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AIM - ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE 05 de Junho de 2013

Nesta edição:

PERSPECTIVA

DOS PRINCIPAIS HOTÉIS

EXISTENTES E PROJECTOS EM CRESCIMENTO. Angola sempre a crescer!!!

Edição 010/13 Baía de Luanda vence prémio de arquitectura paisagistica 2013 p. 03

Terrenos são “activo” mais valioso nas privatizações em Angola p. 07 Os armazéns grossistas vão ser transferidos das áreas urbanas das cidades capitais para áreas suburbanas (…) p. 11

Progest conclui a 1ª fase do World Trade Center p. 13

Pestana avança Luanda p. 15

para

Nova Lei do Arrendamento atrai investidores imobiliários p. 23

A AIM nasceu da necessidade de divulgação das principais noticias relacionadas directa ou indirectamente com o mercado imobiliário angolano. Pretendemos fazer chegar até si as principais noticias quinzenalmente e contamos consigo para podermos crescer e divulgar todo o progresso e desenvolvimento neste país que nunca dorme!


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EPIC SANA HOTEL ***** Situado na Rua da Missão, no centro de Luanda, a um passo de importantes espaços empresariais e administrativos, o EPIC SANA Luanda Hotel oferece o privilégio estratégico de estar bem no centro da cidade. Com uma decoração exclusiva e elegante, EPIC SANA Luanda Hotel oferece 131 quartos Duplos, 88 quartos Twin, 16 Master Suites e 3 Suites Presidenciais. Para estadias de negócios ou de longa duração, o hotel oferece ainda 50 apartamentos SANA Residence, disponíveis com um ou dois quartos.

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As facilidades do hotel incluem quatro restaurantes, quatro bares e uma discoteca. Um extenso Wellness Club & Spa dispõe de piscinas (interior e exterior), banho turco, sauna, jacuzzi, duche Vichy, tratamentos de spa e serviço de massagem, fitness center, cabeleireiro e spa de unhas. O centro de reuniões e conferências do hotel oferece nove salas de reunião, a maior das quais com capacidade para 680 pessoas. Todas as salas de reunião estão equipadas com equipamento audiovisual de última geração e são atendidas por uma equipa dedicada.

ARQUITECTURA

p. 3

HABITAÇÃO

p. 4

ECONOMIA

p. 7

ESCRITÓRIOS

p. 9

INDUSTRIAL & LOGISTICA

p. 11

RETALHO E DISTRIBUIÇÃO

p. 13

HOTELARIA & TURISMO

p. 15

INFRA-ESTRUTURAS

p. 17

URBANISMO

p. 19

CONSTRUÇÃO

p. 21

JURIDICO

p. 23

UTILITIES

p. 25

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AIM

ARQUITECTURA BAÍA DE LUANDA VENCE PRÉMIO NACIONAL DE ARQUITECTURA PAISAGÍSTICA 2013

O pro jecto d e Requalificação e Dinamiz ação da Marginal d e Luand a fo i recentemente distinguido com o Prémio Nacio nal de Arquitectura Paisagista 2013, n a categoria Ob ra d e Integração Paisagística. Este projecto foi p romo vido p ela

Socied ade Baía d e Luanda. O galard ão foi en tregue d urante a 9ª edição d a Urb a Verd e – Fórum d as Cidad es Sustentáveis, no passado dia 9 d e Maio, e foi recebido p ela arquitecta paisagista Margarida Quelh as, em rep resentação da equipa angolana e

portuguesa constituíd a p elos gabinetes Costa Lop es.arq (Angola) e Territó rio, Paisagem, Arquitectura (Po rtugal). O pro jecto da Baía d e Luand a consistiu em trab alhos d e d renagem e limp eza das águas d a baía, reabilitação das redes d e

infra-estruturas, construção de um aterro e ampliação do espaço d e estacion amento e laz er. Foi, ainda, p roposta a criação de um parque lin ear, com d istribuição equilib rad a de programação lúdica ao longo de tod a a extensão d e 3km da baía. O novo espaço reabilitado con ta co m vários pontos d e atracção que foram con ceb idos de fo rma a criar uma imagem unitária d e todo o esp aço . É constituído por várias áreas ajardinad as entreco rtad as po r zon as p avimentadas, p arques in fan tis, estaçõ es d e um p ercurso d e man utenção e campos d e “street b asket”. Foi, aind a, criado um passeio arbo riz ado junto à via e um p asseio margin al con tín uo ao longo da baía, b em co mo uma ciclovia. O grand e ob jectivo desta reabilitação fo i d evo lver à cidad e d e Luand a um dos seus espaços p úblicos fund amentais, tanto p ara a vida urb an a co mo para a imagem d a cid ade.

FORTALEZA DE SÃO PEDRO DA BARRA TRANSFORMADA EM MUSEU DE ARTES COMTEMPORÂNEAS Um projecto d e transfo rmação da fo rtaleza São Pedro da Barra, em museu d e artes contemporân eas, será implementado no segundo semestre d este ano, no âmb ito de um p rograma d e recup eração das estruturas físicas deste mon umen to histórico, lo caliz ado no distrito do Sambiz anga, em Luanda. O projecto, elabo rado e ap rovado em 2012, numa iniciativa do Governo Provin cial d e Luand a (GPL), segundo uma fonte do Gabin ete Técnico da instituição , comp reend e igualmente a criação de uma unid ade hoteleira, uma sala multiuso e espaços verdes. Indicou que para con cretiz ação do p rojecto o GPL conta co m o apoio dos organ ismos estatais e privados

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sedead as no distrito do Samb izanga. Fundad a em 1663, a Fortaleza de São Pedro d a Barra, localiz ada no antigo morro de K assandama

(actual co muna de Ngola trânsito p ara o con tin ente Kiluange), foi utilizad a ao Americano. longo d e sua histó ria como entreposto d e escravos em

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HABITAÇÃO CENTRALIDADE DA CATUMBELA PRONTA PARA HABITAR EM AGOSTO As primeiras 684 casas da centralid ad e da Catumbela, na p rovín cia de Benguela, vão estar prontas p ara h abitar a p artir de Agosto d este ano, revelou o emp reiteiro en carregado d as ob ras. A garantia foi dad a ao min istro do Territó rio, Bo rnito de Sousa, d urante um en contro que este manteve no lo cal com responsáveis d a construtora CI TIC e o grupo angolano que fiscaliza os trab alhos. O p rojecto, que está ser erguido n a localidade do Luongo, co mpreende três fases, estando as primei-

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ras em execução. No geral, a centralid ad e d everá ser con cluída em Novemb ro d e 2014, com mais de d uas mil moradias, entre edifícios d e do is e três

pisos, além d e vivend as o u habitaçõ es de renda média. As obras que contemplam escolas primárias e secund árias, envolve a construção d e unid ad es

policiais, posto s d e bomb eiros e estruturas p ara o tratamento de lixo. Aco mpanh ados p elo governado r da p rovíncia d e Benguela, Issac dos An jos, Bo rnito de So usa d eslo cou-se ainda o municíp io d a Baía Farta, onde efectuou uma visita às instalaçõ es da ad ministração local. Depo is de b reve reunião com respon sáveis da Baía Farta, o titular p ela ad ministração do territó rio an golano deslo cou a uma empresa piscató ria, ao posto de saúde do bairro comand ante Cassan je, culminando com uma p assagem p ela centralidad e d a Baía Farta.

