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André Régua

André Régua nasce no dia 25 de Janeiro de 1989 em Bragança cidade onde conclui o 12º ano e faz um curso de Especialização Tecnológica em Desenvolvimento de Produtos Multimédia no Instituto Politecnico de Bragança. Em 2008 vai para a Covilhã fazer a licenciatura em Design Multimédia na Universidade da Beira Interior tendo concluido o curso após 3 anos em 2011. Durante o percurso académico trabalha ainda na empresa de Design Computer Art e mais tarde na Publish Digital. Em 2011 começa o mestrado na Universidade de Trás os Montes e Alto Douro em Comunicação e Multimédia. Contando ainda com um ano de estágio na cidade do Porto no Semanário Grande Porto.


http://www.behance.net/pregua


Campanha contra a violencia domÊstica. Trabalho realizado para a cidade de Bragança


Cartaz da esposição BrigantArt realizado na cidade de Bragança


Logotipo vencedor dos 125 anos da associação de estudantes de Coimbra

Vista Real


POP 2013

LOGO FINAL

Port of Pirates Porto de Piratas

POP 2013

Port of Pirates Porto de Piratas

POP 2013

Log贸tipo para empresa inform谩tica

Port of Pirates Porto de Piratas

Log贸tipo para empresa inform谩tica

POP 2013


BY2 = Por Dois Logo de equipa juntamente com Joel Ventura


Sojormedia Norte Sa Rua Guilhermina Suggia, 224 - 1ยบ, Sala 8 4200 - 318 Porto Telef.: 222 061 410 Fax.: 222 025 036 geral@grandeportoonline.com

Sojormedia Norte Sa Rua Guilhermina Suggia, 224 - 1ยบ, Sala 4200 - 318 Porto Telef.: 222 061 410 Fax.: 222 025 036 geral@grandeportoonline.com

Cartรฃo de visita do Semanรกrio Grande Porto


Cart達o pessoal


Layout

PROJECTOS LOCAIS

CONTACTOS

Inicio

Inicio PROJECTOS

Mapa

LOCAIS

01

02 03

04

Engenharias I

03

Engenharias II

Reitoria

04

Complexo pedagogico


news

Carhartt WIP Spring/Summer 2012 ad campaign by Alexander Basile DECEMBER 27, 2011

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Carhartt X 5Boro NYC FEBRUARY 23, 2012 This collaboration has materialized from the experiences of a tour between two crews, two cities and two brands with a like-minded skate ethic of exploring and skating everything along the way.

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SKATEBOARD

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DEcks

TRUCKS

Whells


C

M

M

M M

M

M

Ilustrações feitas para a elaboração de uma capa de cd do artista “ Wagon Christ” cd” Musipal”.


Niveis de exportação e importação Importação

Exportação

491.360 491.360 424.408

42.313 484.376

460.980

424.689 406.782

559.171 447.480

382.709

274.956 183.431

170.666 102.246

110.673

88.184

186.965

105.436

42.313

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009


VISTA REAL Manual De Identidade Visual

Universidade De Trás-Os-Montes Alto Douro Mestrado em Comunicação e Multimédia André Régua e Ricardo Rodrigues


Capa e Contra capa Vista Real Trabalho AcadĂŠmico


EPVL 20ANOS


ÍNDICE

UMA ESCOLA 03 07

“vinte anos a construir amanhãs” “um exemplo de boas práticas”

UMA PROFISSÃO 13 15 17 19

“um projecto educativo” “empregabilidade” “coordenadores” “empresaas”

UM FUTURO 23

“20 ANOS”

02

02


UMA

ESCOLA 03 EPVL 20ANOS _


“Vinte anos a construir amanhãs”

por: Nuno Castela Canilho

Já tive a oportunidade de o referir várias vezes, mas nunca é demais salientar que, na minha opinião, a Escola Profissional Vasconcellos Lebre é, se não a maior, uma das maiores obras do concelho da Mealhada do século XX e princípios do século XXI (e não falamos somente de betão, mas de construção humana, social e moral, acima de tudo). Vinte anos depois da ideia tomar forma – e não será descabido salientar que isso acontece da parceria entre a Câmara Municipal (uma entidade pública) e a Caixa de Crédito Agrícola Mutuo da Mealhada (uma entidade privada) – a EPVL é uma escola de referência nacional e internacional, na Europa e na Lusofonia, e não apenas

