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Manifesto de candidatura aos órgãos sociais da AEGIA, Associação de Engenharia e Gestão Industrial de Aveiro


Manifesto de candidatura aos órgãos sociais da AEGIA, Associação de Engenharia e Gestão Industrial de Aveiro

Caracterização do projecto O projecto da Lista R nasce de uma ideia transversal a um grupo de pessoas que possuem um sentimento de dinamismo e inconformismo que não pactua com o corrente modelo associativo levado a cabo pelos actuais órgãos socais da AEGIA. O curso de Engenharia e Gestão Industrial da Universidade de Aveiro, já com longos pergaminhos de qualidade e excelência, não só a nível pedagógico mas também a nível profissional e associativo merece mais do que a actual posição de vulgaridade no contexto associativo, não só da Universidade de Aveiro, mas principalmente do DEGEI. Estes pergaminhos contam-nos a história de um paradigma inovador ao nível associativo que foi criado aquando a fundação da AEGIA. Falamos, com tudo isto, de Jornadas de EGI épicas, da criação de uma revista inovadora e autosustentável, de inúmeros sucessos desportivos, de um bem-sucedido processo de internacionalização entre tantas outras bem-sucedidas actividades que marcaram toda a universidade de Aveiro. A verdade é que falamos de uma realidade que não mais existe. É portanto premente reacender a chama de outros tempos. Todos estes pergaminhos e todos os mais de 400 estudantes inscritos neste curso da UA merecem mais. A Lista R é composta por um grupo de pessoas homogéneo e dinâmico que partilham uma série de valores: responsabilidade, exigência, qualidade, transparência, humildade e acima de tudo trabalho! Ser dirigente associativo é uma árdua tarefa que tem tanto de ingratidão como de trabalho, devendo sempre agir em prol dos seus pares. É esta empreitada a que nos propomos. Promessas são para os políticos, mas nos sendo dada a oportunidade de as fazer apenas prometeremos humildade e vontade de trabalhar. Criar envolvência e transparência são as nossas prioridades pois, só com uma AEGIA de portas abertas, podemos fazer com que todos os estudantes sintam que esta também é sua. Apelamos à leitura e apreciação deste manifesto, reforçando a ideia que este projecto existe para ouvir os estudantes, bem como para os fazer ouvir, assumindo o compromisso de demonstrar uma atitude presente, atenta, activa, célere e preponderante, com base na proximidade, no diálogo e na envolvência. Conseguindo elevar e transparecer estes valores, facilmente a AEGIA se torna uma ferramenta no quotidiano de um estudante de Engenharia e Gestão Industrial, capaz de o ajudar em todos os seus problemas académicos e profissionais, bem como ser capaz de lhe proporcionar momentos de lazer e convívio. Invocamos assim o voto de consciência de cada um. Uma AEGIA de todos para todos, deixa a tua marca!

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Direcção Presidente: David Mendes Vice-Presidente das Relações Externas: Rui Beato Vice-Presidente das Finanças e Logística: Diogo Lonet Tesoureiro: Lídia Oliveira Secretário: Telma Freire Vogal do Pelouro Socioprofissional: Inês Coelho Vogal do Pelouro de Assuntos Pedagógicos: Filipe Santos Vogal do Pelouro Informativo e Divulgativo: Luís Esperança Vogal dos Pelouros das Actividades Académicas, Desportivas e Culturais: Miguel Sampaio Vogal dos Pelouros das Actividades Académicas, Desportivas e Culturais:: Inês Medida Vogal dos Pelouros das Actividades Académicas, Desportivas e Culturais:: Bruno Monteiro