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HABITAÇÃO FINANCIAMENTO PODE REDUZIR DÉFICE HABITACIONAL NO PAÍS

O ministro do Urb anismo e passado dia 13 d e Maio, em da Hab itação, José Antón io Luand a, que o finan ciamento à da Con ceição e Silva, disse no habitação contrib ui p ara a

red ução do défice hab itacion al e o d esenvolvimento do sector finan ceiro do p aís. O go vern ante, que falava na ab ertura do workshop sob re “Urb anismo e habitação nos p aíses da África Subsariana”, fez men ção à fó rmula de o utros p aíses do mundo que foram cap azes d e d esenvo lver o seu mercado de cap itais, com volumes sign ificativos, graças ao refin an ciamento da divida hipotecária, uma exp eriência que Ango la está a trilh ar. “A d esregulamentação do secto r finan ceiro p rivado e a ênfase no p ap el d as instituiçõ es finan ceiras p rivad as (ban cárias

e não b ancárias) pod eria indicar uma redução do papel do Estado n este sector, o que não é caso” - d isse. Para o ministro, o Governo deve contin uar muito activo neste sentido, mas com o seu p ap el reo rientado à catalisação p ara atrair recursos e regular o funcionamen to do mercado privado.

INAUGURAÇÃO DO COMPLEXO HABITACIONAL FELITRANS

O min istro dos Transpo rtes, Augusto To más, p roced eu à entrega d e 122 resid ên cias sociais a funcionários do Ministério e institutos que tutela. As casas entregues, do tipo T3 A e B e T4, lo calizam-se no co mp lexo h ab it a cio n al “Felitrans”, no município d e Belas. Durante a cerimón ia, o ministro d os Transpo rtes, citado pelo Jo rnal de An gola, asseguro u que o E xecutivo contin uará a redobrar esfo rços na imp lementação d e acçõ es socio ecónomicas que contribuam p ara a melho ria de vid a dos fun cion ário s d a instituição . De acordo co m o go ver-

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nante, as autoridades p rogramaram, p ara os próximos tempos, uma série de actividad es que visam mudanças grad uais nas condiçõ es so ciais dos trabalh adores, muitas d as quais estão já a ser materializad as. O objectivo é melhorar as condiçõ es dos quad ros em termos

de hab itação social, saúd e, transpo rte, entre o utras áreas. Além d isso, o utra d as apostas será, d e aco rdo com o ministro, a formação pro fission al e acad émica dos fun cion ários. Augusto To más, citado p ela publicação, revelo u que o Ministério dos Transpo rtes pretend e estend er a tod as as provín cias o p rojecto d e construção d e resid ên cias, apoian do as iniciativas d e emp resas e

institutos do secto r. Iniciadas em Março d e 2011, as ob ras de construção foram d esenvolvidas n uma área d e 102 mil metros quadrados. O complexo “Felitrans” in clui três tipos de moradia, sendo 42 lotes do tipo A, que são as casas mais económicas, 66 o utras resid ên cias do tipo B, co rrespondente à média rend a, e 14 da tipo logia A, de maio r pad rão.

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HCTA *****

Inaugurado no dia 18 de Dez emb ro de 2009 o Hotel de Conven çõ es d e Talatona faz p arte de um empreendimento em que d esponta o Cen tro d e Conven çõ es multiusos e dez en as d e chalés adjacentes d e luxo. O hotel, cuja fach ada principal d esponta uma mo ldura d e vidro com uma combin ação de co res p arecido ao “arco íris”, está a escassos metros das in stalaçõ es do Serviço Integrado d e Atendimento ao Cidad ão (SIAC) e do Cen tro d e Fo rmação Tecnológico (Cen fotec).Com cin co p isos, e d ada a sua localiz ação, é possível divisar-se, a p artir dos últimos andares, uma bo a p anorâmica da zona Sul de Luanda, prin cip almente o litoral

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que englob a as praias do Ben fica, Mussulo, Cazanga entre outras. Perten ça da emp resa Son an gol, a co ncession ária nacional d e co mbustíveis de Angola, o Hotel de Convençõ es d e Talatona dispõ e de 201 quartos todos ostentando nas suas p aredes d ecoração moderna. Deste lote, existem 21 suites, divididas em 17 junio res suites, três suites d e luxo e uma suite p resid en cial, com tratamento VI P diário, co m red e de intern et gratuita. Todos os quartos dispõ em d e climatização , segurança, co mun icação, telefon e e intern et, entre o utras facilidad es para os seus utentes. O empreendimento possui três restaurantes ond e se pode desfrutar da gastronomia angolan a e intern acional.

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ECONOMIA TERRENOS SÃO “ACTIVO MAIS VALIOSO” NAS PRIVATIZAÇÕES EM ANGOLA

Os terrenos e as imediaçõ es são o activo mais valioso d as emp resas que estão na lista d e privatiz ações que Angola p repara até 2018, considero u o directo r executivo do Ban co Angolano d e Investimentos, João Fonseca. Em d eclaraçõ es à Bloomb erg no seguimento da divulgação d a intenção de Angola d e p rivatizar mais d e 30 emp resas p úblicas, João Fonseca comento u que "o b em mais valioso d eve ser

os terrenos e as imediaçõ es, uma vez que a maio ria dos equip amento s está obso leto " em termos de ativos. O p residente do maio r b an co angolano acrescento u que nos concursos que serão abertos "será muito importante realizar uma rigo rosa an álise das emp resas, no meadamente relacionad as co m os direitos d e p ropried ade e as hipotecas". Da lista, divulgada esta semana pelas auto ridad es angolanas, con stam 27 emp re-

sas, 19 das quais estão consid erad as "p aralisad as", estando as restantes co m "activid ade residual". Pelo menos d uas das emp resas que estão n a lista, a Refrinor e a Panga Panga, têm boas lo caliz açõ es na capital angolana, comento u o ban queiro. Luanda é a cid ade mais cara de África para os estrangeiros viverem e a segund a mais cara do mundo, a seguir a Tó quio, de aco rdo com o estudo an ual da consultora Mercer, que an a-

lisa o custo d e vida em centenas de cid ad es em todo o mundo. O plano ap resentado há uma seman a prevê a privatização d e 33 das cerca d e 90 emp resas detidas p elo Estado nos próximos cin co anos p ara aumentar a eficiência e red uzir os custos, segundo d isse o min istro d a E co n o mi a, Abrahao Go urgel.

o propósito de assegurar a nego ciação dos valores mobiliários elegíveis à n ego ciação. Segundo Arch er Mangueira, o pacote legislativo cria o en quadramento regulado r n ecessário e suficiente para que o s valores mobiliários que cab em no mercado secund ário d e dívid a p ública, no mercado d e dívida emp resarial e no segmento dos fundos de in vestimento possam ser transaccionados em mercados geridos po r esta sociedad e e mediante o rd ens dos in termed iá rio s fin an c eiro s

(co rrectoras, distrib uido ras e bancos) registados n a CMC para o efeito, que são responsáveis po r fazer o en contro dos in teresses d e comp ra e de venda d estes valo res mobiliários. Esclareceu que a SGMR fo i criad a para servir de alternativa à tradicion al bolsa d e valores, po is a n egociação pod e o co rrer em diversas estruturas, podendo, in clusive, n alguns casos, ocorrer em simultân eo.

