Page 1


Anfíbios e Répteis Introdução ao Estudo da Herpetofauna Brasileira


Anfíbios e Répteis Introdução ao Estudo da Herpetofauna Brasileira

Paulo Sérgio Bernarde


Sumário

Agradecimentos 7

Prefácio 9

Apresentação 13 Capítulo 1

Capítulo 7

Ecologia de Anfíbios Anuros 105 Capítulo 8

Ecologia de Lagartos 131

Os Anfíbios 17

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 10

Capítulo 4

Capítulo 11

Os Répteis 23 Famílias de Anfíbios no Brasil 27 Famílias de Répteis no Brasil 47 Capítulo 5

Identificação das Espécies 83

Capítulo 6

Métodos de Amostragem e Coleta 89

Capítulo 9

Ecologia de Serpentes 147

Cuidados e Conduta em Campo 173

Acidentes Ofídicos 185 Capítulo 12

Lendas e Crendices 205

Referências Bibliográficas 217

Índice Remissivo 305

Capítulo 8 – Ecologia de Lagartos

5


Capítulo 1

Os Anfíbios

O nome anfíbio provém do grego (amphi = duplo; bio = vida) e se deve ao fato de que grande parte das espécies apresenta uma fase larval aquática na forma de girino (com respiração branquial e, em sua maioria, alimentação herbívora) e outra fase terrestre, adulta, com respiração pulmonar e cutânea e alimentação baseada principalmente em artrópodes. Os anfíbios apresentam a pele úmida e rica em glândulas, sendo as espécies viventes (6.771 espécies; Frost 2010) divididas em três grupos (ordens): Anura (sapos, rãs, jias e pererecas), Urodela ou Caudata (salamandras) e Gymnophiona (cobras-cegas ou cecílias). Sem dúvida, os mais conhecidos dos anfíbios são os anuros. O sapo-cururu (Rhinella schneideri, R. marina, R. icterica, antes alocados no gênero Chaunus e ainda anteriormente em Bufo) (Figura 1), é nosso conhecido desde a infância, por aparecer nos quintais das casas – podendo ser associado a alguma passagem tranquila ou a um verdadeiro escândalo de gritaria, dependendo da pessoa que o observa. Pertencente à família Bufoni- Figura 1. Sapo (Rhinella marina, Bufonidae) dae, apresenta a pele rugosa, patas relativamente curtas e duas glândulas parotóides (em que se concentra um veneno de ação cardiotóxica) localizadas dorsalmente atrás dos olhos. As pererecas da família Hylidae, adaptadas a uma vida arborícola, apresentam cintura delgada, pele geralmente lisa e discos adesivos nas pontas dos dígitos – que lhes permitem escalar superfícies verticais; os hilídeos conhecidos popularmente como perereca-do-banheiro (Scinax fuscovarius e S. ruber) (Figura 2), por invadir as residências, são provavelmente os mais Figura 2. Perereca (Scinax ruber, Hylidae) Capítulo 1 – Os Anfíbios

17


André Luiz Ferreira da Silva

Figura 15. Amazonella minuta

Magno Segalla

Figura 14. Atelopus spumarius

Figura 17. Rhaebo guttatus

Figura 16. Melanophryniscus alipioi

Figura 18. Rhinella castaneotica

30

Figura 19. Sapo-cururu (Rhinella marina)

Anfíbios e Répteis – Paulo Sérgio Bernarde


Capítulo 2

Os Répteis

Capítulo 2 – Os Répteis

Gustavo Irgang

Os répteis apresentam o corpo recoberto por escamas, com poucas glândulas na pele, estando melhores adaptados para a vida terrestre do que os anfíbios. As espécies viventes de répteis (9.258 espécies; Uetz 2011) compreendem quatro grupos: Crocodylia (jacarés e crocodilos), Testudines (quelônios: jabutis, tartarugas e cágados), Squamata (lagartos, anfisbenas e cobras) e Sphenodontia (tuataras da Nova Zelândia) (Zug et al. 2001). No Brasil são representados por 732 espécies (Bérnils & Costa 2011), pertencentes aos seguintes grupos: crocodilianos (6 espécies), quelônios (36), anfisbenas (67), lagartos (248) e serpentes (375). Os crocodilianos são animais visados para obtenção de carne e couro, sendo algumas espécies, como o jacaré-do-pantanal Caiman yacare e o jacaré-de-papo-amarelo C. latirostris, criadas para esses fins (Mourão 2000; Verdade 2004). Na Amazônia, como no lago Mamirauá e na bacia do rio Purus, existe potencial e possibilidade para o uso sustentável do jacaré-açu (Melanosuchus niger) e do jacaré-tinga (C. crocodilus) pelas comunidades tradicionais (Da-Silveira 2002; 2003). A utilização comercial desses animais, de acordo com o melhor manejo proposto para cada espécie em cada região, após estudos demográficos e sobre sua sustentabilidade, é uma forma de proteger os jacarés em seus ambientes (Da-Silveira 2003; DaSilveira & Viana 2003; Verdade 2004). Apesar de serem raros os ataques do jacaré-açu a seres humanos (e.g., Hall 1991; Evans & Wilkinson 1997), esses grandes jacarés (podem ultrapassar quatro metros de comprimento) (Figura 8) são temidos pelas pessoas. Figura 8. Jacaré-açu (Melanosuchus niger, Alligatoridae) 23


Figura 122. Drymobius rhombifer

Figura 123. Cobra-verde (Oxybelis fulgidus)

Klaczko et al. (2010); para Dendrophidion, Freire et al. (2010); para Leptophis, Albuquerque & McDiarmid (2010); para Mastigodryas, Outeiral & Lema (2003) e Montingelli & Zaher (2011); para Pseustes, Lema (1999) e para Tantilla, Sawaya & Sazima (2003) e Lema (2004a). Subfamília Dipsadinae (243 espécies) Gêneros Amnesteophis, Apostolepis, Atractus, Boiruna, Caaeteboia, Calamodontophis, Cercophis, Clelia, Coronelaps, Dipsas, Ditaxodon, Drepanoides, Echinanthera, Figura 124. Caninana (Spilotes pullatus) Elapomorphus, Erythrolamprus, Gomesophis, Helicops, Hydrodynastes, Hydrops, Imantodes, Leptodeira, Lioheterophis, Liophis, Mussurana, Ninia, Oxyrhopus, Phalotris, Philodryas, Phimophis, Pliocercus, Pseudoboa, Pseudoeryx, Psomophis, Ptychophis, Rhachidelus, Sibon, Sibynomorphus, Siphlophis, Sordellina, Taeniophallus, Thalesius, Thamnodynastes, Tomodon, Tropidodryas, Umbrivaga, Uromacerina, Xenodon e Xenopholis. Distribuição: todo o Brasil (Peters & Orejas-Miranda 1970). Esta subfamília reune espécies conhecidas como: muçuranas (Boiruna, Clelia, Mussurana, Pseudoboa e Rhachidelus), falsas-corais (Erythrolamprus, Oxyrhopus, Pliocercus e Siphlophis), boipevas (Xenodon), cobrasd’água (Helicops, Hydrops e Liophis), dormideiras (Dipsas, Imantodes, Sibon e Sibynomorphus), dentre outros vários nomes (Figuras 125 a 132). Trata-se de uma família muito diversificada quanto aos hábitos (ocupação de substrato, período de atividade, dieta etc.), que inclui Capítulo 4 – Famílias de Répteis no Brasil

71


Capítulo 5

Identificação das Espécies

Um dos obstáculos para o herpetólogo no Brasil é a inexistência de chaves taxonômicas para os anfíbios do país, assim como a desatualização das chaves para lagartos (Peters & Donoso-Barros 1970) e serpentes (Peters & Orejas-Miranda 1970), apesar da complementação feita por Vanzolini (1986b). Por isso, recomenda-se a utilização de chaves apenas para alguns grupos (famílias e gêneros) e/ou para algumas regiões. Existem guias específicos para algumas localidades, inclusive CDs com vocalizações de anuros, que auxiliam ainda mais na identificação. Em alguns casos é fundamental ter em mãos literatura de países vizinhos, como na Amazônia brasileira usar guias da Bolívia e do Peru, e no sul do Brasil trabalhos da Argentina e do Uruguai. Outra recomendação são os artigos de descrição e redescrição de espécies (muitos dos quais foram citados nos dois capítulos anteriores). Sempre é interessante lê-los, principalmente se a espécie descrita for para o bioma que você está pesquisando, e nos artigos de revisão geralmente há chaves para identificação dos grupos em questão. No presente capítulo serão apresentadas referências de chaves e ou trabalhos que apresentam fotografias para cada região do Brasil.

