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Informativo Cientifíco da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas de São Caetano do Sul - Ano XII - nº 75 - Agosto 2009


Nosso Editorial a

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Caros colegas, Esta edição não é uma edição de especialidades... Voltamos à abordagem de artigos gerais... Vamos abordar assuntos como o laser na Cirurgia, Anatomia,... Gostaria de relatar alguma coisa sobre Anatomia, que é (do grego antigo ??at?µ? [anatome], "seccionar"), é o ramo da biologia no qual se estudam a estrutura e organização dos seres vivos, tanto externa quanto internamente. A anatomia é de certa forma o equivalente à morfofisiologia (do grego morphe, forma + logos, razão, estudo). Bem, disciplina interessante e maravilhosa que nos faz desvendar os primeiros mistérios do corpo humano, máquina tão perfeita que nos fascina logo no primeiro ano de Odontologia. Misto de fascinação e dificuldade, na complexidade de detalhes e estudo que nos tirou o sono de muitas noites, quando estudávamos para as famosas provas de Anatomia... Ah que terror! Aqueles livros complexos e antigos, aqueles atlas emprestados... E aqueles crânios secos que corríamos atrás para aquisição de um deles para o estudo? (só comprando fora ou visitando o cemitério local). Esta era nossa realidade na faculdade... E hoje? Com a tecnologia e o progresso, o que mudou para este fascinante estudo? Mudou muito... Se ontem existia a dificuldade de imagens e de conseguir peças anatômicas, hoje passamos pelo vasto material didático como, por exemplo, o atlas de anatomia para colorir, pela era dos computadores com os softwares do tipo "TheVisualMD "e mais, existem dezenas de Atlas de Anatomia para o Iphone e posso dizer aos colegas ultimamente ando brincando com o 3D Skeleton. Em comparação com alguns outros que já experimentei, este Atlas tem uma coisa que o torna completamente diferente: é em 3D! Navegar pelas partes do corpo humano fazendo uso do acelerômetro do Iphone é bastante rápido. Bem, o que podemos dizer desta mudança e evolução no estudo da anatomia? Que tudo continua e fica cada vez mais interessante para o estudante... Então colegas aproveitem a tecnologia, e divirtam-se pesquisando e enchendo os olhos de imagens e facilidades que o mundo tecnológico nos permite... Mês de outubro - Viva o dia do cirurgião-dentista!!! Prof. Dr. Antonio Francisco David

EDITOR Prof. Dr. Antonio Francisco David

EDITOR ADJUNTO Dr. Francisco Gouveia

CONSULTORES CIENTÍFICOS DENTÍSTICA E LASER Prof. Dr. José Eduardo Pelizon Pelino

ENDODONTIA Prof. Celso Luis Caldeira Prof. Luciano Natividade Cardoso

ODONTOLOGIA ESPORTIVA Prof. Alexandre Barberini

ODONTOLOGIA DO TRABALHO Profa. Dra. Dagmar de Paula Queluz

ODONTOPEDIATRIA Profa. Dra. Lourdes A. Martins dos Santos Pinto

ORTODONTIA Prof. Dr. Ary dos Santos Pinto Profa. Dra. Cristina Ortolani

PATOLOGIA BUCAL E SEMIOLOGIA Prof. Dr. Walter Niccoli Filho Profa. Dra. Francine Cristina Silva Rosa Prof. Caetano Baptista

expediente Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas de São Caetano do Sul Av. Tietê, 281, Bairro Nova Gerte, Cep: 09572-000 - Tels: 4232.8333 e 4238.6761. Site: www.apcdscs.com.br - Presidência - Dr. Djalma Faria Maccheronio Junior - Vice-Presidente- Dr. Agostinho Francisco Simões Pedrosa - Secretária - Dra. Luciana Maria Menabo Machado - Tesoureiro - Dr. Miguel Damiani Neto - Patrimônio - Dr. Alcione Nelli Beluzzo - Diretor de Comunicações - Dr. Antonio Francisco David – Social – Dra. Leila Marchetti Belluzzo - Ação Social - Dra. Ladisleine Quaglia Pedrosa - Representante junto ao CORE - Dr. Diomar Gonçales Castanheira e Dr. Lázaro de Paula - EAP - Dr. José Giovannini - Biblioteca - Dra. Semyra Giovannini Macheronio - Jornalista Responsável: Humberto Domingos Pastore (Mtb 13.382). As informações e opiniões emitidas em artigos assinados e em publicidade são de inteira responsabilidade do (s) autor (es). Distribuição Gratuita – Periodicidade Bimensal – Tiragem 8.500 exemplares. São Caetano do Sul

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Corpo Editorial

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PERIODONTIA Profa. Dra. Fabíola Leite Prof. Dr. Paulo Mazzini

RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA E IMAGINOLOGIA Prof. Dr. Eduardo Kazuo Sannomiya Prof. Dr. Luciano Pereira Rosa

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SUMÁRIO Artigo Científico

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Leia e anuncie:

UTILIZAÇÃO DO LASER DE DIODO CIRÚRGICO NA FRENECTOMIA LABIAL: RELATO DE CASO CLÍNICO.

4232.8333 e 4238.6761

Artigo Científico

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ASPECTOS TOPOGRÁFICO DO CANAL DA MANDÍBULA DE INTERESSE PARA IMPLANTODONTIA Cursos da EAP

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ARTIGO CIENTÍFICO

UTILIZAÇÃO DO LASER DE DIODO CIRÚRGICO NA FRENECTOMIA LABIAL: RELATO DE CASO CLÍNICO. Considerando a aceitação do trabalho acima, nós Ingrid Baaken Buchrieser, Walter João Genovese, Michel Nicolau Youssef e Lúcio Frigo transferimos para a Revista Odonto Ciência, todos os direitos autorais do artigo mencionado, sendo vetada qualquer reprodução total ou parcial em outro meio de divulgação. Declaramos que o presente trabalho é original, sendo que seu conteúdo não foi ou está sendo considerado para publicação em outro periódico, quer no formato impresso ou eletrônico. São Paulo (SP), 10 de janeiro de 2007. Ingrid Baaken-Buchrieser Michel Nicolau Youssef 1.UTILIZAÇÃO DO LASER DE DIODO CIRÚRGICO NA FRENECTOMIA LABIAL: RELATO DE CASO CLÍNICO. Baaken - Buchrieser Ingrid* Youssef Nicolau Michel** *Especialista em Cirurgia e Traumatologia Buco Maxilo Facial Mestre em Odontologia: Laser - Unicsul **Doutor, Professor do Mestrado Acadêmico em Odontologia - Unicsul

RESUMO Este estudo visa o relato de um caso clínico de retração gengival localizada nos incisivos centrais inferiores cujo fator etiológico é a inserção alta do freio labial inferior. Para a cirurgia de frenectomia utilizamos um aparelho laser de diodo cirúrgico com 2,5W, ondas contínuas de 980nm. Os resultados clínicos obtidos mostraram que o laser de diodo cirúrgico pode ser usado como instrumento primário ou auxiliar em cirurgias orais de tecido mole bem como no cotidiano da clínica odontológica.

Keywords: frenectomy surgery, diode laser surgery, surgery oral and maxillofacial 1 INTRODUÇÃO O uso dos raios eletromagnéticos na medicina já data milhares de anos, nas mais antigas culturas da história, se pensarmos, por exemplo, na terapia de cor usada pelos antigos egípcios. Podemos encontrar a primeira citação científica na Idade Moderna sobre o uso específico desses raios na Wiener Wochenschrift für Medizin , de 6 de março de 1897, onde o médico austríaco Leopold Freund descreveu a interação do tecido biológico com raios eletromagnéticos. Esse foi o real momento em que as ondas eletromagnéticas começaram a ser usadas na medicina. Após algumas décadas Theodor Maiman finalmente colocou na prática, a teoria de emissão estimulada de Albert Einstein, construindo assim o primeiro laser operatório. A primeira aplicação médica da radiação eletromagnética nãoionizada, denominada laser, foi publicada por Leon Goldman em 1962. A importância da tecnologia laser na área médica e odontológica é relevante devido às vantagens particulares da interação desta luz com os tecidos biológicos.

Palavras chaves: frenectomia labial inferior, laser diodo cirúrgico, cirurgia buco-maxilar. SUMMARY The purpose of this study was to report a clinical case of gingival retraction on lower central incisors, with high attachment of lower lip frenum as etiological factor. The frenectomy surgery was carried out using a 980nm, 2,5W surgical continuous-wave diode laser. The clinical results obtained showed that surgical diode laser can be used as a primary or adjuvant tool for oral surgeries of soft tissues as well as at the dental office routine.

