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D’Araújo Pensamentos Vivos


Copyright ©2014 – Todos os direitos reservados a: D’ Araújo

1ª Edição 2017


Colaboradores:

Diagramação: D’Araújo

Capa:

Criação, design e acabamento: D’Araújo


Agradecimentos:

Agradeço e dedico esta obra a todas estas belas criaturas, que me proporcionam os melhores momentos nesta minha breve existência.


Prefácio

“Deixo aqui minha alma impressa. Em parágrafos tortos, frases em desordens, sílabas atônitas, letras soltas, versos, prosas e sentimentos vivos. Até que o passar do doce e perverso tempo os façam eternos”.


O que destrói o homem não é os seus inimigos e sim o seu próprio ego.


Os melhores momentos do meu viver foram aqueles em que repousei no conforto dos teus belos seios, Oh! Minha doce amada.


A neurose humana pela beleza estÊtica chegou a um ponto que hoje em dia, balança assusta mais do que Gato preto.


Muitas vezes nos sentimos desconexos com o meio em que vivemos mais desconexos mesmo ĂŠ o desejo do pra sempre em um mundo que sĂł cultua as futilidades do hoje.


Antes de acreditar em tudo aquilo que te falam, observe bem todos que te cercam.


Tudo nesta vida tem o valor exato que damos a eles, inclusive "O Amor e a Dor.�


No inicio são somente palavras, ai vem o desejo, depois é só sentimentos.


O amor nasce como os desejos, o olhar ĂŠ sĂł o primeiro passo.


Nunca vistes em mim, o que eu mais fui para ti, pois me pintaste com a cor que lhe tinha mais serventia.


A acidez dos meus dias quentes se dissolveu na doce brisa do teu sorriso.


Os Ăşnicos fantasmas que nos perseguem, sĂŁo aqueles que criamos e acolhemos em uma tentativa desesperadora de preenchermos nossos prĂłprios vazios da alma.


É nos lençóis dos desencantos, que enxugamos as lagrimas das nossas tenebrosas escolhas pífias.


Um dos nossos grandes problemas, ĂŠ que estamos concedendo doutorado a analfabeto, e tratando os nossos doutores como analfabeto.


A minha fé só acaba, quando o meu coração não mais existir.


Como ĂŠ perversa, a incompreensĂŁo dos desejos de si mesmo.


Se for felicidade eterna que procuras, entĂŁo se farte de si mesmo.


Não existe lugar seguro para se viver, fora do conforto da sua própria consciência.


O ser se adapta com tanta facilidade a uma vida indesejada que nem percebe mais os seus eminentes fracassos.


Na atual conjuntura polĂ­tica da nossa pĂĄtria, nos leva a refletir em que momento deixou de se formar cidadĂŁos e passamos a produzir alienados.


Com passar dos tempos o homem se adaptou a conviver com a misĂŠria ao seu lado, e os gritos dos esfomeados, passaram a nĂŁo perturba os frĂĄgeis ouvidos dos eleitos.


A maldade é a filha bastarda do desejo insano, ao que é do próximo.


Chegamos a um ponto tão absurdo na história da humanidade, que a única coisa que separa deus do demônio é só um ponto de vista.


Se tivéssemos a mesma quantidade e sugestões e ações contra a corrupção, na mesma proporção que temos contra certo mosquito, certamente não restaria um só corrupto no solo desta nobre pátria.


Pela forma que agimos em relação aos desmandos dos nossos governantes, e lotamos as ruas pelo fim da corrupção mais sem nenhuma única linha que descreva uma sugestão de como combate-la. Remete-nos a uma triste constatação, de que já faz algumas décadas que nossos cidadãos foram contaminados com encefália politica.


Nesta pobre Pátria a única coisa que muda depois das eleições é o número da conta, para onde o dinheiro publico são desviado


Não existe fim da linha o que temos é um breve intervalo entre o que já é, e o que está por vir.


Com um falso discurso sistemático de liberdade e modernidade criamos algumas gerações de seres fúteis e inúteis que fatalmente vão nos jogar em desgraças que levaremos décadas para recuperarmos.


A triste realidade do mundo em que vivemos, onde a política, a justiça e as religiões andam de mãos dadas com um único proposito de manipular a opinião dos seus leais servos para perpetuarem as suas regalias do maná dos eleitos.