David Mendes

Rui Beato

Inês Coelho

Diogo Lonet

Filipe Santos

Lídia Oliveira

Telma Freire

Luís Esperança Miguel Sampaio Inês Medina

Bruno Monteiro

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Pelouro Pedagógico e Socioprofissional Subentende-se que este pelouro funciona com vista ao sucesso académico, a curto prazo, e profissional, quando pensamos num horizonte temporal maior, do estudante de Engenharia e Gestão Industrial. Escutando os nossos associados e recolhendo activamente dados de interesse, facilmente obtemos ferramentas para poder intervir eficazmente junto dos discentes. Um dos principais factores para o sucesso académico de um aluno passa pela qualidade de informação disponível e a facilidade de acesso a esta. Com o intuito de prestar apoio nesta área, pretendemos desenvolver uma base de apontamentos com o máximo de abrangência disciplinar possível e com a capacidade de ser acessível a todos os interessados. Devemos ter em conta que vivemos numa sociedade de informação e que a utilização das novas tecnologias é, actualmente, imprescindível. Da informatização advém incomensuráveis vantagens. Este deve ser, portanto, um dos objectivos nesta área. Apesar de já existir algum trabalho feito neste campo, a exteriorização desta informação é escassa, ou inexistente. Para além disso não existe um processo de requisição definido. Estes são alguns dos problemas a resolver. Para alargar o âmbito de conhecimentos de um aluno de EGI pretendemos realizar vários workshops, em áreas distintas e de interesse geral, possibilitando assim um enriquecimento a nível pessoal e profissional do associado. Devemos ter em conta que os soft skills são cada vez mais valorizados pelo mercado de trabalho. Neste sentido, é de extrema importância que a AEGIA preste um complemento, em termos de formação do futuro profissional, à formação académica de base que é prestada pela Universidade de Aveiro. Para complementar o plano de estudo do curso queremos investir num plano extra de formação vocacionado para os nossos associados. Estas formações devem consistir num ensino reconhecido a nível curricular para que sejam valorizadas por quem participa e por quem emprega. A forte aposta nesta área permite uma futura diferenciação dos alunos de EGI de Aveiro no mercado de trabalho que é cada vez mais competitivo. Numa época de instabilidade socioeconómica de reconhecia grandeza, as dificuldades dos estudantes aumentam. Atendendo a este facto, o acesso a qualquer tipo de apoio pedagógico extracurricular torna-se um luxo. Não é presunção admitir que bons estudantes não faltam no curso de EGI. É portanto premente promover um programa de apoio pedagógico em regime voluntário. O potencial é tremendo. Conseguimos com este projecto a valorização do formador em termos curriculares, pois este está a realizar uma actividade de voluntariado, tendo o formando proveitos facilmente compreensíveis. “Theoria Poiesis Praxis”. Seguindo o lema da Universidade de Aveiro, entendemos que a prática permite aos nossos alunos ter uma maior consciencialização de um EGI no mercado de trabalho. Visitas de estudo às mais variadas vertentes industriais são um eficaz meio de apresentação destas possibilidades para o futuro e, consequentemente, dotando os estudantes de mais conhecimentos acerca das variadas áreas em que poderão ingressar, e certamente vingar futuramente. Estas actividades são um dos possíveis meios para motivar um aluno a atingir o sucesso académico, vendo aplicações directas dos seus estudos.

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Um dos objectos da AEGIA, segundo os seus estatutos, é a criação de uma ponte comunicativa entre alunos e empresas. O estreitamento de relações com as empresas possibilitará mais visitas de estudo assim como uma interacção directa dos alunos com estas entidades. A divulgação do curso de EGI junto das empresas facilitará a promoção de estágios de Verão que são de grande interesse por parte dos associados. Sendo esta ponte de comunicação criada, torna possível a valorização por parte do tecido empresarial o potencial que os nossos estudantes possuem e estão, assim, criadas as condições para o aparecimento de mais e melhores oportunidades profissionais para os nossos associados. É nosso papel fazer a sua devida divulgação. “Usa e serás mestre”. Por forma a garantir um entendimento entre teoria e prática consideramos de interesse comum a todos os alunos a promoção de debates que ponham frente a frente a teoria aplicada pelos docentes e a prática que os EGI´s no mercado aplicam. Esta deve ser uma mensagem sempre patente. Para todo o trabalho de âmbito socioprofissional é preciso ter noção que existem dois parceiros incontornáveis. Quer a direcção de curso quer as comissões de curso devem ser alvo de constante diálogo para que se possam criar mais-valias para o curso. Atendendo que desde a revisão curricular de 2006 não existem alterações na estrutura do nosso curso, acreditamos que deve ser feito algum trabalho de reflexão sobre a pertinência de uma nova revisão.