no leque das escolas profissionais, mas em todas os estabelecimentos de ensino. É uma escola das mais arrojadas da Europa, com trabalho desenvolvido no campo do software livre, tendo vindo, desde há vários anos, a partilhar saberes com escolas europeias por meio de parcerias que com elas constituiu e, com base nesse tipo de cooperação, obterem financiamento europeu. É também uma escola que tem dado um apoio determinante no ensino profissional em África. Recebendo alunos da Guiné-Bissau, de Cabo Verde e de Moçambique, estabelecendo parcerias com Angola e oferecendo ferramentas pedagógicas por si criadas ao Governo moçambicano, que, envia para a Mealhada alunos e

professores para receberam formação. A EPVL é convidada por grandes empresas públicas portuguesas para se implantar em Moçambique, é procurada por institutos de ensino superior para colaborações de toda a ordem. A Escola Profissional é um modelo, um protótipo da escola de futuro com que podem sonhar os visionários, mas que na Mealhada é real e transforma pessoas. Em termos de sucesso na formação que ministra os dados são, também, um factor de grande contentamento. Dos últimos ciclos de formação, apenas uma percentagem residual dos alunos formados na EPVL estão desempregados, e quase todos estão a trabalhar na área em que obtiveram diploma na escola. Os que não estão a trabalhar prosseguiram os estudos e até há antigos alunos da escola que hoje são lá professores. A este propósito, não deixa de ser curioso o facto de a EPVL ter contribuído para o desmoronar do mito de que os alunos das escolas profissionais não conseguem entrar na Universidade e prosseguir lá, com sucesso, os seus estudos. As melhores notas da Escola Secundária da Mealhada nos exames nacionais de Matemática e de Economia de 2009, para ingresso no Ensino Superior, por exemplo, foram os de alunas provindas da EPVL. A Escola Profissional da Mealhada é uma escola de referência. Por que será? Será pelo facto de ser uma escola privada? Será pelo facto de os docentes serem escolhidos pela direcção? Será porque a direcção é carismática, estável e pragmática? Será porque ministra um ensino técnico profissionalizante (de elevada quali

04


dade)? Será porque há na escola uma

final de cada ano, nas empresas, no

construção humana que é a EPVL.

cultura de trabalho, de esforço e de entreajuda? Será pela cultura de confiança e de auto-responsabilização

mundo real? Será que é por causa das provas de aptidão profissional que nenhum aluno pode deixar de fazer

João Pega é o legatário de uma tradição centenária de, na Mealhada, se valorizar a Educação como forma

que os docentes e directores propõem aos alunos? Será pelo facto de ter um corpo de alunos não muito numeroso

– com empenho, dedicação e profissionalismo – antes de acabar o curso?

de construir futuros. É a personificação de uma herança legada, entre

e não massificado? Será porque, para alguns alunos, constitui uma tábua de

Será…? Acreditamos que a EPVL é o que é por todas estas razões, entre outras

outros, pelo Padre dr. António Antunes Breda, com o apoio do dr. Ferreira Dias e do dr. Manuel Almeida, através

salvação, uma derradeira oportunidade para a obtenção de condições que lhes possibilitem uma colocação satisfatória num posto de trabalho? Será porque é uma escola aberta à comunidade em geral, com uma boa relação com a comunicação social? Será pelo facto de ter instalações bem cuidadas e equipamento moderno? Será que é por causa dos estágios no

que não descortinamos. É nossa convicção de que, se o sucesso daquela escola se deve, obviamente, ao trabalho de muitas pessoas, para isso muito tem contribuído, com o seu empenho, o seu dinamismo, o seu trabalho, a sua competência e a sua liderança mobilizadora, o director geral daquele estabelecimento de ensino, Eng.º João Pega, o grande obreiro da grande

do Colégio da Mealhada, uma obra humana de grande importância na luta pela instrução e literacia de várias gerações de jovens em toda a região centro de Portugal. É, para nós, evidente na EPVL o espírito do Colégio da Mealhada, legado ou semente, que, devidamente aproveitado, está a produzir abundantes frutos. O director da EPVL foi aluno

05 EPVL 20ANOS _


e professor do Colégio da Mealhada. Tinha-o sido também seu pai, o pro-

direcção da escola – especialmente de Manuela Alves e, de forma muito es-

fessor Armindo Pega. Se é com orgulho que, há dois anos, colectivamente, celebrámos o centenário da fundação

pecial, João Pega –, ao corpo de funcionários, docentes e alunos. A prenda do aniversário – porque não há an-

do Colégio da Mealhada e o início de uma longa e porfiada luta pela eleva-

iversário que se preze sem prenda –, estou certo, são, com certeza, as 1600

ção do nível de instrução/formação da gente da zona em que se situava,

vidas que ao longo de vinte anos esta escola ajudou a preparar e a construir.

deverá ser também com orgulho que se lembram e festejam os vinte anos do ensino técnico e profissional que a EPVL, com assinalável maestria, vem ministrando a pessoas da região centro de Portugal. Em época de aniversário, os parabéns à Câmara da Mealhada e à Caixa de Crédito da Mealhada – na pessoa de Carlos Cabral e de João Peres –, à

Esses são, de facto, os verdadeiros testemunhos de uma história de perseverança, sucesso e Serviço.