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Nestes, a absorção é causada principalmente por moléculas de água ou por macromoléculas, como proteínas e pigmentos. Dentre os vários aparelhos laser existentes no mercado, os mais utilizados na cirurgia odontológica são os de dióxido de carbono (carbon dioxide, CO2), neodímio: ítrio alúminio granada (neodymium: yttrium aluminum garnet, Nd:YAG) e, mais recentemente, o gálio alúminio (gallium aluminium, GaAl), também conhecido como laser de diodo cirúrgico (diode). O laser de diodo ( = 810nm e = 980nm) possui semelhanças no espectro de absorção com o laser de Nd:YAG ( = 1064nm). Ambos possuem comprimento de onda na faixa do infra-vermelho próximo com maior absorção pela hemoglobina (HbO2), predominante em regiões vascularizadas, conferindo uma vantagem no efeito de coagulação. Nos anos anteriores, os lasers de ítrio, alumínio e granada (yttrium aluminum garnet, YAG) foram os aparelhos eleitos pelos profissionais da odontologia para cirurgias orais de tecidos moles, condicionados, ainda, pela falta de outra tecnologia disponível. Atualmente, com o aperfeiçoamento da tecnologia, os "YAG" lasers, aos poucos, foram substituídos pelos de CO2 e de diodo por causa dos resultados clínicos mais satisfatórios7, especialmente pelo de diodo de 980nm, que possui aproxidamente 10 vezes maior absorção pela água em relação aos de 810nm.(gráfico) O primeiro aparelho laser de diodo, também denominado laser de injeção ou semicondutor, ficou disponível comercialmente não faz muito tempo e foi aprovado pela Food and Drug Administration (FDA), em 1993. Devido às características de interação com o tecido e às vantagens do equipamento, esta tecnologia já está sendo usada nas diversas especialidades da odontologia. Por causa da grande evolução do uso do laser na odontologia, é relevante o desenvolvimento de novos artigos clínicos com equipamentos laser mais recentes, tais como o diodo cirúrgico, a fim de demonstrar a interação deste laser com o tecido.

recessão gengival localizada nos incisivos centrais inferiores ocorrendo uma presença constante de inflamação gengival. Foi usado para este estudo um laser de diodo com 2,5W de potência fixa no modo de emissão contínuo (cw), com fibra óptica de diâmetro de 400 m que vem a ser o diâmetro do ponto focal no modo contato. Após o preparo do campo operatório, procedeu-se a injeção anestésica pela técnica infiltrativa em fundo de sulco vestibular próximo a região do freio com mepivacaína 2% envolvendo a área labial e a estrutura alveolar vestibular, utilizando-se de 1/2 tubete de anestésico. Por pressão bidigital simétrica, realizada pelo assistente o lábio foi moderadamente tracionado para inferior e para anterior. Tal manobra possibilitou boa visão da área operada e identificação anatômica do freio labial inferior. As precauções de segurança, incluíram o uso de instrumentos não reflexivos e óculos de proteção pelo pessoal envolvido no procedimento e pelo paciente. Colocou-se a fibra óptica ligeiramente inclinada a 30° em contato com o tecido distando aproximadamente 7 mm da margem livre da gengiva, realizando uma incisão perpendicular ao rebordo alveolar, de aproximadamente 1,5 cm de comprimento, no sentido M-D, incisando-se inicialmente a mucosa alveolar que recobre o freio até a visualização do periósteo, observando-se o afastamento da estrutura fibro-elástica muscular, que está imediatamente acima do periósteo do processo alveolar. O tecido foi cortado de maneira progressiva com movimentos de varredura sobre a área até visualização do periósteo. Durante todo o procedimento de incisão com o laser de diodo o auxiliar aspirava a "pluma de ablação" com bomba à vácuo. Nesta região combinou-se a utilização da espátula 7 a fim de fenestrar e divulsionar o plano periósteo pelo efeito de curetagem ou raspagem para o sentido apical em uma área de aproximadamente 2 mm de largura em toda a extensão da incisão. A região foi tamponada e protegida com cimento cirúrgico a fim de evitar que restos alimentares se depositassem na região. O cimento cirúrgico foi mantido por 48 horas pós-operatórias e eliminado espontâneamente. O paciente foi orientado a escovação da região com escova extra macia e bochecho ao deitar com gluconato de clorexidina 0,2%. O procedimento foi realizado em 12 min. Não houve queixa de dor nem presença de edema após a cirurgia, não havendo necessidade de administração de qualquer tipo de medicação. Após 2 semanas, notou-se completa reparação clínica dos tecidos. O caso relatado apresenta 1 ano de observação e estabilidade dos resultados.

3 PROPOSIÇÃO Este trabalho relata um caso clínico de frenectomia realizada com um equipamento de laser de diodo cirúrgico, descrevendo o procedimento e traçando um paralelo sobre o seu uso em outras cirurgias de tecido mole. MATERIAL E MÉTODO Paciente de 20 anos de idade apresentava freio ou frênulo labial inferior com uma inserção alta causando uma

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4.1.2 Equipamento laser

Laser de diodo1

Fotografia mostrando a Injeção anestésica.

Figura 1 – Equipamento laser de diodo cirúrgico Utilizado no experimento

Meio ativo GaAl (Semicondutor) Comprimento de onda 980nm Faixa de potência 0.1 - 2.5W Feixe mira de diodo 650nm/2mW Guia de luz Fibra 200, 400 ou 600 m Dimensões 40 x 25 x 20 cm Peso 4kg Modelo MDL-10 Manufaturado Vision (Alemanha)

Fotografia mostrando a fibra do laser posicionada obliquamente ao tecido a ser irradiado.

Fotografia mostrando a mucosa sendo incisionada.

Fotografia mostrando a retração gengival localizada, decorrente do freio labial inferior.

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Fotografia mostrando afastamento da estrutura fibro-elástica muscular.

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cemento-esmalte5,21. Lascala et al8. em 1995, define a frenectomia como uma cirurgia mucogengival que tem por finalidade melhorar as condições do vestíbulo, e dos elementos que lhe são dependentes, dentre eles a gengiva marginal, por meio de libertação das inserções incovenientes dos freios ou bridas musculares. Há várias técnicas descritas na literatura para cirurgia de freio labial2,4-5,8,21. Independentemente da técnica, quando se realiza uma cirurgia convencional em tecido mole, do tipo incisões e excisões cirúrgicas, variados quadros podem aparecer, tais como: dor, edema, dificuldade na manipulação do tecido, dificuldade de deglutição e de movimentos, hemorragia e infecção. Em nosso estudo, utilizamos o laser de diodo cirúrgico a fim de demonstrar sua ação em cirurgias de tecido mole, bem como ressaltar as vantagens do equipamento também citadas por TAYLOR et al20.(1997); tais como: desenho e modo de operação, transferência da potência laser via fibra óptica, alta eficiência operacional por seu fácil manuseio, e produção de calor com baixo desperdício O tecido conjuntivo é altamente vascularizado, na porção labial encontramos uma artéria , e uma veia, saindo do feixe muscular em projeção póstero anterior, fornecendo suprimento ao freio. Em alguns pacientes, às vezes freios e bridas localizados próximo da margem gengival podem levar à retração gengival, favorecendo à retenção de restos alimentares, retenção de placa na superfície dos dentes, podendo dificultar a higienização desta área8. Os autores estudados são unânimes ao referiremse ao uso do laser nas cirurgias de tecido mole tais como: diminuição da possibilidade de contaminação, melhor controle da hemorragia, redução do tempo cirúrgico e de manobras necessárias, possibilidade de não utilização de suturas e pós-operatório mais confortável devido à redução dos sintomas característicos. Os aparelhos laser de CO2, diodo, Nd:YAG (nos modos de saída 10.600nm, 810nm a 980nm, e 1064nm, respectivamente) são os que têm maior espectro de aplicações na cirurgia odontológica. Em seguida, estão os lasers de Ar, Er:YAG, Ho:YAG 16. Os lasers de fibra Nd:YAG e/ou de diodo foram usados em pacientes nas diversas áreas da odontologia. Os profissionais das determinadas especialidades se beneficiaram de mais algumas vantagens desta tecnologia. Na ortodontia6, e na odontologia estética1,15, fazem referência à significativa otimização do resultado estético e à possibilidade do procedimento ser realizado em única sessão. Na implantodontia, nas cirurgias de segundo estágio22,10, verificaram que, com a abertura cirúrgica realizada com o laser, houve uma menor inflamação dos tecidos moles

Fotografia mostrando afastamento da estrutura fibro-elástica muscular.

Fotografia mostrando o local com cimento cirúrgico.

