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AgrupamentoVertical de Escolas de Amarante

ESCOLA EB2/3 DE AMARANTE

EDUCAÇÃO VISUAL TUTORIAIS 7º/8º/9º ANO DE ESCOLARIDADE

PROF. ANTERO PEREIRA


o abelhudo

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JORNAL OFICIAL DO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE AMARANTE *AV. GENERAL VITORINO LARANJEIRA | S. GONÇALO | 4600-018 AMARANTE | ( 255 420 620 | 8 info@agrup-eb23-amarante.rcts.pt

tutoriais como fazer gifs com o ANIMATION SHOP Como usar o ANIMATION SHOP para fazer gifs. O Animation Shop é um programa de criação de pequenas animações: um simples desenho que se repete com algumas modificações numa linha de tempo pode transformar-se num sugestivo boneco animado. Fabricante: COREL

www.corel.com

ANIMATIONSHOP printscreen

1. FILE/FICHEIRO

O comando FILE (Ficheiro) serve para abrir uma animação já realizada ou iniciar uma nova animação. Também é possível optar por criar uma animação automática a partir da opção «Animatiom Wizard...». ATENÇÃO: Embora sejam aceites imagens no formato JPG, para este tipo de trabalhos o ideal será usar imagens no formato GIF, que são mais leves e suportam transparências. Todas as frames (os desenhos, um a um) devem ter as mesmas dimensões porque serão gravadas no final com as dimensões da imagem maior.

Neste menu de comandos surgem ainda as opções View, Animation e Effects, que se revelam importantes no processo de construção dos gifs.

Opção VIEW Serve para visualizar o resultado da animação enquanto está em desenvolvimento ou concluída e mudar as opções das ferramentas (Toolbar), entre outras coisas. Opção ANIMATION Usa-se para inserir novas frames vazias ou frames a partir de desenhos e/ou fotografias do disco rígido do computador, rodar ou redimensionar a animação e diversas outras opções. Opção EFFECTS Serve para produzir uma gama diversificada de efeitos especiais sobre as frames, permitindo criações com imagens e/ou entre imagens e texto.

COMO FAZER GIFS COM O ANIMATION SHOP |

TUTORIAL


p.2-2 2. FERRAMENTAS DE MÃO

Neste menu de ferramentas situam-se a lupa (para visualizar a animação em diferentes opções de zoom), o mecanismo de recorte (Crop), o pincel mágico de captação de cores (Dropper), o pincel de pintura (Brush), o lápis apagador (Eraser, que permite a criação de zonas transparentes), a lata de encharcamento de superfícies homogéneas (Flood fill) e o editor de texto (Text). ATENÇÃO: Normalmente, as animações são feitas através da inserção de desenhos previamente executados e colocados na sequência de frames segundo a ordenação pretendida. Assim, depois de executados em papel vegetal (com algumas modificações entre eles para simular os movimentos pretendidos), os desenhos devem ser digitalizados e gravados no formato GIF, para posterior inserção. As ferramentas de mão servem para os acabamentos: recorte, pintura e edição de texto, entre outras opções.

Antes de dar a animação por concluída, convém experimentá-la em movimento real. Para isso usase o comando «View/Animation...», após o que surge em caixa a animação em execução. Por fim, grava-se o ficheiro da animação através do comando «File/Save as...». ATENÇÃO: O processo de gravação de uma animação é condicionado por algumas opções (grau de transparência, número de cores, compressão, etc.) que devem ser devidamente ponderadas para optimizar o trabalho final.

ANIMAÇÃO: Sylvester, de LOONEY TUNES (recorte).

3. SEQUÊNCIA DE FRAMES

Após seleccionados os desenhos que irão produzir a animação, eles ficam disponíveis num guião gráfico em SEQUÊNCIA DE FRAMES, segundo uma ordem que permita uma animação perfeita. Clicando sobre cada uma das imagens, é possível mudá-las no ordenamento da sequência.

4. LINHA DE TEMPO

Sob as imagens surgem as indicações do número de cada frame (F:1, F:2, F:3 etc.) e do respectivo tempo de exposição (D:5 quer dizer que a imagem mantém-se durante 5 centésimos de segundo, D:10 quer dizer que se mantém durante 10 centésimos de segundo e assim sucessivamente). Para determinar estas e outras opções, clica-se sobre cada uma das frames e escolhe-se e opção pretendida. ATENÇÃO: É possível atribuir o mesmo tempo de exposição a todas as frames duma só vez, clicando, na barra de comandos em cima, em «Edit/Select all...» e depois «Animation/Animation properties...».