“...Acreditamos que a EPVL é o que é por todas estas razões, entre outras que não descortinamos...” 06


UM

FUTURO

descida do

descida do

halloween halloween ministro de moçambique

ministro de moçambique Comenius

Comenius

UMA

PROFISSÃO

“um projecto educativo”

por: Paula Martins Maria João


descida do mondĂŞgo

halloween

ministro de moçambique Comenius


Capa do Jornal Orelha

Rodapé

40 mm (larg.)

Capa falsa

248

x 40 mm (alt.)

mm (larg.)

40 mm (larg.)

x 40 mm

x 40 mm

(alt.)

4 Publicações - 200€ 12 Publicações - 420€ 26 Publicações - 780€ 52 Publicações -1500€

(alt.)

Por Publicação - 600€

x 335 mm (alt.)

Recepção de materiais

Cartões de visita

Rodapé

40 mm (larg.)

248

mm (larg.)

x 40 mm

x 40 mm

(alt.)

4 Publicações - 150€ 12 Publicações - 350€ 26 Publicações - 600€ 52 Publicações -1 100€

mm (larg.)

Por Publicação - 10 000€

Contra Capa

Orelha

525

(alt.)

Por Publicação - 360€

76,5 mm (larg.)

x 43,5 mm (alt.)

(4 Public) - 90€ (12 Public) - 240€ (26 Public) - 360€ (52 Public) - 660€

Periocidade Semanal ( sai à 6ª Feira) Média de 40 páginas por edição Tiragem média de 12.000 exemplares por edição Circulação: Nacional

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Tabela de Publicidade do Semanário Grande Porto

Vectoriais

Formato resultante da criação de documentos com programa informático de ilustração. Estes ficheiros são sempre convertidos em curvas e/ou acompanhados dos tipo de letra utilizados. Sempre que neles ejam incorporadas imagens bitmap para impressão a cores, estas terão obrigatoriamente de estar no modo CMYK, com resolução real de imagem não inferior a 266dpi. Formatos suportados: EPS (formatos standard) AI (Adobe Illustrator) ID (Adobe Indesign) PS (Adobe Photoshop)

Bitmap

Formatos suportados: TIFF (standard para imagens CMYK); JPG (standard para imagens RGB ou Grayscale); PSD (Adobe Photoshop)


Corpo do Jornal Publicidade standard 1 Pag

Publicidade standard 1/2 Pag

Publicidade standard 1/4 Pag

Publicidade standard 1/8 Pag

Rodapé

255

255

123

126

248

x 322 mm

x 165 mm

x 167 mm

x 85,5 mm

40

mm (larg.)

mm (larg.)

(alt.)

(alt.)

1 500€

Classificados e editais

800€

Cartões de visita

mm (larg.)

mm (larg.)

(alt.)

mm (larg.)

450€

x

mm (alt.)

(alt.)

300€

300€

Publireportagem 2 Pag. (centrais) 2 400€

40

mm (larg.)

40

x

76,5

(larg.)

x 43,5

mm (alt.)

mm

(alt.)

4 Pag. (centrais) 4 500€

mm

Classificados - 1 Módulo 10€

(1 Public.) - 20€ (4 Public) - 60€ (12 Public) - 170€ (26 Public) - 350€ (52 Public) - 650€

Editais - 1 Módulo 10€

Encartes Só encarte sem produção - 1 000€ Encarte com produção - 1 000€ + custo de produção

Distribuição gratuita de jornais por zona especifica

A estes valores acresce-se a taxa de IVA de 23% Por cada 100 exemplares 60€

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GRANDE PORTO

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tema

xx de xxxxxxxx de xxxx

QUANDO UM HOBBY PASSA A VÍCIO

Festival de lomographia

N

afirmação é do artista/fotografo Paulo Rocha que atualmente exibe ao publico três intervenções fotográficas em três espaços distintos do Bairro das Artes em Miguel Bombarda no Porto. Quando nasceu há 32 anos atrás no Amieiro pequena freguesia do concelho de Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra, Paulo Rocha não imaginava que o gosto por velhas câmaras fotográficas lhe despertariam um veia de artista fotográfico. Foi um acaso único “quando há uns três anos me cruzei com o trabalho de Miroslav Tichý. Este artista checo, vagabundo, eremita, que retrata-

“Os trabalhos dos amadores também devem ser conhecidos do grande público”.

