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Revista da Associação Central Sul Rio-Grandense da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Outubro de 2017 / 7ª Edição / Ano 3

UMA IGREJA

Missional Quais as características da igreja que verdadeiramente cumpre o “Ide” apresentado em Marcos 16:15?

Palavras do Presidente

Destaques

Artigo

A missão de plantar igrejas

Novo logo, novo manual

A mensagem na palma da mão


PALAVRA DO PRESIDENTE

A MISSÃO DE PLANTAR

IGREJAS

“Sair da zona de conforto é uma característica de um discípulo”

C

erta vez, quando pastor distrital, eu estava pregando

“Como povo, não estamos fazendo a quinquagésima parte

em uma de minhas igrejas (em que o culto era primeiro

do que poderíamos fazer como missionários ativos. Se apenas

e depois a Escola Sabatina) e no último hino, após o

fôssemos vivificados pelo Espírito Santo, haveria uma centena

sermão, uma cena me desestabilizou. Vi um irmão chegar na

de missionários onde agora há um” (Ellen G. White - Ministério

igreja e bater no ombro da visita e, com gestos, mandar que ela

para as cidades, 67). Ser membro de uma igreja não é o

saísse do local onde estava sentada, pois aquele local era seu

suficiente para cumprir a missão dada por Cristo. É necessário

lugar. É claro que não ouvi exatamente as palavras, mas a cena

ser um discípulo. Isso significa ganhar pessoas para Deus.

era clara. No mesmo momento a pessoa que visitava a igreja

Precisamos dar estudos bíblicos; caso contrário, morreremos

se levantou e dirigiu-se para a porta de saída. Imediatamente,

espiritualmente. A igreja de Deus é uma comunidade missionária;

me dirigi para o ancião que estava ao meu lado e falei ao seu

caso contrário, não se encaixa no estereótipo idealizado por

ouvido que fizesse a última oração do culto que eu iria sair. Ele

Cristo quando esteve aqui na terra. Quando a visão de uma

não entendeu nada, mas aproveitei uma porta lateral ao lado

comunidade cristã é voltada apenas para suas necessidades

da plataforma e corri para alcançar aquele visitante. Consegui

e ignoramos as necessidades da comunidade, desonramos o

chegar quando estava saindo do portão da igreja. Abordei tal

nosso Criador. O movimento de plantio de igrejas nos desafia

pessoa me desculpando pelo acontecido. Ela sem entender,

a sair da comodidade de uma igreja e permitir que Deus nos

mas chateada, fez menção em continuar sua saída o mais

use como desbravadores, a fim de salvar pessoas de bairros ou

rápido possível daquela igreja. Fiz todos os esforços para trazê-

cidades que não seriam alcançados senão pelo estabelecimento

la para dentro da igreja novamente.

de uma nova igreja. Seja uma garagem, uma casa, um salão,

Esse episódio me fez pensar na motivação que leva alguém

precisamos plantar mais igrejas. Uma nova igreja é uma luz que

ir à igreja. Jesus nos ordenou a “fazer discípulos”. Ser discípulo

brilha para trazer alívio ao cansado. Mediante a igreja, o céu

é diferente de ser membro. Ser discípulo significa ter a visão

toca a terra. Nosso sonho é: Cada bairro uma igreja. Quer você

com o foco no próximo, enquanto o membro tem o foco no seu

ser um plantador de igrejas? Converse com seu pastor e forme

próprio bem-estar. O desafio de plantar igrejas é prioridade de

um núcleo-base para que possam se preparar e fundar um

discípulos e não de membros. O membro quer que os sermões

centro de salvação em um novo bairro de sua cidade.

lhe agradem, que as músicas lhe confortem. O discípulo vive em função de ampliar o reino de Deus. O membro tem o foco

Pense nisso! E lembre-se: seguir a palavra de Deus é sempre a melhor escolha.

em programas, enquanto os discípulos têm o foco em salvar pessoas. Para que possamos vivenciar um movimento de plantio de igrejas, é necessário desenvolvermos um movimento de discipulado. Antes de termos adventistas apaixonados por plantar novas igrejas, são necessários adventistas apaixonados pela missão de fazer discípulos para o reino de Deus.

Marcos Júnior Presidente da Igreja Adventista para o centro do Rio Grande do Sul

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EDITORIAL

SOMOS TODOS MISSIONAIS? Tudo o que ocorre na igreja deve buscar atingir esse sonho divino

A

razão essencial para a existência da igreja na terra é

Mas esse envolvimento externo dos membros também pro-

a missão. Ellen White (Atos dos Apóstolos, p. 7) afir-

move a salvação interna, pessoal. Cada membro é desafiado a

ma que “a igreja é o instrumento apontado por Deus

ministrar estudos bíblicos, interceder por pessoas, levá-las a cul-

para a salvação dos homens”. Não apenas aqueles que estão

tos e reuniões evangelísticas, ou se envolver em algum ministé-

fora dela, mas mesmo aqueles que estão dentro de suas portas

rio que busca alcançar os perdidos. E está aí a grande diferença,

e têm a missão de partilhar a mensagem.

esta igreja é preocupada com a mobilização e não com o entre-

A Bíblia é um livro missional e isso tem sido percebido por muitos estudiosos. O texto central sobre esse assunto é Gênesis

tenimento de seus membros. Ao fazer isso, a igreja que possui essa natureza missional contribui para a salvação deles.