Pelouro das Relações Externas A ganhar cada vez mais importância na vida de um estudante, a vertente da experiência internacional aparece como um interesse adicional que traz grandes vantagens a nível profissional. Neste capítulo ganham importância actividades como Erasmus, caso o objectivo seja permanecer num país estrangeiro durante 6 a 12 meses, ou então a participação em redes de intercâmbio estudantil como a ESTIEM. Esta organização de estudantes de Engenharia e Gestão Industrial a nível europeu fundada em 1990, em Berlim, destina-se a criar relações de comunicação e cooperação entre os estudantes dos diferentes grupos locais, de 26 países do continente europeu. Inerentes a esta associação estão os diferentes projectos de que são responsáveis a presidência (board), constituída por um presidente e por cinco vice-presidentes, bem como os líderes de cada projecto. Ao aderir a esta comunidade europeia, os nossos associados têm à sua disposição um variado leque de projectos. Face à importância desta associação, entendemos ser proveitoso enunciar de uma forma um pouco detalhada todas as actividades inerentes à ESTIEM: o TIMES (competição de casos de estudo), Vision (seminários, workshops, visitas a empresas, tertúlias e actividades de lazer), Europe3D (palestras incidindo em três vertentes: Política, Economia e Cultura), Estiem Magazine (revista da ESTIEM), Student Guide (Guia com informações sobre os países membros relativamente a estudos, acomodação, custos de vida e actividades estudantis – associações existentes, vida nocturna e desportos), BrainTrainer (projecto desenvolvido para melhorar competências como a liderança, apresentação, capacidade de negociação e competências humanas através de formações profissionais que duram um a dois dias), e Summer Academy (discussões abertas, grupos de trabalho, debates e estudos privados sob a alçada de um líder Académico durante as férias de verão). -6-


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A complementar estes projectos existem 7 comités: Relações corporativas, Financeiro e Jurídico, Subsídios, Informação e Tecnologia, Gestão de conhecimento, Membros, Relações públicas, bem como 4 iniciativas como Academic Days, Business Booster, Job Opportunities e Social and Environmental Responsability. Os Council Meetings, as assembleias gerais da organização, são os eventos mais importantes, ocorrendo ordinariamente duas vezes por ano. Com a participação de cerca de 200 alunos provenientes de todos os grupos locais existentes, onde são debatidas as políticas transversais da organização como a eleição de líderes de projecto, actualização de contas e de eventos a realizar/realizados e votar locais para novos Council Meetings. Sendo Aveiro um local group de pequena dimensão, a estratégia deve sempre passar por um crescimento sustentado. Nesse sentido acreditamos que a organização de uma Activity Week, um evento Europe3D e uma TIMES semi-final, são de extrema importância, não descurando a realização de uma qualificação local desta competição de casos de estudo. Reestruturar o grupo local de Aveiro, com a criação de uma estrutura administrativa forte independente da AEGIA, quer a nível financeiro, quer a nível de recursos humanos, de modo a garantir a continuidade dos estudantes de EGI de Aveiro no seio da comunidade ESTIEM e promovendo a realização de acções de recrutamento. A criação de um método de selecção baseado num sistema de pontuação para eventos de maior importância e de menor quantidade de participantes envolvidos são essenciais para aumentar a transparência do funcionamento da organização. A criação de merchandising procurando uma imagem prática, uniforme e com qualidade que aumente o conhecimento dos estudantes sobre a ESTIEM é uma óptima ferramenta de comunicação e promoção. É também necessário efectuar um estudo de mercado com vista ao levantamento de possíveis parceiros que permitam trazer mais-valias ao grupo local de Aveiro nas suas diversas áreas de intervenção, eventos, recrutamento, entre outras. Entendemos que seja imperativo o apoio da AEGIA aos interessados em frequentar o programa ERASMUS. Deste modo, pretendemos estabelecer contacto com a coordenadora de Erasmus de modo a organizar uma palestra de esclarecimento de dúvidas.

Pelouro Informativo Sendo este o pelouro responsável pela comunicação com o associado é de extrema importância o seu bom funcionamento. Acreditamos que muito do sucesso de todo o trabalho realizado está dependente de uma boa comunicação com os estudantes. Para que estes participem nas actividades necessitam, naturalmente, de saber que estas vão acontecer. Mas isto muitas vezes não basta. A comunicação deve também tornar o evento apelativo.