Anfíbios Para conhecer a morfologia externa dos anfíbios, como tipos de dedos e patas, forma do focinho e de outras partes do corpo e detalhes como presença de glândulas parotóides, forma do corpo ou tímpano visível ou não, recomenda-se ver as figuras e fotos explicativas presentes em Peters (1964), Duellman (1978; 2005), Heyer et al. (1990), Ribeiro et al. (2005), Lima et al. (2006), Lillywhite (2008) e Ziegler & Maneyro (2008). Essas características são necessárias para o reconhecimento das famílias e até das espécies, e também para percorrer chaves taxonômicas e compreender as descrições. É fundamental também que o interessado em estudar esses animais conheça Capítulo 5 – Identificação das Espécies

83


Capítulo 6

Métodos de Amostragem e Coleta

Para realizar os mais variados estudos herpetofaunísticos (inventários, autoecologia, comunidade, taxonômicos etc) é necessário encontrar esses animais na natureza. Alguns métodos de amostragem facilitam a captura, o encontro e/ou o registro de anfíbios e répteis, servindo também para quantificar as taxas de obtenção de espécimes, para que se possa comparar com outros estudos. Este capítulo apresenta os principais métodos de amostragem de anuros, lagartos e serpentes na região Neotropical e alguns dos principais estudos publicados no Brasil como exemplo desses métodos, seguindo Bernarde (2008) e Machado (2008); para estudos com girinos ver Heyer et al. (1994) e McDiarmid & Altig (1999), e revisão sobre estudos desenvolvidos no Brasil em Andrade et al. (2007). A maioria das espécies de anfíbios anuros é fácil de ser encontrada devido sua atividade de vocalização durante o período reprodutivo nos ambientes propícios à sua reprodução (lagos, brejos, poças temporárias, riachos etc.) (Duellman & Trueb 1994; Pough et al. 2003). Diferentemente, lagartos e serpentes, principalmente, são menos fáceis de serem encontrados; algumas espécies de lagartos são comuns e fáceis de se observar, como os calangos do gênero Tropidurus, o calango-verde Ameiva ameiva e o sinimbu Iguana iguana. Já o encontro de serpentes na natureza geralmente é fortuito, dificultando estudos naturalísticos (Fitch 1987). A amostragem de indivíduos em campo é necessária para obter informações como riqueza e abundância relativa das espécies, utilização do hábitat (substrato de forrageio, repouso, termo-regulação etc), reprodução, atividade diária e sazonal, dentre outras. Existem diferentes métodos para a realização de estudos sobre autoecologia e comunidade, levantamentos de espécies, trabalhos de monitoramento, censo e manejo. Alguns são aplicados para os três grupos (anuros, lagartos e serpentes), como as armadilhas de interceptação e queda, enquanto outros apenas para um determinado grupo, como o registro auditivo para anuros (por razões óbvias). Capítulo 6 – Métodos de Amostragem e Coleta

89


Figura 152. Armadilha de interceptação e queda em linha reta

Figura 153. Armadilha de interceptação e queda em disposição radial

Figura 154. Armadilha de interceptação e queda em disposição radial

se deslocam pelo solo. Eis alguns exemplos de estudos que utilizaram esse método em vários biomas no Brasil: Moreira & Barreto (1996), Cechin & Martins (2000), Brasileiro et al. (2005), Rocha & Rodrigues (2005), Dixo & Verdade (2006), Zanella & Cechin (2006), Bastazini et al. (2007), Gardner et al. (2007), Recoder & Nogueira (2007), Wink et al. (2007), Bernarde & Macedo (2008), Dixo & Martins (2008), Giaretta et al. (2008a), Gomes et al. (2008), Macedo et al. (2008), Ribeiro-Jr. et al. (2008), Sawaya et al. (2008), Silva et al. (2009), Siqueira et al. (2009) e Rocha & Prudente (2010). Entretanto, esse método apresentou baixa eficiência na amostragem de anuros em restinga aberta (Rocha et al. 2004a) e nenhuma serpente em um

Capítulo 6 – Métodos de Amostragem e Coleta

95


Capítulo 7

Ecologia de Anfíbios Anuros

Anfíbios anuros são animais relativamente conspícuos na natureza, principalmente pela vocalização dos machos durante a atividade reprodutiva. A maioria das espécies se alimenta de artrópodes, principalmente insetos, mas são predados por vários grupos animais, incluindo alguns invertebrados. Há preponderância de atividade noturna, mas aromobatídeos, dendrobatídeos e espécies de Crossodactylus e Brachycephalus são alguns exemplos de anuros com hábitos diurnos. Quanto às formas de vida, existem espécies aquáticas (e.g., Pipa pipa e Pseudis paradoxa), terrícolas (e.g., Engystomops petersi, Proceratophrys boiei, Rhinella icterica e R.schneideri), fossoriais (e.g., Chiasmocleis hudsoni, Dermatonotus muelleri Elachistocleis ovalis) e arborícolas (e.g., Hyalinobatrachium uranoscopum, Trachycephalus resinifictrix e Phyllomedusa bicolor) (Heyer et al. 1990; Haddad & Sazima 1992; Lima et al. 2006; Nomura et al. 2009). Neste capítulo são apresentados alguns aspectos sobre a ecologia desse grupo e exemplos de estudos desenvolvidos no Brasil com esse tema. Sobre ecologia de girinos, ver Andrade et al. (2007) e Fattorelli & Rocha (2008).

Reprodução Uma das características mais evidentes na reprodução dos anfíbios anuros é a vocalização (canto) dos machos para atração de fêmeas durante as congregações reprodutivas (Cardoso 1984). Um saco vocal situado na região gular funciona como uma câmara de ressonância na produção do som (Figuras 158 a 161). Cada espécie tem um canto específico que funciona como uma “impressão digital”, caracterizando-a.

Figura 158. Ameerega picta (Dendrobatidae) vocalizando

Capítulo 7 – Ecologia de Anfíbios Anuros

105


Figura 181. Camuflagem – Hypsiboas boans (Hylidae)

Figura 182. Figuras 170. Camuflagem – Hypsiboas boans (Hylidae) em repouso durante o dia

Figura 183. Camuflagem – Hypsiboas boans (Hylidae) em repouso durante o dia

Magno Segalla

Figura 180. Camuflagem – Ceratophrys cornuta (Ceratophryidae)

Figura 184. Camuflagem – Proceratophrys boiei (Cycloramphidae)

124

Figura 185. Camuflagem – Hypsiboas cinerascens (Hylidae)

Anfíbios e Répteis – Paulo Sérgio Bernarde


Capítulo 8

Ecologia de Lagartos

Grande parte dos lagartos se alimenta de artrópodes e apresenta atividade diurna (Pough et al. 2003), existindo também espécies que predam outros grupos animais (incluindo vertebrados), bem como lagartos herbívoros e onívoros. Por outro lado, animais pertencentes a vários grupos de vertebrados e invertebrados se alimentam de lagartos. A maioria das espécies tem atividade diurna, sendo algumas de hábitos noturnos (e.g., Hemidactylus spp., Gymnodactylus geckoides, Phyllopezus spp., Thecadactylus spp.) (Figura 201). Quan- Figura 201. Espécie noturna – Thecadactylus to às formas de vida, existem lagartos semiaquáticos solimoensis (Phyllodactylidae) (e.g., Crocodilurus amazonicus, Dracaena spp.), terrícolas (e.g., Ameiva ameiva, Tupinambis spp.), fossoriais (e.g., Bachia spp., Calyptommatus spp.), subarborícolas (e.g., Iguana iguana, Enyalius iheringii, Mabuya nigropunctata) e arborícolas (e.g., Thecadactylus solimoensis, Plica plica, Polychrus acutirostris). A ausência parcial ou total de patas evoluiu várias vezes entre as famílias de lagartos, como nos gêneros Ophiodes, Bachia e Calyptommatus (Figura 202), sendo que cada continente apresenta pelo menos uma família com espécies ápodes ou quase ápodes (Pough et al. 2003). Nos lagartos, a redução dos apêndices locomotores está geralmente Figura 202. Redução de patas – Bachia peruana associada com a vida em estrato herbáceo ou capoeira (Gymnophthalmidae) e também no subterrâneo, onde um corpo alongado e delgado pode se mover mais facilmente do que um corpo curto e dotado de patas. Lagartos são animais ectotérmicos e a termorregulação está associada com várias outras atividades desses animais (Pianka & Vitt 2003). Neste capítulo são apresentados alguns aspectos sobre a ecologia desse grupo e exemplos de estudos desenvolvidos no Brasil com esse tema. Para saber mais, ver Pianka & Vitt (2003) e Novaes-e-Silva & Araújo (2008). Capítulo 8 – Ecologia de Lagartos

