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Feito por: Bianca Agatha Emily Skakum Pietra Cesรกrio Raissa Agenor


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Localização Cultura Moeda População Historia Curiosidades Turismo Fotos Comida Conclusão


Essa ilha está a 27°09' de latitude sul e a 109°26' de longitude oeste. Isso significa dizer que você está sobre o solo mais distante de qualquer lugar povoado do planeta, em pleno Oceano Pacífico, a 4.100 km do Taiti e a longos 3.700 km da costa da América do Sul. Ela está longe, mas não está sozinha. Com 163 km², Rapa Nui é menor que a Ilha Grande, na costa verde fluminense. A única estrada, em grande parte asfaltada, dá uma volta parcial na ilha em cerca de 46 km.


Os Moais Na Ilha de Páscoa existem 887 estátuas de pedra (moais). A construção dos moais é repleta de dúvidas e mistérios, porém os estudiosos acreditam que foram construídas em, aproximadamente, 1300 da nossa era. Alguns estudiosos acreditam que as estátuas tenham sido construídas por povos descendentes de polinésios que habitavam esta ilha no passado. Porém, existem outras explicações sobre a autoria das obras. Há também mistérios com relação a como e onde foram feitas. Existem pessoas que afirmam, sem base científica, que seriam obras feitas por seres alienígenas. Os moais são estátuas esculpidas a partir das pedras do vulcão Rano Raraku, dispostas em diversos santuários que tinham em média 5 estátuas. O maior deles, Paro, tem 23 metros e está inacabado. Os primeiros habitantes extraíam de rochas vulcânicas o material e formaram estátuas gigantes, algumas com quase 5 metros de altura, pesando cerca de 14 toneladas. Esta foi a razão para o empobrecimento da rica silvicultura. Os moradores das vilas transportavam essas rochas gigantes por toda a ilha já em 700 dC. As maiorias das estátuas sobreviventes estão alinhadas ao longo de um percurso de frente ao mar. Seus rostos e corpos são parecidos com algumas estátuas na Polinésia, mas evoluíram de forma exclusiva. O culto da estátua simbolizava o domínio e poder masculino por toda a estrutura social dos moradores; não só significando força e estatura, mas os nativos acreditavam que essas estátuas eram habitadas por um espírito sagrado. Sugere-se que as mensagens encontradas nas estátuas são diagramas que explicam como fazer cópias delas em três dimensões. Há também o grupo da cidade submersa (as mesmas pessoas que acreditam na Atlântida) que defende a teoria de que a Ilha de Páscoa seja na verdade um continente afundado. Exploração moderna com o uso do sonar provou que esta teoria é falsa. Claro que não podemos deixar de fora os viajantes espaciais. Sim, os mesmos que construíram as pirâmides no Egito deram uma parada na Ilha de Páscoa e fizeram todas as estátuas.


O Rongorongo         é o sistema de escrita dos povos da Ilha que, apesar de diversas tentativas, ainda não foi  completamente decifrado. A maioria dos especialistas em Páscoa conclui que a invenção do  rongorongo foi inspirada pelo primeiro contato dos insulares com a escrita (desembarque  espanhol de 1770). "Rongorongo" é o nome atual que os habitantes da ilha deram à escrita, que significa "recitar, declamar, cantar", na língua Rapanui. Segundo os estudiosos, esta língua seria bastante recente, surgida subitamente por volta do início do século XVIII, tendo sido usada durante dois séculos, antes de cair em desuso. Esse tipo de escrita não tem similar entre as outras ilhas do Oceano Pacífico, e apesar de sua origem supostamente recente, até hoje ela não foi decifrada. Existem alguns obstáculos que dificultam o entendimento da antiga língua Rapanui: não existem fontes abundantes desta escrita, as existentes resumindo-se a pequenos trechos deixados em 26 objetos de madeira; os símbolos antropomórficos não têm relação com algum objeto da realidade, para que possa ser comparado e entendido; e por fim, a língua original dos Rapanui que se perdeu, por conta da influência da língua taitiana entre os habitantes da ilha atualmente. A escrita Rongorongo permanece como um enorme desafio a linguistas e antropólogos ávidos para abrir mais esta janela de conhecimento oculto por trás dos textos indecifrados. Sobre o que eles tratam? O que quiseram deixar registrados? 


