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O Mês do Riso Neste mês, o município de São José do Rio Preto celebra dez anos do festival que tem como prioridade fazer o público rir: o Janeiro Brasileiro da Comédia. É com grande satisfação que realizamos a 10ª edição deste evento, que já se tornou tradição no calendário dos rio-pretenses. Mais uma vez, todas as apresentações serão gratuitas, visando facilitar o acesso do público ao poder do riso. Pensando em ampliar ainda mais a democratização do acesso à cultura, as apresentações também ganharão as ruas. O público que não pode ir a um teatro, será beneficiado com apresentações mais próximas de suas residências. Além da região central, o distrito de Engenheiro Schmitt também recebe um espetáculo. Pela primeira vez, os moradores do Residencial Nova Esperança serão agraciados com uma apresentação teatral. Esperamos que o público rio-pretense aproveite o mês de janeiro para dar boas gargalhadas. Afinal, como diz o ditado popular “Rir é o melhor remédio”. E nada melhor do que dar boas-vindas ao ano que se inicia com muito humor. Que todos apreciem o Janeiro Brasileiro da Comédia, que há dez anos trata o riso com muita seriedade. Valdomiro Lopes da Silva Junior Prefeito Municipal


10 anos de comédia. 10 anos de comédia em Janeiro. 10 anos de risadas. Enfim chegamos a 10ª edição do Janeiro Brasileiro da Comédia, evento que tem como intuito difundir o teatro cômico e que todo início de ano garante boas gargalhadas ao público rio-pretense. Durante os 10 anos, o evento obteve grandes conquistas. O festival era realizado inicialmente apenas no Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto. Com o passar dos anos ganhou novos espaços, como ruas e praças, democratizando o acesso a arte teatral. Além dos espetáculos, o evento também realiza atividades formativas, com o objetivo de levar novos conceitos aos atores e público em geral, interessados em se profissionalizar na área teatral. Inicialmente, os ingressos para as apresentações eram vendidos a preços populares, passando, em seguida, a entrada gratuita, facilitando ainda mais o acesso a cultura. Por aqui já passaram grandes companhias de teatro, vindas de diversos estados do país, permitindo ao público apreciar espetáculos de comédia com abordagens culturais distintas. Assim como nas edições anteriores, neste ano serão apresentados espetáculos no Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto e em espaços alternativos, além das atividades formativas. Afirmamos que o festival é um grande sucesso, tanto para as companhias de teatro, visto a quantidade de inscrições, quanto para o público rio-pretense, que sempre lota as apresentações. Com esta ascensão, o Janeiro da Comédia trará boas gargalhadas por muitos e muitos anos! Antonio Carlos Parise Secretário Municipal de Cultura


Quando o Janeiro chega, a comédia é a dona da casa O Janeiro Brasileiro da Comédia foi realizado pela primeira vez em 2003, em comemoração aos 30 anos da primeira casa de espetáculos da cidade. Assim como o espaço – pioneiro na cidade –, o evento também se tornou o primeiro festival voltado exclusivamente para a apresentação de espetáculos de comédia e a difusão de reflexões sobre a difícil arte de fazer rir. Cabe ressaltar que o objetivo era fazer uma programação que priorizasse as diferentes linguagens que permeiam o universo da comédia. Assim, peças que trabalham com todos os gêneros da comédia, baseadas em obras literárias, e com temas contemporâneos, perpassam a mostra, evidenciando a multiplicidade que o gênero cômico pode assumir. Temos a certeza de que os grupos selecionados provocarão não só o riso mas também a reflexão por meio de sua pesquisa e experimentação. Dez anos depois, quando estamos em mais um início de ano, temos o privilégio de realizar mais uma edição deste importante evento teatral. Quando janeiro chega, não é só mais um ano que começa, mas a expectativa do início de mais um Janeiro Brasileiro da Comédia. O honroso convite para participar da curadoria do JBC pela terceira vez traz a responsabilidade de pensar para os cidadãos rio-pretenses uma programação que mostra o panorama do melhor do teatro de comédia no Brasil. Desejo ao respeitável público, BOM ESPETÁCULO! Humberto Sinibaldi Neto Curador