MERCADO DE CAPITAIS ALAVANCA ECONOMIA A Soci edade G estora de Mercados Regulamentados (SGMR) passa a gerir , numa pri meira fase, o mercado especi al da dívi da públi ca e evoluir, mais tarde, par a uma Bolsa de Dívi da e Valores de A ngola (BDVA) , afirmou em Luanda o pr esi dente da Comi ssão de Mercado de Capi tai s ( CMC) . Archer Mangueira disse em declaraçõ es à An gop que a Socied ade Gesto ra de Mercados Regulamentados vai p ro-

porcionar a infra-estrutura física e institucional n ecessária e suficiente p ara que as transacções referidas se efectuem, b em co mo para que o co rram os serviços d e pré e pós negociação que, apesar de serem d a respon sabilid ad e d e uma socied ad e com p erson alidad e jurídica, vão constituir a central de valo res mobiliários. A So ciedad e Gestora dos Mercados Regulamen tados, cujo regime jurídico fo i apreciado em Conselho d e Ministros, é uma so ciedad e anónima, de capitais p úblicos e serve

ECONOMIA ANGOLANA CONTINUARÁ A CRESCER NOS PRÓXIMOS ANOS De acordo com a secretária d e Estado d a Econo mia, Laura Alcântara Monteiro, a economia angolan a continuará a apresentar um crescimento robusto nos pró ximos anos, com previsão d e crescimento anual bruto de 7,1% até 2017. A secretária de Estado falo u durante a ab ertura do Fó rum Económico e Co mercial Angola Po lónia, d urante a qual preciso u que «o crescimento

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será supo rtado, fundamen talmente, p elo secto r n ão petrolífero que, de aco rdo co m previsõ es, registará um crescimento médio an ual de 9,5%, reflectindo a d iversificação d a economia angolana». De acordo com a responsável, as iniciativas go vern amentais dirigid as ao fo men to da p rodução e dos emp resários n acion ais assen tam fund amen talmen te n a oferta de facilid ades ao crédito

bancário de médio e longo prazos, bonificação das taxas de juro e a con cessão d e garantias púb licas, através do fundo d e garantias d e crédito. Faz em p arte do p rograma de apoio medid as co mo a o ferta de in centivos d e natureza fiscal e institucio nal, previstos n a lei d as micro , p equen as e médias empresas, a p restação d e serviços emp resariais através do

Instituto Nacion al d e Apoio às Pequen as e Médias Emp resas, quer sejam d e fo rmação, de consulto ria e d e desen volvimento d e in cubado ras de emp resas, e facilidad es de acesso a capital através do fundo activo de capital de risco e do Fundo d e In vestimento p ara as Grandes E mpresas.

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ESCRITÓRIOS ARRANCOU CONSTRUÇÃO DE INCUBADORA DE EMPRESAS

A construção do edifício que acolherá a primeira in cubadora de emp resas já começou. O ministro da Economia, Abraão Gourgel , presidiu à cerimónia que assinalou o início do projecto que será gerido pelo Instituto Nacional de Apoio às Pequenas e Médias Empresas (INAPEM), no âmbito do programa do Governo angolano para p romoção do empreendedorismo. A previsão é que as

obras sejam concluídas em Novembro. O ministro da E conomia, citado pelo Jorn al d e Angola, referiu que a iniciativa se insere nos esfo rços do Executivo para dinamizar o pro cesso de diversificação da economia nacional, através do d esenvolvimento das micro, pequenas e médias empresas. Po r sua vez, a ministra do Comércio, Bernarda Henriques da Silva, acredita que a incubadora de empresas ajudará

os pequenos empresários a fortalecer os seus projectos de negócios. A incubadora de empresas, a construir na Zona Económica Especial (ZEE) numa área d e 600 metros quadrados, funcionará co mo uma oficina d e preparação d e empreendedores sem experiên cia, por via de formação técnico profissional por um período regular e rotativo de dois anos. Segundo noticia o Jo rnal de Angola, a incubadora da ZEE capacitará, numa primeira fase, dois a três emp reendedores co m ideias sólidas e projectos que integram a lista de prioridades do Executivo para o desen volvimento industrial. O p rojecto, que inclui também uma sala d e reuniões para as empresas incubadas e uma sala comum p ara formação e conferências, está orçado em cerca d e 250 milhões

de kwanzas. O presidente do Conselho de Administração do INAPEM, António Assis, citado pela publicação, afirmou que o objectivo é apostar nos pequenos emp reendedores e dotálos de ferramentas para poderem d esenvolver os seus negócios na área d e p rodução industrial. “Dentro da incub adora, os empreendedores vão ter um espaço físico para montar o escritó rio da sua empresa”, explicou. O responsável, citado pelo Jornal de Angola, esclareceu que a incubadora de empresas é um espaço onde o empreendedor tem a oportunidade de desenvolver o u criar o seu negócio apen as com a ideia, e encontra todos os serviços que ajudam a to rnar o seu p rojecto credível e sustentável.

GRUPO ALEMÃO SAP VAI ABRIR ESCRITÓRIO EM ANGOLA O grupo alemão SAP, um dos grandes produtores mundiais de aplicações info rmáticas para gestão empresarial, vai abrir um escritó rio em Angola este ano a fim de exp andir a sua rede comercial em África, onde pretende duplicar a sua facturação, disse em Jo anesburgo um quadro superio r do grupo. Franck Cohen, responsável do grupo para a Europa, Médio Oriente e África, disse à agên cia finan ceira

Bloomberg que a SAP vai utilizar a Sociedade Nacional de Petróleos de Angola (Sonangol) como âncora para a entrada n aquele mercado, atendendo a que a estatal petrolífera angolan a é já cliente do grupo. “Estamos a expandir a nossa presen ça em África”, disse Cohen referindose à d ecisão d e ab rir um escritório em Angola, que acrescentou que uma particular aten ção continuará a ser dada à África do Sul

onde o grupo alemão tem o escritó rio central para o continente africano. O grupo SAP, que tem sede em Walldorf, Alemanha, obteve 49% da sua facturação de 14,2 mil milhões de euros em 2011 com a comercializ ação dos seus produtos na região E uropa, Médio Oriente e África, onde irá investir 450 milhõ es de dólares no d ecurso dos próximos quatro anos. O grupo comer-

cializa o pacote Business One, com um custo der 1 500 dólares e que pode ser utilizado em simultân eo por cinco p essoas, que faz a gestão de inventário, vendas, financiamento, produção e relações com clientes.

EMPRESA PORTUGUESA INVESTE EM ANGOLA A TBFiles, emp resa portuguesa especializada na criação de soluções integradas para a gestão documental, estima investir 1 milhão de euros para instalar-se em Angola no decurso de 2013, disse a directo ra-geral da empresa, Cláudia Santos. Cláudia Santos disse ainda que o montante mencionado será aplicado na aquisição de equipamento, no recrutamento e formação de

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recursos humanos e ainda no arrendamento de esp aço para a criação de um centro logístico. Actualmente, prosseguiu Cláudia Santos, dispomos já de um centro de operaçõ es com cerca de 1500 m2 na zona d e Vian a, Luanda, e já contratámos nove pessoas além dos três profissionais experientes vindos de Portugal para preparar o arran que, “pelo que consolidar a emp resa

no mercado é o principal objectivo a curto prazo.” Angola é o segundo país africano da empresa portuguesa constituída há cerca de 10 anos e que opera em Moçambique há 7. A TBFiles trata d a organização de

documentos, armaz enamento e gestão d e arquivo, digitalização de documentos e ainda arquivo digital, gestão e rotação de cópias de seguran ça informáticas. Página 9


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HOTEL BAÍA **** “NO CORAÇÃO DOS MELHORES NEGÓCIOS”

Inaugurado a 21 de Julho de 2011. Erguido em plena Praia do Bispo, a 5 minutos do centro de Luanda, o Hotel Baía localiza-se junto à baia de Luanda no novo centro empresarial da capital de Angola. A sua localização privilegiada com vi sta sobre a Baía de Luanda, permite desfrutar de um ambi ente tranquilo, onde a facilidade de acessos convida a conciliar uma estadia de negócios, com momentos de descontracção e lazer.

Com uma arquitectura de vanguarda que lhe confere um ambiente moderno e acolhedor, o Hotel Baía dispõe de 140 quartos, um restaurante de cozi nha internacional, um Lounge Pool Bar na cobertura, com uma vi sta panorâmica sobre a Baí a de Luanda, um Centro de Fitness e SPA e uma multiplicidade de serviços à sua di sposição. Tudo, para que possa tornar sua estadia ainda mais agradável.