MOEDA: Converter Reais Brasileiros (BRL) para Pesos Chilenos (CLP) Converter Para Resultado Explicação 1 Real Brasileiro Pesos Chilenos 234,35 CLP 1 Real Brasileiro = 234,35 Pesos Chilenos em 8/4/2013 100 Reais Brasileiros Pesos Chilenos 23.435,12 CLP 100 Reais Brasileiros = 23.435,12 Pesos Chilenos em 8/4/2013 10000 Reais Brasileiros Pesos Chilenos 2.343.511,56 CLP 10.000 Reais Brasileiros = 2.343.511,56 Pesos Chilenos em 8/4/2013 1000000 Reais Brasileiros Pesos Chilenos 234.351.155,80 CLP 1.000.000 Reais Brasileiros = 234.351.155,80 Pesos Chilenos em 8/4/2013 Converter Pesos Chilenos (CLP) para Dólares Americanos (USD) Converter Para Resultado Explicação 1 Peso Chileno Dólares Americanos 0,002141 USD 1 Peso Chileno = 0,002141 Dólares Americanos em 8/4/2013 100 Pesos Chilenos Dólares Americanos 0,21409 USD 100 Pesos Chilenos = 0,21409 Dólares Americanos em 8/4/2013 10000 Pesos Chilenos Dólares Americanos 21,4093 USD 10.000 Pesos Chilenos = 21,4093 Dólares Americanos em 8/4/2013 1000000 Pesos Chilenos Dólares Americanos 2.140,93 USD 1.000.000 Pesos Chilenos = 2.140,93 Dólares Americanos


População: Sua população em 2002 era de 3 791 habitantes, 3 304 dos quais viviam na capital Hanga Roa. É famosa pelas suas enormes estátuas de pedra, faz parte da V Região de Valparaíso, pertencente ao Chile.[4] População (estimativa de 2010) 5 000 habitantes PIB Total US$ 161,781 bilhões IDH 0,783 (45.º) – elevado Tem uma População de 3.000 habitantes


O povo polinésio foi o primeiro a habitar a Ilha entre os anos 300 e 400 DC – deram-lhe o nome RAPA NUI (ILHA GRANDE) ou TE PITO O TE HENUA, o “UMBIGO DO MUNDO”. O nome atual veio porque o primeiro navegador ocidental, um holandês, chegou lá na Páscoa de 1722. Até hoje, o povo local transmite seus valores, mitos, lendas, enfim, sua história: as crianças são bilíngues, falam rapa nui e espanhol, e as escolas as preparam dentro das duas culturas. show de dança rapa nui em uma das noites, na rua principal. Outro tipo de dança e roupa, que lembram mais o estilo polinésio A Ilha passou a fazer parte do Chile em 1888. Pode-se perceber que os rapa nui, não só, não se sentem chilenos, como, sempre que podem, falam mal do Chile.A ilha se mantém por turismo, além de ter sido uma civilização à parte, muito longe do território, sem vínculo com a história chilena. Outra coisa que chama a atenção é o cuidado da população com seu patrimônio arqueológico. Se você chega muito perto de um moai (às vezes, você nem nota que é um, pois está caído ou faltando um pedaço), alguém já logo grita para que se afaste. Também recomenda-se exaustivamente que você não leve nenhuma pedrinha de lembrança, pois tudo é patrimônio arqueológico.