6 DISCUSSÃO A presença de um freio hipertrófico pode provocar alterações periodontais, dificuldades na adaptação da prótese dentária, compromisso das funções labiais e prejuízo estético. A retração gengival de ordem anatômica localizada causada pela inserção alta de freios e bridas torna-se necessária a indicação cirúrgica13. O freio labial é uma estrutura anatômica sempre presente na linha mediana entre os incisivos centrais. São em número de dois: um superior e outro inferior. Ambos ficam inseridos no tubérculo do lábio e na porção profunda do rebordo alveolar. Já as bridas são estruturas semelhantes que se situam lateralmente aos freios podendo ser uma, ou várias que se localizam no nível de qualquer dente, em especial nas proximidades dos incisivos, caninos e prémolares4. A presença de fatores anatômicos são de fundamental importância para que a retração gengival localizada ocorra. Esta retração ou recessão gengival é a posição apical da margem da gengiva em relação à junção

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periimplantares. Já na periodontia10, constataram a facilidade da introdução da fibra em bolsas periodontais, sendo essa eficaz, não apenas na redução das bactérias, como na sua excelente aceitação pelos pacientes, devido ao nível mínimo de dor envolvida. Referente à sintomatologia dolorosa, diversos autores submeteram pacientes a cirurgias orais com diferentes tipos de aparelhos laser e observaram que a queixa de dor foi mínima ou ausente1,3,10,17,18 característica esta também observada em nosso estudo clínico.

A ação de fotocoagulação observada é a principal vantagem do uso do laser sobre os métodos cirúrgicos convencionais, visto que o cirurgião dentista passa a ter um campo de visão muito mais adequado para o trabalho, abreviando o tempo das intervenções9,12,14,19. Concordamos com os autores1,11,15,16,20, que o laser de diodo cirúrgico deve ser comparável a outros lasers para o tratamento de lesões orais tratáveis com intervenções cirúrgicas1,11,15,16,20.

CONCLUSÕES De acordo com a literatura estudada e com base no resultado clínico observado neste estudo, o laser de diodo cirúrgico pode ser usado como instrumento primário ou auxiliar em cirurgias orais de tecido mole no cotidiano da clínica odontológica. REFERÊNCIAS 1. Adams TC e Pang PK. Lasers in aesthetic dentistry. The Dental Clinics of North America 2004 jan.; EUA, 48(4):833-860. 2. Archer WH. Cirurgia Bucal. 2 ed. Buenos Aires: Mundi, 1968, 2:254-9. 3. Bach G, Schmelzeisen R. Injektions Dioden laser und ihr Einsatz in der Zahnheilkunde (The diode laser and its application in dentistry, Al.) Laserzahnheilkunde Handbuch 2005 jan.; Alemanha, 6: 94-95. 4. Fonseca G D. Frenectomia labial - Presentation de una nueva técnica. Rev. Fed. Odont. Ecuart.,1970 jun.; 1(3): 307-311. 5. Fanganiello C L,Oliveira M C, Novaes A B. Retração gengival - discussão de suas causas.Rev. bras. Odont.,1987 mar.;44(2): 46-52. 6. Hilgers JJ, Tracey SG. Clinical uses of diode lasers in orthodontics. J. Clin. Orthod. 2004 maio, EUA, 38(5): 266-273. 7. Jackson SD, Lauto A. Diode-pumped fiber lasers: a new clinical Tool?. Lasers in Surgery and Medicine 2002 jun.; EUA, 30(3): 184-190. 8. Lascala NT, Moussalli NH. Técnica de frenectomia e bridectomia. In: Periodontia clínica especialidades afins. São Paulo: Artes Médicas, 1989, 618-26. 9. Luomanen M, Meurman JH, Lehto VP. Extra cellular matrix in healing CO2 laser incision wound. J. Oral Pathol. 1987 jul.; EUA, 322-331. 10. Mavrogiannis M, Thomason JM, Seymour RA. Lasers in periodontology. Dental Up date 2004 nov.; EUA, 535-547. Mavrogiannis M,Thomason JM, Seymour RA. A study comparing the efficacy of laser excision versus conventional gengivectomy in the management of drug - induced gingival overgrowth. J. Clin. Period. 2004. 11. Niemz HM. Laser-tissue interactions fundamentals and applications.3° Ed. England: Springer; 2003.Cap.4, p.181-200. 12. Paes Júnior TJ, Niccoli Filho W. Clinical comparasion between conventional suture and vaporization with carbon dioxide laser in rat's skin. Journal of Clinical Laser Medicine and Surgery 2001 jun.; EUA, 19(6): 319-324. 13. Purricelli, Edela. Frenectomia labial superior: variação de técnica cirúrgica. Rev. Fac. Odontol. Porto Alegre 2001 jul.; Porto Alegre, 42(1): 16-20. 14. Raldi FV, Niccolli Filho W, Santos, LM. Estudo comparativo entre cirurgia convencional e a laser de dióxido de carbono (CO2) na orientação da reparação do nervo facial. Estudo histológico em ratos. Rev Fac Odontol Bauru 2002; 10(2):105-11. 15. Reichwage DP, Barjenbruch T, Lemberg K, Janiszewski T, Marr D. Esthetic contemporary dentistry and soft tissue recontouring with diode laser. J Indiana Dent Assoc 2004, EUA, 83(1): 13-15. 16. Romanos GE, Pelekanos S, Strub JR. Effects of Nd:YAG laser on wound healing processes: clinical and immunohistochemical findings in rat skin. Lasers in Surgery and Medicine 1995 jul.; EUA, 16: 368-379. 17. Romanos GE. Der Laser in der Chirurgie, Aktuelle aspekte aus der täglichen Praxis (The laser in surgery, current aspects in the routine practice Al.) Laserzahnheilkunde Handbuch Alemanha, 2005 jan.; 6: 52-55. 18. Rizoiu IM, Eversole LR, Kimmel AI. Effects of an erbium, chromium: ytrium, scandium, gallium, garnet laser on mucocutaneos soft tissues. Oral Surg. Oral Med. Oral Pathol 1996 out.; EUA, 82(10): 386-395. 19. Salgado CM, Vieira EM, Blachman, IT. Aplicações do laser CO2 em lesões bucais do tecido mole. Rev. Odontol. UNICID 2000 jan.- jun.; 12(1): 55-63. 20. Taylor DL, Schafer SA, Nordquist R, Payton ME, Dickey DT, Bartels KE. Comparasion of a high power diode laser with the Nd:YAG laser using in situ wound strength analysis of healing cutaneous incisions. Lasers In Surgery and Medicine 1997 jan.; EUA, 21(3): 248-254. 21. Vanzin GD, Prietsch JR. Considerações entre recessão gengival e trauma oclusal. Rev. Odonto ciência 2001 maio; 16(33): 182-186. 22. Viegas VN, Mezzomo LA, Prietto L, Abreu ME, Pagnoncelli RM. Laser de Nd:YAG em cirurgia de segundo estágio de implantes dentários. Implant News 2004 jul.; São Paulo, 1(4): 333-337. 23. Vision. User manual MDL-10 Dental laser unit. Alemanha; 2003.[Manual laser de diodo, Vision]. 24. Volpe A, Boraks S, Genovese WJ. Utilização do Nd:YAP laser como tratamento alternativo de hemangiomas na boca: relato de dois casos clínicos. Rev. Odontol. UNICID 1999 jan.- jun; 11(1): 45-50.

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ARTIGO CIENTÍFICO

ASPECTOS TOPOGRÁFICO DO CANAL DA MANDÍBULA DE INTERESSE PARA IMPLANTODONTIA Nilton Alves Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP. Faculdade de Odontologia de Araraquara. Departamento de Morfologia

SINOPSE É evidente a importância do conhecimento do trajeto do canal da mandíbula (CM) na Implantodontia. O objetivo desse trabalho foi descrever esse trajeto, bem como suas relações com estruturas ósseas vizinhas. Foram utilizadas 20 mandíbulas maceradas de indivíduos adultos onde foram realizados quatro cortes vestíbulo-linguais no corpo da mandíbula, nos quais foram realizadas as seguintes mensurações: do CM à cortical vestibular; do CM à cortical lingual; do CM à base da mandíbula; e do CM ao ápice do processo alveolar. Através deste estudo, pudemos concluir que: o CM apresenta um trajeto descendente, deslocado para a porção lingual do corpo da mandíbula, exceto nas proximidades de seu término no forame mentual; o CM apresenta um trajeto com concavidade superior, apresentando seu ponto mais inferior no nível do corte 3, o que equivale aproximadamente à região de 1º molar. Palavras-chave: 1- Mandíbula; 2 – Implantodontia; 3 – Canal mandibular; 4 – Morfometria. TOPOGRAFICS ASPECTS OF THE MANDIBULAR CANAL OF INTEREST FOR IMPLANTODONTY

