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O evento O VIII Encontro Internacional de "Informação,

Conhecimento e Ação" (EIICA) a ser realizado na UNESP/Marilia, no período de 10 a 13 de dezembro de 2013. O VIII EIICA tem como tema central Informação

e Complexidade: Novos Paradigmas no estudo do Conhecimento e da Ação . Como todos sabem, trata-se de um evento interdisciplinar que reúne, principalmente, pesquisadores das áreas de Ciências, Ciências da Informação e Filosofia, Semiótica, Museologia e Computação.


Programação 10 de Dezembro Pré abertura: Oficina Teoria da Cognição Hamilton Haddad Junior – USP Incorporada e 14h às 16h João Eduardo Kogler Junior – PoliSituada: uma USP abordagem sistêmica da aprendizagem

16h30 às 18h

Oficina: Complexidade e Semiótica

19h30 às 20h

Abertura

20h às 22h

Mesa de Abertura

Carlos Cândido Almeida – UNESP Ramon de Souza Capelle Andrade– UniLab José Carlos Miguel – Diretor da FFC Maria José Jorente – Coordenadora do evento Mariana Broens – Coordinator EIFM Prof. Jorge Wagensberg– Universidade de Barcelona Prof. Susan Haack - University of Miami Mediadores: Maria José Jorente Maria Eunice Quilici Gonzalez


11 de Dezembro 8h30 às 10h

10h às 10h30

10h30 às 12h

Mesa redonda:

Prof. Jorge Wagensberg - Universidade de Barcelona Prof. Rosa Estopá Bagot - Universidade Pompeu Fabra

Coffe Break

Mesa redonda

Alice Semedo – Universidade do Porto Fiorella Foscarini – Arquivo de Toronto Mediadora: Maria José Vicentini Jorente

12h às 14h Almoço

14h às 16h

16h às 16h30

16h30 às 18h

16h30 ás 18h

20h às 22h

Mesa redonda:

Claus Emmeche- University of Copenhagen Luiza Nunes Alonso – Universidade de Brasilia Mediadores: Maria Eunice Quilici Gonzalez e Edberto Ferneda

Coffe Break Mesa redonda: Informação e ação: novos paradigmas na Filosofia da Mente

Prof. Andre Leclerc – UFC Prof. Diana Perez – Universidad de Buenos Aires Prof. Cristina Gonzalez - Universidad de Buenos Aires Mediadora: Prof. Mariana Broens

Oficina: Fotografia, Edberto Ferneda - UNESP Informação e Telma Madio – UNESP Complexidade

Conferência

Prof. Pablo Mariconda - USP Prof. Jelson Roberto de Oliveira– PUCPR Mediador: Prof. Ramon Capelle - UniLab


12 de Dezembro 8h30 às 10h

10h às 10h30

10h30 às 12h

12h às 14h

14h às 16h

16h ás 16h30

16h30 às 18h

16h30 às 18h

20h às 22h

Prof. Johanna Smit - USP Profº Drº José Augusto Guimarães Mesa redonda: Mediador: João Batista Coffe Break Marcos Galindo – Universidade Federal do Pernanbuco Guilherme Ataíde Dias – Universidade federal da Mesa redonda: Paraíba Mediador: Prof. Silvana AP B Gregório Vidotti Almoço Prof. Plácida L.V. A. Costa Santos Prof. Lauro Frederico Barbosa Mesa redonda: Mediador: Ricardo Santana Coffe Break Prof.Ivo Ibri – PUCSP Prof. Ricardo Gudwin – FEEC/UNICAMP Mesa redonda: Prof. Max Vicentini – UEM Mediador: Marcos Alves Sessão de Pôsteres Prof.Alexander Gerner – Universidade de Lisboa Prof. Osvaldo Pessoa – USP Prof. Ivan Domingues - UFMG Mesa redonda: Mediador: Prof. Kleber Cecon


13 de Dezembro

8h30 às 10h

Prof. Lena Vania Pinheiro – Universidade Federal do Rio de Janeiro (IBICT) Mesa redonda: Profº Mariângela Fujita – PróComplexidade, reitora de extensão Interdisciplinaridade e Mediadora: Prof. Helen Ciência da Informação. Casarin

10h ás 10h30 Coffe Break Prof.Rosa Stopá Bagot Universidade Pompeu Fabra

10h30 às 12h

12h às 14h

14h às 16h

Mesa redonda: Complexidade e Terminologia em Prontuários Médicos.

Prof. Virgínia BentesUniversidade Federal do Ceará Mediador: Henry Poncio

Almoço

Mesa redonda: Complexidade e organizações

Prof. Marta Pomin Valentin Prof. Marcos Antonio Alves – Universidade Estadual do Norte do Paraná Mediadora: Prof. Rosangela Formentini Caldas


16h ás 16h30 Coffe Break

16h30 às 18h

Oficina: Transparência pública e complexidade

Profº Fernando de Assis Rodrigues Prof. João Antonio de Moraes - Faculdade João Paulo II – FAJOPA

Prof.Alfredo Pereira Junior – UNESP/Botucatu Prof. Kleber Candiotto – Mesa redonda: Percepção PUCPR Prof. João Teixeira – UFSCar 16h30 às 18h e Ação na Filosofia da Mediador: Paulo Henrique Mente Contemporânea Oliveira Pereira

20h às 22h

Mesa redonda:

Encerramento

Prof. Maria Eunice Quilici Gonzalez Prof. Antonio Trajano Menezes Arruda Prof. Kleber Cecon Mediador: Prof. Mariana Broens

Prof. Mariana Claudia Broens


Palestrantes


Prof. Jorge Wagensberg Jorge Wagensberg Lubinski é um professor, investigador e escritos catalão, nascido em Barcelona, em 2 de Dezembro de 1948. Licenciado (1971) e doutorado (1976) em física com um prêmio extraordinário pela Universidad de Barcelona, onde é professor de Teoria dos processos irreversíveis na Faculdade de Física desde 1981 e dirige um grupo de investigação em biofísica. Atualmente, também é professor de arquitetura natural na Escola Técnica Superior de Arquitetura La Salle.


“Complejidad versus incertidumbre” (O la cuestión de cómo seguir vivo) Una combinación entre la Teoría Matemática de la Información y la Termodinámica del No Equilibrio permite enunciar la siguiente proposición: la complejidad de un sistema más su capacidad de anticipación respeto del entorno es igual a la incertidumbre del entorno más el impacto del sistema sobre el entorno. Ese enunciado permite rediscutir la cuestión de la adaptación y evolución de un sistema complejo en el seno de un entorno incierto.


