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Distribuição gratuita. Venda proibida.

Ano I - Edição nº 3 - Novembro/Dezembro 2012

www.revistafribook.com.br

CACÁ OTTONI Atriz de Malhação fala com Fribook Pág. 28

NOVA FRIBURGO BRILHA NO JAPÃO Time da cidade excursiona pelo oriente e retorna invicto Pág. 08

TENDÊNCIAS As cores certas para o Réveillon Pág. 04

REDE ASTA Por um Brasil melhor: Igualdade social deve ser o objetivo Pág. 22

CLAUDE TROISGROS Entrevista exclusiva com o chef do programa Que Marravilha! (com receitas exclusivas para incrementar suas festas de fim de ano!)


É TEMPO DE AGRADECER! Chegamos à última edição do ano. Nossa equipe se depara com novos desafios: manter o padrão de qualidade das matérias, entrevistas e atendimento aos nosso parceiros, nossos leitores, nossos amigos. Nossa cidade vem se recuperando de tempos difíceis, tempos que não voltam mais. E demonstra, a cada dia, estar disposta a ser cada vez mais forte, mais brilhante, mais calorosa, mais guerreira. Acabamos de passar por mais um importante episódio democrático da história de nossa cidade. As Eleições Ficha Limpa serão lembradas com orgulho por nossos filhos, nossos netos. Que as mudanças que esse episódio traz sejam inspiração dos mesmos sentimentos aos políticos eleitos. Que consigam trazer mais esperança, mais alegria e se esforcem mais do que jamais tivemos notícia para que nosso povo retome o sentimento de orgulho em ser friburguense. Desde antes do primeiro número, esse sempre foi o principal objetivo de nossa publicação. Quando trouxemos friburguenses como o lutador Edson Barboza Junior, o jogador Anselmo, a atriz Cacá Ottoni e histórias como a que narrou novos tempos para a cultura na cidade e a excursão vitoriosa do time do Friburguense pelo Japão, tínhamos certeza: é tempo de agradecer. Agradecer por mais um ano de vitórias e conquistas e, principalmente, agradecer por sermos friburguenses, natos ou, com muito amor, acolhidos em teu seio de paz e bonança*. * Fragmento do Hino de Nova Friburgo (Letra: Franklin Coutinho/Música: Sérvio Lago)

04 Moda Réveillon 08 BR1 Sports: Friburguense no Japão 10 Assessoria Jurídica 12 Carol Loureiro 17 Nelmostock 18 Claude Troisgros 22 Rede Asta 24 IBELGA 27 A Boa: Viver Com Fé 28 Cacá Ottoni 32 O Melhor de 2012

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Dicas do que vestir na noite da virada

Friburguense faz história no Japão

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Elba Ramalho está no livro de Cissa Guimarães e Patrícia Guimarães

As melhores atrações do ano pelas lentes de Carlos Mafort

EXPEDIENTE Edição de Arte e diagramação: André Lima Comercial: Daniel Viana (22) 2523-8387 | (22) 8167-141 | (22) 8817-9193 | comercial@revistafribook.com.br Jornalista Responsável: Bárbara Lima | Colaboradores: Rafael Bom, Brás, Carlos Mafort, Flavia Zambrotti, Pablo Machado, Rodrigo Chermont, Renato Mattos, Marcello Pinguim, Carol Loureiro, Erika Castro, Raphael Kovacs, Raquel Nader, Daniela Santi, Scheila L. Santiago, Alexandre Cola e Chopperia Mais 1, Regina Lo Bianco Foto da capa: Claude Troisgros - Divulgação | GNT, Cacá Ottoni - TV Globo, Alex Carvalho Fotos Índice: Juliana Santos, Tsuney Okasaki, Divulgação GNT, Carlos Mafort

Não é permitida a reprodução parcial ou total de textos ou matérias publicadas, exceto quando autorizada por PRESTO Comunicação e Resultado ou seus representantes legais. Os artigos não assinados foram produzidos pela equipe de jornalismo da revista. Os artigos assinados por colaboradores não refletem necessariamente a opinião da revista e seus editores.

Os preços relacionados na revista são de inteira responsabilidade das lojas. Tiragem: 5.000 exemplares. Distribuição gratuita.


Por Flavia Zambrotti

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éveillon, do verbo francês réveiller, "despertar". Independente da religião, cultura, país ou data, o significado é o mesmo. Réveillon é passagem, transição, é deixar descansar o velho e vislumbrar o novo. A primeira celebração de ano novo aconteceu em 2.000 a.C. na Mesopotâmia, chamada de "Festival de Ano Novo”. De lá pra cá a virada do ano é celebrada em diferentes datas nas diversas culturas e povos do mundo. Chineses comemoram no final de Janeiro, início de Fevereiro. A comunidade judaica celebra em Setembro e os islâmicos em Maio. Para nós ocidentais, o início do ano novo, 01 de janeiro, foi decretado por Júlio César em 46 a.C. Carregada de ritos para atrair boas energias, a data no Brasil traz comidas típicas como a lentilha, o romã, as uvas, e a famosa crença de se preparar animais que não cisquem, porque andam pra trás. Além da tradição do uso de roupas novas e em em sua maioria peças brancas. Acredita-se que atraímos para o ano todo o significado das cores usadas na noite de Réveillon. Rosa amor, amarelo abundância material, verde esperança... e o branco, símbolo de pureza e paz, cor sagrada, associada a Deus, ao novo, ao imaculado, a novas possibilidades.