12:3: ...”em ti (Abraão) serão benditas todas as famílias da terra”.

Enfim, esse tipo de igreja é a que está alinhada com o plano

Esse sempre foi o plano de Deus para Sua igreja. Por meio de

divino. Então é bom se perguntar: Minha igreja é assim? Esta-

Seus servos Ele busca alcançar a todos. O Apocalipse menciona

mos preocupados com a missão e essa preocupação se traduz

muitas vezes a expressão “cada nação, tribo, língua e povo” (5:9;

em ações práticas? Em que aspectos podemos melhorar? Nosso

7:9 e 14:6) para demonstrar a universalidade do plano de Deus.

planejamento está alinhado a essa visão? Nossas comissões e

Portanto, tudo o que ocorre na igreja deve buscar atingir esse

demais reuniões priorizam a discussão desse tema?

sonho divino.

Leia a matéria de capa, ela tratará desse assunto. Será útil

E o primeiro aspecto é o externo, a busca do perdido, através

compartilhar as ideias e os conceitos dessa leitura com a mem-

de evangelismo público, semanas de colheita, estudos bíblicos,

bresia e liderança. Se desejamos a volta de Jesus em nossos

a atuação dos centros de influência, igrejas diferenciadas, entre

dias, nossa igreja precisa ser missional. Essa é a razão única para

outros. A principal preocupação são as pessoas. A igreja missio-

sua existência.

nal é assim por natureza. Em seu planejamento a preocupação é o evangelismo, em suas reuniões o principal assunto é a salvação de pessoas. Seus cultos têm esse propósito. Sua agenda é adaptada a essa missão.

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Elton Júnior Secretário da Igreja Adventista para o centro do Rio Grande do Sul


EXPEDIENTE / ÍNDICE

Índice EXPEDIENTE

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Palavras do Presidente

4

Editorial

A missão de plantar igrejas

Conselho Consultivo: Marcos Júnior Elton Júnior Márcio Luz da Silva

Somos todos missionais?

Tiago Fraga

Jornalista Responsável: Andréia Silva (MTE: 0017429/RS)

Revisão: Lóris Brissac Luís Augusto Lopes

Projeto e Editoração Gráfica: Judson Pereira

Impressão: Editora Reinheimer Ltda

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Destaques Principais novidades da Igreja na região

Capa Uma igreja missional: Quais as características desta igreja que cumpre o “Ide”?

Destaques nas escolas Seleção das atividades escolares dos últimos meses

Artigo A mensagem na palma da mão

Edição Quadrimestral Distribuição Gratuita Tiragem: 5.000

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Desaparecidos Gestão de nomes da secretaria de igrejas

Contato: comunica.acsr@adventistas.org.br Site: acsr.adventistas.org

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Agenda ACSR Datas importantes para os próximos quatro meses

Endereço:

CEP: 91340-000 Porto Alegre – RS Fone: (51) 3375-1600

Antônio Nogueira

Av. João Wallig, 596

/acsr.rs /_acsr /associacaocentralrs

Associação Central Sul Rio-Grandense 5


DESTAQUES

REINAUGURAÇÃO DA NT STORE PORTO ALEGRE

No dia 6 de agosto, foi inaugurado, na zona norte de Porto Alegre, um novo Centro de Vida Saudável (CVS). Ambiente conta com um espaço Novo Tempo, auditório, cozinha, recepção, ambiente kids, salas para atendimento, e já está disponibilizando atendimentos e cursos gratuitos para a comunidade. O objetivo é ter um espaço onde os membros sejam capazes de potencializar seus dons em prol da comunidade. Por isso, diversas especialidades estão disponíveis no local, como cursos de inglês básico, ginástica, pilates, terapia em grupo, workshops de fotografia, workshops de direitos de consumidor, coaching empresarial e atendimentos particulares para alunos já inscritos em oficinas. Uma das primeiras oficinas disponíveis, de culinária saudável, contou com a presença de 95% de participantes não adventistas. Para mais informações e voluntariado, acesse: facebook.com/cvspoazn ou ligue (51) 3375-1680.

Ainda no dia 6 de agosto também foi reinaugurada a unidade NT Store do Colégio Adventista Marechal Rondon. O ambiente teve seu tamanho duplicado e agora conta com maior espaço para exposição de materiais denominacionais, didáticos e uniformes. Além disso, também disponibiliza ambiente kids e provadores. A finalidade da ampliação foi facilitar o atendimento e tornar mais acessíveis as opções de literatura disponíveis no local. A inauguração teve a presença de autoridades eclesiásticas e fiéis da região.