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INDUSTRIAL & LOGÍSTICA COMÉRCIO GROSSISTA FORA DA ZONA URBANA

Os armazéns grossistas vão ser transferidos das áreas urb anas das cidades capitais para áreas suburban as, anun ciou a ministra do Comércio, Rosa Pacavira, no encontro que manteve em Luanda co m p equenos, médios e grandes comerciantes. Para Rosa Pacavira, todas as condições estão criadas para os interessados construírem os seus armaz éns nas áreas reservadas pelo Governo, visando melhorar a actividade comercial, em particular na cid ade d e

Luanda. A ministra assegurou que o Executivo está a construir os Centros Logísticos e de Distribuição (CLOD) no país, estando já o de Luanda na segunda fase da edificação. Neste momento, estão reservados 100 hectares p ara os comerciantes grossistas desenvolverem a sua actividade de forma organizada. Além do CLOD d e Luanda, o Governo vai construir empreendimentos nos municípios da Caála e Calenga, na provín cia

do Huambo, da Quibala, no Kwanza-Sul, e no utras localidades das províncias de Malange e Uíge. Os CLOD vão alb ergar vários tipos de mercados a grosso para o comércio de hortícolas e frutas, carnes e peixes, electrodomésticos, produtos secos, cereais e seus derivados, peças e sobressalentes, vestuário, calçados e acessórios, além d e mercados de materiais d e construção, gelo, restauração, serviços de laboratório, bancários, entre outros.

Rosa Pacavira lamentou o facto de a actividade comercial em Angola ser ainda sustentada por importaçõ es e o circuito de distribuição dominado por oligopólios. Para a ministra, as grandes cidades, com d estaque para Luanda, assistem ao surgimento desordenado da rede comercial, quer grossista, quer retalhista, com grande expressão p ara o fomento cada vez mais acentuado do mercado informal, com todas as características negativas que lhe são associadas.

importado, após as administrações das cimenteiras em actividade em Angola terem con cluído que a taxa de utilização dos equipamentos ronda actualmente entre 60 e 70%. De acordo com Miragaia, «o cimento importado ch ega a preços muito competitivos e está a obrigar a indústria nacional a reduzir os

preços, o que acontece p raticamente de dois em dois meses». Deste modo, a Secil Lobito «sofre com a situação, além da forte concorrên cia do cimento importado, com a queb ra de mercado que se tem verificado desde o início d e 2013».

SECIL LOBITO INVESTE EM NOVA FÁBRICA A empresa Secil Lobito – Companhia de Cimento do Lobito vai investir 18 mil milhões de kwanzas numa nova fábrica de cimento no Lobito. De aco rdo com as declaraçõ es à imp rensa de Augusto Manuel Miragaia, administradordelegado d a empresa, a nova unidade fabril terá cap acidade

para produzir 1,2 milhõ es de toneladas por ano. Este projecto será erguido a 200 metros da actual cimenteira da emp resa. O responsável afirmou, ainda, que a indústria nacional de cimento está a d esperdiçar cerca de 30 a 40% da sua capacidade produtiva devido à forte concorrên cia do produto

SUMOL + COMPAL CONSTROI FÁBRICA EM ANGOLA O grupo português de bebidas Sumol + Compal vai iniciar ainda este ano a construção de uma fáb rica em Angola. Em comunicado do grupo divulgado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários, este é um projecto que tem estado pendente na carteira de investimentos. De aco rdo com a mesma fonte, são também revelad as as contas relativas ao ano de 2012, n a qual a

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Sumol + Compal indica que «o projecto de construção de uma unidade industrial em Angola pressupõ e, em 2013, a passagem para a fase de execução, devendo neste mercado a empresa retomar um crescimento forte, em consequência do início de uma operação directa de distribuição” e do reforço das marcas»

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HOTEL TRÓPICO **** “RENDA-SE AOS ENCANTOS DA CIDADE DE LUANDA “ Situado no coração de Luanda, o Hotel Trópico vive a dinâmica da cidade, sendo um exemplo por excelência da África actual. Amplamente reconhecido pela qualidade dos serviços que oferece, é uma referência incontornável para quem visita a cidade. Com 280 Quartos totalmente equipados, Health Club, SPA, Piscina, Restaurantes, Bar, Cabeleireiro, Lojas, Salas de Reuniões e Conferências totalmente equipadas com as mais avançadas tecnologias à disposição, o Hotel Trópico é a opção certa para viagens de lazer ou negócios. Visite-nos e descubra um espaço amplo e agradável, onde a excelência dos serviços prometem tornar a sua estadia numa experiencia a repetir.

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RETALHO & DISTRIBUIÇÃO CONCLUIDA 1ª FASE DO WORLD TRADE CENTER

Os promotores da criação do complexo World Trade Center de Luanda concluíram a primeira fase d e construção de infra-estruturas do Retail Park Viana. A info rmação foi adiantada pelo PCA da Parkgest, ,

acrescentando estar con cluída a primeira fase d e construção de infra-estruturas, incluindo os arruamentos e todas as áreas sépticas. Estimando tratar-se do maior complexo do género do continente africano,

neste mo mento já estão disponíveis espaços para os potenciais interessados e que várias entidad es empresariais já adquiriram lotes, estando já a construir os respectivos projectos industriais e/ou comerciais. O Retail Park Viana é o primeiro grande projecto a ser construído, no âmbito do complexo WTC Luanda. No seu conjunto terá 20 lojas de várias dimensões e segmentos d e actividades. Depois do Retail, seguese a edificação do shopping, áreas industriais e logísticas, o

complexo resid encial e a sede do WTC, onde ficará a associação empresarial de Viana. O Retail Park resume-se numa área útil total de 600 mil m2, dos quais 100 mil m2 estão destinados ao retail, in cluindo um shopping, cuja abertura está prevista para dentro d e dois anos. Mais 100 mil m2 p ara serviços de escritórios, um centro de empresas, hotel e salão de congressos.

sam assim a actuar co mo franchisadas da marca Bem Me Quer, usufruindo do know-how fornecido pelo Mega. Em poucos meses a rede já angariou dezenas de lojas espalhadas pelo País e tem o grande objectivo de conseguir fran chisar mais 150 até Dez embro, gerando um investimento de 5 mi-

lhões de dólares no final de 2013. O Mega Cash & Carry, com sede no Bairro da Palanca, em Luanda, dispõe de 4.600 m2 de área de venda e cerca d e 3000 produtos, com destaque para as marcas líd eres nacionais e internacionais.

LOJAS DE BAIRRO “BEM ME QUER” O Mega Cash & Carry está a implementar a rede de franchising Bem Me Quer, um conceito p ensado para o comércio de proximidade e que visa a abertura de lojas alimentares em pequenos bairros. A rede actua prin cipalmente em lojas já ab ertas nos bairros de Angola mas que

não tenham um comércio organizado. A adesão ao projecto p ermite-lh es refo rmular a imagem, acesso a uma maior gama d e produtos, maiores margens de lucro, tecnologia especializada para o retalho alimentar e ainda formação para o p roprietário das lojas e colaboradores. As lojas pas-

OBRAS DO GOLF CENTER SHOPPING ESTIMADAS EM 47 MILHÕES DE DÓLARES O Grupo César e Filhos investiu já cerca de 21 milhões de dólares na construção do Gol f Center Shopping, cuja conclusão está apontada para o final deste ano ou início de 2014. A informação foi avançada pelo director comercial do grupo, Cristiano Teixeira, em declarações ao jo rnal Expansão. De acordo com o responsável, no total, o emp reendimento consumirá cerca de 47 milhões de dólares até à sua con clusão. Neste momento, estão a ser aplicadas as redes técnicas que anteced em os acab amentos finais. Edificado no Golf II ,

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distrito do Kilamba Kiaxi, província de Luanda, o emp reendimento ergue-se junto do anterior hipermercado do Grupo que, na altura, o cupava 12 mil metros quadrados e emp regava 480 pessoas. Segundo Cristiano Teixeira, o novo centro comercial terá o hipermercado reestruturado e gestão privada, numa área total de 54 mil metros quad rados. O parque de estacionamento terá capacidade para 1100 viaturas, p revendo-se um fluxo diário de 20 mil visitantes. Para além do hipermercado, o Golf Center Shopping terá, em três pisos, 130 lojas, seis salas

de cinema, cinco restaurantes, outros serviços e comércio como farmácias, lavandaria, cosméticos, perfumaria, sap ataria, vestuário, electrodomésticos, artigos par casa e decoração, entre o utros. Segundo o

gestor, cerca de 90 por cento dos espaços comerciais já estão reservados, e entre os futuros arrendatários encontram-se empresários nacionais, franquias internacionais, entre brasileiras, alemãs, portuguesas e sul-africanas.