5. PALETA DE CORES

Serve para definir as opções de uso do pincel, da lata de encharcamento e do editor de texto. ATENÇÃO: Quando se usa uma determinada cor para pintar uma superfície do desenho (no caso dos desenhos não serem previamente coloridos), deve manter-se a mesma cor em todas as mesmas superfícies da sequência de desenhos. Se assim não for, quer dizer que uma determinada superfície muda de cor ao longo dessa sequência.

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tutoriais como editar músicas com o MIXPAD Como usar o MIXPAD para editar músicas. O Mixpad é um poderoso programa de edição de músicas que admite ficheiros em vários formatos (áudio e vídeo), faz o tratamento dos sons e permite guardar as novas misturas em diferentes formatos e diferentes níveis de compressão. Fabricante: NCH Software

www.nch.com.au

MIXPAD printscreen

COMO EDITAR MÚSICAS COM O MIXPAD |

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p.2-2 1. FILE/FICHEIRO

O comando FILE (Ficheiro) serve para abrir ou guardar ficheiros existentes ou novas criações. A opção «Save as...» (Salvar como...) permite, num sub-menu, seleccionar o formato de gravação dos ficheiros e utilizar diferentes compressões. ATENÇÃO: Escolhendo, por exemplo, salvar um projecto no formato MP3 (ideal para transferência na Web), aconselha-se uma resolução mínima de 48kbps e som estéreo. Abaixo deste valor o som gravado pode sofrer distorções indesejadas e acima deste valor os ficheiros podem tornar-se exageradamente pesados.

2. TRACK 1

Nesta pista de música ficará alojado o primeiro ficheiro de som importado do disco rígido. Estes ficheiros podem ser arrastados com o rato para diferentes momentos da linha de tempo, permitindo assim associações com outras pistas. É possível, com pressão do rato sobre a linha horizontal média do ficheiro de som, modificar o nível de áudio das pistas. Procedendo deste modo numa única ou em várias pistas de música, pode-se fazer um aumento ou redução graduais dos sons a gravar e até anulá-los completamente. Também é possível recortar os ficheiros de som (no início ou no fim) com arrastamento do rato. Clicando com o botão direito do rato sobre o clip de música surgem novas opções de mistura: gravar, copiar, colar, editar, renomear, apagar... Assim, pode-se copiar o ficheiro da pista número 1 e transferi-lo para outras pistas em novas posições, fazendo assim novas misturas originais a partir do mesmo clip.

4. MENU SUPLEMENTAR

Neste menu situado no friso esquerdo da interface do programa é possível realizar alguns efeitos sobre os sons e introduzir o sub-programa WAVPAD. ATENÇÃO: Normalmente este menu lateral está pré-configurado para uma sonorização perfeita, pelo que a sua utilização é dispensável ou só acessível a utilizadores mais exigentes e com grande domínio sobre o programa. Para um utilizador básico aconselha-se não mexer neste recurso.

5. PAINEL DE PRÉVISUALIZAÇÃO

Neste painel inferior de comandos é possível ouvir as misturas efectuadas antes de serem gravadas e optar por diferentes tamanhos de visualização das pistas de música. Existem também neste mesmo painel os contadores de tempo que permitem uma sincronização perfeita entre os sons a editar. ATENÇÃO: Pode recorrer-se ao MIXPAD para criar uma mistura de som para um clip de vídeo doméstico (produzido, por exemplo, no MOVIE MAKER). Se for o caso, o controlo dos tempos da mistura de sons deve ser feito de acordo com o pretendido para se adaptar perfeitamente ao clip de vídeo onde se pretende utilizar a música.

ATENÇÃO: A opção «Edit clip...» (editar) abre um sub-programa de nome WAVPAD, onde é possível criar novos efeitos suplementares no comando «Effects...», tais como: amplificar o som em diferentes níveis, produzir eco, inverter, gerar estéreo forçado, reduzir ruídos, fazer distorções especiais, etc. Depois de produzidos os efeitos desejados, o ficheiro deve ser guardado e pode ser posteriormente reutilizado no programa original MIXPAD.

3. TRACK 2

Segunda de várias pistas disponíveis para alojar (e misturar) diferentes clips de música. Todos os clips podem ser editados conforme o que ficou descrito no tópico 1. No momento de gravar o arranjo musical, o programa faz a junção automática dos sons distribuídos pelas diferentes pistas.