va as mulheres da sua aldeia com máquinas feitas de ferro-velho e outros materiais invulgares, deixou-me perplexo” explica. Paulo Rocha é o autor de três mostras – Florigério (exposta no Punch Couture); Frutos do Interior (exposta no Restaurante NaKité); Reparos (exposta no Cotonete e Bistouri) – que assinalam um marco na sua jovem carreira que agora ganha relevo. Todas elas representam um pouco a filosofia do seu trabalho de aprendiz. Diz que a fotografia é um trabalho suspenso de magia pois quando “enquadro, foco, meço a luz, esse lento processo encanta me”. Nestas exposições mostram-se alguns intentos de procurar a beleza dos recantos diários que a fotografia realça, por entre as sombras, as luzes, os reflexos, as repetições, as molduras, ajudam a sobressair REPAROS Nos trabalhos expostos na Cotonete e Bistouri, Paulo Rocha exibe a pre-

sença dos objetos nas bancas, no chão, nos espaços de trabalho dos atelieres e a sua função no espaço. “Uma fenda tem, ao menos, uma virtude: obriga-nos a reparar num objeto e a procurar-lhe o seu verdadeiro sentido. Este ato pode, sem dúvida, ser o primeiro passo para um eventual restauro” diz sobre este trabalho. FRUTOS DO INTERIOR Já na exposição que decorre num restaurante vegetariano sobe o tema “Frutos do Interior” o artista diz que se inspirou nas vivências: “Quase sempre de tarde, colhia um motivo na fruteira ou despensa da época. Pousava-o sobre a mesa poeirenta e deixava que a luz difusa que vinha da varanda o envolvesse. Então sentava-me na beira de um sujo sofá, singela mobília, e punha-me a esperar.” FLORIGERIO Esta exposição inspira-se na obra literária o “Livro do Chá” escrito pelo japonês Kakuzo Okakura. Enquadrado no ambiente de uma loja de moda Paulo Rocha para explicar a sua intervenção menciona um paragrafo de Kakuzo: “O homem primordial, ao oferecer a primeira grinalda à sua donzela, transcendeu a besta. Tornou-se humano, ao elevar-se assim acima das necessidades cruas da natureza. Entrou no reino da arte

OLHAR O PORTO NA LOJA MUSEU

S

ão fotos que permitem uma viagem, quase tridimensional, pelo Porto. Retratos atentos recolhidos por uma designer, uma arquiteta e um Engenheiro. Ana Cristina Amil, Helena Ferreira e Vasco Mália, andaram pelas ruas do Porto fotografaram momentos e espaços únicos e decidiram, agora expor o seu resultado num local improvável. Uma Loja MUSEU, onde tudo pode acontecer. Vendas, exposições, momentos musicais, eventos culturais, desfiles de rua, workshops. “Três olhares sobre o Porto” representa a expressão através da fotografia da paixão por uma cidade, sentida por quem nasceu, viveu ou conheceu o Porto. Esta exposição colocada de modo a que possa ser observada em ambiente intimista, transporta o visitante para locais reconhecidos pela vivência pessoal, mas em simultâneo, desperta os olhares para um mundo mágico, por vezes desconhecido e que constituí a beleza intemporal da Cidade do Porto.

A exposição “Três olhares sobre o Porto” está aberta ao público até ao próximo dia 31 de Outubro num local improvável na confluência da Rua do Breiner com a Rua de Cedofeita a Loja Museu. Este espaço inaugurado no passado mês de Junho, para além de vender artesanato, peças de arte tradicional é também um museu com recordações únicas da história portuguesa e memórias da família do proprietário. Este conceito permite que depois de disfrutar da exposição, o visitante sja convidado a sentar-se confortavelmente nos sofás e folhear algumas obras literárias de elevada qualidade sobre a Cidade do Porto.

“Três olhares sobre o Porto”

Redesign da Página de Cultura e Eventos do Semanário Grande Porto

MÚSICA PARA BE BÉS E PAPÁS São sonoridades exclusivas e preparadas de forma apropriada para os ouvidos sensíveis dos bebés e com intensidades melodiosas para os exigentes papás. O Bairro das Artes e o parceiro Trincamundo no ultimo domingo de cada mês reservaram uma hora de música que expõe as crianças a um ambiente musical rico, de qualidade, variado em timbres e estilos musicais, com vista à aquisição de um vocabulário e repertório musical. Inscrições :geral@ trincamundo ou 913185723

CONHEÇA OS JARDINS DO MUSEU Tem sido um hábito aos domingos o Museu Nacional Soares dos Reis abrir as portas de forma gratuita para que a população do Porto possa explorar algumas das valiosas obra que estão ali expostas. No entanto muitos desconhecem que um dos momentos desta visita é a possibilidade de conhecer os jardins do Museu ‘fechados’ ao público. As visitas terminam às 14horas.