Janeiro Brasileiro da Comédia - Edição 2012 Prefeito Municipal VALDOMIRO LOPES DA SILVA JUNIOR

PATRÍCIA LORENZINO SILVANA ALMEIDA

Vice-Prefeito GABER LOPES

Oficina Cultural Fred Navarro GUIOMAR HOMEM DE MELLO JOICE ZORZI LUCIANA VÉSCOVI

Presidente da Câmara Municipal OSCAR MARQUES PIMENTEL Secretário Municipal de Cultura ANTONIO CARLOS PARISE Secretário de Estado da Cultura ANDREA MATARAZZO Diretor das Oficinas Culturais do Estado de São Paulo ANTONIO CARLOS DE MORAES SARTINI Coordenador Geral dos Projetos Especiais e do Projeto Ademar Guerra ALDO VALENTIM Curador HUMBERTO SINIBALDI NETO Coordenação FÁBIO AMARAL JOSÉ PEREIRA BRITO MARA LIMA MARCELO ZAMORA VALDEMIRO DELFINO GOMES Tesouraria RONALDO RODAS CARVALHO THAIS C. A. ALCANTARA Secretaria de Cultura ANTONIA LEONEL BATISTA CELMA FERREIRA DE MAGALHÃES EVANILDA AMARAL HUSSEINI GISELE CARMINATTI INGRID GUARESCHI KARINA CAPUCHO LEUDE GENEROSO DE ANDRADE NEUDIR GARCIA ARANTES

Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto ALEXANDRE DANTAS ANTONIO CARLOS FERREIRA ANTONIO SANTOS DA CRUZ JOÃO CARLOS FARINHA JOSÉ CARLOS FÉLIX JOSÉ EDUARDO ALONSO LAÍDES DOS SANTOS LUZIA RODRIGUES DA SILVA MÁRCIA GUERZONI NATÁLIA DAMASCENO NESTOR NOVAES PAULO ROBERTO LUSCRI REMERSON MAYOR SOLANGE MATHIAS GOMES SUELI APARECIDA FERNANDES Técnico dos Espaços Alternativos MAURÍCIO GOMES Apoio Organizacional APARECIDO CAPELLO (Secretário Municipal de Trânsito, Transportes e Segurança) GELSON RASTELI JUNIOR (Subprefeito de Engenheiro Schmitt) GILBERTO MATIAS DOS SANTOS (ECO – Escola de Competências Dep. Roberto Rollemberg) JOSÉ CARLOS DE LIMA BUENO (Secretário Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo) JOSÉ ONOFRE (Empresa Municipal de Urbanismo) NILTON QUIRINO (Presidente da Associação de Bairro do Nova Esperança) TELMA ANTONIA MARQUES VIEIRA (Secretária Municipal de Educação) Design Gráfico JEFF SANTANIELO


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A Bilha Quebrada Cia. Razões Inversas – São Paulo/SP

A ação se passa numa sala de um tribunal de uma vara distrital da comarca de Utrech, na Holanda, onde um velho, manco e careca, o juiz Adão, manda e desmanda, é uma figura asquerosa. Ele está habituado a cometer os mais diversos tipos de atrocidades, até que a comarca recebe uma inesperada visita de seu superior, o corregedor Walter, no mesmo dia em que a parteira Marta vai exigir que se encontre o responsável pela destruição de sua bilha (moringa) de estimação. A peça se passa num único cenário, o tribunal, e os fatos são revelados pouco a pouco. Adão é, ao mesmo tempo, juiz e réu de um crime que tumultuou a vida de um pequeno vilarejo holandês e quase destruiu o futuro da camponesa Eva.

29 • domingo 19h e 21h. Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto. Indicação: 12 anos. Duração: 90 min.