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Contudo, o pelouro informativo não se deve resumir apenas à divulgação das actividades promovidas. É necessário aumentar a abrangência do trabalho nesta área, levando até aos estudantes a informação que realmente lhes interessa. É importantíssimo que estes tenham noção de tudo o que se passa não só no nosso país, mas também em termos globais, ao nível da Engenharia e Gestão Industrial. Esta ambição requer o desenho de toda uma estratégia de comunicação uniformizada e, de certa forma, mais profissional. Nesse sentido pretendemos, inicialmente, rever todo o estacionário da instituição. Para que este trabalho seja possível é necessário readaptar as ferramentas existentes às necessidades contemporâneas. É, portanto, premente a vectorização de todos os elementos gráficos existentes. Não é nossa opinião que a imagem institucional da AEGIA deva mudar. Podemos no entanto colocar esse tópico à discussão dos associados. Todo este processo deve culminar com a criação de um manual de uso da marca como forma de deixar algo bem estruturado para quem de futuro vier a trabalhar para e com a instituição. Uma estratégia de comunicação interactiva e com uma postura de integração devem ser as linhas orientadoras. Assim são conseguidos dois objectivos: aumentar o interesse dos estudantes e aumentar o seu sentimento de integração na instituição. “A AEGIA é de todos nós”, será algo sempre presente. É necessária a formulação de uma directriz capaz de satisfazer as necessidades comunicativas da associação. A aplicação deste método vai garantir a eficácia de divulgação de informação, garantindo que todos são contactados de uma maneira simples e directa. A comunicação faz-se, obviamente, com recurso a ferramentas. Falamos então do website da AEGIA, das redes sociais e da revista “EGI em Movimento” como ferramentas regulares. Relativamente ao website, cujo potencial é enorme, pretendemos, naturalmente, a sua reactivação. De que melhor forma poderá a AEGIA chegar a empresas, professores e ex-alunos? Neste âmbito é importantíssimo a reactivação do fórum de discussão, outra ferramenta com um potencial reconhecido. Relativamente às redes sociais, nomeadamente o Facebook, verificamos uma desintegração de conteúdos (páginas e grupos intermináveis) que em nada favorece o principal objectivo que é a comunicação directa e eficaz. A uniformização através da página de fãs da instituição deve ser assegurada, como forma de evitar a dispersão de conteúdos. Tendo em conta que a revista ‘EGI em movimento’ é um dos principais ícones de EGI e um espelho do trabalho efectuado pelos alunos, defendemos uma maior aposta na promoção de artigos de carácter profissional, assegurando assim o maior enriquecimento para os leitores, sendo estes alunos de EGI e ex-alunos deste curso. A utilização de novas ferramentas de comunicação deverá ser um objectivo constante. Uma plataforma de envio de SMS e a utilização de técnicas de marketing de guerrilha são alguns dos exemplos.

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Pelouro das Actividades Académicas e Culturais A riqueza de uma universidade não se cinge apenas ao conhecimento transmitido em contexto de sala de aula mas sim em todo o conjunto de vivências que os estudantes passam ao longo da sua vida académica. O Homem é um ser sociável. Ajudar a este comprometimento é outro dos objectos da AEGIA. O desporto e a competição saudável são excelentes ferramentas para atingir estes objectivos. A organização de um torneio, a Taça EGI, que englobe diversas actividades, quer desportivas, quer recreativas, ao longo do ano é um dos maiores projectos desta equipa. Uma carência por nós identificada é a ausência regular de uma viagem de finalistas. Este facto pode ter diferentes causas. No nosso entender, não cabe à AEGIA toda a organização desta actividade. No entanto, a prestação de apoio e orientação aos interessados deve ser promovido. Cerca de 50% dos estudantes da Universidade de Aveiro são deslocados. Este facto faz com que o campus da UA seja uma espécie de micro cidade cosmopolita, com uma variedade de raízes gigantesca. Este é um facto que não pode, de maneira alguma, ser desperdiçado. Devemos, portanto, promover a partilha desta cultura regional entre os nossos estudantes através da promoção de “viagens flash” a diferentes pontos do nosso país em colaboração com a comissão de faina do curso. Promovendo o uso do comboio e tendo sempre presente uma componente cultural, turística e lúdica nestas actividades pretendemos exponenciar o lema “vá para fora cá dentro”. A cultura é frequentemente um tema marginalizado pela nossa sociedade. No entanto, existem felizmente algumas entidades que fazem desta a sua luta. Encontrar novas formas de passar esta mensagem e, tentando sempre ir ao encontro das pretensões dos nossos estudantes pretendemos promover workshops dinâmicos e inovadores nesta área. O aproveitamento das instituições culturais da nossa bela cidade, através da celebração de protocolos que garantam facilidade no acesso aos nossos estudantes, é o nosso objectivo. No seio de cada um de nós existe um fotógrafo. Nesse sentido acreditamos ser oportuno a promoção de um concurso de fotografia temático, ao qual pode ser adicionada uma componente social, não descurando assim a responsabilidade social da nossa instituição. Os jantares de curso são efectivamente as actividades mais procuradas pelos estudantes. Nesse sentido os restaurantes devem encarar a AEGIA como um parceiro a ter presente na sua actividade. É, portanto, nosso objectivo efectuar esta negociação com vista a obter vantagens para os nossos estudantes. O bar de curso é outro ponto a trabalhar. Este deve ser encarado como o ponto de encontro dos nossos estudantes. Já o bar deve também encarar a AEGIA como um parceiro de valor. Optimizar a organização das festas, criando dinamismo e promovendo melhor divulgação são aspectos a melhorar.