INTRODUÇÃO Os implantes odontológicos são recursos amplamente utilizados nas reabilitações orais, a fim de reparar elementos dentais perdidos. As cirurgias para instalação dos implantes apresentam diversas particularidades. Dentre elas destacamos a relação dos dentes inferiores, ou do remanescente ósseo, com o canal da mandíbula, que é preenchido por um feixe vásculonervoso de fundamental importância por ser responsável pela sensibilidade, irrigação, drenagem venosa e linfática dos dentes inferiores, mucosa vestibular de pré-molares, caninos e incisivos inferiores e de toda a região mentual (DÂNGELO & FATTINI, 20071; MOORE & DALLEY, 20072; ALVES & CÂNDIDO, 20083). Assim, podemos afirmar que o profissional implantodontista necessita de conhecimentos anatômicos detalhados sobre a topografia do canal da mandíbula, uma vez que a lesão do feixe vásculo-nervoso aí existente, determina parestesias nas regiões anteriormente citadas (GREGG, 20004; NARAVANA & VASUDHA, 20045; WORTHINGTON, 20046; BOVI, 20057). Em vista disso, realizamos esse trabalho que teve como objetivo estudar detalhadamente a topografia do canal da mandíbula, analisando suas relações com diversos reparos anatômicos de fácil visualização, ou palpação, pelo profissional, visando assim, dar maiores subsídios para tornar a intervenção cirúrgica e implantológica o mais segura possível tanto para o paciente quanto para o profissional.

ABSTRACT In the surgery to install dental implants in the mandible, is so important to know the course of mandibular canal (MC). The aim of the present study was to describe that course, as well as, your relationship with neighboring bone structures. Were used 20 macerated mandibles of adults where were made 4 frontal cuts in the body of mandible In each one of the cuts the following measurement had been made: from MC until the vestibular cortical; from MC until the lingual cortical; from the MC until the base of mandible and from MC until the alveolar crest. Through of this study, we conclude that: the MC showed a descendent course, dislocated for lingual portion of the body of mandible, except on the proximities of its finish in the mental foramen. The MC presents a course with superior concavity, presenting its most inferior point in the level of the cut 3, which is equal approximately the first molar region. Keywords: 1- Mandible; 2 – Implantodonty; 3 – mandibular canal; 4 – Morphometry. www.apcdscs.com.br

MATERIAL E MÉTODO Foram utilizados neste estudo 20 mandíbulas maceradas e íntegras, de indivíduos adultos, de ambos os gêneros, pertencentes ao Departamento de Anatomia da Universidade de Santo Amaro. Foram traçadas 3 linhas no corpo da mandíbula, sendo uma horizontal, tangenciando a margem superior do forame mentual e paralela à base da mandíbula (linha A); uma vertical e perpendicular à linha A, tangenciando a margem posterior do forame mentual (linha B); e a terceira, oblíqua, representada pela união de um ponto localizado no ápice do processo coronóide ao gônio (linha C) (Fig.1).

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Na intersecção das linhas A e B, foi demarcado o ponto 1, e na intersecção das linhas A e C, foi demarcado o ponto 2. Na distância média entre os pontos 1 e 2 foi demarcado, sobre a linha A, o ponto 3. Da mesma forma, foram marcados os pontos 4 e 5, localizados entre os pontos 1 e 3, e entre os pontos 2 e 3, respectivamente (Fig.1). Foram realizados cortes vestíbulo-linguais, exatamente sobre os 4 pontos mais anteriores: pontos 1, 4, 3 e 5. Em cada um dos 4 pontos foram realizadas as seguintes mensurações (Fig. 2): - Do canal da mandíbula à cortical vestibular do corpo da mandíbula (A); - Do canal da mandíbula à cortical lingual do corpo da mandíbula (B); - Do canal da mandíbula à base da mandíbula (C); - Do canal da mandíbula à porção mais superior do processo alveolar (D).

lingual (SOAMES, 199513; FIGÚN & GARINO, 200114; SUAZO GALDAMES et al., 200715). Assim, analisando nossos resultados, pudemos observar que houve um aumento da distância do canal da mandíbula em relação à cortical lingual à medida que o mesmo se aproximava do forame mentual, achado similar aos relatados por GOWGIEL16 (1992) e SUAZO GALDAMES et al.15 (2007). Quanto à relação do canal da mandíbula com a base da mandíbula nossos achados confirmam resultados descritos na literatura por autores, que afirmam inclusive, que o canal da mandíbula na primeira parte de sua porção média é horizontal e se eleva à medida que se aproxima do forame mentual (FIGUN & GARINO14, 2001; SUAZO GALDAMES et al., 200715). Vale lembrar que na literatura se descreve que o ponto em que o canal da mandíbula mais se aproxima da base da mandíbula é no nível do primeiro molar inferior (FIGÚN & GARINO, 200114; SARALAYA & NARAYANA, 200517). Concordamos com estes autores uma vez que observamos em nosso trabalho que o canal da mandíbula apresenta um trajeto com concavidade superior tendo seu ponto mais inferior na altura do corte 3, o que corresponde aproximadamente à região de primeiro molar inferior. Esperamos poder contribuir, com este trabalho, para um melhor conhecimento da anatomia e topografia desta importante estrutura anatômica.

Foi analisada também a relação do canal da mandíbula com as corticais vestibular e lingual. RESULTADOS Analisando os resultados obtidos, encontramos os valores médios das seguintes mensurações: do canal da mandíbula à cortical vestibular (A); do canal da mandíbula à cortical lingual (B); do canal da mandíbula à base da mandíbula (C); do canal da mandíbula à porção mais superior do processo alveolar (D) (tabela I). Tabela I – Valores médios (em milímetros) em A, B, C, e D. Corte 1 Corte 4 Corte 3 Corte 5 A 3,89 5,89 5,37 3,23 B 4,64 3,36 3,49 2,76 C 8,22 7,25 4,79 10,86 D 12,51 11,19 10,94 10,91 Pudemos constatar ainda, que no corte 1, em 35,89% dos casos o canal da mandíbula encontrava-se mais próximo da cortical vestibular; no corte 4, 57,90% dos casos apresentaram o canal da mandíbula próximo à cortical lingual, ocorrendo o mesmo no corte 3, porém com a porcentagem de 47,36% . No corte 5, 23,69% dos casos apresentavam o canal da mandíbula junto à cortical vestibular, e em outros 23,69% dos casos estes apresentavam-se junto à cortical lingual.

Demarcação das linhas A, B e C, e dos pontos 1, 2, 3, 4 e 5 no corpo da mandíbula.

DISCUSSÃO O canal da mandíbula foi estudado por vários autores CARTER & KEEN, 19718; FARMAN & NORTJÉ, 20029; REISER et al., 200410; ZACOWA et al., 200611 e LEVINE et al., 200712, tendo sido descritas relações variáveis dele com as corticais mandibulares ao longo do seu trajeto. Concordamos com os autores que afirmam que o trajeto do canal da mandíbula sofre uma vestibularização em sua porção anterior, encontrando-se na sua origem mais próximo à cortical

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Cortes vestíbulo-linguais sobre os pontos 1, 4, 3 e 5 (cortes 1, 4, 3 e 5), ilustrando as mensurações A, B, C e D.