Andréia Silva

Antônio Nogueira

INAUGURAÇÃO DO CENTRO DE VIDA SAUDÁVEL

ABERTURA IGREJA MOINHOS

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Brayan Bellissimo

UM ANO EM MISSÃO

Um grupo de 10 jovens de diversas partes do país chegou em solo gaúcho para participar do projeto “Um Ano em Missão (OYiM)”, que começou em setembro. O grupo é liderado por Jader Henrique, aluno do 3º ano de Teologia do Instituto Adventista Paranaense (IAP), que conta com o apoio de pastores, líderes e voluntários da IASD Floresta. As principais metas desta equipe são: colaborar neste início da Igreja Adventista no Bairro Moinhos de Vento, criar um Clube de Desbravadores nesta igreja, potencializar as oficinas oferecidas no Centro de Vida Saudável Zona Norte, e dar estudos bíblicos, buscando cada vez mais interessados. O projeto acontece durante três meses de 2017 e mais 10 meses em 2018.

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Foi inaugurado na noite de 17 de setembro, domingo, o núcleo da Igreja Adventista do Bairro Moinhos de Vento. De um projeto de seis novas igrejas a serem plantadas em Porto Alegre (Projeto de Missão Global nas Grandes Cidades), esta já é a segunda inaugurada e preenche um vazio sem presença adventista que existia entre a igreja da Floresta e a igreja central de Porto Alegre. Agora, o desafio da comunidade adventista de Moinhos é atender à população do bairro, que ultrapassa 8 mil habitantes. Somente no bairro, cerca de 60 pessoas já solicitaram estudos bíblicos por meio da Rede Novo Tempo de Comunicação e serão atendidas pelo grupo de fiéis e voluntários. As atividades são resultado do esforço conjunto entre a igreja da Floresta, projeto Um Ano em Missão, ministério de Missão Global e administração da Associação Central Sul Rio-Grandense (ACSR). O grupo-base é composto por 31 pessoas, sendo em sua maioria jovens. O ambiente está localizado na Avenida Benjamin Constant, 1675, e conta com auditório central, ambiente de confraternizações, salas que acolherão os departamentos infantis, e um Espaço Novo Tempo, onde serão desenvolvidos cursos Bíblia Fácil.


DESTAQUES

QUEBRANDO O SILÊNCIO

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NOVO LOGO, NOVO MANUAL

A liderança mundial da Igreja Adventista votou no primeiro semestre deste ano um novo padrão de identidade visual durante as reuniões do Concílio Anual, nos Estados Unidos. Para os adventistas, que somam hoje mais de 20 milhões de membros ao redor do mundo e estão presentes em mais de 200 países, foi um desafio, mas também uma satisfação desenvolver uma padronização de imagem. Para baixar a nova logo e o novo manual de identidade da igreja, acesse a aba “materiais” do site “adventistas.org” e clique em “Nova Logo e Manual Prático de Marca da IASD”.

A campanha educativa de prevenção contra o abuso e violência doméstica, promovida anualmente pela Igreja Adventista, proveu neste ano ações de conscientização quanto à violência sexual contra a mulher. No centro do Estado, fiéis realizaram passeatas, distribuíram materiais de apoio e promoveram eventos em espaços públicos a fim de alertar a população com relação ao assunto. Alguns grupos também estão palestrando em escolas municipais, estaduais e privadas.

CERIMÔNIA FESTIVA

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FELIZ 7PLAY

Está no ar o Feliz 7 Play, um website que disponibiliza vídeos de conteúdo exclusivo adventista. De forma gratuita, os internautas têm acesso a filmes, clipes musicais, documentários e muito mais. A cada sexta-feira, um novo conteúdo será disponibilizado. Acesse em “feliz7play.com” ou baixe o aplicativo em seu dispositivo móvel.

No dia 16 de setembro foram comemorados o Dia Mundial do Desbravador e o Batismo da Primavera. Todos os clubes de desbravadores do centro do Estado celebraram a data com uma cerimônia festiva de apresentação de testemunhos e batismos. O grande destaque da ocasião foram os resultados que surgiram através do projeto “Amigo de Lenço”, onde cada desbravador traz um amigo ao clube e, posteriormente, o prepara para o batismo. Nessa data aconteceram diversas admis-

sões em lenço de crianças que conheceram o clube através deste método, e também o batismo de adolescentes que foram trazidos ao clube no início do ano e que participaram de classe bíblica até o momento. Muitas famílias não adventistas também participaram da festividade com seus filhos. De forma geral, as lideranças dos clubes ficaram felizes ao verem as crianças envolvidas na essência do “Cada Um Salvando Um”. Todos os juvenis que se entregaram a Cristo na data receberam medalhas do Batismo da Primavera.

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Escrito por: Andréia Silva (Associação Central Sul Rio-Grandense) Douglas Pessoa (Associação Rio de Janeiro).