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tutoriais como fazer filmes com o MOVIE MAKER Como usar o MOVIE MAKER para fazer filmes. O MOVIE MAKER é um programa da Microsoft distribuído gratuitamente com os seus sistemas operativos. Fabricante: MICROSOFT Corporation www.microsoft.com MOVIEMAKER printscreen

COMO FAZER FILMES COM O MOVIE MAKER |

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1. TAREFAS

A interface do Movie Maker é muito simples e funcional, devido ao seu desenho com base em alguns menus de navegação que se prolongam por sub-menus com capacidade para tornar o filme numa verdadeira obra de arte. No menu TAREFAS é possível importar do disco rígido do computador os pequenos filmes realizados com a máquina de filmar ou fotografar, importar imagens e ficheiros de som (não aceita sons em formato MIDI). Assim, é possível fazer pequenos filmes com imagens e sons de fundo diferentes do áudio original dos ficheiros de vídeo. ATENÇÃO: Para usar imagens é conveniente que as fotografias possuam um formato compatível. Por exemplo: para filmes 4:3 (os mais habituais), as fotografias devem ter as dimensões 750x562 pixéis, 436x327 pixéis ou 400x300 pixéis. O uso de imagens com outros formatos poderá criar inestéticas faixas negras horizontais ou verticais no filme. Ainda no menu TAREFAS é possível produzir diversos efeitos no filme, inserir transições diferentes a separar as frames e fazer títulos ou inserir outros textos. Nos sub-menus aparecem as diferentes configurações para cada uma destas possibilidades, tais como seleccionar uma cor de fundo, o tipo e o tamanho dos textos, etc.

2. COLECÇÕES

Neste espaço ficam armazenados temporariamente os ficheiros importados do disco rígido: vídeos, imagens e músicas. Para colocar os ficheiros no filme, estes devem ser arrastados com o rato para a LINHA DE TEMPO ou GUIÃO GRÁFICO (tópicos 5, 6 e 7).

3. ECRÃ DE PRÉ-VISUALIZAÇÃO

O filme em construção que está já inserido na LINHA DE TEMPO ou os diferentes clips que estão ainda no painel COLECÇÕES (tópico 2) podem ser previamente visualizados neste ecrã situado no canto superior direito da interface.

4. FERRAMENTAS DO GUIÃO

À esquerda, em baixo, estão algumas ferramentas que permitem fazer operações muito simples, tais como: 1 - Definir níveis de áudio; 2 - Narrar na LINHA DE TEMPO (introduzir sons a partir do microfone); 3 - Utilizar o zoom para visualizar a LINHA DE TEMPO ou o GUIÃO GRÁFICO (permitindo, assim, sincronizar com mais precisão os diferentes elementos do filme); 4 - Rebobinar o filme; 5 - Mudar entre as visualizações da LINHA DE TEMPO e do GUIÃO GRÁFICO.

5. PAINEL DE VÍDEO

Para este painel são arrastados os clips e/ou as

p.1-2 imagens das COLECÇÕES, na sequência pretendida. É aqui que ficam, igualmente, as frames com os títulos e fichas técnicas do filme. ATENÇÃO: Quando um clip é arrastado das COLECÇÕES para o painel de vídeo é arrastado com ele o seu fundo sonoro.

6. ÁUDIO/MÚSICA

Tal como se disse no tópico anterior, neste painel irão ficar os ficheiros de som correspondentes aos clips de vídeo adicionados. Se se pretender adicionar um ficheiro de música diferente, será criada automaticamente uma nova linha para esse novo fundo sonoro. ATENÇÃO: Se o pretendido for eliminar o som dos clips de vídeo para introduzir apenas uma música de fundo, clique-se com o botão direito do rato sobre o ficheiro de som na linha de Áudio/Música e opte-se por eliminar som. Com este comando, também é possível produzir outros efeitos, tal como suavizar a entrada e a saída de áudio.

7. SOBREPOSIÇÃO DO TÍTULO

Para este painel devem ser arrastados os títulos que se pretende tornar visíveis em simultâneo com as frames. O efeito é útil para legendar imagens ou cenas no meio do filme.