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CONCLUSÃO Através deste estudo pudemos concluir que: 1 – O canal da mandíbula apresenta um trajeto descendente, deslocado para a porção lingual do corpo da mandíbula, exceto nas proximidades de seu término no forame mentual; 2 – O canal da mandíbula apresenta um trajeto de concavidade superior, onde seu ponto mais inferior é encontrado na altura do corte 3, o qual equivale aproximadamente à região do primeiro molar inferior. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1 – DÂNGELO, JG; FATTINI, CA. Anatomia Humana sistêmica e segmentar. 3ª.ed., Atheneu, 2007. 2 – MOORE, KL; DALLEY, AF. Anatomia orientada para a clínica. 5ª.ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 3 - ALVES, N; CÂNDIDO, PL. Anatomia para o cirurgião-dentista. 1ª. ed. São Paulo, Gen-Santos, 2008. 4 - GREGG, JM. Neuropathic complications of mandibular implant surgery: review abd case presentations. Ann R. Australas Coll Dent. Surg., 15:176-80, 2000. 5 – NARAYANA, K; VASUDHA, S. Intraosseous course of the inferior alveolar (dental) nerve and its relative position in the mandible. Indian J. Res., 15(3):99-102, 2004. 6 – WORTHINGTON, P. Injury to the alveolar nerve during implant placement: a formula for protection of the patient and clinician. Int. J. Oral Maxillofac. Implants., 19(5):731-4, 2004. 7 – BOVI, M. Mobilization of the inferior alveolar nerve with simultaneous implant insertion: a new technique. Case Repost. Int. J. Periodontics Restoative Dent., 25(4):375-83 2005 8 - CARTER, RB; KEEN, EN. Intramandibular course of the inferior alveolar nerve. J.Anat., 108(Pt 3):433-40,1971. 9 - FARMAN, A; NORTJÉ, C. Panoramic radiographic appearance of the mandibular canal in health and in disease. Panoramic imagine news, 2(2), 2002. www.pancorp.com/newsletter/do wnloads2/ 4.pdf. 10 - REISER, GM; MANWARING, JD; DAMOULIS, PD. Clinical significance of the structural integrity of the superior aspect of the mandibular canal. J. Periodontol., 75(2): 322-6, 2004. 11 - ZACHOWA, S; LAMECKER, H; ELSHOLTZ, B; STILLEJ, M. Is the course of the inferior alveolar nerve deducible from the shape of the mandible? Int. J. CARS., 7:415-19, 2006. 12 - LEVINE, MH; GODDARD, AL; DODSON, TB. Inferior alveolar nerve canal position: a clinical and radiographic study. J. Oral. Maxillofac. Surg., 65(3):470-4, 2007. 13 - SOAMES, RW. Gray’s Anatomy In: Skelet al system. 38th. New York, Churchill Livingstone, 1995. 14 - FIGUN, M.; GARINO, R. Anatomía Odontológica Funcional y Aplicada. 2a. ed. Buenos Aires, El Ateneo, 2001. 15 - SUAZO GALDAMES, IC; MORALES HERRERA, CA; CANTIN LOPEZ, MG; ZAVANDO MATAMALA, DA. Aspectos Biométricos del Canal Mandibular. Int. J. Morphol, 25(4):811-816, 2007. 16 - GOWGIEL, J. M. The position and course of the mandibular canal. J. Oral Implantol., 18(4):3835, 1992. 17 - SARALAYA, V; NARAYANA, K. The relative position of the inferior alveolar nerve in cadaveric hemi-mandibles. Fur. J.Anat., 9(1) :49-53,2005.

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REFER

1 – DÂN 2 – MOO 3 - ALVE 4 - GREG Coll Den 5 – NAR the mand 6 – WOR clinician 7 – BOV Repost. 8 - CAR 9 - FAR Panoram 10 - REI aspect o 11 - ZAC from the 12 - LEV study. J. 13 - SOA 14 - FIG 15 - SUA Aspecto 16 - GO 17 - SAR Fur. J.An


CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO

Duração: 18 meses Dia da Semana: terça-feira das 8:00 às 18:00 horas (quinzenal ) Quarta-feira das 14:00 às 22:00 Hs Carga Horária: 603 hs Objetivos: capacitar o profissional a realizar o diagnóstico diferencial e prognóstico em relações às dores orofaciais, incluindo-se as disfunções temporomandibulares e dos músculos da mastigação; dar ênfase aos aspectos multidisciplinares da dor orofacial; conhecer os mecanismos neurais das dores agudas e crônicas; dar ao profissional as condições necessárias à escolha das condutas terapêuticas mais adequadas a cada caso; atualização em relação aos novos conceitos mundialmente discutidos, além do estudo das novas tecnologias disponíveis; considerar as condições de comformidade, além dos aspectos psicológicos do paciente com dor; abordagem clínica das possibilidades de tratamento odontológico, farmacológico e encaminhamento para especialidades médicas/ odontológicas envolvidas

ESPECIALIZAÇÃO EM ORTODONTIA (VI TURMA) Coordenadora: Profa. Dra. Sandra Tibério Periodicidade: Quarta-feira (quinzenalmente) e Quinta-feira (quinzenalmente) Professores Assistentes: Prof. André Marçal Guerreiro, Profa. Semyra Giovannini Maccheronio, Prof. Maxwell Lopes Carvalho Início: Imediato (3 vagas remanescentes) Duração: 36 meses Objetivo: Capacitar o cirurgião dentista para obtenção do título de especialista, reconhecido pelo C.F.O e C.R.O.

ESPECIALIZAÇÃO EM ENDODONTIA Coordenador: Prof. Dr. Igor Prokopowitsch Equipe: Dr. Celso Ubirajara de Oliveira Carlos Filho, Dra. Andréa Kanako Yamazaki, Dr. Cacio de Moura Netto. Início: Imediato Realização: Quarta-feira à sábado - Mensalmente Horário: das 8:30 às 12:30 e das 14:30 às 18:30 horas Duração: 18 meses Carga Horária: 954 horas/aluno Natureza do Curso: Teórico-laboratorial - Clínico20% com educação à distância Objetivo do Curso: O objetivo básico do Curso de especialização é formar especialistas com um conceito integrado de Endodontia, tecnicamente perfeitos, mas com um corte humanístico que os faça cidadãos preocupados com os problemas que afetam o país, mais precisamente com os excluídos. Preparar o profissional, ampliando sua experiência clínica e conhecimento técnico.

ESPECIALIZAÇÃO EM RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA E IMAGINOLOGIA VI TURMA Coordenador: Prof. Dr. Antonio Francisco David Professores Assistentes: Profa Dra. Sandra Maria Nobre David, Dr. Agostinho Francisco Simões Pedrosa, Prof. Celso Brandt, Dra. Claudia Cristina C. Bellini, Dra. Ana Luiza Carneiro Teixeira. Início: Maio de 2010 Duração: 18 meses Dias da Semana: terça-feira, quarta-feira, quinta-feira e sexta-feira (1 vez por mês). Programa: Estudo radiográfico das lesões do órgão dental; Periodonto e periápice; Estudo radiográfico das anomalias dento maxilo faciais e anormalidades craniais; Estudo radiográfico dos tumores da cavidade bucal e complexo crânio facial – fraturas de corpos estranhos; Princípios de interpretação radiográfica; Imagenologia: tomografia computadorizada, ressonância magnética, ultra-som e cintilografia óssea; Técnicas radiográficas intra e extra

ESPECIALIZAÇÃO EM DTM DOR OROFACIAL Coordenador: Profº. João Paulo Tanganeli Equipe: Profº. Antonio Francisco David, Dra. Gisele Valério Bianco Rego, Dr. Adilson Geraldo Bergantin e Dr. Artur Adolfo Rosa dos Santos. Prova: Setembro de 2009

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bucais; Estudo da anatomia radiográfica dento maxilo, mandibular e crânio facial; Estudo radiográfico das lesões do complexo maxilo mandibular; Efeitos bilógico dos Raios X – normas de proteção de Biossegurança – controle de qualidade; Estudos dos traçados cefalométricos; Estudo radiográfico da região do carpo, índice carpal; Idade óssea e idade vertebral; Tomografia computadorizada digital Cone beam 3D; Clínica radiológica com atendimento á pacientes com radiografias convencionais e Tomografia 3D.

ESPECIALIZAÇÃO EM CIRURGIA TRAUMATOLOGIA BUCO-MAXILO-FACIAIS Coordenador: Prof. Caio Marco Pereira Berzaghi Equipe: Dr. José Giovannini, Dr. Prisco de Bortholi Santos e Dr. Ruben Enrique Rubiniak Vagas: Imediato Duração: 24 meses Carga Horária: 2.120 horas/aluno Objetivo do Curso: Ensinar técnicas cirúrgicas bucais e de face, qualificando o aluno ao título de especialista, conforme resolução do CFO, com residência hospitalar – Hospital Franco da Rocha.

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DENTÍSTICA

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PRÓTESE DENTAL

Coordenador: Prof. Dr. Alexandre Francisco César Equipe: Profa. Ms. Maria Lúcia Siqueira França Leme e Prof. Ms. Denis de Oliveira

Coordenador: Dr. Gerson Arruda Correa Professor Titular do Departamento de Prótese Dental da USP, Professor da Fundação do Desenvolvimento Científico e Tecnológico – USP, Professor do Curso de Pós-graduação – USP Equipe: Prof. Titular Carlos Gil, Prof. Titular Tulio Pessoa e equipe Início: Maio de 2010 Duração: 18 meses Dia da semana: Terça-feira Natureza: Teórico-laboratorial-clínico Objetivo: Proporcionar ao aluno do curso de especialização um embasamento teóricolaboratorial e clínico no sentido de levá-lo a ter, além de uma visão abrangente dos problemas relacionados com a reabilitação oral, procurar, prepará-lo no sentido de ter condições de estabelecer diagnóstico como: habilitá-lo para o planejamento e resolução clínico dos tratamentos protéticos. Programa: 1) Oclusão – ATM e disfunção nos pacientes total e parcialmente edentados. 2). Planejamento das próteses parciais fixas, removíveis e totais. 3) Biomecânica das próteses parciais fixas, removíveis e totais. 4) Preparo de boca de pacientes parciais e totalmente edentados. 5) Próteses híbridas, Prótese por encaixe. 6) Interrelação implantes prótese fixas, totais e parciais removíveis.