131


Predadores Entre os predadores de lagartos estão serpentes (boídeos, colubrídeos, elapídeos e viperídeos; Figura 209), aves (corujas, gaviões, seriema, alguns passeriformes), mamíferos (felídeos, canídeos, quatis, lontras, macacos, marsupiais), outros lagartos (Ameiva ameiva, Mabuya agilis, M. nigropunctata, Tropidurus oreadicus, T. torquatus), anfíbios (Ceratophrys cornuta, Cycloramphus fuliginosus), peixes (tucunaré Cichla sp.) caranguejos (Ocypode quadrata), aranhas (Figura 210) e amblipígeos (Bauer 1990; Avila-Pires 1995; Martins & Egler 1990; Martins 1996; Sick 1997; Martins & Oliveira 1998; Rocha & Vrcibradic 1998; Vitt 2000; Santos et al. 2003; Lopes et al. 2005; Rossi-Santos 2007; Novaes-e-Silva & Araújo 2008; Siqueira & Rocha 2008; Vitt et al. 2008; Marques et al. 2001; 2005; Gatti et al. 2006; Azevedo 2008; Tófoli et al. 2009; Verdade et al. 2009b; Albuquerque 2010; Bocchiglieri & Mendonça 2010; Gomides et al. 2010; Gurgel-de-Sousa & Freire 2010b; Pinho et al. 2010; Cassimiro & Martins 2011). Ver em Lopes et al. (2005) uma revisão de Passeriformes que predam Figura 209. Serpente Oxybelis aeneus predando Gonatodes humeralis (Sphaerodactylidae) vertebrados na América do Sul. As serpentes constituem importantes predadores de lagartos em várias regiões do Brasil, como na Amazônia (Cunha & Nascimento 1993; Martins & Oliveira 1998; Bernarde & Abe 2006; 2010), Mata Atlântica (Marques et al. 2001; Hartmann et al. 2009a; 2009b), no Pantanal (Strüssmann & Sazima 1993; Marques et al. 2005), no Cerrado (Vanzolini 1948; França et al. 2008; Sawaya et al. 2008; Araújo et al. 2010), na Caatinga (Vanzolini et al. 1980; Vitt & Vangilder 1983; Rodrigues 2003), nas dunas do rio São Francisco (Rodrigues 1996) e na região Sul (Zanella & Cechin 2006; Winck et al. 2007). Algumas espécies de colubrídeos, como Dipsadinae da tribo Figura 210. Aranha predando Anolis fuscoauratus (Polychrotidae) Capítulo 8 – Ecologia de Lagartos

141


Capítulo 11

Acidentes Ofídicos

Nos anos 90 do século passado eram registrados cerca de 20.000 acidentes ofídicos no Brasil (Bochner & Struchiner 2002; 2003; Araújo et al. 2003), apresentando letalidade de 0,4%. Entretanto, Bochner & Struchiner (2002) discutem a eficiência e a abrangência dos quatro sistemas nacionais de informação sobre ofidismo: SINAN (Sistema de Informações de Agravos de Notificação), SINITOX (Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas), SIH-SUS (Sistema de Informações Hospitalares do Sistema Único de Saúde) e SIM (Sistema de Informações sobre Mortalidade), enquanto Fiszon & Bochner (2008) abordam casos de subnotificações no estado do Rio de Janeiro. Na última década foram registrados entre 22.000 até 28.000 acidentes ofídicos por ano no país (SINAN 2009) – em 2009, por exemplo, 27.655 casos foram registrados no Brasil (SVS 2010), com 125 óbitos (letalidade de 0,45%). Grande parte dos acidentes ocorre na região Norte, que apresenta uma média de 2.680 casos registrados por ano (período de 1991 a 1999; Araújo et al. 2003), com a maior letalidade (0,8%) entre as cinco regiões do país. No período de 2000 a 2009 foram registrados entre 2.700 a 8.600 casos anuais na Amazônia (SINAN 2009). O número de óbitos diminuiu de cerca de 250 por ano no início dos anos 80 para cerca de 110 atualmente (Cardoso & Wen 2003). Antes da produção e distribuição do soro antiofídico por Vital Brazil, era estimada uma letalidade de 25% entre as vítimas de acidentes ofídicos no estado de São Paulo (Vital Brazil 1901). Já em 1906 houve uma redução de 50% dos óbitos e 40 anos depois a letalidade variava entre 2,6 e 4,6% (Barroso 1944; Wen 2003). Sobre aspectos históricos do ofidismo no Brasil, ver Fonseca (1949), Brazil (1987; 2003), Barraviera (1999a), Pereira-Neto (2000), Cardoso & Wen (2003) e Wen (2003); Bochner & Struchiner (2003) realizaram uma revisão bibliográfica da epidemiologia dos acidentes ofídicos no Brasil entre 1901 e 2000; sobre envenenamento de

Capítulo 11 – Acidentes Ofídicos

185


Magno Segalla

Figura 269. Urutu-cruzeiro ou cruzeira (Rhinocerophis alternatus)

da Bahia até o Rio de Janeiro (Feio & Caramaschi 2002; Campbell & Lamar 2004). No Rio de Janeiro foi considerada provavelmente extinta por ocorrer em baixa densidade populacional e depender de matas preservadas de encostas (Rocha et al. 2000b). Duas subespécies são reconhecidas para B. bilineata: B. b. bilineata para a Amazônia oriental e a Mata Atlântica (Figura 272) (Cunha & Nascimento 1993) e B. b. smaragdina para a Amazônia ocidental (Figura 271), Amazonas, Acre e Rondônia (Jorge-daSilva 1993; Bernarde & Abe 2006; Turci et al. 2009). Recentemente, Bernarde et al. (2011b) registraram B. b. bilineata também para os estados do Amazonas, Rondônia e Mato Grosso. Bothrocophias (1 espécie; Figura 273): restrita à Amazônia ocidental (Acre, Amazonas e Rondônia) (Campbell & Lamar 2004; Bernarde et al. 2011c), a pequena (raramente atinge 1 m) e terrícola B. hyoprora é a única representante do gênero no Brasil (Costa & Bérnils 2011). O registro mais ao sul na Amazônia brasileira foi feito em Ji-Paraná, Rondônia

Figura 270. Cotiara (Rhinocerophis cotiara)

Figura 271. Jararaca-verde ou papagaia (Bothriopsis bilineata smaragdina)

Figura 272. Jararaca-verde, bico-de-papagaio ou surucucu-de-patioba (Bothriopsis bilineata bilineata)

Capítulo 11 – Acidentes Ofídicos

193


Índice Remissivo

A

Amnesteophis  71, 73

Abrigos artificiais  98

Amphibia  13, 20, 47

Acanthochelys  50

Amphisbaena  24, 53, 85

Acanthochelys radiolata  50

Amphisbaena fuliginosa  24

Acratosaura  63

Amphisbaena hugoi  53

Adelophryne  34, 36, 114

Amphisbaenia  53

Adelophryne baturitensis  36

Amphisbaenidae  24, 53, 80

Adelphobates  34, 35, 84, 114, 117

amplexo  106, 107

Adelphobates castaneoticus  117

amputação de falanges  101

áglifa  65, 67, 68, 70, 161 Alethinophidia  65

anfisbenas  23, 24, 53, 67, 73, 75, 85, 86, 90, 97, 100, 136, 139, 160, 162, 163

Alexandresaurus  63, 135

Anguidae  60, 61, 62, 81, 133, 135

Alligatoridae  23, 51, 80

Aniliidae  65, 67, 81, 148, 159, 163

Allobates  28, 29, 113, 118, 126, 127

Anilius  67, 148, 159, 166

Allobates femoralis  28, 29, 113, 126, 127

Anilius scytale  67, 148, 159, 166

Allobates nidicola  28, 118

Anisolepis  56, 57

Allophryne  27, 28

Anisolepis grilli  56

Allophrynidae  27, 46, 116

Anisolepis undulatus  57

Alopoglossus  63

anoles  55

Alsodidae  34

Anolis  55, 56, 91, 98, 132, 134, 135, 136, 138, 139, 140, 141, 142, 143, 145, 146

Altigius  41 Amapasaurus  63 Amazonella  30, 31 Amazonella minuta  30, 31 Ameerega  34, 35, 105, 110, 114, 121, 126, 128 Ameerega hahneli  34 Ameerega macero  35 Ameerega picta  34, 35, 105, 110, 121, 126 Ameerega trivittata  35, 114, 128 Ameiva  25, 62, 89, 131, 132, 134, 135, 137, 138, 139, 140, 141, 142, 144, 213 Ameiva ameiva  25, 62, 89, 131, 132, 134, 135, 137, 139, 140, 141, 142, 144, 213

amostragem em sítios reprodutivos  92

Anolis fuscoauratus  98, 138, 141, 145 Anolis nitens  134, 139, 140, 146 Anolis nitens tandai  134, 146 Anolis ortonii  135, 140 Anolis phyllorhinus  98 Anolis punctatus  56, 139, 140, 143 Anolis trachyderma  136 Anolis transversalis  140, 145 Anomalepididae  24, 65, 66, 81, 148, 157, 163 Anomaloglossus  28, 29, 118, 122, 126 Anomaloglossus beebei  126 Anomaloglossus stepheni  28, 118

