Issuu on Google+

M B I

M A L I

A

UMA PROPOSTA DE REUSO

A

N D

E

R S

O

N R

O


RODRIGO GUTIERREZ

UMA PROPOSTA DE REUSO

ARQUITETURA E URBANISMO

ANDERSON ROMBI MALIA TRABALHO FINAL DE GRADUAÇAO DE CURSO ESTÁCIO UNISEB

2016


DEDICATÓRIA Dedico este trabalho aos meus pais Amaury Malia e Angela Rombi por todo o amor e apoio recebido a todo tempo, ao meu irmão Alison Malia pelo incentivo, aos meus avós Angelo Rombi(em memória), Onofre Malia, Milta Rombi e Yolanda Malia, minha tia Regina Rombi, a Deus e também a um anjo que com ele está, Prof. Francisco Gimenes, pelo carinho recebido durante minha graduação.

AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente ao meu orientador Rodrigo Gutierrez pelo conhecimento transmitido e pela orientação durante todo o ano que foi de fundamental importância para o desenvolvimento deste trabalho, a querida professora Catherine D’ Andrea por acompanhar todo o meu desenvolvimento nesse processo e também ao professor César Muniz pelo incentivo da execução do projeto.


RESUMO Este trabalho iniciou-se dada a análise dos principais polos e eixos de entrada e saída da cidade de Ribeirão Preto, buscando desenvolver alguma área da cidade, melhorando as dinâmicas de Inter relação entre as pessoas, podendo agregar lazer, cultura e o trabalho em um mesmo local. O local escolhido foi a zona norte da cidade, perto do aeroporto, por ser a região com a população de menor renda. Na procura de um terreno para o projeto, um edifício misto, foi encontrado uma pré existência de difícil visualização na Av. Brasil, a qual pertencia a Cia Electro Metalúrgica Sociedade Anônima e posteriormente a Cia Penha. Na procura de oferecer apoio e uma melhor qualidade de vida as pessoas do local, após analisar os déficits da área propus um espaço de trabalho a partir de uma cooperativa de reciclagem que gera renda para os trabalhadores, espaços de capacitação com oficinas e cursos técnicos de reciclagem, transformando matérias em produtos. Procurei promover também espaços de lazer para as pessoas associados ao esporte e a informação.


SUMÁRIO OBJETIVO ....................................................01 APRESENTAÇÃO..........................................02 CAPÍTULO1: A CIDADE................................03 1.1 RIBEIRÃO PRETO...................04 1.2 A INDUSTRIALIZAÇÃO..........05 1.3 A FABRICA............................06 1.3.1 O ENTORNO....................08 1.3.2 USO DO SOLO.................10 1.3.3 GABARITO.......................11 1.3.4 OCUPAÇÃO....................12 2.0 PROBLEMATICA....................18 3.0 POTENCIALIDADES...............19 CAPÍTULO2: O EDIFICIO...............................20 2.1 EDIFICO.................................21 2.1.2 CARACTERISTICA ARQ....22 2.1.3 DESPROPRIAÇÃO............23 2.2.1 ANTIGA ESTAÇÃO..............24 2.2.2 GALPÃO PRINCIPAL........25 2.2.3 EDIFICO VERTICAL...........26 2.2.4 GALPÃO DUPLO...............27 2.2.5 GALPÃO TRIPLO................28 CAPÍTULO3: A PROPOSTA.............................30 3.1 DIRETRIZES..............................33 3.2 ACESSOS............................... 34 3.3 COMPLEXO ESPOSTIVO.........35 3.4 GALPOES DE APOIO..............36 3.5 LANCHONETE NA ESTAÇÃO..37 3.6 COOPERATIVA.......................38 3.7 COMPLEXO CULTURA............39 CAPÍTULO4: INTERVENÇOES PATRIMONIAIS..40 4.1 SESC POMPEIA........................41 4.2 PINACOTECA..........................43 4.3 ESTAÇÂO DAS DOCAS...........44


OBJETIVO Esse trabalho tem como objetivo desenvolver uma proposta de reuso de um edifício histórico, propondo atividades que acolham os habitantes na escala da cidade, do bairro e da vizinhança, promovendo em um mesmo local lazer, cultura e trabalho. Este projeto busca oferecer renda a pessoas que necessitam de trabalho .Dessa forma propondo uma cooperativa de reciclagem que tem como princípio o reuso dos matérias descartados pela sociedade que levariam muitos anos para se decompor na natureza. O termo reuso é usado não somente para a requalificação de edifício histórico mas também remete a reutilização dos materiais descartados que serão transformados em produtos pela cooperativa.


APRESENTAÇÃO O projeto propõe um espaço multiuso de esporte, cultura e lazer acoplados a uma cooperativa de reciclagem, em um edifício pré-existente de uma antiga empresa de metalurgia, tombada pelo CONPAC-RP (Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural do Município de Ribeirão Preto).

Buscou-se promover a requalificação do local, a preservação de valores históricos, para que, dessa forma, a memória possa ser ativada utilizando de conceitos e técnicas retrospectivas com uma proposta de intervenção moderna e otimizada para abrigar os novos usos.

A edificação em questão é a antiga Cia. Electro Metalúrgica de Ribeirão Preto, situada na zona norte da cidade em uma das principais vias de acesso, a Avenida Brasil, conectada a um eixo importante de ligação com a região Central e outros bairros.

