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primeira avenida, a travessa do Curuzu e a Vila Kátia. A vila é estreita: não há espaço para transitar veículos, e pedestres entram e saem apenas um por vez, ao menos na entrada. Logo que entramos, uma senhora perguntou onde iriamos e ao responder, nos deu as instruções de como chegar. Um amontoado de casas, algumas de alvenaria e outras bem mais humildes (barracos). Chegamos à casa de Pai Marcelo, que nos aguardava acompanhado de outras pessoas, que logo se retiraram com nossa presença. Casa de construção simples, dividida entre moradia (há outras famílias que vivem no mesmo local) e seu Terreiro. Organizamos e planejamos a gravação da entrevista. Captamos imagens externas e seguimos, no interior do imóvel, com a entrevista. A partir do que Pai Marcelo levantou no encontro de ontem, pedimos para que ele retomasse alguns pontos: Relação dele com a religião, as atividades da Rede.

9-12-12- Roda de conversa com mãe Nalva e os filhos de santo e simpatizantes do Ile e de Aciyomi. Uma roda de depoimentos, onde cada um manifestou a sua relação com a religião, e sua participação nas atividades do Ile e de Aciyomi. Foi gravado e filmado.

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Diario de Campo Aciyomi  
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