8. FICHEIRO

A opção FICHEIRO é utilizada para abrir projectos já existentes e para gravar projectos e filmes realizados. a) Como guardar um ficheiro do Movie Maker

No botão FICHEIRO opte-se por «Guardar projecto como...». Este ficará disponível para novas utilizações.

b) Como guardar um filme para o MediaPlayer

Depois de gravado o ficheiro do Movie Maker, no botão FICHEIRO opte-se por «Guardar ficheiro de filme...». Seguidamente, «Guardar o filme para ser reproduzido no computador». Depois, dar o nome ao filme e escolher as diferentes opções de gravação (recomenda-se uma compressão mínima para que o filme não sofra perdas de qualidade na reprodução). Por fim, veja-se o filme no MediaPlayer. ATENÇÃO: Todos os ficheiros (vídeos, imagens e sons) do projecto devem ser guardados e transportados numa mesma pasta, para que possam ser visualizados em qualquer computador e retomados em qualquer momento. JUL2008

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COMO FAZER FILMES COM O MOVIE MAKER |

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tutoriais como editar fotografias com o PAINT SHOP Como usar o PAINT SHOP para obter boas fotografias. Na imagem utilizada foram produzidos contrastes fortes para acentuar o carácter dramático da fotografia de Sebastião Salgado. www.corel.com Fabricante: COREL PAINTSHOP printscreen

COMO EDITAR FOTOGRAFIAS COM O PAINT SHOP |

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p.2-2 1. EFFECTS

Com este comando é possível criar vários efeitos na imagem: Blur, Sharpen, Enhance Photo (cor, contrastes, saturação, remoção de olhos vermelhos, Clarify...), efeitos 3D e muitos outros. O Blur é usado para simular um fundo desfocado. O Sharpen é usado para dar mais definição à imagem. Recorre-se muitas vezes a este efeito depois de usar a opção de reduzir o tamanho duma imagem. O Enhance Photo possui várias opções: contrastar a fotografia, mudar as tonalidades das cores, remover os efeitos de olhos vermelhos criados pelo uso do flash das máquinas fotográficas), criar sombras e relevos, etc. Para manter a fotografia natural, recomenda-se o uso moderado de qualquer um destes efeitos.

2. COLORS

O recurso a esta ferramenta permite escolher cores e tonalidades. Com este comando, pode-se igualmente transformar uma fotografia colorida numa fotografia em escala de cinzentos (preto e branco).

5. PALETA DE CORES

A paleta de cores oferece as diferentes possibilidades de uso das várias ferramentas de mão para transformar as cores da fotografia.

6. FILE/FICHEIRO

A opção File serve para abrir fotografias e guardá-las após a utilização do programa. Com este comando é possível abrir fotografias existentes no disco rígido do computador ou iniciar projectos gráficos novos. No momento de guardar os novos ficheiros de imagem, podem usar-se as extensões JPG (para fotografias normais, com um grau de compressão 10 sem reduzir a qualidade da imagem), GIF (para projectos gráficos ou imagens com fundos transparentes) e PNG (para projectos gráficos com grandes superfícies de cores homogéneas), entre outros.

É importante o recurso a um bom editor de imagem como o PAINT SHOP especialmente no caso de fotografias obtidas nas novas máquinas digitais, pois estas exigem quase sempre um apuramento das cores e dos contrastes.

3. FERRAMENTAS DE MÃO

Estas ferramentas servem para fazer crops (cortar), selecções (seleccionar apenas algumas zonas das imagens para posteriormente adicionar efeitos apenas a essas zonas), seleccionar cores na imagem, pincelar, apagar, pintar com spray, banhar completamente algumas zonas com uma única cor, usar a opção de texto... O recurso a estas ferramentas exige alguma perícia e revela-se muito útil para fazer arranjos gráficos criativos.

4. TOOL OPTIONS

A caixa de opções de ferramenta deve ser activada no menu superior do programa (VIEW/TOOLBARS/TOOL OPTIONS). O recurso às ferramentas de mão (tópico 3) pode ser condicionado pelas opções da caixa Tool Options, que se abre automaticamente após a sua activação. Exemplo: Ao seleccionar o pincel no friso lateral esquerdo (FERRAMENTAS DE MÃO), a caixa de Tool Options fornece diferentes configurações da pincelada.

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COMO EDITAR FOTOGRAFIAS COM O PAINT SHOP |

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tutoriais como fazer apresentações multimedia com o POWERPOINT Como usar o POWERPOINT para fazer apresentações multimedia. O PowerPoint é um produto do pacote de aplicações Office, da Microsoft Corporation, que permite fazer apresentações criativas com recurso a texto, imagens, sons e vídeos, entre outras soluções próprias para impressionar numa sessão pública ou numa plataforma informática. Fabricante: MICROSOFT Corporation

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POWERPOINT printscreen

COMO FAZER APRESENTAÇÕES COM O POWERPOINT |

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1. FICHEIRO

Como na maioria das aplicações, o comando Ficheiro serve para abrir e guardar os projectos. Sendo o PowerPoint uma aplicação baseada em diapositivos (ou slides) que se sucedem, revelando cada um deles parte do conteúdo que se quer mostrar, qualquer novo projecto abre-se com a apresentação do primeiro diapositivo a compor. Assim, é após a composição do primeiro diapositivo que se vão introduzindo e compondo os diapositivos seguintes.

