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Experiências de Voluntariado: Cruz Vermelha Portuguesa ÓBIDOS 20 MAIO 2011 Cristina Louro Vice-Presidente Nacional da CVP Área Social, Emergência Social e Voluntariado


O Voluntariado está no do trabalho das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho  Movimento da CV/CV : 100 milhões de membros e voluntários em todo o mundo.  Cerca de 13 milhões oferecem o seu tempo às Sociedades Nacionais, na qualidade de voluntários.  Os voluntários ajudam a fortalecer as comunidades, adquirindo competências e desenvolvendo laços sociais.

 O Voluntariado é uma forma de ajudar as comunidades a capacitaremse nas respostas face às situações de crise.


Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho O Voluntariado tem um papel extremamente importante em qualquer comunidade. O contributo dos voluntários melhora não apenas a condição de vida das pessoas vulneráveis a quem prestam o seu apoio, mas também melhora a sua própria vida e a das suas comunidades. A Politica da Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho reconhece no Voluntariado um importante contributo para o desenvolvimento das comunidades e como sendo fundamental para a sua própria existência.

(Decisão 15 – 12ª sessão da Assembleia Geral, 1999)


Sociedades da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho

 Na Cruz Vermelha Portuguesa, regista-se um envolvimento directo de voluntariado a nível dos órgãos sociais: direcção nacional e direcções das delegações cerca de1500 voluntários.  Cerca de 10 000 membros dedicam o seu tempo de voluntariado às várias áreas de intervenção da Instituição, de forma regular e pontual, de acordo com as suas capacidades e exigência das necessidades.


Voluntariado: Valor acrescentado! O

Voluntariado é uma maneira de estar junto das comunidades locais, de conhecer as suas necessidades e de promover a sociedade civil. As Delegações da Cruz Vermelha Portuguesa representam um meio de aproximação aos cidadãos.

(172)


Martin Luther King, activista norte americano (1929-1968)


Principais áreas de acção e projectos da CVP: Crianças;

Portugal Inclusivo / Portugal + Feliz;

Cuidados de Saúde;

Prevenção da Violência;

Emergência;

Tecnologias de Apoio à Distância;

Emergência Social;

Projectos de Juventude;

Ensino de Socorrismo;

Projectos Especiais;

Ensino Profissional;

Promoção da Igualdade de Género;

Ensino Superior da Saúde;

Relações Internacionais;

Formação e Empreendedorismo;

RIPS;

Igualdade de Género;

Saúde e Desenvolvimento Humano;

Plano Nacional de Formação;

Seniores e Dependentes.


PORTUGAL +FELIZ

O que é? Resposta proactiva multifacetada e flexível aos desafios colocados pela Federação Internacional das Sociedades da Cruz Vermelha e Crescente Vermelho, pela Comissão Europeia, pela crise económica e realidade social com que se deparam as Delegações Locais no desenvolvimento do seu trabalho com a comunidade e junto dos mais vulneráveis.


A sustentabilidade do sistema de protecção social implica uma corresponsabilidade cada vez mais forte, mais capaz e mais qualificada e uma implicação social: as ONGs não podem ficar indiferentes à injustiça social e às dinâmicas de exclusão de pessoas ou grupos sociais.


Voluntariado implica:

Inclusão Compromisso

Sustentabilidade Desenvolvimento


Relação do voluntário com a organização  IDENTIFICADO - Com a instituição e seus princípios. É importante que se identifique a nossa imagem com a instituição.

O VOLUNTÁRIO COM A ORGANIZAÇÃO

 FORMADO - Ter a preparação necessária para desenvolver com efectividade o seu trabalho.  MOTIVADO - Comprometido com a organização e com a sociedade para uma acção responsável e eficaz.

AMBOS COM A SOCIEDADE

A ORGANIZAÇÃO COM O VOLUNTÁRIO


A sustentabilidade a par da qualificação

O voluntariado deve assentar numa gestão eficiente que permita o mais alto nível de eficácia com os recursos disponíveis, numa lógica de intervenção estratégica e não caso a caso.


A qualificação do voluntariado não é uma despesa, mas um investimento; Se a qualificação dos activos das empresas é fundamental, a mesma lógica deverá ser aplicada ao sector do voluntariado; Sem o voluntariado e perante as dificuldades actuais da sustentabilidade do Estado-Providência, a implementação de uma política de inclusão social e coesão social, não será viável, sem esse potencial humano.


Participação activa de todos os stakeholders

 O Estado por si só não pode suportar toda a estrutura de apoio. É necessária a conjugação de vários parceiros entidades patronais, os cidadãos, as instituições ou associações privadas de solidariedade social.


O potencial de desenvolvimento pessoal

É fundamental considerar o bem-estar do voluntário, a sua gratificação, a satisfação, a felicidade e o prazer ao realizar o trabalho solicitado, assim como o potencial de desenvolvimento pessoal (profissional e emocional), e sobretudo, as motivações que o levaram até a instituição.


 No âmbito de 2011 - Ano Internacional dos Voluntários, e do 10º aniversário do Ano Europeu do Voluntariado, a Federação Internacional das Sociedades Cruz Vermelha e Crescente Vermelho, lançou várias iniciativas, de que se destaca um relatório que avalia e reconhece o valor económico e social do Voluntariado face às questões humanitárias. De referir que a proporção de 1: 20 é a média europeia. Na África Subsariana é de 1: 327; no Sudeste Asiático - 1: 432; em Portugal - 1: 12.


O valor do voluntariado - Relatório 2011 O voluntariado está no coração do desenvolvimento da comunidade. O voluntariado promove confiança e reciprocidade. Encoraja a prática de uma cidadania activa e proporciona às pessoas um espaço comunitário no qual possam aprender a responsabilizar-se, envolvendo-se civicamente. É um excelente promotor de desenvolvimento político, social e económico. A FORÇA DO VOLUNTARIADO

VOLUNTÁRIOS = CAPITAL SOCIAL

= 13,1M = Por cada trabalhador (CV/CV) pago …

…existem, em média, 20 voluntários

Em cada 1000 pessoas, duas são voluntárias no Movimento CVCV.

Milhões de pessoas voluntárias na CVCV, em 2010

4,4 mil milhões € em valor


O valor do voluntariado - Relatório 2011

VOLUNTÁRIOS: A SUA ACÇÃO

Saúde

Resposta a catástrofes

Apoio Geral

Inclusão Social


Ainda neste âmbito, lançou a campanha que há em que tem como objectivos:

o voluntário

Promover o reconhecimento do contributo dos voluntários;

Promover o conhecimento da forma como os voluntários criam uma imagem positiva; Providenciar uma plataforma de reconhecimento de causas e de trabalho de desenvolvimento da política;

Facilitar as ligações e a cooperação entre das organizações de voluntariado.


"Perante desafios como a regeneração das cidades, o combate à pobreza, a melhoria dos sistemas de saúde e educação, novos modelos de apoio para populações idosas, as doenças crónicas, é urgente criar novas afirma Diogo Vasconcelos (2) O futuro não pára aqui, não. Tu tens é que apanhá-lo quando ele passar por aqui

O futuro pára aqui, não pára?

(2) Coordenador do grupo na União Europeia sobre as novas orientações na política europeia de inovação.


ď ąO grande desafio das sociedades ĂŠ criar formas que levem as pessoas a apoiarem-se mutuamente.


Descobre o voluntário que há em ti!

Pense na quantidade de respostas que ficariam por dar se não fossem os voluntários?

Muito obrigada, pela vossa atenção! Contactos: Cristina Louro clouro@cruzvermelha.org.pt


Apresentação Cruz Vermelha Portuguesa