Profa. Rosa Estopà Bagot Licenciada en Filologia Catalana. Universitat de Barcelona, 16 de junio de 1992. Suficiencia investigadora. Programa de doctorado en Lingüística Aplicada (1994-1996). Universitat Pompeu Fabra, 10 de diciembre de 1996. Doctora en Lingüística. Universitat Pompeu Fabra, 26 de julio de 1999. Logopeda habilitada. Col•legi de Logopedes de Catalunya, 7 de febrero de 2000. Máster en Patologia del Llenguatge. Universitat Autònoma de Barcelona, 10 de junio de 1993. Estancia de investigación predoctoral. Université de Lille (Francia). 1996 (3 meses). Estancia de investigación postdoctoral. Universitat de Rio Grande do Sul (Brasil). 2000 (3 meses). Estancia de investigación postdoctoral. Universitat de Stuttgart (Alemania). 2003 (3 meses).


Jugando a definir la ciencia: recursos para trabajar el léxico académico El conocimiento de la ciencia y la técnica se representa y se transfiere a través de palabras que tienen un significado especializado, preciso y conciso. El acceso al conocimiento especializado permite un uso adecuado de la terminología. Trabajar el lenguaje juntamente con el conocimiento científico desde el inicio escolar es crucial. En el proyecto "Jugando a definir la ciencia" partimos del supuesto que las bases del conocimiento especializado se empiezan a adquirir en los primeros años de visa de una persona. Nuestro objetivo es elaborar recursos para trabajar con las palabras básicas de la ciencia como, por ejemplo, agua, espacio, estrella, calor, cerebro, hielo, sol muerte, velocidad, vida, etc. con niños y niñas de los primeros ciclos de la enseñanza obligatoria, es decir con los de primero, segundo y tercer curso de primaria. Así presentaremos recursos como, el diccionario de ciencia, el Club Lexic, el Microscopio, la Maleta de la palabras de la ciencia, el paquete Juega con palabras de ciencia, etc. Palabras clave: terminología, ciencia, lengua, recursos didácticos, léxico, diccionario, juegos, escuela


Profa. Johanna Wilhelmina Smit Possui graduação em biblioteconomia e documentação pela Universidade de São Paulo (1970), mestrado em Documentação - Ecole Pratique des Hautes Etudes (1973) e doutorado em Análise do discurso pela Universidade de Paris(1977). Foi adjunta do representante de área na CAPES por dois mandatos. Atualmente exerce sua função de docente junto ao Departamento de Biblioteconomia e Documentação da ECA/USP e dirige o Arquivo Geral da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Ciência da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: Ciência da Informação, arquivologia, arquivo fotográfico, vocabulário controlado e organização da informação.


A organização de imagens: complexidade e desafios A organização da informação imagética associa as dificuldades inerentes à organização da informação, visando seu acesso, à tradução intersemiótica: a organização da informação se faz através de termos selecionados da linguagem, termos estes que deverão representar detalhes da imagem (sua denotação e conotação), bem como suas características estéticas. A imagem não significa, somente mostra e, portanto, sua organização pressupõe uma atribuição de significado(s) de acordo com objetivos institucionais e a cultura do profissional responsável pela organização das imagens. A relação que se estabelece entre a imagem e o texto que a acompanha (legenda, texto explicativo) dá margem a novas indagações relacionadas ao trabalho de organização de imagens. Na atualidade, com o vertiginoso crescimento no volume de imagens produzidas, armazenadas e disponibilizadas, os desafios se tornam ainda mais candentes.


Profa. Alice Semedo Prof. Auxiliar e membro do Departamento de Ciências e Técnicas do Património da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Licenciada em História (variante em Arqueologia) na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (1987), concluí o Master of Arts in Museum Studies na Universidade de Leicester (Reino Unido) com uma dissertação na área de Gestão de Colecções. A dissertação de Doutoramento em Estudos de Museus (Ph.D in Museum Studies), The Professional Museumscape: Portuguese Poetics and Politics, em Maio de 2003. Investigadora do Instituto de Sociologia da FLUP.


Prof. Carlos Cândido Almeida Docente do Departamento de Ciência da Informação da UNESP, com atuação nos cursos de graduação em Arquivologia e Biblioteconomia e no Programa de PósGraduação em Ciência da Informação. Doutor em Ciência da Informação pela UNESP e Mestre em Ciência da Informação pela Universidade Federal de Santa Catarina. Possui graduação em Biblioteconomia pela Universidade Estadual de Londrina. Tem interesse nas áreas: Epistemologia da Ciência da Informação, Semiótica, Comunicação, Organização da Informação, Organização do Conhecimento e Mediação.


COMPLEXIDADE, SEMIÓTICA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO O fenômeno da complexidade é pertinente a Ciência da Informação assim como é para outras disciplinas. Contudo, o encontro da Ciência da Informação com outros campos, desde sua origem demonstra a necessidade de uma abordagem mais integradora e que supera o interdisciplinar para compreender o fenômeno da informação. Por sua vez, a informação enquanto registro simbólico, materializado em objetos ou emitidos sonoramente, socialmente aceitável pelos sujeitos com o objetivo de promover trocas intersubjetivas em suas diversas ocorrências e processos, é um elemento indispensável para a organização de sistemas humanos e não humanos.Os problemas teóricos e metodológicos que afligem a Ciência da Informação, também estão presentes em outros campos de pesquisa. Considerando essas concepções, tenta-se abordar um problema muito restrito e delimitado, referente à complexidade pertinente aos fenômenos da informação. Para tanto, recorre-se à crítica da interdisciplinaridade da Ciência da Informação, propondo uma leitura semiótica - ciência geral dos signos na natureza e na cultura - sobre seus problemas. O interdisciplinar é entendido como o movimento de comunhão entre disciplinas específicas e autônomas, nos mais diversos níveis: comunicação, troca, empréstimo, fisão conceitual, teórica e metodológica. Mais especificamente, esboça-se uma leitura abreviada e geral sobre a confluência da Ciência da Informação com a Semiótica, com atenção especial para a teoria dos signos de extração peirceana, isto é, derivada dos estudos do lógico Charles Peirce que tem uma abertura para a complexidade em relação às outras abordagens semióticas originárias da Lingüística. A complexidade é um fenômeno presente em todos os sistemas de informação, desde os primórdios dos sistemas automatizados que tratavam dados. Os estudos iniciais da indexação na década de 1950 tiveram que considerar a história do desenvolvimento das tecnologias de computação e processamento de dados. As soluções objetivas encontradas para o problema de excesso e variedade de informações, tiveram que considerar as técnicas disponíveis para registro, estocagem e recuperação da informação. Nesse contexto, a proposição de palavras-chave tinha sentido quando se constatava a incapacidade dos sistemas vigentes de processar grandes volumes de dados. Atualmente, a dificuldade de estocar grandes volumes de informação foi superada, e o acesso aos textos na íntegra é uma regra moral para os sistemas de informação, nem por isso, houve uma redução da complexidade. Não obstante, a aproximação da Ciência da Informação sobre estes sistemas ainda carece de uma leitura integradora, sistêmica e complexa. Esse tratamento lacunar, sustenta-se, pode ser minimizado com a exposição de uma perspectiva que trata da continuidade nos sistemas e interprete a ação de produção de significados como condição sine qua non do desenvolvimento dos sistemas de informação.


