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Universidade Estadual do Maranhão Curso: Licenciatura em Pedagogia Unidade III: Atividade: Tarefa 2: Educação Especial Tutor (a): Vera Santos Tutor Presencial: Snaid do Rosário Professora: Fátima Rios Seminário de Multimeios Equipe: D - Maquetes e Diorama: hiperbook issuu.com Compenentes: Ana Carolina Padilha Ana Rita Soares Célia Cabral Clenilde Araújo Rosélia Oliveira Virgínia Dourado


Apresentação - Célia Cabral Muitas pessoas devem se achar imcapazes de fazer uma maquete, mas muitos não sabem que para isto basta desenvolver seu lado criativo e ter bastante imaginação. Vejamos alguns exemplos: Nesta maquete foi utilizada: uma placa de isopor grossa para base uma cartolina cartão verde para árvore tinta aguache palito de picolé palito de dente lã cor cinza cola isopor cola quente cartolina sanfonada para o telhado placa de isopor médio para os prédios hidrocor pincel dobradura de papel A4 tesoura comum tesoura de picotar miniaturas de carrinho


Segundo Almeida e Passini 2002, a maquete serve de base para explorar a projeção do espaço vivido para o espaço representado. Ela é forma material de se trabalhar alguns conceitos da temática da geografia, proporcionando a ação do individuo sobre o objeto e, consequentemente interferindo na sua formação e compreenção dos conteúdos e do mundo. dá então a visibilidade e a conexão entre a ação do homem e o espaço físico.


Virgínia Dourado – Como trabalhar com Maquete Através desta aula será possível, para o aluno, conhecer a dinâmica intrínseca do seu ambiente escola e assim interagir melhor com ele. Sendo futuramente capaz de transpô-lo para o desenho e maquete mostrando suas perpectivas. A conrstrução ma maquete permite trabalhar de forma vísivel e acessível os pontos de vista, perpectiva e projeção de maneira simples, é possível que o aluno materializa seu espaço em um tamanho de redução amplicando então vários conceitos de temática geográfica.


Noções de espaço, localização e ponto de referência Cada imagem e idéia sobre o mundo são compostas, portanto de experiência pessoal, aprendizado, imaginação e memória. Os lugares em que vivemos, aqueles que visitamos e percorremos, os mundos sobre os quais lemos e vemos em trabalhos de arte e domínios da imaginação e da fantasia contribui para nossa imagem da natureza de tudo queo homem constrói e dele próprio.


Ana Carolina Padilha - Atividade proposta O professor, juntamente com a turma em questão, irá conhecer o espaço cotidiano escolar, através da observação. Percebendo, então: - Quais são os pontos de referência da escola - As áreas mais movimentas ou consideradas mais importantes tanto para o aluno como para o funcionamento da escola - Avaliar e perceber os diferentes caminhos físicos na escola para se chegar o mesmo destino. Ex: Revetório - Observar as diferentes sequências possivéis no espaço. Ex: A ordem das salas - Perceber os vários pontos de vista existentes.


Logo após o passeio pela escola, a idéia é propor o desenho do espaço, mais não todo ele. A sugestão é que o professor oriente seu aluno a escolher um determinado local da escola pois futuramente, este local é o que será trabalho na maquete. O desenho tem o intuito também de passar todo o mundo como o aluno compreende sua escola e o que valoriza, qual sua perspectiva sobre tal qual o referencial é dotado e ainda de tornar visível o ambiente que mais se sobresaiu para ele.


Ana Rita Soares - Diorama Diorama - é um modo de apresentação artistica, de maneira muito realista, de cenas da vida real para exposição com finalidades de instrução ou entretenimento. A cena que pode ser uma paisagem, plantas, animais, eventos históricos, etc, é pintada sobre uma tela de fundo curvo, de tal maneira que simulem um contorno real. A tela colocada na obscuridade e iluminada de maneira adequada dá uma ilusão de profundidade e de movimento, dando a impressão de tridimensionalidade.


O modelo é pintado de tal forma que cria uma perspectiva falsa, modificando com cuidado a escala dos objetos para reforçar a ilusão de realismo. Todas estas técnicas são modos de apresentar uma vista realística de uma cena grande em um espaço compacto. O termo foi inventado por Louis Daguerre, em 1822, para um tipo de display rotativo. Frank M. Chapman, curador do Museu Americano de História Natural, nos finais do século XIX e inicio do século XX tornou este estilo de exposição muito popular. Os dioramas modernos podem ser vistos em exposições de artes e na maioria dos museus naturais , principalmente nos de história. O museu com a maior exposição de dioramas do mundo e o Museu Cívico de História Natural de Milão.


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Conclusão O presente trabalho colaborou para avaliar a capacidade que cada pessoa possui o que o trabalho em grupo é funtamental para a conclusão de um trabalho. As maquetes são representações realistas podendo ser fundamental ou não os dioramas são representações artisticas de maneiras muita realistas de cxena da vida real. Através deste trabalho observa-se que os mute-meios são importantíssimos para o desenvolvimento e aplimoramento de um trabalho então deve-se deletar-se sobre eles e não nos limitamos demosntrando que todos somos capazes de vencer.


“Pensamentos *O segredo não está no que você diz mas na maneira que você diz”. (Paulo Coelho) *Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados ( Mahatma Gandhi)


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Rosélia Oliveira - Hiperbook, conclusão e referências Referências: * L.J.M. Daguerre, A História do Diorama e do Daguerreótipo por Helmut e Alison Gernsheim,1968, Dover Publicações (em inglês) BRASILIA - DF Universidade de Brasília Co-autor(es) Nilton Goulart de Sousa * http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/def ault.aspx?q=maquete * www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8135/td e-14102004-153931


Fim

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