Page 1

arganilnotícias TO Ano I. N.º 1 . 05 de Novembro de 2009 . Semanário . Directora: Margarida Matos Pereira . TUI . Às Quintas, só nas bancas A GR

157 anos a dar música Dotada de poucos meios, mas muita boa vontade, a Filarmónica de Arganil comemorou recentemente os seus 157 anos de existência. Um bom motivo para se fazer uma resenha histórica da instituição e pensar o futuro.

P05

TOMADAS DE POSSE - CÂMARA, ASSEMBLEIA E JUNTA DE FREGUESIA: P03 E 12 | CASAL DE S. JOÃO: P07 | CONFRARIA DO BUCHO: P09


Segunda

tábua/arganilnotícias

P02

05 de Novembro de 2009

editorial

A equipa TAn

Estamos de volta. Sim, estamos de volta. Como tinhamos prometido no dia 12 de Outubro, depois de três semanas de interrupção, o TAn regressou às bancas. Os princípios que nos regem são os mesmos: Isenção, verdade e rigor na informação que levamos aos nossos leitores. Não deixaremos de estar atentos às dificuldades das populações que servimos. Mas não seremos prowww.netemprego.gov.pt

fetas da desgraça. Alertaremos e faremos com que seja ouvida a voz de quem precisa. Estaremos na linha da frente da defesa da nossa região. Defenderemos sempre os interesses dos concelhos de Arganil e Tábua, sem esquecermos que os políticos devem defender aqueles que os elegeram, e não os seus próprios interesses pessoais. Somos donos da nossa própria vontade, não estando dependentes de grupos económicos, edilidades, partidos políticos ou associações. Este é um jornal que também é feito pelos leitores. As nossas caixas de correio electrónico estão sempre disponíveis para que nos enviem as suas opiniões, reparos, sugestões e críticas, sejam boas ou más. O site www.tabuaonline.com passa a ser acessível também através do link: www.arganilonline.com. Assim, reservamos para os arganilenses um endereço próprio, mais próximo do seu concelho, da sua realidade.

Oferta 587631203 587656999 587660319 587660615 587654124 587657714 587658851 587659854 587660355 587662392 587662399 587658373 587659691 587660849 587640401 587660777 587660834 587661327 587661745 587663403 587663407

Profissão Concelho Habilitações Outra profissão ARGANIL 12 ANOS COPEIRO ARGANIL ESCRITURÁRIO,EM GERAL GÓIS 9 ANOS VENDEDORES DE LOJA (CAIXEIRO) LOUSÃ 9 ANOS ECÓNOMO - INDÚSTRIA HOTELEIRA LOUSÃ 12 ANOS AJUDANTE DE COZINHA LOUSÃ 6 ANOS VENDEDORES DE LOJA (CAIXEIRO) MIRANDA DO CORVO PASTELEIRO MIRANDA DO CORVO SERVENTE-CONSTRUÇÃO CIVIL E OBRAS PÚBLICAS MIRANDA DO CORVO DISTRIBUIDOR MIRANDA DO CORVO 9 ANOS TÉCNICO DE VENDAS MIRANDA DO CORVO 9 ANOS ENGENHEIRO CIVIL OLIVEIRA DO HOSPITAL LIC. VENDEDORES DE LOJA (CAIXEIRO) OLIVEIRA DO HOSPITAL 11 ANOS DIETISTA TÁBUA LIC. COSTUREIRA, TRABALHO EM SÉRIE TÁBUA 6 ANOS VENDEDORES DE LOJA (CAIXEIRO) TÁBUA 11 ANOS Outra profissão TÁBUA 11 ANOS COSTUREIRA, TRABALHO EM SÉRIE TÁBUA 6 ANOS AJUDANTE DE COZINHA TÁBUA 4 ANOS COSTUREIRA, TRABALHO EM SÉRIE TÁBUA 4 ANOS CHEFE DE LINHA - CONFECÇÃO DE VESTUÁRIO TÁBUA recorte a agenda e guarde-a consigo / cut off this agenda and take it with you

Agenda 02 a 07 Outubro - 2009

KAPINGBDI (BARRAS-TÁBUA) Sáb/Sat 07, 20.h Noite Oriental:

VIAGEM ÀS 1001 NOITES JANTAR E ESPECTÁCULO DE DANÇA. Qua/Wed 11, 22.h Jam Session (acoustic) Qui/Thu 12, 22.h Noite de Cinema:

PINK FLOYD, THE WALL

CINEMA LOUSÃ (CINE-TEATRO)

06 Novembro/November - 16.30h, 21.30h

O Novo Namorado da Minha Mãe Realizador: Gerge Gallo Elenco: JAntonio Banderas, Meg Ryan, Colin Hanks, Selma Blair, Tarri Markell Género: Thriller Classificação: M/12<


Destaque

tábua/arganilnotícias 05 de Novembro de 2009

P03

Com a promessa de que será o «presidente de todos os arganilenses, qualquer que seja a sua bandeira», o reeleito autarca deu garantias de desenvolvimento concelhio a uma plateia que esgotou o Salão Nobre da Câmara Municipal. Confiante no futuro, Ricardo Pereira Alves destacou, no discurso da tomada de posse, algumas das linhas mestras e aspirações que pretende ver concretizadas no seu segundo mandato.

Tomada de posse do executivo camarário

“O nosso concelho constrói-se com todos” Texto | Fotos: Paulo Mattos Afonso Txt# Consciente que o reconhecimento «tão expressivo do trabalho desenvolvido e o forte apoio ao programa» que durante a campanha eleitoral a sua candidatura apresentou aos arganilenses, Ricardo Pereira Alves assumiu publicamente a «maior responsabilidade na condução dos destinos» do concelho, não descurando, por isso, o trabalho que a «equipa sólida, coesa e determinada» colocará ao serviço do concelho e das 18 freguesias que o compõem. Para isso, garantiu que manterá «a cooperação com o Governo, nas diferentes áreas, assumindo uma postura exigente e reivindicativa» para a concretização célere de obras e serviços essenciais: «a nova estrada nacional (EN 342), entre Lousã-Góis-ArganilCoja-IC6; a implementação no terreno do Destacamento Territorial da GNR; e a melhoria da prestação dos cuidados de saúde» privilegiando, para tal, os cuidados de proximidade. Para os dezoito presidentes de Freguesia empossados, o presidente da Câmara de Arganil assegurou-lhes que continuará a eleger as Juntas de Freguesia como «nossos parceiros estratégicos para a execução de pequenas obras» há muito ansiadas pelas populações «dotando-as dos meios indispensáveis para o reforço da capacidade de intervenção». Dirigindo aos mais jovens, Ricardo Pereira Alves afirmou que estará «particularmente atentos, promovendo a criação de oportunidades para aqui se fixarem» anunciando a criação de um «Pólo de Habitação Jovem» e promovendo a criação de emprego através do «alargamento das

zonas industriais da Relvinha e Coja» para além da dinamização do Centro Empresarial, acções que visam a melhoria da qualidade de vida «construindo as Piscinas Aquecidas Municipais», mantendo os investimentos na área da Educação e construindo novos equipamentos de cultura, desporto e lazer e, ao mesmo tempo, «promovendo a melhoria dos existentes, muito em particular, a requalificação do Teatro Alves Coelho». Abrangente, o presidente da edilidade, teve ainda palavras para a acção social, para a qual «teremos uma atenção muito especial, estando ainda mais próximos dos que menos têm e mais precisam» fortalecendo a relação de parceria com as Instituições do concelho «que têm desenvolvido um trabalho notável no apoio aos idosos e aos mais jovens», prometendo incentivos para a qualificação dos equipamentos existentes e a criação de novas valências. Outra mas metas de Pereira Alves passa pelo Turismo, onde pretende «implementar medidas contidas no Plano Estratégico» de forma a «afirmar o nosso concelho como destino turístico de qualidade e a geração de riqueza resultante da actividade turística». Convicto, o edil quer, juntamente com todos os arganilenses «fazer mais e melhor pelo nosso concelho, afirmando-o no contexto nacional, num quadro crescente de inovação e competitividade». Não esquecendo quem desde sempre esteve a seu lado, Ricardo Pereira Alves reconheceu o apoio que a ex-presidente da Assembleia Municipal, Manuela Ferreira Leite, «sempre nos dispensou e pela forma sábia, inteligente e rigorosa com que exerceu o seu mandato».

nete do edil) «agradeçolhe a lealdade, a competência e a determinação com que pautou o exercício das suas funções». A concluir, saudou todos os vereadores que cessaram funções «cuja acção na oposição foi sempre pautada pela elevação e respeito democráticos».

Sucessão familiar

Outro dos elementos que mereceu o destaque

de Pereira Alves foi Laertes Pereira (chefe de gabi-

A presidente do PSD e ex-presidente da Assembleia Municipal de Arganil, Manuela Ferreira Leite, deu posse ao irmão, o presidente da Assembleia-geral do Sporting, José Dias Ferreira. No discurso de encerramento do seu mandato, Manuela Ferreira Leite considerou a cerimónia «simples, mas carregada de significado» já que as «pessoas empossadas não foram designadas mas sim eleitas por vontade dos habitantes», salientando que «nada é mais importante que o poder autárquico» já que é aquele que «mais se identifica com os problemas de cada um». Referindo-se ao reeleito presidente da autarquia «o reforço da votação significa que as pessoas consideram estas

pessoas capazes» por isso «aumentará a responsabilidade». Já o novo presidente da Assembleia Municipal, falando de improviso disse que «não preparei nenhum discurso porque tenho dificuldade de ler um papel quando estou em família. As minhas raízes estão aqui» e por isso «vamos lutar para que Arganil seja cada vez mais forte» concluiu.

Constituição da Mesa da Assembleia Municipal

Luis Quaresma e Mário Gonçalves (primeiro e segundo secretários, respectivamente) foram os eleitos para, em conjunto com José Dias Ferreira, constituírem a Mesa da Assembleia Municipal de Arganil durante os próximos quatro anos. A eleição resultou da votação feita no dia da tomada de posse, tendo obtido 23 votos a favor e 15 votos brancos. Num segundo acto eleitoral foi eleito o presidente da Freguesia de São Martinho da Cortiça, Rui Franco (com 27 votos a favor e 11 brancos), representante das Juntas de Freguesia do concelho na Associação Nacional de Municípios.

Constituição do Executivo Municipal

Ricardo Pereira Alves (Presidente – PSD) Avelino Pedroso (PSD) António Cardoso (PSD) Luís Paulo Costa (PSD) Paula Dinis (PSD) Miguel Ventura (PS) Rui Silva (Independente)

Distribuição de pelouros na Câmara Municipal de Arganil

Na sessão camarária do passado dia 30, entre os assuntos tratados, foi anunciada a distribuição de pelouros da Câmara Municipal de Arganil, distribuição que ficou assim esquematizada: - Ricardo Pereira Alves (Presidente): Gestão Urbanística, Turismo, Desenvolvimento Económico e Freguesias e Associativismo; - Avelino Pedroso (Vice-Presidente): Ambiente e Saúde; - António Cardoso (Regime de Permanência): Recursos Humanos, Desenvolvimento Rural e Florestas, Segurança e Protecção Civil; - Luís Paulo Costa (Regime de Permanência): Finanças, Educação e Acção Social; - Paula Dinis (Regime Meio-Tempo): Cultura, Juventude e Desporto. Se para Chefe de Gabinete da Presidência foi nomeado o Eng. Paulo Gomes Rodrigues, que já exerceu as funções de vereador na presidência do Eng. João Oliveira, foi mandatada para exercer novamente o cargo de Secretária da Presidência, Maria José Nobre.