A Ilha de Páscoa, cujo nome é uma referência ao domingo de Páscoa de 1722, em que foi (re)descoberta por navios ocidentais, é uma das três extremidades de um triângulo imaginário formado pela Nova Zelândia e pelo Havaí, ilhas localizadas na chamada Oceania Remota. Mais do que formar uma imensa área de milhões de quilômetros quadrados, esse conjunto de territórios distantes tem em comum a mesma origem polinésia e um certo gosto por histórias intrigantes. E é ali, em Te Pito o Te Henua (no "umbigo do mundo", em língua rapa nui), que viajantes de bom gosto encontram os melhores e mais distantes mistérios de uma gente que decidiu ir longe para fincar, entre tantos outros enigmas, estátuas gigantes que parecem reverenciar seus criadores rapa nui. Não há dúvidas de que essas belas esculturas feitas com rochas vulcânicas são o cartão postal mais divulgado de Páscoa. No entanto, as opções de atrações são tão variadas quanto os questionamentos formulados sobre essa pequena ilha de quase 170 km². As descobertas vão além dos olhares distantes dos moais. A ilha é o topo de uma imensa cadeia rochosa que teria se formado há uns 3 milhões de anos e que se esconde a 3 mil metros no fundo do mar. Foi a partir de grandes explosões vulcânicas que surgiram lugares de beleza rara, em todo o mundo, como os vulcões Rano Kau e Rano Raraku.


É tanta energia concentrada em um pedaço tão pequeno de terra que até os polinésios vindos de rincões distantes escolheram aqueles lugares para seguirem seus rituais espirituais. E para apreciar esse cenário o esforço é mínimo, já que o ponto mais alto da ilha tem apenas 511 metros. Difícil mesmo é entender tanto mistério. Sob aquelas pontas rochosas que um dia foram o berço de lavas quentes se escondem outro mistério de Páscoa: as cavernas subterrâneas interligadas por escuros e largos corredores naturais formados pela passagem, há milhões de anos, daqueles trabalhos vulcânicos. A princípio, entrar em uma delas pode parecer uma idéia amalucada de algum guia irresponsável. Mas quando os primeiros metros são ultrapassados, abrem-se amplos salões de pedras com janelões naturais com uma vista única do Pacífico. A população rapa nui, que havia se multiplicado logo após a chegada dos primeiros habitantes na ilha, foi vítima de uma intensa escassez de alimentos em uma superfície com recursos limitados, dando origem a disputas internas que obrigaram muitos daqueles homens a se esconderem no interior dessas cavernas. E quem acaba ganhando nessa guerra é o visitante, que adiciona mais uma história no seu diário de bordo. A controvertida trajetória de Rapa Nui, que em língua polinésia quer dizer "ilha grande", parece ter seu início com a chegada de um grupo proveniente da Polinésia com o objetivo de colonizar novas terras. Liderada pelo rei Hotu Matu'a, aquela gente teria chegado entre os séculos 4 e 8. Sua complexidade e organização deram origem, entre tantas outras histórias, a um dos mais intrigantes mistérios da ilha: os moais .


Primeiro, eram erguidos os ahus, as gigantes plataformas cerimoniais de pedra; e logo vinham as imensas estátuas com cabeças grandes e mãos sobre o corpo que eram encomendadas como homenagens aos chefes das tribos locais ou a ancestrais transformados em divindades. Acredita-se que essas construções aconteceram em três períodos: entre os anos 800 e 1000 d.C., entre 1000 e 1200 e, logo, entre 1200 e 1600, do qual pertencem a maioria dos moais encontrados, atualmente, em toda a ilha. Mas como teriam chegado até ali aquelas imensas rochas vulcânicas talhadas de até 86 toneladas? Algumas pesquisas defendem a ideia de que eram transportadas sobre troncos que rolavam sobre o terreno irregular da ilha. Outras afirmam que estruturas feitas com pedras lisas ajudavam no transporte, assim como se movimentassem uma imensa geladeira. Mas a melhor das teorias é a que vem da tradição oral. Para ela, os moais, simplesmente, caminhavam. Só mesmo o lugar mais distante do planeta para aproximar o mundo ocidental ao mais profundo da cultura polinésia.


Idiomas - Espanhol e rapa nui DDI - 56 (Chile) Código de acesso da ilha - 32 Moeda - Peso chileno Fuso horário - A Ilha de Páscoa está a duas horas a menos do Chile e a três do Brasil (horário de Brasília). Horários - O horário comercial costuma ser das 9h às 13h e das 16h às 20h. Porém, as atrações turísticas e alguns estabelecimentos como supermercados costumam funcionar durante o dia sem interrupções. Gorjetas - As contas em bares e restaurantes não vem com os 10% de serviço incluídos. Visto e documentos - O governo chileno exige, desde 15 de setembro de 2009, que os turistas que visitarem a Ilha de Páscoa tenham um documento chamado "Cartão de Visitante Rapa Nui", controlado pelo aeroporto de Mataveri. O cartão não restringe e nem impede as visitas, só tem como objetivo ajudar os órgãos turísticos a obter informações sobre as pessoas que chegam à ilha.