Texto Heinrichn von Kleist Tradução e Adaptação Cia. Razões Inversas Direção Marcio Aurelio Assistente de Direção Ligia Pereira Cenário, Figurinos e Iluminação Marcio Aurelio Elenco Joca Andreazza, Paulo Marcello, Lavínia Pannunzio, Maria Stella Tobar, Renata Araújo, Regina França, Washington Gonzales, Júlio Machado e Gonzaga Pedrosa Técnico de Som e Luz André Lemes Produção Executiva Renata Araújo


A Igreja do Diabo

Cia. Teatral Boccaccione – Ribeirão Preto/SP Direção, Concepção e Adaptação João Paulo Fernandes Texto Machado de Assis

Cansado de ser desorganizado, de ficar com as circunstanciais sobras das diferentes manifestações de fé, o Diabo tem a ideia de fundar uma Igreja com a promessa do paraíso na própria Terra. Sua religião corre aos quatro cantos do mundo e sua previsão de que as virtudes cairiam por terra se confirma. Mas, aos poucos, os homens vão exercitando virtudes, e o tiro sai pela culatra, pois para cada maldade realizada pelos seus adeptos, havia uma bondade praticada. Furioso, o Diabo vai falar com Deus, que dá o ultimato: maior que qualquer religião é a contradição humana.

Elenco João Paulo Fernandes, Karol Nurza, Lilian Amantea, Marcelo Ribeiro, Michel Masson, Diego Freiria, Naná Bertchelly, Nathália Fernandes e Milton Ávila. Preparação Vocal Lilian Amantea Direção Musical Lilian Amantea e Milton Ávila Preparação Corporal Milton Ávila Figurinos João Paulo Fernandes e Zezé Cherubini Costureira Bel Honorato e Zezé Cherubini Cenografia João Paulo Fernandes

24 • terça 19h e 21h. Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto. Indicação: 16 anos. Duração: 60 min.

Assessoria de Imprensa Renato Vital

Cenotécnico José Vendramini

Cobertura audio-visual Léo Otero e Rafael Vital

Adereços Cia. Teatral Boccaccione

Coordenação Executiva Nathália Fernandes

Maquiagem Nathália Fernandes

Produção Executiva Equipe de Apoio Coletivo Fuligem Vilsinho Juri e Gabriela Vansan


Amor Confesso Cia. Falácia – Rio de Janeiro/RJ

Autor Arthur Azevedo Direção Inez Viana Elenco Claudia Ventura e Alexandre Dantas

Em cena dois atores, duas cadeiras, um autor, oito contos e uma questão: casar ou não casar? Os atores Claudia Ventura e Alexandre Dantas vão casar e, para comemorar essa união, resolvem montar uma peça. Para confessar esse amor escolhem os contos de Arthur Azevedo. Mas durante os ensaios descobrem que a maioria das histórias não tem final feliz. Agora eles estão no palco, horas antes da cerimônia do seu casamento, dividindo com o público a dúvida de casar ou não. Mais uma vez a vida e a arte se misturam.

Pianista Roberto Bahal Direção Musical Marcelo Alonso Neves Cenário e Figurino Carlos Alberto Nunes Iluminação Paulo César Medeiros Direção de Produção Cia. Falácia Produção Executiva Christina Carvalho Assistente de Direção Luiz Antonio Fortes

27 e 28 • sexta e sábado 21h. Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto. Indicação: 10 anos. Duração: 80 min.

Assistente de Cenário e Figurino Gabrielle Windmüller Patrocínio Correios Realização Cia. Falácia e Governo Federal


Circo Lando – O Maior Espetáculo da Terra Cia. Fábrica de Sonhos – São José do Rio Preto/SP

Texto e Direção Guido Caratori

O espetáculo conta a história dos irmãos Tito e Federico, filhos de Adamastor Formiga Lando que herdou o circo de seu pai Chico Formiga Lando. Ambos são criados no circo da família e no final da adolescência, Tito assume a administração do circo e Federico vai embora para estudar no exterior. Tito aprende o ofício do pai e se dedica ao circo de corpo e alma. Ao longo de sua carreira aprende a ser um excelente administrador e consegue alcançar o sucesso em sua profissão de artista e empresário, cuidando assim de todos que dele dependem. Já Federico, apesar de se formar um grande artista contemporâneo e completo e de ter participado de grandes produções de teatro e cinema, tendo assim ganhado rios de dinheiro, sempre foi um péssimo gestor e em uma de suas viagens internacionais perde tudo em Las Vegas, o que o obriga a voltar ao circo da família.