Localarganil

tábua/arganilnotícias

P04

05 de Novembro de 2009

A Comunidade Arganilense faz justiça

“Fernando Marinheiro” volta ao seu bairro nheiro”. Nas suas andanças pelo mundo, como tripulante de navios, deixou sempre o seu nome ligado, quer fosse de forma mais calma, quer fosse em ocasiões em que a bebida já ditava leis. Mesmo assim, “O Marinheiro”, onde quer que se encontrasse, trazia sempre ao peito a grandeza da sua terra, dos seus conterrâneos. Foi um dos que deu grande nome ao Parque de Campismo de Arganil. Através dos seus conhecimentos muitos estrangeiros, sobretudo ingleses, passaram pelo parque gozando durante dias as belezas da região. Com eles fazia excursões pela Serra. No campo político, nunca rejeitou o “seu” PPD-PSD. A bandeira laranja esteve sempre no mastro mais alto do seu pensamento. Com outros “históricos”, participou na constituição da Comissão Política após o 25 de Abril de 1974. Se os pais e irmãos para ele foram a amizade do lar, pelos primos e tios nutria uma afeição especial e exemplar, espelhando com esse trato quem era, de facto, o “Fernando Marinheiro”. Como ele tinha tantos amigos e com eles viveu jornadas maravilhosas de convívio… Foi deliberado, então, que o nome do Fernando Vasconcelos seja colocado em lápide no Bairro da Barreira, na Quelha, local onde o “Marinheiro”

Foto / Texto: José Travassos de Vasconcelos Tendo como pensamento a justiça e a gratidão, a Associação de Combatentes do Concelho de Arganil, em reunião directiva, deliberou desenvolver mecanismos que levassem ao enobrecimento da memória de Fernando da Costa Vasconcelos, arganilense que a maior parte da sua vida, nas diversas fases da mesma, teve sempre ao peito, bem apegado, o brasão da sua terra – Arganil. Esses mecanismos iniciaram-se com o envio de uma moção à Junta de Freguesia de Arganil, pedindo a esta autarquia a inclusão do nome do “Fernando Marinheiro” na toponímia da vila. Se a petição teve o acordo unânime da Assembleia de Freguesia, o mesmo aconteceu com a Câmara Municipal, que em reunião camarária deliberou que sim, que fosse dado o nome de Fernando da Costa Vasconcelos a uma rua da vila. Os vereadores elogiaram a ideia e enalteceram a proposta, com palavras amistosas em relação ao “Marinheiro”, pois todos, unanimemente, concordaram ter sido um arganilense de gema. Marinheiro na Índia, em 1961, foi tripulante do “Afonso de Albuquerque”, barco que os india-

nos bombardearam e levaram ao fundo. A maior parte da tripulação, que chegou a terra a nado, foi detida e durante dolorosos meses esteve num campo de concentração. Um desses detidos foi Fernando Vasconcelos, que ao regressar a casa, situada no Largo da Fonte da Bica, antes de receber os abraços dos inúmeros amigos que o aguardavam, saiu do carro que o trouxe e em calções desatou a correr em direcção ao Santuário do Mont’Alto, onde foi agradecer à nossa Padroeira o seu regresso. Passado este momento marcante, que iria repetir-se noutras ocasiões, com a chegada de África de outros combatentes, o Fernando passou a ser conhecido por “O Mari-

VENDE-SE APARTAMENTO DUPLEX em ARGANIL

Auto Sucata ZÉ NEVES

(Usado, um proprietário)

2.º Andar com 3 quartos (dois c/ roupeiro e um c/ WC privado), sala comum c/ lareira, cozinha, escritório, 4 varandas, uma marquise e WC comum. Duplex com 1 quarto c/ roupeiro, um salão c/ lareira e ar condicionado, WC completo c/ banheira, quarto de apoio c/ roupeiro, uma varanda e uma marquise. 1 terraço ao nível do 1.º andar. 1 garagem para dois carros. Sistema de aquecimento central por caldeira a gasóleo verde. Localização: Bairro da Quinta Nova, a 300 metros do centro da Vila, a 150 metros do Centro de Saúde e Urgências, a 100 metros de uma clínica de fisioterapia, a 50 metros de uma clínica (análises, clínica geral e estomatologia), a 100 metros do lar de idosos, a 150 metros do recinto da Feira Semanal e do Mercado Municipal, a 250 metros do parque infantil. Contacto: 961 047 982.

nasceu e viveu durante muitos anos com a sua avó Henriqueta. Nesse tempo, era alcunhado também por “Russo”, pelo seu feitio irrequieto e aventureiro. Como a gratidão é um dom que nem todos sabem quanta grandeza encerra (mas em Arganil, felizmente, ainda há gente com capacidade para a discernir), ela vai ter mais uma vez o seu ponto alto no 1.º de Dezembro, com o descerramento da placa que, doravante, fará parte da toponímia de Arganil. Se esse dia, do ano longínquo de 1640, se celebra a Restauração da Coroa Portuguesa, não passa despercebido o papel de Miguel Vasconcellos na revolução. Se este foi apelidado de traidor, o “seu primo” Fernando Vasconcelos (só com um L) é apelidado de herói da Pátria, bem como outros combatentes, mas logo foram ignorados e abandonados, sem apoios, sem uma palavra de estímulo. Só por isto, a escolha do dia tem a sua lógica… um dia que terá um sentido especial para Arganil, ao fazer justiça a um filho que, não tendo cursos superiores, soube honrar a sua terra com outras formas de actuação, deixando marcas positivas que tiveram somente a elevação do berço natal e que hoje os seus conterrâneos reconhecem afirmativamente.

José Álvaro Neves

Unipessoal, L.da

Centro de Abate de Veículos em fim de vida Serviços de Pronto-Socorro Permanente

Telefs.

235711330 (Armazém) }235204118 (Residência)

Telem. 966040713

E-mail: autosucata.zeneves@sapo.pt Zona Industrial da Relvinha, Lote 24 3300-416 ARGANIL


Localarganil

tábua/arganilnotícias 05 de Novembro de 2009

P05

Apesar dos seus 157 anos de existência

A Filarmónica Arganilense mantém-se jovial Fotos / Texto: José Travassos de Vasconcelos Já lá vão 157 anos que foi criada em Arganil uma banda, depois de existiram duas – Filarmónica Constança Arganilense e Sociedade Recreativa Independente Arganilense. Com rivalidades pelo meio, mantiveram-se ao logo de alguns anos, até que a razão foi mais forte e acabaram por se fundir numa só e assim nascendo a Filarmónica Arganilense. Passado esses períodos conturbados, a Filarmónica, depois de legalizada mais de um século decorrido, graças ao empenho do então presidente e saudoso arganilense Alberto Cruz Almeida, passou a ter como acrescento Associação. Continuou a sua jornada de uma forma altruísta, no que concerne ao ensino da Música e, por consequência, à preparação social e cultural de várias gerações de arganilenses. Não haverá família em Arganil que não tenha dado à Filarmónica alguns dos seus membros. Neste contexto podemos salientar a família Quaresma, que sendo seis irmãos, todos passaram pela Filarmónica e alguns deles continuaram ou continuam ainda como dirigentes. Vários mestres souberam dar o seu melhor à Associação Filarmónica de Arganil. Dos arganilenses que por ela passaram podemos salientar José Augusto Costa Ferreira, João Vinagre, Adriano Ribeiro Mendes, Manuel da Silva Moreira,

João Seiroco e Fernando Silva, continuando este a dar os seus préstimos na escola de música. No decorrer de quatro anos, sob a batuta de João Sousa, a banda virou de estilo musical, passando a um grau de boa qualidade. A sua saída verificada recentemente, por motivos profissionais, permitiu à Direcção contratar um novo mestre; e desde Setembro que entrou em funções. Álvaro Pinto, de seu nome, reside em Ermesinde, e é professor do Conservatório Nacional de Música de Coimbra. Sento um jovem com ideias musicais bastante avançadas, pelos métodos e exigências que está a introduzir, quer no campo da aprendizagem, quer no campo dos ensaios, há indícios de que se a Filarmónica Arganilense se estava bem, no futuro recente ficará melhor. Numa sala ampla, res-

Contabilidade e Serviços

l ue ues Tels. 235208370 / 963786696 (escritório) n a riq r M en 5 5 o H t INTERMARCHÉ (Lojas 4 e 5) 3 Ví im 61 r 6 o 5 B.º do Prazo – 3300-017 ARGANIL Am 9 6

taurada recentemente, emoldurada com fortes traços históricos, onde a memória e a gratidão falam mais alto, os ensaios arrastam já, tal como antigamente, alguns amigos da banda e familiares de executantes, que ali vão passar um pouco da noite de sábado. E são eles que notam que, efectivamente, há mudanças na condução das partituras, na “teimosia” de as limar até estarem “afinadas”, havendo pelo meio disciplina entre os naipes, tudo isto num ambiente saudável e de muita educação.

Os meios não abundam

A sobrevivência da Banda passa pelo esforço da Direcção que, liderada pelo professor António Seco, de tudo se faz um pouco para que os proventos apareçam para colmatar as despesas que no dia-a-dia se apresentam. Por exemplo, as iniciativas levadas a cabo na

Feira do Mont’Alto, nas quais os familiares de dirigentes e de executantes

A Junta de Freguesia despediu-se bem

estiveram disponíveis para levar por diante um meio que trouxesse um pouco de alívio à bolsa do “deve-haver” da Filarmónica; e ao que parece esses proventos, contabilizados no final, foram bastante animadores. O instrumental tem sido e continua a ser a maior fatia monetária que a Filarmónica tem desembolsado. Ainda re-

José Manuel de Jesus Alves CONSTRUÇÃO CIVIL

Tel. 962 359 630

MACHORRO

centemente foram adquiridos dois timbales para completar a boa quali-

fardamentos consoante as precisões. Na verdade, os seus sócios-gerentes, particularmente Carlos Andrade, tem sido, ao longo de anos, um amigo sincero e grande admirador da nossa Filarmónica. Não se podem esquecer ainda os amigos da instituição. Quer pagando quotas, quer auxiliando com donativos, são eles também que vão diminuindo as dificuldades. Só agora, com a compra dos referidos timbales, a Direcção teve que pagar cerca de 3.000 euros. Assim sendo, a porta fica aberta para que esses amigos voltem a praticar os habituais gestos, ou seja, contribuindo com donativos para minorar a despesa com a compra destes objectos.

sofialves_12@hotmail.com

3305-183 CÔJA

dade musical, sobretudo quando a Banda actua em concerto. O fardamento tem sido também um quebra-cabeças para as contas da instituição, dado que constantemente entram nas suas fileiras novos elementos. Neste ponto, porém, a Direcção jamais poderá pagar os gestos que a AMMA vai proporcionando, oferecendo os

Quer a Câmara Municipal de Arganil, quer a Junta de Freguesia têm sido duas autarquias que muito têm auxiliado a Filarmónica. A primeira com subsídios anuais e por vezes pontuais, a segunda também com subsídios e com aquisição de material. Em fim de mandato, a autarquia da freguesia, liderada por Fernando Pereira Afonso, quis marcar o fim da sua carreira autárquica com a oferta de 50 estantes, no valor global de 600 euros. É com gestos assim que a Filarmónica vai poder continuar a sua caminhada de enriquecimento musical da comunidade arganilense, tendo também em atenção a Escola de Música, na qual militam mais de três dezenas de jovens.

ntos a S l Isabe a n Hele

Shopping Intermarché – Loja 11

Vestuário e calçado de criança

Telem. 961 303 474

3300-017 ARGANIL


Localarganil

tábua/arganilnotícias

P06

05 de Novembro de 2009

O PRESIDENTE PEDIU TRABALHO, DEDICAÇÃO E DIÁLOGO Na passada segunda-feira, logo pela manhã, tive que passar pela Câmara Municipal a fim de tratar de um assunto. Reparei que havia uma certa movimentação de trabalhadores. O Salão Nobre estava repleto. Indagámos e foi-me respondido que o Presidente da Câmara desejava falar a todos. Como as portas estavam abertas, verificámos que, a par da presença dos 260 trabalhadores do município, compunham também o cenário o Eng. Ricardo Pereira Alves e os Vereadores Dr. Avelino Pedroso, Dr. António Cardoso e a Dr.ª Paula Dinis. E foi perante todos que o Presidente, na posse de mais um mandato, apelou ao trabalho, à dedicação, ao diálogo, como aliás já tinha acontecido no anterior mandato. O edil aproveitou ainda para apresentar a constituição do novo executivo e os seus pelouros, bem como o seu Chefe de Gabinete, Eng. Paulo Gomes Rodrigues, que no final do mês entrará em funções. Foram breves as palavras, mas que por serem breves e vincadas, não deixarão de ser bem entendidas por todos, já que elas foram transmitidas num tom familiar.

INICIATIVAS DOS COMBATENTES Para além de, no passado dia 1, a Associação de Combatentes do Concelho de Arganil se ter deslocado a Pomares, S. Martinho da Cortiça e Arganil, a fim de colocar coroas de flores nos monumentos que homenageiam os militares tombados no ex-Ultramar Português, no dia 15, a partir das 15 horas, promove um magusto-convívio na sua sede, com a colaboração do Grupo Cantares Alva e Açor; e no dia 1 de Dezembro promove a homenagem a Fernando da Costa Vasconcelos (“O Marinheiro”), dando o seu nome à Quelha da Barreira, lugar onde nasceu. O programa desse preito de gratidão será conhecido brevemente.

BOMBEIROS ARGUS COM MAIS UMA ORGANIZAÇÃO No dia 13 de Setembro os Bombeiros Voluntários Argus realizaram a “Rota do Xisto BTT”, com términos na Benfeita. Continuando com o programa que assinala os 75 anos da fundação da Associação Humanitária, com o dia 29 de Novembro a culminar tão importante data, nova realização sai para a estrada, com mais uma prova, designada II Todo Terreno Turístico B. V. Argus, no próximo domingo, dia 8, tendo como palco a Serra do Açor, abrangendo as freguesias de Celavisa, Cepos e Folques, com a colaboração das respectivas Juntas de Freguesia.

MAIS UMA VITÓRIA PARA O AFONSO

Não há muito ainda que nesta rubrica escrevemos sobre o prémio de lotaria que o Afonso vendeu, prémio saído em número certo. Desta vez, porém, o bilhete que vendeu foi “número vadio”, como disse. Foi o número 16.333, saído como o 3.º prémio, cujo bilhete foi de 60 mil euros, e cada fracção de 6.000 euros. Alguns arganilenses e não só foram premiados, o que vem demonstrar que o Afonso continua a dar alegrias, indo já na dúzia os prémios que vendeu. Anote-se ainda que a lotaria que vende vem da Casa da Sorte de Coimbra. É com estas e outras situações que o Afonso é conhecido (quase mundialmente), tornando-se já uma figura carismática da nossa terra.