O silĂŞncio agonizante dos Ăşltimos dias de um sonho.


A honestidade nos tempos de hoje ĂŠ uma escolha perversa e muitas vezes desastrosa.


Pobre PĂĄtria mal amada Brasil, onde os polĂ­ticos lavam, o TCU enxagua o STF seca, e no STE tudo passa.


Que eu nunca seja a tua Ăşnica fonte de felicidade. Mas que eu seja o melhor alimento da tua felicidade de cada dia.


Para a dor dos que ficam a cura vem do mesmo mal que a causou. O velho incontrolĂĄvel e infalĂ­vel tempo.


Palavras às vezes fazem milagres. Mas quando ditas em um momento inapropriado, também podem se transformar em seu próprio purgatório.


Não espero caminhos retos e sem obstáculos, no meu viver. O que eu espero, é que nunca me falte determinação para trilhar todos eles.


Quando éramos sós nós, nada mais existia. Mas quando tudo se faz vida. Ai nós é que deixamos de existir.


Não há nada mais desagradável na vida de um ser, do que se chegar a triste conclusão, de que poderia ter feito tudo diferente.


Cuidado com as suas escolhas, Pois a mão, que te conduz ao paraíso. É a mesma que ti arremessa ao purgatório das desilusões.


O silĂŞncio ensurdecedor da tua ausĂŞncia faz o peito se dilacerar em prantos. Pois ainda ecoa na alma, a doce brisa do teu sorriso de flor.


A vida chorando onde só havia morte sem se dar conta, que a morte só é o fim. Para aqueles que não acreditam em recomeço.


Curando a solidão do amar eterno, neste inferno dos meus pensamentos não lúcido, entre o absurdo e a gloria do ser só.


A lembrança e a saudade é o sentimento que nos da à certeza que valeu a pena tudo que foi vivido. E não a dor do que deveria ser pra sempre.


Retomando o meu tempo que deixei a mercê do acaso, Vou navegando a todo vapor, em direção dos meus mais doces sonhos.


No rastro do desejo de viver, Vou deixando os sobejos dos meus dias. Na sombra de um novo amanhĂŁ.


A tua doce presença, hoje me parece tão distante que às vezes até me esqueço de que a possuir com tanto fervor.


Que o tempo que nos resta no amanhĂŁ, seja suficiente para apagar a dor do ontem, e a infelicidade do hoje.


Até quando vamos deixar o nosso amor nas mãos do perverso tempo. Que não permite vacilo nem repouso.


VocĂŞ ĂŠ o meu melhor sonho, quando estou acordado. E a minha melhor realidade do sonhar.


O sistema judiciário foi criado com a função de proteger a casa grande dos eleitos e os seus tropeços infames. E manter os pretos e pobres em suas senzalas dos desenganos.


Infelizmente tem pessoas que sĂł entende o que ĂŠ sincero e verdadeiro. Quando a mentira repousa ao seu lado.


Os sonhos naufragados sĂŁo resultados dos equĂ­vocos cometidos nas escolhas. Quando se avalia o prĂłximo, por si mesmo.


Quando o meu sentir não era mais teu eu mim desfiz de mim mesmo, na esperança do teu ser, em mim não mais existir.


A tanta vida no flagrante de um olhar sublime. Que chegamos a esquecer de que tudo um dia acaba.


No aconchego do teu ser, ĂŠ que eu encontro o parecer exato do ser feliz, na plenitude do existir.


Um dia meus lĂĄbios inadvertidamente te disseram, eu te amo. E meu corarĂŁo sorriu, minha alma se alegrou. EntĂŁo festejei a tua chegada.


Vejo a vida passando pela fresta da janela do tempo, que desliza sob o meu desejo de ser sempre eu mesmo.


NĂŁo podemos viver sem sonhos, Mas nĂŁo podemos viver unicamente deles.


Afogado no lamento do querer. Faz-me pensar como ĂŠ doloroso a ausĂŞncia de amor, e o viver querendo sempre mais....


O Ăşnico proposito do pensar ĂŠ o fazer, fora disto tudo ĂŠ puro devaneio.


Nada mais avassalador na alma humana. Que o terrĂ­vel silĂŞncio fĂşnebre da despedida.


Em desejos soberbos fico a vagar nas possibilidades do amanhĂŁ, diante um ontem tĂŁo promissor e um hoje tĂŁo inserto.


