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Bebete Alvim

Nas Reticências Do Amor Tão perto e tão distante...

...Se eu tocar minha mão na sua

Sua presença, que você me rouba...

...Luz da minha vida, sabor e cor do meu amor

Eu me acostumei a ser só de você...

Poemas APED - Apoio e Produção Editora Ltda.


Nas ReticĂŞncias Do Amor


Bebete Alvim

Nas ReticĂŞncias Do Amor


Copyright © 2013 by Bebete Alvim Todos os direitos desta edição reservados. Nenhuma parte desta obra pode ser reproduzida por qualquer processo eletrônico ou mecânico, fotocopiada ou gravada sem autorização expressa do autor. ISBN: 978-85-8255-104-2 Revisão e Projeto gráfico: Aped - Apoio e Produção Editora Ltda. Capa e Editoração eletrônica: Thiago Ribeiro Imagem: Arquivo Google Foto da autora: Maria Alvim CIP-Brasil. Catalogação-na-Fonte Sindicato Nacional dos Editores de Livros – RJ A483n Alvim, Bebete     Nas Reticências do Amor / Bebete Alvim. - 1.ed. - Rio de Janeiro : APED, 2013. 108 p. : il. ; 18 cm.     ISBN 978-85-8255-104-2       1. Poesia brasileira. I. Título. 13-07335                                                      CDD: 869.91                                                                        CDU: 821.134.3(81)-1

25.11.13   27.11.13                                                                              

Aped - Apoio & Produção Editora Ltda. Rua Sylvio da Rocha Pollis, 201 – bl. 04 – 1106 Barra da Tijuca - Rio de Janeiro – RJ – 22793-395 Tel.: (21) 2498-8483/ 9996-9067 www.apededitora.com.br aped@wnetrj.com.br


Para os amantes apaixonados... Para os que sofrem de amor... Para os que choram por amor... Para os que vivem da alegria do amor... Para os que amam... Para vocĂŞ...


Homenagem E o amor tem lá seus encantos! Jamais poderemos nos redimir dele... Nos livrar de seu cativeiro. Também... Quem quer, se amamos e levamos esse amor em nossos corações? Fica aqui, neste verso, a delícia de amar e ser amada(o). “Meu amor, quando eu me despedir de você, prometendo voltar, não conseguindo dizer palavras... Faço-me de muda, sem querer. Mas sei que você vai poder ler, em meus olhos, o que não consegui lhe dizer!” Bebete, simplesmente!

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Uma Causa Poética

A

lguém, um dia, afirmou: “Depois que você ler um poema, nunca mais será o mesmo.” Eu própria nunca mais fui a mesma quando descobri, aos oito anos de idade, que eu podia também “versejar”, assim como os grandes poetas, porque eu já gostava de ler poesias, gostava de poemas. De lá pra’ pra cá, tenho versejado sempre que sinto bater à porta de meu coração a inspiração da emoção desta arte de compor versos. E, como pensam alguns, escrever poesia não é um bicho de sete cabeças, já que ela é a própria vida! Estamos, a bem da verdade, sempre poetizando... A natureza e a nossa própria natureza, como seres humanos, são irmãs poéticas. Então não concebo a ideia de que grande parte das pessoas não gosta de ler poesia, e às vezes a definem como algo banal e entediante! Um poema então... E isto me leva a crer que deve haver uma dificuldade muito grande 9


por parte dessas pessoas em apreciar a beleza de uma poesia e de um poema, que continuam sendo rejeitados e tão pouco desejados. A poesia, como gênero literário, posto que seja forma artística do pensamento, é tão sublime em sua essência. Como relegá-la? O poema, posto que é um gênero textual em versos, está fortemente relacionado com a música, beleza e arte. E em seus versos, na maioria das vezes, há poesia. Não devo ficar de braços cruzados! Levanto a bandeira da poesia, para que ela alcance a vista dos insensíveis a ela, quando eu a escrevo em minha solidão ou quando a declamo, em alta voz, reclamando a falta do espaço que a poesia não encontra no coração de quem pode ser poeta, sim, ou de quem pode ler um poema e nunca mais ser o mesmo! (Crônica de Bebete Alvim)

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Prefácio

O

amor discreto, que manifesta reticência — omissão daquilo que se devia ou podia dizer — muitas vezes se silencia voluntariamente. Mesmo para se falar de amor, são nas “reticências” que exprimimos, talvez, a suspensão de nossos pensamentos. Suprimimos, eliminamos, abolimos palavras que poderiam bem dizer sobre ele, mas, no entanto, preferimos hesitar e não nos permitimos falar de amor. Mas são nas “reticências” que melhor encontramos os meios para se chegar à expressão máxima. Falemos de amor, nem que seja através delas...

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VĂĄrios destes poemas foram musicados por mim. Alguns, em parceria com meus irmĂŁos, amigos das artes, Maria Alvim e Alberto Alvim Jr. A autora.

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Sumário

Obstinação • 17 Eu Te Amo Tanto • 18 E Me Ama Tanto • 20 Voz da Sedução • 21 O Desejo • 23 Você Me Fascina • 24 Amor Ilibado • 26 Pertinaz • 29 Tua Presença • 31 Sem Você • 32 Enfeite • 34 Louca e Tonta • 35 Paixão Branca • 36 Ter Você • 37 Natural • 38 À Medida • 39 Ser Só de Você • 41 De Tanto lhe Amar • 43 13


Fluir • 45 Quem me Quer Bem • 46 O Meu Amor • 48 Um Certo Romance • 49 Xeque-mate do Amor • 50 Palavras Santas • 51 Cante Comigo • 52 Impressão • 54 Nas Reticências do Amor • 56 Estrelas no Céu • 58 Aviso Prévio • 60 Vou, mas Volto • 62 Estranho Bichinho • 64 Um João e Uma Maria • 65 Grito de Amor • 66 Adorando • 67 Como Imã • 69 Amor-perfeito • 70 Ardor • 72 Canção de Saudade • 73 Estória • 75 Uma Chance • 77 Devaneio • 79 Amor Calado • 80 Esse Mistério • 82 14


Os Sete Remédios de Chang Chaw • 83 Expressão Máxima • 85 Eu Te Amarei • 87 Morrendo de Amor • 89 A Flor do Peito • 90 Crença • 91 Enquanto Você Não Vem • 92 Essa Magia • 93 Igual com Tal • 95 Naufraguei Minha Vida • 97 Perdendo a Razão • 99 Verme e Flor • 101 Um Abraço no Laço • 102 Coração Folgado • 103 A Autora • 104

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Obstinação

O amor! Ah! O amor... Tão perto e tão distante, como um fruto que não se consegue apanhar da árvore. E, no entanto, teima-se em alcançá-lo!

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Degusta nas reticencias do amor  
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