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Edição 28 - Ano III

www.jornalempresariall.com.br

Novembro de 2012

Petrobras começa produção de pré-sal de Baleia Azul Pág.3

Estado recebe Navio Vale Espírito Santo Pág.4

Futuro da indústria brasileira será tema do ENAI 2012 Pág.07

Fibria recebe certificação FSC® Pág.15


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Editorial Desde o início do ano, a produção industrial brasileira tem sofrido grande impacto da crise internacional. De acordo com dados divulgados no mês de novembro pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção industrial no país caiu 1% em setembro frente a agosto. Trata-se do pior resultado mensal desde janeiro passado, quando o recuo foi de 1,8%. Já no acumulado dos últimos 12 meses, a queda é pior ainda: 3,1%, o pior resultado desde janeiro de 2010. Tais números e índices estarão em discussão no mês de dezembro, durante o 7º Encontro Nacional da Indústria (ENAI). O evento, organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), será realizado nos dias 5 e 6 e terá como tema central

“O Futuro da Indústria”. Na ocasião, serão realizadas palestras e mesas-redondas para discutir as transformações da indústria brasileira. Além disso, leitor, nesta edição você saberá um pouco mais sobre o novo investimento da Petrobras no Espírito Santo. No início deste mês, a estatal iniciou a produção do projeto Pré-Sal de Baleia Azul - por meio do FPSO (unidade flutuante que produz, armazena e exporta óleo e gás) Cidade de Anchieta, - e a conclusão do sistema de escoamento e processamento de gás, com interligação do Gasoduto Sul- Norte Capixaba ao Terminal de Tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC). A Vale também anunciou avanços em sua área de logística. Pela primeira vez, o navio Vale Espírito Santo atracou no porto de Tubarão.

Trata-se do navio do tipo Valemax, que tem capacidade para transportar 400 mil toneladas de minério por viagem. Atualmente, a empresa conta com 18 embarcações deste porte e tem previsão de passar para 35 até o final de 2013. Ações sustentáveis também são abordadas nesta edição. A Vale, em parceria com o Instituto Terra, vai recuperar 20 hectares da reserva ecológica de Itapina, em Colatina. A área, que corresponde à extensão de 20 campos de futebol, terá suas funções restabelecidas naquele ecossistema, contribuindo, consequentemente, para o aumento da biodiversidade no local. Por meio do Programa de Educação Ambiental da Samarco, cerca de 300 crianças de escolas dos municípios de Anchieta, Gua-

rapari e Muniz Freire puderam participar da 4ª edição do Festival ECOmúsica. Na ocasião, eles apresentaram composições musicais e paródias sobre reciclagem de lixo, reflorestamento, desperdício de água, plantio de árvores, uso de sacolinhas de plástico, entre outros temas cujo assunto principal era preservação ambiental. Estas e muitas outras informações leitor, você encontra nesta edição do Jornal EmpresariALL. Se você quer ficar ainda mais informado sobre o setor é só acessar o site www.jornalempresariall.com.br. Lá, as informações são atualizadas diariamente e ainda traz uma relação diversificada de fornecedoras de produtos e serviços para empresas e empregados. Boa leitura!

Opinião do Leitor

Apesar do inegável avanço dos noticiários online e da agilidade da televisão continuamos fiéis ao jornal impresso. O Jornal EmpresariALL é um veículo importante na aproximação das nossas empresas com os contratantes e fornecedores, pois funciona como uma grande vitrine para o nosso setor. Agradeço a oportunidade para divulgarmos a nossa entidade e os benefícios que podemos trazer para as empresas do setor.

Antônio Falcão de Almeida - Presidente do Centro Capixaba de Desenvolvimento Metalmecânico - CDMEC

Precisando de uma estratégia de comunicação para mostrar seu portifólio para as gigantes do Espírito Santo – como Vale, Samarco, ArcelorMittal Tubarão, ArcelorMittal Cariacica, Fibria e Petrobras – e expandir os negócios de sua empresa? Agora não falta mais nada! Chegou o Jornal EmpresariALL, dedicado às empresas atuantes no Espírito Santo.

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Petrobras inicia produção do pré-sal de Baleia Azul Trata-se do primeiro projeto desenvolvido com foco exclusivo para o pré-sal no Espírito Santo Fotos: divulgação

Maria Foster e Renato Casagrande durante assinatura do Convênio para a elaboração do Plano de Desenvolvimento do Espírito Santo 2030