DJ SET NO LAB SIX TYONE Hoje no cabeleireiro irreverente do Bairro das Artes há uma atuação de um DJ bem conhecido do Porto. Entre as 17 e as 22 horas SLIMMY vai animar a zona pedonal da Miguel Bombarda, junto à Rua de Cedofeita.

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GRANDE PORTO

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tema

xx de xxxxxxxx de xxxx

S Por António Souza-Cardozo

O Ovo e a Galinha A Foz, porque não tem como Matosinhos a dificuldade logistica da lota que complique o estacionamento o ordenamento e a estética da zona, está predestinada a ter bons restaurantes de beira-mar.

ão ambos comestíveis e saborosos. Um não existiria sem o outro. E os dois perpetuam-se quando se ligam entre sim – a galinha faz o ovo, o ovo a galinha e por ai a fora. Há até dúvidas que se levantam nesta corrente de vida. Quem apareceu primeiro? Ou reflexões sobre o valor putativo de uma galinha – a dos “ovos de ouro”, “contar com o ovo no dito da galinha”, etc, etc. A verdade é que o ovo – a maior proteína animal existente, e a galinha – a mãe de todas as aves, a que tudo cura, amansa e retempera, precisam para esta perpetuação glorificadora, apenas de um espaço – a que se chama habitualmente Capoeira. E é a Capoeira, na Foz do Douro a verdadeira representação de um restaurante que se perpetua e que tem tudo o que é importante. Uma localização magnífica junto ao Hotel da Boa vista a mirar o rio e o mar. Um serviço tão familiar como diligente e simpático – feito por profissionais com muitos quil-

DIÀRIO DO GOSTO

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metros de “capoeira”. Um espaço verdadeiro e genuíno, com uma amesendação rigorosa e acolhedora. E, o mais importante de tudo, uma cozinha familiar e irrepreensível. Qualquer que seja o dia há pratos a sair que não empatam, mas que não deixam de manter os pergaminhos de uma excelente cozinha familiar. As lulas estufadas são suaves, de belíssima textura e com os sucos bem apurados; o bacalhau à brás é outro colosso feito com

metros de “capoeira”. Um espaço verdadeiro e genuíno, com uma amesendação rigorosa e acolhedora. E, o mais importante de tudo, uma cozinha familiar e irrepreensível. Qualquer que seja o dia há pratos a sair que não empatam, mas que não deixam de manter os pergaminhos de uma excelente cozinha familiar. As lulas estufadas são suaves, de belíssima textura e com os sucos bem apurados; o bacalhau à brás é outro colosso feito com

metros de “capoeira”. Um espaço verdadeiro e genuíno, com uma amesendação rigorosa e acolhedora. E, o mais importante de tudo, uma cozinha familiar e irrepreensível. Qualquer que seja o dia há pratos a sair que não empatam, mas que não deixam de manter os pergaminhos de uma excelente cozinha familiar. As lulas estufadas são suaves, de belíssima textura e com os sucos bem apurados; o bacalhau à brás é outro colosso feito com

Cozinha à Portuguesa: Feira de Gastronomia de Vila do A Foz, porque não tem como Matosinhos a dificuldade logistica da lota que complique o estacionamento o ordenamento e a estética da zona, está predestinada a ter bons restaurantes de

metros de “capoeira”. Um espaço verdadeiro e genuíno, com uma amesendação rigorosa e acolhedora. E, o mais importante de tudo, uma cozinha familiar e irrepreensível. Qualquer que seja o dia há pratos a sair que não empatam, mas que não deixam de manter os pergaminhos de uma excelente cozinha familiar.

S

ão ambos comestíveis e saborosos. Um não existiria sem o outro. E os dois perpetuam-se quando se ligam entre sim – a galinha faz o ovo, o ovo a galinha e por ai a fora. Há até dúvidas que se levantam nesta corrente de vida. Quem apareceu primeiro? Ou reflexões sobre o valor putativo de uma galinha – a dos “ovos de ouro”, “contar com o ovo no dito da galinha”, etc, etc. A verdade é que o ovo – a maior proteína animal existente, e a galinha – a mãe de todas as aves, a que tudo cura, amansa e retempera, precisam para esta perpetuação glorificadora, apenas de

metros de “capoeira”. Um espaço verdadeiro e genuíno, com uma amesendação rigorosa e acolhedora. E, o mais importante de tudo, uma cozinha familiar e irrepreensível. Qualquer que seja o dia há pratos a sair que não empatam, mas que não deixam de

