Page 1

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS OESTE DA COLINA

ANDARILHO N.ยบ 32

1 DE JUNHO DE 2009


ANDARILHO Ficha Técnica Redactores: professores e alunos do AVEOC Selecção e revisão de textos: professores Margarida Macedo, Nuno Meira e Rosalinda Carvalho Arranjo Gráfico: professora Teresa Vilar Capa: professora Teresa Vilar Edição: número 32 Propriedade: Agrupamento Vertical de Escolas Oeste da Colina Data: 1 de Junho de 2009


EDITORIAL Estamos praticamente a fechar um biénio na liderança do Agrupamento de Escolas Oeste da Colina que correspondeu a um período de grande instabilidade e de mudança nas políticas educativas. No momento em que se procede a este registo, um novo ciclo se avizinha, enquadrado por um novo paradigma de administração educacional, corporizado na figura do Director de Escola. Apresentamos a candidatura à direcção do Agrupamento na convicção de que o nosso ciclo de gestão ainda não está esgotado. Bem pelo contrário! De facto, foram preparadas diversas medidas às quais se torna necessário dar seguimento numa solução de continuidade. Referimo-nos à implementação do Projecto FREI, Fidelizar Recursos para Esbater o Insucesso, no âmbito dos territórios educativos de intervenção prioritária, cujo contrato-programa foi recentemente negociado com a Administração Regional e Central. O nosso Agrupamento caracteriza-se pela heterogeneidade do seu contexto. Para fazer face a essa diversidade teremos direito a usufruir de recursos acrescidos. Sermos considerados como escola prioritária não significa que o nosso público vai mudar por esse facto. Sempre tivemos e vamos continuar a ter alunos de excelência! Aliás, definimos como um dos objectivos do Projecto FREI o acréscimo do número de alunos a integrar no Quadro de Excelência anual. Sermos escola prioritária significa, isso sim, que vamos usufruir de outros meios para fazer face às dificuldades de aprendizagem (ou outras) de alguns alunos, através do reforço do número de docentes para apoio educativo, principalmente no 1º ciclo, da contratação de professores tutores, de profissionais de psicologia e de serviço social, de um técnico de orientação e mobilidade, entre outros, de modo a que seja possível a melhoria de resultados dos alunos na avaliação interna e externa. Neste sentido, já estamos a contratar docentes para o quadro em Concurso Local, procurando seleccionar professores com uma relevante experiência profissional e que, simultaneamente, ainda se encontrem num ciclo de vida pautado pela experimentação e pelo investimento na carreira. Temos ainda, pelo facto de sermos escola prioritária, um grande poder reivindicativo ao nível da alocação de recursos físicos que é necessário saber aproveitar, no sentido da satisfação de necessidades tão antigas quanto prementes. Em suma, somos escola prioritária para fazer ainda melhor, num quadro de serviço público de educação de qualidade, em que melhoria de resultados não significa necessariamente redução do nível de exigência em matéria das aprendizagens. Virgílio Rego da Silva PCE


4


Índice Editorial ... a reflectir ............................ 6 ... a visitar ............................... 12 ... a cuidar da saúde ................ 22 ... a cuidar do património ....... 30 ... a escrever ............................34 ... a desenhar .......................... 50 ... a reciclar ............................. 56 ... a pesquisar ......................... 60 ... parlez vous français? ........... 64 ... do speak you english? .......... 68 ... semana da leitura ................ 74 ... semana da mobilidade ........ 82 ... semana cultural ................... 88 ... a brincar .............................. 102

5


...a reflectir


...a reflectir Louis Braille

2009 – Comemorações do Bicentenário do Nascimento de Louis Braille 8

Louis Braille nasceu em 4 de Janeiro de 1809 em Coupvray, no distrito de Seine-et-Marne, a cerca de 45 km de Paris, no dia 4 de Janeiro de 1809. Seu pai, homem de certo prestígio na região, era celeiro. Aos três anos o pequeno Louis brincava na oficina de trabalho do pai, quando, ao tentar perfurar um pedaço de couro com uma sovela, aproximou-a do rosto, acabando por ferir o olho esquerdo. A infecção produzida pelo acidente expandiu-se e atingiu o outro olho. O menino ficou cego. Contando com o amor e fiel apoio dos pais, Louis acostumouse logo à nova situação. Com o auxílio de uma bengala, ia à escola, onde demonstrou em pouco tempo inteligência superior aos meninos da sua idade, pois

decorava e recitava as lições que ouvia, espantando os professores com a sua inteligência brilhante. Aos sete anos foi enviado para o Instituto de Hauy, em Paris. Um encontro com Teresa von Paradise, concertista cega, foi decisivo na sua vida. Teresa idealizara um engenhoso aparelho para ler e compor ao piano, que fascinou Braille. Aprendendo música com ela, tornou-se rapidamente organista e violoncelista. Aos quinze anos foi admitido como organista da Igreja de Santa Ana, em Paris. Nessa altura seus pais já tinham morrido, assim como o seu grande amigo Hauy, director do Instituto que se transformara em seu lar. Como dedicasse grande parte do seu tempo à educação dos novos alunos, aceitaram-no como professor do Instituto. Rapaz educado e agradável era

recebido nos melhores salões da época. E foi num desses salões que Braille conheceu Alphonse Thibaud, então conselheiro comercial do governo francês. No meio duma conversa Thibaud perguntou-lhe porque não tentava criar um método que possibilitasse aos cegos não apenas ler, mas também escrever. A princípio, Braille irritou-se com a sugestão, pois achava que a tarefa devia caber aos que viam e não a ele. Reconsiderando, começou a admitir a possibilidade de realizá-la, mesmo sendo cego. Foi então que começou a trabalhar no código de Barbier. Após três anos, o jovem estudioso conseguiu o que queria: o sistema dos pontos em relevo representando letras. A ponta de uma sovela, o mesmo instrumento que lhe tirara a visão, passara a ser o seu instrumento de trabalho.


Quando for grande Uma desilusão o aguardava: dificilmente o seu sistema seria aceite. O capital empregado pelas escolas nos enormes livros para cegos não permitia que lhes fossem deixados de lado de uma hora para outra. Braille, então com vinte anos, começou a ser procurado pelos alunos do Instituto que lhe pediam lições do novo sistema. Estas aulas tinham que ser realizadas às escondidas, mas serviriam - pensava ele - para difundir o método e provar a sua funcionalidade. Braille, tentava, ao mesmo tempo, exibir o sistema nos lugares que frequentava. O máximo que conseguiu foi um ofício, no qual o governo francês agradecia a sua contribuição à Ciência. Dentre os alunos a quem ensinava música havia uma pequena cega, Teresa Von Kleinert. O seu talento ao piano era extraordinário o que animou Braille a ensinar-lhe o seu sistema de pontinhos. Em pouco tempo, Teresa tornou-se concertista de sucesso. Recebida com agrado nos salões da Europa, Teresa difundia, a cada apresentação o sistema Braille e pela primeira vez os jornais falavam no seu nome, até então desconhecido. A 28 de Março de 1852 Braille morreu, sem chegar a ver reconhecido o seu trabalho. Só dois anos após a sua morte o sistema foi reconhecido oficialmente na França, depois que Teresa se exibiu na Exposição Internacional de Paris. Ao piano, pôde mostrar ao mundo como é que um cego podia aprender a ler e a escrever. Isso tudo, graças a um sistema criado por outro cego. Grupo de Educação Especial Prof. José Carlos G. Peixoto

Após algumas décadas dedicadas à arte de ensinar, muitas vezes me questiono sobre o papel do professor no ensino. As angústias apoderaram-se de mim quando percebi que não é o professor que ensina, mas sim o aluno que constrói o seu conhecimento. Descobri, igualmente, que nessa construção, além de um bom “mestre-de-obras”, era necessário ser um bom animador de equipas e de indivíduos em processo de construção de conhecimento. Recordo os livros do Mialaret (1981) e de ter assistido a algumas das suas conferências em que referia que a função do professor é frequentemente definida e apresentada sob a forma de imagens e de metáforas. Exemplos dessas metáforas são o professor como modelo, como transmissor de conhecimentos, como técnico, como executor de rotinas, como planificador, como sujeito que toma decisões e resolve problemas, como mestre, como treinador, como guia, como supervisor, como especialista e como facilitador. Outros pedagogos ampliaram essas imagens: as metáforas do maestro, do professor como investigador na sala de aula, do professor como profissional clínico, do professor-funcionário (que acaba por influenciar as políticas de ensino), do professor-oleiro (que molda os seus alunos) e a do professor-jardineiro (que cuida do crescimento das crianças à semelhança de uma planta). A este propósito, lembro-me da letra de uma canção interpretada por Rui Veloso, onde uma professora solicita a um aluno uma redacção sobre o tema «o que eu quero ser quando for grande». Naturalmente o aluno escreveu: «Quero ser um marinheiro, sulcar o azul do mar / Vaguear de porto em porto até um dia me cansar. / Quero ser um saltimbanco, saber truques e cantigas / Ser um dos que sobe ao palco e encanta as raparigas». A docente modelo, como protótipo de forma de pensar as coisas, como endoutrinadora, exige do aluno uma nova postura. Mal impressionado e constrangido pela professora lá faz outra composição: «Quero ser um funcionário / Ser zeloso ter patrão, deitar cedo e ter horário / Ser um barquinho apagado sem prazer em navegar / Humilde e bem comportado sem fazer ondas no mar». Depois disto, que mais há a dizer… Prof. José Carlos Gonçalves Peixoto

9


...a reflectir “Uma Casa Portuguesa, Com Certeza…”

10

No início deste ano lectivo, como forma de explorar o primeiro domínio de referência em estudo, “Equipamentos e Sistemas Técnicos”, foi proposto ao grupo de alunos do curso EFA/NS o grande desafio de criar uma peça de teatro, tendo em vista a sua representação. Ao princípio, ficámos um bocadinho apreensivos com a ideia, pois a tarefa não era fácil, mas depressa agarrámos com unhas e dentes o repto lançado. Porém, o sonho nem sempre está ao nosso alcance e isto de fazer uma incursão no mundo do teatro obriga a uma abordagem formadora. Precisávamos, por isso, de uma orientação experimentada e convidámos para nos nortear o Professor José Miguel Braga que nos deu umas noções importantes da arte dramatúrgica. Traçou-nos as linhas mestras imprescindíveis e alertou-nos para resistir ao desânimo de forma a levar a bom termo esta hercúlea empreitada. Ao longo das aulas, trocámos muitas opiniões e ideias e, após vários debates, conseguimos construir o nosso guião, o qual resolvemos intitular de “Uma Casa Portuguesa… Com Certeza!”. Apesar de termos mantido a essência do tema original, foi necessário trabalhá-lo de maneira

a conseguirmos adaptá-lo à representação, pois não nos podemos esquecer: somos meros amadores. Para tal, contámos com a colaboração prestimosa do Sr. José Gonçalves, pessoa perseverante e experiente na área, que para além das suas dicas textuais nos ensinou a estar em palco e se responsabilizou pela componente técnica do espectáculo. Ao fim de muitos ensaios, algum nervosismo, umas boas gargalhadas e desenvolvimento da boa camaradagem, a tão desejada peça foi levada a cena a dezasseis de Janeiro, pensámos que de uma forma conseguida pois a reacção do

público foi extremamente positiva. Foram assim saborosos os frutos de um trabalho dedicado. Será que nasceram novos talentos? Queremos agradecer todo o apoio e paciência demonstrada pelos professores, ao longo desta aventura em que embarcámos juntos. Afinal, estamos sempre a tempo de aprender A todos, um bem hajam. Ana Maia e Mª João Pires (EFA- NS)