A Petrobras celebrou, este mês, o início da produção do projeto Pré-Sal de Baleia Azul, por meio do FPSO Cidade de Anchieta (unidade flutuante que produz, armazena e exporta óleo e gás), e a conclusão do sistema de escoamento e processamento de gás, com interligação do Gasoduto Sul-Norte Capixaba ao Terminal de Tratamento de Gás de Cacimbas (UTGC). Durante a cerimônia comemorativa, que contou com a presença do governador do Estado, Renato Casagrande, na sede da Petrobras em Vitória (ES), a presidente da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, destacou que este é o primeiro projeto desenvolvido com foco exclusivo para o pré-sal no Espírito Santo e que será fundamental para atingir

a curva de produção prevista no Plano de Negócios e Gestão 2012-2016 da Companhia. A presidente da Petrobras falou sobre os investimentos de US$ 17 bilhões da Petrobras no Espírito Santo, sendo US$ 13,3 bilhões em projetos de Exploração e Produção e US$ 3,7 bilhões na área de Gás e Energia, no período de 2012 a 2016. “A entrada em operação desta nova unidade de produção é significativa também para a economia do Espírito Santo, porque reforça a importância da indústria de petróleo e gás no estado, que é o segundo maior produtor no Brasil. Temos grande confiança nesse estado e em nossa equipe técnica. Estamos muito felizes”. A unidade, que iniciou a produção em setembro deste ano, já produz 65 mil barris

de petróleo por dia (bpd), com quatro poços interligados, no Parque das Baleias, na porção capixaba da Bacia de Campos. Até março de 2013, o Cidade de Anchieta deve atingir a capacidade máxima de produção, de 100 mil barris diários de petróleo e 3,5 milhões de m³ de gás. Na plataforma, a presidente da Petrobras e o governador Casagrande receberam a tarefa de armazenar num frasco especial uma pequena mostra do petróleo leve de Baleia Azul. A Petrobras celebrou, ainda, uma parceria com o estado do Espírito Santo, com a assinatura de convênio para a elaboração do Plano de Desenvolvimento do Espírito Santo 2030. A Petrobras aportará R$ 2,3 milhões como apoiadora financeira do projeto.

Gás Natural de Baleia Azul O gás produzido será escoado

pelo Gasoduto Sul-Norte Capixaba até a Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas, no litoral do Espírito Santo, o que permitirá o início da exportação de gás natural a partir deste mês. O gasoduto, de 200 km de extensão e capacidade de escoamento diário de 6 milhões de m³ de gás natural, foi concebido para escoar até a Unidade de Tratamento de Gás de Cacimbas o gás produzido pelo FPSO Cidade de Anchieta e pelo FPSO P-58, previsto para iniciar a operação no primeiro trimestre de 2014. Durante o evento também foi realizada a assinatura de

um Protocolo de Intenções com o Governo do Estado, a prefeitura de Aracruz e a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) para viabilizar a instalação do Terminal de GNL e da Base de Apoio de Barra do Riacho, no município de Aracruz. O terminal será destinado à regaseificação do GNL importado, de modo a diversificar o suprimento de gás natural para o País. A base de apoio será uma área de estocagem de metanol, parte integrante do projeto do Complexo Gás-Químico UFN-IV, permitindo o recebimento, armazenagem e expedição desse produto.

O navioplataforma destina-se exclusivamente à produção de pré-sal dos campos de Baleia Azul, Jubarte e Pirambu

FPSO Cidade de Anchieta

O FPSO (unidade flutuante que produz, armazena e transfere petróleo e gás) Cidade de Anchieta, afretado à empresa SBM Services Inc., foi construído em Cingapura e chegou ao Brasil em agosto, após 48 dias de navegação.

O navio-plataforma destinase exclusivamente à produção da camada présal dos campos de Baleia Azul, Jubarte e Pirambu, localizados no Parque das Baleias, na porção capixaba da Bacia de Campos. ››Comprimento: 330 metros ››Largura: 52 metros

››Altura: 28 metros ››Profundidade de água: 1.221 metros

››Distância da costa: 80 km ››Peso total: 273 mil toneladas

››Poços produtores: 7 ››Poços injetores: 3 ››Petróleo de 28 a 30 graus API


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Porto de Tubarão recebe navio Vale Espírito Santo Fotos: divulgação

Atualmente, a Vale conta 18 navios do tipo Valemax em operação. A previsão é de que até o final de 2013 a mineradora conte com 35 embarcações deste porte O Porto de Tubarão, em Vi-

tória, recebeu recentemente o navio Vale Espírito Santo, com capacidade para transportar 400 mil toneladas de minério. Batizado em homenagem ao Estado que abriga o mais importante porto de exportação de minério da empresa, o navio seguiu carregado para o Porto de Sohar, em Omã. Este foi o primeiro carregamento deste navio e a décima atracação de uma embarcação tipo Valemax em Tubarão, consolidando o projeto da Vale de preparar o porto para receber os maiores navios mineraleiros do mundo. O navio Vale Espírito Santo, que foi encomendado ao estaleiro chinês STX Dalian Shipbuilding CO, tem 361

metros de comprimento e 65 metros de largura. Ele é um dos 18 navios já em operação, de uma encomenda de 35, entre próprios e contratados, feita a estaleiros da China e da Coreia. Os navios Valemax fazem parte da solução logística da Vale para ligar os terminais marítimos da empresa no Brasil a seus clientes asiáticos e europeus. O objetivo é maximizar a eficiência das operações, reduzir o custo de transporte transoceânico de minério de ferro para as siderúrgicas, assim como contribuir para a redução das emissões de carbono por tonelada de minério transportada. Os mineraleiros têm alto padrão de segurança e eficiência