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HOTEL ALVALADE **** UM HOTEL INCONTORNÁVEL PARA QUEM VISITA LUANDA Os excelentes acessos, a arquitectura de traço moderno, a hospitalidade da equipa e o ambiente convidativo que o caracteriza… fazem do Alvalade um Hotel de referência para quem visita Luanda em negócios ou Lazer.

Situado a 5 minutos do aeroporto internacional “4 de Fevereiro”, este Hotel dispõe de 202 quartos com acesso Wireless totalmente equipadas, um restaurante, dois bares, um Centro de Congressos e múltiplos serviços que certamente tornarão a sua estadia muito agradável. Confortável, amplo e bem equipado, aqui poderá facilmente organizar reuniões, receber clientes ou simplesmente relaxar após um longo dia de trabalho na cidade. AIM - ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE

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HOTELARIA & TURISMO PESTANA AVANÇA PARA LUANDA

O Grupo PESTANA deu esta semana um p asso decisivo p ara entrar no mercado angolano, onde vai gerir o PESTANA LUANDA BAY, na capital. A SOEHOTUR – sociedade de direito angolano formad a pelo maior grupo hoteleiro português, com 25%, pela angolan a GBE (55%) e a brasileira Alphaville, dona d e 20% – assinou o contrato d e investimento com a Agên cia Nacional para o Investimento Privado (ANIP), recebendo luz verde p ara

avançar com o projecto. Localizando no Bairro da Bo avista, n a baixa da cidade, o Pestana Luanda Bay será um complexo dividido em cin co edifícios, com hotel d e cinco estrelas com 255 quartos, duas torres com 116 apartamentos de luxo cada, e ainda o Boavista Plaza, que agregará escritórios e uma área de laz er com lojas, restaurantes, casino e discoteca. Outro compromisso assumido com o Governo é o cumpri-

men to d e c al en d ário s. “Prevemos um prazo de conclusão de três anos, a partir do momento em que se comece a obra”, detalh a o responsável. Por enquanto decorrem nego ciações com as construtoras para adjudicar a empreitada. Em comunicado, o grupo Pestana revela que serão criados 500 postos de trabalho durante as obras e 550 empregos quando o empreendimento entrar em fun-

cionamento. No mesmo comunicado, o p residente da 'holding do grupo Pestana p ara África, Florentino Rodrigues, realça que "esta p arceria, realizada numa p erspectiva de longo prazo, faz parte da política de desenvolvimento do grupo Pestana em África, onde se encontra já com nove hotéis em cin co países, permitindo beneficiar do forte crescimento previsto para Angola nos próximos anos.

SECTOR TURÍSTICO GERA 145 MIL EMPREGOS O Boletim Estatístico do Mercado Hoteleiro de Angola revela que, nos últimos dois anos, o sector do turismo gerou 145 mi l novos empregos. Na análise de evolução do emprego, a publicação, citada pela agên cia Angop, constatou haver uma variação positiva de 4,8 por cento, mais 6697 postos de trab alho criados comparativamente ao ano de 2010. No que diz respeito à re-

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partição de emprego, por tipo de unidades em 2011, verificou-se que os restaurantes e similares apresentaram maior peso no total do emprego, com 42,1 por cento, seguindo-se os hotéis com 24,9 por cento, pensões e outras unidades de alojamento com 24,7 por cento. Sob a responsabilidade do Ministério da Hotelaria e Turismo, o Boletim Estatístico indica, tamb ém, uma subida de 4

% relativamente ao sector privado. Segundo o documento, a proporção do crescimento médio do emprego, no biénio 2010/2011, a média situo u-se na ord em dos 3,9 %

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HOTEL PRESIDENTE **** No centro de Luanda, onde se situa o Hotel Presidente, pode ver as bonitas vistas sobre a baía. É o local perfeito para apreciar a beleza e praticar todas as actividades que somente poderá fazer em Africa, e no seu hotel de negócios em Luanda. Localiza-se na marginal Luanda, uma das áreas mais atraente em Luanda. Construído no final da década de 60, renovado em 1983, e posteriormente em 2010, o Hotel Presidente em Luanda, hospedou muitas individualidades ao longo dos anos e os seus Salões de Conferências foram palco de importantes eventos na história recente Angolana. O hotel dispõe de 194 quartos, incluindo 1 Suite Presidencial e 2 Suites Diplomáticas. 90% dos quartos do hotel têm vista para o mar.

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INFRA-ESTRUTURAS INEA QUER RECONSTRUIR 1500 PONTES EM 5 ANOS O I nstituto Nacio n al d e E strad as d e An go la an un cio u q ue que r re co n struir c erca d e 1500 p o n tes d estruíd as d uran te a guerra civil e substituir as p o ntes p ro visó rias p o r d efin itivas em b etão armad o n o d eco rrer do s p ró ximo s 5 an os. A in fo rma ção foi revelad a p elo directo r-geral d a in stituição , Mo lares D’Ab ril, no d eco rrer d o I Co n selho Co n sultivo Alargad o do Min istério d a Co n strução . De aco rd o co m o r esp o nsável, d esd e o fim d a guerra civil o I nstituto Nacio n al d e E strad as d e An gola (I NE A) já co nstruiu mais d e 800

p on tes d efinitivas e m etáli- tem trab alh ad o no estud o tro lo d a aplicação e n a cas a nível do p aís. Mo lares do s materiais p ara elab o ra- o bserva ção do co mp o rtaD’Ab ril adian to u, ain d a, ção d os p rojecto s e no co n - men to d os p avimen to s. que as p o ntes metálicas co m cará cter p ro visó rio fo ram in stalad as em situaçõ es d e e mergên cia, co n stituin d o estruturas te mp o rais que a p raz o serão substituíd as p o r o utras d efin itivas em b etão ar m ado o u d e co nstrução mista». D e aco rd o co m a mes ma fo n te, o I NE A tem n este mo men to u ma p arceria co m o Lab o rató rio d e E n gen h aria d e An gola, en tid ad e o ficial do co ntro lo d e q ualid ad e d as o b ras p úb licas, co m qu em

CAMINHOS-DE-FERRO VÃO LIGAR ANGOLA E ZÂMBIA An gola e a Z â mb ia vão assin ar u m me mo ran d o d e en tend imen to segun d o o qual será co n struíd a uma lin h a d e camin h o -d e-ferro qu e vai ligar directa men te as vilas min eiras do s d ois p aíses. A in fo rma ção é d o jo rn al z am-

bian o Lusaka Ti mes. Duran te um en co n tro em Lusak a en tre o s min istro s an golan o e z amb ian o d o s Tran sp o rtes e Co mun icaçõ es, Augusto d a Silva To más d isse a Ch risto p h er Y alum a q ue o

go vern o an golan o p reten d e ligar o s d ois p aíses p o r camin h o -d e-ferro através d a co n strução d e um a ligação en tre Sh an go mb o e Ruv un gu, e m An go la. De aco rd o co m a m esma fo n te, Ch risto p h er Y alum a afirmo u qu e

esta ligação p o r ca min h o -d e -ferro «é um p ro jecto fun d amen tal e qu e d eve ficar co n cluído o m ais d ep ressa p ossível a fim d e ac elerar o d esen volvimen to d as regiõ es d os d ois lad os d a fro n teira».