Escolhemos alguns looks que, assim como o ano que se inicia, certamente será um sucesso. Todas as peças podem ser encontradas na Dress To em Nova Friburgo no Shopping Cadima, ou em uma das centenas de lojas espalhadas pelo país. O dourado do vestido de lantejoulas com alça de couro para atrair sucesso

O clássico branco paz, no vestido de laise de algodão

Verde: Esperança Amarelo: Abundância Material Rosa: Sorte no Amor Azul: Prosperidade e Equilíbrio


O vestido de crepe amarelo com Spike para quem busca abundância material, alegria

Para atrair prosperidade e equilíbrio vestido godê azul de crepe

Para quem quer atrair paz, amor e paixão, vestido longo de tule

Fotos: Juliana Santos Modelo: Elen Capri


A

pós 32 anos de existência, o Friburguense Atlético Clube realizou o que talvez seja uma das maiores excursões de sua história. Através de uma parceria entre T Project (Projeto T) e a BR1 Sports, o clube levou seu time principal para passar dez dias na terra do sol n a s c e n t e d i v i d i n d o e x p e r i ê n c i a s, conhecendo os costumes e a gastronomia oriental, além de fazer o que mais gosta: jogar futebol. Esse importante capítulo da história do clube começou a ser traçado em março deste ano, quando o Friburguense trouxe de Paulínia – SP um jogador de origem japonesa com 20 anos de idade que jogou em um time de base do Japão, o Kawasaki Frontale. Toshiya faz parte do T Project, empresa que aposta em novos talentos do futebol e promove intercâmbios entre jogadores brasileiros e japoneses. Surge então a parceria com a BR1 Sports. Uma empresa friburguense que negocia jogadores de peso com o outro lado

8 FRIBURGUENSE NO JAPÃO

do mundo e leva nomes de clubes nacionais mais visibilidade e maior facilidade de em busca de investidores estrangeiros. acesso. Conseguimos então viabilizar a vinda dele pra cá e após ter passado por Em um bate-papo com a Fribook, testes no clube, o jogador foi enfim os sócios da BR1 Sports, Tsuney Claudio contratado e em pouco tempo já estava Okasaki e Jean Guerra contam um pouco jogando no juniores. Logo após, se profissionalizou, participando inclusive de dessa experiência. jogos da Copa Rio e Série D, onde fez gols FRIBOOK - Como surgiu a parceria entre a importantes. Sabendo das dificuldades enfrentadas pelo clube, T Project torna-se BR1 Sports e o T Project? TSUNEY - Por coincidência conheci o um investidor, somando forças para o Fundador da T Project, Sr. Tsuyoshi Tojo no aprimoramento de seus jogadores. Japão há um tempo. Através dele, FRIBOOK - Como surgiu a oportunidade conhecemos seu filho, Toshiya, que jogava de levarem o Friburguense para jogar no no Paulínia (N.E.: time da cidade outro lado do mundo? homônima, no estado de São Paulo), em um TSUNEY - Pelo fato da BR1 ter intercâmbio e sem par ticipar de relacionamento com alguns clubes do Japão, campeonatos. Gostamos muito dele definimos a excursão e, em cerca de três jogando. Em conversa com seu pai, semanas, todos os detalhes para a viagem já descobrimos que a intenção dele era levá-lo estavam acertados. Os lugares, hospedagem, para jogar no Santos. Dissemos a ele que o os amistosos... apesar do pouco tempo e de dispêndio financeiro seria enorme e que não ações improvisadas, conseguimos iniciar haveria garantias que seu filho jogasse. esse processo e assim, abrir algumas portas Dessa forma, apresentamos o jogador ao para o clube. Friburguense, já que este seria um clube FRIBOOK - A viagem trouxe, de alguma jogando na primeira divisão, com muito forma, benefícios para o clube e seus

O time na preleção antes do jogo em Tsukuba


jogadores? TSUNEY - Estivemos de frente com os caras que contratam os jogadores e fizemos bonito. Dos quatro jogos que realizamos, ganhamos três e empatamos um. Eles conhecem apenas os times grandes do Brasil: Flamengo, Fluminense, Botafogo, Corinthians... enfim, essa foi uma oportunidade para mostrar que existem bons jogadores nos times de menor visibilidade também. FRIBOOK - Em relação aos costumes e ao futebol, o que chamou mais atenção? TSUNEY - O primeiro impacto dos jogadores foi com a gastronomia. Mas até que se adaptaram bem... agora, o que chamou a atenção mesmo foi a forma em que eles lidam com o esporte. Visitamos uma cidade chamada Matsumoto Yamaga (Cidade das Montanhas), um lugar muito parecido com Friburgo. Um pouco menor, com montanhas altas, muito frio, mas que respira futebol. Tudo na cidade é voltado para o clube. JEAN - Há drinks nos bares com nome do clube, bandeiras do clube em todos os postes. Todo o investimento feito na cidade é em prol do clube, o que garante uma média de dez mil torcedores por jogo. E apesar de ser um time de segunda divisão, isso faz com que o jogador se orgulhe em participar do clube. Apesar do tamanho da cidade, todo esse marketing em torno do clube gera a segunda maior arrecadação de todos os 32 times entre primeira e segunda divisões. O

lojista, o empresário industrial, o município, todos destinam um percentual de seu faturamento para investir no clube. Temos que trazer essa concepção para nossa cidade. TSUNEY - Ficamos em um hotel da cidade e no dia seguinte ao jogo, no café da manhã, as funcionárias falaram: “adoramos futebol. Ontem estava muito frio, tivemos que usar capas pois estava chovendo, mas fomos lá prestigiar o time da cidade.” FRIBOOK - Como foram as apresentações do Friburguense nesses amistosos? JEAN - O primeiro jogo foi contra um time de universitários em Tsukuba. As universidades da cidade disputam campeonatos entre si e, no ano de formatura, cada universidade elege seus melhores jogadores e forma um time que representa a cidade. Nesse jogo nós ganhamos de 2 x 0. Com dois gols do Gleison. Vimos que nessa cidade aos domingos, mesmo sem aulas, as escolas ficam lotadas de crianças e atividades esportivas o dia inteiro. Muito interessante... TSUNEY - Depois desse jogo, fomos para Matsumoto Yamaga e ganhamos de 2 x 1 com gols de Toshiya e Marquinhos. Jogamos também contra o Verdy Tokyo em Tokyo e também ganhamos. Dessa vez de 4 x 1 com gols de Romulo, Dener, Ziquinha e Shoya (irmão de Toshiya que mora no Japão). Finalizamos jogando contra o Tochigi S. C. e empatamos em 1 x1 com um gol do Romulo. FRIBOOK - Houve algum fato interessante na excursão ao Japão que mereça ser