Profa. Luiza Beth Nunes Alonso Possui graduação em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1975), mestrado em Educação - Harvard University (1981) e doutorado em Educação - Harvard University (1985). É professora e pesquisadora da Universidade Católica de Brasília. Tem experiência na área de Sociologia do Conhecimento, com ênfase na interface entre domínio conceitual e campos de aplicabilidade.


Informação e Complexidade: novos paradigmas no estudo do Conhecimento e da Ação A história do ser humano é caracterizada por um permanente movimento de pensamento e de pesquisa que opera sobre questões, como (i) a relação entre o indivíduo, a sociedade e o ambiente; (ii) a dinâmica e a transformação dos diferentes processos cognitivos e simbólicos que promovem a saúde pessoal e coletiva; (iii) as construções e reconstruções da subjetividade; (iv) as representações sociais e os sistemas mentais que operam na criatividade, no desenvolvimento do trabalho e da tecnologia. A maneira como abordamos um objeto e a forma como decidimos estudá-lo está estritamente associada com nossas concepções teóricas que determinam a nossa maneira de ler o mundo. Diante da constatação de que a forma como o conhecimento vem sendo produzido inibe a interação entre as áreas, promove o fechamento das disciplinas em si, e por conseqüência uma multiplicidade de teorias, algumas em que a distância entre o pensamento e a ação se alarga a ponto de diferentes pesquisadores considerarem irrelevante o fazer. Convivemos com uma hipervalorizarão do raciocínio abstrato em detrimento da intervenção prática, quando a função social da pesquisa restringe-se às publicações. Tal reconhecimento firma a necessidade de se aprofundar a discussão entre diferentes áreas do conhecimento de uma nova epistemologia.


Prof. Edberto Ferneda Mestre em Informática pela Universidade Federal da Paraíba (1997). Doutor em Ciências da Comunicação (Ciência da Informação) pela Universidade de São Paulo (2003). Pós-doutorado pela Universidade Federal da Paraíba (2013). Atualmente é professor do Departamento de Ciência da Informação da UNESP - Campus de Marília. Atua na Ciência da Informação, principalmente na área de Recuperação de Informação.


Profa. Telma Campanha de Carvalho Madio Doutora em Ciências da Comunicação Universidade de São Paulo (2005).

pela

Atualmente é professora assistente da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho/UNESP, no Departamento de Ciência da Informação da Faculdade de Filosofia e Ciências - Campus Marília, ministrando disciplinas na graduação e na pós-graduação. Coordenadora do Laboratório de Conservação, desde 2006 e do Curso de Arquivologia, desde 11/2012.


Prof. José Augusto Chaves Guimarães Doutor em Ciências da Comunicação pela USP (1994), livre-docência em Análise documentária pela UNESP (2000). Realizou estágio pós-doutoral na Universidad Carlos III de Madrid (2008-2009). Desde 2009 ocupa o cargo de Professor Titular do Departamento de Ciência da Informação da Universidade UNESP em Marília-SP. Tem experiência na área de Ciência da Informação, com ênfase em Organização da Informação, atuando principalmente nos seguintes temas: análise documental, organização do conhecimento, epistemologia da Ciência da Informação, ética profissional em Ciência da Informação e documentação jurídica.


Prof. Guilherme Ataíde Dias Doutor em Ciência da Informação (Ciências da Comunicação) pela USP (2003) e Pós-Doutor pela UNESP (2011). Atualmente é professor Associado I na UFPB, lotado no Departamento de Ciência da Informação. Está envolvido com o Programa de PósGraduação em Ciência da Informação e Programa de Pós-Graduação em Administração, ambos da UFPB. Correntemente é Vice-Coordenador Nacional do Grupo de Trabalho Informação e Tecnologia da ANCIB e Bolsista de Produtividade em Pesquisa (PQ) do CNPq.


A Preservação de Documentos em Formato Digital Através do Sistema LOCKSS: Um olhar sob o prisma da Legislação Brasileira de Direitos Autorais Discute o papel das Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC) na preservação de documentos, especial ênfase é dada à questão da preservação de periódicos científicos eletrônicos no sistema LOCKSS à luz da legislação brasileira dos direitos autorais. Propõe analisar de que forma as cessões de direito patrimonial do autor, em periódicos científicos, contemplam a replicação de conteúdos no referido sistema, para que suas obras sejam preservadas digitalmente. São enfocados os serviços de preservação digital providos pela Rede Brasileira de Serviços de Preservação Digital (Cariniana) disponibilizada pelo Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) através do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT).


Prof. Plácida Leopoldina Ventura Amorim da Costa Santos Livre-docente em Catalogação pela UNESP (2010). Atualmente é docente do Departamento de Ciência da Informação da FFC/UNESP.

É pesquisadora CNPq, membro do corpo editorial da Revista Eletrônica Informação e Cognição e parecerista ad hoc de agências de fomento e de periódicos científicos, participa como revisora e membro de Comitês Científicos de periódicos científicos em Ciência da Informação no Brasil e no exterior. É membro da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Ciência da Informação ANCIB e membro da Diretoria da Sociedade Brasileira de Ciência Cognitiva SBCC.