Trata-se, portanto, na requalificação e recuperação de um edifício histórico, além de promover renda e suporte a uma região degradada, transformando um local particular em um local público, aberto à comunidade, oferecendo diversas atividades educacionais e recreativas. Com essa proposta, procurasse transformar as dinâmicas urbanas e possível valorização local sem promover o processo de gentrificação.

O trabalho buscou a implementação de usos que oferecessem suporte às pessoas que vivem na região Norte da cidade, que concentra a menor renda per capta do município, o que levou a uma proposta que ofertasse atividades de esporte, cultura e lazer, além de um espaço de trabalho.


CAPÍTULO 1 A CIDADE Este capítulo busca abranger informações relevantes sobre a cidade de Ribeirão Preto, propondo a leitura da memoria existente no local e em seus edifícios históricos.


1.1 RIBEIRÃO PRETO A cidade de Ribeirão Preto situa-se 314Km a noroeste da capital do estado, São Paulo, sudeste do Brasil. A região é um dos principais polos do agronegócio do pais, tendo em seus limites as cidades: Guatapará, Cravinhos, Jardinópolis, Dumont, Sertãozinho e Brodowski. O município hoje possui uma área de 651 mil km², possuindo população estimada pelo IBGE neste ano em 674,405 habitantes. Possui o PIB de 23 510 302 000 mil. reais (IBGE 2013), e o per capta de 36 194,42 reais (IBGE 2013). Segundo dados do IBGE a cidade foi a sexta do país que mais cresceu desde o ultimo senso, possuindo um aumento de 1,3% só este ano, crescendo o dobro da capital paulista. Ribeirão Preto completou este ano 160 anos, foi fundada em 1956 por doadores de terras para a formação do patrimônio de São Sebastião. Se desenvolveu a partir da chegada de mineiros que vinham de suas terras quase esgotadas da forte mineração no estado, buscando pastagens para a pecuária de subsistência (gado). No século XX , Ribeirão Preto começa a ter fortes imigração de pessoas buscando trabalho na agricultura e em algumas industrias que começaram a ser instaladas nos anos 90, mas sendo o café a principal atividade para renda da população, durando até o crack da bolsa de valores de 1929.


1.2 INDUSTRIALIAÇÃO A fundação de Ribeirão Preto deu se em 1856, nesse período a região começa a receber os mineiros em buscas de novos meios de subsistência já que em suas terras já havia esgotado o minério. No começo do século XX a cidade começar a atrair imigrantes que vem em busca de emprego na agricultura e mais tarde nas industrias. O experimento da cafeicultura foi de fundamental importância para a expansão da cidade que se desenvolveu graças ao capital agrícola. Foi então que a chegada dos imigrantes torna se fundamental, pois com essa expansão fez se necessário um aumento da mão de obra. A expansão do café estimulou o crescimento de outros setores, como o industrial. O café que por muitos anos foi uma das principais fontes de renda, se desvaloriza a partir de 1929, perdendo espaço para o setor industrial. No processo de industrialização de Ribeirão, que se deu entre 1890 a 1930, diferente de outros grandes centros vão se destacar as pequenas industrias, eram nelas que se empregava grande parte da mão-de-obra do operariado ribeirão-pretano. Os imigrantes começam a investir nessas pequenas industrias, que hoje viraram um grande centro industrial. ‘’A primeira indústria construída em Ribeirão Preto foi a Companhia

CIA. ANTARTICA FONTE: JORNALISMONVESTIGAÇÃO.COM

Cervejaria Antarctica, inaugurada em 1911, na entrada da Vila Tibério sendo que, em 1926, houve uma ramificação de funcionários que fundaram juntos uma outra empresa, a Companhia Cervejaria Paulista.’’(MIGLIORINI, Vera Lúcia Blat, 1997. Tese de

Doutorado). CIA. ANTARTICA FONTE:JORNAL VILA TIBÉRIO


1.3 A FÁBRICA A Companhia Electro Metalúrgica Brasileira foi instalada em 1922, no antigo bairro tanquinho, em ribeirão preto e encerrou as atividades em 1932. A indústria foi formada para se dedicar à fabricação do ferro gusa, pelo processo de altos fornos elétricos e transformar essa gusa em aço; além disso, desenvolver um serviço de laminação para transformar o aço fabricado em bitolas comerciais, instalar fornos para transformação da madeira em carvão, montar e explorar fábrica de cimento para aproveitamento das escórias dos altos fornos.

ED. MARTINELLI 1939 – SÃO PAULO FONTE: IPT.COM (INSTITUTO DE PESQUIA TECNOLÓGICA)

A empresa adquiriu jazidas de ferro (morro do ferro), existentes próximas a cidade de São Sebastião do Paraíso, Minas Gerais, e, para transportar a matéria prima até Ribeirão Preto fez a incorporação da estrada de ferro São Paulo-Minas. A produção de ferro de boa fez com que a Cia. Metalúrgica tenha sido a fornecedora de toda a ferragem usada na construção do edifício Martinelli, na cidade de São Paulo, em 1924. A Cia. Electro Metalúrgica Brasileira foi uma das primeiras desse gênero na América do Sul.