Jogadores e equipe técnica antes do jogo contra o Tochigi

Os sócios da BR1 Sports, Jean e Tsuney comemorando o sucesso da excursão ao Japão

contado aos nossos leitores? JEAN - Houve um fato muito interessante: na universidade de Tsukuba, as principais disciplinas são medicina e tecnologia. É uma espécie de ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) de lá. E um dos membros do T Project descobriu uma brasileira de São Paulo que está terminando seu curso e a tese que ela defende é nada mais nada menos que deslocamento e desmoronamento de terra em Friburgo. Como sabemos, o Japão sofre com deslocamentos constantes, terremotos, tsunamis, enfim... coincidência... mas muito interessante. Temos plena capacidade de criar centros esportivos de qualidade com atividades de atletismo, circuitos e eventos que desenvolvam essa cultura através de incentivos fiscais ou até mesmo pela iniciativa privada. Pequenas ações que podem refletir no futuro da educação e do esporte em nossa cidade, o que certamente levaria mais recursos para o clube, bem como torcedores para os estádios.

FRIBURGUENSE NO JAPÃO

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Por Raphael Kovacs

Advogado Especialista em Direito Civil e Processo Civil kovacs_rj@hotmail.com

DAS COBRANÇAS INDEVIDAS NOS CONTRATOS DE FINANCIAMENTO

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os dias de hoje é rotineiro encontrar com alguém (familiar, amigo, conhecido) que tenha realizado ao longo dos últimos anos um contrato de financiamento com algum ente bancário (público ou privado), seja na forma de financiamento de imóveis, veículos ou até mesmo empréstimo de dinheiro. Tal fenômeno tem vez na medida em que o Governo Federal vem, no mesmo período, afrouxando as restrições e burocracias para a celebração de tais contratos, tudo no intuito de estimular a economia do país. O que parece ser uma nova estrutura econômica que se traduz em grande entusiasmo dos consumidores de forma geral, pela possibilidade antes nunca pensada de se conquistar algum “sonho inatingível” (como por exemplo, o “sonho da casa própria”, o sonho do “primeiro carro zero quilômetro”) deve refletir, de igual maneira, enorme atenção do consumidor na hora da celebração do contrato de financiamento junto ao banco. Na mesma velocidade e proporção em que o número de empréstimos quadruplicou no Brasil, aumentou também o número de ações na Justiça onde se discute inúmeras cláusulas abusivas, constantemente embutidas nos contratos que são celebrados todos os dias com os inocentes e frágeis consumidores, sem o seu devido consentimento. O consumidor, na hora de comprar o imóvel, carro, moto, ou pegar aquele “dinheirinho” que faltava para complementar o orçamento naquele mês mais apertado, acaba se deparando diante de poderosas instituições bancárias que já têm seus contratos prontos, bastando preencher os dados do consumidor e do financiamento que está sendo realizado, sem deixar margem ao

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consumidor para discutir ou negociar os termos do contrato que está sendo formalizado. São os chamados contratos de adesão. E é exatamente neste ponto que nascem as cláusulas abusivas ou indevidas, pois o ente financeiro, sem deixar margem para que o consumidor discuta os termos do contrato, aproveita-se de tal condição hipersuficiente (condição de superioridade técnica e econômica em comparação ao consumidor) para obrigar o mesmo a contratar serviços que nunca desejou, ou ainda, ao pagamento de tarifas ou taxas que se traduzem em valores indevidos que, muitas vezes, estão “mascarados” dentro do contrato que está sendo celebrado. A falta de fiscalização efetiva por parte dos órgãos de defesa do consumidor e medidas pouco enérgicas do Poder Judiciário facilitam, de certa forma, tais práticas abusivas contra o consumidor. O “boom” no mercado de financiamentos, resultado das facilidades que foram introduzidas pelo governo no intuito de atrair a grande massa de consumidores acabou, em contrapartida, colocando o consumidor em desvantag em na hora das contratações. Para se ter uma ideia do tamanho deste mercado, tirando como exemplo o universo dos veículos, segundo o Economista Ayrton Fontes “de 2009 a 2011 os consumidores da nova classe média compraram mais de 800 mil veículos financiados em 60 meses sem entrada”. Agora imagine que neste mesmo cenário a maioria dos contratos de financiamento contiveram uma ou mais cláusulas financeiras abusivas, indevidas ou simplesmente indesejadas. Ainda sobre os financiamentos de veículos, podemos citar as seguintes

cláusulas que, segundos os modernos entendimentos da Justiça são consideradas abusivas: a tarifa que remunera o banco pela inserção dos dados do contratante no banco de dados, que pode ser denominada como “TAC – TA R I FA D E A B E R T U R A D E CRÉDITO”, ou também “TARIFA DE CONFECÇÃO DE CADASTRO”, “TARIFA DE ABERTURA DE CADASTRO” entre outras denominações que varia de banco para banco. Podemos citar também a taxa que é repassada ao consumidor para reembolso do banco pelo registro do contrato de financiamento junto ao Cartório de Títulos e Documentos, denominada como “REGISTRO DE CONTRATO”. Ou ainda, a constante prática de venda casada (consiste na venda conjunta de outro produto junto com o contrato principal, de for ma obrigatória) denominada como “SEGURO DE PROTEÇÃO FINANCEIRA”, este que consiste em um seguro que remunera algumas prestações do contrato de financiamento em caso de desemprego ou invalidez do contratante. Ou seja, um produto que praticamente só beneficia ao próprio banco. Além das cobranças indevidas acima descritas, outras cobranças ainda podem estar presentes nos contratos de financiamento de forma aleatória, como “reembolso de serviços prestados a correspondentes”, “gravame eletrônico”, entre outras. Todas as cobranças abusivas já descritas, no fim das contas, resultam em um aumento excessivo no valor final do financiamento. Assim, indica-se ao consumidor, nestes casos, pesquisar bastante entre os diversos bancos e financeiras no intuito de verificar qual ente financeiro oferecerá o melhor