Assistência de Direção Drica Sanches Projeção Guido Caratori Sonoplastia Milton Verderi Operador de Som e Projeção Rafael Galhardo Iluminação e Operador de luz Ricardo Matioli Maquiagem Guido Caratori Direção de Produção Drica Sanches e Guido Caratori Assistente de Produção Marcela Galhardo

22 • domingo 20h. ECO Santo Antônio. 23 • segunda 21h. Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto. Indicação: livre. Duração: 70 min.

Elenco Guido Caratori e Murilo Gussi


Contos Proibidos Grupo Antropofocus – Curitiba/PR

Partindo da metáfora da incomunicabilidade, as cenas – ou Contos – acontecem em ambientes onde pessoas desconhecidas se encontram, mas raramente iniciam uma conversa: dentro de um ônibus, debaixo de uma marquise num dia de chuva ou em um banheiro masculino. Também há contos sobre segredos, coisas que fazemos e que preferiríamos que ninguém ficasse sabendo. O grupo enfrenta o desafio de fazer um espetáculo inteiro sem nenhum diálogo, onde a comunicação acontece através do som.

Elenco Anne Celli, Andrei Moscheto, Danilo Correia, Jairo Bankhardt e Marcelo Rodrigues Sonoplastia e Assistente de Direção Célio Savi Iluminação Anry Aider Cenografia Sérgio Richter e Antropofocus Figurinos e Adereços Fabiana Pescara e Renata Skrobot Diretor de Produção e Direção Geral Andrei Moscheto

25 e 26 • quarta e quinta 21h. Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto. Indicação: 12 anos. Duração: 60 min.


Hay Amor!

Os Geraldos – Campinas/SP

Direção Verônica Fabrini

Um banco de praça de uma cidade do interior dá lugar a imagens e sensações de um grupo de amigos que tenta, por todos os meios, representar o amor, no esforço de dizer o indizível. Por meio de uma trajetória de cenas curtas, de pequenos recortes de sensações, cantamos as músicas dos nossos corações acompanhando encontros e desencontros emblemáticos dessa aventura humana, que ao mesmo tempo em que nos torna ridículos, faz-nos sinceros também.

Direção Musical Silas Oliveira Elenco Carolina Delduque, Clarissa Moser, Douglas Novais, Gisele Nunes, Gustavo Valezi e Julia Cavalcanti Cenografia: Verônica Fabrini e Os Geraldos Texto Os Geraldos Iluminação Douglas Novais e Verônica Fabrini Operador de Luz Marina Milito de Medeiros Operador de Mídia Amanda Händel Schmitz Produção Os Geraldos Assistente de Produção Nathalia Cogo

30 • segunda 19h e 21h. Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto. Indicação: 14 anos. Duração: 80 min.


No Buraco

Centro Teatral e Etc e Tal – Rio de Janeiro/RJ

Criação e Produção Centro Teatral e Etc e Tal

No Buraco é um mergulho na linguagem da não palavra. O espectador passará 60 hilários minutos diante de cinco diferentes histórias apresentadas. O espetáculo pode não ter palavras, mas silêncio não é o que predomina. Com virtuosismo e domínio técnico os atores propiciam aos espectadores um hilariante passeio por diversas situações do imenso buraco criado no palco, onde não podem ver a totalidade do corpo dos intérpretes. O público tem a nítida impressão de “ver” os atores flutuando, voando, afundando, caindo, cavalgando, etc.

Elenco Melissa Teles-Lôbo, Marcio Moura e Alvaro Assad Direção e Preparação Mímica Alvaro Assad Figurinos e Adereços Fernanda Sabino Desenho de Luz Aurélio Oliosi Trilha Original Rodrigo Lima Operação de Slides e Montagem Levi Leonardo

21 e 22 • sábado e domingo 21h. Teatro Municipal Humberto Sinibaldi Neto. Indicação: 16 anos. Duração: 60 min.