Notícias

Casal de S. José Faleceu Norvinda Teresa Duarte

MAGUSTO DA FILARMÓNICA

25 de Outubro foi o dia escolhido para a família da Filarmónica (dirigentes, executantes, familiares e amigos) se reunir na esplanada do Senhor da Ladeira, no Mont’Alto, em torno de um magusto. Além das castanhas, apareceu também sobre a mesa espaçosa e sob a copa do grande cedro diversa doçaria, confeccionada pelas mulheres. Jeropiga não faltou, porque alguns quiseram que as ditas castanhas não fossem saboreadas em seco. Como algumas garrafas não foram abertas, ficaram para a “reserva” da Associação a fim de serem gastas noutras ocasiões. O pequeno leilão de ofertas, a cargo da executante e dirigente Anabela Vinagre, acabou por sorrir aos dirigentes, porque, ainda assim, apesar da grande confraternização verificada, foram amealhados mais de 400 euros. Nada mau, não senhor… É que as despesas são muitas e todas as migalhas que forem angariadas vêm por bem. Isso mesmo foi referido pelo presidente, professor António Seco, que proferindo palavras muito sentidas quanto ao convívio, acabou por também se saldar numa soma monetária que vai ao encontro dos interesses da Filarmónica, a qual se encontra a entrar num caminho de mais renovação e inovação. - Refira-se também que a Filarmónica vai levar a efeito um novo convívio. Trata-se do jantar celebrativo do final das actividades 2009, que se vai realizar no dia 21 de Novembro, pelas 20 horas, no Restaurante Mont’Alto, já com inscrições abertas, ao preço de 15 euros cada pessoa.

No dia 19 de Outubro passado, faleceu a nossa conterrânea Norvinda Teresa Duarte, que contava 91 anos de idade e era viúva de Manuel da Silva. Era mãe de Maria da Graça Duarte da Silva Santos, casada com José Bonifácio dos Santos, António Duarte da Silva e

José Duarte da Silva, casado com Maria Manuela Silva Martins; avó de Aida Maria Duarte dos Santos Castro, casada com Belmiro dos Santos Castro, Maria de Fátima Duarte Santos Amorim, casada com Nuno Miguel Dias Amorim, Bruno Alexandre Antunes Silva, casado com Ana Filipa da Silva Mota, Hugo Rodolfo Antunes Lourenço da Silva, casado com Ana Margarida de Jesus Lourenço da Silva, e Maria João Silva Rosa, casada com Ricardo Afonso Rosa; e bisavó de Ana Filipa, Nuno Amorim, Mariana do Carmo e Inês Carolina. Depois de velados os restos mortais na capela local, realizou-se o funeral para Arganil, onde de-

pois de cumpridas as exéquias fúnebres na igreja matriz, o corpo foi sepultado no cemitério municipal. Pêsames à família enlutada.

Da ementa consta bacalhau na brasa com batata assada e as respectivas castanhas. A sobremessa… essa fica à responsabilidade de cada um!

Notícias da Subcomissão de Melhoramentos

CHÁ DANÇANTE COM MOSTRA DE DOÇARIA

A Subcomissão de Melhoramentos em Lisboa vai realizar brevemente alguns eventos, sendo o primeiro já depois de amanhã, dia 7, em Alfama, com um jantar, seguindo-se uma Noite de Fados.

MAGUSTO/BACALHAU

No próximo dia 22 (domingo), terá lugar em Chelas, um magusto/bacalhau, no armazém da firma «Coelho, Claro & Ângelo.

No dia 13 de Dezembro realiza-se um chá dançante, na Casa da Comarca de Arganil, na Rua da Fé. Este «encontro» terá uma particularidade, pois desafiam-se os participantes a levarem um doce (tradicional ou não) para assim podermos elaborar um pequeno concurso. Aconselhamos a ir treinando, pois neste dia reservam-se algumas surpresas!


Localarganil

“…Os nossos objectivos são: fazer desta aldeia próspera, que dê gosto nela viver” Arménio Santos

tábua/arganilnotícias 05 de Novembro de 2009

P07

Casal de S. João

Exemplo de força e dinamismo pratica “a boa prática social”, neste contexto não enjeitou a ideia de se homenagear também o grande estratega da Associação, o Arménio Santos, pois “vai sendo tempo de se ir pensando na iniciativa num futuro próximo”. É uma pessoa – como afirmou – “que não tem dias nem horas, está sempre disponível para ajudar toda a gente”. Sendo uma obrigação e uma prática social, “vai sendo tempo de honrar o que tem permitido o desenvolvimento de Casal de S. João”.

Fotos / Texto: José Travassos de Vasconcelos Foi a 17 de Outubro de 1975 que um punhado de residentes e naturais de Casal de S. João, aldeia da freguesia de Vila Cova de Alva, iniciou a maratona regionalista, através da criação da Associação de Moradores. Se até àquele ano (um ano após a Revolução dos Cravos) aquela pequena comunidade nada tinha, daí para a frente foi o culminar de realizações: a construção da sede, a electricidade, abertura da estrada (lado norte) arruamentos (agora em reconstrução, com a colocação de alcatrão), abastecimento de água, museu, parques de lazer e infantil, espaços para estacionamento, formação de um Rancho, o “Flores de S. João”, urbanizações, acção social, etc., etc. Dentro destes 34 anos, na celebração de cada aniversário houve normalmente uma obra a inaugurar. Este ano, porém, não se registaram inaugurações, mas em seu lugar esteve em palco a gratidão e o reconhecimento a duas figuras que muito contribuíram e continuam a contribuir para o bem-estar daquela aldeia-modelo – a nível póstumo a Francisco de Almeida Filipe, que foi sócio fundador da Cerâmica da Carriça e ao presidente da Assembleia-Geral da Associação de Moradores de Casal de S. João, Joaquim Fernandes Silva. O primeiro, porque em vida sempre esteve ao lado dos sanjoanenses, sendo como referência principal a reconstrução da ponte em 1948, levada por uma cheia, além da colaboração noutros benefícios; o segundo, porque teve papel preponderante na oferta de terrenos para alargamento da estrada junto à capela de S. João e a seu encargo construiu os muros de suporte. Por isso, ambas as figuras mereceram que os seus nomes passassem a figurar na toponímia de Casal de S. João. Embora sobre este as-

Oliveira Alves - Figura que enaltece a freguesia

sunto nos reportemos na próxima edição, hoje farse-á alusão ao convívio realizado no dia 17, precisamente na data da fundação da colectividade. Foi um almoço comemorativo no qual participaram mais de 200 pessoas, almoço confeccionado pelas mulheres de Casal de S. João, mesmo ali, na sede, onde em tempos foi instalada uma cozinha e forno respectivo.

Ranho “As Flores” pelo seu empenhamento e devoção ao grupo. Para além de diversas iniciativas que a Associação e o

vismo se vai notando, e se “não vivermos em pleno a nossa cidadania, as coisas serão mais complicadas”. Neste sentido deixou o

terra grande e unida”. Deixou palavras amistosas ao Rancho, que leva longe o nome de Casal de S. João e particularizou o

Festival de Doces Regionais

Um número tão elevado de pessoas que normalmente assistem a estes convívios, são em certa medida um estímulo para “que o nosso trabalho voluntário seja ainda mais fortalecido, dando-nos ainda mais ânimo para a concretização dos nossos objectivos que são: fazer desta ladeia próspera, que dê gosto nela viver”, palavras do presidente da Associação, Arménio Santos. Referindo-se às grandes obras rodoviárias que Casal de S. João com elas beneficiou, não esqueceu em pedir apoios para a preservação do centro social, bem como a Casa-Museu, para onde pediu um acesso melhorado ao 1.º andar. Ao agradecer às autarquias, às pessoas que sempre estão dispostas a colaborar, com ênfase agradeceu aos componentes do

O Vice-Presidente da Câmara Municipal de Arganil, Dr. Avelino Pedroso, na sua intervenção, vincaria na realidade o que tem sido o trabalho desenvolvido por esta população, ao longo de três décadas, “tudo tendo feito pela sua qualidade de vida e progresso”. Falando das parcerias importantes entre Câmara (que “estará sempre disponível como sempre”), Junta de Freguesia de Vila Cova de Alva e Associação de Moradores, todos irão trabalhar num novo ciclo. Elogiando a presença do Dr. José Manuel Oliveira Alves, referiu que é “uma figura muito prestável que tem sabido enaltecer a sua freguesia”.

Parabéns e momentos de gratidão Rancho protagonizam, como por exemplo a realização todos os anos de um Festival de Folclore, Arménio Santos disse continuar a acreditar de que “somos capazes de realizar um Festival de Doces Regionais”.

O Associativismo não está bem

Sendo como muito orgulho que estava presente no convívio, Esmeralda Albuquerque, representante da Confederação das Colectividades de Cultura e Desporto de Lisboa e presidente da Filarmónica de Ervedal da Beira, deixou algum cepticismo quanto à pouca saúde que no Associati-

exemplo da Associação e do Rancho Folclórico que não deixam acabar as tradições, através do seu museu, assim como mantêm o voluntariado e o associativismo. E é nesta base que a oradora deixou o apelo para que “continuem com esta obra”, pois assim “esta terra continuará a viver em plena cidadania”.

As Cozinheiras merecem uma palavra...

As palavras do presidente da AssembleiaGeral, Joaquim Fernandes Silva, foram de saudação aos presentes, pois “com estas presenças é que se faz uma Associação e se faz esta

trabalho das mulheres, sobretudo às cozinheiras, “por sempre estarem prontas a colaborar”.

Homenagem a Arménio Santos

A comunidade recebeu todos os convidados com muita hospitalidade e alegria, incluindo o Dr. Oliveira Alves, um amigo da aldeia. Nas palavras que proferiu afirmou que aquele convívio era um almoço emblemático, pois é um dia que a vida pára na povoação, para confraternizar com a Associação, numa atitude de amizade de várias gerações. Realçando que sendo S. João uma grande família, onde se

Chamado ao palco todo o pessoal que trabalhou na confecção e no serviço de atendimento do almoço, foram apagadas as velas do bolo de aniversário, bolo que foi oferecido pela Pastelaria “Pérola de Côja”, de que é proprietário o casal Teresa Pinto e Nuno Martins. Foram cantados também os parabéns a duas figuras da terra – Adélia e Olinda que nesse dia celebravam os seus aniversários. Já no final de tarde todos se dirigiram aos locais onde iria decorrer o descerramento de placas, com nomes que passarão a figurar na toponímia local.


tábua/arganilnotícias

P08

05 de Novembro de 2009

Munich, Germany

Oktoberfest So its off to Germany and a bit of R-R in Munich and a closer look at the famous octoberfest. Travelling via Amsterdam the plain journey was quite pleasant as there was a contingent of Dutch –English and various unknown nationals all heading south to the MECCA ( beer fest). On arrival in Munich our luggage did not turn up but this did not dampen our sprits and the municheners rewarded us with beer tokens which we happily accepted and the merriments began, while the less fortunate had to pay 5 euro’s a half , our luggage later came that evening to our accommodation with more beer tokens which i maid quick and good use of . We woke early the next morning ate breakfast (us) beans on toast them (Germans) white sausage (weis wurste)we washed it down with weis bier (wheat beer) which i think is the best beer in the world. Then the train journey to Munich ,the train filled up rapidly I felt a little out of place as the locals were smartly dressed parading up and down the train in there lederhosen, which me and my companion would have looked a bit silly in but fair play to all(mind you the girls did look good in there get outfits).When we left the train we were in the lion’s den the Mecca of the drinking world ,we met up with more friends and fought our way through the merry crowds (100000+) our friends had bought tickets 3 months prior so we had seats & tables awaiting us in the famous (ochenbraterei) oxen house, while the ticketless had to remain outside in the cold and damp ,although there is plenty of food and drink and various things to do there . so best go prepared as as we did. Once on the inside and seated we served upon by beautiful fraus in traditional clothing ,i tried out my German and success she appeared with what me and my friends had come for the famous

MAASS BIER(1 litre)it disappeared in 3 go’s to the tune of the un pa pa band playing ein prostig ein prostig .The maass beer cost 8 euro’s ago its quite expensive but if you wont to party here you have to pay, fortunately we came prepared and we drank,drank,drank and drank some more ,also there was food on the go, the tent that we were in catered for 10,000 and is famous for meet and the people wasted no time in devouring oxen’s (bulls) on offer all(110.kilos) of them . In fact in this one tent alone they managed to munch 76 of these animals in a period of 3 weeks all washed down with the MAASS beer (1 litre) of course. The evening came to an end and we drank our last beer we sang and danced our way back to the train station along with 100.000 new friends .