Existem certas coisas que por mais que vocĂŞ relute em acreditar. Elas se tornam eternas a revelia dos nossos desejos.


Na maioria dos casos de mudanças de håbitos. AdvÊm de uma necessidade, e raramente de uma nova descoberta.


A nossa querida Pátria chegou ao ápice do ridículo. Pois a corrupção já contaminou tudo, que vai da maternidade ao túmulo.


E em mim ĂŠ eterna hĂĄ vontade de que a noite nĂŁo tivesse fim, pois assim perpetuaria o cheiro e sabor do teu desejo em mim.


O mais perverso no nosso viver há dois, e que nos entristece é ver a inútil luta do ser que amamos, tentando esconder-se de suas próprias verdades.


Nunca segui estradas alheias, sempre preferi construir meus prรณprios caminhos.


A complexidade de o meu pensar ĂŠ consumida todos os dias, Pela simplicidade do meu viver.


Algumas pessoas trocam de amores, com a mesma rapidez que se livram, das suas peรงas intimas na calorosa chama incontrolรกvel do desejo.


A paixão sega, caminha ao meu lado, e eu não sei em que dia, ou esquina, ela em mim vai tropeçar novamente.


A morte lenta e dolorosa de um amor verdadeiro, no dilacerado peito. Mas que mesmo assim ainda almeja um amanhĂŁ mais lĂşcido e tranquilo.


Do que nos vale uma vida longa, Se não tivermos alguém para compartilharmos. nossas conquistas neste escarço tempo do existir.


Nunca deveríamos perder a doçura voraz da inocência. Pois ela é a única forma De se preservar a felicidade do viver.


A dolorosa e desconfortĂĄvel Batalha diĂĄria. Para manter-se lĂşcido em uma sociedade de alienados.


Em uma democracia a noticia deixa de ser informação e passar a ser criação culposa quando contaminada por um único pensamento ideológico.


O que mais nos dói não são as coisas que nossos olhos veem, mas sim tudo que as nossas almas sentem.


O fardo mais nos pesa, nĂŁo sĂŁo das que vivemos, e sim daquelas que fingimos nem existir.


Já fui muito injusto com pessoas que não mereciam, mas também fui muitas fezes justo com algumas pessoas em um momento que não convinha, mas nada me foi tão doloroso que as vezes que injusto comigo mesmo para satisfazer a desejos alheios.


NĂŁo existe maior desengano do que a triste descoberta de que tudo que lhe restou foi o tenebroso ombro da solidĂŁo.


NĂŁo era pra ser profundo, nĂŁo era pra ser eterno, simplesmente nĂŁo era pra ser.


Nunca faltarรก luz no caminho de um sonhador, pois nรฃo existe maior luz que a de um sonho sincero.


Para quem se alia ao medo, o obscuro abismo da solidĂŁo lhe parece o paraĂ­so.


Imaginar que se muda uma Pátria com o voto, não passa de um pensamento imbecíl implantado para que a elite se perpetue no poder, enquanto a massa espera sentada até a próxima eleição pra mudar outra vez. Só o que nunca muda é o lado onde a mesa continua vazia,


Quando nos omitimos das nossas tristes verdades tudo acaba no tenebroso inverno da alma, onde sua Ăşnica companhia ĂŠ a assombrosa companhia da solidĂŁo das noites frias.


Impossível é só algo que ninguém ainda ousou fazer.


Condenamos os nossos coraçþes ao martírio eterno, quando nos deixamos amar com toda intensidade da alma.


Amor, um sentimento exclusivo e controversos da raรงa humana, que vai da euforia ao desespero com a mesma intensidade do primeiro olhar.


Tudo que fazemos nesta vida é na esperança de alcançarmos a felicidade eterna, mas muitas vezes tudo que conseguimos é um punhado de desenganos.


Igualdade de direito sem igualdade de oportunidade, não pode ser chamada de democracia, pois não passa de manipulação de ideologia.


A democracia se constitui no Livre pensamento, express찾o e atos, mas n찾o se mantem uma democracia duradoura e s처lida se n찾o houver a igualdade de oportunidade.