Jardim de Infância do Centro Escolar da Naia No dia 19 de Fevereiro de 2009, as duas salas do Jardim-de-Infância do Centro Escolar da Naia desfilaram fantasiadas de Escritores até ao Agrupamento da Escolas do Oeste da Colina. Ao vivenciarem o Carnaval, as nossas crianças inserem-se na comunidade, aprendem as suas tradições de um modo lúdico, ausente de qualquer constrangimento. Enganem-se aqueles que pensam que o Carnaval é só o desfile, as fantasias e a folia …este nosso Carnaval foi muito mais do que isso. Inserido nos projectos Curriculares de Turma “1, 2, 3, era uma vez as histórias …”, a organização do desfile, permitiu às crianças expressarem-se de uma forma livre e espontânea. Mas a organização do desfile acabou por sair para fora das salas, envolvendo toda a comunidade educativa, nomeadamente os Encarregados de Educação, ao forneceram os matérias recicláveis para a execução das fantasias, escolhidos criteriosamente pelos seus filhos, desenvolvendo assim o sentido estético e a importância de saber reutilizar. Ao realizarmos os cartazes, ao reescrever uma canção para o desfile as crianças tiveram a oportunidade de mais uma vez se aperceberem da funcionalidade do código oral e do código escrito (abordagem a leitura e a escrita), ao definirmos

regras (formação pessoal e social) trabalhou-se a educação para os valores, com o favorecimento da autonomia e independência da criança, o que implica a partilha do poder, a participação democrática no grupo, o desenvolvimento da identidade, envolvendo uma educação multi e intercultural para a cidadania. A área de formação pessoal e social “é uma área integradora do processo educativo (…) já que (...) integra todas as outras áreas pois tem a ver com a forma como a criança se relaciona consigo própria, com os outros e com o mundo (…)” (Ministério da Educação ,1997:49). O desfile incidiu sobre aspectos fundamentais do desenvolvimento da aprendizagem, englobando instrumentos fundamentais para a criança continuar a aprender ao longo do tempo, porque no Jardimde-Infância “ brinca-se” e a brincar é que se aprende. Aproveitando os fatos elaborados para o desfile de Carnaval, as docentes do préescolar juntamente com as crianças decidiram mimar e declamar, às salas todas do Centro Escolar, uma poesia alusiva ao tema os Escritores; aquelas famosas personagens “que desenham as letras nas histórias que nós lemos”. Tendo como principais objectivos reconhecer o escritor como um profissional da escrita e do conto e intervir precocemente no desenvolvimento de interesses pela escrita e pela leitura.

11


...a visitar


13


...a visitar Visita à casa da Música com o Clube de “Caixas e Bombos”

14

No dia 9 de Março fomos à Casa da Música, no Porto. Durante a última aula da manhã, por volta do meio-dia e um quarto, saímos para almoçar. Saímos cedo, porque o autocarro estava à nossa espera e tínhamos que ter algum tempo para o almoço. O autocarro chegou às 12h45 e todos os alunos já estavam perto dele. A professora Laura, com a ajuda duma lista que tinha os nomes dos inscritos, chamou por todos. Chegamos ao Porto às duas horas, e logo o grupo se dispersou, após a autorização dos professores que nos acompanhavam: uns foram à casa de banho, outros tiravam fotografias e os mais sossegados liam as revistas dos grandes espectáculos. Entretanto os professores voltaram a agrupar-nos e já tinham os bilhetes, para o Tambor das Sílabas. Entrámos num elevador muito grande, que devia ser para as pessoas dos espectáculos entrarem, porque cabiam muitas lá. Entramos numa sala com espelhos, letras e muitas cores. Tocámos com maracas com forma de fruta, caixas, tubos com diferentes sons, sinos, e partes do nosso corpo como o peito, barriga, braços, coxas e pés. Viajamos com o Comboio-Fiúúhh por quatro continentes. Este comboio era um comboio como os das festas populares. Adorei o workshop, experimenta-se música com letras, com o corpo, com cores e com outros motivos que se ligam, e que nos dão uma capacidade imensa de conseguir estar a vontade com a música, sem dizer nada, como o monitor tinha indicado. Na viagem para a escola, tiramos mais fotografias, e por fim, chegamos à escola depois de um dia muito divertido  Clara Ferreira, 8º4


15


...a visitar

16

”Cristalina a gota d’água” No dia 20 de Março, os alunos do 5º8 apresentaram a fantasia musical em um acto «Cristalina, a gota d’água», na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, no âmbito do Dia Mundial da Água. Tivemos a ajuda da professora Carla Simões, de Educação Musical, e dos professores de Área de Projecto, Vânia Araújo e Francisco Silva. A professora Maria José colaborou connosco na caracterização de algumas personagens e o senhor José Gonçalves foi importante na luz e no som. Na hora de apresentar a peça, estávamos todos muito nervosos; alguns nem tinham dormido. O barulho da entrada das no auditório ainda nos deixava mais nervosos. O clube de Caixas e Bombos fez a abertura do espectáculo. No fim de cada música cantada recebíamos aplausos e, nesses momentos, sentimo-nos cada vez mais orgulhosos do nosso trabalho. A “Cristalina” foi uma experiência muito boa que gostaríamos de voltar a repetir. Texto colectivo – 5º8


Visita à Braval No dia 11 de Março fomos visitar a Braval. Deslocámo-nos no autocarro e na carrinha da Associação Maconde. Que confortáveis nós fomos! E que belo dia! O sol brilhava tanto que parecia um dia de Verão. Chegados à Braval, ficámos admirados com tanto lixo! A senhora engenheira Isabel falou-nos dos perigos causados pelas antigas lixeiras. Ainda bem que já não existem porque actualmente o lixo vai para o aterro sanitário. Dissenos que era importante e urgente reduzir, reutilizar e reciclar o lixo que produzimos. Explicou-nos como funciona a recolha e valorização de óleos alimentares usados. O óleo alimentar usado, depois de recolhido poderá ser valorizado e transformado em biodiesel. Ainda pudemos observar como funciona o aterro sanitário. Por volta das 11h:30m lanchámos e regressámos à escola muito satisfeitos. Fizemos esta visita de estudo para aprender mais sobre a valorização e tratamento de resíduos sólidos e dar continuidade ao nosso projecto “Proteger a Natureza”. Agradecemos à Associação Maconde que gentil e gratuitamente nos forneceu o transporte. Turma 30 - Centro Escolar da Naia

17


...a visitar

Visita de estudo à Funceramix

No dia 6 de Maio, das 7,30H às 19,15H, com o objectivo de melhorar o desempenho na disciplina de Oficina de Artes Plásticas, consolidar conhecimentos técnicos e artísticos, desenvolver novas competências e contribuir para o conhecimento de possíveis saídas profissionais, realizamos uma Visita de Estudo a uma fábrica de cerâmica que trabalha em parceria com a Universidade de Aveiro. Trata-se da Funceramix. Aqui fica este pequeno álbum, um registo de um dia inestimável!

18

1 – Cá estamos nós na Funceramics, muito atentos ao mestre Adelino Laranjeira.

2 – O mestre Adelino Laranjeira explica bem!

3 – Para aprender só mesmo experimentando.

4 – todos.

Experimentamos


5 – Bem… todos quantos quisemos.

19

6 – Cá está a peça!

7 – Aprendemos também a trabalhar com moldes de gesso.

9 – Na UA mostraramnos como funciona o microscópio electrónico. 8 – O Engenheiro Paulo Sequeira mostra o resultado final.

10 – Nós, mostramo-nos interessados e atentos. Claro! Somos da Escola Frei Caetano Brandão...


...a visitar

Uma actividade sem igual

20

No passado dia nove de Março de 2009, o clube “Caixas e Bombos”, ao qual eu pertenço, realizou uma visita à Casa da Música, no Porto. Fomos fazer um workshop. Passámos uma tarde sensacional! O workshop teve início às catorze horas. Como as nossas aulas só terminavam às treze horas e quinze minutos, tivemos, é claro, de sair mais cedo, para termos tempo de almoçar. Com a comidinha já no estômago e cheios de ansiedade, entrámos na camioneta às treze horas em ponto. Ao chegar os professores foram comprar os bilhetes. Nós íamos trocando impressões sobre a Casa da Música e sobre aquilo que íamos fazer. Cada um tinha a sua opinião. Uma senhora levou-nos até ao piso -2, num elevador enorme. Dirigimo-nos a uma sala onde estavam instrumentos, tubos, letras e outras coisas a que nós nem prestámos muita atenção. Não imaginávamos que iríamos utilizar tudo aquilo. Começaram por nos apresentar uma lista de palavras que, apesar de parecerem um pouco estranhas, tinham um significado: tínhamos de fazer uma ou duas filas, tínhamos de fazer um círculo, entre outros. Fizemos

um pequeno aquecimento, passando mensagens, isto é, passando um certo ritmo feito com o corpo. Divertimonos muito. Depois informaram-nos de que íamos fazer uma viagem imaginária a vários países. No primeiro país estivemos a pronunciar algumas sílabas e cada uma tinha um gesto. É óbvio que a dificuldade ia aumentando, com a ordem das sílabas alterada cada vez mais depressa. Em África, tocámos vários instrumentos típicos desta região, a um certo ritmo. Na Indonésia, sentámo-nos todos nuns colchões que estavam à volta de uns tubos compridos. Ao bater com eles no chão produziam diferentes barulhos, de acordo com o seu tamanho. No Brasil, foram distribuídos instrumentos: algumas caixas e outros instrumentos do mesmo género e maracas feitas com fruta de plástico. Para finalizar, o grupo dividiu-se em dois e cada um ensaiou uma pequena apresentação para mostrar ao outro grupo. Foi muito engraçado. Terminado o workshop, regressámos a Braga. Chegámos à escola por volta das dezasseis horas e trinta minutos. Foi uma actividade sem igual! Catarina Isabel Sobral e Silva Nº6, 6º5


Visita ao Diário do Minho No dia 22 de Janeiro de 2009, fizemos uma visita de estudo ao jornal Diário do Minho. Esta actividade foi realizada com o objectivo de aprofundarmos os nossos conhecimentos sobre o texto jornalístico que estávamos a estudar nas aulas de Língua Portuguesa. Sobre a notícia confirmámos que os jornalistas já não respeitam a estrutura rígida da notícia que ainda aparece no manual de Língua Portuguesa. Conhecemos as diversas secções do jornal, a forma como é organizada a informação, a distribuição dos tipos de textos (notícias, entrevistas, reportagens, artigos de opinião, entre outros) pelas suas 48 páginas, as fases da sua elaboração e compreendemos a importância das fontes de informação.