Índice Remissivo

305


Anops  53

bibras  58

Anotosaura  63

bico-de-jaca  76, 186, 189, 196, 204

Anura  13, 17, 19, 27

bico-de-papagaio  68, 76, 190, 193, 202, 210

anuros  13, 15, 17, 20, 31, 68, 76, 83, 84, 89, 90, 91, 92, 94, 95, 97, 100, 101, 102, 103, 105, 107, 108, 109, 110, 111, 116, 118, 119, 120, 121, 122, 123, 126, 127, 128, 140, 147, 152, 158, 160, 161, 162, 163, 165, 173, 181

blindsnakes  65

Aparasphenodon  37 aperema  48 Aplastodiscus  37, 111, 112, 127 Aplastodiscus leucopygius  127 Aplastodiscus perviridis  37, 127 Aposematismo  169 Apostolepis  71, 73, 166 Apostolepis assimilis  166 Arcovomer  41 Armadilhas adesivas  98 Armadilhas de funis  98 armadilhas de interceptação e queda  43, 89, 97, 98, 100, 152, 176 Armadilhas de interceptação e queda  94 Aromobatidae  28, 46, 93, 116, 122, 126, 127 aromobatídeos  105, 118 Arthrosaura  63, 136 aruanã  47 Atelopus  31, 111, 125 Atelopus spumarius  125 atividade de vocalização  84, 89, 92, 94, 107, 108, 129, 152 atividade reprodutiva  105, 108 Atractus  71, 73, 149, 150, 154, 157, 159, 162, 169 Atractus latifrons  169 Atractus major  149 Atractus reticulatus  150, 159 Atretochoana  45 Aulura  53 autotomia  61, 143, 145

B Bachia  63, 64, 131, 132, 138 Bachia peruana  131

Boa  68, 69, 149, 159, 170, 171, 188, 189, 206, 210 Boa constrictor  68, 69, 149, 159, 170, 171, 188, 189, 206, 210 Boa constrictor amarali  69 Boa constrictor constrictor  69 boca-de-sapo  77, 202 Bogertia  59 boicininga  203 Boidae  25, 65, 68, 81, 148, 149, 153, 156, 159, 163, 171, 188 boídeos  68, 141, 148, 153, 155, 190 boipeva  123, 128 Boipeva  73 Boiruna  71, 73, 74, 159, 163, 166, 199 Boiruna maculata  159, 199 Bokermannohyla  37, 111, 112 Bokermannohyla circumdata  112, 117 Bolitoglossa  20, 44 Bolitoglossa paraensis  20, 44 Bolitoglossa sp.  44 Bothriopsis  76, 77, 78, 91, 157, 168, 174, 186, 187, 189, 190, 192, 193, 199, 202, 210 Bothriopsis bilineata  76, 77, 78, 91, 157, 168, 174, 190, 193, 210 Bothriopsis bilineata bilineata  77, 193 Bothriopsis bilineata smaragdina  77, 193 Bothrocophias  76, 78, 126, 186, 187, 189, 190, 193, 194, 199, 202 Bothrocophias hyoprora  78, 126, 190, 194 Bothropoides  25, 26, 76, 77, 91, 99, 148, 150, 154, 155, 160, 165, 166, 169, 171, 174, 186, 187, 190, 191, 194, 199, 202, 209 Bothropoides erythromelas  191 Bothropoides insularis  26, 160, 165 Bothropoides jararaca  25, 78, 79, 91, 99, 148, 150, 154, 155, 160, 165, 166, 169, 171, 174, 190, 191, 194 Bothropoides mattogrossensis  77, 191 Bothropoides pauloensis  91, 150, 166 Bothropoides pubescens  150

Barycholos  33, 44

306

Anfíbios e Répteis – Paulo Sérgio Bernarde


Bothrops  76, 77, 91, 102, 148, 150, 154, 156, 158, 160, 162, 165, 166, 169, 170, 174, 186, 187, 188, 189, 190, 192, 194, 199, 202, 206, 209, 213, 214

caninana  70, 85, 155, 208

Bothrops atrox  76, 78, 91, 154, 156, 158, 162, 165, 166, 169, 170, 174, 190, 192, 213, 214

capitaré  50

Bothrops jararacussu  78, 79, 148, 150, 190, 192, 206 Bothrops leucurus  150, 192 Bothrops moojeni  76, 77, 91, 165, 188, 190, 192, 194 Bothrops muriciensis  79 Brachycephalidae  29, 44, 46, 116, 125, 127 Brachycephalus  29, 93, 105, 114, 125 Brasilotyphlus  45 Bronia  53

Caninana  71, 209 Caparaonia  63 capitari  50 Caretta  47 Caretta caretta  47 cascavéis  160, 186, 190, 195 cascavel  76, 157, 174, 189, 190, 195, 203, 208, 209 Cascavel  79, 188, 189, 195, 209 Caudata  17, 20, 44 Caudisona  76 cecílias  13, 17, 20, 45

Bufo  17, 31

Centrolenidae  28, 31, 46, 114, 116, 117, 123, 127

Bufonidae  17, 28, 31, 46, 106, 107, 116, 121, 122, 125, 126, 127, 128

Ceratophryidae  32, 46, 116, 119, 124

busca ativa  91

Ceratophrys  32, 119, 120, 124, 125, 127, 141 Ceratophrys cornuta  32, 119, 124, 125, 141

C

Ceratophrys joazeirensis  127

Caaeteboia  71

Cercophis  71, 74

cabeçudo  50

Cercophis auratus  74

Caecilia  20, 45

Cercosaura  63, 64, 133, 138, 139

Caecilia tentaculata  45

Cercosaura eigenmanni  64, 133

Caeciliidae  20, 45, 46

Cercosaura ocellata  64

Caenophidia  65

Cercosaura oshaughnessyi  139

cágados  13, 23, 24, 50, 162

Chaunus  17

Caiman  23, 51, 52, 120

Chelidae  50, 80

Caiman crocodilus  51, 120

Chelonia  47

Caiman latirostris  51, 52

Chelonia mydas  47

Caiman yacare  23, 52

Cheloniidae  47, 80

caissaca  192

Chelonoidis  24, 49

Calamita  37

Chelonoidis carbonaria  24, 49

Calamodontophis  71, 74, 148

Chelonoidis denticulata  24, 49

calango  25, 89, 138, 144, 212, 213

Chelus  50

Calango  58, 62

Chiasmocleis  41, 42, 105, 112, 128

calangos  58, 62, 89

Chiasmocleis hudsoni  105

calango-verde  25, 89, 213

Chiasmocleis leucosticta  41

Calyptommatus  63, 64, 131, 132, 137, 138

Chiasmocleis ventrimaculata  128

camaleão  25, 54

Chironius  70, 120, 149, 153, 155, 157, 158, 159, 166, 169, 170, 209

Camuflagem  124, 125, 143, 168 canibalismo  67, 118, 122, 142, 167

Cercolophia  53

Chironius bicarinatus  149

Índice Remissivo

307


Chironius carinatus  70, 170

Colostethus  29

Chironius exoletus  155, 170

Colubridae  65, 70, 81, 91, 121, 145, 149, 150, 153, 155, 158, 159, 160, 162, 163, 164, 167, 168, 169, 170, 171, 186, 188, 199

Chironius flavolineatus  166 Chironius fuscus  209 Chironius laevicollis  158, 169

colubrídeos  141, 148, 153, 159, 167, 170, 189, 199, 200

Chironius scurrulus  169

Colubrinae  70, 142, 149, 163, 164

Chthonerpeton  45

comensalismo  128

Clelia  71, 73, 74, 159, 163, 166, 199

comportamento alimentar  161

Clelia plumbea  199

comportamento de defesa  123, 127, 142, 146, 157, 161

Cnemidophorus  26, 62, 63, 133, 139 Cnemidophorus cryptus  133 Cnemidophorus mumbuca  133 Cnemidophorus parecis  26 cobra-cega  24 cobra-cipó  70 Cobra-cipó  70, 72 cobra-d’água  159

comportamento reprodutivo  148 comportamentos defensivos  167 constrição  67, 158, 159 corais-verdadeiras  74, 157, 160, 166, 169, 187, 197 coral  67, 156, 187, 189, 204, 207, 210, 211

cobra-de-vidro  61, 145

Corallus  25, 68, 69, 153, 154, 155, 156, 157, 159, 162, 168, 170, 171, 190

Cobra-de-vidro  61

Corallus batesii  25, 68, 156, 157, 168, 171, 190

cobra-papagaio  76, 190

Corallus caninus  68

cobras  13, 17, 20, 23, 24, 45, 53, 61, 65, 71, 74, 133, 156, 157, 158, 160, 162, 166, 168, 170, 176, 186, 187, 189, 197, 206, 207, 208, 209, 210, 211, 212, 214, 215