Em nossa usurpada Pátria fala-se muito em democracia, mas a grande massa trabalhadora, paga, Saúde, segurança e moradia de luxo para os nobres membros dos três poderes da republica, enquanto vivem em favelas e palafitas nas senzalas contemporâneas, e morrem nas filas do atendimento publico atingidos por balas perdidas,


"NĂŁo tens que temer ha Deus pelos seus erros e sim a ti mesmo pelas suas escolhas pĂ­fias"


Com um coração insensato, uma alma travessa e intermináveis sonhos vão traçando os meus dias, um a um sem a menor pressa do chegar.


A poesia nĂŁo foi criada para satisfazer ego e sim para acalentar a alma dos amantes


Definitivamente não falo mais “Obrigado” Pois gentileza deve ser um gesto espontâneo.


No mundo em que vivemos nĂŁo existe maior insulto para com o seu semelhante do que ser sincero.


Construir os alicerces dos nossos sonhos sobre os desejos alheios ĂŠ o primeiro passo para o fracasso.


O capitalismo na literatura moderna se tornou tĂŁo selvagem, que se registra direito autoral atĂŠ de peido desafinado.


O que transforma um ser em herói não são os seus atos, mas sim as transformações que ele provoca em seu meio.


No dia que pararmos apenas de falar sobre amar ao prรณximo, e comeรงarmos amando a nรณs mesmo, mudaremos o mundo.


Não existe vírus mais letal para a raça humana, do que a ganancia e o seu próprio ego.


Os Rios e córregos de toda grande são Paulo, reflete a concepção exata do pensamento ideológicos dos seus governantes, ou seja, só transita Merda.


Hoje a saudade do teu existir em meu viver, foi tĂŁo real, que o teu sorri e o inebriante cheiro da tua pele era quase palpĂĄvel.


A literatura ĂŠ a arte de transformar o imaginĂĄrio absurdo em realidade, mas na maiorias das fezes nĂŁo se consegue chegar nem perto da brutalidade da vida real.


Nada Ê mais sublime em meu ser, que a flor do teu sorri, a meiguice do seu olhar e doçura da tua bela alma.


NĂŁo ĂŠ a beleza das flores no seu jardim que te faz feliz, mas a felicidade da tua bela alma que que permeia tudo que te cerca.


Não tem como existir voto consciente, em uma Pátria de políticos sem consciência.


O poder de um lĂ­der ĂŠ apenas a sombra do desejo da maioria do seu povo.


A maioria dos que ama incondicionalmente aos seus inocentes doceis animais de estimação, é só porque eles não contestam as suas futilidades.


Muitos vĂŁo a templos e Igrejas, nĂŁo para encontrar a Deus, mas sim para se esconder das terrĂ­veis verdades de si mesma.


Para ti era sรณ mais um sorriso, mas era tudo que eu precisava para florir o meu dia.


Mais belo que o teus olhos sรณ mesmo o frescor da tua bela alma que por eles exalam.


"A beira do abismo estĂĄ logo ali depois da esquina do revĂŠs dos seus sonhos"


Amar é preciso, ser amado é necessário, e sofrer é consequência dos infortúnios dos amores perdidos.


Os melhores momentos do meu viver, foram aqueles em que repousei no conforto dos teus belos seios.


Amar com toda intensidade da alma era tudo que sabia fazer, atĂŠ conhecer um mundo onde o amar pode te levar a ruĂ­na, ai vocĂŞ passa a amar apenas no ritmo do limite da reciprocidade.


Se você está desanimado por não ter oportunidade, lembre-se daqueles que nem aqui estão.


Se nĂŁo consegue semear felicidade ao mundo, pelo menos nĂŁo o contamine com as suas lamurias.


Temos sempre que continuar a amar, amar , e amar, apesar das irreparáveis cicatrizes causadas pelos amores perdidos, é mostrar aos acomodados que não há dor que não se cure nem desejos que não se mude, pois amar é preciso.


atual conjuntura politica brasileira, nossa única esperança de que em breve, possamos ter novamente esperança.


Sempre pratique o maravilhoso dom de semear sonhos, mesmo nos lugares onde o desengano ĂŠ quase um fato consumado.


Mesmo que eu seja apenas uma gota de esperança em um oceano de possibilidades, continuarei atÊ o fim dos meus dias hå semear sonhos.