metros de “capoeira”. Um espaço verdadeiro e genuíno, com uma amesendação rigorosa e acolhedora. E, o mais importante de tudo, uma cozinha familiar e irrepreensível. Qualquer que seja o dia há pratos a sair que não empatam, mas que não deixam de manter os pergaminhos de uma excelente cozinha familiar. As lulas estufadas são suaves, de belíssima textura e com os sucos bem apurados; o bacalhau à brás é outro colosso feito com ovo (sem galinha) ainda húmido a envolver com volúpia a batata, o bacalhau, o alho e a cebola. Os filetes de polvo com arroz do mesmo são outro exemplo divino desta grande cozinha portuense. Os bacalhaus, o cozido, os rojões, o arroz de cabidela (este sim, com galinha caseira), são outros exemplos de um restaurante que eu definiria como um dos poucos em que, se fecharmos e abrirmos os olhos, ficamos surpreendidos por não estar lá uma das nossas avós. E é nesta familiaridade antiga, segura e verdadeira que “A Capoei E, o mais importante de tudo, uma cozinha familiar e irrepreensível. Qualquer que seja o

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É só isto, e nada mais. Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste, Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais, E já quase adormecia, ouvi o que parecia O som de algúem que batia levemente a meus umbrais. “Uma visita”, eu me disse, “está batendo a meus umbrais.

Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais! Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo, “É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais; Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.

É só isto, e nada mais.

É só isto, e nada mais.

Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro, E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais. Como eu qu’ria a madrugada, toda a noite aos livros dada P’ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,

E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante, “Senhor”, eu disse, “ou senhora, decerto me desculpais; Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo, Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais, Que mal ouvi...” E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.

Noite, noite e nada mais.

siam adan e ,otsi ós É

É só isto, e nada mais

.

.

Mas sem nome aqui jamais!

Libertar-se-á... nunca mais!

Libertar-se-á... nunca mais!

E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais. 
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
 E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais


Disse o corvo, “Nunca mais”.

“Nunca mais”

“Nunca mais”

“Profeta”, disse eu, “profeta - ou demônio ou ave preta!
 Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
 A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
 A esta casa de ância e medo, dize a esta alma a quem atrais
 Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!



“Profeta”, disse eu, “profeta - ou demônio ou ave preta!
 Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
 A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
 A esta casa de ância e medo, dize a esta alma a quem atrais
 Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!



“Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!”, eu disse. “Parte!
 Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais! 
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
 Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!
 Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!”

E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
. No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais. 
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
 E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,



Disse o corvo, “Nunca mais”.

Disse o corvo, “Nunca mais”.

Libertar-se-á... nunca mais!

Eo corvo, na ainda
 noite infinda, está ainda, estána ainda
 Eo corvo, na ainda
 noite infinda, está ainda, estána ainda
 Eo corvo, na ainda
 noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está E o corvo, noite infinda, está ainda, está E o corvo, noite infinda, está ainda, está alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por sobre os meus umbrais. No alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. euum olhar tem a que medonha demônio sonha,
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Sum eu olhar tem que a medonha de demônio sonha,
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 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no está chãoainda
 há mais e mais,

 EEaoluz lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 ainda, corvo, na noite infinda, está ainda, está Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 corvo, na ainda
 noite infinda, está Epor o corvo, na noite infinda, ainda, está ainda
 Epor o corvo, na noite infinda, ainda, está ainda
 Epor o corvo, na noite infinda, ainda, está E oalvo corvo, na de noite infinda, ainda, está ainda
 E osobre corvo, noite infinda, ainda, está ainda
 E osobre corvo, noite infinda, ainda, está ainda
 No busto Atena que está háNo sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena que está háNo sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena que está háNo sobre os de meus umbrais. alvo busto Atena que está há por osna meus umbrais. alvo busto Atena que está há por osna meus umbrais. alvo busto Atena que está há por sobre os ainda
 meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por sobre os meus No busto Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. 
Seualvo olhar tem de a medonha de demônio sonha,
 
Sum eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 
Sum eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 euum olhar tem a que medonha demônio que sonha,
 euum olhar tem a que medonha demônio que sonha,
 euum olhar tem a que medonha um demônio que umbrais. sonha,
 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que sonha,
 
S olhar tem a medonha cor de demônio que sonha,
 eu olhar temhá a mais medonha cor de demônio que sonha,
 eu olhar temhá a mais medonha cor de demônio que sonha,
 Eeu a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão e mais,
 
 
S Eum a luz lança-lhe asonha,
 tristonha sombra no chão e mais,
 
 
S Eum a luz lança-lhe asonha,
 tristonha sombra no chão e mais,
 
 umno E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra chão há mais e mais,

 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no está chãoainda
 há mais e mais,