EI U n o se u mais recen te relató rio so b re An go la. Dep ois d e u ma p ar alisação d e 20 an os, o tran sp o rte d e carga p o r lin h a férrea e m An go la, a p artir do p o rto d e Luan d a, reco m eço u n o mês d e Março . De aco rd o co m o min istro do s Tran sp o rtes, Augusto d a Silva To más, estão e m c urso estud o s p ara mais três lin h as ferro viárias: um a a ligar o cen tro d e Lu-

an d a ao sub úrb io d e T alaton a (sul), u ma segun d a até ao distrito d o Kilamb a K iaxi, n o vo cen tro h ab itacio n al d e gran d es dimen sõ es e uma terceira p ara o no vo aero p o rto, e m co n strução n o Bo m J esus. O p ro jecto implica a co nstrução d e uma estação cen tral em Luan d a, o nd e vão articular-se to d os os mo d o s d e tran spo rte co lectivo d e p assageiro s.

TRANSPORTES ESTIMULAM CRESCIMENTO

As n o vas in fra-estruturas d e transp o rtes p revistas p ara Lu an d a, in cluind o co mb o ios sub urb an o s, vão estimular o crescimen to eco n ó mico an golan o , afirm a a E co n o mist I ntelligen ce Un it. E ntre o s vário s p ro jectos d e mo d ern iz ação d a red e d e transp o rtes d a cap ital, ap resentad o s p elo E xec utivo n o in ício d e 2013, está o p ro lo n gamen to até ao cen tro

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d e Luan d a d a linh a ferro viária p ara a Z o n a E co n ómica E sp ecial d e Vian a. “I sso vai to rn ar o tran sp o rte ferro viário mais atractivo p ara o s trab alh ado res d o s serviço s, p articular men te d o secto r p etro lífero , d ad a a p ro ximid ad e d a estação em relação à p rin cip al b ase d e lo gística p etro lífera, a e mp resa So n ils”, refer e a

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HOTEL INTERCONTINENTAL***** O InterContinental Luanda estará localizado perto do bairro de Miramar, uma zona diplomática da capital angolana que abriga a maioria das embaixadas estrangeiras, tornando-se a residência perfeita para os viajantes de negócios ricos e diplomáticos. Construído num terreno elevado com vista para o porto de Luanda e a cidade abaixo, o hotel de 25 andares, vai oferecer vistas espectaculares sobre a costa atlântica. O InterContinental Luanda será composta de 389 quartos e suites elegantemente decorados e totalmente equipados, bem como um InterContinental Club Floor. Os hóspedes terão acesso a um restaurante durante todo o dia, dois restaurantes de especialidades, serviço

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de quarto e bar da piscina para mais opções de refeição leves e lanches. O lobby lounge e cocktail bar será o cenário perfeito para encontros casuais para café ou bebidas. Além disso, para o viajante consciente de saúde, haverá um bar que servirá sumos frescos. O InterContinental Luanda também vai oferecer salas exclusivas e instalações para conferências, incluindo um salão de baile 600 metros quadrados com uma área de foyer, 8-10 salas de reuniões flexíveis (num total de 500 metros quadrados) e uma sala de reuniões. Outras comodidades inclui um ginásio totalmente equipado, piscina interior e exterior e um espaço comercial de 300 metros quadrados .

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URBANISMO REQUALIFICAÇÃO DAS AVENIDAS NA CIDADE CAPITAL DE MALANGE prestou a informação após um encontro com o governador Norb erto dos Santos e responsáveis da empresa que vai recuperar aquelas avenidas, afirmo u que as obras vão mudar a imagem da cidade. Sobre o encontro, referiu ter servido p ara d efinir estratégi as p ara “ a recuperação do atraso que se verifica na conclusão de algumas obras, como as de reabilitação das vias secundárias e terciárias”. O administrador municipal General Carmona e Hoji-yaO governador provin cial de adjunto de Malange disse à Henda são requalificadas em An gop que as aven id as breve. Osvaldo dos Santos, que M a l a n g e v e r i f i c o u o

andamento de algumas obras, entre as quais as de reabilitação e construção do edifício do I nstituto Sup erio r Agro Alimen tar, no b airro da Cangambo, das estrad as R1 e R2, hotel Jinga, Cine Turismo, pavilhão multiusos Valódia, Casa Proto colar do governo e daescola do 2º ciclo na Catepa. No fin al d a visita, o govern ado r Norberto dos San to s referiu que “o s trabalhos ainda não ganharam o ritmo esperado” e anun ciou a realização de reuniões às segundas-feiras para contínua avaliação do que está ser feito.

LANÇADAS CINCO NOVAS LINHAS DE TRANSPORTES PÚBLICOS EM LUANDA A Direcção Provincial de Tr ân s it o , Tr áf eg o e Mobilidade em coordenação co m as o p erad o ras d e transpo rtes p úblicos e o Caminhos-de-Ferro de Luanda (CFL) lanço u no passado dia de Maio cinco novas linhas de autocarros que irão convergir no Largo das Escolas, Ilha de Luanda, Praia do Bispo, Cidade do Kilamb a e Z ango. O directo r p rovincial do

Trânsito e Mobilidad e, Jorge Ben gue, adianto u que as p rimeiras três lin h as d e autocarro vão funcion ar a partir da Estação do Bungo, tendo como destino o Largo das Escolas, Ilha de Luanda e Praia d o Bi sp o . S e g u n d o o responsável, as outras duas linhas vão funcionar a partir da Estação Central do Comboio de Viana, até a Cid ade do Kilamba e a localidade do Zango. Fez

saber que estas linhas visam criar interfaces (meio capaz de promover a comunicação ou interacção entre dois ou mais grupos) em algumas estações de comboio, no seguimento de o rien taçõ es d o min istro angolano dos Transportes, Augusto To m ás, e d o governador da p rovíncia de Luanda, Bento Bento, para se gar an ti r o s tr an sp o rt es p úb li co s ao s c id ad ão s,

p r i n ci p al m e n t e na i n t e r mo d a l id ad e f e r r o rodoviário. As referidas linhas contam com garantias d e cinco operado ras, no meadamente TURA, TCUL, MACON, SGO e Angoaustral, que irão explorar as rotas d efinidas com os meios possíveis por forma a dar uma resposta adequada à necessidad e da população.

TROÇO COMARCA/ROTUNDA DA BOAVISTA EM FASE DE CRIAÇÃO DE LANCIS A recuperação da via exp ressa Bo avista/K ifan go nd o, n o sentido Comarca Central de Luanda e a Rotunda da Boavista, en contra-se na fase de criação d e lan cis e passeios, após trabalhos de dren agem e a instalação de nova rede de água p o táv el e c ab o s el é ct ri co s. S eg un d o o responsável da obra, Marcos Panzo a empreitada nos 500 metros e meio do troço

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deco rre satisfatoriamente e conta com a contribuição d e 40 trabalhadores. A fase seguinte, de acord o co m a fon te, consistirá na colo cação do as falt o p ara p o s t erio r sinalização. Após a conclusão d este t ro ço , a p ró xim a empreitada compreenderá a via Rotunda da Boavista/antigo Roque Santeiro e antigo Ro que/ Prédio do Livro. A recuperação da via exp ressa Bo avista/

Kifangondo, em curso desde 2007, co n temp lo u, n uma primeira fase, as vias Refinaria/ Cimangola (dois quilómetros), K ifan go n d o / C a cu a co ( 10 quilómetros), b em como a criação de uma ponte sobre as Salinas de Cacuaco. A estrada terá uma faixa de rodagem com três vias em cada sentido, s is t ema d e d r en ag em, ilumin ação , sin aliz ação e passagens aéreas pedonais. O

tráfego rodoviário entre o município de Cacuaco e as imediações da Petrangol está a ser feito com tranquilidade e comodidade, ap esar da falta de pontes ou passadeiras aéreas. A interven ção faz p arte do programa do Governo de Angola para reabilitação das vias estruturantes e terciárias da cidade de Luanda.