O navio Vale Espírito Santo tem capacidade para transportar 400 mil toneladas de minério

operacional e contribuem com a redução de 35% na emissão de carbono por tonelada de minério transportada. Atualmente, sete portos do mundo recebem os Valemax. Os navios atracam nos portos de Villanueva (Filipinas), Tubarão e Ponta da Madeira (Brasil), Taranto (Itália), Roterdã (Holanda), Sohar (Omã) e Oita (Japão), além da Estação de Transferência de Minério em

Subic Bay, nas Filipinas. Ao final de 2013, serão 35 navios com capacidade de 400 mil toneladas disponíveis para realizar o transporte de minério de ferro - 19 próprios e 16 afretados pela Vale em contratos de longo prazo, com operação exclusiva para a empresa. Com a entrada em operação da segunda estação de transferência de minério, prevista para o primeiro trimestre de

2013, do centro de distribuição na Malásia e de toda a frota de navios Valemax, a Vale estará totalmente preparada para atender aos mercados asiáticos em igualdade de condições com seus competidores situados na região. Toda essa solução logística, englobando navios, estações de transferência e centros de distribuição, deverá estar em prática no início de 2014.

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Projeto apoiado pela Arcelor já contemplou 64 municípios Trata-se do Projeto ECOAR - Escola, Comunidade, Ambiente e Responsabilidade, que foi tema central de debate do III Seminário Estadual de Educação Ambiental divulgação

O Projeto ECOAR – Escola,

Comunidade, Ambiente e Responsabilidade, implantado em 64 dos 78 municípios capixabas foi foco de debate do III Seminário Estadual de Educação Ambiental, realizado no último dia 13 de novembro, no Centro de Convenções de Vitória. Desenvolvido pela Gerência de Educação Ambiental (GEA), do Instituto Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA/ ES), o Ecoar tem apoio da ArcelorMittal Tubarão. Na ocasião, foram debatidos resultados e expectativas do projeto, o qual tem como proposta a capacitação de professores e gestores para a temática ambiental. O evento reuniu mais de 800 profissionais, entre técnicos de secretarias municipais e docentes envolvidos no processo de desenvolvimento do projeto, que puderam apresentar as ações que estão sendo implementadas em cada município. Criado com o objetivo de capacitar os professores das redes municipais de ensino, junto com os gestores dos municípios e das Secretarias Municipais de Meio Ambiente, Saúde, Agricultura e Edu-

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SAIBA MAIS Confira os municípios contemplados pelo Projeto ECOAR (2009 – 2011)

››Afonso

Um dos objetivos do Projeto Ecoar é a sensibilização e a conscientização das comunidades locais para a temática ambiental

cação, o Ecoar busca a sensibilização e a conscientização das comunidades locais e do entorno das escolas para a temática ambiental, bem como contribuir com a melhoria da qualidade ambiental no planeta. Até agora, o

9523-7630

projeto já mobilizou aproximadamente 190 escolas por todo o Estado. Neste ano, foram contemplados 20 municípios: Mimoso do Sul, Bom Jesus do Norte, Atílio Vivacqua, Muqui, Alegre, Guaçuí, Dores do

Rio Preto, Divino de São Lourenço, Jerônimo Monteiro, São José do Calçado, Iúna, Irupi, Ibitirama, Ibatiba, Muniz Freire, Castelo, Cachoeiro do Itapemirim, Vargem Alta, Iconha e Rio Novo do Sul.

Cláudio ››Água Doce do Norte ››Águia Branca ››Alfredo Chaves ››Anchieta ››Aracruz ››Baixo Guandu ››Barra de São Francisco, ››Boa Esperança ››Brejetuba ››Conceição da Barra ››Conceição do Castelo ››Domingos Martins ››Governador Lindenberg ››Ibiraçu ››Itaguaçu ››Itapemirim ››Itarana ››Jaguaré ››João Neiva ››Laranja da Terra

››Mantenópolis, ››Marataízes ››Marechal Floriano

››Marilândia ››Montanha ››Mucurici ››Nova Venécia ››Pancas ››Pedro Canário

››Pinheiros ››Piúma ››Ponto Belo ››Presidente Kennedy

››Santa

Leopoldina

››Santa Maria de Jetibá

››Santa Teresa ››São Gabriel da Palha

››São Mateus ››São Roque do Canaã

››Sooretama ››Venda Nova

do Imigrante

››Viana ››Vila Pavão


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ENAI vai discutir futuro da indústria brasileira O Encontro Nacional da Indústria (ENAI), que está em sua sétima edição, tem como objetivo debater as principais transformações da indústria brasileira Entre os dias 5 e 6 de dezembro acontece, em Brasilia (DF), o 7º Encontro Nacional da Indústria (ENAI). O evento será realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães e terá como tema “O Futuro da Indústria”. Organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o objetivo, a cada edição, é elevar o nível das discussões e trazer ao conhecimento dos participantes as principais transformações da indústria brasileira e mundial. Durante o evento serão realizadas palestras e mesas-redondas. A primeira palestra, intitulada “Palestra Magna – A indústria no mundo: transformações, tendências e im-