On the whole i think that the Munich octoberfest is a wonderful event .The coming together of all nationalities partying and enjoying themselves as one, with no sign of trouble and smiling faces all around . I think that other countries could learn a lesson or two out out of this ?. The journey home again via Amsterdam i can not recollect much of the trip but i made it safe and sound knowing that i will be attending in the future . Lastly i would like to thank the good people of Munich(poing ,feldkirchen) for there friendship and hospitality . Danke schon. Long may it continue . Fact: 6 million litres of beer were consumed at the octoberfest Munich Germany over 3 weeks 2009. Antonio ski. On location.

CARTÓRIO NOTARIAL SITO EM TÁBUA A cargo do Notário Ricardo Nuno Carvalho da Fonseca Santos

JUSTIFICAÇÃO Certifico que neste cartório, a cargo de Ricardo Nuno Carvalho da Fonseca Santos, Notário do referido Cartório, foi hoje lavrada uma escritura a folhas setenta e nove e seguintes, do livro de notas com o número sessenta e sete mediante a qual JOAQUIM FONSECA RAMOS, que intervém POR SI e na qualidade de procurador de sua mulher, ROSA ADELAIDE REBOCHO LARANJO FONSECA RAMOS, casados em comunhão geral, ele natural da freguesia de Mouronho, concelho de Tábua e ela da freguesia de Ervedal, concelho de Avis, residentes na Rua do Zaire, n.º 40, 2.º esquerdo, em Lisboa, declarou: Que ele e a sua representada são donos e legítimos possuidores, com exclusão de outrem, dos prédios rústicos seguidamente referidos, todos sitos na freguesia de Mouronho, concelho de Tábua: UM – METADE de um pinhal, sito ao Vale de Joaquim, com quatro mil duzentos e vinte metros quadrados, a confinar do norte com Constança Maria, do nascente com caminho, do sul com Ramiro da Fonseca Ramos e do poente com baldio, inscrito na matriz tal direito em nome do justificante marido pelo artigo 3 254, com o valor patrimonial tributável correspondente de 320,17 €; DOIS – Terreno de cultura com videiras, uma fruteira e pinhal, sito à Gandarinha, com duzentos e oitenta e cinco metros quadrados, a confinar do norte e poente com Avelino Rodrigues dos Santos, do nascente com caminho e do sul com Alfredo Martins de Abreu e outro, inscrito na matriz em nome do justificante marido pelo artigo 3 625, com o valor patrimonial tributável de 74,74 €; TRÊS – Pinhal, sito ao Valeiro do Atalho, com mil quatrocentos e cinquenta metros quadrados, a confinar do norte com Etelvina da Conceição Pereira, do nascente e poente com caminho e do sul com Ramires da Fonseca Ramos, inscrito na matriz em nome do justificante marido pelo artigo 3 547, com o valor patrimonial tributável de 219,77 €; QUATRO – Pinhal, sito ao Valeiro do Atalho, com mil e novecentos metros quadrados, a confinar do norte com Ramires da Fonseca Ramos, do nascente e poente com caminho e do sul com Armando Marques, inscrito na matriz em nome do justificante marido pelo artigo 3 550, com o valor patrimonial tributável de 287,49 €; CINCO – Pinhal, sito ao Vale do Porco, com quatro mil e quatrocentos metros quadrados, a confinar do norte com Constância Maria, do nascente com caminho, do sul com Aníbal Marques e do poente com José David Benido, inscrito na matriz em nome do justificante marido pelo artigo 8 963, com o valor patrimonial tributável de 668,46 €; SEIS – Terreno de pinhal, sito ao Valeiro da Rata, com seis mil seiscentos e setenta e cinco metros quadrados, a confinar do norte com Armando Marques, do nascente com Joaquim Francisco de Abreu, do sul com Ramires da Fonseca Ramos e do poente com baldio, inscrito na matriz em nome do justificante marido pelo artigo 3 478, com o valor patrimonial tributável de 921,03 €; SETE – Terra de cultura com oliveiras, sita à Gandarinha, com trezentos e noventa metros quadrados, a confinar do norte, nascente e sul com caminho de pé e do poente com caminho e Manuel Batista, inscrito na matriz em nome do justificante marido pelo artigo 3 606, com o valor patrimonial tributável de 93,49 €; OITO – Terreno de cultura com uma oliveira e uma fruteira, sita à Fonte, com duzentos metros quadrados, a confinar do norte com Francisco Lourenço Dinis Gamboa, do nascente com Joaquim Marques Antunes, do sul e poente com Bernardino Marques dos Santos, inscrito na matriz em nome do justificante marido pelo artigo 3 761, com o valor patrimonial tributável de 25,77 €; NOVE – Terreno de cultura com uma oliveira, uma fruteira e videiras, sita à Fonte, com cento e oitenta metros quadrados, a confinar do norte e sul com Alexandrino Rodrigues, do nascente com Maria Máxima dos Anjos e do poente com Constança Maria, inscrito na matriz em nome do justificante marido pelo artigo 3 777, com o valor patrimonial tributável de 44,52 €; DEZ – Terreno de pinhal, sito ao Vale Torgas, com mil cento e sessenta metros quadrados, a confinar do norte com Armando Marques, do sul com Francisco Lourenço Dinis Gamboa, do nascente com barroca e do poente com Adelino Alves dos Santos, inscrito na matriz em nome do justificante marido pelo artigo 3 824, com o valor patrimonial tributável de 177,60 €; ONZE – Terra de cultura com videiras, sita à Gandara, com noventa metros quadrados, a confinar do norte com Diamantino de Jesus, do nascente com Alexandrino Nunes Rodrigues, do sul com caminho e do poente com Fernando Pais, inscrito na matriz em nome do justificante marido pelo artigo 8 856, com o valor patrimonial tributável de 28,12 €; DOZE – Cultura com oliveiras e videiras, sita às Corgas, com oitocentos e setenta metros quadrados, a confinar do norte com Constância Maria, do nascente com barroca, do sul com Aníbal Marques e do poente com caminho, inscrito na matriz em nome do justificante marido pelo artigo 9 346, com o valor patrimonial tributável de 203,37 €; TREZE – terra de semeadura com oliveiras, sita à Mouroa com mil quatrocentos e oitenta metros quadrados, a confinar do norte com caminho, do nascente com Bernardino Marques, do sul com Ramiro da Fonseca Ramos e do poente com caminho, inscrito na matriz em nome do justificante marido pelo artigo 9 411, com o valor patrimonial tributável de 191,66 €. Nenhum dos referenciados imóveis se encontra descrito na Conservatória do Registo Predial de Tábua. Que o primeiro outorgante e a sua representada não são detentores de qualquer título formal que legitime o domínio de tais prédios que advieram à sua posse por volta do ano de mil novecentos e cinquenta e nove, por partilha feita sob a forma meramente verbal dos bens deixados por óbito de Joaquim Ramos e mulher, Maria da Conceição, casados que foram em comunhão geral e residentes no indicado lugar e freguesia de Mouronho. Que, não obstante isso, os justificantes têm usufruído tais prédios, nomeadamente colhendo os frutos, limpando o mato, pagando os inerentes impostos e no prédio referido na verba um com os comproprietários Ramires da Fonseca e mulher, Albertina Ferreira Monteiro, gozando de todas as utilidades por eles proporcionados, sendo reconhecidos, como seus donos por toda a gente, fazendo-o de boa-fé, por ignorar lesar direito alheio, pacificamente, à vista e com conhecimento de toda a gente e sem oposição de ninguém – e tudo isto por lapso de tempo superior a vinte anos. Que, dadas as enunciadas características de tal posse, os justificantes adquiriram os mencionados prédios por usucapião – título este, que, por natureza, não é susceptível de ser comprovado pelos meios normais. ESTÁ CONFORME. Tábua, 22 de Setembro de 2009. A colaboradora, (Artemisa da Conceição Correia Lopes Amaro) Arganil Notícias, N.º 1, 5 de Novembro de 2009


PolĂ­tica

tĂĄbua/arganilnotĂ­cias 05 de Novembro de 2009

P09

Confraria do Bucho de Arganil

IV CapĂ­tulo entroniza novos confrades

Texto: Paulo Mattos Afonso Fotos: Foto BrandĂŁo Com o Turismo como mote, nada melhor do que a realização do IV CapĂ­tulo da Confraria do Bucho de Arganil, ter sido realizado na aldeia â&#x20AC;&#x153;presĂŠpioâ&#x20AC;? de Portugal: o PiĂłdĂŁo. E se para uns jĂĄ nĂŁo novidade uma visita Ă  localidade, o que ĂŠ certo ĂŠ que, por cada vez que se lĂĄ vai, descobre-se, sempre, algo de novo e significativo. Por isso, nĂŁo foi de estranhar que na alocução feita pela Mordomo-Mor, Fernanda Maria Dias, as potencialidades turĂ­sticas sobre o PiĂłdĂŁo fossem exaltadas: ÂŤsurge ao visitante como uma aldeia encantada em plena serra

Em

do Açor tanto mais que sobre tudo o que envolve o turismo se reflectem nesta aldeia pitoresca. E a prova estå na intervenção do Juiz da Confraria, António Carvalhais, para quem a realização do IV Capítulo Ê uma forma de homenagear o turismo jå estavam perante uma jóia encrostada na serrania. Todos os oradores que se seguiram, pautaram as intervençþes para a importância turística, não só do Piódão como, tambÊm, de todo o município arganilense, e sobre o Bucho, igualmente reconheceram a importância deste produto endógeno e o contributo da Confraria para a divulgação gastronómica de Arganil, ha-

TAVEIRO

TERRENO para construção localizado no centro de TAVEIRO com autorização para construção. Ă rea de lote: 7.810 m2. Ă rea de construção: 3.514 m2. Preço: 650.000 Â&#x20AC;, sujeito a conversação. Informa 93 696 4813 ou 96 523 6830.

vendo mesmo a sugestĂŁo que a Confraria, alterasse o nome para â&#x20AC;&#x153;Confraria GastronĂłmica dos Buchos do Concelho de Arganilâ&#x20AC;?, uma vez que o Bucho de Folques aguarda a certificação. Mas do IV CapĂ­tulo, apĂłs a recepção aos confrades que se associaram Ă  iniciativa e depois da eucaristia, os presentes foram brindados com a actuação da Tuna de Coja, seguindo-se depois, a entronização dos novos confrades.

Efectivos Individuais:

Adelino Almeida, Ana Isabel Violante da Cruz, Francisco Fontinha, Cidalina Lourenço, Eduardo Abrantes, António Manuel Morais da

de:

Costa, Luís Sinde Filipe (pai), Vera Simþes, Isabel Lourenço, Elisabete Ribeiro, António Emílio, Cristina Castanheira, Paulo Mattos Afonso, Carla Gomes.

Efectivos Colectivos:

Talho Sapatinho, INATEL (Estalagem do PiĂłdĂŁo), Restaurante O Manjar, Restaurante Aroma Parque

Honra Individuais:

António Lopes da Conceição, António Pedro Pita, Francisco Silva Gomes, Maria Carmen Alpoim, Susana Redondo (Licor Beirão).

Honra Colectivos:

ACIP, INATEL, Confraria do Medronho

)%6 FBS

FĂĄtima Marques Pronto a vestir unissexo

Shopping IntermarchĂŠ Â&#x2013; Lojas 2-3

Telem. 966 516 687

3300-017 ARGANIL

F)HUQDQGR%UDQGmR er ernando nando BrandĂŁo6pUJLR SĂŠrgio

1&151564#$#.*15'/      4#&'#/'0615X2146Ă&#x203A;'5X8'&#DĂ&#x203A;'5X2.#6+$#0&#5X%1$'4674#5

4D#/ '0615)4Ă&#x2030;6+5

1)Ă&#x203A;'564#&+%+10#+5#.'0*#214/'&+&#



Tel. Fax Tlm. E-mail IHUQDQGREUDQGDRVHUJLR#JPDLOFRP



% $5526$$UJDQLO

)XW XUDVLQVWDODo}HVQD=RQ D,QGXVW ULDOGD5HOYLQKD6DU]HGR


Reportagem

tábua/arganilnotícias

P10

05 de Novembro de 2009

O caso já veio nos jornais: três “homens abusaram” de uma adolescente de 13 anos. Toda a gente o sabe. Mas o mais obscuro de toda esta história é que o irmão da “vítima”, com apenas 10 anos, também foi “sodomizado”. Os “autores” andam com pulseira electrónica, e o mais caricato é que os pais foram aconselhados, pelo Tribunal de Menores de Coimbra, a “mudar” de terra.

Pedofilia em Pinheiro de Coja - Família “foge” da terra

“Queremos Justiça e Paz” Texto | fotos: Paulo Mattos Afonso Para salvaguardar os menores, Rui e Paula foram aconselhados pelo Tribunal de Menores (TM) a sair da terra [Pinheiro de Coja] onde vivem, paredes meias, com dois dos presumíveis abusadores da filha, menor de 13 anos. O problema, para o pai de 38 anos, é que teve que arranjar «à pressa» um apartamento na vila de Tábua para poder “garantir” a permanência dos dois filhos com o restante agregado familiar. Segundo declarações ao “Tábua/Arganil notícias”, o casal confirma que aquela era uma das medidas exigidas para que os «meninos poderem voltar a estar connosco». Desde a denúncia dos casos até à detenção dos presumíveis autores do crime de pedofilia, os menores estão à guarda de uma instituição em São Martinho do Bispo (Coimbra) e, até ali permanecerão até que o TM faça uma vistoria à nova habitação. Uma das primeiras

“exigências” passa por os menores saírem da terra onde sempre habitaram [Pinheiro de Coja], para um lugar afastado dos presumíveis pedófilos. O casal, já conseguiu arranjar um apartamento na vila de Tábua e espera agora a “inspecção” do TM de Coimbra, para se certificar das condições de alojamento para que os filhos possam voltar ao seio familiar, situação que só de verá acontecer dentro de «três meses» segundo a mãe das crianças.