ED. MARTINELLI 1928 – SÃO PAULO FONTE: SAMPAHISTORICA.COM

ED. MARTINELLI 1950 – SÃO PAULO FONTE: CENTRODAMETROPOLE.ORG


Durante o ano de 1930 as vendas da Cia. Metalúrgica começaram a cair drasticamente. No final de 1931 a empresa pediu concordata e em seguida a falência. Sobre as causas da falência, alguns autores apontam que além da quebra da bolsa em 1929, com o “crack” da bolsa de valores de Nova Iorque, houve um problema com o fornecimento de matéria prima: o morro do ferro não possuía o manancial de matéria prima esperado, obrigando a Cia. Metalúrgica a comprar ferro para alimentar os seus altos fornos e que isso teria encarecido muito a sua manutenção; apontam ainda que as duplicatas emitidas em 1929 não foram pagas e que o banco do brasil e o governo federal não prestaram socorro financeiro, em tempo hábil, a cia. Metalúrgica. Com a tramitação do processo de falência, os bens da empresa foram sendo vendidos e arrematados. Em 1935, a empresa moinho santista, por meio do engenheiro Eugenio Belloti, adquiriu o acervo da Cia. Metalúrgica. Posteriormente, o acervo foi vendido para a Sanbra para a industrialização de algodão e, depois, para a CIA. PENHA. NDÚSTRIA.

ESTRADA DE FERRO SÃO PAULO E MINAS NA CIA PENHA EM 1956 FONTE: ARQUIVO PUBLICO HISTÓRICO MUNICIPAL

ESTRADA DE FERRO SÃO PAULO E MINAS EM 1971 FONTE: VICO.BAZILIA.JOR.BR


1.3 A FABRICA: RELAÇÃO COM O ENTORNO

SOL NASCENTE

SOL POENTE

MAPA DE INSOLAÇÃO VERÃO

A proposta de intervenção se encontra na zona norte da cidade de Ribeirão Preto - SP, uma área de uso misto, possuindo industrias, muitos comércios em galpões e muitas moradias irregulares. Além disso, localiza-se perto do aeroporto estadual Leite Lopes. O imóvel esta localizado em área de Uso Misto I , que comportam atividades com o índice de risco ambiental 1,5 portanto, não será alterado seu uso, podendo permanecer instalada atividades compatíveis com o zoneamento. Como mostra o mapa o entorno da área é composto por uso predominantemente industrial, há também uma parcela da área que é proibido a construção de edifícios verticalizados, onde encontra se o aeroporto.


RENDA PER CAPITA Dados econômicos do município e da região mostram relevâncias no cenário nacional e internacional. No período de 2000 a 2010, o PIB per capita de Ribeirão Preto quase triplicou, passando de R$ 9 mil para mais de R$ 28 mil. Este PIB per capita é superior aos dos estados do Paraná, Mato Grosso, Minas Gerais e a países como Rússia, Chile, México e China. O crescimento da renda na cidade veio acompanhado de mudanças no perfil de sua economia. Entretanto, essa crescente economia é observada de maneira desigual nas áreas da cidade. A zona Norte é uma das áreas com a menor renda per capita da cidade, ou seja, apesar de ser considerada a cidade com uma das maiores economias do País, a desigualdade dentro do município é gritante, assim como mostra o mapa.


1.3.2 USO DO SOLO A área é de uso misto, predomina o uso comercial e residencial ( maioria irregular, ocupando espaços ilegais, como áreas verdes e áreas de recuo da pista de pouso do aeroporto estadual Leite Lopes.

No uso comercial predomina galpões, ferro velhos, desmanches e motéis. Havendo um intenso comércio de venda de peças automotivas e uma intensa atividade de prostituição e tráfico de drogas.


1.3.3 GABARITO Predomina na área pequenos e médios galpões comerciais e muitas residências com apenas um pavimento Os edifícios altos são poucos devido a legislação municipal de limite máximo do gabarito, sendo seu uso apenas industrial.


1.3.4 OCUPAÇÃO A área mesmo sendo da macrozona ZUP( Zona de Urbanização Preferencial) há muitas quadras com lotes vazios, o que faz com que essas áreas tornem-se palco do descarte irregular do lixo e também das moradias irregulares. Com isso também acabam acontecendo nessas áreas vazias atividades como a marginalização e o uso de drogas.


2. PROBLEMÁTICA DO ENTORNO A área escolhida por ser inserida na Zona Note da cidade apresenta uma extensa problematização: o descarte incorreto do lixo, a moradia irregular, a prostituição, o tráfico de drogas e a falta de infraestrutura e equipamentos públicos para uma boa qualidade de vida. Conforme explica o ambientalista Marcelo Pereira de Souza, professor da USP em Ribeirão, o descarte irregular do lixo tornou-se um problema de saúde publica na região, uma vez que lixo e os entulhos propiciam a formação de criadouros de mosquitos que transmitem doenças, esse fato na maioria das vezes não é notado pelos próprios moradores que fazem esse descarte irregular. A cidade de Ribeirão Preto apesar de ser considerada uma capital regional potente vive uma situação habitacional precária. Os assentamentos e moradias irregulares estão crescendo cada vez mais, principalmente na zona norte. A falta de emprego faz com que as pessoas procurem meios irregulares para viver. Em visita a Ribeirão a arquiteta e urbanista Raquel Rolnik pode visitar essas moradias irregulares. ‘’ Fiquei absolutamente chocada ao ver a situação habitacional da

cidade, cuja precariedade eu não via há muitos anos no Brasil, apesar de estarmos falando de uma capital regional potente, considerada a Califórnia brasileira .São famílias formadas principalmente por mulheres com crianças vivendo em extrema vulnerabilidade. A narrativa delas é quase sempre a mesma: eu pagava aluguel, estava muito caro, meu marido ficou desempregado e a única alternativa foi vir para cá. Não há em Ribeirão alternativa de moradia digna e nem nenhuma política municipal para enfrentar essa questão.’’(ROLNIK, Raquel, 2016)