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A Farsa do Advogado Pathelin Rosa dos Ventos – Presidente Prudente/SP

Direção Roberto Rosa

Um espetáculo de rua que propõe uma saborosa fusão entre circo e teatro. Um trabalho instigante, atual e curioso que utiliza o jogo do palhaço, acrobacia, malabarismo, pernas de pau e música ao vivo para contar a história do Advogado Pathelin, um grande trapaceiro que diante de sua ruína financeira aplica um golpe em Guilherme Côvado, renomado comerciante de tecidos. A surpresa desta montagem fica a cargo da inserção de conflitos paralelos vividos entre os palhaços durante a encenação. O grupo que chega à rua tem suas divergências internas e, com muito humor, elas se revelam colocando uma história dentro da outra.

22 • domingo 17h. Bairro Nova Esperança. 23 • segunda 17h. Praça Rui Barbosa Indicação: livre. Duração: 65 min.

Elenco Fernando Ávila, Gabriel Mungo, Robson Toma e Tiago Munhoz Sonoplastia e Criação dos temas musicais Robson Toma


Barca do Inferno Grupo Teatral Athos – Batatais/SP

Direção Ricardo Silva

Adaptação livre da obra “O Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente, o espetáculo é formado por uma sequência de quadros humorísticos em que o Diabo e o Anjo, em saborosos diálogos, se defrontam com as almas recém-mortas que vão embarcar para a eternidade. Em cada um desses quadros, as personagens contextualizam conhecidos grupos ou classes sociais, que une o teatro popular, técnicas circenses e o teatro de rua.

Elenco Isadora Bonfante, Ricardo Silva, Ricardo Sousa, Luís Fernando, João Paulo, Bianca Guelere, Monica Vilani, Natália Frederico, Aline Rosilei e Adilson da Silva Texto Adaptação da obra “O Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente Orientação Artística Adbailson Cuba e Luciano Santiago Cedido pelo Projeto Ademar Guerra.

28 • sábado 17h. Distrito de Engenheiro Schmitt. 29 • domingo 17h. Represa Municipal. Indicação: livre. Duração: 60 min.


Rádio Variété Na Rua Com Você Grupo LaMínima - Embu das Artes/SP

Supervisão Geral Antonio Nóbrega Concepção, Roteiro e Direção Domingos Montagner e Fernando Sampaio Colaboradores Mário Viana e Luiz Henrique Romagnoli

Três artistas do teatro de variedades num local público, começam a instalar uma parafernália “um tanto” tecnológica, porém aparentemente absoleta. Aos poucos este conjunto toma forma de um estúdio de “rádiocirco-teatro”, onde desfilarão atrações jornalísticasdramático-musicais. Uma homenagem ao palhaço brasileiro e ao rádio, meio de comunicação popular por excelência, que persiste na sua importância, onde artistas e público farão parte de um programa sobre simples memórias, desejos e emoções, que constroem a grande e complexa relação humana dos cidadãos comuns.

Cenografia Domingos Montagner Figurinos Inês Sacay Adereços Maria Cecília Meyer e Roberto Meyer Bonecos Augusto Bonequeiro e Inês Sacay Música Original e Direção Musical Marcelo Pellegrini Preparação Corporal Rosane Almeida Preparação de Pandeiro Chico Valle Confecção do Piano de Garrafas Biribinha Jr. Elenco Domingos Montagner, Fernando Sampaio e Filipe Bregantim Diretora de Produção Luciana Lima

28 • sábado 10h e 12h. Praça Rui Barbosa. Indicação: 12 anos. Duração: 55 min.

Secretária Gisele Pereira Realização LaMínima


Atividades Formativas Oficina Cultural Fred Navarro workshop

workshop

Histórias e Seus Caminhos

Ogrobol e Técnicas de Circo

Coordenação: Márcio Moura – Centro Teatral e Etc e Tal Público alvo: professores, educadores e interessados em geral, a partir de 16 anos. Seleção: primeiros inscritos | 35 vagas

Coordenação: Grupo Rosa dos Ventos Público alvo: artista de teatro, circo e interessados em geral, a partir de 14 anos. Seleção: primeiros inscritos | 25 vagas

