Issuu on Google+

2011 Fluxos Migrat贸rios

Paula Garcia Processos identit谩rios


Fluxos Migratórios

Os fluxos imigratórios que influenciaram Portugal entre os anos 80 e seguintes: ...... 3 Quais os contributos demográficos dos Estrangeiros em Portugal ................................ 4 Qual o impacto da imigração nas sociedades Europeias a nível: .................................. 5 Contas do Estado ................................................................................................................... 5 Impacto sobre o consumo ..................................................................................................... 5 Mercado de trabalho .............................................................................................................. 5 Integração na Sociedade ...................................................................................................... 6 Conclusão ................................................................................................................................ 6

Paula Garcia

Página 2


Fluxos Migratórios Os fluxos imigratórios que influenciaram Portugal entre os anos 80 e seguintes: Portugal a partir da década de 90 passou a integrar o grupo de países voltado para a imigração. Houve um período entre os meados dos anos 70 até ao inicio dos anos 80, em que o número de entradas no País superou o número de saídas. Estes fluxos migratórios converteram-se na componente principal do crescimento populacional em Portugal porque atribuiu-se como um país de destino para um crescente número de cidadãos de nacionalidade estrangeira. Dos fluxos que mais influenciaram Portugal, na primeira parte dos meados dos anos 80, foram os estrangeiros dos Países Africanos como Angola, Cabo – verde, etc., que aumentaram com a descolonização. Na segunda parte dos anos 80 com a abertura a outras nacionalidades, como os Brasileiros, Chineses, Indianos e Paquistaneses foi fortalecida, amplificação geográfica de que nos anos mais recentes, e em consequência obteve um novo fôlego, alongando-se aos Países Europeus de Leste, em especialmente da Ucrânia, Moldávia, Rússia e Roménia. Isto fez com que Portugal se tornar-se mais diversificado do que no passado em 2003 que foram apuradas pela SEF em 2003 proximamente 170 nacionalidades diferentes para os estrangeiros residentes em Portugal de quando em 1981 que foram apuradas cerca de 100 estrangeiros.

Paula Garcia

Página 3


Fluxos Migratórios Quais os contributos demográficos dos Estrangeiros em Portugal

Os estrangeiros são na sua maioria de sexo masculino e em faixas etárias mais jovens dos 15 aos 34 anos, essencialmente por Portugal ser um país virado para o laboral, mas com suas desvantagens porque aproveita esses trabalhadores que a maior parte serem ilegais para trabalho pouco qualificado com baixos salários e poucas perspectivas de carreira. Por outro lado as faixas etárias são menos acentuadas no caso de algumas nacionalidades africanas em especial cabo-verdianos em comparação com os estrangeiros da Europa do leste, mas não se pode considerar uma desvantagem porque aumenta ao reagrupamento familiar, que é um dos motivos de pedirem a residência em Portugal. Em 2002 o número de pais estrangeiros em Portugal representava 10% do total de nascimentos e continua a crescer, esse acréscimo pode dever-se a um aumento do numero crescente de estrangeiros, que podemos reforçar com outros dois factores em primeiro a estrutura etária, existe uma enorme concentração de mulheres estrangeiras entre os 15 e os 49 anos, em segundo os níveis de fecundidade dos estrangeiros são em média superiores de que os Portugueses, pertencendo aos níveis mais altos as Africanas e as asiáticas. Com tudo estes dados é sem a menor duvida que os estrangeiros em Portugal marcam demograficamente com o aumento da população e decréscimo da faixa etária e sem contar a superioridades estatísticas das mulheres seria ainda maior.

Paula Garcia

Página 4


Fluxos Migratórios Qual o impacto da imigração nas sociedades Europeias a nível: Contas do Estado Em relação ao impacto nas contas do estado pode se dizer que é positivo, porque os imigrantes são bons contribuintes estejam eles legalizados ou em vias de estarem. Por exemplo na segurança social o valor da contribuição é de 11%, na prestação de desemprego a media baseada nas remunerações dos doze meses anteriores é de 1,47%, nas finanças.

Impacto sobre o consumo

Ao longo dos anos a tendência dos imigrantes que enviam o dinheiro que conseguem ganhar tem vindo a diminuir, porque cada vez mais os familiares tendem à vir para Portugal, levando assim ao menor envio de remessas de dinheiro e possibilitando assim um aumento no consumo necessário mas indispensáveis para a integração permanente neste País.

Mercado de trabalho

Dos imigrantes trabalhadores, encontra-se a trabalhar 77%, com um índice de taxa de desemprego de 4%, os que tem mais contribuído são os imigrantes dos países do Centro e Leste da Europa e do Brasil. Apesar que em 2003 A taxa de desemprego ter aumento, só afectou superficialmente. Pois continua a ser inferior aos trabalhadores que estão no activo.

Paula Garcia

Página 5


Fluxos Migratórios

Integração na Sociedade

Os imigrantes cada vez mais estão integrados na sociedade, o que muito contribuiu para isso foi o aumento dos apoios como do centro nacional de apoio aos imigrantes, porque torna mais fácil serem informados sobre os papéis e não só também ajudados a ficarem legalizados. A sua integração é benéfica porque muitos dos imigrantes optam por trazer suas famílias e construírem as suas vidas no país residente, só regressando ao seu país de origem para férias.

Conclusão

Tendo em conta tudo o que li e escrevi, é na minha opinião que a migração é benéfica para um país, porque os imigrantes contribuem para um aumento no desenvolvimento financeiro como o enriquecimento cultural. Apesar de já haver apoios, acho que devia existir mais, mais tolerância porque afinal os imigrantes uma base fundamental para o crescimento de um país. Afinal se não conseguirmos apoiar os imigrantes, não devemos esperar que os imigrantes portugueses sejam apoiados nos países de acolhimento, devemos sim pensar quanto nos beneficia este intercâmbio.

Paula Garcia

Página 6


Fluxos Migratórios