contrato. O Consumidor conta ainda com uma proteção especial, consagrada pela Lei 8078/90: o Código de Defesa do Consumidor, um código de regras que garantem os direitos básicos e fundamentais nas relações de consumo no Brasil. No caso das cobranças indevidas, objeto deste artigo, o Artigo 51 da Lei acima mencionada é taxativo ao descrever uma série de cláusulas contratuais que são consideradas nulas de pleno direito, justamente porque colocam o consumidor em desvantagem contratual perante o fornecedor de serviços pois, de alguma forma, afeta a boa-fé ou a igualdade entre contratantes e contratados. Sendo assim, com base no CDC (Código de Defesa do Consumidor) acima mencionado, nada impede que o consumidor, mesmo após já ter quitado o contrato de financiamento ou até mesmo após ter acabado de formalizar o mesmo, decida buscar junto ao Judiciário o direito de exigir a declaração de abusividade das cobranças indevidas, com a possibilidade devolução do valor indevidamente pago, verba que será acrescida de juros e correção monetária. Ainda como forma de punir o fornecedor, tem o Judiciário se posicionado em condenar os Bancos e Financeiras, nestes casos, a pagar verba compensatória por danos morais ao consumidor lesado.

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Carol Loureiro


Ela nasceu em Niterói mas se mudou para o interior ainda criança. Fez publicidade e já trabalhou para algumas das principais revistas do país. Mas vem se destacando em um segmento ainda pouco explorado por aqui: fotografia de bandas, músicos, artistas... segundo Carol Loureiro, uma boa fotografia vai muito além do clique. Uma produção detalhada, que passa pela escolha do figurino, das locações e, por mais incrível que possa parecer, até mesmo o tempo, o clima, o céu, podem influenciar no resultado final.

S

ua carreira em fotografia começou por acaso, quando ao tirar uma foto em um estúdio para confecção de um crachá para a empresa onde trabalhava, ouviu o fotógrafo comentar que precisava de um assistente. Carol se candidatou imediatamente pois viu uma ótima oportunidade para iniciar sua carreira como fotógrafa. A partir dali foi paixão à primeira vista. A princípio trabalhou em tratamento de imagens e, através da Fujocka Photodesign, de São Paulo, foi chamada para trabalhar em Florianópolis – SC, onde morou e aprimorou sua técnica durante três anos até se tornar fotógrafa de fato. Retornou à Nova Friburgo quando foi convidada para voltar a trabalhar com a fotógrafa Erika Castro, profissional com quem já havia

Infinity Dream

Carol Loureiro fotografou a banda O Vazio e Cintia Marc (página ao lado)

trabalhado. Desde então, tem feito trabalhos para empresas como Mr. Cat, Leader Magazine e CCM, trabalhos de tratamento de imagem para a revista Quem, além do trabalho com artistas como Os Bartira, O Vazio, Cintia Marc e Infinity Dreams. Carol traz uma concepção única para esse universo. Tornou-se especialista em produção fotográfica de bandas de rock e promete revolucionar esse mercado através de sua arte. Por ser musicista (Carol é vocalista da banda KD Sophia), consegue aliar sua experiência e a essência musical de seu trabalho com a banda à técnica e todo o know how necessários à produção fotográfica. Segundo ela, a atitude de uma banda deve conquistar já à primeira vista. As roupas, poses, os looks, o ambiente têm que

Os Bartira

convencer independente da bagagem que o artista traz. Convencer seu público já no primeiro olhar. Provocar a curiosidade de quem ainda não conhece o trabalho da banda, do artista. E confirmar a admiração de quem já conhece. Com tanto conhecimento e experiência dentro desse universo, o resultado não poderia ser outro. A fotógrafa afirma que, apesar de sua intimidade com o universo artístico, seus trabalhos não se limitam às bandas. Books de modelos e catálogos de moda estão entre os objetivos para 2013. Conheça um pouco mais de Carol Loureiro nas fotografias impressas nas páginas de Fribook e acesse seu site (www.carolloureiro.com) para conhecer mais de seu trabalho.


Direção Médica: Dra. Solange Gonçalves Freitas


Simulador Prático Imagine se você pudesse simular seu exame prático antes de realizá-lo... Agora pare de imaginar! A Autoescola Dinâmica, pioneira em tecnologia didática, traz uma nova ferramenta para seu aprendizado. Atendendo à resolução do Contran 420 de 31 de outubro de 2012, a partir do dia 30 de Junho de 2013, a carga horária do curso teórico das autoescolas passa de 45 para 50 horas. Essas cinco aulas adicionais serão ministradas em um simulador prático dentro da própria autoescola. A medida do Contran visa dar mais segurança ao aluno antes de entrar no veículo e sair pelas ruas, além da prévia de como ele irá se comportar dentro do veículo da autoescola. Essa lei é válida apenas para as habilitações de categoria B. Aguarde!!! Mais novidades estão chegando!