Quem é que paga

A história da suposta prática de pedofilia é um assunto que está a ser tratado pelas entidades competentes, no caso da criança mais velha, a rapariga de 13 anos. Mas quando ao miúdo, de 10 anos, o caso é outro e, segundo a mãe das crianças «está já outro processo a correr no Tribunal» (ver caixa). No entanto, há um pormenor motivo de destaque. Com o desfecho e aconselhamento por parte do Tribunal de Menores [abandono da loca-

lidade], segundo relato dos pais, o casal viu-se obrigado a alugar um apartamento. A renda, segundo apurámos, cifra-se pelos 240 euros. Ou seja, a questão que Rui e Paula colocam é: «abandonámos a nossa casa, que era nossa… e agora temos que pagar renda de outra» sustentam, com uma grande revolta estampada no olhar. E a pergunta volta a ser lançada: «por que é que nos estão a fazer isto?», embora estejam reconhecidos com a “Protecção de Menores” outra

FILHO ALVO DE SEVÍCIAS

questão fica no ar: «quem nos ajuda a pagar mais esta despesa?», questiona a mãe dos menores que relata que «ninguém nos dá ajuda» O casal tem andado numa “roda-viva” à procura de apoios mas, «as portas são-nos fechadas» garante Ana Paula: «já fomos à Segurança Social para nos dar uma ajuda para a renda do apartamento» mas até agora nada. «Só tenho as camas, dois móveis e roupas para levar…» pelo que pedem não é muito: «ao menos

O facto do caso ter vindo para aos escaparates por alegada prática de pedofilia na menina de 13 anos, é a ponta da meada de um outro caso de violação no filho mais novo do casal. Sem queremos entrar em grandes pormenores, uma vez que segundo a mãe das crianças «está já metido um processo judicial», uma coisa é certa, o rapaz de 10 anos foi “violado” pelo menos, moralmente. «Vendaram-lhe os olhos e puseram-no a correr direito a um poço» começa por contar a mãe, e o desfecho não foi mais trágico, graças à intervenção de um jovem que, na última hora, segurou o petiz. Mesmo assim, impotente face aos presumíveis autores [devidamente identificados], o rapaz de 10 anos «foi despido e besuntado com massa consistente, excrementos de animais e humanos» adianta Ana Paula «e por fim, colocaram-lhe os pénis na mão e depois enfiaram-no dentro de um bidão de água».

que nos dessem um guarda-fatos, uma mesa. Já não digo mais… não é novo? Não faz mal, que seja usado!» clama. Desesperada, Ana Paula garante que «andei quase de joelhos para que nada faltasse aos meus filhos» por isso, sem pudor afirma que deve obrigações a certas pessoas «cheguei a não ter dinheiro para comer e andei a bater às portas para dar de comer aos meus filhos. A pedir dinheiro emprestado» e agradece a quem sempre a ajudou «há aqui uma senhora doutora que me chegou a comprar peixe para eu dar aos meus filhos; devo ao padeiro o pão, e no café devo alguma mercearia». A ajuda que o casal mais pede é «uma comparticipação para a renda» mas, ainda mais curioso, o que Ana Paula está à espera [da Segurança Social] «é que nos dessem um apoio, uma palavra amiga, um consolo, um carinho». Em declarações ao “TAn”, o casal confirma que «tudo faremos para

ter os nossos filhos connosco» mas, ao mesmo tempo, recordam que, na altura da instrução do processo «não tivemos apoio judicial» que fizesse minorar as custas pagas em tribunal. Com esta medida, o casal vê-se agora numa situação “desesperante” já que a mãe das crianças, a trabalhar numa instituição de beneficência em Tábua «estou a recibo verde» garantiu-nos, e que segundo Ana Paula «fez com que não tivéssemos apoio», já que o marido aufere um salário superior a 600 euros. O mais doloroso para o casal é a ordem judicial, que permite apenas a visita aos filhos, uma vez por mês e, Ana Paula não se conforma: «não vou respeitar essa medida, pelo menos de quinze em quinze dias lá estarei para os ver» garante. A terminar, Ana Paula desabafa a revolta: «nós é que somos as vítimas… e somos nós que temos que abandonar a nossa casa, enquanto os criminosos estão cá fora e a viver na casa deles!»


Publireportagem

tábua/arganilnotícias 05 de Novembro de 2009

P11

Soares & Damião (Fumeiro de Arganil)

Futuro passa pelo mercado europeu Texto | fotos: Paulo Mattos Afonso Fundada em 28 de Outubro de 1982, já lá vão 27 anos, a empresa Soares & Damião, tem já a sua patente registada, dando origem ao “Fumeiro de Arganil”, marca que tem vindo a conquistar o mercado nacional e, de há um tempo a esta parte, se virou, também, para o mercado europeu, como nos confirmou o sócio da empresa, António Mário Conceição Soares. O percurso, no entanto, não foi fácil e depois de 6 anos a trabalhar em Lisboa, fixou-se na sua terra natal onde começou por na criação de patos. A experiência, contudo, não foi das melhores e, como afirma sem falsas modéstias «a má experiência com os patos deu origem a uma grande empresa», já que 95% da produção de enchidos está destinada às grandes superfícies e os restantes 5% ao pequeno retalho. Sem antecedentes no ramo das carnes, António Mário trabalhou apenas

depois da má experiência com os patos e coelhos, o casal começou por criar uns porcos e a fazer umas chouriças e morcelas que, entretanto foram sendo “provadas” por quem percebe. O resultado foi excelente e a procura começou por ser boa, dando origem à abertura de um talho. A partir daqui, uma das primeiras encomendas

foram andando normalmente, até que o crescimento do espaço foi inevitável», frisa. Consciente do “peso” da marca “Fumeiro de Arganil”, António Mário sente a responsabilidade «para que, a cada dia que passa, tentarmos fazer melhor para não deixar cair o que está feito» salienta, tanto mais que é o «público, quando chega

às grandes superfícies comerciais, que já vai à procura do nosso nome [Fumeiro de Arganil]… e isso é muito bonito». Mesmo reconhecendo que «se no início tivéssemos tido melhores condições», há cerca de 15 anos, já que na altura «havia falta de produto no mercado, e quando se chegava ao mês de Agosto não havia mãos a medir»,

XISTOBRAS (em Lisboa) num talho que, na altura, «começou por fazer umas salsichas frescas e umas alheiras», recorda. Com a vinda para Vilarinho do Alva, e

«foram 50 quilos de chouriços» (para Vale de Zebras) recorda, e o desenvolvimento da pequena empresa ganha novo impulso: «as coisas

recorda, mesmo assim, António Mário considera que a «aposta foi ganha». Independentemente da crise generalizada, António Mário aposta já em mercados internacionais «sobretudo nos países da Europa» podendo-se encontrar o “Fumeiro de Arganil” em França e no Luxemburgo, mantendo a intenção de alargar a exportação a outros paí-

ses da União. A marca “Fumeiro de Arganil”, produz já 15 referências: Chouriço tradicional de Arganil, Salpicão, Paio do lombo, Paiola, Chouriço mouro, Morcela de assar, Morcela de sangue, Farinheira, Lombo fumado, Bacon, Componentes para churrasco, Componentes para cozido, Orelheira, Pernil, Unha.

João Carlos Abreu Calinas todos os trabalhos de xisto

Rua Comissão de Melhoramentos CASAL DE S. JOSÉ – 3300-129 Arganil

Telem. +351 968 019 574

e-mail: geral@xistobras.com jcalinasconstrucoes@gmail.com http://www.xistobras.com/site/contact.aspx Não hesite em contactar-nos para pedir orçamento ou colocar alguma questão


Política

tábua/arganilnotícias

P12

05 de Novembro de 2009

Após as ideias e discursos veio a bonança…

O barco autárquico arganilense recebeu nova tripulação Fotos / Texto: José Travassos de Vasconcelos Pode dizer-se que o passado dia 31 de Outubro ficará na história da autarquia arganilense (Junta de Freguesia) e na da comunidade. O barco, que mais de uma semana aportou nas aldeias da freguesia, levando as ideias e opiniões dos três candidatos, onde uns pediam “Todos por Arganil”, outros “…Trabalhar por Arganil” e ainda “Arganil Acima de Tudo”, finalmente atracou e no final do dia 11 a embarcação acabou por transportar os votos, que pela sua contagem final daria a vitória à lista por “Arganil Acima de Tudo”. Devido aos resultados, ouvia-se por aqui e por acolá diversas versões de como iria ser constituída a Assembleia e a Junta.

Por este facto e nele tendo como espelho a expectativa gerada, o auditório da Biblioteca Municipal Miguel Torga encheu por completo. No meio de palavras que se reportaram ao presente e ao futuro, mas que não olvidaram o passado, tudo acabou em bem. Depois de cada equipa acatar os resultados eleitorais, foram os membros eleitos chamados a assinar o termo de posse, no meio de grande entusiasmo e civismo. As palmas ouviam-se, enquanto o presidente cessante, Joaquim Marques Fernandes, chamava o nome que se seguia. Seria precisamente este autarca, que durante mais de 30 anos assumiu o cargo de presidente da Assembleia de Freguesia, a congratularse primeiro pela forma como tudo estava a decorrer, exaltando a raça

arganilense pela sua postura nas horas da verdade, segundo, desejar às novas equipas o melhor trabalho em prol da freguesia, onde a dedicação, a humildade e sobretudo o diálogo, sejam três elos fortes para engrandecer a autarquia e assim esta possa traçar o percurso durante quatro anos sem sobressaltos. Aliás e no andamento das palavras, seriam também os líderes das três listas – Abel Ventura Fernandes (“Experiência, Competência, Disponibilidade, Trabalhar por Arganil”), Maria da Graça Moniz (“Todos por Arganil”) e João Travassos Nunes (“Arganil Acima de Tudo”) - a demonstrarem as suas posições correctas e cívicas em torno do resultado que o povo quis que fosse. Pelo respeito que se registou de uns e outros,

seria o eleito presidente da Junta de Freguesia, num discurso mais abrangente, a dizer que a partir daquele momento se iniciava “um novo tempo” que aguarda seja marcado pela união de todos os arganilenses em torno da “nossa terra que tanto amamos”, fazendo sentir que “é pois o momento de cada um despir a camisola que vestiu durante a campanha eleitoral e vestir as cores da unidade e da determinação”, no sentido de “todos, de mãos dadas, colocarmos Arganil acima de tudo, abraçando o progresso que todos desejamos, rumo à mobilização colectiva com vista a uma resposta positiva e determinada, aos desafios do futuro e da modernidade”. Devendo prevalecer “o interesse local, alicerçado no bom senso individual e no be-

nefício colectivo”, João Travassos Nunes asseverou que o bom relacionamento com a Câmara e Assembleia Municipais e com instituições e colectividades será uma das bandeiras, para que, unindo esforços, “possamos elevar cada vez mais a Freguesia de Arganil”, dignificando desta forma o poder autárquico, que considera “ser uma das maiores conquistas de Abril”. Consumada a posse, seria ainda o presidente da Câmara, Eng. Ricardo Pereira Alves, a congratular-se pela forma como o acto decorreu, desejou aos empossados os maiores êxitos e não deixou de referir os predicados humanos, de trabalho e de probidade de cada um deles. Deixou ainda a porta da Câmara aberta para colaborar com os eleitos, numa atitude es-

treita de colaboração dialogante, sincera e profícua, tudo por uma Arganil mais progressiva e desenvolvida.

A nova equipa autárquica

O novo Executivo da Junta de Freguesia é composto por João António Travassos Nunes, como presidente e Pedro Alexandre Pinto Alves e Lucília de Jesus Ferreira Rebelo, como vogais. Quanto à constituição da Assembleia de Freguesia: Carlos Alberto Ventura Fernandes (presidente), Armando Jorge Oliveira Mendes Lopes, Dora Marisa Lopes Pinheiro, Rui Manuel Lopes Francisco, Abel Ventura Fernandes, Leonel da Conceição Costa, Maria Patrocínia Marques Costa Rodrigues, Maria da Graça Moniz Ferreira e João Manuel Pinto Vinagre.