plicações para o Brasil”, será ministrada por Paul Markillie - editor de Inovação da revista The Economist e autor da reportagem especial “A Terceira Revolução Industrial”. Já o painel “O estado da competitividade brasileira”, que terá como moderador o jornalista Willian Waak, trará como convidados o Presidente da CNI, Robson Braga de Andrade; os Ministros da Fazenda, Guido Mantega e da Educação, Aloizio Mercadante; o presidente do SEBRAE, Luiz Barreto; o presidente do Conselho de Administração do Grupo Gerdau, Jorge Gerdau; o presidente da Vale, Murilo Ferreira; o presidente da Br Foods, José Antonio Fay; e

o economista, Eduardo Giannetti da Fonseca. Outro tema em discussão no ENAI “O futuro da indústria brasileira”, que contará com as presenças do presidente do BNDES, Luciano Coutinho; do Diretor de Educação e Tecnologia da CNI, Rafael Lucchesi; do presidente da TECSIS, Bento Massahico Koike; do vice-presidente Executivo da Unidade de Petroquímicos Básicos da Braskem, Rui Chammas; e do presidente da Agência de Inovação Fábrica do Milênio, João Fernando Gomes de Oliveira. Além disso, também haverá o Diálogo com os Poderes, em que serão discutidos “Politica Industrial e Tecnologia: qual o balanço?”; “Infraestrutura: agora os resultados saem?”; “Tributação: o que a indústria pode esperar”; e “Legislação trabalhista: os avanços serão sempre lentos e com riscos de retrocesso”.

Fotos: divulgação

O presidente do CNI, Robson Braga, participará do painel “O estado da competitividade brasileira”

Samarco reforça prática de valores da companhia

Aos 35 anos de atuação, a Samarco é uma empresa cada vez mais sólida, mais atuante e mais representativa, tanto no Espírito Santo quanto no Brasil, graças à prática dos valores que compõem sua cultura. A afirmação foi feita pelo diretor-presidente da companhia, Ricardo Vescovi, ao receber o prêmio de Executivo Destaque 2012, durante o lançamento do 16ª Anuário IEL das 200 Maiores Empresas do Espírito Santo, no início deste mês, no Itamaraty Hall, em Vitória (ES). “Valorizar a vida de cada pessoa está acima de qualquer resultado que a empresa possa produzir. Isso, associado à justiça e ao respeito, tan-

to às pessoas quanto às instituições, é o segredo do sucesso de qualquer empresa. E é o segredo do sucesso da Samarco”, afirmou Vescovi. O respeito da empresa pela vida pode ser demonstrado, de acordo com seu presidente, por fatores como os índices de segurança, que estão entre os melhores do mundo, a forte reputação na sociedade, os investimentos em preservação e recuperação do meio ambiente e, principalmente, em desenvolvimento social, em 81 comunidades de 29 municípios capixabas e mineiros. “Hoje a Samarco atravessa o Espírito Santo de oeste a leste e, em cada município, a empresa deixa uma marca de progresso e

prosperidade”, disse. A eleição dos Destaques 2012 foi realizada pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL), entidade ligada à Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), com a participação de empresas que compõem o Anuário 200 Maiores, órgãos de apoio e fomento, diretores, presidentes de sindicatos, conselheiros, executivos, jornalistas e editores dos principais veículos de comunicação do Espírito Santo, entre outros formadores de opiniões. O 16º Anuário IEL das 200 Maiores Empresas do Espírito Santo é uma fonte de consulta para empresas e investidores nacionais e internacionais, contribuindo para a formação

da opinião de um público qualificado. A publicação reúne as grandes empresas da economia capixaba. Além do diretor-presidente da Samarco, Ricardo Vescovi, foram premiados como destaques o diretor de Relações Corporativas do Grupo Águia Branca, Luiz Wagner Chieppe (Empresário Capixaba Destaque), e a Construtora Lorenge (Empresa Destaque), representada pelo seu presidente, José Elcio Lorenzon. O IEL-ES homenageou também as empresas que ocuparam o primeiro lugar em seus respectivos setores, de acordo com as receitas operacionais bruta e líquida, patrimônio líquido e gestão empresarial.


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Produção Industrial cai 1,0% divulgação

De acordo com dados divulgados no mês de novembro, a produção industrial teve queda em 12 das 14 regiões pesquisadas pelo IBGE

2012

››De janeiro a setembro,

a redução na produção foi registrada em 9 dos 14 locais pesquisados, com destaque para Amazonas (-7,0%), Espírito Santo (-6,8%), Rio de Janeiro (-6,6%) e São Paulo (-5,2%). Santa Catarina (-3,4%), Rio Grande do Sul (-3,1%), Ceará (-2,1%), Pará (-1,0%) e Paraná (-0,8%) completaram o conjunto de locais com taxas negativas no fechamento dos nove primeiros meses de 2012.