2. INSERIR

O comando Inserir serve para a maioria das acções de composição do projecto, desde criar novos diapositivos, referências vitais (numeração dos diapositivos, data e hora), inserir imagens, diagramas, textos (em caixas de texto), filmes e sons, gráficos, tabelas e outros objectos. É através deste botão Inserir que a apresentação PowerPoint irá constituir-se como depositária de conteúdos; só após a inserção dos conteúdos é possível operar sobre a forma mais ou menos criativa (os chamados efeitos) como estes irão surgir na aplicação (tópicos 7, 8 e 9).

Inserir NOVO DIAPOSITIVO

Em Inserir, escolher Novo diapositivo. O sistema atribui um novo diapositivo vazio para trabalhar. Conforme a nota do tópico 3, é possível copiar um diapositivo clicando sobre ele com o botão direito do rato e colá-lo de seguida escolhendo a opção Colar.

Inserir IMAGEM...

Em Inserir, escolher Imagem e de seguida escolher o tipo de imagem: Do ficheiro (disco rígido do computador — o mais comum), Do ClipArt... (ou seja: da base de dados — cliparts ou animações da própria aplicação, o que exige a sua instalação prévia), WordArt (texto pré-formatado disponível na aplicação), Formas automáticas (figuras geométricas) ou Organogramas (formas automáticas disponíveis para receberem textos). Atenção: A operação mais comum é Inserir/Imagem/Do ficheiro... (e procura-se numa pasta do computador a imagem a inserir). Aconselha-se a utilização de imagens suficientemente grandes (1024x768 pixéis, por exemplo, se as queremos ver em todo o ecrã) para poderem manter toda a sua qualidade, mas não exageradamente pesadas, para que a aplicação final não se torne muito exigente em termos de espaço no disco rígido. Assim, deve-se usar um programa de tratamento de imagens para concretizar estes objectivos: o XAT IMAGE OPTIMIZER, por exemplo. Se forem utilizadas imagens demasiado pequenas, é certo que perderão qualidade ao serem redimensionadas no próprio diapositivo e posteriormente visualizadas numa tela.

p.2-5 Inserir CAIXA DE TEXTO

Após optar por este comando, clique-se sobre o diapositivo onde se pretende inserir o texto e digite-se... Clicando sobre os limites da caixa de texto, esta pode ser deslocada ou redimensionada no diapositivo. A formatação do texto pode ser executada a partir do menu superior (tipo de letra, tamanho, cor, alinhamento, etc.) depois de banharmos o texto a formatar.

Inserir FILMES E SONS

Após optar por este comando, escolha-se Filme de ficheiro... ou Som de ficheiro... e procurem-se os respectivos ficheiros numa pasta do computador. Atenção: É possível fazer uma apresentação em PowerPoint narrada diapositivo a diapositivo ou na sua totalidade. Para narrar diapositivo a diapositivo, opte-se por Inserir/Filmes e sons/Gravar som, e grave-se a narração para um microfone ligado ao sistema. Para narrar a apresentação no seu todo, a melhor opção é fazê-la correr conforme os tempos de visualização previstos e gravar as narrativas em sintonia para um gravador digital. Este ficheiro de som poderá ser utilizado posteriormente no trabalho e, se necessário, ser ainda editado num programa adequado (o MIXPAD, por exemplo).

Veja-se também o tópico Introduzir som em toda a apresentação (abaixo).

Inserir TABELA

Após optar por este comando surge um painel de construção da tabela, com possibilidade de escolher o número de linhas e o número da colunas. Após esta operação é possível escrever em qualquer célula.

3. FORMATAR

O botão Formatar serve, como o próprio nome diz, para proceder à formatação básica do esquema de diapositivos, dos tipos de letra, alinhamentos e fundo. Atenção: A concepção duma apresentação em PowerPoint não é difícil, a não ser que se opte com um enorme conjunto de efeitos que tanto podem melhorar o trabalho como torná-lo excessivamente 'rebuscado'. Assim, tendo os conteúdos (textos, imagens, áudios e vídeos) devidamente armazenados para a aplicação, o processo mais simples para a construção de novos diapositivos será fazer uma cópia do primeiro e ir utilizando o mesmo esquema para os seguintes, mudando-se apenas os conteúdos; deste modo, garante-se uma coerência formal entre todos os diapositivos e de toda a apresentação, o que torna o resultado final mais agradável ao olhar e mais eficaz.