UMA IGREJA

Missional

Quais as características da igreja que verdadeiramente cumpre o “Ide” apresentado em Marcos 16:15? Você já ouviu falar sobre o termo “missional”? Essa ainda é uma palavra pouco usada, mas que traz à tona um aspecto real dentro do objetivo missionário da igreja. De acordo com o pastor Marcos Júnior, líder da IASD na região central do Rio Grande do Sul, igreja missional é uma congregação que concentra seus esforços em levar o sentido missionário para o próprio lugar onde ela está instalada. “A igreja que não é missional está preocupada em agradar ao público interno. Já a igreja missional é o contrário. Ela está preocupada em servir e em fazer atividades que possam não só atrair, mas aproximá-la das pessoas, fazendo com que a mesma se torne relevante na comunidade”, explica. Ou seja, podemos dizer que uma igreja missional é aquela que vive o espírito missionário de forma completa. Tal conclusão também é confirmada pelo pastor Everon Dorneles, líder do Ministério Pessoal para toda América do Sul. “O

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código genético da igreja missional significa que ela é missionária em sua própria essência. Seus membros compreendem que a igreja são as pessoas, não o edifício. Ou seja, a essência de igreja não é o que acontece dentro do templo, mas sim o que ocorre na vida diária de cada fiel”, completa. Assim, podemos afirmar que “missional” é um adjetivo derivado da palavra “missionária”, mas que não muda o aspecto da original, que é de fazer as pessoas abrirem mão de seus interesses para levar a mensagem cristã para outras cidades e países. A diferença é que cristãos missionais dedicam esse empenho em suas próprias comunidades. Dorneles mostra que esse estilo de trabalho já era reconhecido por pioneiros como Ellen White. “Ela afirmou no livro Testemunhos para a Igreja que nem todos podem ir como missionários para terras estrangeiras. Mas todos podem ser missionários na família e com seus vizinhos”, cita.


CAPA

Primitivo missional Para entender melhor por que é importante as igrejas adventistas se tornarem igrejas missionais, vamos voltar alguns séculos na História e compreender o formato de trabalho da igreja cristã primitiva antes da intervenção do Império Romano. “A igreja primitiva era focada no discipulado. Ou seja, o grande objetivo dela era fazer com que o evangelho avançasse e que as pessoas conhecessem a mensagem de Cristo. Por exemplo: não existiam templos na igreja cristã primitiva, existiam casas e os cultos eram feitos nessas mesmas casas com, provavelmente, uma média de 30 a 40 pessoas dentro. A igreja primitiva era focada em viver o evangelho no seu dia a dia e discipular”, esclarece o pastor Marcos Júnior. Isto é, era uma igreja que fazia a diferença na comunidade em que ela vivia. Prova disso foi o crescimento numérico constante que essa igreja tinha, mesmo diante das inúmeras perseguições promovidas pelos imperadores. Segundo Júnior, até o conceito de trabalho do pastor na época era diferente do que temos hoje. “Na igreja primitiva, o pastor (discípulos e apóstolos) tinha como papel plantar novas igrejas. Depois que abriam uma nova igreja, estabeleciam um membro que pastoreasse os demais fiéis (anciãos e diáconos), e então saíam para plantar igrejas em outros locais”, contextualiza. Em Antioquia, os seguidores de Cristo foram pela pri-

meira vez chamados Cristãos. O fato mostra que a comunidade via nestes crentes a mesma essência de Cristo. Conforme Ellen White, em seu livro Atos dos Apóstolos, Cristo era o tema principal das conversas, do ensino e da pregação dos cristãos antioquienses. Mas esse aspecto missional não durou para sempre. Quando Constantino institucionalizou a igreja, introduziu aspectos da cultura pagã. Os fiéis passaram a dedicar tempo e empenho para a qualidade das reuniões religiosas, transferindo a responsabilidade missionária para os clérigos e líderes religiosos. O esforço que uma vez era direcionado para evangelização fora confinado dentro das quatro paredes dos templos. Assim, a igreja se corrompeu em diversos aspectos até o ponto de ser necessária a Reforma Protestante. Porém, esse formato missional foi plenamente reestabelecido na Igreja Adventista do Sétimo Dia logo após o seu surgimento, desde a liderança até os membros mais simples. “Tiago White foi presidente geral dos adventistas, mas também cuidava de uma igreja em Battle Creek”, lembra o pastor Marcos Júnior. Ou seja, o fato de ele ser líder geral dos adventistas não o impedia de ser líder de uma congregação específica, pois lá os membros “andavam com suas próprias pernas”, podemos assim dizer. De acordo com o pastor, era um trabalho semelhante ao que aconteceu no primeiro século, na igreja primitiva. Os pastores podiam dedicar-se ao