Entrevista

tábua/arganilnotícias 05 de Novembro de 2009

P13

Gala da Casa do Benfica em Arganil

Zé Gato ajudou à festa Texto | Fotos: Paulo Mattos Afonso A Casa do Benfica em Arganil engalanou-se no passado dia 17 de Outubro para receber a visita da televisão oficial do clube, a “Benfica TV”. O caso não era para menos, já que durante o dia foram feitas algumas reportagens com elementos da Casa e não só. Também à noite, durante a transmissão do «clube do coração» lá estiveram a registar aqueles momentos únicos, que só os vive quem sente o Benfica. Após o jogo, seguiu-se a Gala da Casa, com bufet e serenata por grupo de fados de Coimbra que, daquela forma, contribuíram para dar mais calor à noite, onde a figura maior foi, sem margem para dúvidas “Zé Gato” o exguardião do clube da Luz e da Selecção Nacional (José Henriques) que, a convite do presidente da Casa, Fernando Covas, fez questão de estar presente, e veio dar mais «vontade de trabalhar» e fazer «maior esta Casa» como nos confidenciou um sócio. Conhecido pela sua paixão benfiquista, o ex-presidente da Junta de Freguesia de Arganil, Fernando Afonso, brindou José Henriques com um “relato” de um jogo, onde o protagonista foi “Zé Gato” com as suas defesas. Para aquele sócio «é com muita honra que estou aqui, como benfiquista e como arganilense e só com o esforço de todos é possível darmos alma a esta casa. Quero saudar o grande benfiquista, um homem grande do futebol: José Henriques (o grande Zé Gato) … aquele abraço do tamanho do Mundo.

Aproveito para lhe pedir que leve daqui a mensagem de que estamos sempre à vossa espera e que Arganil recebe-vos, sempre, de braços abertos». Visivelmente emocionado, o ex-guardião e agora treinador dos Juniores do Benfica mostrou, em breves palavras, o que é ser benfiquista: «é com um orgulho muito grande, sincero, do fundo do meu coração que me encontro aqui junto de vós (é a segunda vez que cá venho). O Fernando [Covas] telefonoume e acedi de imediato. É com imenso prazer que cá venho e que estou na presença de pessoas amigas, de benfiquistas e na Casa do Benfica» começou por afirmar lembrando de seguida, em jeito de “recado”: «repre-

O VOO DA ÁGUIA

sentei o Benfica durante 13 anos, 11 dos quais como titular… hoje isso é difícil. Quando entrava no Estádio da Luz estava com a minha família… esquecia tudo, esposa, filhos, pais… hoje isso é difícil de acontecer. Sempre dei tudo pelo Benfica… ainda hoje. Eu amo o Benfica, eu vivo pró Benfica e sintome um benfiquista. O Benfica nunca se serviu de mim… eu é que me servi do Benfica!» Efusivamente aplaudido e com “Viva o Benfica”, o presidente da Assembleia-geral da Casa, Ramiro Jorge, lembrou os presentes que estavam «na maior instituição do concelho de Arganil. Esta casa foi fundada com muito sacrifício, com muitos dissa-

Contrariamente ao estava previsto, a águia do clube da águia, não esteve presente no sábado. Foi no domingo que os benfiquistas e não só, puderam apreciar a carismática águia Vitória, aproveitando a sua presença para fazerem umas fotos para mais tarde recordar. Com estas iniciativas, continuam a cumprir-se os objectivos da direcção liderada por Fernando Covas: colocar a Casa do Benfica de Arganil no patamar que ela merece e, pelos vistos, vontade não falta. Se o clube, apesar do deslize do passado fim-de-semana, continuar com vitórias, pode muito bem ser a “lufada de ar fresco” que faltava aos benfiquistas arganilenses para continuarem com os planos de engrandecimento da colectividade.

bores mas, também, com muita glória. Se hoje aqui estamos, devemo-lo a todos os sócios e todos os directores que por aqui já passaram. Esta Casa, hoje, tem aqui um grande benfiquista [José Henriques]. Eu não quero que me mandem directores para cá… quero que me mandem homens que amam o Benfica, e o José Henriques é um deles. Homens que deram, pela nossa camisola, tudo do peito. Hoje não há benfiquistas como ele. Realmente ele é um exemplo da “saudade”». A terminar, Ramiro Jorge agradeceu à comunicação social: «quero agradecer à “TV Benfica” a presença. Têm que vir onde merece. E esta Casa do Benfica que foi, pedra a pedra, muro a muro, ladrilhada por todos nós, benfiquistas de Arganil, merecemos este reconhecimento por parte da “TV Benfica”. Espero que voltem sempre porque esta Casa merece-o. Uma palavra de apreço àqueles directores que cá não estão mas, sobretudo, ao presidente desta Casa, o Fernando Covas». Sem perder tempo, Fernando Covas, presidente da Casa do Benfica em Arganil, foi breve na sua intervenção: «para mim é uma honra contar com todos vós. Espero, que no futuro, que nós ou outras pessoas tenham o mesmo apoio. Desejo que esta gala termine da melhor maneira», terminando com um agradecimento sentido a José Henriques. A noite terminou com a canção de Coimbra, soberbamente interpretada pela voz de Felisberto Queirós, acompanhado à guitarra por Carlos Jesus e à viola por Paulo Larguesa.

de: António José da Silva Carvalho

Comércio a retalho de tintas, vernizes e produtos similares Produtos de limpeza e impermeabilização de telhas, xistos, cantarias, etc. Telems. 962652535 e 962074284 – Tel./Fax 235203115

Av. Irmãos Duarte, n.º 20 – 3300-013 ARGANIL vipargus@sapo.pt

TÁXI NOBRE UNIPESSOAL, LDA PRAÇA DE TÁXIS BARRIL DE ALVA

Carlos Nobre 968 119 380

Estrada Principal, n.º 14 3305-050 PORTELA DA CERDEIRA


Política

tábua/arganilnotícias

P14

05 de Novembro de 2009

COMO «FOLHA PARTIDÁRIA» [SEGUNDO IVO PORTELA] NÃO FOMOS CONVIDADOS A ESTAR PRESENTES NA TOMADA DE POSSE DO EXECUTIVO CAMARÁRIO. LIMITÁMO-NOS A OUVIR A OPOSIÇÃO (JOSÉ OLIVEIRA E JORGE VEIGAS), JÁ QUE ALGUNS “PRESIDENTES” DE FREGUESIA NOS DISSERAM [DIAS ANTES] «A VOCÊS NÃO VOS CONVIDAMOS». AINDA BEM PARA ELES E AINDA MAL PARA A NOVA CÂMARA. CONTINUAREMOS A SER O QUE SEMPRE FOMOS: IMPARCIAIS.

Executivo toma posse

“Responsabilidade acrescida”

Texto: Paulo Mattos Afonso Foto: arquivo/PMA A tomada de posse teve lugar na última quintafeira, 29 de Outubro e, cumprindo a “promessa”, o presidente da edilidade (Ivo Portela), fez questão de não convidar este jornal. Aliás, nas palavras dele «folha partidária… ilegal». Contudo, estivemos na Praça da República (sem medo) e, atrevemo-nos a subir a escadaria dos Paços do Município [Câmara Municipal] para ouvirmos os opositores ao

mandato do “dinossauro” do alto distrito. Para o eleito José Oliveira (CDU) «vai-me obrigar a ter uma responsabilidade acrescida… de dar voz às pessoas que não têm voz, a esta minoria, que é uma minoria com um voto útil e esclarecido» começou por afirmar. Para o novel deputado municipal «este concelho, tem um grande deficit democrático (logo a seguir à campanha tiraram os nossos painéis [o único município onde tal se verificou])» e, adiantou-nos, «uma jurista

nossa ligou para a Câmara e quem aqui manda disse-lhe: a senhora aqui não manda nada. Em Tábua mandamos nós!» destaca, e acrescenta: «isto é a lei do “sherif”». «Trabalhar em prol dos que não têm voz» será uma das pedras de bater do deputado municipal, que volta a recordar o saneamento «deveria ser feito por serviços municipalizados», tanto mais que «as pessoas não foram esclarecidas… correram de corridinho». José Oliveira esclarece ainda que não tem nada contra as pessoas do Par-

tido Socialista (PS), «até são pessoas simpáticas» mas, destaca que «o voto na CDU já não é um voto por acaso… já é um voto intelectual… é um voto da juventude» lembra, ao referir-se, sem pudor, aos votos no Bloco de Esquerda, garantindo que esses são daqueles que «querem sair do marasmo». Considerando que «a CDU é um colectivo», José Oliveira defende as prioridades da população «contra o fecho do SAP (serviço de atendimento permanente [Centro de Saúde])» e vai mais

longe: «estaremos na luta pelo saneamento, pela juventude, das grandes obras camarárias por ajuste directo». Como voz interventiva, José Oliveira vai questionar o executivo, não só «em relação ao IRS (continuamos a pagar a mesma taxa)» mas também, quanto ao subsídio de natalidade: «quero saber se há ou não subsídio para aqueles que nascem para povoar isto, senão, qualquer dia, até perdemos o símbolo de vila», considera, já que a desertificação é uma das preocupações da CDU.

Quanto ao vereador Jorge Veigas «lutaremos para que as directrizes que o nosso programa contém, sejam contempladas na aplicação prática, em benefício dos tabuenses. Por outro lado, em tudo o que não for de acordo com aquilo que foi o nosso programa eleitoral, votaremos, naturalmente, contra ou abstermo-nos-emos em nome da coerência». Quanto à cerimónia, temos pena de não poder informar os leitores. A sugestão fica em lerem o Boletim Municipal.


Política

tábua/arganilnotícias 05 de Novembro de 2009

P15

Rescaldo Político

Oposição fragilizada Texto: Paulo Mattos Afonso O resultado das eleições autárquicas, veio demonstrar, no concelho de Tábua que, afinal, os protestos de nada influenciaram os eleitores. Os protestos: houve-os de uma forma precisa, concisa e sustentados em factos. As pessoas ouviram, apoiaram (ainda que em surdina) mas, na hora da verdade, esqueceram-se da importância da palavra LIBERDADE. É que não basta afirmar: somos livres! Não, é necessário prová-lo. E a prova, é que a LIBERDADE em Tábua, deixa muito a desejar e tem muito que se lhe diga. A LIBERDADE de expressão, por exemplo, é um exercício difícil de se fazer. Segundo uns (uma grande parte), tudo o que for embater com os ideais pré-concebidos, é mau. Logo, na primeira oportunidade “há que acabar” com os “reaccionários”. O povo de Arganil e do seu concelho acendeu mais uma vela para estar a alumiar o seu Brasão por mais quatro anos. É saudável vivermos unidos, mesmo com a escolha dos bonitos rostos e simpáticos nomes, que lutaram com grande civismo para as autarquias – Câmara e Junta de Freguesia – haver da parte dos candidatos o calor de vencerem, levarem para o ar frases com uma demagogia pouco democrática e que se reflecte na mente dos votantes, para aumentar a abstenção e descarrilar a consciência. No final de contas a bonança tem de regressar e a meia culpa, mais fácil de penetrar no coração dos humildes envolventes do que na excessiva altivez das pessoas, citando o exemplo do nosso Primeiro Ministro, que deixou o caminho aberto, para ser penalizado não ganhar a maioria absoluta e que a sua sorte é a de muitos portugueses não recordarem a aventura, do Norte, “Maria da Fonte”, um mito que gerou forte impulso no coração da Rainha D.

Nem que para isso seja necessário utilizar métodos pouco ortodoxos como ameaças ou, mais grave do que essas, promessas de um qualquer lugar “ao sol”, preferencialmente. Para que o condicionamento da dita LIBERDADE de expressão seja garantido, a solução encontrada é dispor de uns quantos “camisas verdes” e de umas “injecções” de falsas promessas. O resto (controlo) vem por acréscimo. Com o resultado obtido em 11 de Outubro, os dirigentes do PS vêem garantida uma maioria (ver caixa) confortável na Câmara e Assembleia Municipal, que lhes dará “liberdade” para (não) fazerem o que muito bem entenderem. A Oposição, essa, terá uma tarefa difícil a desempenhar. Os deputados na Assembleia Municipal terão que remar contra a maré, sabendo desde logo que

Maria II, pela ligação guerrida de grandes mulheres que deram alma aos portugueses, tendo nascido o “Hino Maria da Fonte”, oficialmente cantado pelo povo e tocado pelas Filarmónicas em actos oficiais (o Abel musicólogo, lembra grandes feitos, não há muito tempo, autorizado a tocar pelo ilustre Governador Civil de Coimbra, ao inaugurar o restauro da capela de Vilarinho do Alva, quando ao cortar da fita, o som do clarinete eleva ao Céu o lindo hino das mulheres e o sr. Governador emocionado e até com outras tocatas, observando o mau estado do instrumento, prometeu doar ao exímio tocador 150 euros), só que infelizmente o – 25 de Abril – conseguiu mutilálo, mas com sorte o nosso

será um trabalho titânico. Apresentar alternativas e protestar (q.b.) quando necessário, será das poucas coisas que poderão fazer. Quanto à vereação, os três vereadores eleitos pelo PSD, desde que não façam o que (não) fizeram no mandato anterior, já é razoável. Mas também eles terão um papel importantíssimo a desempenhar, não podendo descurar, uma vez que seja, uma oportunidade que haja para fazer valer o seu voto. Uma última palavra para o deputado municipal eleito pela CDU. Que não perca a coragem que demonstrou ao longo dos últimos anos e saiba honrar os ideais porque lutou, no decorrer da campanha eleitoral. Que seja, quando for necessário, a voz da RAZÃO. Agora sim para finalizar: o vencedor das Autárquicas 2009 afinal, não foi o presidente da Câmara. O grande vence-

glorioso Hino Nacional não foi alterado por gritarem ser um dos eventos mais lindos do Mundo. Arganil mereceu vitórias alcançadas pelo PSD, estando de parabéns a reeleição do jovem talentoso Presidente da Câmara, eng. Ricardo Pereira Alves e a conquista de um novo Presidente para a Junta de Freguesia, João Travassos. Sem desprimor para os outros candidatos, o passado da Junta tem grandes pergaminhos, deixados e conquistados pelo saudoso Ramiro, uma figura humilde, reconhecida no palco da vida, ser grande mestre nas várias organizações de que fez parte, tendo na Junta à sua volta guardiões como Fernando Afonso, a merecer justo louvor. Recordar a inauguração da sede de campanha

dor foi Fernando Tavares Pereira. Apoiando candidaturas diferentes, em Tábua e Oliveira do Hospital esteve com o PS, e no Carregal do Sal com o PSD. Ganharam todos!