Assim como Raquel Rolnik cita, Ribeirão não tem política municipal para enfrentar a questão da moradia irregular. Se uma região da cidade não possui politicas para regularizar e oferecer moradias digna para a população também não é possível a criação de espaços de lazer, educação e saúde para que haja uma mínima qualidade de vida. A Zona Norte é palco da maior atividade de prostituição e tráfico de drogas de Ribeirão Preto. Na famosa Avenida Brasil que da acesso as principais rodovias é possível encontrar em qualquer horário do dia a venda de drogas e a prostituição fácil. A falta de espaços públicos e de infraestrutura adequadas faz com que essas atividades ilegais cresçam cada vez mais na região. A área de intervenção é um local com carência de serviços públicos básicos, o que mostra o motivo da acentuada pobreza na região. Essa falta de serviços públicos e infraestrutura e também a falta de equipamentos de saúde, educação e lazer aumenta ainda mais a pobreza a marginalidade nessa região.

Diante dos inúmeros problemas vistos na região o projeto tende a contribuir de forma significativa para a população local, que terão além de um trabalho para o sustento da família mas também um espaço publico de entretenimento e informação.


FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

DESTINO ERRADO DO LIXO NA RUA QUATORZE

FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

DESTINO ERRADO DO LIXO NA AV. REFCFE

MORADORES COM BUSCA DE RENDA A PARITIR DO LIXO

FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

DESTINO ERRADO DO LIXO NA RUA QUATORZE

DESTINO ERRADO DO LIXO NA RUA DAS PALMEIRAS

DESTINO ERRADO DO LIXO AV. THOMAZ A. WHATELY


FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

COMERCIOS IRREGULARES DA AV. THOMAZ ALBERTO WHATELY

FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

COMERCIOS IRREGULARES DA AV. RECIFE

COMERCIOS IRREGULARES DA AV. THOMAZ ALBERTO WHATELY

FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

MORADIAS IRREGULARES DA RUA 8

MORADIAS IRREGULARES DA RUA DAS PALMEIRAS

COMERCIOS IRREGULARES DA AV. THOMAZ ALBERTO WHATELY


FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

DESMANCHE E FERRO VELHO NA AV. BRASIL

FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

DESMANCHE E FERRO VELHO NA AV. BRASIL

DESMANCHE E FERRO VELHO NA AV. BRASIL

FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

DESMANCHE E FERRO VELHO NA AV. BRASIL

DESMANCHE E FERRO VELHO NA AV. BRASIL

DESMANCHE E FERRO VELHO NA AV. BRASIL


FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

COMERCIO EM GALPOES NA AV. BRASIL

FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

COMERCIO EM GALPOES NA AV. BRASIL

COMERCIO EM GALPOES NA AV. BRASIL

FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

COMERCIO EM GALPOES NA AV. BRASIL

COMERCIO EM GALPOES NA AV. BRASIL

COMERCIO EM GALPOES NA AV. BRASIL


FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

PROSTITUIÇÃO DA AV. BRASIL

FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

PROSTITUIÇÃO

PROSTITUIÇÃO DA AV. BRASIL

FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

FONTE GOOGLE.MAPS

PROSTITUIÇÃO DA AV. BRASIL

PROSTITUIÇÃO DA AV. BRASIL

PROSTITUIÇÃO DA AV. BRASIL


3. POTENCIALIDADES DO ENTORNO

Com o projeto de expansão do aeroporto suas potencialidades podem ficar ainda maiores, já que com sua internacionalização poderá ocorrer a maior migração de produtos e pessoas no local, chamando a atenção por mais investimentos estrangeiros e municipais para a região. A área é a um dos locais da cidade que mais permitem o desenvolvimento de industrias, sendo perto de rodovias, e de avenidas que podem escoar os produtos para outras regiões.

PLANO DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO E EXPANSÃO DO AEROPORTO LEITE LOPES

O local possui grandes potencialidades de desenvolvimento, sendo uma das principais áreas de entrada da cidade, por meio aéreo e terrestre, além de possuir vias de acesso rápido a área central e estar cercado por grandes rodovias que percorrem todo o estado.


CAPÍTULO 2 O EDIFÍCIO

Este capítulo aborda todas as vertentes do edifício da Cia Penha, a pré existência ,o estado que se encontra, o local atualmente, e até como o projeto se propõe a modificar o local.


FONTE CONPAC FONTE GOOGLE.CONPAC FONTE CONPAC

2.1 O EDIFÍCIO O edifício da Cia Metalúrgica foi construído pela empresa The Corning Incorporated Company Lmid. New York, com a extensão de 250 metros. O terreno da Metalúrgica possuía uma área de 600.000 metros quadrados. Foram construídos dois altos fornos elétricos, pois toda a siderúrgica era movida à eletricidade. Além disso, possuía almoxarifado, um complexo de transformadores de 90 mil volts e escritórios.. As obras foram realizadas e supervisionadas por engenheiros especialistas, suecos e brasileiros, tais como: Engenheiro Joaquim Desidério de Mattos, Almiro Pedreira, Martinico Prado Uchoa. Os engenheiros da Empresa de Força e Luz, Azevedo Queriga e J.H. Hodge, também auxiliaram nas obras.


FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

ESTRUTUTA METALICA EM 1925

DETALHE EXTERNO DA ESTRUTURA METALICA APARENTE EXTERNA

ESTRUTUTA METALICA REVESTIDA DE ALVENARIA

FONTE: CONPAC

Características arquitetônicas • Tratamento volumétrico das superfícies a maneira moderna, com predominância de cheios sobre vazios; volumes geometrizados e simplificados ou sucessão de superfícies curvas; contenção expressiva dos ornamentos decorativos quase sempre em alto e baixo relevo e composição com linhas e planos, verticais e horizontais; • Estruturas em concreto armado, e metálica, embasamentos revestidos, mescla de técnicas construtivas industriais/modernas e decorativas artesanais /tradicionais;

FONTE: CONPAC

Estruturas em concreto armado, e metálica, embasamentos revestidos, mescla de técnicas construtivas industriais/modernas e decorativas artesanais /tradicionais. As fábricas localizavam-se predominantemente ao longo das vias férreas, regiões então consideradas propícias às atividades industriais devido sua topografia regular, aos baixos preços dos terrenos e às facilidades geradas pelo transporte ferroviário.

TOPOGRAFICA REGULAR EM 1962

FONTE: CONPAC

2.1.2 CARACTERÍSTICAS ARQUITETÔNICAS

DETALHE TIJOLOS VAZADOS DO GALPAO INDUSTRIAL

VISTA INTERNA CONTENDO DETALHES DE PILARES EM ALVENARIA E TRELICAS EM


Deverá ser preservada a edificação principal (galpão) onde atualmente esta sendo utilizado como uso industrial, o anexo da área administrativa e a pequena estação, com todos os elementos internos e externos preservados tal como o original. Este complexo deverá permanecer como um conjunto, não podendo sofrer desmembramento na área descrita, a fim de que se mantenha a compreensão histórica bem como arquitetônica do espaço existente.

FONTE: SECRETARIA DE OLANEJAMENTO RP

FONTE: SECRETARIA DE OLANEJAMENTO RP FONTE: SECRETARIA DE OLANEJAMENTO RP

A SER DEMOLIDO –GALPÃO E COBERTURA NÃO ORIGINAIS

A SER DEMOLIDO -GALPÃO PARCIALMENTE JÁ DEMOLIDO

A SER DEMOLIDO –GALPÃO E COBERTURA NÃO ORIGINAIS

FONTE: CONPAC

EDIFICIOS A PERMANESCER

FONTE: SECRETARIA DE OLANEJAMENTO RP

EDIFICIOS A SER DEMOLIDO

A SER DEMOLIDO -GALPÃO PARCIALMENTE JÁ DEMOLIDO

FONTE : CONPAC

2.1.3 A SEREM DEMOLIDOS E PRESERVADOS

A SER DEMOLIDO –COBERTURA NÃO ORIGINAL

A SER DEMOLIDO – GALPÃO BORDO


FONTE: GOOGLE.MAPS

2.1.3 DESAPROPRIAÇOES

FONTE: GOOGLE.MAPS

FONTE: GOOGLE.MAPS

Houve a desapropriação de dois lotes, desmembrados do terreno original, nesses dois lotes eram uma madeireira e um posto de gasolina desativado, na Av. Brasil

DESAPROPRIAÇÃO


2.2.1 ANTIGA ESTAÇÃO

ANTIGA ESTAÇÃO- FONTE: CONPAC

ANTIGA ESTAÇÃO- FONTE: CONPAC

ANTIGA ESTAÇÃO- FONTE: CONPAC FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

ANTIGA ESTAÇÃO- FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

No edifício da antiga estação da linha férrea, que trazia o ferro das minas da região de São Sebastião do Paraíso pela linha férrea São Paulo e Minas, se propõe o novo uso de uma lanchonete bar, reutilizando a cozinha da antiga estação, e com aberturas no galpão principal, introduzindo esse uso ao interior do complexo próximo a nova biblioteca.

ANTIGA ESTAÇÃO- FONTE: CONPAC

ANTIGA ESTAÇÃO- FONTE: CONPAC


2.2.2 GALPÃO PRINCIAPAL

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

O edifício do galpão principal, é onde ainda abriga a metalurgia, nela há inúmeros elementos construtivo da época, como as treliças de madeira, uso do concreto armado nas vigas e pilares, estrutura metálica também, o uso de telhas translucidas para a melhor iluminação interna e tijolos vazados para melhor circulação de ar internamente.

LOCAL ONDE HAVERÁ O FECHAMENTO POR ALVENARIA

GALPÃO REMANESCENTE- INTERNO

USO ATUAL DO GALPÃO

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

GALPÃO REMANESCENTE- TRELIÇAS/ PILARES / VIGAS

PILARES METALICOS E TRELICAS DE MADEIRA

ACESSO AO EDIFICIO VERTICAL


2.2.3 EDIFÍCIO VERTICAL DE ESCRITÓRIOS O edifício vertical é o principal acesso a cooperativa de reciclagem, se encontra em péssimo estado de conservação com estrutura metálica enferrujada e ausência de vidro nas janelas.

ANTIGA ESTAÇÃO- FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

ANTIGA ESTAÇÃO- FONTE: CONPAC

ANTIGA ESTAÇÃO- FONTE: CONPAC

ANTIGA ESTAÇÃO- FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

ANTIGA ESTAÇÃO- FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

Na nova proposta propõe criar uma linha de montagem linear para os funcionários para entrada e saída do local, obrigando-os a passarem pelo lavatório, para higiene após o manuseio do lixo.