Corallus hortulanus  68, 69, 153, 154, 157, 159, 162, 170

cobras-cegas  13, 17, 20, 24, 45, 53, 65 cobras-cipós  157, 209 cobras-corais  74, 187, 197, 207 cobras-d’água  71 cobras-de-duas-cabeças  53 cobra-verde  159, 160, 199 Cobra-verde  71, 199 Cochranella  31 Coleodactylus  60, 132, 135, 138, 139, 144 Coleodactylus amazonicus  60, 132, 135, 139 Coleodactylus brachystoma  144 Coleta por terceiros  99 Colobodactylus  63, 64 Colobosaura  63, 144 Colobosaura modesta  144 Colobosauroides  63 coloração aposemática  34, 125, 169, 170 Coloração aposemática  125 coloração críptica  143, 168, 174

308

comportamento deimático  123, 146

coral-verdadeira  156, 189, 204, 207, 210, 211 Coral-verdadeira  75, 189, 197, 198 Coronelaps  71, 74 Corythomantis  37 cotiara  190, 202 Cotiara  193 covos  98 Craugastoridae  33, 44, 46, 116, 127 crocodilianos  13, 23, 120 crocodilos  13, 23 Crocodilurus  62, 63, 120, 122, 131, 138, 140 Crocodilurus amazonicus  62, 63, 121, 122, 131, 140 Crocodylia  13, 23, 51, 52 Crossodactylodes  33, 34, 112 Crossodactylus  40, 105 Crotalus  76, 79, 157, 160, 163, 174, 186, 187, 188, 189, 195, 196, 199, 203 Crotalus durissus  76, 79, 157, 160, 163, 174, 188, 189, 195, 196 cruzeira  76, 77, 190, 193, 202, 209

Anfíbios e Répteis – Paulo Sérgio Bernarde


Cruziohyla  37

Dipsas albifrons  150

Ctenophryne  41, 42

Dipsas catesbyi  150, 159, 170

Ctenophryne geayi  42

Dipsas indica  171

cuidado parental  61, 62, 110, 151

Dipsas petersi  155

cuviara  55

distress call  127

Cycloramphidae  33, 46, 116

distribuição espacial  93, 108, 138

Cycloramphus  33, 113, 114, 141

distribuição temporal  93, 108

Cycloramphus izecksohni  33

Ditaxodon  71, 74 dormideira  155, 157, 161

D

Dormideira  72

Dactyloa  56

Dracaena  25, 62, 63, 131, 134, 138, 139, 140, 212

Dasypops  41

Dracaena guianensis  62, 63, 139, 140

Dendrobates  34

Dracaena paraguayensis  25, 134, 212

Dendrobates tinctorius  35

dragão-de-Komodo  25

Dendrobatidae  29, 34, 46, 91, 93, 105, 107, 110, 116, 121, 125, 128

Drepanoides  71, 73, 142, 162

dendrobatídeo  108, 117, 118, 126 dendrobatídeos  84, 93, 102, 105, 110, 118, 119 Dendrophidion  70, 71, 149, 157, 158, 171 Dendrophidion dendrophis  70, 149, 157, 158, 171 Dendrophryniscus  31, 122, 127 Dendrophryniscus minutus  30, 31, 127 Dendropsophus  37, 106, 109, 111, 114, 117, 122 Dendropsophus brevifrons  117 Dendropsophus leucophyllatus  106 Dendropsophus marmoratus  37 Dendropsophus minutus  37, 109, 111 Dermatonotus  41, 105 Dermatonotus muelleri  105 Dermochelyidae  48, 80 Dermochelys  48 Dermochelys coriacea  48 Desovas comunais  136 dimorfismo sexual  126, 134, 148 Diploglossidae  61, 81

Drepanoides anomalus  142, 162 Dryadosaura  63 Drymarchon  70, 162, 166, 209 Drymarchon corais  70, 162, 166, 209 Drymobius  70, 71 Drymobius rhombifer  70, 71 Drymoluber  70, 167, 171 Drymoluber dichrous  167, 171

E Echinanthera  71, 73, 74 Ecnomiohyla  37 Ecpleopus  63 Edalorhina  40, 125, 127 Edalorhina perezi  40, 125, 127 educação ambiental  25, 205 Elachistocleis  41, 42, 105, 107, 127 Elachistocleis bicolor  42 Elachistocleis ovalis  105

Diploglossus  61, 62, 144

Elapidae  65, 74, 81, 86, 150, 160, 164, 169, 170, 186, 189

Diploglossus lessonae  61

elapídeos  141, 148, 153, 159, 170

Dipsadidae  65, 66

Elapomorphus  71, 73, 74

Dipsadinae  65, 71, 73, 141, 150, 164

Eleutherodactylidae  34, 44, 46, 116

Dipsas  71, 73, 74, 150, 155, 159, 162, 163, 170, 189

Eleutherodactylus  29, 33, 44 Emydidae  48, 80

Índice Remissivo

309


Encontros ocasionais  99

forrageadores ativos  136

encontros provocados  160, 161

fosseta loreal  76, 155, 187, 188, 189

engodo caudal  165

Fosseta loreal  156

Engystomops  40, 105, 119

fossetas labiais  155

Engystomops freibergi  40, 119

Fossetas labiais  156

Engystomops petersi  105

freezing  144

Enyalioides  54, 55, 145, 146

Fritziana  36, 115, 118

Enyalioides laticeps  54, 55, 145

Fritziana fissilis  118

Enyalioides palpebralis  146

Frostius  31, 112

Enyalius  56, 131, 134, 138, 140, 143, 145

funnel traps  98, 100

Enyalius iheringii  56, 131, 143

fura-terra  65

Enyalius leechii  144, 145 Enyalius perditus  134 Epicrates  68, 69, 102, 159, 170, 189 Epicrates cenchria  68, 69 Epicrates crassus  69 Epictia  66 Epictia tenella  66 Eretmochelys  47 Eretmochelys imbricata  47

G Gastrotheca  36, 115, 129 Gastrotheca microdisca  129 Gekkonidae  58, 59, 60, 80, 137 Geochelone  49 Geoemydidae  48, 80 gimnofionos  13, 20, 24, 67, 75, 84, 162, 163

Erythrolamprus  71, 73, 74, 150, 153, 157, 160, 164, 166, 169, 171

girinos  28, 32, 33, 34, 43, 84, 85, 89, 90, 93, 105, 110, 111, 112, 113, 114, 115, 117, 118, 122, 140, 162

Erythrolamprus aesculapii  72, 150, 153, 157, 160, 164, 166, 169, 171

glândulas de Duvernoy  161

estratégias de defesa  123, 153 estratégias reprodutivas  109 Eunectes  68, 69, 147, 148, 149, 156, 159, 162, 166, 170, 177, 206, 210

glândulas de veneno  170, 186 glândulas paratóides  123, 128 Gomesophis  71, 148, 170 Gomesophis brasiliensis  170

Eunectes murinus  68, 69, 147, 148, 149, 156, 159, 162, 166, 170, 177, 206, 210

Gonatodes  60, 98, 132, 134, 135, 136, 140, 141, 144

Euparkerella  33, 44

Gonatodes hasemani  60, 136, 144

Eupemphix  40, 127

Gonatodes humeralis  60, 98, 132, 134, 135, 140, 141, 144

Eupemphyx nattereri  125 Eurolophosaurus  58 Eurolophosaurus nanuzae  58

F falsa-coral  67, 159, 160, 166 Falsa-coral  67, 72 falsas-corais  71, 157, 164, 169

Gymnodactylus  59, 90, 131, 135, 136, 137, 140, 142, 144 Gymnodactylus carvalhoi  90 Gymnodactylus darwinii  136, 142 Gymnodactylus geckoides  131, 135, 137, 140 Gymnophiona  13, 17, 20, 45 Gymnophthalmidae  63, 81, 131, 135, 137, 144 Gymnophthalmus  63

fitotelmatas  93 Fitotelmatas  108

310

Anfíbios e Répteis – Paulo Sérgio Bernarde


H

Hylidae  17, 19, 28, 36, 37, 46, 106, 116, 117, 119, 122, 123, 124, 125, 127, 128, 129, 155