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Formatar MODELO e/ou ESQUEMA DE DIAPOSITIVOS

É possível escolher modelos e esquemas de diapositivos pré-concebidos e aplicá-los num único ou em todos os diapositivos do trabalho. Este recurso é utilizado para apresentações simples, sendo certo que os desenhos de modelos e esquemas estão estandardizados, o que pode não servir para utilizadores mais exigentes (tudo depende, naturalmente, da maior ou menor ambição da apresentação).

Formatar FUNDO

Independentemente do modelo e/ou do esquema de diapositivos seleccionado (ou não), é sempre possível adicionar um fundo de cor diferente do fundo branco da aplicação inicial ou mesmo escolher uma imagem disponível no computador para usar como fundo. Tal como os modelos e os esquemas, os fundos podem também ser aplicados a um único, a vários ou a todos os diapositivos da aplicação. Atenção: Para além de cores e imagens, é possível optar por fundos disponibilizados pelo próprio programa. Entretanto, no momento de seleccionar o fundo é importante considerar as características das imagens e das cores utilizadas nos textos do trabalho, para que os elementos combinem na perfeição, respeitando princípios estéticos e de eficácia.

Veja-se também o tópico Cuidados a ter na concepção do design da apresentação (abaixo)

4. PAINEL DE DIAPOSITIVOS

Este é o painel de visualização de uma sequência de diapositivos, que se vai actualizando à medida que novos diapositivos são criados. Clicando com o botão direito do rato sobre cada um dos diapositivos aqui dispostos é possível mudar as suas propriedades (fundo, modelos de apresentação...), bem como eliminar ou criar novos diapositivos.

5. DIAPOSITIVO EM EXECUÇÃO

Nesta zona central da interface da aplicação situa-se o diapositivo em execução. Imagens, filmes e texto aplicáveis são aqui trabalhados com o botão direito do rato, após o que surgem os comandos Animação personalizada... e Definições de acções... (para inserir uma animação disponível no menu da direita — tópicos 7, 8 e 9). Outro comando — Formatar imagem... — serve para agir sobre as imagens introduzidas).

6. ORDENAÇÃO DAS ANIMAÇÕES

Os números que surgem no canto superior

p.3-5 esquerdo das imagens, ou dos textos ou outros objectos introduzidos no Diapositivo em Execução identificam as animações exercidas. Clicando sobre estes números, surgem, no painel de acções da direita (tópicos 7, 8 e 9) as animações correspondentes, permitindo assim modificá-las em qualquer momento. ATENÇÃO: A cada objecto do diapositivo corresponde um ou mais números que identificam e ordenam a ou as animações respectivas (uma imagem, por exemplo, pode ter um número correspondente à animação que a faz Entrar e, no mesmo diapositivo, um outro número correspondente à animação que a fazer Sair). Assim, torna-se fácil perceber (e modificar ou anular) a sequência das acções que decorrerão nesse diapositivo, permitindo estabelecer os parâmetros da sequência (animação, acções do rato, direcção e velocidade dos movimentos, temporização...). Entretanto, para manter a apresentação simples, não se aconselham muitas animações no mesmo diapositivo.

7. ANIMAÇÃO PERSONALIZADA

Animação personalizada é a acção (ou conjunto de acções) que se exerce sobre cada objecto da apresentação. Clicando com o botão direito do rato sobre cada um dos objectos (texto, imagem, áudio, vídeo...), surge neste painel da direita a opção «Adicionar efeito...», e daqui as vários opções de efeito: cada acção será identificada com um número, conforme o que se descreveu no tópico 6.

8. MODIFICAR/REPRODUZIR EFEITO...

Neste painel é possível especificar o modo como a animação personalizada (tópico 7) irá decorrer: «ao clicar», «com o anterior» ou «a seguir ao anterior». Logo abaixo, o painel oferece novos menus para melhor caracterizar a acção: movimentos, temporização ou outros.

9. PAINEL DE ANIMAÇÕES

Neste painel estão ordenadas as animações personalizadas introduzidas em cada objecto da apresentação. Clicando com o botão direito do rato sobre cada animações é possível modificar as suas propriedades.

