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A Amazônia ainda é nossa?

Q

uando falamos em nossa Amazônia, estamos nos referindo à Amazônia Legal, que é a parte brasileira dessa selva tão cobiçada, que abrange vários países da América do Sul, sendo que a maior parte fica em terras brasileiras. Este questionamento de internacionalização da Amazônia demanda de mais de um século, entretanto, garantem os especialistas em direito internacional que nunca houve a reivindicação oficial de qualquer país ou entidade internacional para obter a soberania sobre a Amazônia ou sobre a sua internacionalização. Entretanto, numa pesquisa feita pela revista Veja, em parceria com o instituto CNT/sensus, quase 78% da população brasileira teme que um dia isto venha acontecer. Na mesma pesquisa, os militares das Forças Armadas brasileiras são mais realistas, pois quase 83% acha que o Brasil corre esse risco. Por outro lado, o governo brasileiro diz que está tudo bem, que a Amazônia Legal é brasileira e que nada teme. Talvez a posição do governo se baseie em fatos como o que aconteceu em 2001, quando circulou na internet que em livros didáticos dos Estados Unidos já figurava a Amazônia como região internacionalizada, o que fora na época desmentido por órgão oficial do governo. Analisando todo este contexto, concluímos que até agora pouca coisa foi feita pelos nossos governos que não vem ou não querem ver o perigo que ronda a nossa soberania amazônica. Sabemos que o Ministério da Defesa tem o cadastramento de uma pequena parcela das ONGs estrangeiras que se instalaram na Amazônia Legal e estão atuando lá. Não sabemos com que propósitos, mas sabemos que se apoderaram de grandes áreas de terras e o governo brasileiro não tomou nenhuma providência até agora. O governo passado afirmou, através de jornais, que pretendia mandar para o Congresso um projeto de lei que restringisse o acesso de visitantes à Amazônia. Ora, qualquer iniciativa que nosso governo tome, sabemos que é tardia, pois, em primeiro lugar, a existência de mais de cem mil ONGs na Amazônia é uma realidade que só o governo desconhece. Em segundo, até a comunidade internacional já reconheceu a incompetência da administração brasileiro em relação à sua soberania nacional. Isto é confirmado quando se fala em desmatamento desta grande área. O Brasil possui a mais moderna tecnologia de vigilância do meio ambiente através de satélites, operada pelos sistemas “Prodes” e “Deter”, ambos gerenciados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entretanto, a insuficiência de material humano para receber, analisar e aplicar esses dados no terreno, é muito grande. O Ibama conta com apenas 644 fiscais e 4 helicópteros em toda a Amazônia. O desmatamento, as queimadas, os contrabandos de minérios, de água, de animais e plantas medicinais, podem levar a Amazônia à extinção, o que causaria o maior prejuízo para o Brasil e para todo o mundo, pois sabemos que o volume de vapor d´água produzido pela Amazônia é responsável pela formação de 60% da chuva que cai nas regiões Norte, Centro-oeste, Sudeste e Sul. O prejuízo seria sentido diretamente na produtividade agrícola dos estados de Mato Grosso, Goiás e São Paulo, com efeitos secundários sobre o nível dos rios dessas regiões e, diretamente na diminuição da vazão da hidrelétrica de Itaipu. Para o restante do mundo, a tragédia seria ainda maior, pois a escassez de água traria enormes problemas no abastecimento da Bacia do Prata, da hidrografia da Califórnia, do sul dos Estados Unidos e do México, podendo afetar também o Oriente Médio. Ainda há tempo de fazer algo para evitar que essas coisas aconteçam, basta que haja a tal “vontade política” dos nossos parlamentares e a conscientização dos mesmos de que a vida do planeta é mais importante do que qualquer outra coisa do mundo.(Fonte: Internet)

Imbé em “alta” Parabéns a este Jornal “O Mensageiro de São Francisco”, Gostei muito do que escreveram do município de IMBÉ Tudo que falaram é a pura verdade. Há três anos esta prefeitura do prefeito Darci é uma desgraça total. O povo daquele município merece este homem mesmo, sua incompetência será declarada se continuar assim e, em breve, ele vai entregar esta cidade para outro município. E quanto à nossa Brigada Militar, ela não falha com o nosso balneário Presidente. Quando os foras-da-lei não respeitam a lei do silêncio é chamado o 190. Se eles não vem, aparece uma senhora lá no Comando e traz com ela uma viatura e recolhe os aparelhos de som e todos as pessoas que não estão respeitando os direitos dos outros e leva tudo para a DP local. Só não digo o nome desta senhora porque não a conheço. Ela mora na rua dos fundos da minha casa, no balneário Presidente. Dizem que é uma promotora, mas não posso afirmar, só sei que ela tem poder. Vou passar esta que ouvi, o caso da Nordeste: “Lá tem um ponto de venda de drogas. Os telefonemas que deram para o 190 foram mais de 30. Disseram que lá tem gente ligada a Brigada e é por isto que a viatura dela nunca vai até lá. (Veranistas da Presidente-IMBÉ)

Elogio das Vilas Teresa e Duque Valeu seu Milão, gostamos da matéria do Semae. O senhor nos mostra o que eles estão cobrando das pessoas que estão fazendo fora do vazo. Também gostei muito da coluna do seu João, aquele que mandou as funcionárias fecharem os ouvidos e mandou os diretores e a Cecezada toda tomarem banho na rua do lado da Firma Rossi e depois chamou todos de filhos de um pai “pulguento” para não chamar de outra palavra. Seu Milão, este jornal tem que ser distribuído também na Vila Teresa e na Duque. Obrigado (Moradores das vilas)

Cadê as goiabas? No Jardim América, na calçada da rua Bertholdo Affonso Roth tinha um lindo pé de goiabas, só que foi cometido um crime contra este pé que alimentava vários pássaros e também algumas pessoas. Sem mais nem menos cortaram o pé, só porque algumas pessoas pegavam frutas para saborear. Será que era preciso cometer este ato de agressão contra um pé de goiabas? A mãe natureza pergunta: “Cadê a lei para punir estes criminosos do meio ambiente da cidade dos dorminhocos, que está começando a se acordar com os berros dos animais desta OTARQUIA?” Esta coluna está sempre a disposição dos leitores para denúncias. (fmiler@sinos.net)

EXPEDIENTE

Órgão cedido para divulgação da APESFA - Associação Patrulheiros Ecológicos de São Francisco de Assis JORNAL ECOLÓGICO “O Mensageiro de São Francisco”, está registrado no Livro de Registro de Matrículas das Oficinas Impressoras, Jornais Periódicos, Empresas de Radiodifusão e Agências de Notícias número B-1, na folha 11, sob número 08, em 12 de setembro de 2005.

Sede: Rua Pinheiro Machado, 550 Morro do Espelho, São Leopoldo/RS. CEP: 93030-230 Fone: (51) 9918.9751. e-mail: fmiler@sinos.net Jornalista Responsável: Francisco Miler. Reg. Prof. nº 14545. Direção Geral: Francisco Miler Revisão: J. G. Ribeiro Diagramação: Gilson Garibaldi Impressão: Zero Hora Fotos: Francisco Miler Obs.: As matérias assinadas são de inteira responsabilidade de seus autores.

Vagalume, patrulheiro símbolo do Jornal Ecológico

2  –  Jornal Ecológico  –Março 2011

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