Alguns alunos ficaram com vontade de um dia ser jornalistas. No final fomos desafiados a elaborar um artigo de opinião para publicação no jornal. Nas oficinas do jornal, vimos a informação a surgir numas chapas de metal como por magia e rapidamente transformar-se no jornal que todos podemos ler. Compreendemos assim a atenção e o rigor necessários à realização deste trabalho. Mariana 8º1 e Bárbara 8º2

21

A Menina do Mar Na terça-feira, dia 28 de Abril nós, alunos da EB1 de Maximinos, da turma 22 representámos a peça Menina do Mar. Esta peça realizou-se no auditório do Galécia, situado em Maximinos, às 17horas e 30 minutos. Nós fomos com as nossas professoras; Catarina, Clara e Maria José. Sentíamo-nos muito felizes, contentes e ansiosos. Os nossos familiares e os nossos amigos foram ver-nos. Houve mães que fizeram bolos e levaram sumos. Elas trabalharam muito! Estiveram sempre bem dispostas. Nós gostámos muito porque correu muito bem e todas as pessoas gostaram muito de nos ver actuar. Queríamos agradecer às nossas professoras e aos pais. Este dia foi importante para nós. Nunca nos esqueceremos deste dia. Turma 22 do 2º ano


...a cuidar da saĂşde


...a cuidar da saúde

Coração sem fumo

Cuidados a ter com o Sol

24

Para teres boa saúde é preciso teres cuidado com o Sol. Aqui tens alguns cuidados que deves seguir quando estiveres ao Sol: • Usar uma T-shirt branca; • Usar protector solar; • Evitar a exposição ao Sol entre 12:00h e as 16:00h; •Estar a maior parte do tempo à sombra, se possível; •Usar óculos de Sol e chapéu. Mas isto não quer dizer que tenhas de estar sempre à sombra porque se estiveres algum tempito ao Sol, mas protegido, o Sol vai favorecer a produção de vitamina D o que evita a má circulação sanguínea. Com estes cuidados evitas uma queimadura solar, mais conhecido por “escaldão” e podes evitar o cancro da pele.

Daniela 6º6

* Vitamina D É necessária para que o cálcio seja utilizado pelos ossos e dentes.

As pessoas que fumam dão abraços aos cigarros e os cigarros abraços ao coração. O coração fuma e, então já não envia os nutrientes que o organismo precisa para viver. Uma pessoa da minha família (o meu avô) fuma e então vai para o terraço para não prejudicar os outros. Eduardo

Coração sem fumo As pessoas que fumam não o devem fazer, pelo menos eu sei disso. Eu digo à minha mãe para ela não fumar. Ela é a única que fuma na minha família. Eu sei que nunca na vida vou fumar nem experimentar porque a minha professora diz que se experimentar fico viciada. E ela também diz que só quer os meninos viciados na leitura. Patrícia


O Nosso Projecto

Acrósticos

O Tabaco só faz mal,

nÃo dá saúde a ninguém.

O projecto da nossa sala é “Para escolher é preciso conhecer”. Ao longo do primeiro período, partindo de “Uma História de Fumaça”, escrevemos textos, fizemos pesquisas, desenhos e vimos um PowerPoint. Depois de todo este trabalho, concluímos que fumar mata, por isso nós decidimos que nunca iremos fumar nem mesmo experimentar. Mas não paramos por aqui! Queremos fazer mais e fizemos! Queremos que toda a gente saiba que o tabaco provoca doenças. Assim, resolvemos fazer calendários com mensagens antitabagismo e dramatizar “Uma História de Fumaça”. Fizemos a apresentação da peça na escola de Estrada – Ferreiros e na nossa Escola. Esperamos que muitos recebam a nossa mensagem.

Além da Boca cheirar mal,

25

Não hÁ sorrisos bonitos.

Se quiseres Crescer com saúde, tabacO não pode haver.

Helena

Tabaco faz mal à saúde, Abranda a nossa vida. Bebemos água todos os dias, Adoramos estar ao ar livre. Com fumo não há vida. Odiamos o tabaco!

Rita Caldas

Centro Escolar da Naia 3ºAno T.30

A realização e sucesso deste nosso trabalho contou com a preciosa colaboração da Empresa Gráfica do Norte (fez calendários com os nossos desenhos), da professora Bernardete (elaborou os fatos dos personagens e o cenário), da professora Patrícia (acompanhou-nos com o acordeão e facultou-nos a aparelhagem de som) e do ATL (deslocou-nos até à escola da Estrada com conforto e segurança). A todos o nosso Obrigado. Centro Escolar da Naia – 3ºAno T.30


...a cuidar da saúde Os antibióticos

26

Os antibióticos são medicamentos que se utilizam para tratar infecções provocadas por bactérias pois matam-nas ou impedem a sua reprodução. São a única forma de tratar algumas dessas doenças. Só devemos tomar um antibiótico receitado pelo médico e devem ter-se alguns cuidados como: ser respeitada a posologia (quantidade de medicamento), tomar a horas certas e com os intervalos indicados pelo médico e tomar até ao fim. O uso exagerado de antibióticos é prejudicial à saúde pois favorece o desenvolvimento de microrganismos resistentes a esses antibióticos. O primeiro antibiótico, a penicilina, foi descoberto por acaso por Alexander Fleming, que reparou que numa determinada cultura de bactérias, contaminada por uma determinada espécie de fungos, elas não se desenvolviam. Hoje em dia há centenas de antibióticos no mercado usados contra bactérias que provocam diversos tipos de doenças como, por exemplo, pneumonia, otite, meningite, tuberculose, amigdalite, gastroenterite, etc. Como a gripe é provocada por um vírus e os antibióticos não matam os vírus, não adianta nada tomálos quando estamos com gripe. Catarina Sobral 6º5 Nº6


Fórum Ambiental e Social Dar Voz às Crianças e Jovens sobre Boas Práticas e Problemas de carácter social, ambiental, de saúde e segurança, vividos no dia-a-dia pelos alunos da escola, foi o objectivo dos Fóruns de Turma promovidos durante o 2º período, pela AGENDA 21 Escolar. Esta iniciativa culminou no Fórum de 2º/3º ciclo, realizado no dia 18 de Março, durante o qual os alunos porta-voz das turmas indicaram as situações identificadas pelos colegas. Esperamos que o encaminhamento dos Problemas para os organismos competentes contribua para a sua resolução e que as Boas Práticas sejam seguidas por um número cada vez maior de alunos/famílias. Confiamos também que os alunos da escola corrijam atitudes erradas, que estão a prejudicar os colegas e a escola, de modo a que no futuro todos se sintam bem na EB 2/3 Frei Caetano Brandão. “Podemos usar, mas não estragar nem desperdiçar.”. A escola irá actuar no sentido da resolução dos problemas que lhe foram atribuídos e aos alunos, como um todo, competindo melhorar as atitudes ao nível ambiental, social, de saúde e de segurança.

Para melhorar o Ambiente devemos: Usar correctamente os ecopontos. Respeitar materiais e espaços – cortinas, cadeiras/mesas, paredes, portas, etc. Evitar ruído e “correrias” à saída e entrada das salas. Não danificar jardins e árvores. Não deitar lixo/chicletes no chão, nas cadeiras e mesas. Não usar caixotes do lixo como balizas. Não desperdiçar comida e água. Fechar bem as torneiras depois de as usar. Para melhorar a segurança devemos:

Utilizar os “ferros” de modo adequado para evitar acidentes. Não fumar no recinto da escola. Respeitar os colegas e pedir ajuda quando presenciam situações de violência. Não permitir abusos por parte de alunos mais velhos ou maiores - os alunos mais velhos não podem impedir o acesso de colegas mais novos ao campo de jogos. Não deixar as mochilas abandonadas no recreio e campo de jogos. Verificar se o cacifo fica bem fechado. Deixar as janelas das salas do rés-do-chão fechadas durante os intervalos. Os pais dos alunos devem respeitar a entrada e saída da escola, não impedindo o acesso à paragem do autocarro e ao parque de estacionamento.

Para melhorar as condições de saúde devemos: Usar as casas de banho garantindo a continuidade das condições de higiene. Na casa de banho usar só o papel higiénico necessário. Quem está doente deve ficar em casa de modo a não transmitir a doença aos colegas. Tomar pequeno-almoço e comer de 3 em 3 horas. Dormir pelo menos 9 horas por noite. Lavar as mãos antes de comer e depois de ir ao quarto de banho.

Para melhorar as condições de vida dos colegas devemos: Colaborar no sentido de respeitar e fazer cumprir as regras de escola. Respeitar e fazer respeitar todos os colegas. Respeitar todos os funcionários e professores. Informar o CE quando há problemas graves com colegas. A Associação de Estudantes deve organizar atempadamente as iniciativas e divulgar junto dos colegas. A Associação de Estudantes não deve vender produtos prejudiciais à saúde (doces e gomas).

