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Práticas E Modelos de Auto-Avaliaçãodas

Bibliotecas Escolares : Metodologias de Operacionalizaçãp – Parte II ACCÕES FUTURAS Relativamente ao ponto 5) do Guia da Sessão da semana, mesmo em perspectiva de análise empírica e depois de reflectir, concluo que: a) É difícil encontrar algo que considere, no âmbito do Domínio D do Modelo, que a («minha») Biblioteca devesse deixar de fazer; no entanto, analisando a realidade, aquilo que se me apresenta como obstáculo, prende-se com ▪ a requalificação e utilização do espaço ▪ com o horário praticado (embora este último aspecto esteja, em parte, dependente ou relacionado com o primeiro). ▪ De facto o espaço físico em que se dinamiza a Biblioteca, embora respondendo, em termos de área, aos requisitos exigidos pela Rede da BE’s, não se encontra rentabilizado nem devidamente organizado na sua relação e gestão os espaços/diferentes valêncais. É uma questão que me ultrapassa dado depender da vontade autárquica, investir na mudança nesta área das Be’s, uma vez que a alteração passa pela necessidade da execução de algumas obras. A situação, da forma como se mantém é restritiva face a dinâmicas de utlização. Quanto à sua utilização levanta-se um problema também ligado à gestão dos espaços, partilhados com entidades que, embora intimamente ligadas à Escola e Comunidade (nomeadamente ATL gerido pela Associação de Pais), usufruem dele(s) de uma forma que colide com as necessidades apresentadas pela BE. Com efeito, o ATL desenvolve actividades dentro do horário das Actividades Extra-Curriculares (AEC’s), ocupando em pleno e diariamente a BE. São práticas já instaladas há anos (mesmo anteriormente à existência das AEC’s) e em que se encontra uma enorme resistência à sua alteração. Ironicamente, embora o trabalho realizado seja pedagógicamente interessante e em termos de integração e de extensão à comunidade bastante importante e válido, o que é um facto é que não cohabita harmoniosamente com os Projectos Futuros de Implementação da BE. Deverá


concerteza ter de se encontrar uma solução alternativa que a todos satisfaça, fruto de um esforço conjunto de entendimento, que passa também obviamente pela boa vontade das entidades ligadas às autarquias, no âmbito do pelouro da Educação, também directamente ligadas á gestão do Parque Escolar. Esta é sem dúvida uma questão a comtemplar em futuro, na Auto-Avaliação da BE. ▪ Quanto ao horário, devido à especificidade do 1º Ciclo (Monodocência, horário sem interrupções – furos - igual para todas as turmas desde o curricular, ao extra-curricular), não sobra tempo para a utilização da BE, fora das horas lectivas e não lectivas, ficando assim a potencialidade da diversidade de acção naturalmente reduzida limitada. Embora esta questão esteja ligada a outras que se prendem com este aspecto funcional do 1º Ciclo, e outras mudanças por inerência e em conjuntura devessem ser ponderadas, não posso deixar de sublinhar que deveriam existir condições para que o horário de utilização pudesse ser alargado. Quanto a outros aspectos a ponderar, apresenta-los-ei na «3ª rubrica» destas acções.

b) ▪ A Parceria activa, dinâmica e aberta que se mantém entre esta Biblioteca e a BE Sede de Agrupamento é essencial que tenha continuidade, pelo reforço positivo que se sente no desenrolar de todas as actividades, pela efectiva ligação que se testemunha, entre os diferentes ciclos do Agrupamento. ▪ O Jornal Escolar do Agrupamento, O Projecto de Teatro, ambos igualmente participados pelos 3 Ciclos do Agrupamento, são Acções a continuar também pelo espírito de coseão e solidariedade que daí emana, situação amplamente saudável para manter vivo o espírito de trabalho que se preconiza para o futuro conjunto das BE´s, para optimização de todo o processo integrador das aprendizagens dos alunos envolvidos. Estas, são acções neste momento perfeitamente mesuráveis e que se podiam contemplar em real Auto-Avaliacão da BE.

c) São mais, sem dúvida, as acções que se deveriam começar a praticar no âmbito da BE. Contudo, no sentido de melhor apresentar e complementar as minhas propostas, vou- me cingir àquelas que mais dizem respeito aos aspectos que apontei nas alíneas anteriores. Assim: ▪ também para que a BE pudesse funcionar em horário alargado, que tivesse condições para promover uma oferta mais diversificada, haveria necessidade da existência de uma Equipa,


mesmo que fosse apenas formada por mais 2 elementos (Um Docente e uma Operacional de Acção Educativa) ▪ a fim de estender as acções às restantes escolas do 1º Ciclo e Jardins de Infância do Agrupamento, conseguindo desse modo satisfazer em pleno o Objectivo de uma verdadeira Rede de Acção da BE no Agrupamento, a criação de uma Biblioteca itinerante, a partir da Biblioteca Sede, ou mesmo desta BE da EB1 da Venteira, a criação de mecanismos eficazes para o circuito contínuo entre todas estas unidades escolares, surge(m) como necessidade(s) de curto prazo. Estas últimas propostas que supra apresentei são também passíveis de integrar o Modelo em futuro.

Amadora,06 de Dezembro de 2009-12-06 Ana Isabel Quintas Maia e Silva


acçoes futuras