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HOTEL DIAMANTE ***** A cidade de Luanda vai ser dotada com um novo Hotel de cinco estrelas , a mais completa oferta de serviços hoteleiros e lazer da cidade. Recepção 24 horas, 178 luxuosos aposentos, onde se incluem suites presidenciais e ministeriais, todos com telefone, televisão e mini-bar, restaurantes, (aberto 24 horas) bares. SPA, (masculino e Feminino) ginásio, piscina exterior e com um grande bar esplanada, lavandaria permanente, Room Service 24 horas, estacionamento de viaturas.

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CONSTRUÇÃO TPF PLANEGE GANHA OBRA EM ANGOLA A TPF Ango la ganho u recentemente a adjudicação da supervisão e fiscalização das obras de construção d e 5.000 fogos e resp ectivas infra-estruturas urbanas para a nova centralidad e d e Kilamba Kiaxi. De acordo com o anún cio feito p ela TPF Planege, a obra foi adjudicada pela SONI P, num contrato assinado no passado mês de Abril, que terá a duração prevista de 12 meses. Ainda segundo a mesma fonte, o grupo refo rçou tamb ém as suas co mp et ên ci as

ambientais, tendo agora uma eq uip a d e esp e cial istas multidisciplinares na área para a realização de estudos de impacto ambiental, estudos e projectos d e requalificação amb ien t al e in t egr aç ão paisagística, acompanhamento amb ien t al d e o b r as e auditorias ambientais, planos estratégicos ambientais, planos de monitorização ambiental, planos de gestão de recursos n at u ra is e p l an o s d e ordenamento do território. Deste modo, o grupo está neste momento a desenvolver

novos estudos, nomeadamente o estudo de impacte ambiental do p arq ue eó lico d a Ar ad a/ Montemuro e os relatórios de

conformid ade ambiental do projecto d e execução para três parques eólicos no norte de Portugal.

coberturas, fachadas, estruturas metálicas e de madeira. José Luís Castro, Presidente da Sotecnisol, afirma que «o mercado angolano vive actualmente um período de fo rte crescimento, quer em termos quantitativos, quer em termos qualitativos». Considera que «a experiên cia e know-how da Sotecnisol nesta área, aliada ao el e vad o d e se mp en h o d o s

produtos que representamos fazem com que este seja um passo lógico e estratégico para a emp resa». O peso actual dos me r c ad o s in t e rn a cio n ais representa já 10% d a facturação total da Sotecnisol, sendo que a empresa espera atingir os 30% nos próximos anos.

SOTECNISOL EXPANDE-SE EM ANGOLA A Sotecnisol, grupo que opera no s secto res da co nstrução, ambiente e energia, abriu uma unidade de revestimentos em Angola, aumentando assim a sua presen ça no país. A área de rev estim en to s jun ta -se, assim, à área de engenharia e cobertura & fachadas, que já se encontram em operação

no país já há mais d e um ano. Desta fo rma, a área d e revestimentos da Sotecnisol en co n tra-se esp ecial men te vo ca cio n ad a p ara desenvolvimento de projectos d e co n st rução ci vi l tecnologicamente exigentes e inovadores, adaptando-se a uma vasta gama d e so luçõ es técn icas, n o âmbito d as

PRODUÇÃO NACIONAL É PRIORIDADE PARA A BRICOMAT

“Ajudamos a Construir” AIM - ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE

E ste é o lema q ue tem acompanhado a BRI COMAT – C o n s t r u ç ão , M á q u in a s e Ferramentas ao longo de mais d e uma década de actividade. A empresa d edica-se à venda d e m a t e r i a i s d e c o n st r u ç ã o seleccionados de aco rdo com as p rin cip ais exig ên ci as e n e ce ssid ad es d o m e rc ad o angolano. Apesar de importar grande p arte dos equip amentos comercializados , a emp resa pretende apostar cada vez mais n a produção nacional . A empresa acab a de ab rir uma nova loja em

Luanda. João Rosas, director geral da BricoMat , anuncia que, ainda este ano, um novo posto de venda será ab erto em local ainda a definir. E, no futuro, o objectivo é expandir cada vez mais os serviços da empresa a outras zonas do territó rio angolano. Ao longo dos tempos , a BricoMat tem-se envolvido, tamb ém, de forma activa co m a co munidad e p articip and o em d iverso s p ro je cto s q u e p ro cu ra m beneficiar a socied ade. Página 21


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PROVÍNCIAS

Grande Hotel Huíla—Huíla

Hotel Ombaca Ritz—Benguela

Grande Hotel Uíge—Uíge

Ritz—Huambo AIM - ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE

Hotel Terminus—Lobito

Hotel Duas Faces—Benguela

Hotel Turimar—Lobito

Hotel Ekuikui I—Huambo Página 22


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JURIDICO NOVA LEI DO ARRENDAMENTO ATRAI INVESTIDORES IMOBILIÁRIOS

A nova Lei d e Arrendamento, a ser analisada este ano pelo plenário da Assembleia Nacional, assenta n uma perspectiva d e ser mais atractiva p ara os investidores imobiliários, avançou a presidente da Associação dos Profissionais Imobiliários de Angola (APIMA), Branca do Espírito Santo. A futura lei é semelh ante à d e Portugal e oferecerá maiores garantias e segurança para os investidores e os consumidores. Para a gestora, as pessoas d everiam arren-

dar uma casa por um valo r que esteja em consonância com o seu nível de rendimento, o que actualmente não se verifica. Interrogado sobre a modalidade de renda resolúvel como uma medida para se ter acesso às casas, a interlo cutora fez saber que tal p rocesso é praticada apenas nos programas do Estado e os privados não têm esta facilidade. “A medida é boa porque fortalece a política habitacional do Governo, mas gostaríamos que fosse aplicado

também nos projectos privado”, explicou. Quanto à eventual existência de uma Lei de Alienação Fiduciária no p aís para salvaguardar as garantias ban cárias, Bran ca Espírito Santos disse que seria bom por haver ainda dificuldades no acesso ao crédito habitação. “Louvo a iniciativa do Ministério da Justiça em aligeirar este p rocesso, in clusive ho uve a constituição de um Guich é Único do Imóvel e estamos expectante porque ajud a a resolver esta questão”, disse, sublinhando

que os ban cos não se sentem seguros por falta de garantia jurídica do negócio e as pessoas não têm condições finan ceiras para corresponderem às exigências do ban co. Perante este quando, de acordo co m a presidente da APIMA, o risco é muito grande e a tendên cia do banco é manter a taxa de juros alta.