22 • domingo • 14h às 16h

Será apresentado a importância da prática de contar histórias dentro da sala de aula. Através de trabalho vocal e corporal esta oficina propõe uma nova dinâmica onde o teatro mais do que nunca se faz presente na mais antiga das artes: a narrativa popular. Márcio Moura é ator, mímico e bailarino, integra o Centro Teatral e Etc e Tal desde 1993. Estudou na CAL - Casa das Artes de Laranjeiras-RJ e UNI-RIO Universidade do Rio de Janeiro. Foi premiado na categoria de Melhor Ator nos Festivais de Teatro de São Mateus (ES) em 1999, Isnard Azevedo (Florianópolis) e Americana (SP), estes últimos em 2000, por sua atuação em “Fulano e Sicrano” e em Pindamonhangaba-SP 2003 por “O Macaco e a Boneca de Piche”, tendo sido indicado ao Prêmio Zilka Sallaberry - RJ na categoria de Ator em 2006 por sua atuação no espetáculo “¿Branca de Neve?”, assim como na Edição 2008 do Premio Zilka SallaberryRJ na categoria de Melhor Ator por sua atuação no espetáculo DRAGUINHO. Em 2010 foi indicado ao Prêmio FEMSA Coca Cola por sua atuação em “O Maior Menor Espetáculo da Terra”.

oficina

23 • segunda • 9h às 11h

Propõe aqui que os participantes pratiquem dois exercícios que fazem parte da preparação dos atores do Grupo, o Ogrobol e as técnicas de circo. O Ogrobol é um jogo inventado durante o processo de montagem do Pathelin e que tem uma relação muito forte com o ritmo e com o próprio espetáculo. O jogo foi integrado à preparação do grupo e diversos coletivos de teatro pelo Brasil a fora estão praticando. As técnicas circenses de acrobacias, malabarismo e perna de pau são práticas do Rosa dos Ventos desde a fundação do grupo e serão propostas de forma brincante nesse encontro. O Rosa dos Ventos escolheu a rua e os espaços alternativos para atuar. Seus integrantes são artistas e profissionais pesquisadores de Arte e de Educação com o foco voltado para o estudo da diversidade cultural existente em nosso país. Fundado em 1999 por alunos da Unesp, o grupo nasce de um projeto de extensão Universitária, o Projeto Alegria, onde teatro, folclore e circo foram cenicamente representados por palhaços. O modo lúdico como os artistas universitários interagiram com o público escolar despertou o interesse do grupo por um dos personagens mais tradicionais da cultura circense, o palhaço. De lá para cá são mais de doze anos de trabalho, ministrando oficinas e apresentando espetáculos.

Produção e Gestão para Artes Cênicas 24 e 25 • terça e quarta • 9h às 11h e 14h às 16h Coordenação: Pedro de Freitas Público alvo: interessados em geral, a partir de 16 anos. Seleção: primeiros inscritos | 20 vagas

Esta oficina oferece aos participantes noções gerais para a gestão de projetos culturais nas artes cênicas: sua formatação para editais e leis de incentivos; o debate sobre a relação entre o processo de criação e a sua administração; a leitura dirigida e a discussão de textos sobre a produção cultural contemporânea – os artifícios de gestão que viabilizam os artifícios da cena. Assim, tanto quanto fornecer instrumental para o aluno-participante viabilizar projetos culturais, espera-se contribuir para a o seu processo de formação como agente social da cultura. Pedro de Freitas é bacharel em Artes Cênicas pela Unicamp e fundador da Périplo Produções artísticas, produtora que atua no mercado cultural com a realização de projetos, assessorias na área de gestão e leis de incentivo e produção e agenciamentos de companhias de teatro e dança nacionais e internacionais. Desde 2008 é aluno regular do curso de Mestrado em Artes da Unicamp onde pesquisa o papel do Produtor Cultural como um agente criativo dentro de um processo de criação.


