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Ciclo Curitiba Mestiรงa de Oficinas projeto

Curitiba Mestiรงa LVA I S OS M RA E AN GO I A C I U T L SAN E K T T A I E N OS JAN W NE A I IN ST C I L R C DA O DR A N R I A E LIV ELIZ O DE O RC 12 MA - 20

BRO M ETE S / STO O AG


LUCIANE RAMOS SILVA 29 e 30 de Setembro Doutouranda em Artes da Cena na UNICAMP, antropóloga, professora e bailarina ( DRT: 28045) . Suas pesquisas e produções artísticas estão voltadas para as matrizes culturais da diáspora africana com enfoque nas reelaborações no mundo contemporâneo. Desde 2009 dedica-se a pesquisas que incluem campo no Senegal, Burkina Faso ( EDIT – École Internationale de Danse Irène Tassembedo) e Guiné ( workshop International Youssouf Koumbassa). É professora de dança na Sala Crisantempo e assistente de direção da Cia Abieié, dirigida por Irineu Nogueira.  Principais trabalhos: Idealizadora do Diaspóros coletivo das Artes: Império Silencioso ( solo em produção - 2012); Meu Nó - solo 2010/ Nó(s) Duo em parceria com Fernando Ferraz; Coletivo Dualidades parceria com o dançarino Sherwood Chen e o fotógrafo Pedro Matallo. Coreógrafa e educadora no projeto “Me gritaram negra”, vencedor do Prêmio Ideias Criativas, Fundação Palmares, 2009. Atua como antropóloga no Acervo África e como professora de Estudos Africanos na Facamp.

“CORPO ATENTO: África do Oeste, Diáspora Negra e os  Dilemas Contemporâneos na Dança” Vivência prático ref lexiva abordando as danças da África do Oeste, sobretudo a área mandinga, suas relações imprescindíveis com a música, aspectos históricos ligados aos períodos de independência das nações africanas, diversidades culturais e as reverberações no corpo brasileiro.

“Brasil/Áfricas: convergências” Debate direcionado por Luciane Ramos com participação dos músicos do Coletivo Diaspóros.

Jam diáspora Jam de dança – improvisação, criação e experimentação.

Exibição do documentário Kun Be Hamanah. Dir: André Ricardo. http://www.youtube.com/watch?v=DcIMLfdwLUI


DIASPÓROS COLETIVOS DAS ARTES Idealizado em 2009 por Luciane Ramos Silva, com colaborações da cantora Danielle Almeida, o coletivo pretende agregar talentos e vontades no estabelecimento de relações e trocas tendo a dança como eixo motriz e a música, a fotografia, o vídeo e as novas tecnologias como possiblidades de intercâmbios. A inspiração maior são as expressões oriundas da diáspora negra, que fecundaram , semearam e reverberam de diversas maneiras na experiência brasileira. Propomos re-significar essas inf luências, essas articulações atlânticas e integrar as linguagens tendo a perspectiva das tradições africanas e, principalmente, a modernidade diaspórica, como horizontes para a interdisciplinaridade.

Rômulo Nardes Músico, Luthier e Arquiteto, atua na área da música tradicional afro-brasileira e africana, construção de instrumentos musicais e arte educação. É membro do grupo tradicional Afoxé Ilê Omo Dada, desde 2001. Atualmente compõe a Banda Bixiga 70, Diaspóros Coletivo da Artes e o Nucleo de dança Pé de Zamba.

Alysson Bruno É músico percussionista, ogã e dançarino. Participa do grupo Gumboot Dance Brasil, da banda Aláfia, Batucada Tamarindo e Orquerstra Heartbreakers. Compõe o Coletivo Diaspóros como músico e pesquisador. Nos últimos cinco anos desenvolve trabalhos musicais percorrendo o Brasil, França, Alemanha e Reino Unido.


LUCIANE RAMOS SILVA 29 e 30 de Setembro

JANETTE SANTIAGO 22 de Setembro Dançarina e atriz. Descobriu a dança com o coreógrafo, professor e bailarino Irineu Nogueira. Traz em seu trabalho inf luências das danças de matriz africana, não só no âmbito da dança como também da antropologia teatral. Sua fonte inspiradora são os ritmos malinkê, originários da Guiné, oeste da África. Propõe uma nova abordagem do fazer e da prática de uma dança negra contemporânea brasileira resignificando movimentos tradicionais africanos. Tem como referência inf luentes mestres da dança como Augusto Omolú,Rosângela Silvestre, Alseny Soumah, Vera Passos, Clyde Morgan entre outros.

“Semeando as Plantas dos Pés” A oficina consiste na realização de 4 horas de aula na linguagem da dança afro. No primeiro momento serão trabalhados alguns ritmos africanos como djole, soko, soli, tiriba e dunumbá. O objetivo é proporcionar a investigação do movimento utilizando a música ao vivo e a imagem como estímulo, a liberdade criativa, experiências coreográficas e um reencontro com seu próprio conhecimento corporal.


“A dança no cinema e a linguagem do vídeodança”.

“A negritude curitibana: ref lexão dialógica.” CRISTIANE WOSNIAK

ELIZANDRO DALCIN

15 de Setembro

25 de Agosto

Mestra em Comunicação, Semiótica e Linguagens – UTP (linha: Cibermídia e Meios Digitais); Especialista em Artes e Dança–FAP; Graduada em Dança - bacharelado e licenciatura, pela PUC-PR; Graduada em Ciências Biológicas, pela UFPR; É bailarina e coreógrafa profissional; Coordenadora Acadêmica do Curso de Dança Moderna da UFPR; Coreógrafa residente da Téssera Companhia de Dança da UFPR; Docente do Curso de Dança da Faculdade de Artes do Paraná onde ministra as disciplinas História da Dança I e II; Como pesquisadora, é vice-líder do Grupo Interdisciplinar de Pesquisa em Artes da FAP (registrado no CNPq), onde coordena a linha de pesquisa: Arte, Sociedade e Imbricações Tecnológicas; Foi orientadora de pesquisa em Dança Contemporânea da Casa Hoffmann – Centro de Estudos do Movimento (2010-11); Foi coordenadora do Seminário de Dança do Festival de Dança de Joinville-SC (2008-2010); Organizadora e articulista da Coletânea de livros dos Seminários de Dança da Joinville-SC – pela Editora Letra Dágua: História em movimentos: registros e biografias em dança (2008); O que quer e o que pode [ess]a técnica? (2009); Algumas perguntas sobre dança e educação (2010); O avesso do avesso do corpo: a educação somática como práxis (2011); Publicou o livro: Dança, Tecnologia e Comunicação (2007); Publicou o livro: Téssera Companhia de Dança da UFPR: 30 anos (2012);

“Presença negra na sociedade e nas artes plásticas paranaense”

MARCO DE OLIVEIRA 11 de Agosto


Material de divulgação Ciclo Curitiba Mestiça de Oficinas projeto

Curitiba Mestiça LUCIANE RAMOS SILVA “CORPO ATENTO: África do Oeste, Diáspora Negra e os  Dilemas Contemporâneos na Dança” “Brasil/Áfricas: convergências” Jam diáspora: Jam de dança improvisação, criação e experimentação. Exibição do documentário Kun Be Hamanah. Dir: André Ricardo. 25 e 26 de Setembro Casa Hoffmann

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Natália Montoni Diretora de Produção Rua Emiliano Perneta, 659 - Centro Curitiba - PR 41 9740 7540 natalia@curitibamestica.com.br


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