Catalogação e a complexidade na triangulação: esquemas do usuário - registros descritivos - possibilidades do sistema informacional. A catalogação como responsável pela construção do registro descritivo, que atua como uma ferramenta de logística, na gestão de ambientes informacionais na promoção de recursos e de informações para a execução das atividades de movimentação dos recursos, de armazenamento, de atendimento das demandas e do gerenciamento dos recursos, tem como tarefas o planejamento e o desenvolvimento do projeto de construção de catálogos e de bases de dados que contemplem a definição do armazenamento, do acesso, da busca, da disseminação, da manutenção e da recuperação de dados, de informações e de recursos centrados na satisfação do usuários ao menor custo possível. Se configura como processo determinante na complexa triangulação: esquemas do usuário - registros descritivos - possibilidades do sistema informacional, e tem por missão colocar à disposição de usuários humanos e não-humanos, de ambientes informacionais, representações que atuem como construtoras de espaços mentais fornecendo dados a serem considerados no processo de decisão sobre o quê, quando e onde instanciar dados, informações e recursos em condições mais favoráveis, e na utilização das informações disponíveis com vistas a apropriação do conhecimento e a tomada de decisão. A proposta é aprofundar a discussão sobre a catalogação como a disciplina que, por meio da elaboração de registros descritivos, constrói elementos que fazem a ligação entre os estoques informacionais e os agentes que necessitam de dados, de informações e de recursos disponíveis nesses estoque. Esses elementos ora pertencem ao universo dos estoques ora pertencem ao universo dos agentes e os registros não são um acesso direto à realidade, mas sim o oferecimento de elementos e frames que em geral nada tem com a consistência física do recurso representado.


Profa. Lena Vania Ribeiro Pinheiro Doutora em Comunicação e atualmente exerce atividades de pesquisa e ensino no IBICT -

Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, como professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação, no qual exerce essas funções há

mais de 25 anos.


Complexidade e interdisciplinaridade no processo de transformação de informação em conhecimento: dos conceitos à ação

Proximidade e convergência dos conceitos de complexidade e interdisciplinaridade. O pensamento de Morin. A confluência da complexidade das concepções de informação em diferentes abordagens e de interdisciplinaridade da Ciência da Informação. O debate dialógico de questões de informação e perspectivas de complementaridade. O pensamento complexo e a metodologia interdisciplinar como possibilidade no ensino e pesquisa para alcançar a ação.


Profa. Mariângela Spotti Lopes Fujita Possui doutorado em Ciências da Comunicação pela USP em 1992 e realizou os concursos de Livre Docência em Análise Documentária e Linguagens Documentária Alfabéticas pela FFC da UNESP Campus de Marília em 2003 e de Titular em Leitura Documentária e Indexação em 2010. Atualmente é Pró reitora de extensão da Universidade Estadual Paulista Julio Mesquita Filho. Como Pesquisadora atua nos Grupos de Pesquisa Análise Documentária (líder desde 1993), TEMMA (membro desde 1993) e Organização do conhecimento para recuperação da informação (membro desde 2006).


POLÍTICA DE INDEXAÇÃO E COMPLEXIDADE NO CONTEXTO INTERDISCIPLINAR DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS A política de indexação pode ser determinada por diversos fatores em uma unidade de informação, desde a seleção de tipos de documentos a serem indexados, procedimentos de análise e representação de assuntos, aspectos qualitativos da indexação como precisão, especificidade, exaustividade e revocação, instrumentos de controle de vocabulário tais como linguagens documentárias ou opção por trabalhar com linguagem natural, além da avaliação da indexação pela consistência e pela recuperação. Todos esses fatores, entretanto, ganham significado quando aplicados ao contexto interdisciplinar da biblioteca universitária que possui finalidades e objetivos e abriga condições em seu ambiente quanto à natureza da informação produzida e solicitada, bem como características interdisciplinares da comunidade científica de seus usuários. No contexto interdisciplinar de bibliotecas universitárias, investigações anteriores (Fujita, Rubi & Boccato, 2009; Fujita, Boccato & Rubi, 2011) indicam mudanças significativas no comportamento informacional de acesso e uso do catálogo por usuários que solicitam recuperação por assuntos com mais especificidade, compatibilidade com sua linguagem de busca e disponibilidade de mecanismos de interação. A complexidade está presente na elaboração e gestão da política de indexação se considerarmos que “sistemas complexos exibem uma grande quantidade de componentes independentes interagindo uns com os outros de inúmeras formas” (BRAGA, 1995, p.3). A elaboração da política de indexação pode ser analisada à luz da complexidade, tanto pela natureza cognitiva do processo de indexação e do nível de representações dos conteúdos, por indexadores, e das necessidades informacionais, por usuários, com linguagens diferentes, quanto pela gestão da política de indexação para o planejamento, elaboração e implantação de normas, procedimentos, técnicas e manual da política de indexação com orientações gerais e específicas.


Profa. Virginia Bentes Pinto Pesquisadora de Produtividade-PQ-CNPq. Bacharel em Biblioteconomia- Universidade Federal do Ceará. Pós-Doutorado em Filosofia-Tratamento cognitivo da informação-Laboratoire danalyse cognitive de linformation (LANCI). Université du Quebec à Montreal-Dept. (2006). Áreas de interesse: Tratamento Cognitivo da Informação, Representação Indexal de textos verbais e não-verbais (imagens, sons), Representação do Conhecimento, Tecnologia da Informação, Informação para a Saúde, Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Ontologias, Bibliometria, Linguagem Natural e Controlada, Epistemologia da Ciência, Metodologia da Pesquisa, Leitura e Biblioterapia, Gestão da Informação e do Conhecimento.


Profª. Marta Lígia Pomim Valentim Pós-Doutorado pela Universidad de Salamanca, Espanha, em 2011-2012. Livre Docente em Informação, Conhecimento e Inteligência Organizacional pela Unesp. Doutora em Ciências da Comunicação pela ECA / USP, em 2001. Mestre pela PUC - Campinas, em 1995. Docente de graduação e pós-graduação da Unesp / Marília.

Líder do Grupo de Pesquisa Informação, Conhecimento e Inteligência Organizacional. Coordena o projeto de pesquisa Percepções do valor da informação: a importância da gestão da informação e do conhecimento em ambientes empresariais. Organizadora autora de vários livros na área.