 EEaoluz lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 ainda, Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está corvo, na noite infinda, está ainda, está corvo, na ainda
 noite infinda, está corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 No alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por sobre os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por sobre os meus No busto Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. 
Seualvo olhar tem de a medonha de demônio sonha,
 
Sum eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 
Sum eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 euum olhar tem a que medonha um demônio que umbrais. sonha,
 euum olhar tem a que medonha demônio que sonha,
 euum olhar tem a que medonha demônio que sonha,
 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que sonha,
 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S olhar tem a medonha cor de demônio que sonha,
 eu olhar temhá a mais medonha cor de demônio que sonha,
 eu olhar temhá a mais medonha cor de demônio que sonha,
 Eeu a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão e mais,
 
 
S Eum a luz lança-lhe asonha,
 tristonha sombra no chão e mais,
 
 
S Eum a luz lança-lhe asonha,
 tristonha sombra no chão e mais,
 
 umno E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra chão há mais e mais,

 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no está chãoainda
 há mais e mais,

 EEaoluz lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 ainda, corvo, na noite infinda, está ainda, está Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 corvo, na ainda
 noite infinda, está corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 No alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. alvo busto Atena que há por sobre os meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por sobre os meus No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No busto Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. 
Seualvo olhar tem de a medonha de demônio sonha,
 
Sum eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 
Sum eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 euum olhar tem a que medonha demônio que sonha,
 euum olhar tem a que medonha demônio que sonha,
 euum olhar tem a que medonha um demônio que umbrais. sonha,
 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que sonha,
 
S olhar tem a medonha cor de demônio que sonha,
 eu olhar temhá a mais medonha cor de demônio que sonha,
 eu olhar temhá a mais medonha cor de demônio que sonha,
 Eeu a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão e mais,
 
 
S Eum a luz lança-lhe asonha,
 tristonha sombra no chão e mais,
 
 
S Eum a luz lança-lhe asonha,
 tristonha sombra no chão e mais,
 
 umno E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra chão há mais e mais,

 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
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está 
 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no está chãoainda
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 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 ainda, Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está corvo, na noite infinda, está ainda, está corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 corvo, na ainda
 noite infinda, está E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 No alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. alvo busto Atena que há por sobre os meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por sobre os meus No busto Atena quecor há
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S por sobre os de meus umbrais. 
Seualvo olhar tem de a medonha de demônio sonha,
 
Sum eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 
Sum eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
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S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
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S Eum a luz lança-lhe asonha,
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S Eum a luz lança-lhe asonha,
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 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra chão há mais e mais,

 luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no está chãoainda
 há mais e mais,

 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
 EEao lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
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 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
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 noite infinda, está corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por sobre os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por sobre os meus No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No busto Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. 
Seualvo olhar tem de a medonha de demônio sonha,
 
Sum eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 
Sum eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 euum olhar tem a que medonha demônio que sonha,
 euum olhar tem a que medonha demônio que sonha,
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S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que sonha,
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S olhar tem a medonha cor de demônio que sonha,
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S Eum a luz lança-lhe asonha,
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S Eum a luz lança-lhe asonha,
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 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra chão há mais e mais,

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 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no está chãoainda
 há mais e mais,

 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
 EEao EEaoluz lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
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 noite infinda, está está ainda
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 noite infinda, está E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por sobre os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por sobre os meus No busto Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. 
Seualvo olhar tem de a medonha de demônio sonha,
 
Sum eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 
Sum eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 euum olhar tem a que medonha demônio que sonha,
 euum olhar tem a que medonha demônio que sonha,
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S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que sonha,
 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S olhar tem a medonha cor de demônio que sonha,
 eu olhar temhá a mais medonha cor de demônio que sonha,
 eu olhar temhá a mais medonha cor de demônio que sonha,
 Eum a luz lança-lhe asonha,
 tristonha sombra no chão e mais,
 
 
S Eum a luz lança-lhe asonha,
 tristonha sombra no chão e mais,
 
 umno Eeu a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão e mais,
 
 
S E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
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 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
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 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no está chãoainda
 há mais e mais,

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 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
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 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
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S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
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S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que sonha,
 
S olhar tem a medonha cor de demônio que sonha,
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 Eeu a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão e mais,
 
 
S Eum a luz lança-lhe asonha,
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S Eum a luz lança-lhe asonha,
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 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
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 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no está chãoainda
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 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
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 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no está chãoainda
 há mais e mais,

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 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
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 noite infinda, está está ainda
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 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
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S eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 
S eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que sonha,
 
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Sum eu olhar temhá a mais medonha cor de demônio que sonha,
 