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Pelouro Desportivo O desporto tem reconhecidas valências, quer ao nível social, quer ao nível da saúde. A condução destes factores leva a um melhor aproveitamento das capacidades intelectuais, transpondo-nos desta forma para o conceito, “Corpo são, mente sã”. Apesar de não ser um dos objectos primários da AEGIA, é sua responsabilidade a promoção da prática do desporto, quer a nível lúdico, quer a nível competitivo. Falar de desporto competitivo em EGI é falar da taça UA. Competição que, devido aos pergaminhos do nosso curso, é de acrescida responsabilidade. Nesta área a intervenção da AEGIA deve ter dois vectores. Fazer o levantamento dos atletas interessados e os respectivos desportos praticados e a sua consequente participação nos diversos torneios. E o apoio à participação dos atletas. Relativamente ao primeiro vector, a atenção deve recair numa caracterização aprofundada dos desportos praticados pelos estudantes de EGI, para assim conseguir melhor promover a sua participação nos diversos torneios como forma de maximização das pontuações a obter para a taça UA. Já ao nível do apoio dos atletas, este deve passar, não só pelo reequipamento desportivo, mas também pelo apoio ao nível dos treinos às equipas que o justificarem. O apoio prestado não se deve cingir ao futsal, devendo então aumentar o espectro. Devemos, no entanto, manter uma posição de rigor e de responsabilização dos atletas. Para maximizar a participação de estudantes em actividades desportivas propomo-nos a desenvolver uma Taça EGI, que decorrerá ao longo do ano, com várias modalidades desportivas e de carácter lúdico, promovendo as relações interpessoais que como sabemos são uma das chaves para o sucesso pessoal e profissional do aluno. Participada por equipas definidas no inicio do ano, deverá ser estudado se o modelo deve ser de competição mista ou dividido por sexos. A base para esta decisão será sempre a adesão dos estudantes. Aproveitando a localização do nosso campus temos em vista a promoção de actividades na praia. Este tipo de proposta realça vários aspectos importantes tais como a prática desportiva aliada à interacção com a natureza, que se torna num escape à rotina. Este tipo de actividades é particularmente indicada para a abertura da época de verão, que coincide com o início dos exames de segundo semestre, preparando desta forma os nossos associados para a “batalha”.

Administração Interna e Finanças Qualquer casa que ambicione ser próspera deve começar o trabalho pela organização interna. Só existindo uma estrutura forte, estável e bem estruturada pode ambicionar maiores voos. A construção de uma casa começa sempre pelos alicerces. Nesse sentido o trabalho de consolidação interna será uma das nossas bandeiras. Este é um trabalho extremamente ingrato pois, não passando para o exterior, tem características de invisibilidade. As capacidades que fazem os bons dirigentes não são inatas, adquirem-se ao longo da vida. Capacidades que, muitas das vezes, não estão disponíveis em contexto de sala de aula. Nesse sentido a elaboração de um plano de formação para os dirigentes será um objectivo. A utilização de ferramentas de educação não formal e de dinâmicas de grupo será um dos caminhos ambicionados, mas não só. É importante que ao nível dos processos administrativos tenhamos dirigentes capazes. Falar de processos administrativos é falar de algo que, actualmente, apenas existe muito esporadicamente. Nesse sentido é também nossa meta o mapeamento e - 10 -