A produção industrial caiu em 12 dos

››Por outro lado, Goiás

(3,6%), Pernambuco (2,9%), Bahia (2,5%), região Nordeste (1,6%) e Minas Gerais (0,1%) registraram os resultados positivos no índice acumulado no ano.

No Espírito Santo, a queda da produção industrial foi de 1,9%

“pressionado em grande parte pelo comportamento negativo na produção dos setores de metalurgia básica, extrativo e de alimentos e bebidas”. Quedas fortes também partiram

Afinal, o que é CCIH? O controle das infecções hospitalares, hoje conhecidas por um termo mais abrangente chamado infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) tornou-se uma grande preocupação a par tir da década de 80. Em 1987, foi criado o Programa Nacional de Controle de Infecção Hospitalar e, somente em 1998, a normatização para funcionamento da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) através da por taria 2616. Esta comissão é obrigatória nas instituições de saúde e deve possuir membros representantes dos serviços médico, de enfermagem, de farmácia, laboratório de microbiologia e administração. O grupo executor da CCIH atua nas ações de adequação, implementação e supervisão das

do Paraná (-8,9%), de Santa Catarina (-8,3%), do Ceará (-8,2%), do Rio de Janeiro (-7,7%), de Goiás (-7,5%), do Amazonas (-6,8%) e do Rio Grande do Sul (-5,1%). Caiu, mas menos que a mé-

normas e rotinas técnico-operacionais referentes ao controle de infecção e à capacitação profissional relacionada; uso racional de antimicrobianos, padronização de germicidas e materiais médico-hospitalares; busca e vigilâncias das IRA’s, dos sur tos, das doenças de notificação obrigatória com o objetivo de limitar a disseminação de microorganismos. A CCIH é o grande precursor dos serviços de qualidade e gerenciamento de risco dos hospitais no Brasil e em todo mundo. Visando aprimorar seus processos, o Vitória Apar t Hospital (VAH) conta, desde sua fundação há 11 anos, com uma CCIH composta por médicos infectologistas e enfermeiros que atuam na execução de um Programa de Controle de Infecção Hospitalar alinhado ao planejamento estratégico de uma instituição de alta complexidade

dia nacional, Pernambuco (-3,5%), São Paulo (-3,0%), Pará (-2,3%) e Região Nordeste (-0,6%). Na contramão, tiveram altas as produções de Minas Gerais (4,5%) e da Bahia (2,8%).

com grande quantidade de pacientes críticos (de terapia intensiva, hemodiálise, oncologia, entre outros). Sabe-se que não existe taxa de infecção hospitalar zero, este risco está presente não só relacionado ao procedimento mas também às condições dos próprios pacientes. O trabalho desta CCIH, juntamente com sua liderança e corpo clínico do VAH, se traduz no empenho diário, em cada ação para mitigar os riscos relacionados às infecções na assistência. É o Vitória Apar t Hospital cada vez mais comprometido com você. Dr. Claudio Pinheiro CRM-ES 3102

14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de agosto para setembro. O levantamento, divulgado no início de novembro, aponta quedas maiores em Goiás (-2,9%), Rio de Janeiro (-2,7%) e Paraná (-2,6%). Também apresentaram recuos acima da média nacional Santa Catarina (-2,2%). Espírito Santo (-1,9%), Ceará (-1,6%), Minas Gerais (-1,4%), Amazonas (-1,3%) e São Paulo (-1,2%). No país, a queda foi de 1,0% e ficaram abaixo dessa média as regiões Pernambuco (-0,7%), Rio Grande do Sul (-0,4%) e Bahia (-0,1%). O único resultado positivo partiu do Pará, que registrou avanço de 2,6%, interrompendo três meses de queda na produção. A Região Nordeste não registrou variação. Na comparação com setembro do ano passado, a produção industrial nacional recuou 3,8% e também mostrou queda em 12 regiões pesquisadas, com destaque para o Espírito Santo (-11,9%),

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CDMEC aponta avanços do setor metalmecânico no ES Com 24 anos de atividade, o CDMEC contribuiu para o fortalecimento das empresas locais, que avançou de 1% para 50% na participação do fornecimento para as grandes empresas instaladas no Estado divulgação