27


...a cuidar da saúde Agenda 21 Escolar vista por dentro

No dia dezoito de Março, uma colega minha e eu fomos representar a nossa turma num Fórum Ambiental e Social, da Agenda 21 Escolar. Nesse Fórum discutimos problemas a nível ambiental e social, de saúde e de segurança existentes na escola. A professora Teresa Barbosa começou por nos relembrar os objectivos daquele encontro. Em seguida a professora Margarida Macedo explicou-nos a origem da palavra Fórum. Antes de começarmos a expor as nossas ideias, foi-nos distribuído um pequeno livrinho, para anotarmos o que os alunos das outras turmas diziam. Começámos então a debater sobre os assuntos que mais prejudicavam a escola. As ideias dos alunos iam sendo registadas pelas professoras lá presentes. Cada par, alternadamente, apresentava as questões que a turma tinha considerado mais importantes, e que tinham sido seleccionadas numa aula. No final de todos termos exposto os problemas da escola, as professoras propuseram-nos uma pequena apresentação à turma do que naquela tarde se tinha passado. As conclusões deste Fórum serão apresentadas ao Conselho Executivo. Gostei muito de participar neste Fórum! Catarina Sobral 6º5 Nº6

28


29


... a cuidar do patrim贸nio


...a cuidar do património Afinal havia pedra

32

Olá amigos, lembram-se de vos termos feito, no número anterior, uma pergunta sobre: «Onde se encontra em Braga, uma pedra vinda do Coliseu de Roma?». Pois bem, nós andámos a pesquisar e já temos uma resposta para vos dar. Para obtermos informações enviámos uma carta para o Dr. Armandino Cunha, arqueólogo da Câmara Municipal de Braga, a ver se nos podia receber e responder às questões: «Essa pedra existe?» «Em que ano veio para Braga?» «Onde está?». O Dr. Armandino fez o favor de nos receber e então, numa quarta-feira de Janeiro, lá fomos nós, a pé, à Câmara, onde fomos muito bem recebidos. Antes de satisfazer a nossa curiosidade sobre «A Pedra», o Dr. Armandino deunos «uma aula» sobre arqueologia: mostrou-nos vestígios arqueológicos de cerâmica, fotografias das explorações que se têm feito em Braga; projectou imagens sobre a localização das muralhas Romana e Medieval da cidade… só depois se referiu à «dita cuja». Ficámos então a saber que a Pedra está em Braga, no Estádio 1º de Maio e que foi oferecida pelo governo de Roma no ano de 1950, aquando da inauguração, em homenagem à semelhança que este tem com os Teatros Romanos na sua forma de arena e todo em granito. O Dr. Armandino disse-nos saber que esta terá sido a última pedra que saiu do Coliseu. (e ainda bem, dizemos nós, se não qualquer dia, quem fosse a Roma, não tinha Coliseu para ver…). A ida à Câmara foi muito interessante e ficaríamos lá mais tempo, não fosse uma das nossas colegas, de tão quentinho, de tão abafado, que lá estava, desmaiar… foi só o susto, ficou logo tudo bem. Já em Fevereiro lá fomos nós, desta vez de autocarro, ver a cores e ao vivo, a dita Pedra. Ficámos um bocadinho decepcionados: lá está, junto à Torre do Estádio, mas sem a dignidade que merece, está encostada a um pilar de pedra, não tem qualquer placa

identificativa e, uma corrente de ferro que faz a vedação do Estádio, liberta ferrugem que está a marcar uma linha sobre a Pedra. Fiquem com as fotografias que tirámos, passem palavra, pode ser que alguém tome a seu cuidado um melhor tratamento, porque afinal é só uma pedra, mas há pedras e Pedras… O Clube dos Amigos do Património


33


... a escrever


...a escrever

A Menina do Mar 36

Esta história passa-se na praia. A história fala de um menino que gostava de brincar nas rochas. As personagens principais são o menino, o polvo, o peixe, o caranguejo e a menina do mar. Certo dia apareceu um polvo, um caranguejo, um peixe e uma menina do mar. O polvo punha a mesa, o caranguejo fazia a comida, o peixe não fazia nada porque não tinha braços e a menina do mar brincava com o peixe. O menino cada dia dava-lhe uma coisa da terra. Mas certo dia a menina do mar não apareceu, mas apareceu uma gaivota que trazia uma bebida que o fazia respirar debaixo de água como os peixes e fora de água como os humanos. Esta história foi muito bonita. Nós gostamos desta história, foi gira gostávamos de a ver mais vezes. Luís 2º ano - Eb1 de Gondizalves


A menina do Mar

A menina do Mar

Era uma vez um menino que morava ao pé da praia, numa casa com sete janelas e uma vedação verde. Todos os dias, pela manhã, o menino brincava no mar até a maré subir. Uma noite, veio uma tempestade e ele meteu-se em casa, cheio de medo, até adormecer. Na manhã seguinte estava tudo calmo! Voltou à praia e, de repente, ouviu gargalhadas. Nisto, apareceu um polvo, um caranguejo, um peixe e uma menina. Brincaram, cantaram e dançaram na praia! O menino via-os escondido. Todas as manhãs eles voltavam, até que o menino resolveu aparecer e falar com a menina. A menina ficou com medo, tinha receio que ele a fritasse, mas logo ficaram amigos. Todos os dias ele dava à menina coisas da terra. Ela adorava os presentes! Um dia, o menino combinou mostrar a terra à menina. Mas, a Raia soube pelos búzios e proibiu-a de ir ver a terra. A menina nunca mais foi à praia e o menino andava muito triste. Certo dia, apareceu uma gaivota que trouxe no bico uma poção mágica, enviada pela menina do mar. O rapaz bebeu-a toda e transformou-se num menino do mar. Foi ter com os amigos e a menina e todos festejaram felizes!

Esta história começa com uma casa branca nas dunas, voltada para o mar: tinha sete janelas, uma porta e uma varanda de madeira pintada de verde. Nessa casa morava um menino que ia todos os dias brincar para a praia. Certo dia o menino estava sentado no rochedo da praia e de súbito ouviu uns risos. Assustado escondeu-se atrás do rochedo onde estava sentado. Espreitando por trás do rochedo, viu que era uma Menina muito pequenina, um peixe, um caranguejo e um polvo. Vieram os quatro brincar para a praia; de repente o menino saltou para cima da Menina do Mar. A Menina do Mar assustada gritou por ajuda. O menino disse que só queria conversar com ela. Ela pediu-lhe para lhe trazer uma coisa da terra. O menino trouxe-lhe uma rosa, uma caixa de fósforos e vinho. A Menina do Mar adorou. Certo dia, o menino perguntou à Menina do Mar, se queria ir visitar a terra com ele. No dia seguinte o menino apareceu na praia, com o regador. A Menina e os seus amigos apareceram tristes. Disseram que a raia não a deixava ir, por isso mandou os polvos esconderem-se atrás dos rochedos e a Menina saiu a chorar. O menino bebeu um pó mágico que uma gaivota um pó mágico que uma gaivota trouxe no bico, e foi ter com a Menina, ao fundo do mar.

Turma 4 – 1º Ano – EB1 de Gondizalves

Turma 5 – 3º e 4º Anos – EB1 de Gondizalves

37


...a escrever Era uma vez uma colina. Uma colina pintada de verde, luminosa e com sons de arvoredo. Esta colina, por rebeldia, não queria perder as suas cores. Então, ao cair da noite, a colina virava-se para a lua, Contemplava o luar e corria ao seu encontro. Vestia-se de prateado, alimentava-se de luz E ficava ainda mais brilhante e colorida.

A amizade 38

Amigos, amigos, amigos... Há amigos e amigos! Há amigos em quem podemos confiar de verdade, amigos sinceros, amigos que estão connosco nos bons e nos maus momentos. Mas também há amigos em quem pensamos que podemos confiar, que só estão presentes nos momentos de alegria, e que nos momentos em que nós precisamos não estão connosco para nos ajudar! Será que podemos chamar-lhes “amigos”? Amigos são aqueles que partilham a felicidade e a tristeza connosco. Amigos são aqueles que choram connosco e que não nos deixam sofrer sozinhos. Amigos são aqueles que nos põem um sorriso quando estamos mal. Amigos são aqueles em quem podemos confiar. Amigos são aqueles que nos compreendem. Amigos são aqueles que ficam felizes por nós! Amizade é ter saudade, amizade é amar, amizade é um sentimento que para além de essencial, é mágico! Cristiana 8º4 nº5

Assim era esta colina, Por rebeldia, de verde se fazia prateada, Da noite fazia luz e, por rebeldia, Agitava a copa das suas árvores, Como se fossem longos cabelos perfumados! in www.colinadascores.blogspot.com


Dia do Pai Palavra muito preciosa”pai” Adora-me como eu o adoro Indica-me os bons caminhos. A família não existiria sem ele Mais, ele não pode fazer O seu riso me impressiona Reage com as minhas alegrias Ou se faço asneiras Se ele não existisse o que seria de mim O pai é muito importante. Daniela 5º1

39


... a escrever Dinheiro não traz felicidade?? Bem... ...então...

A cor dos sonhos A propósito da história de amor entre o Gato Malhado e a Andorinha Sinhá !!

Se eu fosse o Gato Malhado Não fazia mal aos outros, Era sociável e amigo, Gentil e animado.

40

O dinheiro não traz a felicidade... O dinheiro não é uma estrada para a felicidade; o amor, a amizade é que nos fazem felizes e não umas simples rodinhas de metal e umas folhas pequenas e grandes que nos enchem a carteira. Para algumas pessoas o dinheiro é um mundo, para mim não é verdade!

Se eu fosse o Gato Malhado Procurava ser feliz, Ter bons sentimentos E viver alegre. Luís e Rui, 8.º1

__________

Joana Duhamel - 5º8

Se eu fosse uma andorinha Voava pelos jardins coloridos Sentia os cheiros da Primavera Os raios de sol que acariciavam O meu corpo frágil E o vento que soprava No meu rosto Sentia a magia da Primavera Entrar no meu coração Cheirava as mais belas flores Saboreava os mais belos frutos. Eva e Rita, 8º2

___________


Se eu fosse o tempo Encurtava os dias de sofrimento E alongava os momentos felicidade

de

Se eu fosse o tempo Tornava cada momento único, Voava até ao infinito Procurava a alegria eterna para todos Se eu fosse o tempo Coloria cada vida de inesquecíveis memórias Pintava cada coração Com traços marcantes de glória de viver.

Se eu fosse a noite Beijava os teus olhos e velava o teu sono. Levava-te à lua com um beijo de carinho. Pois, se eu fosse tudo...Seria muito pouco. Porque a noite é uma História de Princesas Que acaba à meia-noite com um final feliz... Nem tudo acaba como nos contos de fadas, Sem uma lágrima no fim Para marcar o começo de uma nova história. Carina e Carina Sofia, 8º2

Bruno e Nelson, 8º1

_____________

__________________ 41

Se eu fosse a manhã dormia sempre à beira do sol. Adormecia com a claridade das estrelas. As nuvens seriam as minhas macias almofadas. Conversava com a lua. Contava-lhe os meus sonhos, desejos e paixões. Vencia o mundo com o meu sorriso. Acalmava o vento para que ficasse sossegado. Márcia e Joana, 8º1

______________

Se eu fosse um pássaro, Voava nos braços do meu amor Sem dor nem rancor. Se eu fosse um pássaro, Tinha um coração Que amava e sobretudo perdoava. Se eu fosse um pássaro, Voava pelas montanhas Todas as manhãs. Se eu fosse um pássaro, Não perdia tempo E voava como o vento. Adriana e Marta, 8º2

_________


... a escrever A luz da esperança

42

Confusões criam-se na minha cabeça, Esta anda à roda sem saber o que fazer. Será que está a fazer o bem? Será que está a fazer o mal? Cada vez mais confusa fica, Mais à roda ela anda. De repente, cai uma lágrima, Nasce uma esperança, Uma luz ao fundo de um longo túnel, Uma luz pequena, mas suficiente para me levantar. É uma mão, Uma mão amiga. Nas linhas dessa mão eu vejo a saída Para um novo caminho, Um caminho alegre, vivo, cheio de amor. Levanto-me e sigo essa mão Sem nunca duvidar para onde Ela me leva! Ana Pinto, 8º3, nº2

Mar O mar é Uma cama transparente. Uma cama é um sonho bom. Um sonho é Uma fantasia enorme. Uma fantasia é Um invento grande. Um invento é Uma canção do pensamento. Uma canção é Um sonho que canta. Um sonho é O mar que acalma. O mar é Uma cama transparente. Kateryna Kasyanenko Nº13, 8º4


Mar As ondas, a areia, tudo é bonito. As gaivotas a voar, a planar, O céu azul sereno e infinito, O reflexo no grande e lindo mar.