plantio de igrejas, pois os fiéis se empenhavam em cuidar das congregações e ir até os moradores das comunidades em que viviam para levar a mensagem de Cristo. No entanto, hoje o cenário é diferente. A igreja passou a ter um forte enfoque na qualidade do que é produzido internamente a fim de oferecer o melhor para os membros e para as pessoas que vão para dentro da mesma. O resultado desse cenário diferente foi a inversão de crescimento. Segundo relatório publicado na 20ª Assembleia Geral da IASD, 38% dos adventistas no mundo vivem na África, enquanto pouco mais de 3% estão na Europa. Em Ruanda, 100 mil pessoas foram batizadas em apenas uma campanha evangelística. Um dos motivos apontados foi o envolvimento dos membros com o ciclo do discipulado, um dos ramos de trabalho das igrejas missionais. Dessa forma, se não houver uma injeção missional nas nossas igrejas do Ocidente, a religiosidade delas pode correr o sério risco de se tornar irrelevante e adoecer. “Precisamos fazer com que o Cristianismo seja novamente uma religião relevante. Nós, como igreja, não devemos aceitar seguir uma cultura caída. Precisamos entender que devemos influenciar, ao invés de ser influenciado, como acontecia no passado. Os cristãos morriam, mas não abriam mão dos princípios. Eles tinham tanta compreensão de que Cristo era tudo na vida deles que eles iam para a fogueira, mas não perdiam a fé”, relembra o pastor Júnior.

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Igreja não missional versus Igreja missional

X IGREJA

Comum FOCO INTERNO MEMBRO INSTITUCIONAL CONGREGAÇÃO FOCO NOS PROGRAMAS SERVIÇOS DE ADORAÇÃO PADRONIZAÇÃO PARTICIPAÇÃO CARGO DIRETOR

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Mas você pode estar se perguntando quais são os aspectos práticos que diferenciam uma igreja missional de outra que não seja missional. Primeiramente, uma igreja missional empodera os seus membros para que eles sejam a igreja na comunidade. A igreja treina, equipa, anima e desafia seus membros a viverem as boas novas em suas comunidades, entre aqueles que desconfiariam de qualquer outra forma de propaganda. “A igreja deixa de ter uma visão corporativa para ter um aspecto mais humanizado. O foco passa a estar no discipulado das pessoas”, acrescenta o pastor Dorneles. De acordo com ele, o principal diferencial desse trabalho é o público-alvo. São cristãos que se preocupam com a vizinhança da igreja, fazendo planos de incluí-los e mostrar uma religião que prima pelo desenvolvimento do ser humano de forma integral. Já na igreja que não é missional, as programações e os debates visam apenas à qualidade da programação que é feita para quem já está dentro da igreja. Igrejas assim têm bons programas, liturgia organizada e ótimos serviços de adoração e música. Coisas que realmente são necessárias, mas não leva os fiéis a plantarem igrejas e colocar o ciclo do discipulado em prática. “Torna-se uma espécie de religião a la carte, ou seja, eu escolho o que eu quero, a igreja que vou, o programa que vou, etc. As pessoas querem ser servidas pelas outras”, explica Marcos Júnior. O trabalho missional, porém, além de aproximar mais as pessoas de Deus, também ajuda os pastores no plantio de novas igrejas. Com congregações comprometidas com a missão de influenciar a comunidade ao seu redor, o pastor teria outros assuntos com que se preocupar. Segundo Júnior, essas igrejas mais independentes do trabalho pastoral teriam uma otimização de trabalho, tanto deles quanto dos fiéis. “Aqui na associação nós temos 5,53 igrejas por pastor. Ou seja, temos pouca igreja por pastor, e assim ele pode cuidar de 5 igrejas tranquilo, não há necessidade de divisão de distritos. Nós precisamos é aumentar o número de igrejas por pastor, para que as igrejas se tornem cada vez mais comprometidas com a missão e não dependentes do pastor”, enfatiza.


Instrumentos missionais Até aqui você deve ter assimilado a proposta de ser um cristão missional. Mas será que existem instrumentos práticos que ajudam a mostrar a relevância da religião para a comunidade? A resposta é sim e está bem ao seu alcance. De acordo com o pr Everon, um dos meios de ser missional é mudar o foco. “Os ministérios devem promover uma aproximação com a comunidade. Desenvolvimento de programas para o desenvolvimento de pessoas”, conta. O próprio projeto de multiplicação de Pequenos Grupos, ou o “Encontro fora do Encontro”, como chamamos regionalmente os encontros extraclasse das unidades da ação de escola sabatina, tem ajudado centenas de adventistas a colocarem seus talentos em prática, enquanto vizinhos e amigos têm descoberto o amor de Deus através do carinho e da atenção demonstrados nessas reuniões semanais. O ciclo do discipulado também é outro aspecto extremamente importante para uma igreja missional. Após o batismo, é preciso ter um acompanhamento para que aquela pessoa recém-integrada ao meio adventista logo desenvolva o desejo de levar aquilo que ela aprendeu para mais e mais pessoas. São vários os instrumentos e meios de fazer com que a congregação se torne uma igreja missional e relevante para o lugar onde vive. É possível fazer com que as pessoas do bairro, quando questionadas sobre a existência da igreja, lembrem dela como um aspecto positivo nas suas vidas. A história e o tempo presente estão aí para comprovar a importância do missional para a própria existência do Cristianismo. “A gente tem que voltar a assumir as responsabilidades do modelo bíblico. Voltemos à Bíblia e ao modelo de responsabilidade e compromisso pessoal com a Missão. Eu creio que é hora de criar uma igreja edificada sobre estes fundamentos e tornar a mesma realmente um centro missionário. Então aí entra a questão da igreja missional. Voltar às raízes. Voltar à raiz da igreja primitiva e às origens da Igreja Adventista que foi estabelecida nestes moldes”, convida o presidente.