Qualificação é o grande desafio A qualificação de mão de obra para

Palestra para associados no auditório CDMEC Criada em 1988 no intuito de fortalecer um dos principais setores econômicos do Espírito Santo, o Centro Capixaba de Desenvolvimento Metalmecânico (CDMEC) surgiu a partir de um convênio de cooperação técnica e financeira entre o Bandes, Vale, ArcelorMittal Tubarão e Fibria. Ao longo desses anos, a entidade ampliou seu foco e compromisso, passando a organizar demandas do arranjo produtivo, promovendo uma maior articulação entre fornecedores locais e as grandes empresas instaladas no Espírito Santo. Com o fortalecimento da instituição, pequenas e médias empresas locais aumentaram sua competitividade e estão participando ativamente de diversos contratos junto às gigantes. Tal fortalecimento, segundo o presidente do CDMEC, Antônio Falcão, se deu em virtude de parcerias com instituição de apoio e de classe, universidades e demais centros de

produção técnica e científica. Além disso, Falcão destaca também a parceria com o Programa de Desenvolvimento de Fornecedores do Espírito Santo (PDF). “Esse conjunto de ações possibilitou que o setor passasse de 1% para 50% de participação no fornecimento para o mercado capixaba, entre fabricação de bens e serviços de montagens”, aponta Falcão. Outra iniciativa da entidade, que atualmente conta com 85 associados, é a busca pelo desenvolvimento de todas as cadeias produtivas envolvidas no processo. Para isso, são realizadas ações como a captação e disponibilização de informações através de diagnóstico da necessidade de compra das grandes empresas; reuniões com empresários, instituição de apoio e órgãos do governo; além de organização de workshops; capacitação gerencial de empreendedores e lideranças; entre outros. Entretanto, a entidade ainda tem

muitos desafios pela frente, como ressalta Falcão. “O mercado está muito competitivo e requer cada vez mais criatividade dos associados. Incentivadas pelo CDMEC, as empresas iniciaram a formação de consórcios, que consiste em somar esforços para conquistar maior espaço, tanto no fornecimento de bens quanto no de serviços”, esclarece. Com o consórcio, cada empresa executa aquilo que possui maior conhecimento. Desta maneira, diminuem-se os riscos e novos mercados se abrem, como revela Falcão. “Com este modelo, gera mais qualidade, divulga as atividades, amplia a visibilidade das empresas e o surgimento de novos negócios. Ou seja, com a formação dos consórcios, os associados conquistam maior espaço no mercado. Em contrapartida, o CDMEC se fortalece e contribui decisivamente para o desenvolvimento do Estado”, finaliza.

atuar no setor é um dos maiores desafios, segundo o presidente do Centro Capixaba de Desenvolvimento Metalmecânico (CDMEC), Antonio Falcão. “A busca de qualificação dos profissionais é um grande desafio devido à necessidade de mão de obra especializada para os novos projetos previstos para o Estado. Vamos enfrentá-lo buscando parcerias com Centros de Treinamento Privados, com as universidades e junto ao Governo do Estado, parceiro de todas as horas de nossa entidade”, adiantou. Sob essa perspectiva, o CDMEC tem como metas a capacitação de recursos humanos; o desenvolvimento da qualidade técnica e gerencial dos associados; o incentivo à certificação dos fornecedores locais; o incentivo à formação de consórcios entre associados; além do intercâmbio e aproximação de

Vamos enfrentá-lo buscando parcerias com Centros de Treinamento Privados... empresas capixabas com grandes empresas detentoras de tecnologia e de engenharia do país e exterior. “O Centro reassumiu o seu lado tecnológico, sua função original, sem deixar de participar ativamente do processo de potencialização das empresas locais. O objetivo é trabalhar promovendo treinamentos para empresários, gestores e colaboradores e otimizar processos, que irão melhorar a produtividade das empresas”, disse Falcão.

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Vale e Instituto Terra vão recuperar Mata Atlântica Com a parceria, serão plantadas 25 mil mudas de espécies nativas de Mata Atlântica, proporcionando a recuperação de 20 hectares da reserva ecológica de Itapina, em Colatina Fotos: divulgação

Uma parceria entre a Vale e

o Instituto Terra vai ajudar a recompor a cobertura florestal da Reserva Ecológica de Itapina, área de proteção ambiental localizada em Colatina, nas proximidades da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). A iniciativa vai viabilizar o plantio de 25 mil mudas de espécies nativas de Mata Atlântica, um dos biomas mais ameaçados da atualidade. O plantio, que será executado pelo Instituto Terra, começou no início de novembro e teve as mudas doadas pela Vale. Essas mudas são cultivadas no viveiro da Reserva Natural Vale, área conservada que a mineradora mantém em Linhares, no Norte do Espírito Santo. A iniciativa prevê a recuperação de 20 hectares da reserva ecológica, área que corresponde à extensão de 20

A iniciativa vai viabilizar o plantio de 25 mil mudas de espécies nativas da Mata Atlântica

campos de futebol. O objetivo é restabelecer as funções ecossistêmicas daquele fragmento de floresta e, com isso, contribuir para o aumento da biodiversidade no local. “A recomposição florestal da Reserva Ecológica de Itapina representa um passo importante para a conservação da Mata Atlântica e de sua bio-

diversidade. Contribuir para que essa ação se concretize, e em parceria com o Instituto Terra, é reafirmar o compromisso da Vale de ajudar na conservação da biodiversidade do planeta”, declara o coordenador de Relações Institucionais da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM), Álvaro Albergaria.