D’Araújo (Antônio de Araújo Silva), NATUROPATA e Mestre em REIKI, nasceu na Cidade de Ouricuri, no sertão de Pernambuco, em 27 de Fevereiro de 1963. Biografia: Seus pais Pedro Gonçalves da Silva e Dona Antônia Alves de Araújo, sendo o filho mais novo de quatro irmãos. Seu pai trabalhou como agricultor até 1970, quando foi morar na cidade, para que os filhos tivessem acesso à escola regular. Aposentou-se como monitor escolar e Dona Antônia como dona de casa. Estudou na Escola primária Telesforo Siqueira e concluiu o ensino fundamental na Escola Estadual São Sebastião. Iniciou o Ensino médio no Colégio Industrial em Ouricuri, mais só veio a concluir o curso em fevereiro de 2002, na Escola estadual Wallace C. Simonsen, em São Bernardo do Campo. Veio para São Paulo em definitivo em 1987. Morou no Itaim Paulista, Zona Leste, até junho de 1990, onde trabalhou como Meio Oficial Eletricista e Metalúrgico. Em julho do mesmo ano mudou-se para São Bernardo do Campo, onde participou ativamente nos movimentos de redemocratização. Trabalhou como metalúrgico, cobrador e motorista. Em 2004 monta seu consultório com: acupuntura–aurícula, massagem, Reiki, Moxabustão, Irridologia, Florais de Bach e Terapias Complementares. Em Dezembro de 2016 retorna a sua Cidade natal onde reside atualmente. Família: Casou-se em 1982 com Petronila Maria de Melo, com quem viveu 25 anos. Teve três filhos: Anna Patrícia, Ranyeri Marlon e Agda Priscila. Tem um neto chamado Arthur, filho de Anna Patrícia. Separou-se em 2007. Formação: Em Julho de 1994 se forma em Fotografia pela Associação de Belas Artes de São Bernardo do Campo. Em Janeiro de 1996 termina o curso de Introdução a Parapsicologia Aplicada, com o Professor Benjamim Bossa, na Paroquia São Geraldo Magela. Em julho de 2002 Ingressa na Humaniversidade Holística de São Paulo. Em novembro de 2003 recebe iniciação em Reiki nível I e II, na Humaniversidade Holística e centro Budista de Meditação. Em 2004 termina o curso de Naturopata, Massoterapia e Terapias complementares, pela Humaniversidade Holística de São Paulo, sendo que em setembro do mesmo conclui o nível III de Reiki. Em Setembro 2005 terminou sua formação de Primeiro Socorros em Quiropraxia, pela Universidade Livre Holística Casa De Bruxa em Santo André- São Paulo. Em julho de 2006 termina sua formação no curso de introdução a Iridologia, pela ANBATH, Associação Nipo-Brasileira de Acupuntura e Terapias Holísticas, com o Professor Hirashi Kaneshiro. Em Novembro de 2006 se forma como Mestre em Reiki, no método Reiki de cura Natural Usui Shiki Ryoho, na Escola Tradicional de Reiki Mikao Usui, Humaniversidade holística e Centro Budista de Meditação, com o Mestre Otávio Leal. Em dezembro de 2006 termina sua formação no curso de Introdução à Fitoterapia pela Fundação Herbárium de Saúde e Pesquisa Começou a trabalhar na área seis meses antes da formatura, na Associação de Promoção Humana Padre Leo Comissari, onde ficou até 2012. Em 2013 começou a atender no seu consultório no N.O.A.T.S. (Núcleo de Orientação e Atendimento Terapêutico Social).