IGREJA

Missional FOCO EXTERNO MISSIONÁRIO ORGÂNICA COMUNIDADE FOCO NAS PESSOAS ADORAÇÃO PELO SERVIÇO CUSTOMIZAÇÃO AMADURECIMENTO COMPROMISSO PRODUTOR

Fonte: Palestra “Construindo uma Igreja Missional”, do pastor Everon Donato, líder de MIPES na DSA

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DESTAQUES NAS ESCOLAS

PERIGOS NA WEB Alertar sobre os perigos que existem na internet nunca é demais. Por isso, a educação adventista RS promoveu, a partir do mês de abril deste ano, uma série de atividades que buscavam orientar pais e alunos quanto ao uso consciente das redes. A campanha teve um início um tanto diferente: uma now sweet machine (máquina automática de doces) posicionada no Shopping Total, de Porto Alegre, não entregava doces, mas um papel com dados impactantes sobre a realidade do uso da internet entre crianças e adolescentes no país. A surpresa das pessoas foi registrada em vídeo, que foi para as redes sociais e tornou-se a peça principal da campanha intitulada “Na internet o perigo se disfarça”. Além disso, também houve uma campanha on-line, distribuição de flyers, inserção em jornais e o principal: palestras dentro das próprias escolas adventistas. Profissionais como psicólogos e terapeutas falaram aos pais, alunos e servidores sobre a importância do uso consciente da internet para o bem-estar da família. Atividades continuarão a ser realizadas nas unidades até o fim do ano.

Cuidar da saúde física é algo imprescindível para o bem-estar integral do corpo humano. E como forma de incentivo a uma alimentação saudável e equilibrada, a Escola Adventista de Novo Hamburgo promoveu a implantação de uma horta orgânica dentro do ambiente escolar, como um projeto pedagógico feito com turmas do 5º ano. O espaço, apesar de pequeno, conta com 3 canteiros em formato de “E”, onde os alunos estão cultivando verduras e legumes como alface, cenoura, rúcula, beterraba, repolho, brócolis e couve-flor.

Outro objetivo foi incentivar a sustentabilidade, mostrando que é possível fazer bastante, mesmo em espaço limitado. Um engenheiro agrônomo está sendo o consultor dos alunos, e, semanalmente, dá uma aula prática de 50 minutos na horta, mostrando as etapas de reparação do solo, tempo de crescimento dos vegetais, influências da estação, etc. A novidade tem feito sucesso entre os pequenos, que, além de colher e experimentar os alimentos, levam amostras para casa, para compartilhar com os pais.

INTERCÂMBIO CULTURAL Conhecer uma nova cultura, descobrir os sotaques, a história, e aprimorar-se no estudo da língua inglesa, estes foram os objetivos dos adolescentes que participaram do Intercâmbio Cultural 2017. Fizeram parte desta viagem alunos das escolas e colégios: Marechal Rondon, Esteio, Novo Hamburgo, Canudos, Cachoeirinha e Sarandi, somando um grupo de 63 pessoas. Passeios foram realizados na Inglaterra, França e Itália. A hospedagem ocorreu no Newbold College, onde eles também participaram de um curso intensivo de inglês. A atividade aconteceu entre os dias 18 de junho e 02 de julho.

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HORTA ORGÂNICA

Você já pensou o que aconteceria se as crianças e os adolescentes contribuíssem em algumas decisões administrativas no ambiente escolar? Pois esta é uma iniciativa que a Escola Adventista de Caxias do Sul está fazendo. Em momentos conhecidos como “Chá com a direção”, que acontece a cada trimestre, líderes de cada turma são ouvidos, fazem propostas, e são incentivados a apoiar os projetos da escola.

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Nesta reunião participam os líderes da área espiritual, social, acadêmica, esportiva, etc. E para que haja o devido sucesso no encontro, há representantes de todas as classes. Segundo a direção, a finalidade é ouvir suas necessidades e apoiar as suas ideias. Sugestões como placas de sinalizações, mutirão da limpeza, líderes para cuidar do jardim da escola e outras atividades que estimulam a proatividade e sinergia já foram colocadas em prática.

