR TOTAL


3º mês de atividades

19. 20.Lanche 21.Materiais pedagógicos – Insumos. VALOR TOTAL

4º mês de atividades

22. 23.Lanche 24.Material pedagógico – Insumos. VALOR TOTAL

Valor Total do Repasse -


Representações:


CURRÍCULO


Objetivo: Educador Social/Oficineiro/Áreas a fins. Empresas Anteriores:   

Instituto Pobres Servos da Divina Providencia - São João Calábria (2013). Sociedade Educação e Caridade – INSTITUTO SÃO BENEDITO (1995/2000 e 2004/2012). Pequena Casa da Criança – (Estágio pela Fundação Gaúcha do Trabalho).

Atividades Desenvolvidas: 

Instrutor de habilidade Básica com foco a área administrativa e rotina de setor de Recursos Humanos. 2004/2012.

Instrutor de software livre e privados (BrOffice e Microsoft) para adolescentes no Sistema Operacional Windows (Word, Excel, writer, cálculos, Power point, slides, entre outros).

Trabalho direto com adolescentes e Jovens em situação de cumprimento de Medida sócio Educativa da FASE - semiliberdade. Onde, como educador social, realizei revista, acompanhamentos em atividades internas e externas, CAPS, postos de saúde, confecção de documentos, como: RG, Certidão de Nascimento, entre outras.

Instrutor de manutenção e configuração de computadores para adolescentes.

Atividades com crianças do SASE – informática, oficinas de recreação, entre outras.

Ajudou na construção de projetos para arrecadação de recursos para Instituição nos períodos de 2004/2012.

Representações: 

Colaborou na Pesquisa, junto a URFGS, de Remanescentes de Quilombos Urbanos de no Municipio de Maquiné/RS.

Representou a Instituição como Conselheiro do CMAS (Conselho Municipal de Assistência Social)

2004/2009.

Representou a Instituição como Conselheiro do CEDICA (Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do RS) Representou a Instituição como Coordenação colegiada do Fórum do Trabalho Educativo de Porto Alegre para adolescentes

2009/2010.

2011/2012.

Representou a Instituição como Delegado do Orçamento Participativo da região Glória - POA

2010/2012.

 


Habilidades Profissionais: 

Excel/banco de dados desenvolvido na área administrativa.

Organizador/Executor de dados estatísticos Social de atendimento.

Conhecedor médio do Corel Draw.

Conhecedor de programas Profissionais de Edição de Vídeo.

Formação: 

História Licenciatura Plena – FAPA (Faculdade Porto-alegrense).

Cursos: Pós Graduação de História Contemporânea (incompleto) Curso de Extensão sobre Exploração Sexual Infantil – Faculdade de Santa Catarina (SEAD). Curso Técnico de Manutenção e Configuração de Computadores - SENAC (2009).

Seminários e Conferências Recentes: 1º Simpósio do Terceiro Setor da Região Sul (Valore capacitação em Gestão) JUN/2010 Seminário alusivo aos 20 anos do ECA (O desenvolvimento da criança através do lúdico) JUL/2010 Seminários Regionais – Sujeitos Políticos em Movimento – Florianópolis/SC OUT/2010 Capacita POA - Sist. Intermunic. De Capacitação Em Planejamento e Gestão Local NOV-DEZ/2010

Seminário Inter Setorial de multiplicação do PAIR

NOV/2011

I Seminário Estadual Sobre Tráfico de seres Humanos

NOV/2011

Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente

2011.

Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente

JULHO/2012.

Conferência Municipal de Assistência Social

JULHO 2013.

Características Pessoais/Profissionais: Possuo personalidade voltada para constante aprendizagem. Mantenho a sociabilidade como principio. Tenho Clareza que o funcionário deve somar e, através de seu trabalho, reforçar a visibilidade da Empresa e/ou Instituição.

Portifolio arnaldo  
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