10. BARRA DE FERRAMENTAS «IMAGEM»

Sempre que é introduzida uma imagem na apresentação, surge a respectiva Barra de ferramentas, que permite editar essa imagem: definições de cor, contraste, luminosidade, recorte, rodar, etc. Atenção: Se a Barra de ferramentas não surgir automaticamente, clique-se na imagem com o botão direito do rato e opte-se por «Mostrar barra de ara

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ferramentas Imagem...». Esta acção sobre a imagem permite ainda agrupar imagens (juntar mais do que uma imagem num grupo, podendo actuar em todas as imagens agrupadas como se fossem um único objecto), ordenar («trazer para a frente» ou «enviar para trás»), introduzir uma acção personalizada e/ou definir um efeito, formatar a imagem e inserir uma hiperligação.

11. ADICIONAR NOTAS

Neste espaço pode-se fazer anotações à margem: as informações não são visíveis no momento da apresentação do PowerPoint, mas servem de orientação no momento da sua execução, funcionando como uma espécie de diário de bordo. Caracterizado desta forma cada um dos diapositivos, aqui pode ficar uma memória descritiva (resumida) dos conteúdos introduzidos.

12. ATALHO PARA «FORMAS AUTOMÁTICAS»

No friso inferior da interface surge este conjunto de botões que servem como atalho para introduzir e modificar alguns objectos: linhas, setas, formas geométricas, texto, WordArt, sombras, estilos 3D, etc. ATENÇÃO: No canto esquerdo deste friso inferior existem três pequenos botões que permitem prévisualizar a apresentação dos diapositivos: «Vista normal», «Vista de organização...» e «Apresentação a partir do diapositivo actual...». Clicando nesta última opção, a apresentação será experimentada em modo ecrã inteiro.

Veja-se também o tópico Fazer a apresentação correr continuamente em Data-Show (abaixo)

CUIDADOS A TER NA REALIZAÇÃO DE UM POWERPOINT #1 — Introduzir som em toda a apresentação A operação de introduzir som no PowerPoint pode exigir alguns cuidados, mediante o modo como queremos que ele seja reproduzido. Se o pretendido é que o som seja reproduzido num só diapositivo, então segue-se o caminho INSERIR/FILMES E SONS/SOM DE FICHEIRO... Entretanto, é habitual pretender introduzir um som que seja reproduzido ao longo de toda a apresentação. Para o efeito, no primeiro diapositivo (ou no diapositivo onde se pretende dar início ao som), siga-se o seguinte caminho: APRESENTAÇÕES/TRANSIÇÃO ENTRE DIAPOSITIVOS... (no friso superior). De seguida, no painel de funções da direita, escolha-se SOM/OUTRO SOM... (no fim da lista), e procure-

p.4-5 se o ficheiro de som numa pasta do computador. [Atenção: neste caso, o único formato de som aceite é WAV, som WAVE]. Por fim, active-se a caixa «Repetir até ao som seguinte» no mesmo painel. Assim, o som seleccionado funcionará até encontrar outro diapositivo onde tenha sido inserido outro som. Para verificar, corram-se todos os diapositivos e verifique-se que a opção SOM apresenta [NENHUM SOM]. Grave-se a apresentação e experimente-se. Qualidade do som Uma apresentação em PowerPoint não deve ser muito pesada, para ser funcional. Assim, antes de introduzir qualquer som, verifique-se se os respectivos ficheiros estão comprimidos (não devem pesar muito mais do que 1Mb). Se necessário, edite-se o som num programa apropriado, como por exemplo o MIXPAD).

#2 — Fazer a apresentação correr continuamente em Data-Show Em certos momentos pode pretender-se que uma apresentação PowerPoint corra continuamente sem intervenção do utilizador: neste caso, ela só vai parar após um clique na tecla 'ESC'. Para introduzir esta opção, aceda ao menu APRESENTAÇÕES/CONFIGURAR APRESENTAÇÃO... (no friso superior) e, de seguida, marque a opção REPETIR CONTINUAMENTE ATÉ PREMIR A TECLA 'ESC'. Para anular esta opção, sigam-se os mesmos passos e desmarque-se a opção.