Professor Marcos Galindo Doutor em História pelo Departamento de Línguas e Cultura da América Latina da Leiden University Países Baixos (2004). É Professor do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal de Pernambuco e do Programa de Pós-graduação em Ciência da Informação. Membro do Laboratório de Tecnologia do Conhecimento - Liber onde desenvolve os projetos Rede Memorial de Pernambuco e atualmente acumula as funções de Diretor de Extensão e Cultura e Coordenador de Educação a Distância da UFPE


Sistemas Memoriais e Redes Memoriais. A redescoberta do trabalho coletivo. A comunicação aborda a formação de Redes Memoriais baseadas no conceito multiusuário e no trabalho coletivo. Apresenta o histórico, modos de mobilização, modos de operação e aplicações. Discute o conceito de sistema memorial como categoria de trabalho científico que em ajudado a visualizar o campo da informação registrada composto por uma teia de instituições que tem por missão o resgate, o tratamento, a preservação e a promoção ao acesso aos bens do patrimônio memorial (Museus, bibliotecas, arquivos e outros instrumentos multiusuários de base colaborativa como repositórios institucionais e outras formas de data warehouses). O termo multiusuário define sistemas que permitem acesso compartilhado e simultâneo de múltiplos usuários a partir de uma estrutura capacitada para operacionalizar demandas múltiplas sem perda de performance. A adoção de práticas multiusuárias é particularmente aplicável em programas que exigem grandes investimentos em edificações, equipamentos e recursos humanos qualificados para operacionalizar áreas estratégicas da ciência a prática. Redes de colaboração evitam duplicidade de investimentos e desperdício de recursos, dilui os custos operacionais e garante melhores condições de sustentabilidade para o projeto. Apresenta experiência em curso em Pernambuco (Rede Memorial de Pernambuco) e a experiência nacional (Rede Memorial). O funcionamento deste movimento tem produzido um conjunto de soluções inovadoras no trato de problemas crônicos de gestão e execução de projetos e programas em instituições. Avalia o impacto dos primeiros resultados alcançados.


Prof. João Antonio de Moraes Mestre em Filosofia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho UNESP (2012). Atualmente é Professor de Lógica da Faculdade João Paulo II (FAJOPA). É membro do Grupo Acadêmico de Estudos Cognitivos GAEC (UNESP), do Grupo Interdisciplinar CLE Auto-Organização (UNICAMP), Pesquisador do Grupo Interdisciplinar de Estudos em Lógica e Epistemologia (UENP) e Secretário-Geral da Sociedade Brasileira de Ciência Cognitiva - SBCC (2013-2015).


Prof. Fernando de Assis Rodrigues Doutorando e Mestre em Ciência da Informação pela UNESP / Marília, pelo Programa de PósGraduação em Ciência da Informação (PPGCI). Membro do Grupo de Pesquisa "Novas Tecnologias em Informação" (GPNTI) desde 2010. Atualmente atua na área da Ciência da Informação e da Ciência da Computação, com ênfase em Engenharia de Software, Tecnologia de Informação e Comunicação e Ambientes Informacionais .


Oficina - Privacidade, Transparência Pública e Complexidade Ms. Fernando de Assis Rodrigues – Ciência da Informação/UNESP Ms. João Antonio de Moraes – Filosofia/Faculdade João Paulo II A presença constante das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na vida cotidiana dos indivíduos aumentou a dificuldade na discussão sobre questões ligadas à privacidade. Diferente de outros meios de comunicação, em que indivíduos eram somente receptores de informação, com a propagação do acesso à internet os indivíduos passaram a ser também produtores de informação. As informações, dentre elas aquelas que dizem respeito ao que é pessoal dos indivíduos, passaram a ser disseminadas por meio das TIC, ganhando amplitude global rapidamente. Neste contexto, destacam-se reflexões sobre questões como: em que medida a inserção destas TIC no cotidiano da sociedade afeta a privacidade dos indivíduos? Há espaço para a privacidade na Era da Informação? A resposta a estas questões nos conduzem a um caminho de duas vias. Por um lado, entendemos ser possível analisar a existência de privacidade se nos pautarmos na Perspectiva dos Sistemas Complexos. Isto porque esta perspectiva que fornece um método para a compreensão dos limites do que é considerado privado pelos indivíduos, mesmo em ambientes informacionais digitais. Conforme Moraes (2012), à luz da perspectiva sistêmica a privacidade passa a ser analisada enquanto fruto de relações entre indivíduos e grupos (redes), que apresentaria maior ou menor grau de expansão em virtude das particularidades próprias da localização de cada indivíduo.


Em outra perspectiva, é possível analisar uma menor privacidade dos indivíduos em virtude da presença de TIC, disseminadas no tecido social, as quais estariam constituindo uma “sociedade da vigilância”. Esta expressão é utilizada para caracterizar a sensação de observação gerada pela presença e uso destas tecnologias informacionais pela sociedade – através de dispositivos móveis, redes digitais, entre outros – que possuem um grande potencial de coleta, armazenamento e processamento de informação. A “sociedade da vigilância” pode ser exemplificada, principalmente, pela computação ubíqua. Os dispositivos computacionais e seus aplicativos são responsáveis pela coleta de dados sobre hábitos particulares dos indivíduos. Estes mesmos dados são manipulados para a geração de informações que podem ser acessadas e utilizadas para pôr em risco a privacidade dos indivíduos a que se referem. O ponto central deste segundo viés de análise da privacidade dos indivíduos é que, independente de suas vontades ou desejos, os recursos tecnológicos coletam e processam informações sobre eles. Consoante a este último viés, as instituições estatais e a iniciativa privada, responsáveis por gerir grande parte da massa de dados coletados sobre indivíduos passam por reflexões sobre como elas têm afetado a privacidade dos cidadãos. O Estado é colocado diretamente na discussão sobre a privacidade em virtude de seu papel como instituição pública, em que se destacam três pontos principais: i) um troca de paradigma em curso - da transparência de seus dados ser a exceção para a privacidade de seus dados ser a exceção, ii) a vigilância de indivíduos, seja pela iniciativa privada ou por Estados, e iii) a vigilância entre instituições e Estados, com indícios da possibilidade de início de uma ciberguerra.