Primavera marca temporada de observação de aves A Reserva Natural Vale, área protegida de Mata Atlântica que a Vale mantém em Linhares, no Norte do Espírito Santo, vem ganhando espaço como destino dos adeptos do birdwatching - atividade que consiste na observação de aves em seu habitat natural. Os praticantes aproveitam o período mais convidativo

Mutum-do-sudeste

para a atividade: a primavera, que termina no dia 21 de dezembro, quando se inicia o período reprodutivo da maioria das espécies brasileiras. Nesta fase, as aves aumentam suas atividades, com a construção de ninhos e a procura por parceiros, facilitando seu registro tanto visual quanto por meio do canto. Com 380 espécies já confirmadas, a Reserva Natural Vale abriga mais de 20% das aves registradas no Brasil, de acordo com o Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos. Há, inclusive, espécies raras e/ou ameaçadas de extinção, como o mutum-do-sudeste e o papagaio-chauá.


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IEL lança Anuário 200 Maiores Empresas do Espírito Santo divulgação

Esta foi a 16ª edição do anuário, que foi realizado no Itamaraty Hall e contou com a presença de empreendedores de todo o Estado O Instituto Euvaldo Lodi (IEL) lançou no início de novembro a 16ª edição do Anuário IEL 200 Maiores Empresas do Espírito Santo. O evento aconteceu no Itamaraty Hall, em Vitória, e contou com a presença dos principais empreendedores e autoridades empresariais e políticas do Estado. O evento foi aberto pelo presidente do Sistema Findes, Marcos Guerra, que ressaltou a importância do anuário como um instrumento de consulta sobre a economia do estado do Espírito Santo, destacando a evolução das maiores empresas capixabas nos últimos dez anos, notadamente o avanço do setor de serviços e o aumento no número de em-

presas do ranking localizadas no interior do Estado. Além disso, Guerra mostrou otimismo em relação aos momentos difíceis que particularmente a indústria capixaba tem sofrido recentemente: “A produção industrial capixaba sofreu pelo segundo mês consecutivo a maior queda do país. Contudo, o Sistema Findes tem feito sua parte em busca de um ambiente favorável aos novos investimentos previstos em nosso Estado, com ações voltadas para a qualificação profissional, inovação e tecnologia”, apontou Guerra. Ao final de sua fala, o presidente da Findes enfatizou a importância também das micro e pequenas empresas, que

Participaram do evento o superintendente do IEL-ES, Fabio Dias, o governador, Renato Casagrande, o presidente da Findes, Marcos Guerra e o diretor para Assuntos do IEL-ES, Benízio Lázaro

representam cerca de 98% de todas as 122 mil empresas capixabas, e agradeceu o empenho do governador Renato Casagrande em fortalecer superar as adversidades atuais. O diretor para Assuntos do IEL, Benízio Lázaro, apresentou a grande novidade desta 16ª edição: a possibilidade de

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acesso à publicação por meio de qualquer dispositivo móvel, como celulares e tablets com acesso à internet. “É a inovação alinhada à tecnologia a serviço da informação”, disse Lázaro. O prêmio de Executivo Destaque 2012 foi para Ricardo Vescovi de Aragão, diretor-

-presidente da Samarco Mineração. A Lorenge, pela segunda vez consecutiva, levou o troféu de Empresa Destaque. O prêmio de Empresário Destaque 2012 foi para Luiz Wagner Chieppe, diretor de Relações Corporativas do Grupo Águia Branca. Como aconteceu na edição do ano passado, também foi apresentado o vencedor do Prêmio IEL em Gestão Empresarial. A premiação é voltada para as empresas que não estão no ranking das 200 maiores, mas que priorizam a busca pela melhoria continua de seus processos. A vencedora da edição de 2012 foi a empresa Eletrosolda Comércio e Representações Ltda. O Anuário IEL 200 Maiores Empresas do Espírito Santo leva a assinatura da Federação das Indústrias do Espírito Santo, por meio do IEL-ES, e do Instituto de Desenvolvimento Educacional e Industrial do Espírito Santo, o Ideies.

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Áreas florestais da Fibria no ES conquistam FSC® divulgação

A certificação foi obtida em outubro e, com ela, todas as Unidades da empresa passam a contar com o FSC® A Fibria obteve em outubro a certificação pelo Forest Stewardship Council® (FSC®) para o seu manejo florestal e a cadeia de custódia para as operações realizadas no Espírito Santo, Bahia e Minas Gerais. O certificado é responsável por identificar a origem da celulose desde a produção florestal até os processos industrial e de transporte. Com isso, todas as Unidades da empresa passam a contar com o FSC®, pois a Fibria já possuía a certificação nas Unidades de Três Lagoas (MS) e Jacareí (SP), além da Veracel (BA), empresa na qual a Fibria tem 50% de participação. Re-