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ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA


ARTIGO

A MENSAGEM

NA PALMA DA MÃO

Eu lembro de quando comecei a produzir e apresentar o Tempo de Refletir, na Rádio Novo Tempo 99.9, em meados da década de 1990. Ouvia, com frequência, depoimentos como este: “Eu chego cinco minutos atrasado no meu trabalho, todos os dias, pois fico no carro esperando para ouvir o seu programa. Depois disso, entro na empresa para trabalhar”. Hoje, isso não é mais necessário. O áudio já fica disponível no site e no aplicativo Manah exatamente no primeiro minuto após a meia-noite. Para ser ouvido quando e onde achar melhor. A revolução tecnológica mudou drasticamente os hábitos e costumes de interação e comunicação. Que o digam os donos de jornais

Listas de Transmissão revelam que, pelo menos, sete milhões de pessoas são alcançadas diariamente com o conteúdo. “Pastor, eu envio esse áudio todos os dias para 1.834 pessoas”, escreveu hoje uma moça do Rio de Janeiro. “Aqui no Panamá, envio para amigos dos Estados Unidos e Portugal”, escreveu outro. O assessor especial do Sílvio Santos recebe e compartilha todos os dias com os seus colegas, no SBT. Um radialista não adventista envia para milhares de contatos, fontes e políticos de cinco estados do Nordeste. O áudio se propaga também por dezenas de países diferentes, caindo diretamente na mão de brasileiros espalhados pelos quatro cantos do planeta. Sem qualquer intermediário. Direto na mão! Os resultados são motivadores, graças a Deus! “Enviei para um amigo e veja a resposta dele”, escreveu recentemente um dos contatos. E colou este recado que havia recebido: “Obrigado pelo áudio. Eu estava saindo de casa para matar uma pessoa e a mensagem chegou no momento certo”. Para muitos, tem sido o único alimento espiritual do dia, já que a maioria que recebe e compartilha não é adventista do sétimo dia. Louvado seja o Senhor por isso. Deus tem pressa e a tecnologia está aí para ajudar. Use-a!

e revistas; os motoristas de táxi; as grandes redes de rádio e televisão; a telefonia; as gravadoras; as agências bancárias; as bibliotecas... No ano 2000 eram 400 milhões conectados à internet. Em 2017, o número ultrapassa 4 bilhões de pessoas! Há poucos anos eu jamais imaginaria o rádio perdendo parcela significativa da audiência entre os veículos de comunicação. Hoje está sendo engolido pelos aplicativos nos celulares. Quase a totalidade da nova geração não ouve rádio. Constato isso dentro de casa: meus três filhos não ouvem mais rádio, mesmo nascidos e crescidos em um ambiente “radiofônico”. O veículo detém, ainda, uma audiência praticamente adulta, onde predominam os programas esportivos e noticiosos, sintonizados, preferencialmente, no rádio do carro. Para que esperar tocar a música preferida no rádio se ela pode ser ouvida na hora que quiser em um Spotify ou Deezer da vida? A concentração de quase tudo “na palma da mão” tem gerado mudanças de paradigmas, formatos e técnicas de comunicação – algumas nem sempre eficazes –, visando alcançar o usuário do smartphone. Em meio a essa tempestade tecnológica, resultante da inclusão digital, buscamos, como igreja, nosso espaço para a propagação das “boas notícias”, o evangelho. Aplicativos, joguinhos, programas direcionados, lives e compartilhamentos de conteúdo missionário (muitas vezes de forma desorganizada) são as alternativas mais utilizadas, tanto no Facebook quanto no WhatsApp. Desde fevereiro de 2015 minha esposa e eu temos enviado os áudios do Tempo de Refletir via WhatsApp. O projeto começou de forma

7 dicas para fazer do seu WhatsApp uma ferramenta missionária 1 - Não seja um chato. Enviar áudios, imagens e vídeos a todo momento vai irritar seus contatos. Se forem arquivos grandes, pior ainda! Sempre peça permissão para enviar qualquer conteúdo desse tipo. 2 - Não envie textos longos. A maioria não vai ler, mesmo! Tenha dó do pacote de dados de seus amigos. 3 – Cuidado com os vírus! Esqueça as correntes, “cumprimento de profecias”, mensagens polêmicas ou não confirmadas em outro lugar. Prime por sua credibilidade também no mundo virtual. 4 – Além de respeitar os horários básicos em que seus contatos estão dormindo (madrugada, por exemplo), não envie imagens de acidentes, mortos ou doentes. Isso choca seus contatos. A maioria bloqueia, sem dó! 5 - Enviar conteúdo para pessoas que não sejam seus contatos levará, fatalmente, a ser denunciado como “spam”. Você pode ser banido do WhatsApp, sem chance de voltar. 6 - Não inclua nenhum de seus contatos em qualquer grupo que você criar sem primeiro ter a autorização de cada um deles. De cada 10 pessoas, 9 abominam grupos. Ao postar conteúdo nos grupos (especialmente vídeos e áudios), veja se alguém já não fez a mesma postagem, antes. 7 – Peça sabedoria a Deus para sempre aproveitar oportunidades para testemunhar com êxito. O resto Ele fará!

despretensiosa. Seria para, no máximo, 500 pessoas. Hoje, perto de 40 mil contatos recebem os áudios. Esses compartilham com seus próprios contatos; esses outros com mais outros, e mais outros... Uma verdadeira bola de neve! As pesquisas que fazemos em nossas

Para receber o Tempo de Refletir, adicione o número 41 9507-0705 e envie mensagem pedindo o áudio; ou baixe o aplicativo Manah (iOS e Android).