Professor Klaus Emmeche Professor dinamarquês de Biologia teórica e Filosofia. É professor associado da Universidade de Copenhague, e é líder do Center for the Philosophy of Nature and Science Studies na Faculdade de (CPNSS, hospedado pela Niels Bohr Institute). Sua pesquisa se encontra na área de filosofia da ciência, em especial da filosofia da biologia, biologia teórica ( morfogeneses e evolução, desenvolvimento de sistemas, sistemas complexos), vida artificial, Biosemiótica e outras áreas correlatas a filosofia.


Professora Susan Haack Haack é graduada pela University of Oxford e pela University of Cambridge. Em Oxford, ela estudou na St. Hilda's College, onde teve como seu primeiro professor de filosofia Jean Austin. Comos pós-graduação, ela teve aulas de Politica, Filosofia e Economia e assim, seu gosto por Filosofia aumentou. Ela estudou Platão com Gilbert Ryle e lógica com Michael Dummett. Em Cambridge, ela escreveu seu Ph.D. com a supervisão de Timothy Smiley. Ela ocupou sua posição Fellow no New Hall, tornou-se professora de Filosofia em Cambridge antes de ocupar seu cargo na University of Miami.


Professora Diana Perez Profesora Adjunta regular de Filosofía” y de "Metafísica", Filosofía, Facultad de Filosofía y de Buenos Aires, desde abril respectivamente.

“Fundamentos de Departamento de Letras, Universidad de 2003 y 2006

Profesora a cargo de los cursos “Representaciones mentales y conceptos” y "Filosofía de la mente" de la Maestría en Psicología Cognitiva, Facultad de Psicología, Universidad de Buenos Aires.

Profesora a cargo del curso "Filosofía de la Mente" en la Maestría de Psicología de la Música, Universidad Nacional de La Plata.


Professor Hamilton Haddad Junior Doutorado(2008) em Fisiologia Humana pela Universidade de São Paulo. Atualmente é professor do Departamento de Fisiologia do Instituto de Biociências da Universidade de São Paulo. Tem experiência na área de Fisiologia, com ênfase em Neurofisiologia, atuando principalmente nos seguintes temas: Ensino de Fisiologia; Neurociência Cognitiva; Ensino-Aprendizagem; História e Filosofia das Neurociências.


Professor João Eduardo Kogler Junior Doutorado em Engenharia Elétrica pela Universidade de São Paulo (1998), com pesquisa desenvolvida na divisão de processamento de imagens da Siemens Corporate Research em Princeton, Estados Unidos, em 1991-92, versando sobre estudo de modelagem de imagens em multi-resolução aplicando o grupo de renormalização a campos markovianos, com aplicações a imagens médicas. Atualmente é pesquisador doutor da Universidade de São Paulo, atuando nas áreas de visão computacional, processamento de imagens, inteligência computacional e ciência da cognição


Professor Pablo Rubén Mariconda Doutorado em Filosofia da Ciência pela USP (1986). A partir de 2005, é Professor Titular de Teoria do Conhecimento e Filosofia da Ciência do Departamento de Filosofia da USP. Fundou em 2003 a revista Scientiae Studia-Revista Latino-Americana de Filosofia e História da Ciência,ISSN-1678-3166, da qual é o editor chefe desde o início. É atualmente coordenador do Projeto Temático Fapesp Gênese e significado da Tecnociência. Das relações entre ciência, tecnologia e sociedade


Professor Jelson Roberto de Oliveira Professor do programa de pós-graduação em filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, do qual é o atual coordenador, doutorado em Filosofia pela Universidade Federal de São Carlos, com pesquisa sobre a Amizade em Nietzsche. É atual coordenador do GT Hans Jonas, da ANPOF. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Ética e História da Filosofia Contemporânea, atuando principalmente nos seguintes temas: ética, moral, Nietzsche, Schopenhauer, Hans Jonas.


Professor Ivo Assad Ibri Doutorado em Filosofia pela USP (1994). Realizou pesquisa de pós-doutorado nos anos de 2004 e 2005 na Universidade de Indiana, Estados Unidos, com bolsa tipo fellowship concedida pelo Institute for Advanced Study daquela universidade. Atualmente é professor titular da PUC/SP, e doutor da Faculdade de São Bento. Possui experiência na área de Filosofia, com ênfase em Filosofia Moderna e Contemporânea. É fundador do Centro de Estudos do Pragmatismo do Programa de Estudos Pós-graduados em Filosofia da PUC-SP e editor responsável das revistas Cognitio - Revista de Filosofia e Cognitio-Estudos.


Professor Ricardo Ribeiro Gudwin Doutorado em Engenharia Elétrica pela UNICAMP (1996) e livre-docência em Engenharia Elétrica pela UNICAMP (2003). Atualmente é professor associado da UNICAMP, junto à FEEC-DCA e membro do board of governors do SEE – Semiotics – Evolution - Energy Virtual Institute; em Toronto, Canadá e membro do comitê editorial da revista: On Line Journal for Semiotics, Evolution, Energy Development - ISSN 1492-3157, publicado pelo SEE Virtual Institute.


Professor Max Rogério Vicentini Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (2012), com estágio junto à equipe SPHERE do CNRS e à Université Paris VII - Denis Diderot, sob a orientação do Prof. Dr. Michel Paty. Atualmente é professor assistente da Universidade Estadual de Maringá. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em filosofia da ciência, atuando principalmente nos seguintes temas: filosofia, peirce, ciência cognitiva, qualia e evolução.


Professor Alexander Gerner PhD em Hist贸ria e Filosofia da Ci锚ncia pela Universidade de Lisboa. P贸s Doutorado e Membro completo do Centro de Filosofia da Ci锚ncia pela Universidade de Lisboa (CFCUL). Membro do Projeto de Pesquisa "Cognitive Foundation of the Self" na IFL, UNL.