ANTIGA ESTAÇÃO- FONTE: CONPAC


2.2.4 GALPÃO DUPLO

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

O galpão duplo se encontra em péssimo estado de conservação, com vidros da janela quebradas, telhas de barro quebrada, pintura desgastadas, treliças de madeira necessitando de verniz e lustres da época sem limpeza. O edifício servirá como um espaço multiuso de dança e luta, mantendo todas as características de sua época, e em bom estado de conservação.


2.2.5 GALPÃO TRIPLO Localiza-se no lote os 3 galpões de apoio a metalúrgica, esses galpões serão interligados por meio de outro edifício junto da cooperativa e servirão como depósito dos produtos derivados da reciclagem. Na nova proposta de reuso, propõe que os galpões sirvam como apoio a cooperativa de reciclagem sendo necessária uma ligação construída para que possua um acesso direto das atividades internas para o mesmo, tendo o uso de depósito.

FONTE: CONPAC FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

FONTE: CONPAC

O edifício encontra-se em péssimo estado de conservação com vidraças quebradas, pintura descascada e portões industriais quebrados, ausência de telhas em parte da cobertura.


CAPÍTULO 3 A PROPOSTA

Neste capítulo será abordado as novas propostas de reuso para cada edifício da fabrica.

COOPERATIVA DE RECICLAGEM VESTIÁRIO DEPÓSITO COOPERATIVA SALÃO MULTIUSO

COMPLEXO DE CULTURA E INFORMAÇÃO LANCHONETE


COPERATIVA DE RECICLAGEM

COMPLEXO DE CULTURA E LAZER

TEATRO DE ARENA

SALÃO DE DANÇA E LUTA VESTIARIO

VIA A SER IMPLANTADA

FLUXO EXCLUSIVO DA COPERATIVA MANOBRA DE CAMINHÕES

ESPELHO D’ ÁGUA

DEPóSITOS DA COPERATIVA

LIGAÇÃO DA COPERATIVA PARA OS DEPOSITOS


RUA BARRETOS

ACESSO EXCLUSIVO COPERATIVA

AV. BRASIL

VIA A SER IMPLANTADA

LANCHONETE COBERTA

FAIXA DE PEDESTRES

VAGA EXCLUSIVA PARA DEFICIENTES

VIA A SER IMPLANTADA

VARANDA LANCHONETE

PONTOS DE ÔNIBUS

RECUO DE DEFICIENTES


3.1DIRETRIZES PARA AS PROPOSTAS Segundo Jan Gehl no livro Cidades para pessoas, é preciso em um projeto, que os espaços garantam qualidades para as pessoas que ali vão frequentar. Caminhar, permanecer, sentar, olhar, conversar e até mesmo desenvolver as atividades propostas pelo projeto. Todas essas atividades precisam oferecer conforto e atrair as pessoas, durante qualquer horário do dia e ao longo de todas as estações do ano. ‘’Festejar facilidades e confortos locais envolve, sobretudo, garantir uma boa escala humana, oportunidades para aproveitar os aspectos positivos do clima na regiao, bem como fornecer experiencias estéticas e impressões sensoriais agradáveis.’’

Esses critérios de qualidade foram usado na formulação das propostas do projeto para garantir conforto para as pessoas que ali frequentarão. FONTE: CIDADE PARA PESSOAL, JAN GEHL


3.2 PROPOSTA PARA OS ACESSOS A proposta é oferecer as pessoas um acesso de qualidade e fácil para o edifício sem promover prejuízos nas dinâmicas do tráfego das vias, se viu por necessário a implementação de uma nova via, concorrente as vias paralelas da Av. Brasil e a Rua Barretos. Essa nova via possui 10m de largura mais 3m de recuo para vagas de parada de ônibus e de vagas para deficientes físicos, próximos a entrada do complexo.


3.3 PROPOSTA DE UM COMPLEXO ESPORTIVO O direito do lazer faz parte da constituição federal desde 1988, mas esse direito é violado por diversas vezes da população brasileira. O esporte, por exemplo, vem mudando a vida de diversas pessoas, que buscam seu sustento a partir disso. O incentivo do esporte, do lazer, da cultura e da informação é essencial para que a população não se envolva em atividades ilegais, como a prostituição e o trafico de drogas, comum na região. O complexo esportivo proposto no projeto fica entre os galpões, entre a via nova implantada e a Rua Barretos, o qual possui piscina olímpica que pode haver campeonatos ocasionalmente; posicionada entra as direções norte e sul, para insolação solar durante o dia inteiro, além de quadra poliesportiva para uso de múltiplos esportes como futebol , basquete , voleibol e handball. O galpão menor possui função de vestiário e banheiro, para suprir as necessidades do esporte,o outro galpão possui duplo função: salão multiuso, de dança e luta esportiva.


3.4 PROPOSTA GALPOES DE APOIO AO COMPLEXO ESPORTIVO O galpão duplo de apoio com complexo esportivo consiste nos galpões de vestiário, onde as pessoas podem guardar suas coisas em armários, para a prática de esportes e uso da piscinas, tomar banho e ir ao banheiro. O outro galpão de apoio é o salão multiuso, que é utilizado para a pratica de lutas esportivas como judô, jiu-jitsu, muay thai, danças como dança de salão, jazz e ballet. Além disso, no galpão principal, em uma das portas próxima aos pontos de ônibus da via nova, será um banheiro que permanecerá aberto quando houver algum evento no complexo esportivo e teatro de arena a noite, assim, o galpão principal e os outros não necessitam estarem abertos por completo.