A Ilha de Páscoa pertence ao Chile, de modo que brasileiros podem embarcar apenas com RG. Por outro lado, os voos que saem de Santiago em direção a Rapa Nui costumam ser considerados voos internacionais, pois fazem escala em Rapa Nui antes de seguir viagem ao Taiti. Para evitar problemas durante o check in, leve o seu passaporte com validade de, pelo menos, seis meses. Clima - No verão, os termômetros não ultrapassam os 28°, enquanto os meses de inverno oferecem um clima ameno e com temperaturas que vão de 17° a 21°. Evite chegar à ilha em maio, mês com maior número de dias chuvosos. As belezas naturais e a energia dos moais de Páscoa, certamente, renderão boas fotos até para o turista com menos intimidade com as técnicas fotográficas. Para isso, procure visitar pela manhã os atrativos que se localizam a oeste da ilha e, pela tarde, as atrações do lado leste. Vocabulário básico em rapa nui: Iorana: Oi / Tchau Manuia: Saúde (para brindes) Pehe Koe?: Como vai? Riva Riva: Muito bem. Nene: gostoso / saboroso Maururu: Obrigado Ote aha no: De nada


Rapa Nui guarda uns lugarzinhos pitorescos que pouca gente cita. Ana Kai Tengata Esta caverna fica bem pertinho do centrinho da Ilha de Páscoa, Hanga Roa. Dá até para ir à pé. De fato, há uma trilha bem sinalizada de 2:30h que passa pelas principais atrações da costa oeste, deTahai (complexo de moais e ahus) até Orongo (onde há um vilarejo Rapa Nui reconstruído e uma cratera de vulcão Há especulações de que aqui aconteciam rituais de canibalismo relacionados à cerimônia do homem-pássaro. No fim das contas, o mais legal aqui é mesmo a linda paisagem do entorno.

Papa Vaka Esse sítio de arte rupestre é o mais grandiosos de toda a Ilha de Páscoa. Não pode passar batido de quem queira praticar o turismo arqueológico Te Pito Kura – o umbigo do mundo Essas pedras são, supostamente, magnéticas. Segundo a cultura Rapa Nui, representam o centro do cosmos, do mundo, do universo


Puna Pau Aqui é o lugar de onde se extrai a rocha vermelha usada como matéria prima para fazer o pukao (o chapeuzinho dos moais)

Ana Te Pahu Ana Te Pahu é um complexo de cavernas IMENSO. Não é muito profundo e há várias “janelas” para a superfície. Em alguns pontos, o teto do túnel de pedras desmoronou e formou verdadeiros jardins subterrâneos graças a entrada de luz e chuva. Acredita-se que os povos antigos usavam essas partes para plantar ou criar animais perto de “casa”. Ana Kakenga É um mirante

Museu Antropológico


Um dos pratos mais típicos da ilha é o Tunu Ahí. Essa é a versão rapa nui do famoso curanto típico da costa chilena, uma espécie de cozido ao ar livre com peixes, mariscos e verduras preparados sobre pedras quentes e envolvidos em folhas de bananeira. Peixes como matauira e nanue são outras opções exóticas provenientes do mar que podem ser encontradas na feira artesanal de Hanga Roa. Para os menos fãs dos pratos marinhos, as opções vão de carnes porco ou de cordeiro, acompanhadas de mandioca ou batata doce, até às tradicionais massas e pizzas.


Podemos dizer que a Ilha de Páscoa é magnífica em relação a cultura,praias, moais e etc.... A peculiaridade deste lugar é que ninguém sabe da origem de sua cultura ,de sua língua e de seus moais.A Ilha ainda continuara um mistério para a humanidade.

Pesquisa Ilha de Pascoa  

Pesquisa dos alunos do 9o ano sobre a Ilha de Pascoa