Amilton Menezes É radialista, jornalista e pastor. Atualmente, serve a igreja como pastor distrital em Vila Santo Antônio e tem um ministério voluntário na área radiofônica – a Rede Maranatha de Comunicação.

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GESTÃO DE NOMES DA SECRETARIA

DESAPARECIDOS Os nomes que compõem esta lista são de membros que saíram de suas igrejas, mas não pediram transferência de carta. Caso você conheça alguém desta listagem, informe a secretaria da associação para a atualização de dados ou remoção de nomes. Contatos: secretaria.acsr@adventistas.org.br | (51) 3375-1623 ou (51) 3375-1660

Armour Suelem Miranda da Silva Bairro Bela Vista Yan Santos de Freitas Maria Luiza Silveira de Moura Colina Verde Wesley Coelho Andressa Tauana Borges de Moraes

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Coqueiros Denise Elaine Araujo Pedroso Anderson Santos da Fontoura Angélica de Oliveira Cardoso Ana Paula Oliveira Garcia Behenck Maria Ferreira Medeiros Feitoria Cohab Rozeno Vargas Montenegro Adi Dutra Airton Nunes de Oliveira Amaro Vilmar da Silva Ana Paula da Silva dos Santos André Roberto Bussmann Carlinhos Soares Carmelina da Silva Bardemaker Carolina de Vargas Vaiz Catia Lisiane Keler Nunes de Oliveira Cristiane da Silva Danildo da Silva Dioner da Silva Melo Edson Batista Elzira Santos Schiller Evandro Montenegro de Oliveira Fonseca Fatima Cristina de Souza Batista Gabriely Vitória da Silva Viana Igor de Azevedo Travel Isabel Cristina Lopes Janice Eva Riter Jerônimo Sebastião da Silva Joana Miller Jorge Mateus Lopes da Silva Justina Cardoso Marcelo Farias Pereira Marcos Felipe Ody Oliveira Moises Elias Rotta Patricia Sucolotti Schmitz

Romário Araujo da Silva Rosane Lopes da Silva Selvino Aloisio Clossmann Solange Vaiz Tatiana da Rosa Vani Machado de Souza Verônica Wasenkeski Victória Wasenkeski Pinheiro Machado Vitória Carolina da Silva Hartmann Vilma da Silva Melo Vinicius Augusto da Silva Milk Ouro Verde Aline Souza Santos Reinaldo Cubas de Freitas Vera Lucia dos Santos Roselândia Jeremias José dos Santos Venâncio Aires Neida Terezinha da Silva Vila Braz Jonas Felipe da Silva Giogo Maria Isabel de Moraes Machado Jennifer da Silva dos Santos Manuela Machado Ribeiro Nelson Schwartz Vila Elza Diego Vinicio Arruda Xavier Vila Nazaré Maicon Rodrigues Isdorio Mara Regina V. Fraga Rudinei V. Fraga Vanuza Alcântara Garcia Vinicius Pacheco da Veiga Alexandre dos Santos Guimaraes Andriele Cardozo Moraes Eduardo Rodrigues Isidorio Elaine Silvano Costa Eva Fatima Silvano Gabriel Rosa Rodrigues Iuri Cauã Claro Pereira Loreni de Fatima Cardoso Urbano Vila Nova Natan Rodrigues Nunes


CALENDÁRIO

Agenda ACSR

OUTUBRO

07 - Dia da Educação Adventista 06 a 08 - Retiro Celebração MEL 11 a 14 - Caravana da Esperança - Pr. Luís Gonçalves 13 a 15 - Adoletchê/Celebrateen 21 - Dia do Pastor e das Vocações Ministeriais 27 a 29 - Casa Aberta e Encontro do Espírito de Profecia

NOVEMBRO

10 a 12 - Aniversário do IACS 18 a 25 - Evangelismo Público de Colheita 18 - Trimestral - POA e Lajeado - Tarde 19 - Trimestral - NH - Manhã e Caxias do Sul - Tarde 25 a 26 - Vigília Jovem ACSR 25 - Trimestral - Santana do Livramento - Tarde 26 - Trimestral - São Gabriel - Manhã

DEZEMBRO

02 - CELEBRAÇÕES DISTRITAIS 10 - Planeta Calebe - Treinamento 15 - Encerramento do Ano Letivo 16 - Programa “Mutirão de Natal” 17 - Início das Férias Pastorais

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Revista acsr news 7ª edição  

Revista da Associação Central Sul Rio-Grandense da Igreja Adventista do Sétimo Dia. [Outubro 2017 / Ed.7 / Ano 3]

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