A “independência” do PS

É verdade! O Partido Socialista conseguiu nas eleições de Outubro, uma maioria quase absoluta nas freguesias do concelho de Tábua. Manuel Gamboa (lembram-se do único que não se “vendeu”?) garantiu que o PSD “segurasse” a freguesia de Mouronho, provando que ainda há pessoas que se mantém fiéis a princípios e, sobretudo, “não vão em cantigas”. O mesmo já não aconteceu com dois dos candidatos que foram eleitos há quatro anos pelas listas dos sociais-democratas e que, por pudor ou falta dele, assumiram e avançaram com candidaturas independentes.

de um seu aluno especial, por ironia do destino, João Travassos teve de seguir a via de INDEPENDENTE, para que o sonho do seu mestre se realizasse, tal como o Abel, muito antes, revelou o segredo em três jornais, caso não fosse eleito por motivos de saúde, o seu querido partido escolhesse João Travassos. Não foi necessária muita tinta para escolher um bom grupo de amigos, de todas as cores, na Rua António Lopes da Costa. Os oradores souberam distinguir o perfil da equipa e com a alegre tocata do José de Almeida, do Abel e do próprio candidato, como dos cantadores, a despedida foi promissora. Dar apontamento ao final da campanha, que se realizou na Casa do Povo, a euforia

No caso de Covas, foi mais do que visível o apoio do Partido Socialista à candidata e à sua equipa. Em Covas, pelas imagens que foram divulgadas na imprensa local, até o “púlpito” dos discursos foi o do PS. Prova mais do que evidente da “independência” de Fernanda Cabral que, durante o seu primeiro mandato se viu privada de apoios autárquicos, tendo mesmo sido “afastada” do convívio institucional. Recordem-se da visita de altos responsáveis pelas estradas, àquela “franja” do concelho, em que o presidente da Junta convidado foi o de Vila Nova de Oliveirinha. E a visita (observação das obras da estrada Vila Nova de Oliveirinha – Covas – Candosa) deu-se, toda ela, já em território de Covas. Mas o mais estranho é que, parece???, que ser INDEPENDENTE significa, por exemplo: o fu-

Na última edição, n.º 12 de 12 de Outubro, na página 10, no parágrafo onde se lê: «Com um total de 14 juntas para o Partido Socialista, a coligação entre PSD e CDS apenas conseguiu garantir a Freguesia de Mouronho, ganha pela lista liderada por Manuel Gamboa», não corresponde à verdade, já que a freguesia da Carapinha foi ganha pela candidatura independente de António José dos Santos Esteves. Conclusão, o resultado foi: PS ganhou 13+1, e o PSD 1.

dos presentes, a ultrapassar as 150 pessoas, dado que havia outros comícios, com música, discursos e todos saborearem a frescura de bebidas, é bom realçar as palavras de Pedro Alexandre, que foram bastante eloquentes na apresentação dos objectivos a considerar – ARGANIL ACIMA DE TUDO. Analisou a sua juventude, tendo participado em três momentos históricos, desde o 25 de Abril ao 1.º de Maio e às campanhas eleitorais da Aliança Democrática, em 79 e 80, que percorreu as ruas do País, dando o mote para que todo o povo português deixasse de ter medo, ao expressar publicamente o seu alinhamento partidário, podendo exercer o seu direito político e no final agradeceu a todos por

acreditarem na equipa. Ouvimos palavras mais esclarecedoras para haver uma apreciação aos comentários feitos pela campanha dos adversários, que talvez atrasou os votos para a candidata do PSD, apoiada pela Câmara e que sendo Ela da mesma cor, se ganhasse, a Junta teria melhor apoio, afirmações gravíssimas que podiam comprometer terceiros e que Arganil tem de ser de todos e não só de alguns. Sem grandes meios e sem quaisquer apoios do Estado, de partidos ou de outros Grupos, demonstraram bem nesta campanha a força, dedicação e postura, a capacidade organizativa, exactamente aquilo que os eleitores podem esperar pela equipa de João Travassos e que no final soube distinguir a amizade dos presentes e ausentes, tendo lido um “Comunicado”, a considerar a sua publicação. Finalmente o Abel tocou a linda canção “Terra Amada” em memória do saudoso Ramiro, dando um forte aplauso a todas as mulheres da vila de Arganil.

lano A vai como independente nas listas do partido Y. E não o contrário: o partido Y apoia o fulano A! Já que a acontecer, o fulano A fica “sujeito” às directrizes do partido Y. Enquanto que no primeiro caso o fulano A “aceita” apoiar as directrizes do partido Y! Mas enfim… é a vida!

O “TAn” errou


tábua/arganilnotícias

P16

Nas próximas edições, leia as respostas dos candidatos Tiago de Almeida (CDU), Miguel Ventura (PS) e Ricardo Pereira Alves (PSD).

05 de Novembro de 2009

Entrevista

UM VOTO DE DIFERENÇA TORNARAM A LISTA DE INDEPENDENTES, LIDERADA POR RUI SILVA, NA SEGUNDA FORÇA POLÍTICA MAIS VOTADA NAS RECENTES ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS, EM ARGANIL. NÃO QUISEMOS ESPERAR E PEDIMOS, AO AGORA VEREADOR, QUE RESPONDESSE A ALGUMAS QUESTÕES. ASSIM O FEZ.

Análise pós-eleitoral

Rui Silva responde

TAn: Como analisa o resultado obtido no passado dia 11 de Outubro? Rui Silva: Empreendemos em campanha uma dinâmica de vitória e foi sempre esse o nosso objectivo. Os eleitores do Concelho de Arganil ditaram

através do voto e por maioria significativa a continuidade do Eng. Ricardo Alves à frente dos destinos da Câmara Municipal e de Dr. José Dias Ferreira como líder da Assembleia Municipal. Em democracia assim é e só me resta aceitar o veredicto dos eleitores e fe-

licitar os vencedores, como aliás já o fiz, através do Blog da candidatura “Por Arganil, Concelho com Futuro”. É verdade que a dimensão do resultado surpreendeu-me, pelo facto de ter sentido durante a campanha e da parte de muitos cidadãos eleitores

do Concelho, um expresso e justificado descontentamento, relativo ao rumo e procedimentos que o executivo no poder e recandidato vinha a empreender. Enganei-me nessa análise, quanto à dimensão desse descontentamento, o resultado assim o com-

provou. No seu entender o que é que faltou para que não fosse atingido o objectivo (vencer as eleições)? A candidatura apresentou-se a este acto eleitoral com uma estrutura humana bem definida, aliás,

atempadamente divulgada em vários órgãos da comunicação social, criou um Blog para divulgação pública de toda a tramitação que sustenta a candidatura, elaborou um projecto para o Concelho e reverteu-o para o seu Manifesto Eleitoral e apresentou no período de


Entrevista campanha as linhas mestras e basilares de como pensar o futuro para o Concelho de Arganil. Todavia, reconheço que a candidatura passou por diversas contrariedades quer pela forma como pelo conteúdo e que a prejudicaram, em muito, no que se refere aos preceitos de igualdade entre Candidaturas, sendo isto estranho num País democrático e onde as candidaturas de Cidadãos Eleitores estão contempladas por Lei. Sempre entendi ser muito difícil vencer este acto eleitoral, quando, desde logo, somos colocados em confronto com as máquinas poderosas dos partidos PSD, PS e CDU.. Por outro lado debatemonos com impedimentos que aconteceram ao longo do processo da sua efectivação, nomeadamente; 1-Há cerca de um ano, quando a candidatura surgiu e se tornou pública, apresentou-se com o símbolo do polegar em riste, símbolo este que constou das folhas de recolha de assinaturas. A um mês das eleições este símbolo é rejeitado em tribunal e é

substituído pelo I. Apresentámos recurso que foi improcedente, mormente para outras candidaturas idênticas tenham sido aprovados, casos de Valongo e Matosinhos. Por este facto tivemos que reformular todo o processo de campanha e divulgar ao eleitorado um novo símbolo, e isto, a um mês do acto eleitoral. 2-A interpretação à linha da lei em vigor, levou-nos a concluir que a apresentação de candidaturas às Freguesias confundiria bastante o eleitorado, mais denominações, mais siglas e mais símbolos, em número de dezoito. Tal facto, de não apresentarmos listas para as Freguesias, prejudicou-nos enormemente em relação às demais, que por freguesia possuíam grupos de candidatos em número nunca inferior a 14 elementos. A acrescentar a tudo isto, a confrontação entre os meios financeiros e de logística são, com enorme vantagem, para as candidaturas dos Partidos, bem como, o facto de eu já ter sido candidato pelo PS, confundiu muitos dos eleitores.

tábua/arganilnotícias 05 de Novembro de 2009 Não pretendo com esta justificação, justificar o que quer que seja, e muito menos o resultado eleitoral, tão somente, informar o que se passou. O povo do Concelho escolheu e pronto. Que leitura faz do facto de, sem apoios partidários, ter conseguido ser eleito, e a diferença percentual ser tão pouca em relação à candidatura do PS? O resultado obtido pelo PS só ao PS respeita e cabe-lhe fazer a necessária e imprescindível análise. Pelo que se sabe, no seio do PS já aconteceram algumas demissões e isto terá resultado do fraco desempenho eleitoral do partido nestas eleições. Estranho é, que ainda não tenha sido divulgado qualquer comunicado nesse sentido e não se sabe ainda quem assume a responsabilidade pelos resultados, se aqueles que se demitiram das suas funções dentro do partido ou se os que lá, ainda permanecem. À parte destas questões, tenho a informar que decidi, motivado por muitos amigos, avançar

com uma candidatura de Cidadãos, uma candidatura perfeitamente transversal na nossa politica local e que me encheu de orgulho e satisfação, fosse qual fosse o resultado final. Cumpre-me referir que foi uma experiencia totalmente nova para mim e para todos que me acompanharam. Uma coisa é certa, constituiu-se um grupo de trabalho coeso, onde impera a amizade e a solidariedade e um forte empenho de trabalhar pelo Concelho. Do exposto não me cabe a mim referenciar o desempenho eleitoral do PS, neste acto eleitoral. O povo votou e decidiu colocar-nos em segundo lugar para a Câmara e em terceiro para a Assembleia Municipal e ponto final. Vai assumir o lugar na vereação da Câmara? Já assumi e assumirei em toda a plenitude e com muita honra o cargo para que fui eleito, de vereador. Darei o meu melhor e contribuirei no que sei e que for capaz, sempre com o entendimento do

P17

que é importante para o nosso Concelho. Encararei as funções de vereador pela positiva e estarei sempre do lado dos interesses dos cidadãos do Concelho. Serei muito exigente para com todas as matérias, pela clareza e pela transparência no exercício autárquico. Serei participativo e colaborante com a maioria quando achar as propostas correctas e serei oposição firme e inflexível quando as entenda erradas.

pérfluos, em suma, corresponderei na base do Manifesto Eleitoral da Candidatura que justifica a minha presença neste Órgão. Nem seria de esperar outra atitude e em tudo colocarei a minha experiencia ao serviço do Município. As grandes causas serão sempre aquelas, que independentemente da sua dimensão, promoverão melhor qualidade de vida para os Cidadãos do Concelho.

Quais serão as grandes causas que irá defender ao longo do mandato? É evidente que começará um novo ciclo de gestão autárquica, certamente bem diferente do anterior. Irei contribuir para que haja rigor, muita transparência, racionalidade nos projectos, respeito pelos acordos assinados, melhor estruturação dos serviços prestados pela Autarquia, maior celeridade no processo de alteração do PDM, irei reclamar incentivos fiscais mais vantajosos e terei o maior cuidado e atenção com os gastos su-

Daqui a quatro anos, o Movimento e Arganil podem contar com a sua recandidatura? Aprendi que em politica nunca se deve dizer não. Desde já, considerando o resultado destas eleições, é-me difícil virar as costas ao Movimento e ao eleitorado que me elegeu e é de todo provável que daqui a quatro anos cá estarei. E fá-lo-ei, possivelmente, de igual forma, embora com ajustes de formatação da candidatura, por forma a suprirem-se as debilidades que referi na segunda resposta.