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A cada ano nós sortíamos uma bolsa integral, e foi contemplado nesta oportunidade esta especialização. Realização: Sextas-feiras e Sábados (quinzenalmente) Horário: Das 08:00 às 18:00 horas Duração: 18 meses Carga Horária: 828 horas / aula Natureza do Curso: Teórico – Laboratorial – Clínico Vagas: 3 vagas remanescentes Objetivo: Oferecer ao aluno um conhecimento abrangente da especialidade, capacitando-o para a utilização das técnicas e materiais mais recentes, além das técnicas clássicas utlilizadas. Programa: Restaurações diretas e indiretas em dentes anteriores, Análise do sorriso e cursos especiais, Estado atual das cerâmicas, Inceram, Procera, Empress, Inlays, Onlays, Facetas Laminadas, Clareamento dental: Conceitos Modernos e Fontes de luz utilizadas. Pinos estéticos, rosqueáveis e fibras de reforço. Proteção do Complexo Dentina-Polpa, Adesão. Escultura Dental, Preparos Clássicos e Preparos Conservadores, Restaurações metálicas fundidas e Estudo da cor.

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CURSOS DE ATUALIZAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO

Radiovisiografia, Irrigação ultra-sônica, Tomografia e citilografia; Preparo automatizado do canal radicular; Cirurgia paraendodôntica e Tratamento endodôntico em uma única consulta.

RESIDÊNCIA CLÍNICA EM ENDODONTIA PARA ESPECIALISTAS

ENDODONTIA PASSO A PASSO

Coordenador: Prof. Dr. Igor Prokopowitsch Professor da disciplina de Endodontia da Faculdade de Odontologia da Usp. Professor Titular de Endodontia da Faculdade de Odontologia da Universidade Cruzeiro do Sul (Unicsul). Professor do Curso de Pós Graduação do Mestrado em Laser Odontológico da Faculdade de Odontologia da Universidade Cruzeiro do Sul (Unicsul). Mestre e Doutor em Endodontia pela Faculdade de Odontologia da USP. Member Of The International Association Of Dental Traumatology.Coordenador do Curso de Especialização em Endodontia da APCD São Caetano do Sul; Equipe: Dra. Andréa Kanako Yamazaki, Dr. Cacio Moura Netto, Dr. Celso Ubirajara de Oliveira Carlos Filho, Dr. Ricardo Cabrales, Dra. Brígida Mnica Kleine, Dra. Cinthia Sanches de Carvalho Simão, Dra. Patrícia Helena Rafacho Coneglian, Dra. Regiane Canccelari Machado. Realização: Sextas-feiras Horário: das 8:30s às 12:30s Duração: 4 meses Carga Horária: 72 horas/aula Objetivo do Curso: O Curso de Residência Clínica em Endodontia permite ao especialista uma reciclagem e um embasamento teórico que, somado a experiência clínica do aluno leva a uma aplicação imediata dos novos conhecimentos, atingindo um padrão endodôntico elevado em sua clínica particular, com procedimentos simplificados, rápidos e eficazes. A especialidade tem vivenciado profundas modificações dos conceitos que regem o tratamento endodôntico, com o desenvolvimento de equipamentos e instrumentais que vieram para aumentar o sucesso desse tratamento neste campo da odontologia. Ampliar no aluno sua experiência clínica e conhecimento técnico na ótica moderna da Endodontia atual, fornecendo tratamentos com alto nível de sucesso com segurança e propriedade, no âmbito da endodontia frente à urgência e tratamento. Conteúdo programático: Microscópio Clínico: qual a realidade no dia a dia do especialista; Tratamento dos casos de insucessos em Endodontia: como prevenir fracassos Endodônticos; Tratamento das lesões periapicais de difícil reparo; Novos recursos em Endodontia: Laser de baixa e alta potência,

Coordenador: Prof. Igor Prokopowitsch Doutor de Endodontia da Faculdade de Odontologia da USP; Coordenador do Curso de Especialização em Endodontia da APCD - São Caetano do Sul; Professor do Curso de Pós-Graduação de Mestrado Acadêmico de Laser em Odontologia da UNICSUL; Vice Presidente da Sociedade Brasileira de Traumatologia Dentária; Member of the International Association of Dental Traumatology. Equipe: Dra. Andréa Kanako Yamazaki, Dr. Cacio Moura Netto, Dr. Celso Ubirajara de Oliveira Carlos Filho, Dr. Ricardo Cabrales, Dra. Brígida Mnica Kleine, Dra. Cinthia Sanches de Carvalho Simão, Dra. Patrícia Helena Rafacho Coneglian, Dra. Regiane Canccelari Machado Início: Imediato Duração: 10 meses Carga Horária: 140 Horas/ Aluno Dia da Semana: Sexta – Feira Horário: das 08:30 às 12:30 hs Natureza: Teórico, Clinico e Laboratorial Objetivo do Curso (sintetizado) Possibilitar ao clinico geral aprimorarem de sua técnica endodontica, executar casos de maior grau de dificuldade (retratamentos), e melhorar sua endodontia atual, tratando com rapidez e qualidade os casos mais freqüentes no consultório. Programa: Diagnostico, Urgências Endodônticas; Cirurgia de acesso, preparo do canal, medicação Intracanal e obturação; Medicação Sistêmica, Tramatismo dental, Envolvimento Endodontico Periodontal; Retratamento; Biossegurança, Radiologia aplicada a Endodontia; Fundamentos e uso de instrumentação Rotatória; Tratamento de casos de lesões Refratárias.

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CURSO PERSONAL DE APERFEIÇOAMENTO EM IMPLANTODONTIA Coordenação: Pedro Carvalho Feitosa. Equipe: Alexandre Pinheiro, Frederico de Saes Triboni, Marcelo Vitale e Rodrigo Rios. Natureza do curso: Teórico – Laboratorial e Clínico. Periodicidade: Mensal (aos sábados). Início: Imediato Duração: 12 meses.

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Carga horária: 96 horas. Conteúdo programático: Histórico de Implantodontia; Planejamento na Implantodontia; Anatomia, radiologia, periodontia na implantodontia; Biologia da osseointegração; Biossegurança e Paramentação; Conceitos Básicos de enxerto; Cirurgias avançadas na implantodontia (sinus-lift, mento, ramo); Carga imediata; Iniciação à Prótese sobre o implante; Complicações e manutenção na Implantodontia; Objetivo do Curso Personal: Cada aluno terá como dupla um professor assistente, para que desde o início do curso a parte clínica seja voltada diretamente para o objetivo do aluno, podendo este, iniciar com a instalação do implante ou cirurgias de enxertos.

DENTÍSTICA RESTAURADORA ESTÉTICA: RESTAURAÇÕES DIRETAS E INDIRETAS Coordenadora: Profa. Maria Lúcia Siqueira França Leme Realização: Quinta-feira (quinzenal) Horário: das 8:00 às 12:00 horas Vagas: 2 vagas remanescentes Duração: 12 meses Carga Horária: 84 horas/aluno Natureza do Curso: Teórico-laboratorial-Clínico Objetivo: Proporcionar ao cirurgião-dentista conceitos e técnicas adesivas modernas, para satisfazer com qualidade técnica as necessidades do paciente na atualidade. Programa: Restaurações em dentes anteriores, análise do sorriso e recursos especiais. Restaurações diretas e indiretas em dentes posteriores . Cerâmicas, estado atual: In ceram, procera, empress, inlays, onlays, coroas ocas e facetas laminadas. Clareamento dental: Conceitos modernos e fontes de luz utilizadas. Pinos estéticos, rosqueáveis e fibras de reforço.Conceito atual de proteção do complexo dentina-polpa

Os motores e os kits cirúrgicos serão oferecidos pelo curso. Os alunos deverão adquirir apenas o Contra-ângulo redutor. APERFEIÇOAMENTO EM REABILITAÇÃO ORAL Coordenador: Prof. Dr. Gerson de Arruda Correa Equipe: Prof. Dr. Gerson de Arruda Correa, Prof. Dr. Carlos Gil, Profa Ana Patrícia Carneiro Gonçalves Bezerra Coelho, Prof. Cláudio Akira Yamaguchi, Prof. Marcio Mukai, Profa Priscila Pitta Penna. Início: Imediato Duração: 12 de Janeiro de 2010 Carga Horária: 160 horas aula Periodicidade: Quinzenal Realização: Terças-feiras Horário: das 8:00 às 12:00 e das 13:00 às 17:00 hs Natureza do Curso: Teórico-Laboratorial Objetivo: Capacitar o cirurgião dentista, clínico geral, no planejamento de reabilitações orais atualizando conhecimentos em prótese parcial fixa, removível e total.