Reinam peixes e algas coloridos Na puríssima harmonia marinha; No oceano das águas cristalinas, Grandes e pequenos como a sardinha.

Mas nem tudo no mar é perfeição, Pois as suas correntes homicidas Dilaceram aqueles que as enfrentam, Então, em terra, saudades feridas…

43

Tiago Rodrigues, nº26 – 8º4

Meu Mundo Tenho um mundo, em que faço o que tenho que fazer, sem um único “senão”. Tenho um mundo, em que rio quando quero rir. Tenho um mundo que não dá vontade de querer desistir. Tenho um mundo onde sinto o sangue a correr-me nas veias. Sangue que não pára, veias que me percorrem corpo e alma. Tenho um mundo em que me refugio quando as lágrimas me acorrentam a cara e escurecem o sorriso. Eu tenho um mundo, um mundo invisível, um mundo que ninguém compreende. Como que, um meu mundo no espelho, onde as coisas têm outra forma. O MEU MUNDO, em que eu entro quando quero ou quando preciso, mas de onde saio quando sou obrigada. Filipa Miguel


... a escrever O segredo…

44

Era uma vez um reino muito, muito longe… que ficava ali ao virar da esquina! Nesse reino viviam o rei e a rainha, um príncipe e uma princesa, donzelas e donzelos, aios e aias, duendos e duendas, duas fadas, um dragão e por fim um ogre. No reino “tudo de bom, melhor é impossível”, o rei e a rainha eram um casal fora do normal. Quando se conheceram foi amor a terceira vista, o rei com o seu metro e cinquenta de altura e a rainha com o seu metro e oitenta amavam-se muito. Desta união nasceu um príncipe e uma princesa. A rainha que tinha muito bom gosto decidiu chamar a princesa de FRANCUINA e ao príncipe de ZEFERINO. Eram uma família feliz mas escondiam um segredo terrivelmente terrível, por isso mesmo Dragoneu, o dragão do reino, era considerado um génio porque para ele 1+1 era igual a 11! Dragoneu não dispensava a ajuda do seu fiel amigo Visão Dupla, o ogre do reino. Visão Dupla não era um ogre de cor verde mas sim de cor amarela, mas tão amarela, tão amarela que quando passavam por ele as pessoas até abrandavam! Estes dois amigos já andavam há séculos a tentar descobrir o que ainda não tinha sido descoberto, mas brevemente tudo iria mudar! As duas fadas madrinhas a Dolce & a Gabana tudo faziam para proteger os príncipes. Quando finalmente chegou o feriado real toda a gente se vestia chiquemente para a grande festa na discoteca mais badalada do reino. Na discoteca “Missão Impossível” a música era posta pelos DJ Duendos, Dj Guetta e Dj Sinclar – eles eram responsáveis pela animação da hiper-mega-festa. Às 23horas em ponto, nem mais um segundo, chegou a família real e foram directamente para a zona V.I.P.. Todos os convidados chiquerriamente vestidos, tentavam pôr os príncipes a dançar o 1, 2, 3, cha-cha-cha! Mas a missão tornava-se impossível, eles não saíam do lugar e estavam tristemente tristes e todos tentavam adivinhar o porquê de tanta tristeza. Às 23h45 Dragoneu e Visão Dupla chegam a discoteca começando logo a dançar e a cantar o “mamamia” e até os confundiram com os ABBA! Nisto, ao passarem pela zona V.I.P. fez-se luz ao olharem para os príncipes e gritaram: — Eureka! Vou revelar o vosso segredo! E assim o fizeram… toda a gente ficou espantada, admirada, chocada e abalada com a revelação do segredo. O que se sabe sobre o reino de “tudo de bom, melhor é impossível” são as notícias que lemos no site “fofocas do reino”. Todos estão mais felizes do que nunca!!! Ah! É verdade… já me esquecia. O segredo da princesa é o seguinte: ela tinha tantos pêlos que até a barba desfazia! O segredo do príncipe era que só tinha um dente e nunca sorria! Mas felizmente tudo se resolveu com a ajuda de uma boa esteticista e um bom dentista. Com paz e amor se vive no reino mais V.I.P da Imagilándia. Daniel Magalhães, 5º6


O Quadro Lá ao longe, mesmo ao longe, avistava-se uma linda e bela paisagem. Gaivotas esvoaçavam pelo mais belo e pálido céu azul e o sol brilhava mais do que as estrelas da noite. Os campos transbordavam de ervas verdes e frescas e as crianças saltavam e pulavam de alegria. As flores dos jardins cheiravam a mel e a canela com as suas belas pétalas cor de carmim, encantando tudo e todos. Os rios cheios de água límpida e cristalina refrescavam as plantas, dando-lhes um ar húmido, calmo e sereno. Mais distantes estavam as montanhas, cheias de enormes árvores que levemente abanavam com a brisa suave do vento. O quadro estava perfeito e harmonioso e todos sentiam a felicidade e a partilha.

Sofia nº24, 8º4

45


... a escrever Textos cor de rosa

Aprendendo ... aplicando metáforas e comparações

46

O amor é a vida O amor é liberdade O amor é dedicação aos outros É um beijo É um gesto suave O amor é ausência É sentir saudade O amor não se explica Sente-se O amor Também é ódio Raiva Mágoa Infelicidade

O que é o amor? O amor é um sentimento bom, Mas difícil de perceber. É inexplicável. O amor é magia! O amor é lindo! É tão lindo como o teu sorriso…

Isabel, 8º2

Acredito numa vida a dois. Diz-me que tenho um lugar no teu coração, Confessa-me o teu afecto. Tu és tudo aquilo que eu sonhei! Tu és a minha estrela. Até quando brilharás para mim?

Sem ti sofro, fico triste… Quando estou só, o silêncio traz-me a tua voz. Sinto o teu beijo, o teu perfume. Sinto a saudade e tenho ciúme da tua ausência. Vivo a tempestade da tua falta, Mas deixo a esperança crescer em mim.

Eva e Carina, 8º2


O Principezinho de Antoine de Saint-Exupéry Retrato do principezinho

O principezinho veio do asteróide B 612. Era um menino que estava sempre a rir, usava um longo cachecol e tinha o cabelo loiro esvoaçando ao vento. A sua fina gargalhada chamava a atenção e dava nas vistas o seu ar sério de adulto. Entre ele e qualquer menino havia tudo em comum, com excepção do vocabulário e dos seus modos de falar de pessoa ajuizada, facto pouco vulgar. Isto fazia dele uma criatura especial, para além do caso de provir de outro planeta onde vivera sozinho quase toda a infância. Revelou a faceta de aventureiro e curiosidade ao partir para outros planetas e conhecer novas pessoas. Também mostrou o lado sensível, sonhador e criativo de acordo com a sua mentalidade de criança. Por vezes parecia aéreo, pois colocava muitas questões e não dava tempo para obter as respostas que procurava, a seguir a uma pergunta formulava logo outra. Também nunca respondia quando se fazia uma pergunta. Demonstrou, então, ser um rapaz persistente devido ao facto de conseguir levar a cabo todos os objectivos a que se propôs, até os de menor importância. Enfim, foi feliz à sua maneira, os pequenos desejos concretizados proporcionaram-lhe momentos de bemestar. João Roriz, nº12 , Liliana Ferreira, nº14, Nair Rios, nº16, 9.º1

47


Um desenlace diferente para a obra O Principezinho de Antoine de Saint – Exupéry Um novo capítulo XXVII

48

Estava o principezinho na viagem de regresso ao seu asteróide, quando se deparou com uma situação que nunca esperaria presenciar: apercebeu-se que se tinha esquecido de prender a ovelha e não colocara a redoma de vidro na flor. A ovelha estava prestes a comê-la e logo o principezinho tentou acautelar que tal acontecesse, mas não conseguiu evitar que parte da flor fosse danificada. A ovelha, quase como partida do destino, ficou com um espinho na sua garganta e teve uma morte lenta e sofrida. O principezinho ficou desolado e passou a viver infeliz, mas com um objectivo na vida, cuidar da sua querida rosa. Tinham-se acabado as viagens e todo o divertimento na sua vida havia desaparecido. Ao longo do tempo, o principezinho, com um grande arrependimento pelo seu descuido, foi depositando todo o amor e carinho na amada e ela mostrava melhorias, apesar de não conseguir regenerar a parte lesada pela ovelha. Numa noite estrelada, estava o principezinho junto ao seu vulcão a matutar no desastre que tinha acontecido à sua flor, quando viu uma estrela cadente a passar. Decididamente formulou um desejo, que a sua amada flor recuperasse totalmente. Na noite seguinte, o inexplicável aconteceu, a mesma estrela que o principezinho tinha visto na noite anterior apareceu novamente e espalhou uma espécie de pó mágico sobre a flor e recomendou ao principezinho para continuar a cuidar dela. E foi o que ele fez, persistiu no tratamento e ela foi-se regenerando rapidamente. Passados poucos dias, a flor recuperou totalmente, graças ao amor e carinho depositados pelo principezinho e, claro está, com a ajuda da estrela.