Podemos melhorar a atenção? Rumo a uma (Neuro-) ética e uma semiótica de atenção O aprimoramento das funções cognitivas como a atenção que é proposto por recente abordagens (neuro-) farmacológica (neuroenhancement) para seres humanos, muitas vezes é falho com os conceitos reducionistas da entidade cognitiva que é dito ser "melhorada" como comparando a cognição como um "cérebro" ou "capacidade interna" de "organização da informação" do ser humano e reduzindo respectivamente a atenção para uma "seleção de informação" mecânica (ver, por exemplo, Sandberg 2011). Pesquisas sobre Modafinil como potenciador de atenção e vigilância/alerta é um dos produtos farmacêuticos que serão examinados em relação à atenção nesta primeira parte . Foi encontrado que a atenção nos estudos Modafinil é muitas vezes concebida como " a alocação adequada de recursos para o processamento de estímulos relevantes" (Repantis 2010) (atenção seletiva) e pela qual a atenção é supostamente medida ou melhorada em sua rapidez no tempo de reação (TR) em "reconhecimento" e "reação motora" ou "manutenção" temporal voluntária de uma vigilância prolongada, numa abordagem de desempenho funcional de atenção, chegando, por exemplo, a partir de estudos militares e de aviação, de atenção sustentada de aumento da capacidade de atenção, com o foco na exclusão de "fatores disfuncionais", tais como ruído. Tais "melhorias" no desempenho/comunicação/canal das funções cognitivas redutivas em nível de chão de fábrica de informações ou funções cerebrais (I) deve ser criticamente examinado do ponto de vista de uma abordagem de sistema cognitivo complexo de atenção que nós vamos olhar a partir do nível de atenção conjunta/compartilhada na interação social e cognição. Para responder à pergunta sobre qual o nível faz sentido falar realmente de atenção, sua potencialização e, geralmente, de tomar conhecimento (ver: Janich 2006) e que modos de atenção são importantes para ser olhadas, vou apresentar uma crítica à impulsividade do estímulo mecânico de atenção "seletiva" dentro da abordagem ortodoxa redutora de redução de informação que muitas vezes prevalece em aplicações da teoria de comunicação de Shannon / Weaver para pesquisa de atenção cognitiva e suas subjacentes de semiótica de Morris (ver: Janich 2006). Além disso, tem de ser esclarecido epistemologicamente que a entidade chamada "atenção" na verdade é o que se diz ser "melhorada", o que, por exemplo, significa a selectividade/foco no sentido de um sistema complexo. Como consequência, a questão, se podemos melhorar a atenção será transformada em uma mudança de perspectiva se desviando de uma abordagem de desempenho interno funcional, para "atenção estética" seletiva para uma abordagem de exteriorização de atenção intersocial intersubjetiva como por gestos comuns. Na segunda parte vou desenvolver alguns pensamentos sobre 1) diagramatologia e 2) metáforologia de atenção relacionada ao gesto. Defendo que, a fim de explicar a atenção, precisamos levar em conta a) um conceito de "eu" encorpado empírico-transcendental e b) modos compartilhados de atenção constituídos relacional e socialmente. Vou considerar modos de atenção conjuntos e compartilhados, especialmente a importância de apontar gestos (básicos / simbólicos) (ver, por exemplo, Cappuccio 2013; Cappuccio e Shepherd 2013; Tomasello, 1999; 2005) e os gestos comuns e perguntar como uma conta dinâmica de um corpo que inclui não só modos de atenção conjunto ou coordenado, mas também disfuncional e de distração, pode ser útil para esclarecer a relação entre atenção e gesto em relação ao que significa constituição, e assim, traçar um primeiro esboço de um intra - e inter-personificação da semiótica de atenção baseada em gestos e como o novo entra na nossa mente em ciclos de ação-percepção baseado em gestos e atenções.


Professor Osvaldo Pessoa Jr. Doutorado em História e Filosofia da Ciência na Indiana University, EUA (1990). Trabalhou na Universidade Federal da Bahia, e atualmente é professor livre-docente do Depto. de Filosofia, FFLCH, USP. Tem experiência na área de Filosofia da Ciência, atuando principalmente em filosofia da física, modelos causais na história da ciência, e filosofia da mente.


Professor Ivan Domingues Doutorado em Filosofia - Université de Paris I (Panthéon - Sorbonne) (1989). Atualmente é professor titular da UFMG. Tem experiência em várias áreas da Filosofia, com ênfase em filosofia contemporânea, atuando principalmente nos seguintes temas ou disciplinas: teoria do conhecimento, epistemologia das ciências humanas, filosofia da técnica, ética e conhecimento, filosofia francesa e hermenêutica do texto filosófico.


Professor Alfredo Pereira Jr. Doutorado em Lógica e Filosofia da Ciência pela Universidade Estadual de Campinas (1994). Realizou Pós-Doutorado em Ciências do Cérebro e da Cognição no Massachusetts Institute of Technology (1996-98). Livre-Docente, Profesor Adjunto da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Docente credenciado e orientador de mestrado e doutorado nos programas de Saúde Coletiva (Faculdade de Medicina, UNESP-Botucatu) e Filosofia (Faculdade de Filosofia e Ciências, UNESP-Marília).


Professor Candiotto

Kleber

Bez

Birolo

Doutorado em filosofia pela UFSCar (2008). Atualmente é professor do Programa de PósGraduação em filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Atua também na mesma universidade em diversos cursos de graduação e especialização. Pesquisa autores da filosofia da mente como Searle, Fodor, Dennett, entre outros.


Professor João de Fernandes Teixeira Doutorado (PhD) em filosofia pela University of Essex (Inglaterra). Fez pós-doutorado nos Estados Unidos em 1998, no Center for Cognitiver Studies, na Tufts University, sob a supervisão do Prof. Daniel Dennett. Participou do grupo de ciência cognitiva do Instituto de Estudos Avançados da USP. Foi professor na UNESP (campus-Marília) de 1982 a 1991. Em 1992 ingressou na UFSCar, e, atualmente é professor titular nessa universidade. Em 1993 criou, junto ao curso de pós-graduação em Filosofia da UFSCar, a linha de pesquisa em Filosofia da Mente e Ciência Cognitiva, pioneira no Brasil.


Professor Lauro Frederico Barbosa Graduação em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1969) e doutorado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1974). Experiência na área de Direito, com ênfase em Semiótica Jurídica. Pesquisa semiótica em Medicina e em Psicanálise,com ênfase nas relações médicopaciente e analista-analisando. Extensão para a semiótica da aprendizagem e as relações professoralunos. Estudo sobre a significação semiótica da produção se sinais entre peixes elétricos na bacia amazônica.Atuando principalmente nos seguintes temas: semiótica, interpretante, signo, hábito.


Professor Arruda

Antonio

Trajano

Menezes

Doutorado em Filosofia - University of Oxford (1985). Atualmente é professor aposentado de Filosofia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Ética, atuando principalmente nos seguintes temas: auto-engano, ética, filosofia da mente, ciências cognitivas, educação e filosofia, e epistemologia.