Impossibilitado de comparecer ao evento, Nelmo mandou seu recado aos amigos

Mãos, olhos, corações e mentes, unidos e voltados para uma só direção

Por Daniela Santi Amiga e Diretora Teatral

N

elmo Ricardo é um artista muito conhecido na cidade. Há muitos a n o s t r a b a l h a d iv u l g a n d o empresas com performances e apresentações. Pela necessidade de realizar uma cirurgia, Nelmo acabou impossibilitado de trabalhar e divulgar sua arte, necessitando do apoio dos amigos artistas. A partir daí, surgiu a ideia de realizar o Nelmostock, evento beneficente que foi realizado na Usina Cultural Energisa no dia 27 de novembro.

disciplina e paz demonstradas neste dia e a todos, sem exceção, que ajudaram a tornar esta noite um ato de amor ao companheiro, ator performático, Nelmo Ricardo. A harmonia foi o toque alto deste evento. Os organizadores, amigos, a direção teatral e todos os envolvidos nesta produção ag radecem à USINA CULTURAL ENERGISA, por ter, tão prontamente, disponibilizado o espaço para que esta ação fosse executada.

Emocionante a participação de Viva a arte! Viva o Nelmo! todos os artistas, de diversas áreas, irmanados e animados para cantar, atuar, Conta para doação: desenhar e muito mais por uma causa maior. Banco Bradesco Nelmo Ricardo Martins Dias Parabéns à equipe organizadora pela Ag : 3078-3 | C. C.: 0008066-7

Regina Lo Bianco

Amigos artistas trouxeram para o evento a alegria contagiante que sempre fez parte das performances de Nelmo Ricardo

NELMOSTOCK

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Asta

Rede

Artesã trabalhando no projeto Ipiranga.

E

m 2003 Alice Freitas e Renata Brandão criaram o Projeto Realice - Um mundo de Soluções Sociais. Em busca de informações sobre iniciativas sociais de sucesso, as duas amigas embarcaram em uma rica expedição durante quatro meses pelos países asiáticos: Índia, Bangladesh, Tailândia e Vietnã. Desta experiência nasceu o Instituto Realice, uma organização sem fins lucrativos que foi criada para desenvolver as ideias geradas pelo Projeto. O primeiro projeto a ser colocado em prática pelo Instituto foi o Mãos Brasil. Tendo como fundadoras Alice Freitas e Rachel Schettino, hoje sócias e líderes do Instituto, o objetivo era capacitar com técnicas de artesanato um grupo de 30 mulheres da cidade de Campo Grande. Usando como matéria prima o jornal, o grupo produziu jogos americanos de mesa que foram vendidos com sucesso em feiras e lojas do Rio de Janeiro. A ideia foi crescendo e de 2003 pra cá muita coisa aconteceu. Vários projetos foram criados e implementados, g r u p o s d e c o mu n i d a d e s f o r a m capacitados para os mais diversos tipos de artesanato e, da necessidade de comercialização desses produtos, nasceu a Rede Asta. 22 REDE ASTA

Pela diminuição da desigualdade social no país, transformando sonho em realidade... por Flavia Zambrotti Fotos: Fabiano Cafure

30.000 m² de lona usados para cobrir bombas de gasolina dos postos Ipiranga. O equivalente a 2 Estádios do Maracanã lotados de resíduos sólidos, que levariam mais de 600 anos para se decompor (ou R$ 180.000,00 gastos na incineração) transformados em 30.000 brindes corporativos produzidos por comunidades de baixa renda (ou R$ 230.000,00 de renda gerada para 49 costureiras de Recife, Belém e Goiânia). Pioneira no ramo, a Asta é um “negócio social” que tem como principal objetivo a diminuição da desigualdade social no Brasil. Através de uma rede de venda direta, produtos sustentáveis produzidos por 50 grupos e mais de 700 artesãos, são comercializados por revendedoras em todo o país.

como bambu, piaçava, fibra de bananeira, retalhos, garrafas pet, banners, madeira e outros. Além dos produtos à venda no catálogo e no site (www.redeasta.com), a Asta desenvolve também brindes corporativos sustentáveis fabricados com os resíduos sólidos das próprias empresas que a contratam. O sucesso das meninas nascidas e criadas em Nova Friburgo cresce a cada ano, contribui para a preservação do planeta e para a vida de milhares de pessoas. O trabalho delas é hoje reconhecido e apoiado mundialmente.

Garrafa de vinho em papel maché, do Grupo Produtivo Pacientes na Ativa (pacientes portadores de doenças osteomusculares e neurológicas)

Além do Prêmio Planeta Casa, fecharam uma parceria com a consultoria McKinsey na elaboração do planejamento estratégico do Instituto e hoje são patrocinadas pela Fundação Coco Chanel, pela empresa Accenture e IAF Interamerican Foundation.

“Nosso sonho é transformar o consumo em uma ferramenta de inclusão social e econômica. E nosso principal objetivo é capacitar os grupos para sua inserção no mercado de trabalho, no comércio certo e justo. Fazemos isso através de programas de treinamento e capacitação” diz Alice. Os produtos produzidos são exclusivos e de matéria-prima ecológica

Pãozinho de Açúcar, do Grupo produtivo Cerâmica Negra


IBELGA Instituto B D

iante de um processo histórico de d e s va l o r i z a ç ã o a q u e f o i submetido o campo brasileiro, o quadro que se tem hoje em grande parte das regiões rurais do Brasil é o de expulsão. Milhares de pessoas do meio rural almejam a migração para o meio urbano, causando assim o esvaziamento do meio rural e ocasionando uma maior pressão demográfica sobre os centros urbanos. Há anos busca-se uma educação para o meio rural que não seja apenas uma agência de reprodução do modelo de vida urbano, mas que permita o resgate dos saberes rurais e da valorização da cultura local. Além disso, que trabalhe a valorização do conhecimento familiar, que permita uma troca de saberes no meio comunitário. Com base nessa ideologia, em 1986, em visita a Nova Friburgo, o então Cônsul Geral da Bélgica, no Rio de Janeiro, Embaixador Dr. Victor Bernhard, conheceu a região rural do 3º Distrito e, através do Mercado do Produtor, verificou uma grande produção hortigranjeira. Ficou surpreso ao perceber que não havia, para os jovens produtores rurais, nenhum suporte de formação profissional, além de faltar, na região, organizações sociais capazes de trabalhar pelo desenvolvimento rural. O Exmo. Sr. Cônsul elaborou, de próprio punho, um relatório a respeito, e enviou ao Ministério da Cooperação Belga. Em decorrência deste relatório, a Prefeitura de Nova Friburgo foi contactada