Obras: O seu primeiro livro, o Romance “Enquanto Deus Dormia” (2009) Pela Editora, wwwwbiblioteca24x7.com causou grande impacto, pela nova visão ao encarar os problemas sociais de uma forma contundente, uma crítica à forma com que o homem manipula e explora aos seus semelhantes, usando a religião e a política como um alienador comum. Rendeu-lhe uma matéria de capa do caderno de Cultura do jornal ABCD Maior. Em 2010 lança a sua primeira obra de poesias, “O Grito da Alma, poesias e pensamentos” também pelo mesmo selo Editorial. O Livro é dividido em dois capítulos. Um de poemas, com uma forte carga de críticas sociais, e o segundo com poemas líricos. E pela segunda vez ele ganha a capa do caderno de cultura do jornal ABCD Maior. Em 2012 lançou pela mesma Editora sua primeira obra de contos e crônicas,“Calabouço Contos e Outros” ,e sem abandonar os temas sociais e estruturais da sociedade moderna, e a forma arcaica e irresponsável como o ser se comporta em relação ao meio ambiente e suas riquezas. Ele trás uma narrativa contundente sobre vários assuntos, entre eles: o Conto; “A Morte do Planeta Azul” que faz uma analogia sobre o colapso do Planeta, e logo ganha destaque no seu blog Literário. Em 2014 lança duas obras de Poesias pela Editora Perse. Desta vez ele divide os poemas com temas sociais e reflexões dos poemas líricos. Assim nasce: “Entre Lírios e Promessas” e “Covas Rasas”. Seus poemas ganham as redes sociais. Seu blog de literatura, “dearaujousinaliterária” sai do anonimato, e o seu perfil do “Google Mais” Supera a marca de Hum Milhão e duzentas mil visualizações. Participações em Antologias: Pela Editora: Grupo Editorial Beco dos Poetas. 1ª Seletiva Beco Dos Poetas: “Declaração de Amor a Poesia”, lançado em 2009 pela Editora: www.becodospoetas.com.br Poema: “Babel Dos Loucos” Antologia: “Desejo de Escrever” Lançado em 2014 pela Editora: www.becodospoetas.com.br Com o Poema: “Flores para Cegos” e a Crônica: “Sonhos Baratos” Antologia: “A Lua Sobre Nós” Publicado em 2015 pela Editora: www.becodospoetas.com.br Com o Poema: “Que Seja Rosa” Participações em Antologias internacionais: Site: www.fenix.org “Longos 08” Maio de 2014. Com o poema: Ela.

“Logos” Especial dia das Mulheres. Março de 2015 Poema: “Que seja Rosa”


“Longos 15” Julho de 2015 Poema: Paixão: Inicio, Meio, e Fim. “Logos 16” Setembro de 2015. Poema: Em Tudo... “Logos 17” Novembro de 2015 Poema: “Mulheres às Vezes...”. “Logos 19” Março de 2016 Poema: “Mar à Dentro”. “Logos Especial dia das Mulheres” Março de 2016. Com o poema: “Mulheres em Cárcere” Site de Portugal que divulga autores de vários Países. Da autora Portuguesa Carmo Vasconcelos e do autor Henrique L. Ramalho. Livros do selo próprio: Editora Usina Literária: “Palavras soltas pensamentos vivos” Edição: 2015 “Palavras soltas pensamentos vivos volume: II” Edição: 2016 “Usina do Pensar pensamentos vivos” Edição: 2016 Antônio de Araújo Silva, E-mail: dearaujo6789@gmail.com Mais sobre o autor: dearaujousinaliteraria.blogspot.com.br


Obras do autor por ordem de publicaçþes


Participações especiais em coletâneas


Participaçþes em Antologias Internacionais


ANTOLOGIA "LOGOS 20" Maio 2016 Com o poema: “Doce Relva” No site:

http://www.carmovasconcelosfenix.org/…/LOGOS20Mai2016-POE… De Portugal que divulga autores de mais de 50 Países; Da autora Portuguesa: Carmo Vasconcelos e do autor; Henrique L. Ramalho.


“Usina do Pensar pensamentos vivos” Edição do selo próprio: Editora Usina Literária daraujousinaliterariablosgpot,com.br 2016 - Downloads grátis.

“Poesia em Gotas pensamentos vivos” Edição do selo próprio: Editora Usina Literária daraujousinaliterariablosgpot,com.br 2016 - Downloads grátis.

“Poesias em Gotas pensamentos vivos” Volume II Edição do selo próprio: Editora Usina Literária daraujousinaliterariablosgpot,com.br 2016 - Downloads grátis.


“Memórias Frias pensamentos vivos” Edição do selo próprio: Editora Usina Literária daraujousinaliterariablosgpot,com.br 2016 - Downloads grátis.

“Das Coisas que Nunca Fomos” Edição do selo próprio: Editora Usina Literária dearaujousinaliterariablosgpot,com.br 2016 - Downloads grátis.

Edições do selo próprio do Autor: Editora Usina Literária Fica autorizada a todos a divulgação parcial ou na integra do conteúdo desta obra, em qualquer meio de comunicação e redes sociais, download, e impressão, desde que não tenha fins lucrativos ou gere qualquer beneficio intelectual ou financeiro. Sem prévia autorização do autor: D’Araújo.

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