Ficou provado que o amor leva a que o impossível aconteça. O principezinho nunca mais se descuidou, tendo recuperado a vontade de viver ao lado da sua rosa vermelha. Carlos, nº5, José Pedro, nº13, Ricardo, nº19 - 9º1


Uma carta para a rosa do Principezinho de Antoine de Saint-Éxupéry

Deserto do Sara, 22 de Outubro de 1935 Querida Flor, As minhas saudades por ti são imensas. Passaram nove meses e eu sinto imenso a tua falta, não consigo olhar para outras flores, pois lembro-me logo dos lindos momentos que passámos juntos. Sinto mesmo muito a tua falta, necessidade de te proteger e de te ver, mas sobretudo do teu perfume. Agora descobri como gosto de olhar para ti, serena, só com quatro espinhos insignificantes a rodear-te e a defender-te de tudo. Parti para conhecer outros mundos. Naquele momento em que não consegui suportar os teus caprichos, no momento em que disseste aquela frase “ Não fiques para aqui a empatar, que me irritas! Não resolveste ir-te embora? Pois então vai!”, frase que me magoou, mas que agora não tem importância. Afinal, o tempo cura as nossas mágoas. Durante esta longa viagem, conheci seis asteróides, todos com a sua magia e lição de vida. Mas o último planeta em que estive, e do qual te estou a escrever esta carta, foi o mais bonito, a Terra. Conheci um homem simpático e contei-lhe todas as minhas experiências. Neste enorme planeta, vi milhares de flores parecidas contigo e foi mesmo aqui que me apercebi do teu valor para mim. Tu és única. No próximo mês, apanharei uma estrela que me levará ao nosso belo asteróide B 612. Espero que estejas à minha espera. Olha, não resisti e escrevi um poema simples que transmite o quanto te adoro. Separado de ti, Compreendi o quanto és importante, Este sentimento que trago dentro de mim, É simplesmente GIGANTE. O teu principezinho,

Hugo, nº12, Pedro, nº18, Sérgio, nº20 - 9º1

49


...a desenhar


...a desenhar

52


53


...a desenhar

Caricaturas digitais

54

Na sociedade em que vivemos, a escola tem sofrido uma profunda alteração metodológica, passando as TIC a assumir um papel cada vez mais relevante na Educação. A Turma 6º6 está integrada na Equipa CRIE (Computadores, Redes e Internet nas Escolas) que tem como pressuposto a utilização individual do computador como instrumento pedagógico por docentes e alunos. Neste contexto, os alunos descobriram que mesmo sem saber desenhar é possível criar verdadeiras caricaturas a partir de fotografias. Apenas é necessário dominar o rato do computador e com poucos cliques distorcer a imagem. Utilizando uma pequena ferramenta informática, deformaram a própria fotografia até se obter o efeito desejado e gravar o resultado. O passo seguinte foi a impressão, em escala de cinzas e baixa qualidade. As tecnologias ficaram por aqui, a cor foi aplicada de uma forma artesanal. Observem estas óptimas caricaturas que enfatizam exageradamente certas características dos alunos na tentativa de se obterem efeitos cómicos e inesperados. Turma: 6º6


55


... a reciclar


... a reciclar Olimpíadas do Ambiente ESTAMOS DE PARABÉNS! As Olimpíadas do Ambiente são um desafio de âmbito nacional proposto aos alunos do 7º ao 12º ano de escolaridade. Integram duas categorias, a Júnior e a Sénior. Mais uma vez a nossa escola concorreu, na categoria correspondente grau académico dos seus alunos – a categoria júnior. Entre os 29484 alunos que concorreram a nível nacional, repartidos por 479 escolas, apenas 46 conseguiram ultrapassar duas eliminatórias e alcançar o ambicionado lugar na Final Nacional. O João Luís Santos, da turma 9º 2, foi um deles. Nos dias 1, 2 e 3 de Maio, no Porto, a Escola Básica 2,3 Frei Caetano Brandão estará representada pelo João Luís, que certamente, mostrará o seu melhor, demonstrando todo o seu interesse e preocupação pelo AMBIENTE. PARABÉNS e BOA SORTE! O Grupo Disciplinar de Ciências Naturais

58


Reduzir, Reutilizar e Reciclar Ao fazer o trabalho da Páscoa pensámos em dar o nosso contributo na protecção da Natureza. Reutilizámos materiais: garrafas de água e de óleo e sobras de papel de embrulho. Com estes materiais e alguma habilidade o resultado foi magnífico! As nossas cestas ficaram muito bonitas! Turma 30 - Centro Escolar da Naia

59


... a pesquisar


... a pesquisar XXVII Olimpíadas Matemática

Portuguesas

de

As XXVII Olimpíadas Portuguesas de Matemática realizaram-se a 12 de Novembro de 2008.

62

Depois de previamente seleccionados na sala de aula foram apurados 58 alunos: - Pré-Olimpíadas (7.º ano) -29 alunos. - Categoria A: 8.º e 9.º anos -29 alunos. A actividade consta de problemas de matemática de nível relativamente elevado que os alunos têm de resolver sem recurso a máquina de calcular. Na categoria das Pré-Olimpíadas (7.º ano) que apenas tem uma eliminatória venceram: 1.º Margarida Abranches, n.º 18, 7.º2 2.º João Pedro Reis, n.º10, 7.º4 3.º André Lopes , n.º6, 7.º1 4.º Pedro Cabugueira, n.º25, 7.º2 5.ºDavid Vaz, n.º10 ,7.º1 Afonso Santos, n.º1 ,7.º2 Júlio Campos, n.º17, 7.º2 Sara Maria Fernandes, n.º28, 7.º2 Miguel Pinto, n.º18, 7.º4 Carlos Silva, n.º 4, 7.º4 Marta Marques, n.º18, 7.º5 Tiago Veloso, n.º 23, 7.º5 A estes alunos foram atribuídos os respectivos diplomas previamente enviados pela SPM- Sociedade Portuguesa de Matemática, assinados pelo presidente da SPM, pelo presidente do Conselho Executivo e pelo subcoordenador do grupo de matemática do 3.ºciclo. Na categoria A ( 8.º e 9.º anos ) os dois melhor classificados foram: 1.º Carlos Humberto Pires, n.º5, 9.º1 2.º Israel Machado, n.º13, 8.º3 A 2.ª eliminatória ocorreu no dia 14 de Janeiro e apenas participou o 1.º classificado tal como impõe o regulamento.


Campeonato SuperTMatik Neste Campeonato participaram: Quatro alunos do sétimo ano. O vencedor foi o aluno: Lean David Arroyo Sánchez, do 7º5; Dois alunos do oitavo ano. O aluno vencedor foi: João Paulo Dias Oliveira, do 8º3; Três alunos do nono ano. O vencedor foi: Bruno Aguiar da Cunha, do 9º3. O campeonato decorreu num ambiente agradável, próprio de uma competição. A procura dos primeiros lugares foi renhida. É um campeonato que além de consolidar conhecimentos adquiridos, em particular do cálculo e da prioridade operatória, obriga a uma destreza e rapidez que nem sempre em contexto de sala de aula se pode verificar. Os resultados deste concurso foram enviados no dia 30 de Março de 2009 para dep.cultural@ eudactica.com. A fase seguinte é uma competição internacional. António Carlindo Vieira de Carvalho (Subcoordenador do Grupo de Matemática do 3.º ciclo)

63


... parlez vous franรงais


รง รง


... parlez vous français Chanter c’est chouette Le 18 mars, nous avons participé à la 12e édition de Karaoke de musique française, organisé par les professeurs de Français de l ‘Université du Minho. Nous avons chanté la chanson Petite Demoiselle d’Art Sullivan. C’est une chanson déjà ancienne qui a fait beaucoup de succès dans les années 70 mais qui est toujours très agréable. Voici le texte pour que vous puissiez la chanter aussi. Petite Demoiselle (1975) C’est dimanche et je la voie, elle descend son escalier, Et moi seul, abandonné, j’aimerais tant lui parler, Parler la pluie du vent, de ces beaux yeux d’enfant, Hello, hello, petite demoiselle, Hello, hello, c’est une idée rebelle, Il faudra bien qu’un jour, je te parle d’amour 66

Hello, hello, petite demoiselle, Hello, hello, j’attends que tu m’apelles, Ne fermes pas ton coeur, a ma grande douleur C’est dimanche et je la voie, elle descend son escalier, Dans mon coeur désamparé, vibre le besoin d’aimer, D’aimer c’était belle enfant, et ses cheveux d’argent Hello, hello, petite demoiselle, Hello, hello, c’est une idée rebelle, Sur toi mon coeur se branche, en ce triste dimanche, Hello, hello, petite demoiselle, Hello, hello, j’attends que tu m’apelles, Il faudra bien qu’un jour, je te parle d’amour Hello, hello, petite demoiselle, Hello, hello, c’est une idée rebelle... Bárbara, Carina, Eva, Filipa, Marta e Ricardo 8º2


67


... do you speak english


... do you speak english Diamond poems Stars By Rute 8º3

Stars white, bright shinning, falling, inspiring The moonlight completes the sky. Stars on stars!

Love

Music

By Ana & Kateryna 8º4

Life brilliant, free being born, growing up, dying Life is beautiful. Peace

Music light, heavy pleasing, living, singing music is our life Sound

Football

Sea

By Vitor and Hugo

By Cristiana & Carla

8º2

8º4

Love Natural, insolent Wishing, crying, loving Love is all you need Passion

Football big, spectacular playing, listening, watching Football is the best sport in the world Goal!!!

Sea infinite, inspirer adoring, dreaming, admiring The sea is a beautiful world. Water

Happiness

By Sofia & Marta 8º4

By Israel 8º3

70

Life

By Ana Filipa 8º2

By Ana Braga 8º2

Happiness beautiful, unique smiling, playing, singing Happiness is fantastic. Love

Sun

Sun yellow, bright relaxing, parching, dreaming The sun is life. Beauty

Silence

By Catarina & Leandra 8º3

Silence hopeless, painful crying, thinking, wondering A sad person cries. Quiet


71


... do you speak english Atirando Panquecas

72

O Pancake Day é uma comemoração britânica da Terça-feira Gorda, dia 29 de Fevereiro, mas na EB 2,3 de Frei Caetano Brandão comemorou-se no dia 20 porque… as férias estavam à porta! Segundo a tradição anglo-saxónica, os cristãos ouviam tocar o “Pancake bell” (Sino da Panqueca) e iam confessar-se. Chamavam-lhe assim porque como era necessário gastar os ovos e as gorduras antes de começar o jejum da quaresma, as pessoas começaram a fazer panquecas nesta época do ano. Se investigares um pouco a história desta guloseima vais descobrir que são muito antigas, pois aparecem em livros de culinária desde 1439 e que a tradição de as atirar ao ar ao virar tem quase a mesma idade. No Reino Unido, as panquecas são uma parte fundamental para comemorar este dia e as pessoas vêem nas corridas de panquecas uma desculpa para se divertirem, mascarando-se e correndo pelas ruas. Aqui na escola, cumprindo a tradição, também se comemorou o dia com corridas de panquecas. Organizaram-se, pegaram nas fritadeiras com as panquecas lá dentro e correram até à meta mostrando as habilidades “atléticas” ao atirar as panquecas ao ar… ou ao chão! Foi sem dúvida um momento bem divertido para quem participou na corrida e para quem assistiu… reparem nas fotos!

O treino antes de começar a corrida! Os vencedores.

2ª corrida 1ª corrida

Tanta perícia!

As panquecas foram ao chão...


As apoiantes vestiram-se a rigor.

!