24 IBELGA

pelo Serviço Internacional de Cooperação aos Projetos de Desenvolvimento (DISOP) – Instituição Belga não governamental, subsidiada pelo Governo Belga e pela Comunidade Européia – que sugere, então, a criação, em Nova Friburgo, de uma “Casa Familiar Rural” – EFA (Escola Família).

supervalorizando o ensino da escola. Destaca a importância da experiência com o trabalho, pois é ele que estimula o amadurecimento dos jovens, cria riquezas e bem-estar social. O método de ensino parte do concreto (prático) para o teórico. Acreditando que o homem deve ficar no centro de qualquer processo de transformação, para indicar claramente que não deve ser somente a educação de uma só pessoa, e sim num aspecto coletivo, isto é, o homem deve se educar promovendo seu meio.

Foi fundado em 17 de julho de 1990 o IBELGA - Instituto Bélgica – Nova Friburgo. Uma instituição focada no desenvolvimento cultural das áreas rurais com intuito de proporcionar a seu educando plenas condições de se manter como Através de um resgate da vida no profissional no local onde vive, extinguindo a necessidade de se mudar para os centros campo, das trocas de experiências entre a família e o jovem, e entre esses e seu meio urbanos. comunitário, a escola deve inserir um debate O Colégio Municipal CEFFA Rei sobre o desenvolvimento sustentável, a Alberto I é uma instituição de ensino permanência do jovem no campo; público, funcionando a partir de uma gestão resultando na redução do êxodo rural. compartilhada, através de convênio entre a O CEFFA tem como instituições Prefeitura Municipal de Nova Friburgo, o IBELGA e a Associação de Pais. Seu mantenedoras a Secretaria Municipal de funcionamento se dá em função da Educação, que designa os funcionários e Pedagogia da Alternância, adaptado à mantêm a merenda escolar, as condições realidade das famílias rurais. Os alunos físicas do prédio escolar e do entorno, pertencem a famílias que têm sua renda, material didático e material de manutenção majoritariamente, proveniente do trabalho geral; o IBELGA, que é proprietário e cede o espaço onde o CEFFA funciona, é agrícola. responsável pela aplicação da Pedagogia da Essa pedagogia teve sua origem na Alternância, através de assessoria e França em 1935 e traz uma proposta super visão pedagógica per manente, educativa voltada para “a formação integral capacitação dos professores e equipe de da pessoa e da qualificação profissional e direção e aplicação dos recursos recebidos legal” (Zamberlam, 1996, p.8). Prioriza-se a para desenvolvimento destas atividades experiência sócio-profissional, ou seja, inerentes ao funcionamento da Pedagogia valoriza-se o que se aprende com a vida, não da Alternância; os Pais que, através da


Bélgica - Nova Friburgo Associação de Apoio, têm a função de, junto Neste sistema, o educando alterna com a direção escolar, gerir financeira, uma semana de aulas em tempo integral e administrativa e pedagogicamente, o uma semana no meio familiar, reforçando e colégio. valorizando as relações familiares, inclusive no que diz respeito à agricultura familiar. No Atualmente esta unidade é dividida tempo-escola, o aluno possui as aulas do em duas escolas: CEFFA CEA Rei Alberto núcleo comum, com base na matriz I, com 114 alunos cursando o Ensino Médio curricular comum nacional, além de em Técnico Agropecuária e Administração disciplinas como: Educação Familiar, e C. M. CEFFA Rei Alberto I, com 206 F o r m a ç ã o H u m a n a e T é c n i c a s alunos cursando o Ensino Fundamental, do Agropecuárias. 6º ao 9º anos de escolaridade. Embora na “A Pedagogia da Alternância tem prática cada escola atenda suas especificidades e tenha funcionários de como um dos principais instrumentos o secretarias diferentes, os espaços físicos da Plano de Estudo, que consiste no estudo do cozinha, refeitório, laboratório de meio sócio-econômico-cultural. Os alunos, i n f o r m á t i c a e á r e a e x t e r n a s ã o em sala, constroem um questionário com os compartilhados por todos, assim como os professores. Levam-no para casa, Projetos Políticos Pedagógicos destas respondem, trazem e fazem uma colocação escolas se baseiam na Pedagogia da em comum com a turma. A partir daí, Alternância. Ambas possuem uma podemos criar uma síntese das respostas da A s s o c i a ç ã o d e Pa i s e m c o mu m , comunidade sobre aquele determinado considerando que os alunos fazem parte de tema.” - elucida Claudilene Scheles uma mesma realidade. Uma formação coordenadora pedagógica. integral da pessoa, através de uma Além do Plano de Estudos, há as metodologia que estimula o jovem ser o visitas às famílias, feitas ao longo do ano autor de sua própria formação. letivo pela equipe escolar, a fim de conhecer A Pedagogia da Alternância em o aluno de forma mais ampla, em seu meio prática no Colégio Municipal CEFFA Rei familiar. Alberto I acolhe os alunos em horário Outra forma de acompanhar o diaintegral e alternado, o que permite a valorização dos aspectos humanos e a-dia dos alunos é através do Caderno de espirituais, a consolidação de hábitos sociais Acompanhamento, no qual os alunos positivos, oriundos da superação do registram as atividades que exercem tanto na individualismo a partir das experiências em sessão-família quanto na sessão-escola. grupos, aliadas às reflexões e análises da sua A escola beneficia alunos de 15 realidade pessoal e dos colegas.

comunidades, entre elas: São Lourenço, Três Picos, Salinas, Baixada de Salinas, Barracão dos Mendes, Vargem Alta, Campo do Coelho, Florândia, entre outras. O município disponibiliza alguns ônibus que atendem as comunidades mais próximas e para as mais distantes, há veículos de cooperativas que fazem o traslado.