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A Narrativa em Cena 28 • sábado • 14h às 16h

Coordenação: Alexandre Dantas e Claudia Ventura - Cia. Falácias Público alvo: atores e interessados em geral, a partir de 16 anos Seleção: primeiros inscritos | 15 vagas

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Como o Corpo e a Voz Fazem Comédia 26 • quinta • 14h às 16h

Coordenação: Danilo Correia e Marcelo Rodrigues - Grupo Antropofocus Público alvo: interessados em geral, a partir de 15 anos Seleção: primeiros inscritos | 18 vagas

Durante o processo de pesquisa para a criação da peça “Contos Proibidos”, o grupo se deparou com a necessidade de se preparar fisicamente para a tarefa, assim como pesquisar as possibilidades de dramaturgia com o som. Como estar com a prontidão física e vocal necessária para criar junto com os integrantes do seu grupo? Danilo Correia é professor de teatro há doze anos. Seu trabalho profissional com música serve de base para a pesquisa que realiza do uso da voz no teatro. Marcelo Rodrigues começou seu trabalho profissional como bailarino. Além do conhecimento de dança, trabalha há quatro anos com bio-mecânica e com técnicas orientais de consciência corporal.

O foco do trabalho é a pesquisa e criação do narrador: este personagem que habita um espaço intersubjetivo – ele está na cena, mas com uma opinião pessoal sobre ela, consciente da história que conta e vive. A abordagem deste narrador se dará em três esferas: a do ator-narrador, do personagem-narrador e do narrador-personagem. Onde podemos entender o ator-narrador como aquele que “existe” a partir das ferramentas do próprio ator, que se utiliza de uma forma pessoal de narrar; o personagem-narrador como aquele personagem construído independente da dramaturgia, que possui características distintas do ator; e o narrador-personagem, que é aquele narrador que existe no próprio texto. A conclusão a que se pretende chegar junto com os participantes é que a encenação é determinada a partir da escolha de cada um desses narradores. Alexandre Dantas, ator formado pela UniverCidade-RJ, e Claudia Ventura, atriz e professora de teatro com mestrado pela UNIRIO, trabalham juntos desde 1991, quando participaram da montagem de Macbeth, de William Shakespeare, na UNIRIO. A partir de 1997 dividiram a cena nos seguintes espetáculos: Sob a direção de André Paes Leme: A Capital Federal, Forrobodó, Um choro na cidade Nova e Alcassino e Nicoleta, Hamelin; com a companhia Teatro do Pequeno Gesto, sob a direção de Antonio Guedes: A Serpente, O Jogo do Amor e Henrique IV; no Núcleo Informal de Teatro, sob a direção de Joana Lebreiro: Antonio Maria, a noite é uma criança, Ai que saudades do Lago e Aquarelas do Ary; sob a direção de Inez Viana: As Conchambranças de Quaderna. Em 2008 criaram a cia. falácia e montaram o espetáculo A Igreja do Diabo, conto homônimo de Machado de Assis. Em 2011 estrearam o espetáculo Amor Confesso, sob a direção de Inez Viana e tiveram a indicação de melhor direção no Prêmio Shell.


Guia de Endereços

CALÇADÃO Praça Rui Barbosa – Centro São José do Rio Preto/SP Telefone: (17) 3202-2310 ECO – ESCOLA DE COMPETÊNCIAS DEP. ROBERTO ROLLEMBERG Rua Geraldo Barbosa de Oliveira, 2.901 Jardim Santo Antonio São José do Rio Preto/SP Telefone: (17) 3217-5549 NOVA ESPERANÇA Rua Dilene Patrícia da Silva esquina com a Rua Reginaldo Perpétuo Raimundo Salg Bairro Nova Esperança São José do Rio Preto/SP Telefone: (17) 3202-2310 OFICINA CULTURAL FRED NAVARRO Rua Coronel Spínola de Castro, 5.084 Imperial São José do Rio Preto/SP Telefone: (17) 3234-2405

DISTRITO DE ENGENHEIRO SCHMITT Praça Santa Apolônia, 1 Telefone: (17) 3202-2310 REPRESA MUNICIPAL Avenida Lino José Seixas, em frente ao Hospital AME Jardim Seixas São José do Rio Preto/SP Telefone: (17) 3202-2310 TEATRO MUNICIPAL HUMBERTO SINIBALDI NETO Av. Brigadeiro Faria Lima, 5.381 Chácara Municipal São José do Rio Preto/SP Telefone: (17) 3226-2626



Janeiro Brasileiro da Comédia - 2012