73

A claque era grande! Trabalho de e quipa


... semana de leitura


รง รง


... semana de leitura Semana “Da leitura... à Liberdade - uma ponte intelectual”

76

Sob o lema “Diálogo Intercultural”, proposto por vários organismos governamentais para reflexão nacional, mormente nas escolas, realizou-se, entre os dias 17 e 23 de Abril a “Semana da Leitura… à Liberdade – uma Ponte Intercultural”, tendo cada escola do Agrupamento imprimido ao evento a dinâmica que julgou mais conveniente. O dia 17 foi dedicado à Abertura Solene, em todas as salas do Agrupamento, e à exposição de trabalhos das EB1/JI que o desejaram fazer, na biblioteca da EB 2,3. O dia 20 de Abril foi marcado pela presença, em simultâneo, do escritor, da ilustradora e do editor do livro “Caneta Feliz”. O escritor João Pedro Mésseder, também director da Revista Malasartes, e a ilustradora Gabriela Sotto Mayor falaram das suas experiências humanas e profissionais e da importância dos livros e da leitura, dando forma à actividade “Caneta Feliz – Um Livro a Quatro Mãos”. Na terça-feira, dia 21 de Abril, no início do turno da manhã e no início do turno da tarde, realizou-se a “Maratona da Leitura”, de modo a que, simbolicamente, todas as salas do Agrupamento participassem, em simultâneo, numa actividade de leitura. Às 10:00 horas, o Centro Escolar da Naia apresentou “Uma História de Fumaça”, com participação de alunos da educação pré-escolar e do 1º ciclo. Às 15:15 horas, a “Cultura, a Lenda

e a Tradição” (a matança do porco, brandas e inverneiras, Inês Negra, etc.) ganharam forma pela voz de Hélder Daniel de Carvalho. O estatuto do AVE Oeste da Colina, escola de referência para alunos cegos e com baixa visão, aconselhou que o dia 22 de Abril, quarta-feira, comemorasse o “2º Centenário do Nascimento de Louis Braille”. Leonardo Silva, acompanhado por um ex-aluno também cego, mostrou a importância da escrita Braille na formação dos cegos e apresentou muitos casos práticos acerca do modo como as dificuldades e a ausência de visão são por eles superadas. Uma pequena exposição de equipamentos tiflotécnicos permitiu aos presentes contactar mais de perto, de forma lúdica e informal, com várias ferramentas dos alunos cegos e com baixa visão. A seguir ao almoço, chegou a “Tarde de Poetas”. Marco Paulo Vinhas Gonçalves, às 13:30 horas, e João Luís Dias, às 15:15 horas, foram testemunho vivo de que a poesia anda de mãos dadas com o mais íntimo da vida de cada um de nós e que é tão íntima como respirar e acordar. Quarta-feira, dia 23 de Abril, foi o dia da “Poesia… e muito mais”. Sob o lema do diálogo intercultural, alunos oriundos dos quatro cantos do mundo, deram um toque de pluralidade, na comunhão, à nossa escola: Moçambique, China, Colômbia, Brasil, Roménia, Angola, Ucrânia, Bangladesh e, naturalmente, Portugal. Em “Ler +… com sotaque”, foi leitura, declamação de poesia (alguma com cheirinho de música), dramatização, RAP, imagem e som. Simbolicamente, uma pequena

exposição de meia centena de livros de literatura infantil africana mostrou matizes da Língua Portuguesa naquele continente. Na véspera do dia 25 de Abril, fez-se memória à Liberdade. Durante a manhã, marcaram esta actividade os relatos e as vivências de elementos do Projecto AVET (da Câmara Municipal de Braga), o testemunho escrito da Senhora Professora Amélia Oliveira, a participação de alunos da EB 2,3 e da EB1 de Estrada-Ferreiros, as imagens e as melodias da Revolução. Mas, sobretudo, a manhã foi marcada pelo ideal de Abril, já saudoso. À tarde, teve lugar o “Concurso de Leitura (3º ciclo)” e, às 16:00 horas, fez-se o “Encerramento Formal” da semana, nas salas de aula. Ao longo da semana, houve ainda um Workshop de Poesia, o Concurso Slogan Ler +, Animação de Placares e pequenas exposições da Educação Pré-Escolar, do 1º Ciclo, de Literatura Africana e de Equipamentos Tiflotécnicos para Alunos Cegos e com Baixa Visão. A semana “Da Leitura… à Liberdade – uma ponte intercultural”, coordenada pela Equipa da Biblioteca, cumpriu mais uma etapa do Plano Anual de Actividades do AVE Oeste da Colina e contou com a colaboração de muitos professores e alunos, devendo sublinhar-se o empenho pessoal dos Senhores Professores Genoveva Vieira Lima, Florêncio Gonçalves, Florinda Grilo e Rosalinda Carvalho, bem como a participação da Equipa da Educação Especial. Fernando Braga, Coordenador da Biblioteca Escolar


77


... semana de leitura

78


79


... semana de leitura Semana da Leitura... We were there! Fabulous!!

80

Durante a “Semana da Leitura”, que decorreu na escola, os alunos do 6º 5 participaram com a recriação de um pequeno poema em Inglês, realizada durante as aulas e que, posteriormente, foi apresentado e dramatizado por três alunos na Biblioteca. Um dos alunos apresentou as colegas: José Miguel: Hi! Everyone! I’m José Miguel and these are my schoolmates Catarina and Sofia. We all enjoy reading a lot. Catarina e Sofia: Exactly! That’s true! We like reading very much. It’s our favourite hobby. We read books in Portuguese, of course, and now we’re starting reading books in English, as well. It’s fun!! We are here, in this comfortable library. So we’re going to read. Please be silent. They sit down, they look at the books …….but they can’t read!!!.... They stand up. Oh! We can’t read….. Where are my glasses? Where? Oh! Where? In my pocket or in my bag? Near the window or behind the door? On the table the or on the floor In the box or behind the chair? I’m looking here… I’m looking there…. Oh! Here they are on my head!!!!


Casa Cheia!

Atentos...

Bem vindos ao Ler+ com Sotaque!

Deu um traglamango neles… 81

Do Brasil…. REDONDA, REDONDA….

Boto cor-de-rosa

Os nervos… ai os nervos!

Fernando Pessoa não podia faltar...


... semana da mobilidade


... semana da mobilidade

PROJECTO COMENIUS Na escola EB 2/3 Frei Caetano Brandão

84

Há 2 anos iniciou-se o Projecto Comenius “Travelling Europe” – intercâmbio de escolas e países diversos - a saber, Portugal, Espanha, Dinamarca, Reino Unido/País de Gales, Itália e Turquia. A nossa escola foi a promotora e dinamizadora deste projecto que incluiu a nossa deslocação à Dinamarca, ao País de Gales e a Itália, na qual participaram também alunos e professores das escolas envolvidas. Agora foi a nossa vez de os receber. A visita ao Bom Jesus, os Jogos Sem Fronteiras, a visita ao Porto, o Jantar Romano (realizado no Museu D. Diogo de Sousa) e as iniciativas realizadas na Escola de 27 a 30 de Abril, integraram-se naquilo a que chamamos Semana da Mobilidade coordenada pela nossa escola. A vinda a Braga de 74 elementos das escolas parceiras (estudantes e

professores), após terem já viajado por Itália, Dinamarca e País de Gales, constitui a última fase do intercâmbio. Os alunos envolvidos neste projecto – uma turma de 2º ciclo e outra de 3º ciclo - trabalharam, ao longo destes dois últimos anos, em temas comuns dirigidos à DESCOBERTA DE CADA UM DOS PAÍSES PARCEIROS. Tendo como base a língua inglesa e blogues criados por cada um dos países, partiu-se à DESCOBERTA … do património construído e natural, da história de cada um dos povos, da gastronomia, da religião, entre outros aspectos, com vista ao desenvolvimento de sentimentos de partilha, solidariedade e tolerância entre os povos, essenciais ao desenvolvimento de uma consciência de CIDADANIA EUROPEIA. Os alunos corresponderam-se através de carta, correio electrónico e Windows Live Messenger, fizeram troca de prendas na época natalícia e organizaram exposições sobre os países em causa, o que conduziu ao estreitamento de laços de amizade

entre os diferentes intervenientes. No último dia era visível a amizade entre os jovens, consolidada durante as quatro mobilidades (deslocação a Itália, Dinamarca, País de Gales e Portugal), situação que conduziu a momentos de forte emoção na hora da partida. A concretização da semana da mobilidade em Braga contou com a colaboração de elevado número de professores que, com as respectivas turmas, organizaram cada um dos jogos que, no seu conjunto, culminaram nos Jogos Sem Fronteiras, realizados no Largo do Pópulo. A escola agradece a colaboração e boa vontade de entidades que se disponibilizaram para participar na concretização de iniciativas da Semana da Mobilidade, nomeadamente a Câmara Municipal de Braga, o Museu D. Diogo de Sousa, o grupo Synergia, a Polícia de Segurança Pública, a Polícia Municipal de Braga, os Bombeiros Municipais de Braga, a Arte Total e a Caixa Geral de Depósitos, entre outras.


85


... semana da mobilidade Projecto Comenius… eu participei

86

Pertencer a uma turma envolvida no Projecto Comenius foi uma boa oportunidade que eu tive. Ajudou-me a desenvolver o vocabulário de inglês, quer nos contactos pessoais que tive com colegas estrangeiros, quer nos frequentes diálogos que mantenho com alguns deles através da internet. Neste projecto participaram seis países: Itália, Dinamarca, País de Gales, Turquia, Espanha e o país organizador, Portugal. Com os questionários colocados pelos diferentes países, adquirimos novos conhecimentos sobre outras culturas. Com a ajuda dos blogues criados por cada país foi mais fácil responder às questões. Os blogues mostraram-nos as diferentes actividades realizadas ao longo dos dois anos do projecto nas escolas estrangeiras. Do Projecto Comenius gostei mais da viagem a Itália. Lá realizámos muitas actividades, a maioria delas bastante diferentes das de Portugal. Com a viagem também conheci muitas pessoas de várias nacionalidades, umas mais velhas do que eu e outras da minha idade. Na semana de 27 de Abril a 1 de Maio de 2009, vieram cá a Portugal representantes dos países envolvidos no Projecto. Foi uma semana muito divertida! Na primeira manhã houve as BoasVindas aos estrangeiros na Biblioteca da minha escola. Da parte da tarde andámos de

autocarro aberto pela cidade de Braga, pelo Bom Jesus, onde demos uma volta a pé, e também fomos ao Mosteiro de Tibães. Na tarde seguinte, dirigimo-nos ao Largo do Pópulo onde estivemos a montar os Jogos sem Fronteiras, que decorreriam à noite. Infelizmente, a chuva não permitiu que os Jogos se realizassem. Foi uma pena… No último dia fomos visitar a cidade do Porto. Pudemos conhecer o Palácio da Bolsa e fazer o cruzeiro das 6 pontes, no rio Douro. Para terminar esta fantástica semana tivemos um jantar Romano, no Museu D. Diogo de Sousa. Vestimonos de romanos e romanas e comemos comida típica daquela época. Este jantar foi a despedida. O Projecto Comenius foi muito interessante e nunca o esquecerei… Catarina Isabel Sobral e Silva 6º5 Nº6


87


... semana cultural


... semana cultural Atelier de Artes A disciplina de Educação Visual e Tecnológica promoveu um Atelier de Artes enquadrado na Semana Cultural, proporcionando deste modo o contacto e manuseamento de novos materiais e técnicas aos alunos do quarto ano deste agrupamento. Teve este evento, como nos anos anteriores, o objectivo de integrar os alunos no novo meio escolar, que possivelmente virão a frequentar no próximo ano lectivo.