SAIBA MAIS

››O FSC® é uma Organização

A certificação identifica a origem da celulose, desde a produção florestal até os processos industrial e de transporte

conhecido em todo o mundo, o FSC® é mais que um atestado de boas práticas de responsabilidade socioambiental na gestão das florestas da Fibria. De acordo com a empresa, a obtenção do documento mostra a seriedade com que a mesma abraça o compromisso assumido com a sociedade ao iniciar suas atividades, três

anos atrás. Além disso, está em sintonia com a filosofia da Fibria, que desenvolve o negócio florestal renovável como fonte sustentável de vida e dele obter valor econômico, gerando lucro e,ao mesmo tempo, conservação ambiental, inclusão social e melhoria da qualidade de vida. A certificação pelo FSC® é

uma exigência crescente dos mercados consumidores. Ao obtê-la para a totalidade de suas áreas, a empresa fortalece a sua competitividade e a legitimidade de sua imagem como empresa responsável sob todos os aspectos da sustentabilidade, ampliando o leque de negócios nos mercados em que atua.

Não-Governamental independente, presente em cerca de 60 países. Foi criado em 1993 por entidades ambientalistas, silvicultores, indígenas e organismos de certificação. Destaca-se como um dos grupos mais reconhecidos mundialmente na promoção de normas de certificação florestal. ››As normas do FSC® baseiam-se em desenvolvimento sustentável e nos princípios de boas práticas aplicadas ao manejo florestal. Também são observados o princípio da rastreabilidade, aplicado à comercialização, e o processamento em empresas que utilizam produtos de madeiras das florestas certificadas.

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Saúde bucal na terceira idade Hábitos como escovar os dentes três vezes ao dia, usar o fio dental diariamente e ir regularmente ao dentista são decisivos para manter a saúde bucal em dia na velhice Ao cuidar bem dos seus den-

tes e fazer consultas periódicas com seu dentista, os seus dentes podem durar a vida inteira. Independentemente da idade, você pode ter dentes e gengivas saudáveis se escovar pelo menos três vezes ao dia com creme dental com flúor, se usar fio dental pelo menos uma vez ao dia e se for regularmente ao dentista para exames completos e limpeza. Até mesmo quem escova e usa fio dental regularmente, pode ter alguns problemas específicos. Muitas pessoas na terceira idade usam dentaduras, tomam remédios e têm problemas de saúde geral. Felizmente, seu dentista pode ajudar você a encarar estes desafios com êxito quase que garantido. As cáries e os problemas com a raiz dos dentes são mais comuns em pessoas da terceira idade. Por isso, é importante escovar com um creme den-

tal que contenha flúor, usar fio dental todos os dias e não deixar de ir ao dentista. Além disso, a sensibilidade pode se agravar com a idade. Com o passar do tempo é normal haver retração gengival que expõe áreas do dente que não estão protegidas pelo esmalte dental. Estas áreas podem ser particularmente doloridas quando atingidas por alimentos e bebidas quentes ou frias. Nos casos mais severos, pode ocorrer sensibilidade com relação ao ar frio e a alimentos e líquidos doces ou amargos. Se seus dentes estiverem muito sensíveis, tente usar um creme dental apropriado. Se o problema persistir, consulte o dentista já que esta sensibilidade pode indicar a existência de um problema mais sério, como, por exemplo, cárie ou dente fraturado. As pessoas mais velhas se queixam de boca seca com

Divulgação

Hábitos saudáveis podem fazer com que os dentes durem a vida inteira

frequência. Este problema pode ser causado por medicamentos ou por distúrbios da saúde. Se não tratado, pode prejudicar seus dentes. Seu dentista pode recomendar vários métodos para manter sua boca mais úmida, como tratamentos ou remédios adequados para evitar a boca seca.

Enfermidades preexistentes (diabete, problemas cardíacos, câncer) também podem afetar a saúde da sua boca. Converse com seu dentista sobre quaisquer problemas de saúde existente para que ele possa ter uma visão completa da situação e para que possa ajudar você de forma mais específica.

As dentaduras tornam mais fácil a vida de muitas pessoas da terceira idade, mas exigem cuidados especiais. Siga rigorosamente as instruções do seu dentista e, caso ocorra qualquer problema, marque uma consulta. Os portadores de dentaduras definitivas devem fazer um exame bucal geral pelo menos uma vez por ano. A gengivite é um problema que afeta pessoas de todas as idades e que pode se tornar muito sério, especialmente em pessoas de mais de 40 anos. Vários fatores podem agravar a gengivite: má alimentação;.higiene bucal inadequada; doenças sistêmicas, como a diabete, enfermidades cardíacas e câncer. Outros fatores determinantes são o estresse e o fumo. Como as doenças gengivais são reversíveis em seus primeiros estágios, as consultas periódicas ao dentista é essencial.

Jornal Empresariall - edição 28  

O Jornal EmpresariALL têm como objetivos divulgar para os empregados e contratados de todos os níveis da Vale, Samarco, ArcelorMittal, Belgo...

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