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regulamentação destes processos como forma de potenciar o trabalho dos dirigentes. É necessário, portanto a construção de um regulamento interno, como previsto nos estatutos, forte. Esta é também uma forma de a Direcção se salvaguardar a si mesma. A AEGIA tem acesso privilegiado a um público-alvo, de mais de 400 estudantes, bem caracterizado e estruturado. Esta vantagem competitiva deve ser utilizada a favor da AEGIA e com isso trazer vantagens para os seus associados. É necessário aumentar a atractividade do pagamento da quota anual. Nesta estratégia estarão um conjunto de medidas que visem o aumento do número de associados pagantes. Vantagens em centros de cópias, centros de explicações, ginásio, supermercados e restaurantes, criando valor e utilidade para o cartão de sócio, são a nossa prioridade. Consequentemente, é necessário efectuar uma análise de mercado que permita a elaboração de uma lista de parceiros extremamente forte que permitam trazer mais-valias à AEGIA nas suas diversas áreas de intervenção.

Projectos Enquadramos, na área de intervenção, projectos como as actividades mais ou menos transversais que serão planeadas e concretizadas ao longo do mandato. Pretendemos com este conjunto de actividades criar valor efectivo em áreas nunca antes exploradas. Apontamos já algumas actividades em que a AEGIA necessita de adaptar alguns processos e actividades às exigências contemporâneas. Nesse sentido pretendemos introduzir um novo paradigma ao nível da gestão administrativa da instituição. Propomo-nos a encetar esforços no desenvolvimento de uma plataforma de gestão interna da instituição que permita actuar nas áreas de gestão financeira, de associados, de actividades, de projectos e do próprio site. Sendo esta uma empreitada de real tamanho e complexidade pretendemos tentar, inicialmente, que sejam os próprios dirigentes a realizar o desenvolvimento, em colaboração com os docentes do departamento. Tal é fulcral para manter actual e útil todos os dados relativos à administração interna. Caso a actividade se torne utópica para as capacidades dos dirigentes optaremos pela compra de uma licença de software especializado na matéria, não entrando em loucuras financeiras. Pretendemos efectuar um levantamento dos stocks de todo o merchandising existente bem como tentar compreender qual o nível de atractividade do merchandising que foi feito anteriormente. Posteriormente, pretendemos elaborar toda uma nova estratégia de merchandising atraente, inovador e acessível para que os nossos estudantes possam vestir no dia-a-dia a “camisola” de EGI. A candidatura da lista R não se pretende demarcar daquilo que é a sua responsabilidade social. Nesse sentido pretendemos desenvolver actividades de voluntariado, tendo por base uma bolsa de voluntários a criar, tentando sempre trabalhar em parceria com instituições que tenham neste tema o seu core business.

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O projecto EGI Alumni pretende efectuar inicialmente uma caracterização e uma referenciação de todos os antigos alunos quanto possível. Só sabendo quem eles são e onde estão será possível desenvolver actividades vocacionadas para este público-alvo, que apresenta um enorme potencial e, assim, cumprir um desígnio muitas vezes esquecido desta instituição. Palavras como envolvência e integração, já referidas, serão os vectores que guiarão o nosso trabalho neste projecto. Uma das melhores formas de integração numa instituição deste cariz é a criação de uma plataforma de colaboradores que permita a estes vivenciar internamente a tarefa que é dirigir a instituição. Nesse sentido pretendemos criar uma bolsa de colaboradores que permita trazer novas ideias à instituição e também contribuir para a sua formação enquanto actores do movimento associativo. Trabalhar num conjunto de parcerias com agências imobiliárias que permitam à Direcção da AEGIA possuir e disponibilizar aos seus associados uma base de dados de alojamento temporário disponível para estudantes. A criação de uma pequena copa na sede da AEGIA que permita aos estudantes aquecer pequenas refeições que possam trazer de casa. Com este projecto pretende-se também integrar os estudantes na instituição e criar uma rotina de frequência da sua sede.

Actividades Transversais Comemoração do 15º aniversário da AEGIA em data o mais próximo possível do efectivo aniversário. Continuar a realização das Jornadas de EGI, no início do segundo semestre, tendo a inovação e a melhoria continua em termos de actividades e de conteúdos das mesmas sempre em mente. Elaborar um projecto de actividades contínuas, ao longo dos primeiros meses do ano lectivo, de acolhimento aos novos alunos sempre em diálogo e colaboração com a Comissão de Faina. Esta actividade deve mostrar aos novos alunos aquilo que o curso de EGI é em termos profissionais, académicos, desportivos, etc. projectos como um guia do novo aluno, um kit do caloiro composto de efectivos benefícios para o mesmo e um conjunto de actividades que permitam a sua melhor integração nesta nova realidade da sua vida. Organização de um Encontro Nacional de Engenharia e Gestão Industrial em Aveiro. Presença nas semanas académicas (Enterro e Integr@-te) com a barraca de curso preservando a tradicional postura original que é característica do curso.

