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Cidade

Estudada através do olhar do

Objeto de estudo Relações

Cinema Ferramenta

Espaço

Percepção

“A cidade é e vive essencialmente as relações humanas.”


- Produções são embasadas em caracteristicas psicológicas humanas. - Visão transformada em filme: Nova apreensão. Críticas, Ideologias, Reflexões.

Opiniões e Conceitos

Cidade, obra de arte viva a ser explorada. Cinema, agente explorador. “O Arquiteto ao construir uma cidade, deve contar uma história e contribuir para a história que outros contarão.”


Percepção e Espaço Cidade

Resultado da necessidade do homem viver em sociedade

Relações

Níveis de Percepção Espacial - Imagem Física

- Imagem Coletiva

Elemento Observador

- Imagem Individual


Conceitos de Espaço - Espaço Natural

- Espaço Arquitetônico

- Espaço Existencial

- Espaço Geométrico

- Espaço Criativo

“O cinema pode ser considerado o Espaço Criativo, que reproduz o Espaço Existencial do Homem, com base no Espaço Arquitetônico.”


Internacional Situacionista - Deriva - Psicogeografia - Situações Explorar a cidade, criar situações e em função delas, se relacionar com o espaço.

“O Cinema deriva pela cidade, cria situações em determinadas ambiências e passa isso ao espectador.”


“Através das diferentes imagens da cidade, geradas dentro dos conceitos de espaço e relacionadas com as praticas situacionistas, é possivel chegar a um resultado de representação e percepção da cidade, carregada de conceitos e ideologias que visam atingir o espectador, no caso do tema abordado, essa representação da cidade é o Cinema.”


Cinema Nasceu em meados de 1880/90 - Irmãos Lumière Primeiro filme: “Lʼ’Arrivée dʼ’un train à La Ciotat” “O cinema se baseia no movimento e nas experiências sensoriais do espectador e através do que é projetado, ele o guia por experiências e lugares e também amplia a visão de mundo em função de apresentar diferentes pontos de vista.”

Imersão do espectador


Uma Conjunção entre Arquitetura e Cinema Tanto Arquitetura quanto Cinema, são expressões artísticas que criam espaços.

Movimentar

É o que dá vida

Cidade Cinema


Espectador Sergei Eisenstein, 1930. Percepção pela mobilidade

Ligação, Conjunção

Passagem

- Filme deriva pela cidade - Espectador deriva pelo filme - História construída por situações

Espectador pratica o espaço fílmico


Os espaços criados são legitimados dentro da imagem individual e do espaço existencial

“A maneira como recebemos e processamos as informações sensoriais do filme, ligadas diretamente na imagem individual, faz com que se tenha uma formatação da percepção e apreensão urbana, uma nova maneira de ver e de vivenciar novas experiências.”


Estudos de Caso Cidade de Deus - Fernando Meirelles, 2002 Insolação - Daniela Thomas e Felipe Hirsch, 2009 Medianeras - Gustavo Taretto, 2011


Cidade de Deus - Inserção no contexto social

- Tirar da zona de conforto

- Crítica ao abandono social

- Conexão espectador - filme

- Repensar o estilo de vida retratado

- Espectador explorador

- Retratar uma realidade

Deriva pelo espaço guiada pelo olho da câmera e a voz do narrador, colocar em contato.


Insolação - Filme - poesia

- Gnosticidade

- Desequilíbrio Homem - Cidade

- Percepção de primeiridade -Texturas, sensações

- Percepção sensorial (Cidade e Personagens) - Incômodo

- Fim da Utopia Modernista


Medianeras - Metáfora Homem - Cidade

- Questões Urbanas

- Desordem da cidade - Problemas existenciais

- Medianeras

- Solidão na metrópole

- Olhar sobre a cidade

- Vida real - Vida Virtual

- Repensar a Cidade


“Buenos Aires cresce descontrolada e imperfeita. É uma cidade superpovoada em um país deserto. Uma cidade onde se erguem milhares e milhares de prédios sem nenhum critério. Ao lado de um muito alto, tem um muito baixo. Ao lado de um racionalista, tem um irracional. Ao lado de um em estilo francês, tem um sem estilo. Provavelmente estas irregularidades nos refletem perfeitamente, irregularidades estéticas e éticas. Esses prédios que se sucedem sem lógica, demonstram total falta de planejamento. Exatamente assim é a nossa vida, que construímos sem saber como queremos que fique... É certeza que as separações e os divórcios, a violência familiar, o excesso de canais a cabo, a falta de comunicação, a falta de desejo, a apatia, a depressão, os suicídios, as neuroses, os ataques de pânico, a obesidade, a tensão muscular, a insegurança, a hipocondria, o estresse, o sedentarismo, são culpa dos arquitetos e incorporadores. Estes males, exceto o suicídio, todos me acometem...”


Considerações Finais - Imersão do espectador - Movimento

Exploração da cidade guiada pela câmera e pela narração

- Vivenciar o espaço fílmico como o habitado - Poder de influência

“... a inter-relação entre filme e arquitetura intensifica a mobilidade da imagem do espaço o filme se configura como um

mapa espacial móvel, assimilando-se

a trajetória de um transeunte, viajante do espaço urbano, que projeta a si mesmo na anatomia das ruas, para criar diversas configurações urbanas.”


Nova percepção sobre o meio urbano.

Espectador

Explorador

“Vivenciar a cidade através do cinema é uma experiência tão singular quanto vivenciá-la ʻ‘ao vivoʼ’, e mais que isso, é uma experiência complementar na questão do olhar para a cidade, pois os filmes levantam questões ou evidenciam pontos que passam despercebidos no cotidiano ou ainda estão fora do nível de percepção de um transeunte.”

O cinema sempre esteve envolvido com o meio urbano


Cenas Urbanas Proposta experimental

Câmera personagem

Movimento, Situações, Exploração urbana, Elementos da cidade, Ritmo, Distorção Temporal Criação de um novo espaço

Crescimento da Percepção

- Produzir o filme também é vivenciar o espaço. - Experiência na exibição


Cenas Urbanas (Apresentação)