ATUALIZAÇÃO EM IMPLANTODONTIA Coordenadores: Prof. Ruy Machado Lima Jr e equipe Carga Horária: 80 horas Início: Imediato Dia da Semana : Segundas-feiras(Quinzenal) Horário 8:00 às 18:00 horas Programa: Histórico e evolução dos implantes; Introdução à osseointegração; Planejamento e guias cirúrgicos; Contra-indicações dos implantes; Interface implante - osso, terapêutica; Esterilização e assepsia, antisepsia; Manobras cirúrgicas fundamentais; Tomografias, diagnóstico por imagem; Enxertos estéticos e aumento de rebordo; Pré-transpós-operatório; Carga imediata; Implantes Cônicos; Cirurgias realizadas em Centro Cirúrgico,(Levantamento de seio maxilar, enxertos autógenos, distração osteogênica); Iniciação à prótese sobre implantes; Próteses cimentadas x

Programa: Introdução ao estudo das reabilitações orais, indicações, contraindicações e suas sua relações multidisciplinares; Princípios de oclusão; Técnicas de moldagem; Técnicas de montagem em articulador semi-ajustável; Classificação dos casos em função do diagnóstico e planejamento; Placas de mordida; Princípios biomecânicos e suas aplicações; Parte laboratorial com prática em modelos e manequim. www.apcdscs.com.br

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aparafusadas; Estética em Prótese sobre implante; Sucessos e Insucessos em Implantodontia Laboratório - cirurgias em manequim, confecção de prótese sobre implante; Clínica - cirurgias e enxertos simples, prótese sobre implante

indicadas formas de clareamento • frente às diversas causas do escurecimento dos dentes. • Proposta de parte prática intensa (pacientes) em dentes vitalizados e desvitalizados, em consultório e doméstico, com ênfase no uso de lasers e led’s para clareamento. O Curso de Clareamento dental, conforme estruturação da matriz curricular, totaliza 32 h/aula, distribuídas em aulas teóricas, e prática na clínica com paciente.

PRÓTESE SOBRE IMPLANTE Coordenador: Prof.Ruy Machado Lima Jr e equipe Dia da Semana : Terças-feiras Início: Imediato Horário: Das 9:00 às 13:00 horas Duração: 4 meses Carga Horária: 64 horas / aluno Natureza: Teórico – Clínico – Laboratorial Objetivo: Introduzir o Clínico geral aos conceitos de prótese sobre implante possibilitando a resolução de casos clínicos simples no consultório.

E. T. O curso oferece os aparelhos de Laser e todo o material para clareamento, além de um kit de gel clareador da FGM para cada aluno do curso.

AUXILIAR EM SAÚDE BUCAL Coordenador: Dr Julio Augusto Ruegger Formado PUCAMP 1966, possui vários cursos visando atualizações na educação odontológica, Membro da Academia Brasileira de Odontologia Estética, Ministrador de cursos para auxiliar e ergonomia. Duração: 4 meses Início: Fevereiro de 2010 Carga horária: 60 horas/ aluno Periodicidade: Sextas-feiras das 9:00 às 12:00hs ou Terças-feiras das 19:00 às 22:00hs Natureza: Teórico – Prático Objetivo: Ensinar e treinar as auxiliares no desempenho das tarefas diárias nas funções de recepcionista, secretária, manutenção do equipamento, esterilização, odonto à quatro mãos, revelação de RX, controle de estoque, confecção de modelos, confecção de modelos para clareamento, preenchimento de fichas com as nomenclaturas. Programa: Secretaria, recepcionista, manutenção do equipamento e consultório, preparadora instrumentadora, educadora sanitária, odontologia a quatro mãos

AVANÇADO DE CLAREAMENTO DENTAL Coordenadora: Profa. Dra. Ingrid Baaken Buchrieser Prof. Dr. Walter João Genovese Duração: 32h/aula, 1 vez por semana (8h por dia). Início: Imediato Vagas: 20 Objetivos: • Apresentar ao cirurgião-dentista as várias possibilidades de aplicação da luz led e laser na ativação do clareamento. • Apresentar os conceitos mais atualizados sobre os mecanismos de ação da luz sobre o gel clareador. • Apresentar os tipos de luz para ativação do procedimento clareador e as técnicas de aplicação. O curso tem como objetivo apresentar as mais

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CURSOS CONTÍNUOS CIRURGIA AMBULATORIAL

ORTODONTIA: CEFALOMETRIA, TYPODONT TÉCNICA STRAIGHT WIRE COM NOÇÕES DE EDGEWISE, CLÍNICO

Coordenador: Dr. José Giovannini Equipe: Dra. Andréa Regiane Marchi e Dr. Alfredo Holzer Junior INÍCIO: CONTÍNUO Realização: Terças-feiras Horário: das 19:00 às 22:00 horas Duração: 12 meses Carga Horária: 100 horas/aluno Natureza do Curso: Teórico-Clínico Objetivo do Curso: Reciclar o profissional com mais de 5 anos de experiência de clínica odontológica e dar oportunidade ao recém-formado de se aprimorar em técnicas cirúrgicas

Coordenadora: Prof. Dra. Sandra Tibério Equipe: Prof. Maxwell Lopes Carvalho, Dra. Semyra Giovannini Maccheronio, Dr. André Marçal Guerreiro Início: Contínuo Realização: Quinta Feira (quinzenal) Horário: das 8:00 às 12:00 e das 13:00 às 17:00 horas Duração: 26 meses Carga Horária: 400 horas/ aluno Natureza do Curso: Teórico – laboratorial – Clínico Objetivo: Dar ao aluno conhecimento básico de Cefalometria e planificação de tratamento ortodôntico, desenvolver habilidades técnicas de mecânica ortodôntica em manequim (typodont) e iniciar atendimentos clínicos especializados

PERIODONTIA Coordenadora: Profa. Dra. Ana Vitório Imbronito Equipe: Dr. Cláudio Mendes Pannuti, Dra. Luciana Saraiva, Mestre Nívea Maria de Freitas e C.D. Fabio Koguti Realização: Segundas-feiras (Quinzenal) Horário: Das 14:30 às 19:00 horas Início: CONTÍNUO Duração: 6 meses Carga Horária: 96 horas/aluno Natureza do Curso: Teórico-laboratorial-Clínico Programa: Métodos Diagnóstico em Periodontia; Medicina periodontal: identificando condições sistêmicas de risco à doença periodontal e como a doença periodontal pode aumentar o risco a alterações sistêmicas; Otimizando os procedimentos de raspagem e aplanamento radicular: instrumentação manual X ultra-sônico; Integração dentística e periodontia: cirurgia de aumento de coroa clínica. Indicações técnica cirúrgica e procedimentos alternativos; Integração prótese e periodontia: detecção e tratamento dos problemas mais freqüentes (ausência de gengiva inserida, espaço edêntulos reabsorvidos); Implementação de um programa de controle e manutenção.

ODONTOLOGIA HOSPITALAR RESIDÊNCIA HOSPITALAR APERFEIÇOAMENTO EM CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCO –MAXILO FACIAIS Coordenador: Dr. José Giovannini Equipe: Prof. Caio Marco P. Berzaghi, Prof. Prisco de B. Santos, Prof. Ruben Enrique Rubiniak, Dra. Andréa Regiane Marchi, Dr. Antonio Carlos Caccavale, Dr. José Paulo Torrezan, Ciro Alexandre Madrucci. INÍCIO: CONTÍNUO Duração: 12 meses Carga Horária: 600 horas/aluno Natureza do Curso: Com plantões de 12 horas no Hospital de Franco da Rocha e teórico na APCD – S.C.Sul às sextas-feiras Objetivo do Curso: Capacitar o profissional que deseja ter conhecimento de vivência hospitalar em CTBMF. Residência no Hospital de Franco da Rocha.