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Mesa da Assembleia Geral Presidente: Diogo Jorge Vice-Presidente: Flor Camarinha Secretário: Fernando Nunes

Diogo Jorge

Flor Camarinha

Fernando Nunes

A assembleia geral da AEGIA é o órgão máximo desta instituição. Esta é constituída por todos os sócios que estejam no pleno gozo dos direitos regulamentares, bem como por todos os alunos frequentadores da licenciatura e não sócios. Esta é reunida ordinariamente duas vezes por ano para a apreciação e votação dos balanços das contas semestrais e anuais. É através deste órgão que todos os sócios podem ser ouvidos e dar a sua opinião. De forma a entender a importância deste órgão, convém esclarecer que este tem o poder de destituir a direcção da AEGIA, caso a situação institucional o obrigue, sendo necessário o voto favorável de pelo menos dois terços dos presentes. Embora o órgão supremo sejam os estudantes, a Mesa da Assembleia Geral assume grande preponderância na coordenação/cumprimento de todos os processos administrativos. Em caso de destituição da direcção executiva, a Mesa da Assembleia Geral tem a obrigação de assumir as funções de comissão directiva em conjunto com o conselho fiscal. Um dos objectivos desta equipa amplificar a voz de todos os estudantes, pois cremos que as ideias de cada um são dignas de serem consideradas. Assim sendo é responsabilidade da mesa da assembleia geral promover e moderar o debate e a troca de ideias, bem como deliberar sobre quaisquer assuntos respeitantes à AEGIA. Este é um órgão onde a transparência pretendida pode ser posta em prática, sendo obrigação deste a aprovação do relatório de actividades e do relatório de contas da Direcção no final de cada mandato, depois de ouvido o parecer do Conselho Fiscal. Entendemos que é o momento oportuno, devido aos crescentes desafios que têm sido propostos à instituição, de iniciar um processo de revisão estatutária. Para esse efeito será criada uma comissão redactora eleita em assembleia geral para o efeito. A Mesa da Assembleia Geral tem como obrigação dirigir e participar na assembleia, não tendo contudo os seus elementos direito a voto. Cabe a estes membros documentar os assuntos debatidos através da redacção de actas.

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Conselho Fiscal Presidente: Mário Rumor Vice-Presidente: Inês Domingues Ferreira Relator: Daniela Neves

Mário Rumor

Inês Ferreira

Daniela Neves

Este órgão da instituição é responsável por acompanhar/fiscalizar de forma assídua e minuciosa todo o trabalho levado a cabo e verificar a sua conformidade com os estatutos. Este órgão fiscalizador tem como dever corroborar todos os actos de gestão administrativa, para protecção dos interesses da instituição, satisfazendo as exigências dos nossos associados. Enunciando os estatutos, consideram-se como competências essenciais deste órgão a verificação do relatório de contas, bem como o cumprimento do plano de actividades estabelecido. Face à importância do texto fundamental da instituição, o conselho fiscal tem por obrigação zelar pelo cumprimento dos estatutos, instituindo processos disciplinares a infracções cometidas por membros ou exmembros da Direcção Executiva, caso as situações o obriguem. A convocação de membros da direcção ou de uma assembleia geral deverá ocorrer sem limitações, de modo a obter informações que o conselho entenda necessárias. Em caso de destituição da direcção executiva, este tem por obrigação avaliar a justa causa das razões apresentadas para demissão, exoneração ou alheamento do cargo dos órgãos da AEGIA, bem como assumir as funções de Comissão Directiva em conjunto com a mesa de assembleia geral. Serão analisados todos os documentos aprovados pela direcção e será emitido parecer sempre que a situação o justificar. É ainda responsabilidade do conselho fiscal o acompanhamento da inventariação de todo o espólio da instituição. O conselho fiscal deve solicitar a remessa dos relatórios produzidos sobre os factos da administração da instituição e a consequente apuração de factos específicos.

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Manifesto LISTA R  

Manifesto completo da Lista R

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