PARCEIROS do IBELGA: PREFEITURA MUNICIPAL DE NOVA FRIBURGO INSTITUTO BÉLGICA - NOVA FRIBURGO ASSOCIAÇÃO DOS CENTROS FAMILIARES DE FORMAÇÃO POR ALTERNÂNCIA REI ALBERTO I UNEFAB DISOP DISOP - Brasil

Daniel Viana

IBELGA

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Rua Luiza Engert, nº 1 Lj 2 Centro Nova Friburgo (Esquina com Augusto Cardoso) CEP 28.610-070 Av. Gov. Roberto Silveira, 2618 Prado Nova Friburgo

(22) 2520-5592 | 2520-5752

Telefax: (22) 2522-3566 ID 82*123505

Cel.: 7834-5267

E-mail:britanicacorretora@gmail.com

Muita música e informação em entrevistas inéditas com gente que é notícia.

Apresentação: Marcelo Pinguim Produção e Direção: Pablo Machado

Todas as sextas às 22:40 www.bartpapo.com.br

Reprises: Segunda-feira 07:00 Terça-feira 12:35 Quarta-feira 05:05 Sexta 22:40 Sábado 08:00


Divulgação | GNT

Viver com Fé Histórias de quem acredita...

“Andar com fé eu vou, que a fé não costuma falhar”. Os versos de Gilberto Gil traduzem o estilo de viver e pensar dos entrevistados de Cissa Guimarães no programa Viver com Fé, dirigido por Patrícia Guimarães e exibido no canal GNT toda quarta-feira, às 20h.

um novo olhar sobre elas, a fim de compartilhar experiências de vida e inspirar os leitores”, afirmam Cissa e Patricia Guimarães.

Comum a todos os relatos está a fé inabalável destas mulheres e homens de diferentes crenças e raças, cada um trilhando Com base nas histórias de o seu próprio caminho de superação e superação, tristezas, alegrias, amor e felicidade. despedidas apresentadas no programa, a Editora Casa da Palavra e o GNT lançam o Reflexões de personalidades como livro Viver com fé, uma coletânea dos Gilberto Gil, Maria Bethânia, Elba personagens mais emocionantes e Ramalho, Miguel Falabella, Leonardo Boff, inspiradores retratados no programa Milton Nascimento e Duda Ribeiro homônimo. As ilustrações são de Thomaz misturam-se ao de pessoas comuns como Velho, filho de Cissa. Virginia, que com apenas cinco anos de idade já enfrentava o começo de uma série “A quatro mãos, com muitos de cirurgias que lhe deixariam marcas sorrisos, conversas e lágrimas, escolhemos permanentes. algumas das histórias de fé apresentadas no programa para, juntas, recontá-las, lançando Com um olhar iluminado, esses

vitoriosos convidados contam à Cissa Guimarães em Viver com fé o segredo para alcançar a paz e a crença por uma vida harmônica.

Você encontra o livro Viver com Fé, de Cissa Guimarães e Patrícia Guimarães, Ed. Casa da Palavra - GNT na livraria Arabesco por R$ 29,90 A BOA: LIVRO VIVER COM FÉ

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TV Globo | Raphael Dias

Cacá Ottoni

Um papo com a friburguense que encanta nas tardes de Malhação


A

atriz friburguense Cacá Ottoni interpreta Morgana, filha do roqueiro Nando (Leo Jaime) e da hippie Tizinha (Vanessa Lóes) e é a melhor aluna do Colégio Quadrante em Malhação, na Rede Globo. Cacá esteve em sua terra natal e, em uma parceria da Fribook com o programa BartPapo, contou um pouco do que é estar ingressando na carreira de atriz. As dificuldades e incertezas da juventude de encontro à maturidade profissional. FRIBOOK – Como foi ter saído do teatro, onde você tem a platéia olho-no-olho e pode medir o seu trabalho, e passar para a telinha com estúdios e câmeras? CACÁ – No início foi bem difícil. Eu sentia um clima muito frio, porque você não tem o retorno ali na hora como no teatro. E tem muita repetição... as cenas são muito interrompidas. No teatro não tem cortes. E eu acabei criando uma mania de segurar a peteca ao máximo, que faz parte do teatro. Errou passa por cima, improvisa... dá um jeito. E na televisão, os atores mais experientes já têm até a malandragem de quando a cena não fica tão boa, erram propositalmente para interromper e repetir a cena. E eu ficava tentando levar a cena até o final, sem me dar conta que poderia fazer de novo... (risos). FRIBOOK – Você está iniciando na TV em um programa voltado para a juventude, com vários atores jovens, praticamente todos começando como você, buscando um espaço em um meio tão concorrido. Como é essa relação com esses novos e jovens talentos? CACÁ – Muita gente diz mesmo que a Malhação é uma escola. É uma oportunidade de aprender. Mas não vejo tanto essa relação de competição. Não somos candidatos por uma vaga. Há muito mais uma relação de grupo, até porque isso é muito importante... a formação do grupo. É um interesse para o produto desde o início que todos pensem assim. Temos que formar o melhor grupo. E tem a coisa de estar numa cidade cenográfica, com detalhes perfeitos de uma escola. Eu me sinto voltada para a sala de aula. FRIBOOK – Malhação é um programa com uma audiência muita alta. Você acaba naturalmente ficando muito exposta com tanta visibilidade. De que forma você está lidando com a fama? CACÁ – Acho que a grande vantagem de começar em Malhação é ter esse suporte. Os diretores insistem muito no perigo que