Haddadus  33, 93, 127

Hylodes  40, 122

Haddadus binotatus  33, 127

Hylodes heyeri  40

Hamptophryne  41, 42, 122

Hylodidae  40, 46, 93, 112, 116, 122

Hamptophryne boliviana  42

Hylomantis  37

Helicops  71, 73, 74, 99, 120, 122, 148, 154, 156, 159, 163, 166, 189

Hyloxalus  34

Helicops angulatus  122

Hyophryne  41

Helicops hagmanni  159

Hypodactylus  44

Helicops infrataeniatus  155, 157, 166 Helicops leopardinus  99

Hypsiboas  19, 37, 38, 103, 108, 109, 111, 112, 117, 118, 119, 122, 124, 125, 126, 127, 128, 155

Helicops modestus  166

Hypsiboas albomarginatus  119

heliotérmicos  132, 142

Hypsiboas bischoffi  127

Heloderma  25

Hypsiboas boans  38, 108, 112, 117, 124, 125

Hemidactylus  25, 58, 59, 90, 131, 136, 137, 142, 164, 207, 212

Hypsiboas cinerascens  124

Hemidactylus mabouia  25, 59, 136, 142, 164, 207, 212

Hypsiboas geographicus  126, 128

hemipênis  133, 134, 148, 149, 171 Hemipênis  148 Hemiphractidae  36, 46, 116, 127, 129

Hyloxalus chlorocraspedus  34

Hypsiboas faber  19, 38, 103, 109, 118, 127, 155 Hypsiboas lanciformis  111 Hypsiboas prasinus  126

Hemiphractus  36, 127

I

Hemiphractus helioi  36, 127

iaçá  50

Hemiphractus scutatus  36, 127

iguana  25

Heterodactylus  63, 64

Iguana  25, 54, 89, 131, 132, 136, 138, 140, 143, 145

Heterodactylus lundii  64 hilídeo  119, 126 Holoaden  33, 44 Homonota  59 Hoplocercidae  54, 80, 137, 146 Hoplocercinae  55 Hoplocercus  54, 55 Hoplocercus spinosus  54, 55 Hyalinobatrachium  31, 32, 105, 127 Hyalinobatrachium munozorum  32 Hyalinobatrachium uranoscopum  105, 127 Hydrodynastes  71, 73, 74, 154 Hydrodynastes gigas  154

Iguana iguana  25, 54, 89, 131, 132, 136, 138, 140, 143, 145 Iguania  137 Iguanidae  54, 55, 80, 137, 143 Imantodes  71, 73, 74, 142, 153, 155, 157, 171 Imantodes cenchoa  142, 153, 155, 157, 171 Iphisa  63, 132 irapuca  50 Ischnocnema  29, 44, 93, 114, 127 Ischnocnema guentheri  127 Itapotihyla  37

Hydrolaetare  41

J

Hydromedusa  50

jabutis  13, 23, 24, 49

Hydromedusa maximiliani  50

jacaré-açu  23, 51, 177

Hydrops  71, 73, 74, 148, 163

jacaré-coroa  51

Índice Remissivo

311


jacaré-do-pantanal  23 jacarés  13, 23, 51, 52, 162, 163, 165, 177

L

jacuruxi  139

Lachesis  76, 78, 79, 148, 150, 151, 157, 160, 171, 174, 186, 187, 189, 190, 196, 197, 199, 204, 206, 211

jararaca  25, 26, 76, 148, 155, 160, 165, 171, 174, 176, 189, 190, 191, 194, 202, 212

Lachesis muta  76, 79, 148, 150, 151, 157, 160, 171, 174, 189, 190, 196, 206, 211

Jararaca  77, 188, 191, 192, 193

lagartixa-da-parede  25, 59

jararaca-bicuda  190, 202

lagartixa-da-praia  26

Jararaca-bicuda  194

Lagartixa-da-praia  57

jararaca-da-Amazônia  190, 202

Lagartixa-das-uvas  56

Jararaca-da-Amazônia  192

lagartixa-de-areia  26, 57, 132

Jararaca-da-seca  191

lagartixas  13, 58, 59, 60

jararaca-ilhôa  26

lagarto  25, 26, 54, 62, 85, 90, 98, 132, 133, 135, 136, 137, 139, 140, 142, 143, 145, 159, 175, 212, 213

jacaré-tinga  23

Jararaca-nariguda  78 jararacão  70, 76, 190 jararacão-do-papo-amarelo  70

lagarto-de-cuentas  25

jararaca-verde  76

lagartos  13, 15, 23, 55, 56, 57, 58, 61, 62, 63, 64, 73, 75, 76, 83, 85, 86, 89, 90, 91, 96, 97, 98, 99, 100, 101, 102, 103, 119, 120, 122, 131, 132, 133, 134, 135, 136, 137, 138, 139, 140, 141, 142, 143, 144, 145, 147, 162, 163, 164, 165, 212, 214

Jararaca-verde  77, 193

Lagarto-teju  63

jararacuçu  70, 154, 164, 190, 202, 206

lavagem estomacal  120

Jararacuçu  192

Leiosauridae  56, 80, 134, 137

jararacuçu-do-brejo  70, 164

Leiosaurus  56

jararacuçu-piau  154

Leiuperidae  40, 41, 46, 116, 122, 125, 127

jararaquinha-do-rabo-branco  76, 190, 191, 202

Lepidoblepharis  60

jararaca-pintada  190, 191, 202 jararacas  160, 169, 173, 174, 176, 186, 191, 194, 209

jia  18 jias  13, 17, 18, 41 jurará  49

Lepidochelys  47 Lepidochelys olivacea  47 Leposoma  63, 138 Leposternon  53

K

Leptodactylidae  18, 28, 29, 34, 40, 41, 46, 109, 116, 117, 119, 122, 125, 126, 127

kambô  19, 102, 205, 213 kampô  19

Leptodactylus  18, 41, 93, 102, 103, 107, 109, 112, 113, 114, 115, 117, 119, 120, 122, 125, 126, 127, 128, 154

Kentropyx  62, 132, 133, 136, 138, 139, 140, 142

Leptodactylus chaquensis  18

Kentropyx calcarata  133, 136, 142

Leptodactylus dantasi  41

Kentropyx pelviceps  62

Leptodactylus discodactylus  41

Kinosternidae  49, 80

Leptodactylus fuscus  122, 126, 127

Kinosternon  49

Leptodactylus labyrinthicus  18, 41, 109, 113, 119, 128

Kinosternon scorpioides  49

Leptodactylus lineatus  93, 125, 126, 128 Leptodactylus ocellatus  41

312

Anfíbios e Répteis – Paulo Sérgio Bernarde


Leptodeira  71, 73, 118, 120, 121, 122, 153, 162, 170 Leptodeira annulata  118, 120, 121, 122, 153, 162, 170 Leptomicrurus  74, 75, 187, 189, 197, 199, 204 Leptophis  70, 71, 120, 171 Leptophis ahaetulla  120, 171 Leptotyphlopidae  24, 65, 66, 81, 148, 157, 163 Leptotyphlops  66 Limnomedusa  33, 34 limpa-pasto  70 Lioheterophis  71 Liolaemidae  57, 80, 132, 137 Liolaemus  26, 57, 132, 136, 138, 140, 142 Liolaemus arambarensis  57 Liolaemus lutzae  26, 57, 132, 136, 138, 140, 142 Liolaemus occipitalis  57 Liophis  71, 72, 73, 74, 118, 120, 122, 152, 154, 157, 159, 162, 166, 170

malha-de-sapo  192 marcação  101 marsupial frogs  36 Masticophis  70 Masticophis mentovarius  70 Mastigodryas  70, 71, 102, 164, 171 Mastigodryas bifossatus  70, 102, 164, 171 mecanismos de defesa  123, 133, 142, 144, 146, 168 Megaelosia  40 Melanophryniscus  30, 31 Melanosuchus  23, 51, 52, 177 Mesobaena  53 Mesoclemmys  50 Micrablepharus  63, 64, 136, 144 Micrablepharus atticolus  64, 136 Micrablepharus maximiliani  144 Microcaecilia  45 microhilídeo  128

Liophis dorsocorallinus  72

Microhylidae  41, 46, 116, 122, 127

Liophis jaegeri  72

microteídeos  63

Liophis miliaris  118, 122, 154, 157, 159, 166

Micrurus  74, 75, 150, 154, 156, 157, 160, 163, 166, 169, 170, 174, 187, 189, 197, 198, 199, 204, 210

Liophis poecilogyrus  152 Liophis reginae  155 Liophis typhlus  170 Liotyphlops  66 Liotyphlops beui  66 Liotyphlops caissara  66 Lithobates  43 Lithobates palmipes  43 Luetkenotyphlus  45 Lygodactylus  58, 59