#3 — Cuidados a ter na concepção do design da apresentação Certas opções que se tomam com a finalidade de tornar a apresentação mais sugestiva podem atrapalhar a sua compreensão e sentido estético. Assim como o desenho da interface de uma aplicação deve obedecer a princípios que a tornem «amigável» e facilitadora, também o design de uma apresentação em PowerPoint não deve ignorar estes mesmos princípios. Então, sigam-se estes conselhos: — Não utilize fundos muito «rebuscados», pois interferem negativamente na leitura dos textos e na visualização das imagens. Se o fundo for escuro, utilize cores claras para o lettering, e vice-versa. — Não utilize tamanhos de letra muito pequenos nos textos, nem introduza muito texto

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TUTORIAL


p.5-5

em cada diapositivo: lembre-se que a mensagem deve ser facilmente apreendida e numa apresentação para uma grande plateia todos os presentes devem conseguir ler sem esforço os conteúdos da apresentação. — Não abuse de imagens e sons: o excesso de imagens e/ou sons pode confundir-se com 'ruídos' que interferem negativamente na interpretação da mensagem. — Faça apresentações sintéticas: a sua intervenção no momento de as tornar públicas não pode resumir-se à leitura dos tópicos do PowerPoint. É muito importante que você revele conhecimentos profundos sobre as matérias em causa, para que os tópicos sejam apenas isso mesmo, ou seja: tópicos...

#4 — Guardar o ficheiro PPS para apresentar na Web A forma mais prática de visualizar uma apresentação PowerPoint na Web exige que a gravação do trabalho seja feita com a extensão PPS (em vez de PPT). A versão PPT faz com que a apresentação abra na Web no modo de construção e não no modo de visualização. Assim, para a sua utilização on-line, deve optarse por «Guardar como.../Apresentação do PowerPoint», após o que o ficheiro criado terá a extensão PPS, adequada para uma perfeita visualização na Web.

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tutoriais como comprimir imagens com o XAT Como usar o XAT IMAGE OPTIMIZER para redimensionar e comprimir imagens. O Xat Image Optimizer é um pequeno programa de edição de imagens, que serve fundamentalmente para redimensioná-las e comprimi-las de modo a facilitar o seu uso em diversos outros programas e poupar espaço na Web e no disco rígido do computador. Fabricante: XAT.COM

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XAT IMAGE OPTIMIZER printscreen

COMO COMPRIMIR IMAGENS COM O XAT |

TUTORIAL


p.2-2 1. FILE/FICHEIRO

O comando FILE (Ficheiro) serve para abrir as imagens e guardá-las (Save optimized as...) após a operação de compressão e/ou redimensionamento. Na mesma linha de comandos, pode adquirir a imagem através do scanner (digitalizador), entre as demais básicas opções. ATENÇÃO: Para salvar a imagem comprimida, use o comando FILE/Save Optimized As... após a operação do tópico 5.

2. CROP

O botão de CROP (recorte) serve para recortar a imagem com as dimensões pretendidas.

3. RESIZE & ROTATE

O botão RESIZE & ROTATE serve para redimensionar a imagem (aumentá-la ou reduzila). No painel de Control/Transform Image, que surge na interface após a selecção desta opção, é possível girar a imagem 90º, 180º e 270º. É ainda possível rodar outros valores arrastando o rato sobre a imagem em movimentos angulares diversos.

4. CAPTION

A função CAPTION permite inserir texto na imagem. No painel Control/Caption, que surge na interface após a selecção desta opção, é possível escolher as diferentes opções de texto: corpo da letra, tamanho, cor, posição, sombras, etc.

5. COMPRESS IMAGE

A opção COMPRESS IMAGE (identificada com uma mão no menu da esquerda) é a mais-valia deste programa, pois fornece de imediato uma cópia da imagem/fotografia comprimida (Optimized). Após a selecção das opções de compressão, regressa-se ao comando File/Save Optimized As... para guardar. ATENÇÃO: As opções de compressão surgem na interface após a selecção desta opção, e aqui podem ser definidos os índices de compressão e também os diferentes formatos de gravação. Acontece que na versão não profissional do XAT OPTIMIZER só é possível guardar os ficheiros nos formatos JPG (para fotografias) e PNG (para gráficos). Ao escolher o índice de compressão, a imagem fornece uma pré-visualização do resultado dessa compressão, permitindo assim avalizar antecipadamente o resultado obtido. Uma compressão até 70% permite uma boa imagem no formato JPG, mas mais do que isso pode afectar negativamente as cores da fotografia. É possível prever o índice de compressão e o tamanho da imagem resultante em cada um dos formatos disponíveis, permitindo assim optar pela gravação no formato que oferecer uma melhor relação tamanho/qualidade.

ATENÇÃO: A qualidade do texto inserido nas fotografias com o XAT OPTIMIZER não é das melhores, já que a aplicação é usada fundamentalmente para compactar e redimensionar. Para inserção de texto nas imagens aconselha-se o programa PAINTSHOP.

JUL2008

anterodealda@gmail.com

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TUTORIAIS EV  

ESCOLA EB 2/3 DE AMARANTE Educação Visual (3º Ciclo) Tutoriais 7º/8/9º ano