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•normas de publicação• Dirigido à classe odontológica, o Informativo ESPELHO CLÍNICO, da APCD-SCSul, acha-se aberto à publicação de artigos inéditos de investigação científica, relatos de casos clínicos e técnicos, artigos de interesse solicitados pelo Corpo Editorial, revisões significativas e atualidades. As normas de publicação, no caso, seguem as da Revista APCD-São Paulo, que por sua vez obedecem ao padrão internacional para publicações do gênero. 1. Gerais 1a. 1a. O material deve ser enviado à APCDSCSul/Informativo ESPELHO CLÍNICO aos cuidados do Dr. Antonio Francisco David (Av. Tietê, 281, Bairro Nova Gerty, CEP 09572-400, São Caetano do Sul, SP, Brasil). 1b. O autor deve manter consigo uma duplicata do texto e das ilustrações, para maior segurança contra o extravio. 1c. O material deve ser absolutamente inédito e não poderá ser submetido simultaneamente à apreciação de outros periódicos, sejam eles nacionais ou não. 1d. O Informativo terá direito autoral sobre o trabalho publicado, podendo permitir sua reprodução total ou parcial. 1e. O Informativo, ao receber o material, não assume compromisso de publicá-lo. 1f. O Informativo reserva-se o direito de editar o material recebido, adequando-o ao espaço disponível e a princípios de clareza e correção textuais. Reserva-se, ainda, o direito de solicitar material ilustrativo adicional aos autores, caso o fornecido seja considerado insuficiente. 1g. O material assinado é de inteira responsabilidade dos autores. 2. Avaliação e publicação 2a. O material enviado será submetido à Comissão de Avaliação de Artigos Científicos da APCD-SCSul, que decidirá sobre a conveniência ou não da publicação, bem como poderá indicar correções e/ou sugerir modificações. 2b. A cada edição, o Corpo Editorial selecionará, dentre os artigos aprovados pela Comissão de Avaliação, os que serão publicados. Os não selecionados serão outra vez apreciados durante a elaboração de pauta das edições seguintes. 2c. O artigo pode ser retirado pelo autor, conforme sua conveniência, a qualquer momento antes de ser selecionado. 3. Artigos inéditos de investigação científica e revisões 3.1 Apresentação 3.1a. Cópia impressa em papel tamanho ofício (lauda), com margens laterais de 3 cm, espaço duplo, redigido segundo a ortografia oficial, sem rasuras ou emendas. Cada lauda deverá ser numerada e ter no máximo 30 linhas, cada uma com 60 caracteres (com espaço). Juntamente com o impresso deverá ser enviado um disquete devidamente identificado com o texto Agosto 2009

digitado em Word for Windows. Há três opções: a) textos de 13.500 caracteres (c/espaço), mais doze (12) imagens no tamanho máximo de 60x60 mm, o que corresponde a quatro páginas impressas do Informativo; b) textos de 10 mil caracteres (c/espaço), mais nove (9) imagens no tamanho máximo de 60x60mm, o equivalente a três páginas impressas; c) textos de 6.700 caracteres (c/espaço), mais seis (6) imagens no tamanho máximo de 60x60mm (duas páginas impressas). 3.1b. Na primeira página, o trabalho deverá conter o título, nome completo e titulação do(s) autor(es), endereço e telefone para contato com o autor principal, além do(s) nome(s) do(s) orientador (es). 3.1c. Na segunda, virão: título em português e inglês, sinopse (em português), abstract (em inglês), unitermos (em português), uniterms (em inglês) e bibliografia. Juntas, essas informações devem conter no máximo 1.600 caracteres (c/espaço). 3.1d. Ilustrações (cromos, fotos, gráficos, desenhos): de doze (12) a seis (6), conforme a dimensão do texto principal, numeradas e identificadas. As imagens digitais devem ser “salvas” em TIF, com medidas aproximadas de 125 mm x 100 mm, 300 DPIs de resolução no mínimo, para garantia de qualidade de impressão. 3.1e. As legendas das ilustrações devem ser impressas em folha separada e estar acompanhadas da mesma numeração adotada no item 3.1d. 3.1f. Tabelas: numeradas com algarismos romanos e apresentação sintética e objetiva. 3.2 Estrutura Os artigos devem respeitar as normas da ABNT/NB/89 e NBR/60023, tendo a seguinte estrutura: 3.2a. Título do artigo: sintético e objetivo, em português e inglês. 3.2b. Nome do(s) autor(es): na ordem direta, com destaque em letras maiúsculas para o sobrenome pelo qual quer ser indicado. 3.2c. Sinopse: deve possibilitar ao leitor avaliar o interesse do artigo e compor uma série coerente de frases que forneçam uma visão clara e concisa do conteúdo do trabalho, suas conclusões significativas e a contribuição do autor. 3.2d. Unitermos: palavras ou expressões que identifiquem o conteúdo do artigo. Seguir os cabeçalhos de assuntos do “Index to Dental Literature”, traduzidos para o português na “Bibliografia Brasileira de Odontologia”. 3.2e. Texto: distribuído conforme as características de cada trabalho, seja ele de pesquisa, de divulgação, relato de caso, etc. Na citação de autores, os nomes devem ser digitados em caixa alta (ex.: GRAZIANI). No caso de dois autores, separar os nomes com ponto e vírgula (ex.: GRAZIANI; ANDERSON). Existindo mais de dois autores, usar a expressão et al. (ex.: GRAZIANI et al.). No texto, a citação do nome do autor deve ser seguida do número que o localiza na referência bibliográfica e do ano de publicação.

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3.2f. Abstract: versão em inglês da sinopse. 3.2g. Uniterms: unitermos em inglês. 3.2h. Referências bibliográficas: ordenadas alfabeticamente por sobrenome do autor e numeradas sucessivamente. Havendo mais de um autor, seguir a orientação do item 3.2e. Para as abreviaturas dos títulos dos periódicos, consultar o “Medicine CD/ROM”. 4. Relatos de casos clínicos ou técnicas 4.1 Apresentação 4.1a. Cópia impressa em papel tamanho ofício (lauda), com margens laterais de 3 cm, espaço duplo, redigido segundo a ortografia oficial, sem rasuras ou emendas. Cada lauda deverá ser numerada e ter no máximo 30 linhas, cada uma com 60 caracteres (c/espaço). Juntamente com o impresso deverá ser enviado um disquete devidamente identificado com o texto digitado em Word for Windows. O autor pode apresentar texto de 6.700 caracteres (c/espaço), mais seis (6) imagens no tamanho máximo de 60x60mm, o que corresponde a duas páginas impressas no Informativo. 4.1b. Na primeira página, o trabalho deverá conter o título em português, nome completo e titulação do(s) autores, endereço e telefone para contato com o autor principal, além do(s) nome(s) do(s) orientador(es). 4.1c. Na segunda, virão: título em português e inglês, sinopse (em português), abstract (em inglês), unitermos (em português), uniterms (em inglês) e bibliografia. Juntas, essas informações não devem conter mais de 1.600 caracteres (c/espaço). 4.1d. Ilustrações (cromos, fotos, gráficos, desenhos): seis (6), numeradas e identificadas. Para imagens digitais seguir as mesmas orientações expostas acima. 4.1e. As legendas das ilustrações devem ser impressas em folha separada e estar acompanhadas da mesma numeração adotada no item 4.1d. 4.1f. Tabelas: numeradas com algarismos romanos e apresentação sintética e objetiva. 4.2 Estrutura A mesma do item 3.2. 5. Atualidades e outros textos Serão aceitos para publicação artigos de orientação à prática profissional (como o da pág. 8 do nº 13 de ESPELHO CLÍNICO), bem como resumos/resenhas de artigos veiculados em outras publicações científicas, preferencialmente internacionais, desde que, além de assinados, mencionem a fonte (veículo de comunicação de onde se originaram), o nome e a titulação do pesquisador que os gerou. Tais textos não devem ultrapassar 3.150 caracteres (c/espaço), o que corresponde a uma página impressa no Informativo, e podem ser ilustrados por duas (2) imagens de no máximo 60x60mm. Acompanhar o impresso de um disquete contendo o texto digitado em Word for Windows. revista ESPELHO CLÍNICO


Indicador Profissional

www.apcdscs.com.br

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Fernando Falchi CRO 49.868 Especialista e Professor em DTM e Dor Orofacial Rua Caminho do Pilar, 606 – Bairro Boa Vista Fone: 4990.2598

Implantes Dr. Cristiano Schroeder CRO 58.107 Exclusivamente Implantes Av. Dom Pedro II, 1709 Campestre Fone: 4991.8721

SÃO BERNARDO

DTM e Dor Orofacial

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Foto: Casa da Pedra / Ponto Turístico de S.B.C

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Sandra Tibério CROSP 22.543 Professora de Ortodontia Rua Sabaúna, 143 Pompéia - SP Fone: 3865.0892

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Foto: Museu do Ipiranga / Ponto Turístico de SP

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Foto: David Rego Jr. / Vista Panorâmica do Centro de Santo André

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Ana Vitória Imbronito CRO 47.578 Mestre e Doutora em Periodontia pela USP Rua Rafael Correia Sampaio, 1463 Centro Fone: 4224.4693

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Siomara Greco Lauro CRO 37.016 Odontopediatria Odontologia para Bebês Ortodontia Rua Joaquim Nabuco, 316 Sala 23 - B. Santo Antonio Fone: 4224.6132 4221.9710

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São Caetano do Sul

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APCD APCD São São Caetano Caetano do do Sul: Sul: Av. Av. Tietê, Tietê, 281 281 -- Bairro Bairro Nova Nova Gerte Gerte -- CEP CEP 09572-400 09572-400

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Revista 75 - Agosto de 2009  

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