M Mabuya  64, 65, 131, 132, 135, 138, 139, 140, 141, 142

Micrurus albicinctus  198 Micrurus corallinus  150, 197 Micrurus frontalis  198 Micrurus hemprichii  75, 189 Micrurus ibiboboca  198 Micrurus lemniscatus  75, 166, 174, 189 Micrurus remotus  75 Micrurus spixii  167 Micrurus surinamensis  75, 156, 163, 170 mimetismo  123, 126, 143, 144, 168 Mimetismo  125, 169 Mimosiphonops  45 modo de forrageio  136

Mabuya agilis  139, 140, 141, 142

modos reprodutivos  37, 111, 116, 118

Mabuya caissara  65

muçuã  49

Mabuya dorsivittata  64

muçuranas  71, 159, 166, 199

Mabuya nigropunctata  131, 142

Mussurana  71, 73, 166

macho satélite  109

Myersiella  41, 114

Macrogenioglottus  33, 34, 111

Índice Remissivo

313


N

Oxyrhopus clathratus  169

necrofagia  153

Oxyrhopus petola  157, 169

necrofilia  135

Oxyrhopus rhombifer  166

Oxyrhopus guibei  150, 157, 159, 164, 166, 169

Nectocaecilia  45 Neusticurus  63, 64, 138, 140 Neusticurus bicarinatus  140

P

ninho de espuma  93, 112, 113, 114

Paleosuchus  51, 52, 120

Ninia  71

Paleosuchus palpebrosus  51, 120

Noblella  33, 44

Paleosuchus trigonatus  52

Norops  56

Pantodactylus  64

Nothobachia  63, 137

papagaia  25, 68, 76, 157, 190, 193, 202, 210

Nothobachia ablephara  137

papa-ovo  188 papa-vento  56

O

Papa-vento  56

Odontophrynidae  34

parelheira  199

Odontophrynus  33, 34, 127

partenogênese  133

Odontophrynus americanus  127

pedal luring  119

Ophiodes  60, 61, 131, 133, 135, 145

Peltocephalus  50

Ophiodes striatus  61

Peltocephalus dumerilianus  50

opistóglifa  159, 170

perema  48

Oreobates  33, 44, 93

perereca  17, 18, 109, 119, 129

Oreobates quixensis  44

Perereca  17

Oreophrynella  31

perereca-de-marsúpio  129

Oreophrynella weiassipuensis  31

Perereca-de-vidro  32

órgão de Jacobson  154

pererecas  13, 17, 32, 36, 37, 102, 117, 173

Órgão de Jacobson  136

pererecas-de-vidro  32

Oscaecilia  45

periquitambóia  68, 157

osgas  58

Phalotris  71, 73, 74

Osteocephalus  37, 38, 112, 125

Phasmahyla  37, 114

Osteocephalus buckleyi  112, 125 Osteocephalus taurinus  38

Philodryas  71, 72, 73, 74, 102, 153, 157, 159, 160, 162, 166, 168, 170, 199

Otophryne  41

Philodryas argentea  72

oviparidade  135

Philodryas boulengeri  168

Oxybelis  70, 71, 141, 142, 149, 154, 166, 168, 170, 171

Philodryas olfersii  153, 157, 159, 160, 199

Oxybelis aeneus  70, 141, 142

Philodryas viridissima  170

Oxybelis fulgidus  71, 149, 154, 166, 168, 170, 171

Phimophis  71

Oxyrhopus  71, 73, 74, 150, 154, 157, 159, 164, 166, 169

Phrynops  50

Paratelmatobius  41, 113

Philodryas patagoniensis  166

Phrynomedusa  37, 113 Phrynops geoffroanus  50

314

Anfíbios e Répteis – Paulo Sérgio Bernarde


Phrynops hogei  50

Polychrus  55, 56, 131, 132, 138, 140

Phrynops williamsi  51

Polychrus acutirostris  131

Phyllodactylidae  59, 81, 131, 137, 145

Polychrus marmoratus  56, 132, 140

Phyllodytes  37, 112

Porthidium  194

Phyllomedusa  19, 37, 38, 102, 105, 107, 114, 117, 119, 122, 125, 127, 128, 129, 205, 213

Potamites  63, 64, 138, 139, 140

Phyllomedusa atelopoides  38 Phyllomedusa bicolor  19, 105, 128, 129, 205, 213 Phyllomedusa burmeisteri  119 Phyllomedusa distincta  107 Phyllomedusa tomopterna  39, 125, 127 Phyllomedusinae  37 Phyllopezus  59, 131, 137

Potamites ecpleopus  139, 140 Potomotyphlus  45 predação  93, 109, 120, 121, 122, 123, 128, 136, 142, 153, 155, 158, 161, 165 predadores  91, 117, 118, 120, 122, 123, 129, 137, 141, 144, 145, 146, 153, 165, 166, 167, 170, 178 Prionodactylus  64 Pristimantis  33, 44, 93, 114, 121 Pristimantis peruvianus  44

Physalaemus  40, 109, 112, 113, 114, 122, 127, 213

Procellosaurinus  63, 138

Physalaemus cuvieri  40, 127

Proceratophrys  33, 34, 105, 125, 127

Physalaemus gracilis  213

Proceratophrys boiei  105, 124, 127

Phyzelaphryne  34, 36

Procura com veículo  98

pingo-de-ouro  29

procura limitada por tempo  92, 100

Pipa  42, 43, 105, 113

Procura ou busca ativa  90

Pipa arrabali  42, 43

Procura visual limitada por tempo  91

Pipa pipa  42, 43, 105, 113

proteróglifa  75, 159, 170, 187

Pipidae  42, 46, 116

Pseudidae  38

pitfall  94, 97, 100, 176

Pseudis  37, 38, 39, 105

Placosoma  63, 64, 138

Pseudis paradoxa  105

Placosoma cipoense  64

Pseudoboa  71, 72, 73, 74, 142, 150, 159, 163

Platemys  50

Pseudoboa coronata  72, 142

Plethodontidae  20, 44, 46

Pseudoboa nigra  150, 159

Pleurodema  40, 112

Pseudoboini  142

Plica  58, 131, 132, 133, 138, 139, 143, 145

Pseudoeryx  71, 73, 148

Plica plica  131, 138, 143, 145

Pseudogonatodes  60

Plica umbra  58, 133, 139

Pseudogonatodes guianensis  60

Pliocercus  71

Pseudopaludicola  40, 111

Podocnemididae  50, 80

Pseustes  70, 71, 170, 188

Podocnemis  50

Pseustes sulphureus  188

Podocnemis erythrocephala  50

Psilophthalmus  63, 138

Podocnemis sextuberculata  50

Psomophis  71, 74

Podocnemis unifilis  50

Psyllophryne  29

polimorfismo  126, 167

Ptychoglossus  63

Polimorfismo  170

Ptychophis  71, 74, 148

Polychrotidae  55, 80, 135, 137, 141, 143, 145, 146

Índice Remissivo

315


Q

Rhinemys  50

Quadrantes ou parcelas  97

Rhinobothryum lentiginosum  142

quebra-quebra  61, 145

Rhinocerophis  76, 77, 163, 166, 174, 186, 187, 189, 190, 192, 193, 199, 202, 206, 209, 210

quelônios  13, 23, 24, 26, 47, 51, 162, 163 quimiorrecepção  137, 154

Rhinocerophis alternatus  76, 77, 163, 166, 174, 190, 193, 206, 209, 210

R

Rhinocerophis cotiara  190, 193

Rã  18, 40, 41, 42, 43

Rhinoclemmys  48

Rã-cachorro  40

Rhinoclemmys punctularia  48

Rã-guardinha  42

Rupirana  33, 34

Ranidae  43, 46, 116 Ranitomeya  34, 35, 84, 110 Ranitomeya toraro  35, 110 rã-pimenta  18, 128 rãs  13, 17, 18, 38, 41, 102, 154, 173 rãs paradoxais  38 rã-touro  43 Rã-touro  43 Registro auditivo em transectos  94 Rena  66 reprodução  33, 44, 89, 90, 92, 96, 99, 105, 107, 108, 110, 129, 135, 147, 151, 173

316

Rhinobothryum  70, 142

Rhinocerophis itapetiningae  79

S saco vocal  105, 106 salamandra  20, 44 Salamandra  20, 44 salamandras  13, 17, 20 salamanta  68 salamantas  159, 170, 189 Sapo  17, 30, 32, 38, 42, 213 sapo-aru  43 sapo-boi  32

répteis  13, 14, 15, 23, 26, 47, 80, 85, 89, 90, 91, 97, 101, 134, 136, 173, 175, 205

sapo-canoeiro  19

Répteis  85

sapo-ferreiro  19, 109, 118

Reptilia  13, 47

sapo-martelo  19

Resgate de fauna  100

sapo-pipa  43

Rhachidelus  71

sapo-pulga  29

Rhachysaurus  63

sapos  13, 17, 31, 43, 114, 115, 117, 213

Rhaebo  30, 31, 107, 128

sapo-untanha  32

Rhaebo guttatus  30, 107, 128

Scarthyla  37, 39

Rhinatrema  45

Scartyla goinorum  38

Rhinatrematidae  45, 46

Scinax  17, 37, 38, 111, 112, 122, 125

Rhinella  17, 30, 31, 103, 105, 106, 107, 108, 111, 112, 117, 120, 121, 122, 123, 125, 126, 127, 213