Desporto

tábua/arganilnotícias

P18

05 de Novembro de 2009

LPFP - I LIGA

AFCOIMBRA - DIVISÃO DE HONRA

AFCOIMBRA - SÉRIE A

9ª Jornada

5ª Jornada

6ª Jornada

Jogo Braga-Benfica Académica-Guimarães F. C. Porto-Belenenses Sporting-Marítimo Naval-Leixões Olhanense-Rio Ave P. Ferreira-U. Leiria Nacional-V. Setúbal

Resultado 2-0 2-0 1-1 1-1 1-0 0-1 0-1 2-1

Jogo Mirandense-Tabuense O. Hospital-Lousanense Poiares-Moinhos União F. C.-Nogueirense P. Leirosa-Carapinheirense Marialvas-Penelense Cova Gala-Académica

Jogo A. A. Arganil-S. Mamede A. Praia-Adémia L. Beira-Góis SP Alva-Eirense Esperança-Lorvanense Mocidade-Lamas

CLASSIFICAÇÃO

CLASSIFICAÇÃO BRAGA Benfica F. C. Porto Rio Ave Nacional U. Leiria Sporting Marítimo Naval Belenenses Leixões V. Guimarães Olhanense P. Ferreira V. Setúbal Académica

Resultado 2-1 1-1 1-1 3-4 3-2 1-2 0-0

J 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9 9

V 8 7 6 3 4 3 3 3 3 1 2 1 1 1 2 1

E 1 1 2 5 2 4 4 3 1 5 2 4 4 4 1 3

D M-S P 0 15-4 25 1 30-7 22 1 19-7 20 1 9-6 14 3 10-15 14 2 12-7 13 2 10-8 13 3 13-11 12 5 7-14 10 3 5-10 8 5 7-15 8 4 6-10 7 4 5-19 7 4 6-11 7 6 4-18 7 5 9-14 6

Próxima jornada (10ª): V. Guimarães-Braga, Benfica-Naval, MarítimoF. C. Porto, Rio Ave-Sporting, V. Setúbal-Olhanense, U. Leiria-Académica, Leixões-Nacional e Belenenses-P. Ferreira.

NOGUEIRENSE O. Hospital Penelense Mirandense Académica Marialvas União F. C. Lousanense P. Leirosa Tabuense Moinhos Cova Gala Poiares Carapinheirense

CLASSIFICAÇÃO J 5 4 5 5 4 4 5 5 5 5 5 5 5 4

V 5 3 3 3 2 2 2 2 2 1 1 0 0 0

E 0 1 1 0 1 1 1 1 1 2 1 2 2 0

D 0 0 1 2 1 1 2 2 2 2 3 3 3 4

M-S 13-6 9-4 7-7 4-4 13-4 8-4 9-8 7-7 7-9 4-6 5-10 1-4 5-15 4-8

P 15 10 10 9 7 7 7 7 7 5 4 2 2 0

Próxima jornada (6ª): Tabuense-Carapinheirense, P. Leirosa-O. Hospital, Penelense-Mirandense, Lousanense-Poiares, Moinhos-Cova Gala, Académica-União F. C. e Nogueirense-Marialvas.

AFCOIMBRA - JÚNIORES - SÉRIE A Jogo V. Mato-A. A. Arganil Lousanense-C.O.J.A. Penelense-Mirandense Tabuense-O. Hospital Poiares-União F. C.

6ª Jornada Jogo Arouca-Tourizense Pampilhosa-O. Bairro Sertanense-Eléctrico Mafra-Esmoriz Operário-U. Serra Praiense-Marinhense Monsanto-A. Viseu

Resultado 0-3 2-1 1-0 1-0 0-2 1-0 1-0

TOURIZENSE Mafra Marinhense Praiense Tondela Monsanto U. Serra Esmoriz Pampilhosa Arouca Sertanense Operário Eléctrico Vitória F. C. O. Bairro A. Viseu

J 6 6 6 6 5 6 6 6 6 6 6 6 6 5 6 6

V 4 4 3 3 3 3 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1

E 1 1 2 2 1 1 2 2 2 2 1 2 2 1 1 0

D 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 3 3 3 3 4 5

M-S 10-5 7-3 7-2 5-3 8-3 5-6 7-4 7-6 9-9 3-5 5-7 4-7 3-4 6-9 5-11 9-16

P 13 13 11 11 10 10 8 8 8 8 7 7 5 4 4 3

Próxima jornada (7ª): Tourizense-Operário, A. Viseu-Praiense, Marinhense-Arouca, Pampilhosa-Monsanto, U. SerraMafra, Esmoriz-Sertanense, Eléctrico-Tondela e O. Bairro-Vitória F. C..

V 5 4 4 3 3 3 3 3 2 1 1 0 0

E 0 0 0 1 1 0 0 0 2 1 0 1 0

D 1 1 1 1 2 2 3 2 1 4 4 5 5

M-SPL. 15-8 15 15-2 12 12-4 12 11-7 10 10-6 10 13-6 9 13-9 9 13-9 9 8-7 8 6-12 4 6-16 3 3-15 1 0-24 0

Próxima jornada (7ª): Góis-A.A.Arganil, Pampilhosense-A. Praia, AdémiaS. P. Alva, Eirense-L. Beira, S. Mamede-Mocidade e Lamas-Esperança.

AFCOIMBRA - JÚVENIS - SÉRIE A Jogo Mirandense-A. A. Arganil Gândaras-C.O.J.A. Poiares-Nogueirense Góis-Adémia Eirense-O. Hospital União F. C.-Brasfemes

Resultado 0-2 0-2 1-1 1-4 1-1

CLASSIFICAÇÃO

E 0 1 1 2 0 0 0 1 1 0 0

POIARES Adémia Tourizense Brasfemes Mirandense O. Hospital União F. C. Eirense Gândaras Nogueirense C.O.J.A. A. A. Arganil Góis

CLASSIFICAÇÃO

CLASSIFICAÇÃO

J 6 5 5 5 6 5 6 5 5 6 5 6 5

BEIRA A. A. Arganil Mocidade Adémia SP Alva Esperança Góis Eirense Pampilhosense Lamas A. Praia S. Mamede Lorvanense

4ª Jornada 6ª Jornada

FPF - 2ª DIVISÃO - ZONA CENTRO

Resultado 5-0 1-3 2-0 2-1 7-0 4-1

J 6 5 5 6 5 5 5 6 4 5 4

O. HOSPITAL Tourizense Poiares União F. C. Tabuense C.O.J.A. A. A. Arganil Penelense Mirandense Lousanense V. Mato

V 5 4 4 3 3 3 2 1 0 0 0

D M-SPL. 1 22-2 15 0 26-4 13 0 12-4 13 1 19-10 11 2 9-6 9 2 7-19 9 3 5-19 6 4 6-18 4 3 2-17 1 5 3-15 0 4 2-17 0

Loja das Máquinas de Costura Electrodomésticos

Agente das Marcas: Pontos de venda autorizados

e outras

Reparações em electrodomésticos e máquinas de costura Grande variedade de artigos para o Lar

R. Com. António Lopes da Costa – 3300-028 ARGANIL Telef./Fax 235208880 – Telem. 919094853 – Oficina 235205737

J 4 4 3 4 4 4 3 4 3 4 3 3 3

Resultado 2-2 1-0 8-0 0-9 0-1 1-1

V 3 3 3 2 2 2 1 1 1 1 0 0 0

E 1 0 0 2 1 0 1 1 0 0 1 1 0

D 0 1 0 0 1 2 1 2 2 3 2 2 3

M-SPL. 20-2 10 20-3 9 11-1 9 10-6 8 9-7 7 9-7 6 6-2 4 3-4 4 3-10 3 3-17 3 1-9 1 2-13 1 2-18 0

CLUBE DE VÍDEO COJA De: Ilda Rodrigues

Papelaria • Livraria • Tabacaria Livros Escolares • Etc. Tel./Fax 235729188

R. Conselheiro Albino Figueiredo 3305-143 COJA

FAÇA CHEGAR O SEU ARTIGO DE OPINIÃO AO NOSSO JORNAL. ENVIE OS SEUS TEXTOS PARA: OPINIAO@TABUAONLINE.COM, COM UM TAMANHO MÁXIMO DE 4000 CARÁCTERES. PARTICIPE E FAÇA OUVIR A SUA VOZ.


Termómetro

tábua/arganilnotícias 05 de Novembro de 2009

P19

fotolegenda

Ficha Técnica Propriedade: Conversómetro, Lda. Inscrição ERC: 125772 Depósito Legal: 296898/09

Tábua: Telefone: 235 208 370 E-mail: tabua@tabuaonline.com

Arganil: Morada: InterMarché, Ljs 4 e 5 3300-017 Arganil Telefone: 235 208 370 E-mail: arganil@arganilonline.com Periodicidade: Semanário Directora: Margarida Matos Pereira Chefe de Redacção: Paulo Mattos Afonso Redacção: José Travassos de Vasconcelos, Paulo Mattos Afonso, Tiago Cardoso Pinto Colaboradores: Antonino Teixeira, Filipe Quaresma, André Rui Graça, Antonio Olinski, Miguel Alves, Filipe Gonçalves, Rebeca Moore, Rita Gomes Costa. Opinião: Pedro Dinis, Carlos Ferreira, António Nunes, Alberto Pedrosa. Design: Conversómetro, Lda Tiragem: 1000 exemplares Publicidade: Conversómetro, Lda. Websites: www.tabuaonline.com www.arganilonline.com Impressão: FIG-Indústrias Gráficas, S.A.

A NAMORADA DO BOLINHAS A Paixão é uma coisa linda. E o Amor é ainda “mai’ lindo”. Certo, certo é que há quem precise de ir à procura de paixão aos locais mais estranhos. Desta feita foi um substituto passional sintético do género feminino que apareceu, enigmaticamente, à beira da estrada, em Arganil. De seu nome “Namorada do Bolinhas”, pelos vistos o seu apaixonado quando a viu, fugiu! Ficou sozinha a moça. Dão-se alvíssaras a quem informar o “Bolinhas”, que a coitada continua à sua espera.

QUENTES E BOAS!

Mais uma semana e estamos no São Martinho. O retrato foi feito no passado dia 22 de Outubro, a meio da tarde. Arganil, com as castanhas, tem mais cheiro a ruralidade e a pureza mas, também, lhe confere um ar “cosmopolita”. Parabéns pela iniciativa. Não é por nada mas aquecem-nos.

HÁ COISAS QUE NÃO SE RETIRAM... Foi com surpresa que, uma bela manhã, a CDU de Tábua reparou que os seus cartazes tinham desaparecido das ruas. Num acto que a CDU considera de ilegal, a CMTábua decidiu retirar toda a publicidade de campanha da Coligação, como fez com as restantes forças partidárias. Depois de um protesto pela advogada do PCP, a resposta da CMTábua foi “quem manda aqui somos nós”, como se pode ler em comunicado dos comunistas (a publicar na próxima semana). Uma coisa é certa: já todas as candidaturas, excepto a do PS, retiraram até as decorações das sedes de campanha. A sede de campanha de Ivo Portela apresentava ontem a mesma decoração que foi colocada para a campanha. Afinal, o filósofo tinha razão: A lei do Homem é lei de funil, estreita para uns e larga para outros, com uns abusos à margem.

E ELES LÁ CONTINUAM... CAÍDOS... Parece que por mais que se alerte há quem não queira ouvir (ou ler, ou ver). Pela terceira vez falamos neste caso, insólito, e demonstrativo da inércia do poder. Os sinais no cruzamento entre a estrada do Estádio Municipal e a nova ligação à Torre continua com os seus sinais de trânsito caídos (deitados abaixo, vá!). Até quando vão os condutores ter de esperar por sinalização em bom estado.

OLH’Ó BURACO

A “estrada” que liga Vilarinho do Alva a Murganheira, mais parece uma “manta de retalhos”. Quase que são mais os metros de terra do que de alcatrão. A foto, foi tirada dias antes da Feira dos Santos (Santa Quitéria) e os romeiros, que utilizaram aquela “estrada” não devem ter ficado muito satisfeitos. O apelo fica para a Junta de Pombeiro da Beira e para a Câmara: não se esqueçam dela!


tábuanotícias Ano I. N.º 1 . 05 de Novembro de 2009 . Semanário . Directora: Margarida Matos Pereira .

G

T RA

TO UI . Às

Quintas, só nas bancas

De malas aviadas

Os pais das crianças alegadamente vítimas de pedofilia, em Pinheiro de Côja, foram aconselhados a “mudar de terra”, para poderem voltar a ter os dois filhos na sua companhia. O conselho vem do Tribunal de Menores de Coimbra. Com esta decisão a família teve de abandonar a sua casa e arrendar um apartamento em Tábua. Quem paga?

P10

TOMADA DE POSSE DO NOVO EXECUTIVO: P14 | TAN NO “OKTOBERFEST” DE MUNIQUE: P08


Tábua/Arganil Notícias, Ano I, N.º 1  

Edição de 5 de Novembro de 2009.

Advertisement
Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you