é o deslumbre. De aprender a tratar a fama como uma droga... uma ilusão. Porque basta acabar a novela para te esquecerem. Você vive aquilo ali, é o seu dia-a-dia, mas acabou aquela temporada, vem a outra. Os seus fã-clubes já são de outros, independente de estar em outra novela ou qualquer outra coisa. Mas independente disso, eu não quero abandonar o teatro de maneira alguma. FRIBOOK – Como foi o teste para Malhação? Você o fez especificamente para esse personagem? CACÁ – É... eu fiz o teste específico para a Morgana. E eu me identifiquei com ela. A questão do pai artista, tendendo para o lado místico, fantasioso e ao mesmo tempo pé no chão, estudiosa. Acho que eu tenho um pouco esse paradoxo. FRIBOOK – Você está contracenando com Leo Jaime que é um dos precursores do rock brasileiro e participou ativamente desse movimento na década de 80. Contemporâneo a Ultraje a Rigor e Legião Urbana, influenciou e politizou a juventude da época. Ao mesmo tempo, você contracena com o Rodrigo Silas, que despontou na mídia através da Dança dos Famosos. Como é atuar com esses dois atores de experiências e idades tão diferentes? CACÁ – Eu fiquei bem amiga dos dois. Contracenar com o Leo é um presentão. Eu tenho uma relação muito boa, muito forte com meu pai e a novela vai falar um pouco dessa relação de pai e filha, que começa um pouco distante. Ele é um músico... sempre viajando, bebendo, mas que vai sofrer essa reviravolta em função de um problema de saúde. Ele, vendo o quanto sua ausência fez falta, vai se aproximando da filha. Noutro dia peguei uma carona com ele e ele me contou a história de como ele apresentou o Cazuza para o Barão Vermelho. Ele é incrível! No caso do Rodrigo Silas, a gente contracena bem pouco ainda, mas ficamos muito amigos. Nós fizemos a preparação de elenco juntos com a coach, a Beta, durante o

mês inteiro que antecedeu as gravações. E ele é um cara muito tranquilo e preparado para sua carreira. FRIBOOK – Você acha que estava no lugar certo, na hora certa quando ingressou na novela? Se sente preparada para esse trabalho? CACÁ – Há muitos que buscam a televisão pela imagem. Querem se assistir na televisão. E, na verdade, acho que o interesse tem que estar no sentido contrário, de dentro para fora... de trabalhar como atriz e fazer disso um momento importante para sua carreira. Todos estão cientes da visibilidade, mas vejo que aqueles que entram sem essa pretensão, têm mais oportunidades lá dentro. Há seleção nos testes. Os que estão lá são com certeza os que não queriam aparecer. FRIBOOK – Você iniciou o curso de teatro aqui na cidade e Friburgo despontado talentos jovens como você, Gabriel Borges, Bernardo Dugin, Miguel Toscano e Aimée Ubacker. É importante salientar que todos esses, de dois anos para cá. A juventude da cidade se destacando e produzindo cultura, o que prova que somos uma cidade artística e com muito potencial. Que mensagem você gostaria de deixar para essa garotada que está tentando se posicionar nessa carreira? CACÁ – Friburgo é uma cidade muito rica culturalmente. Toda escola tem um grupo de teatro. O TACA no Anchieta, o TESI no Externato Santa Ignês, o TEIA no N. S. das Dores, onde há inclusive um festival de teatro. Se a pessoa realmente quer e acredita que se expressando tem o poder de transformar a sociedade (pois sei que todo artista tem esse interesse), ela tem que investir... independente de ser televisão, teatro, cinema ou música. Meus pais são artistas. Lido com essa escolha desde cedo em minha família e os vi sustentar nossas vidas através da arte. Tem que se quebrar um pouco esse paradigma, ter o incentivo dos pais, porque vale a pena. Fazer o que gosta é sempre a melhor opção. 9 29 CACÁ OTTONI


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Pelas lentes do fotógrafo Carlos Mafort passaram as melhores atrações, os mais bem sucedidos empresários e promoters, as mais quentes festas de 2012 e muita, muita gente bonita! Fribook reuniu grandes eventos que marcaram o ano. Os melhores cliques você confere aqui! Veja muito mais em www.smileflash.net.

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Batuque Digital nos 3 anos da Mais 1

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Reginaldo 16 e o Funk Como Le Gusta no Festival Sesc Rio Blues & Jazz

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Fernando Caruso O humor inteligente de

Um papo muito descontraído e De Cara Limpa com o humorista, ator, músico, autor e diretor. Peças para Retroescavadeiras Peças para Tratores Mangueiras Hidráulicas Aluguel de Retroescavadeideiras e Caminhões

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primeira edição de Fribook em 2013 já está sendo preparada com todo o cuidado e carinho que você acompanha desde julho de 2012. Traz um papo com Fernando Caruso, sucesso absoluto na TV e Teatro, que esteve na cidade em 2012 e promete voltar. Criador e ator do espetáculo de improvisação Z.É. - Zenas Emprovisadas, fenômeno de público no Rio que conquistou o prêmio Shell de Teatro em 2004 e está em cartaz há 09 anos no Rio, ele fala da carreira, de sua banda The Collets, dos planos para o futuro e muito mais. Muitos entrevistados, matérias relevantes e publicidade inteligente fizeram o caminho da revista ser traçado de maneira extremamente gratificante para nós, editores. Temos muito a agradecer a você, leitor, anunciante, parceiro, amigo. Esperamos ter superado todas as suas expectativas e nos esforçamos muito para continuar nesse caminho. Que seu ano novo seja repleto de conquistas e, assim como a primeira Fribook de 2013, recheado de bom humor, otimismo e fé no futuro.


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Entrevistas: Claude Troisgros, Cacá Ottoni Matérias: Nova Friburgo no Japão, Rede Asta, Assessoria Jurídica, Carol Loureiro, Nelmo Ricardo,...

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