Scinax fuscovarius  17, 111

Rhinella castaneotica  30, 117

Scinax ruber  17

Rhinella jimi  120

Scincidae  64, 81, 133, 135, 137, 140

Rhinella major  106

Scolecophidia  65

Rhinella margaritifera  107, 121, 125, 126, 127

Scriptosaura  63

Rhinella marina  17, 30, 31, 103, 107, 111

Scythrophrys  41

Rhinella schneideri  17, 123

senta-e-espera  136, 137

sapo-de-chifre  32

Scinax garbei  125

Anfíbios e Répteis – Paulo Sérgio Bernarde


serpentes  13, 15, 23, 24, 25, 65, 67, 68, 70, 73, 75, 76, 78, 83, 86, 89, 90, 91, 96, 97, 98, 99, 100, 101, 102, 103, 120, 122, 126, 136, 139, 141, 145, 147, 148, 149, 151, 152, 153, 154, 155, 156, 157, 158, 159, 160, 161, 162, 163, 164, 165, 166, 167, 168, 169, 170, 174, 175, 177, 180, 186, 187, 188, 190, 195, 199, 201, 205, 208, 209, 211 Serpentes  53, 65, 86, 92, 97, 102, 170, 173 Siagonodon  66 Sibon  71 Sibynomorphus  71, 73, 157, 159, 161, 162, 163, 171 Sibynomorphus mikanii  157, 159, 171 Sibynomorphus neuwiedi  72

Strabomantis aramunha  44 Strobilurus  58 subjugação de presas  158 Substrato de forrageio  156 sucção gástrica  140 sucuri  68, 147, 148, 206, 210, 211 sucurijú  68 sucuris  156, 159, 167, 170, 177 surradeira  70, 209 surucucu  70, 76, 151, 157, 160, 174, 176, 189, 190, 193, 196, 204, 206, 209, 211, 213 surucucu-facão  70, 209

Sibynomorphus neuwiedii  161

surucucu-pico-de-jaca  76, 151, 157, 160, 174, 176, 189, 190, 196, 204, 206, 211

Simophis  70, 74, 169, 171

Surucucu-pico-de-jaca  79, 196

Simophis rhinostoma  169, 171

surucutinga  186, 189, 196, 204

sinais visuais  106, 110

Synapturanus  41

sinimbu  25, 54, 89

Syncope  41

Siphlophis  71, 73, 74, 142, 154, 157, 159, 163, 170 Siphlophis cervinus  142

T

Siphlophis compressus  73, 157, 170

Taeniophallus  71, 166

Siphlophis pulcher  159, 170

Taeniophallus occipitalis  166

Siphonops  45

Taeniophalus brevirostris  157

Siphonops paulensis  45

tamacuaré  58, 138

sítios de vocalização  94, 108

tanatose  123, 127, 143, 146

solenóglifa  76, 159, 170, 187

Tanatose  127

Sordellina  71, 74

Tantilla  70, 71, 150, 160, 162, 166

Sphaenorhynchus  37

Tantilla melanocephala  150, 160, 162, 166

Sphaenorynchus lacteus  39, 106

tartaruga  47, 48, 50

Sphaerodactylidae  60, 81, 134, 141

Tartaruga-cabeçuda  47

Spilotes  70, 71, 85, 150, 155, 170, 209

tartaruga-de-couro  48

Spilotes pullatus  70, 71, 85, 150, 155, 170, 209

tartaruga-de-pente  47

Squamata  13, 23, 53, 85, 90, 91, 136, 142, 154, 162

tartaruga-oliva  47

Stefania  36, 115 Stenocercus  58, 138, 143 Stenocercus fimbriatus  143 Stenocercus sinesaccus  58 Stenolepis  63 Stereocyclops  41 Strabomantidae  33, 44, 46, 116, 121 Strabomantis  33, 44

tartarugas  13, 23, 24, 47, 50 tartarugas-da-Amazônia  24, 50 tartarugas marinhas  24, 47 tartaruga-verde  47 Tartaruga-verde  47 teídeo  133, 134 Teiidae  62, 63, 81, 134, 136, 137 teiú  25, 62, 139, 213 Teius  62

Índice Remissivo

317


teju  25, 139

Tropidurus itambere  136, 140

teju-açu  25, 139

Tropidurus montanus  143

Teratohyla  31

Tropidurus oreadicus  133, 141

termo-orientação  154

Tropidurus semitaeniatus  138

termorregulação  131, 132, 133, 174

Tropidurus torquatus  58, 137, 140, 142

Testudines  13, 23, 47

Tupinambis  25, 62, 63, 121, 131, 132, 136, 138, 139, 145, 146, 166, 213

Testudinidae  49, 80 Thalesius  71, 74

Tupinambis merianae  25, 62, 63, 121, 139, 146, 166

Thamnodynastes  71, 73, 74, 102, 148, 152, 154, 155, 156, 160, 200

Tupinambis teguixin  63, 136

Thamnodynastes strigatus  152, 154, 155, 156, 160 Thecadactylus  59, 120, 131, 135, 136, 137, 138, 140, 145

Typhlonectes  45 Typhlophis  66 Typhlopidae  24, 65, 67, 81, 148, 157, 163 Typhlops  67

Thecadactylus rapicauda  120 Thecadactylus solimoensis  59, 131, 135, 136, 140, 145 Thoropa  33, 34, 113 tigmotérmicos  132 tigre-d’água  48 Tigre-d’água  48 Tomodon  71, 73, 148, 150, 163, 170 Tomodon dorsatus  150, 170 tracajá  50 Trachemys  48 Trachemys adiutrix  48 Trachemys dorbigni  48 Trachycephalus  37, 38, 39, 93, 102, 105, 111, 112, 119, 128, 129, 153

U Umbrivaga  71, 73 Uracentron  58, 138 Uranoscodon  58, 132, 133, 138, 139, 140, 143, 145 Uranoscodon superciliosus  58, 132, 133, 138, 139, 140, 143, 145 Urodela  13, 17, 20 urodelos  13 Uromacerina  66, 71, 166 Uromacerina ricardini  66, 166 Urostrophus  56, 57 Urostrophus vautieri  57

Trachycephalus resinifictrix  39, 93, 105, 112

urutu-cruzeiro  76, 190, 192, 202, 206, 209

Trachycephalus typhonius  111, 119, 129

Urutu-cruzeiro  77, 193

Trachylepis  64, 65, 135, 140

uso do substrato  137, 158

Trachylepis atlantica  65, 140 Tretioscincus  63 Trilepida  66 Tropidodryas  71, 165 Tropidodryas striaticeps  165 Tropidophiidae  65, 67, 81, 148, 163 Tropidophis  67, 68, 148, 165 Tropidophis paucisquamis  68, 148, 165 Tropiduridae  58, 80, 137, 143, 145

318

V Vanzolinius discodactylus  41 Vanzosaura  63 Varanus komodoensis  25 víbora  59, 139, 212 Víbora  25 Viperidae  65, 76, 78, 81, 86, 150, 154, 156, 160, 164, 165, 171, 174, 186, 187, 188, 189, 196

Tropidurus  25, 58, 89, 132, 133, 134, 136, 137, 138, 139, 140, 141, 142, 143, 164

viperídeo  148, 176, 188, 189

Tropidurus hispidus  139

viperídeos  76, 141, 148, 153, 156, 160, 165, 170, 174, 187, 188, 189

Anfíbios e Répteis – Paulo Sérgio Bernarde


visão  154, 155, 157, 166, 195, 203, 206, 213 Vitreorana  31 Vitreorana uranoscopa  32 viviparidade  67, 110, 135 vocalização  41, 93, 105, 106, 108, 109, 110, 127

X Xenodon  71, 73, 74, 120, 123, 162, 166, 169, 170 Xenodon dorbignyi  171 Xenodon matogrossensis  169 Xenodon merremii  73, 123, 166, 170 Xenodon rabdocephalus  169 Xenohyla  37, 119 Xenohyla truncata  37, 119 Xenopholis  71, 126

Z Zachaenus  33, 34, 114

Índice Remissivo

319


Este livro foi impresso em...

Anfíbios e Répteis - Introdução ao estudo da Herpetofauna Brasileira.  

O Brasil apresenta uma rica herpetofauna, com 941 espécies de anfíbios e 732 de répteis registradas. Em vista dessa riqueza, é fundamental e...

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you