3.5 PROPOSTA PARA A ANTIGA ESTAÇÃO/ LANCHONETE A antiga estação que recebia os trens da linha férrea São Paulo e Minas, os quais traziam o ferro das minas da região de São Sebastiao do Paraiso, será transformado em um novo uso, uma lanchonete/café , que serve refeições rápidas e simples. A área da lanchonete invade o complexo abrangendo uma área dentro do outro edifício sendo próximo a biblioteca, a qual as pessoas podem ao mesmo tempo ler um bom livro e desfrutar-se de um cafezinho. Para a requalificação do local foi implantada uma cobertura parcial para que os clientes possam se locomover para o complexo e para a área interna da estação ( lanchonete ) sem se molhar em dias de chuva e uma varanda a céu aberto com acesso direto a biblioteca. Além disso foi mantida a cozinha original utilizada no local no séc. XX.


3.6 PROPOSTA PARA A COPERATIVA DE RECICLAGEM A antiga estação que recebia os trens da linha férrea São Paulo e Minas, a qual traziam o ferro das minas da região de São Sebastiao do Paraiso, se transformará em seu novo uso em uma lanchonete/café , que servem refeições rápidas e simples, a área da lanchonete invade o complexo abrangendo uma área dentro do outro edifício sendo próximo a biblioteca a qual as pessoas podem ao mesmo tempo ler um bom livro e desfrutar-se de um cafezinho. Para a requalificação do local foi implantada uma cobertura parcial para que os clientes possam se locomover para o complexo e para a área interna da estação ( lanchonete ) sem se molhar em dias de chuva e uma varanda a ceu aberto com acesso direto a biblioteca. Além disso foi mantida a cozinha original utilizada no local no séc. XX.


3.7 PROPOSTA GALPÃO PRINCIPAL O complexo do galpão principal remanescente contará com as atividade de cultura e lazer, oferecendo biblioteca, sala de informática, salas para musica e coral, salas de vídeo aulas, ateliê e pintura, além de múltiplas salas de oficinas associadas as atividades da cooperativa de reciclagem. Criou-se o 2 pavimento com estrutura metálica leve e simples, independente, com passarelas entre as salas, mezanino criando um amplo ambiente aberto que pode ser visto as atividades do piso inferior .Foi necessário a implementação de pilares no piso inferior para o apoio das passarelas e salas do nível superior suspensos sobre a area livre de exposições.


SALA DE OFICINAS

PASSARELA METÁLICA

CORTE A-A

PILAR

ESCADA

BANHEIRO

COOPERATIVA

H: 0,17 L:0,30 BIBLIOTECA CORTE B-B

LANCHONETE

AREA DE ESPOSIÇOES

SALA DE OFICINAS


CAPÍTULO 4 INTERVENÇÕES EM PATRIMONIOS


4.1 SESC POMPÉIA FICHA TÉCNICA: LOCALIZAÇÃO: SÃO PAULO-SP ANO: 1977/1982 ÁREA: 16.573,00 M² TERRENO - 22.026,02 M² CONSTRUÍDA PROJETO DE ARQUITETURA: LINA BO BARDI

O SESC Pompéia está localizado no bairro Villa Pompéia, zona oeste de São Paulo. Seu programa foi desenvolvido pela arquiteta Lina Bo Bardi e inaugurado em 1982, que buscou a preservação dos edifícios já existentes, porém, modificando seu uso, passando de uma antiga fábrica de tambores para um espaço de recreação chamado pela arquiteta Cidadela da liberdade. Foram utilizado os galpões da antiga fábrica para implantar um teatro, uma praça de lazer e diversas outras atividades de lazer, além de dois blocos esportivos unidos por uma passarela de concreto. O local foi escolhido por ser um lugar com concreto armado e vedações de alvenaria, algo revolucionário para a época, porém para abrigar todo o programa planejado pela arquiteta foi necessário criar dois edifícios no final do lote para suprir as necessidades, criando assim uma monumentalidade. do conjunto.

FONTE: VITRUVIUS

FONTE: ARCHDAILY

FONTE: ARCHDAILY

FONTE: ARCHDAILY

O projeto do SESC Pompéia possui influências consideráveis para meu projeto, por ser um complexo esportivo associado a uma pré existência industrial, fazendo dos galpões o seu novo uso, que é frequentado pela população. Nota-se que o sistema estrutural se comporta igual em ambas, com altos pilares que sustentam as vigas de concreto armado e as treliças de madeira, utilizando também as telhas translucidas para a melhor iluminação interna.

FONTE: VITRUVIUS

FONTE: PICSSR


4.2 PINACOTÉCA FICHA TÉCNICA: LOCALIZAÇÃO: SÃO PAULO-SP ANO: 1998 ÁREA: 10815.0M2 PROJETO DE ARQUITETURA: RAMOS DE AZEVEDO ARQUITETO DA INTERVENÇÃO: PAULO MENDES DA ROCHA FONTE: PINACOTECA.ORG

A Pinacoteca do Estado de São Paulo é um museu de artes visuais com ênfase na produção brasileira do século XIX até a contemporaneidade. Fundada em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo é o museu de arte mais antigo da cidade. Está instalada no antigo edifício do Liceu de Artes e Ofícios, projetado no final do século XIX pelo escritório do arquiteto Ramos de Azevedo, que sofreu uma ampla reforma com projeto do arquiteto Paulo Mendes da Rocha no final da década de 1990. Assim como no projeto , a Pinacoteca também teve sua construção original mantida e conservada. As fachadas também foram mantidas, assim como a alvenaria de tijolos aparentes em ambos. Na intervenção de ambos projetos o aço foi o material construtivo adotado, Seu uso foi devido a melhor adequação com o local, sua leveza e também por estabelecer uma relação interessante com o edifício preservado.