Mediadores


Profa. Maria José Vicentini Jorente Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Universidade Unesp. Professora do Departamento de Ciência da Informação e do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Unesp, câmpus de Marília.

Investigadora nas áreas de Informação e Tecnologia, Tecnologias de Informação e Comunicação, Mídias, Intersemiótica, Genética de Produtos de Criação, Hipertextualidade, Webdesign.


Prof. Ricardo Gonçalves Santana Professor assistente da UNESP, Campus de Tupã , professor de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UNESP, Campus de Marília. Graduado em Matemática e Pedagogia, mestrado em Ciencia da Informacao pela UNESP (2002) e doutorado em Ciência da Informação pela UNESP (2008). Membro dos Grupos de Pesquisa - Novas Tecnologias em Informação-UNESP e CEPEAGRO-UNESP. Tem experiência na área de Ciência da Computação, atualmente realiza pesquisas com foco em: ciência da informação e tecnologia da informação, investigando temas ligados a Transparência Pública e ao Fluxo Informacional em Cadeias Produtivas.


Profa. Rosangela Formentini Caldas Docente da UNESP, departamento de Ciência da Informação. É tutora do grupo PET de Biblioteconomia e coordena a comissão local do Núcleo de Estudos e Práticas Pedagógicas (NEPP). Com o apoio da Capes realizou seu doutoramento pleno na escola de engenharia da Universidade do Minho. Realiza pesquisa com temas relacionados a Teoria Geral das Organizações, Pensamento Administrativo e Estruturas de desenvolvimento para comunidades. Contribuiu na estruturação do curso de Arquivologia, reestruturação do curso de Biblioteconomia e atualmente realiza a estruturação para o curso de museologia da UNESP.


Profa. Helen de Castro Silva Casarin Doutorada em Letras pela UNESP (2002) e LivreDocência pela UNESP (2011). Atualmente é professor adjunto do Departamento de Ciência da Informação da UNESP. É bolsista Produtividade em Pesquisa CNPq e líder do grupo de pesquisa Comportamento e competência informacionais. Tem experiência na área de Ciência da Informação, com ênfase em Biblioteconomia, atuando principalmente nos seguintes temas: comportamento informacional, competência em informação, biblioteca escolar e leitura.


Professor João Ernesto Batista de Moraes. Livre-Docente em Linguística e Documentação. Professor Adjunto do Departamento de Ciência da Informação da Faculdade de Filosofia e Ciências Unesp - Marília. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Teoria e Análise Linguística, atuando principalmente nos seguintes temas: Organização da Informação; Análise Documental; Semântica Discursiva e Análise do Discurso. É parecerista "ad hoc" da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), da CAPES e do CNPq


Prof. Henry Poncio Cruz de Oliveira Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UNESP. Professor na Universidade Federal do Ceará - Campus Cariri. Mestre em Ciência da Informação pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UFPB. Graduado em Física pela Universidade Federal da Paraíba. Ministra disciplinas relacionadas as Tecnologias da Informação e Comunicação e Metodologia da Pesquisa Científica.


Paulo Henrique Oliveira Pereira Licenciado em Filosofia em 2011 e Bacharel em Filosofia em 2013, mestrando em Filosofia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP. É bolsista CAPES. Membro do Grupo de Estudos Cognitivos GAEC (UNESP) e participante do Grupo Interdisciplinar CLE AutoOrganização (Unicamp). Atuando nos seguintes temas: Filosofia Ecológica, auto-organização, Ética Informacional, pragmatismo, semiótica e sistemas complexos.


Professora Mariana Claudia Broens Doutorado em Filosofia pela Universidade de São Paulo (1996). Atualmente é professora adjunta (Livre Docente) da FFC da UNESP. Desenvolve pesquisas na área de Filosofia, com ênfase em Epistemologia, Filosofia da Mente e Ciências Cognitivas, atuando principalmente nos seguintes temas: Abordagem mecanicista da mente, Naturalismo, Auto-Organização, Pragmatismo, Conhecimento Comum, Cognição Incorporada e Situada, Ética naturalizada, Filosofia da Ação, Informação Ecológica.


Professora Maria Eunice Quilici Gonzalez Doutorado em Cognitive Science, Language And Linguistics Phd - University of Essex (1989) Inglaterra. Atualmente é professora adjunta (livre docente) da UNESP. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Epistemologia, Ciência Cognitiva e Filosofia da Mente, atuando principalmente nos seguintes temas: auto-organização, cognição situada e incorporada, teoria da informação e inteligência artificial.


Prof. Silvana Aparecida Borsetti Gregorio Vidotti Doutora em Educação - área de concentração Educação Brasileira - pela FFC da UNESP (2001). Professora Assistente-Doutora em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Docente Orientadora de Turma da Curso de Pedagogia Semi-Presencial UNESP/UNIVESP - Polo de Tupã. Coordenadora do Doutorado Inter Institucional UNESP e UFC área de Ciência da Informação (DINTER - início: 2010).

Membro do projeto PROCAD - CAPES/UNESP/UFPB – Rede de Aprendizagem e Cooperação Científica em Ciência da Informação Membro Titular do Conselho Editorial de Periódicos da UNESP - CEPC.


Professor Ramon de Souza Capelle Andrade Doutorado em Filosofia pela UNICAMP. Tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Lógica, atuando principalmente nos seguintes temas: lógica condicional, contrafactuais, categorias de Charles Peirce e auto-organização.


Professor Kleber Cecon Doutorado em filosofia (2010), graduação. Desde agosto de 2012 é Professor Assistente Doutor na UNESP, Campus de Marília. Foi professor na Universidade Federal de Campina Grande e na Universidade Estadual do Maranhão. Tem experiência no campo de filosofia e história da ciência (especialmente história da química), área em que realizou um estágio de doutorado no Birkbeck College (Universidade de Londres) na Inglaterrra e na qual também ministra aulas e palestras.


Professor Marcos Antônio Alves Doutorado em Filosofia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas/Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência - CLE - UNICAMP (2012). Professor Adjunto na UENP/Jacarezinho, das disciplinas de Lógica, Filosofia da Ciência e da Mente, tem experiência na área de Filosofia, com ênfase em Epistemologia, atuando principalmente nos seguintes temas: filosofia, lógica, mente e conhecimento. Presidente da Sociedade Brasileira de Ciência Cognitiva - SBCC - no período de 2012-2015.


Viii eiica  
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