SINTESE DE IMPOSTOS/ TAXAS ALTERADOS Imposto Predial Urbano

SISA

Imposto de selo

Emolumentos do registo predial

Separação entre tributação do rendimento e trib utação do património

Redução da taxa de SISA de 10% p ara 2%

Eliminação do imposto do selo sobre o conhecimento de SISA

Redução para metade d e qualquer emolumento d evido ao registo predial em consequência da transmissão onerosa de imóveis

Redução das taxas de imposto

Limitações d as isen ções aplicáveis n a co mpra e venda de imóveis

Redução do imposto sobre compra e venda de imóveis de 0,5% para 0,3%

Limitação d as isen ções

Inclusão de isen ção para imóveis de baixo valor

Redução do imposto sobre crédito à habitação de 0,3% para 0,1%

Introdução de liquidação por reten ção n a fonte para entidades obrigadas a ter contabilidade organizada Exclusão d e incid ência de imposto industrial sobre rendas e de dedução à coleta do I PU pago

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CALENDÁRIO FEIRAS FIL 2013 JULHO

FEIRA DO UÍGE 01 - 07 2ª Edição da Feira Agro - Pecuária e Industrial do Uíge

Organização: Governo de Uige—FIL

FILDA 16 - 21

30ª Edição da Feira Internacional de Luanda

Organização: FIL

SETEMBRO

ENERGIA ANGOLA 25 - 27

1ª Edição da Feira Internacional de Energia

Organização: Min. da Energia—FIL

OUTUBRO

FIMA 03 - 06

5ª Edição da Feira Internacional de Minas de Angola

OKAVANGO 03 - 06 2ª Bolsa Internacional de Turismo de Angola

FEIRA DO KUANDO KUBANGO 21 - 27 1ª Edição da Feira Agro-Pecuária e Industrial do Kuando Kubango

PROJEKTA ANGOLA (BY CONSTRÓI) 24 - 27

Feira Internacional de Construção Civil e Obras Públicas

Organização: Min. Geologia e Minas - FIL Organização: Min. Hotelaria e Turismo—FIL Organização: Governo do K. Kubango—FIL Organização: FIL—Eventos Arena— AIP/FIL

NOVEMBRO

EDUCA ANGOLA 07 - 10 3º Salão de Educação, Formação e Qualidade Profissional

EXPOTRANS 21 - 24

Organização: Min. Da Educação FIL Organização: Min. Transportes -

3 ª Edição da Feira Internacional dos Transportes e Logística de An- FIL

DEZEMBRO

AGRO ANGOLA 05- 08

1ª Edição da Feira Internacional de Agricultura

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Organização: Min. Agricultura - FIL Página 24


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UTILITIES RESUL CONSTRÓI FÁBRICA EM ANGOLA A RESUL, emp resa d e equipamentos e soluçõ es redes en ergéticas, prepara-se para construir uma fábrica de contadores d e electricidade em Angola. O objectivo é colmatar a pro cura que está a h aver no país por esses produtos, principalmente na modalidade de prépagamento. Carlos Torres, presid ente e fundador da emp resa, explicou ao SOL que a id eia até p artiu do Governo angolano: «Estamos a fo rnecer contadores de pré-pagamento d e uma empresa sul-africana e prevê -se que a procura seja tal que eles sugeriram avan çarmos para uma

linha de montagem». O objectivo é que a fábrica seja uma realidade ainda este ano. Deverá receber um investimento de «quatro a cinco milhões de euros» e emp regar cerca de 25 pessoas. Carlos Torres está n este momento a procurar garantias – prin cipalmente ao nível de concorrência – de que, após o investimento feito, o projecto é viável a longo prazo. Espera-se tamb ém que os contadores possam vir a ser depois exportados para outros países da África Austral.

ESTRUTURAS DE PRODUÇÃO DE ENERGIA SÃO PRIORIDADES ATÉ 2016 A construção, reparação das estruturas paradas e reforço da cap acidad e de transporte e transfo rmação e a interligação dos três princip ais sistemas eléctricos angolanos são a prio ridade p ara o sector do Ministério d a Energia e Águas para o período de 2009/2016. Aquando do 7º Fórum d e Energia Germano-Africano, que teve lugar em Hamb urgo, o director-adjunto do gabinete do ministro da Energia e

Águas, Job Vilinga, caracterizou o sector como tendo uma baixa taxa de acesso à electricidade, várias limitações n a capacidade de produção d e energia eléctrica, elevados custos de produção, estrutura fin anceira deficiente das empresas públicas, subsídios do Estado Elevados e carência d e quadros. Deste modo, até 2016 o Ministério da Energia e Águas propõe-se a avan çar, no domínio da produção, com os p rojectos das centrais hidroeléctri-

cas de Lauca, Caculo Cabaça, no rio Cuanza, a central do ciclo combinado do So yo e as centrais hidroeléctricas d e Jamba ya Mina e Jamb a ya Woma no rio Cun ene. No campo da transmissão, deverão avançar os trabalhos de construção dos sistemas de transmissão associados às novas centrais e a interligação dos sistemas Norte, Centro e Sul. Já no que diz respeito às energias renováveis, pretende-se levar a cabo estudos p ara o desenvolvimento de mini-hídricas, electrifi-

cação rural, co m recurso a en ergia solar, e proceder ao levantamento dos ventos na região do Namibe, para instalação de uma central de energia eólica.

ATLÂNTICO PARTICIPA EM FEIRA DE TECNOLOGIAS AMBIENTAIS O ban co Atlântico, no âmbito da sua contribuição p ara o desenvolvimento sustentável em Angola, marcou presença na terceira edição da Feira Internacional d e Tecnologias Ambientais, que decorre em Luanda de 31 de Maio a 2 de Junho. Em comunicado a instituição defende que “esta presen ça, visa a marcar a posição do Atlântico em acções que contrib uam para o desenvolvimento do País ao nível da preservação do ambiente”. A Feira Intern acional de Tecnologias Ambientais pretende promover o conhecimento e

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as melhores práticas, criando as condições favo ráveis para o desenvolvimento do sector, tendo como objectivo a consagração de uma nova era das tecnologias verd es em Angola. O certame conta com a p articipação de esp ecialistas internacionais, fo rnecedores detecnologias ambientais, parceiros de negócios, instituiçõ es e público em geral.

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NOVO MINISTRO DA CONSTRUÇÃO NOMEADO O presidente da República, José Eduardo dos Santos, no passado mês d e Maio, pro cedeu a uma remodelação governamental. Entre outros secto res do Estado, govern adores de província, Eduardo dos Santos substituiu os ministros das Finanças e da Construção. Waldemar Pires Alexandre , agora nomeado Ministro da Construção era até aqui coordenador adjunto da comissão de gestão d o Instituto Nacional de Estradas de Angola. Há muito ligado ao sector da construção, a passagem de Waldemar Pires Alexandre para ministro de um sector que conhece profundamente foi saudada, nos sites angolanos.

PROGRAMA NACIONAL DE URBANISMO E HABITAÇÃO IMPULSIONA SECTOR IMOBILIÁRIO

O Estado tem tido um importante papel para a dinamização do sector imobiliário angolano, nomeadamente através da construção das novas centralid ades, diz a p residente da Asso ciação dos Profissionais Imobiliários de Angola (APIMA), em declarações à imprensa. Citada pelo Jorn al E conomia e Finanças, Branca do Espírito Santo afirma que “o secto r imobiliário do país atravessa uma fase muito particular, na qual se observa uma presen ça muito acentuada do Estado, como promotor, sobretudo com a intensificação do Programa Nacional e Urbanismo e Habitação”. Mas este não é o único dinamiz ador do mercado imobiliário, sublinha a presidente da APIMA. Na sua opinião a modalidade de p agamento AIM - ANGOLA IMOBILIÁRIO MAGAZINE

adoptada para o acesso à habitação nas centralidades d e Luanda é inovadora face ao tradicional modelo de crédito, que até agora limitava o acesso à h abitação, ao passo que este novo modelo tem ajudado na afluência de pessoas, sobretudo jovens. Olhando para o mercado de escritó rios, Branca do Espírito Santo nota que continua a existir um grande nível de p rocura, salientando que isso tem obrigado à expansão deste mercado, que hoje já não está confinado à Baixa de Luanda e a Luanda Sul. “Temos agora uma nova zona nobre, que é a Praia do Bispo (Nova Marginal). Paralelamente a isso, continuam a ser edificadas habitaçõ es e algumas remodeladas para se adaptar a escritórios”. No que toca

ao nível de preços, a responsável associativa considera que estes continuam muito altos em Angola, embora as taxas de retorno que os investidores conseguem obter se posicionem entre as mais altas em todo o continente africano. Na entrevista, Branca do Espírito Santo falou ainda dos projectos p rivados, os quais, considera, estão a p assar por uma fase mais delicada motivad a pela escassez de capitais. “Um p rojecto no secto r imobiliário requer sempre um fundo de capital intensivo e quando não acontece torna-se difícil a sua ap rovação”.

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