FONTE: SIMONDE

FONTE: ARCHDAILY

FONTE: ARCHDAILY

FONTE: PINTEREST

FONTE: EDITORA ABRIL


4.3 ESTAÇÃO DAS DOCAS Em 2000, o antigo porto fluvial em Belém deu lugar a um dos espaços mais representativos do Pará: a Estação das Docas. O complexo turístico é referência nacional, por oferecer, em um só lugar, opções de gastronomia, moda, lazer e eventos, com conforto e segurança. À beira da baia do Guajará, 500 metros de extensão voltados para orla comportam três armazéns, distribuídos em 32 mil metros quadrados, e um terminal para embarque e desembarque de passageiros. O armazém 1 foi batizado como Boulevard das Artes – oferta vários produtos como biojoias, roupas e artesanato regional. O armazém 2, é nomeado Boulevard da Gastronomia. E o armazém 3, como Boulevard de Feiras e Exposições. FONTE: PINACOTECA.ORG FONTE: http://www.estacaodasdocas.com.br/

A revitalização do porto contribuiu de referencia para o projeto, pois preservou e manteve a estrutura original. A estação é composta por galpões, cada um com uma finalidade, assim como no projeto de reuso da Cia Penha, onde a estrutura original foi mantida, dando a cada galpão um uso.

FICHA TÉCNICA: LOCALIZAÇÃO: BELEM-PA ANO: 2000 ÁREA: 32.000M2 PROJETO DE ARQUITETURA: PAULO CHAVES FERNANDES

FONTE: http://www.estacaodasdocas.com.br/

FONTE: http://www.estacaodasdocas.com.br/

FONTE: http://www.estacaodasdocas.com.br/

FONTE: http://www.estacaodasdocas.com.br/


4.3 BIBLIOGRAFIA LISTA DE SITES

 https://raquelrolnik.wordpress.com  http://www.sasp.arq.br/single-post/2016/09/17/RIBEIR%C3%83O-PRETORECEBER%C3%81-DEN%C3%9ANCIA-P%C3%9ABLICA-DE-VIOLA%C3%87%C3%83O-DODIREITO-%C3%80-MORADIA

 http://www.ribeiraopretoconvention.org.br/artigos/ribeirao-preto-e-regiao-um-lugar-nomundo/  http://www.archdaily.com.br/br/787997/pinacoteca-do-estado-de-sao-paulo-paulomendes-da-rocha  http://www.pinacoteca.org.br  http://www.vitruvius.com.br  http://www.estacaodasdocas.com.br/institucional/sobre/


LIVROS

 GEHL, Jan. Cidades Para Pessoas, 2010.

 MIGLIORINI, Vera Lúcia Blat. Os padrões de desempenho do uso e ocupação do solo na previsão e controle do adensamento de áreas intra-urbanas. 1997. Tese de Doutorado.

 SILVA, Adriana Capretz Borges da; ELÍSEOS, Campos. Ipiranga: memórias do antigo Barracão. Ribeirão Preto: Editora COC, 2006.


A N D

E R S O

N R M

B I M

A L I A


VIA A SE IMPLANTAR CRIADO POR UM PRODUTO EDUCACIONAL DA AUTODESK

ACESSO AO SALAO MULTIUSO

AV. BRASIL

PALCO SUPERIOR

PALCO INFERIOR

RUA BARRETOS CRIADO POR UM PRODUTO EDUCACIONAL DA AUTODESK

CRIADO POR UM PRODUTO EDUCACIONAL DA AUTODESK

ESC 1:250

N CRIADO POR UM PRODUTO EDUCACIONAL DA AUTODESK


A

CRIADO POR UM PRODUTO EDUCACIONAL DA AUTODESK

A

BANHEIRO P EVENTOS

HISTORIA DO EDIFICIO W.C

W.C

W.C CRECHE E BRINQUEDOTECA

W.C HALL

SALA DE MUSICA E CORAL w.c

w.c

PAV. SUPERIOR

VIDEO AULA E CINEMA

COPERATIVA

CRIADO POR UM PRODUTO EDUCACIONAL DA AUTODESK

B

LOCAL DE VENDA DE MERCADORIAS DA COPERATIVA

w.c

w.c

B

B

CONTABILIDADE

B

LOCAL PARA PERMANENCIA E DESCANSO COPERATIVA i:8%

COZINHA

W.C

W.C

i:8%

W.C

W.C

N A A

PAV. TERREO

PAV. SUPERIOR

ESC: 1:250

CRIADO POR UM PRODUTO EDUCACIONAL DA AUTODESK

VIDEO AULA E CINEMA

CRIADO POR UM PRODUTO EDUCACIONAL DA AUTODESK


CRIADO POR UM PRODUTO EDUCACIONAL DA AUTODESK

CRIADO POR UM PRODUTO EDUCACIONAL DA AUTODESK

CRIADO POR UM PRODUTO EDUCACIONAL DA AUTODESK

SALAO MULTIUSO

W.C E VESTIARIOS

N CRIADO POR UM PRODUTO EDUCACIONAL DA AUTODESK

ESC: 1:250


Anderson Malia TFG