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 noite infinda, está está ainda
 corvo, na ainda
 noite infinda, está Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está corvo, na noite infinda, está ainda, está E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por sobre os meus umbrais. No alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por sobre os meus No busto Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. euum olhar tem a que medonha um demônio que sonha,
 euum olhar tem a que medonha um demônio que sonha,
 euum olhar tem a que medonha um demônio que umbrais. sonha,
 
S eualvo olhar tem de a medonha de demônio sonha,
 
S eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 
S eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que sonha,
 
Seu olhar tem a medonha cor de demônio que sonha,
 
Sum eu olhar temhá a mais medonha cor de demônio que sonha,
 
Sum eu olhar temhá a mais medonha cor de demônio que sonha,
 aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra chão há mais e mais,

 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
 E E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão e mais,
 
 E a luz lança-lhe asonha,
 tristonha sombra no chão e mais,
 
 E a luz lança-lhe asonha,
 tristonha sombra no chão e mais,
 
 umno EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no está chãoainda
 há mais e mais,

 EEaoluz lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 ainda, corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 corvo, na ainda
 noite infinda, está corvo, na noite infinda, está ainda, está Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por sobre os meus umbrais. No alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por sobre os meus No busto Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. euum olhar tem a que medonha um demônio que sonha,
 euum olhar tem a que medonha um demônio que sonha,
 euum olhar tem a que medonha um demônio que umbrais. sonha,
 
S eualvo olhar tem de a medonha de demônio sonha,
 
S eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 
S eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que sonha,
 
Seu olhar tem a medonha cor de demônio que sonha,
 
Sum eu olhar temhá a mais medonha cor de demônio que sonha,
 
Sum eu olhar temhá a mais medonha cor de demônio que sonha,
 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra chão há mais e mais,

 E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão e mais,
 
 E a luz lança-lhe asonha,
 tristonha sombra no chão e mais,
 
 E a luz lança-lhe asonha,
 tristonha sombra no chão e mais,
 
 umno EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no está chãoainda
 há mais e mais,

 EEaoluz lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 ainda, corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 corvo, na ainda
 noite infinda, está Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está corvo, na noite infinda, está ainda, está E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
 alvo busto Atena que há por sobre os meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. No alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por os meus umbrais. No alvo busto Atena quecor háde por sobre os meus No busto Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena quecor há
S por sobre os de meus umbrais. euum olhar tem a que medonha um demônio que sonha,
 euum olhar tem a que medonha um demônio que sonha,
 euum olhar tem a que medonha um demônio que umbrais. sonha,
 
S eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 
S eualvo olhar tem de a medonha de demônio sonha,
 
S eusobre olhar tem a medonha de demônio sonha,
 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que 
S eu olhar tem ahá medonha cor de demônio que sonha,
 
Seu olhar tem a medonha cor de demônio que sonha,
 
Sum eu olhar temhá a mais medonha cor de demônio que sonha,
 
Sum eu olhar temhá a mais medonha cor de demônio que sonha,
 aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra chão há mais e mais,

 E aum luz lança-lhe amais tristonha sombra no chão e mais,
 
 E E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão e mais,
 
 E a luz lança-lhe asonha,
 tristonha sombra no chão e mais,
 
 E a luz lança-lhe asonha,
 tristonha sombra no chão e mais,
 
 umno EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no chão hánoite mais e mais,
está 
 EEao luz lança-lhe tristonha sombra no está chãoainda
 há mais e mais,

 EEaoluz lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 Eainda, lança-lhe a tristonha sombra no chão háamais e mais,
 
 ainda, corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 corvo, na ainda
 noite infinda, está está ainda
 corvo, na ainda
 noite infinda, está corvo, na noite infinda, está ainda, está Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está Eaoluz corvo, na infinda, ainda, está alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por os meus umbrais. alvo busto Atena que há por sobre os meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. No sobre alvo busto de Atena que háNo por sobre os de meus umbrais. euum olhar tem a que medonha demônio sonha,
 cor 
S euum olhar tem a que medonha demônio sonha,
 cor 
S euum olhar tem a que medonha 
Seu olhar tem a medonha cor 
S de demônio sonha,
cor de
Sum eu olhar tem que a medonha de demônio sonha,
cor de
Sum eu olhar tem que a medonha de demônio sonha,
cor de um demônio que sonha,
 lança-lhe tristonha sombra no chão há mais e mais,
sombra 
 E a luzno lança-lhe tristonha sombra no chão há mais e mais,

 E a luzno lança-lhe tristonha sombra no chão há mais e mais,
sombra 
 E a luzno E a luz lança-lhe a tristonha sombra chão háamais e mais,
 
 E a luz lança-lhe a tristonha chão háamais e mais,
 
 E a luz lança-lhe a tristonha chão háamais e mais,
 


Libertar-se-á... nunca mais!


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