90


Jogo do 24 Durante a semana cultural realizou-se o Jogo do 24, bem conhecido de todos, e que consta de cartas com quatro números que devem ser combinados de forma a obter o número 24 recorrendo a diversas operações consoante o ano de escolaridade que os alunos frequentam. Eram 43 os alunos inscritos na actividade e 13 os alunos que se voluntariaram para coordenar as mesas de jogo. Todos os alunos participantes mostraram os seus dotes matemáticos, numa sessão de “nervos” marcada pela boa disposição e vontade de vencer!

Torneio de Sudoku 2008/09

5º ANO 1º - André Fernandes – 5º1, nº 1 2º - André Araújo – 5º2, nº 1 3º - Francisco Abreu – 5º1, nº 9 6º ANO 1º - Marcelo Quintela – 6º8, nº 18 2º - Ana Silva – 6º5, nº 3 3º - João Novo – 6º4, nº 18

VENCEDORES DO JOGO 24 2008/09 5º ANO 1º - Eduardo Leite – 5º3, nº 10 2º - Hugo Carvalho – 5º8, nº 10 3º - João Manuel – 5º7, nº 14 6º ANO 1º - Joni Ricardo – 6º8, nº 15 2º - Catarina Isabel – 6º5, nº 6 3º - Hugo Miguel – 6º8, nº 10 7º ANO 1º - Júlio Vilarinho – 7º2, nº 17 2º - Ana Filipa – 7º1, nº 2 3º - João Pedro Silva – 7º2, nº 15 8º e 9º ANOS 1º - Ângelo Dias – 9º3, nº 5 2º - António Pinto – 9º2, nº 2 3º - Bruno Silva – 8º1, nº 3 António Carlindo Vieira de Carvalho (Subcoordenador do Grupo de Matemática do 3.º ciclo)

91


... semana cultural

92


Espaço Lingo

Obras d’ARTE dos alunos

Durante a Semana Cultural, a Língua Portuguesa mereceu atenção e no Espaço Lingo os alunos aliaram o divertimento ao conhecimento jogando e praticando o que aprendem nas aulas como podem ver nas fotos seguintes. Poema Ladrão

Ser um rapaz com juízo? É tão bom ser mauzão É tão bom ser um pirata puxar o rabo da gata despentear as meninas É tão bom ser traquinas Ao careca dar um pente Ser sempre inconveniente.

Fernando Meneses, 6.º3 – n.º 12

Uma das actividades do Espaço Lingo foi o “Poema Ladrão”. A cada um dos participantes era pedido que, de entre vários poemas disponíveis, roubasse os versos que quisesse e formasse novos poemas. Aqui está o resultado do trabalho de alguns professores e de muitos alunos. Alguns estão verdadeiras obras de arte.

Eu sou o verde Vim de um arco-íris e escorreguei. Andei à cata de coisas e poisei num cacto do deserto. Umas vezes sou velho, outras vezes sou novo. Tanto posso despontar de uma erva escondida, Como posso secar numa folha caída. Mafalda, n.º 21, 6.º 2

Falta louvar os montes, as culturas Falta saudar as criaturas Falta erguer o meu hino Quando o sol cai a pino Falta cantar o movimento E o próprio excremento Falta beijar o chão Falta queimar a inspiração. Ana Margarida, 6.º 2

Então deveria dizer-vos: “Meus amados irmãos, falo-vos do coração”, ou então: “com o coração nas mãos”.

Esperança, n.º 6, 5.º 1

Amigo é uma palavra bonita Ser amigo de mais alguém ainda melhor, Procuro na água do mar O reflexo do teu nome Amigo, onde estás tu? Ana Daniela, 6º3, nº3

O meu amor Ele apaga todos os fogos Só que esse é um fogo doce que ele está sempre a apagar Como ele mesmo diria? Esse incêndio é uma alegria Lá nenhum bombeiro tem hospedagem. É uma vantagem.

EU PROFESSORA

Carina, n.º 7, 8.º 2

Meus amados alunos, Vamos à lição. Em quantas partes se divide o coração? Em milhões! Gosto muito de vocês Tenho muitos corações. Maria do Céu Faria

Viajei muito, colecciono tudo: lagarto em rã, salsa das nabiças, a alface e hortelã.

Maria Filipa Silva, 5.º 1, n.º 16

Ter um amigo é como recordar o sol a brilhar na memória da infância.

Adriano 6º3 nº1

93


... semana cultural Palestra sobre Fotografia No passado dia 26 de Março, no âmbito da Semana Cultural, o Curso de Educação e Formação de Fotografia da EB 2,3 Frei Caetano Brandão convidou o Doutor Rui Prata, na qualidade de Director do Museu da Imagem; o Sr. Eduardo Oliveira, responsável pela casa fotográfica Foto Landya, e o Sr. Artur Costa, responsável pelo Laboratório Koy, que proferiram uma palestra sobre fotografia. Os formandos mostraram-se bastante receptivos, colocando questões a todos os oradores, manifestando assim, bastante interesse. Aos oradores convidados o nosso “muito obrigado” pela disponibilidade e simpatia que permitiu que se criasse um momento de partilha único e agradável. Professora Filipa Araújo (Coordenadora do CEF de Fotografia)

94


95


... semana cultural Semana Cultural

96

A Semana Cultural realizou-se nos dias 26 e 27 de Março. À semelhança dos anos anteriores, as actividades decorreram nos turnos da manhã e da tarde, respectivamente para os alunos dos 2º e 3º ciclos. No dia 26, à noite, a escola esteve aberta para que a comunidade educativa pudesse participar nas actividades. O programa compreendeu actividades com visita marcada e actividades de visita livre, nomeadamente exposições, jogos, stand de vendas, actividades experimentais, ateliers, teatro, torneios, actividades desportivas, concursos e palestras sobre vários temas. Este ano, no sentido de fomentar a interacção entre as escolas do agrupamento, foi alargada a oferta de actividades dirigidas aos alunos do 1º ciclo.


97


... semana cultural

98


99


... semana cultural

100


Tea Room During the Cultural Week and for the first time in our school, the English teachers organized a Tea Room. There was also a cakes contest with the precious cooperation of many students and their families. We are happy to realize that all appreciated this activity and we hope next year we’ll be able to repeat it. Thanks to all of you!

101


... a brincar


... a brincar 1

Qual é coisa qual é… Quanto mais quente está, mais fresco é?

2 3

adivinhas (solução página 110)

Qual é coisa qual é… Verde, branco ou vermelho, pode ser frade, quando não é carrapato?

Qual é coisa qual é… O exército tem e a vassoura também?

104

crucigrama (solução página 110) Preenche o crucigrama a partir das pistas seguintes: 1. Ciência que estuda os seres vivos. 2. Local do ambiente onde vive determinado ser vivo. 3. Habitat da minhoca. 4. Ambiente terrestre. 5. Camada da Terra onde existe vida. 6. Ciência que relaciona os seres vivos com o seu meio ambiente. 7. Planeta com vida. 8. Material terrestre que existe na atmosfera.


“Expressões com sabor”

(solução página 110)

Cada uma das expressões significa mais qualquer coisa do que aquilo que parece à primeira vista. Une-a ao seu significado com um traço.

Pãozinho sem sal Ser pão pão, queijo queijo Ser um banana Chorar sobre o leite derramado Temos o caldo entornado

Pessoa sem personalidade Lamentar-se em vão Pessoa sem graça Ameaça Pessoa franca

105

Queremos mais frutas!!!

(solução página 110)


... a brincar Sopa de Letras Lendo em todos os sentidos, menos na diagonal, procura encontrar os nomes das 20 árvores que se seguem e que podes encontrar em Portugal.

106

AMENDOEIRA, AMIEIRO, AMOREIRA, BÉTULA, CARVALHO, CASTANHEIRO, CEREJEIRA, CHOUPO, FAIA, FIGUEIRA, FREIXO, MACIEIRA, NOGUEIRA, OLIVEIRA, PEREIRA, PINHEIRO, SALGUEIRO, SOBREIRO, TÍLIA, ULMEIRO.


Sudoku

Jokes Teacher: Maria, go to the map and find North America. Maria: Here it is! Teacher: Correct. Now class, who discovered America? Class: Maria! -----Teacher: Why are you late, Frank? Frank: Because of the sign. Teacher: What sign? Frank: The one that says, “School Ahead, Go Slow.” -----Teacher: What is the chemical formula for water? Donald: H I J K L M N O Teacher: What are you talking about? Donald: Yesterday you said “It’s H to O” -----Teacher: Why are you doing your math multiplication on the floor? John: You told me to do it without using tables!

107


... a brincar animals crossword ...

108

CĂŠsar - 6Âş1


WHERE IS THE MOUSE? Mouse 2 is in the ____________________ Mouse 4 is in the ____________________ Mouse 6 is in the ____________________ Mouse 8 is in the ____________________ Mouse 9 is in the ____________________

109


SOPA DE LETRAS - SOLUÇÕES

soluções

sopa de letras: G O N D O A R I E O D N E M A

adivinhas: 1 - o pão; 2- o feijão; 3 - o cabo. crucigrama:

A M O R E N C H O U P O M A L

sudoku: 110

ções

“Expressões com sabor”: Pãozinho sem sal - Pessoa sem graça Ser pão pão, queijo queijo - Pessoa franca Ser um banana - Pessoa sem personalidade Chorar sobre o leite derramado - Lamentar-se em vão Temos o caldo entornado - Ameaça “Queremos mais frutas!!!”: Queremos mais frutas!!! P

M

L

E

E

R

C

E

M

O

R

L

A

N

A

R

A

N

A

N

A

N

M A R A C U J Á

A

N

G

E

J

A

N

G

O

I

A

V

A

A S

A

F I G U R A R I E J E R E C F

I D U B F I O U J A O I N I A

C H E I A M O R E I R A T E I

E N I M G U A M I E I R O I A

S F R E I X O A C P E R C R Q

O R A S U E N V A R H O A A A

B E T U L A D I R O N R R O R

R I Q P C R A L V T A I I G I

E N A A T I L I A E T E E L E

I X O R I E U G L A S M V O U

R A M T M R G U H C A L I D G

O I L E U E E I O N C U L H I

A R O N I P I N H E I R O A F


111


Andarilho de Junho  

Revista do Agrupamento Vertical de Escolas Oeste da Colina

Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you