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PROJETO SANTO CRISTO O projeto, localizado em Santo Cristo, propõe um espaço de uso publico no térreo e um jardim elevado além das residências, de modo a trazer uma área de lazer e descanso para uma região com poucos espaços verdes e de estar. Os jardins criados se conectam por uma escada rampa, que também pode ser utilizada como espaço de permanência voltado para o centro do pátio, onde poderão ocorrer exposições e amostras de caráter cultural. O térreo se constitui de comércio que se volta para a praça onde acontecem as exposições, trazendo vivacidade para o empreendimento. O jardim elevado é um espaço de transição entre o térreo, mais movimentado, e as residências, mais calmas e privadas. Esse jardim possui quiosques que trazem as pessoas para o local, tornando-o mais seguro, além de ser bem arborizado, constituindo locais de sombra e estar mais agradáveis para a permanência de moradores e transeuntes. Esses espaços livres criam um ambiente de respiro do caos urbano.

PROJETO: ANA PAULA CORRADI, LUÍSA ELLERY, MATHEUS FARIAS, NATÁLIA FIGUEIREDO E PATRICIA PARADA

1. ÁREA DE INTERVENÇÃO .Grande acessibilidade .Processo de verticalização .Uso previsto residencial

1. RESIDÊNCIAS .Verticalidade .Volumetria leve .Voltado para pátio

ÁREAS VERDES

CIRCULAÇÃO

ÁREA DE INTERVENÇÃO .Transição entre dois tecidos

SISTEMA VIÁRIO .Terreno muito acessível

CICLOVIAS .Possibilidade de transporte não-motorizado para o projeto

VLT .Transporte público limpo

.Tecido regular .Lotes maiores .Projeto Porto Maravilha e Olímpico

.Tecido ramificado (morros) .Sobrados baixos (poucos tombados)

.Futuro gabarito: 20 pavimentos

Para que fosse possível a criação dos espaços livres, os volumes residenciais foram pensados como lâminas, permitindo ventilação cruzada, maior entrada de luz no terreno e maior taxa de permeabilidade. O paisagismo representa a conexão dos espaços livres com o comércio, representa a rua invadindo o terreno e criando um promenade até o jardim elevado. A implantação dos volumes se dá a partir também dessa relação com as ruas, fazendo parte de um espaço de transição de tecido urbano. Os volumes foram pensados de forma a abraçar os espaços livres, além de destacar o volume da horta, um dos pontos focos do projeto. O edifício foi pensado para apresentar morfologia de aparência vazada, com fechamento em vidros e estrutura aparente. Além disso, a disposição das varandas desencontradas permite um movimento na fachada que torna o edifício mais leve, dando a sensação de flutuar. A circulação foi separada dos volumes e destacada como bloco independente.

2. OBJETIVOS .Criação de bloco de uso misto .Novo valor urbano para a área .Áreas verdes como ponto central

2. CONEXÕES VERDES .Jardins e varandas .Espaços para o pedestre .Relacionamento entre vizinhos

RESIDÊNCIAS

COMÉRCIO

.Futuro gabarito: 40 pavimentos

Para que todos os apartamentos pudessem ter ventilação cruzada, a circulação foi pensada como passarelas com pequenos jardins, dando maior privacidade e conforto. A disposição dos edifícios “abraçando” os espaços livres criam um micro clima, com maior qualidade, criando uma barreira sonora. Todos os apartamentos têm vista para a praça, são amplos e flexíveis, permitem mudança do layout com painéis moveis. As unidades variam desde lofts a apartamentos reversíveis em até 2 quartos. Todos os jardins, incluindo as coberturas verdes, possuem um sistema de coleta de água ecodreno. A água também pode ser coletada pelos espelhos d’agua. Pensando ainda em um edifício autossuficiente e sustentável, foi criado um volume de horta hidropônica, que permite o uso tanto aos moradores, como também é capaz de promover feiras para a população próxima, e até mesmo pode ser utilizada em restaurantes. Sua manutenção é feita com as aguas coletadas pelos sistemas de ecodreno no edifício.

3. DEFINIÇÃO DO BLOCO .Anel periférico .Pátio central .Encaixe no contexto

3. USOS MISTOS .Térreo com comércio .Uso ligado à cultura .Exposições e amostras

3. CONEXÕES .Jardim elevado público .Sustentabilidade social .Escada/rampa como transição

3. HORTA .Autossuficiência produtiva .Educação ambiental .Produtos não-agrotóxicos

3. CIRCULAÇÃO .Circulação periférica .Jardins pela mesma .Blocos bem definidos

3. PRODUTO FINAL .Harmonia entre áreas de comércio abertas, de sombra no jardim, apartamentos e horta, junto com dinâmicas culturais contribui para um espaço de vivência singular


PROJETO SANTO CRISTO

1

JARDIM DE USO PÚBLICO COMO REFÚGIO DA CIDADE

APARTAMENTOS COM JARDINS 4

RAMPA/ESCADA COMO ESPAÇO DE TRANSIÇÃO E ESTAR ESPAÇO PARA EXPOSIÇÕES 1

ESPELHOS D’AGUA PARA COLETA D’ÁGUA

3

CANTEIROS E ÁRVORES PARA SOMBRA E CONFORTO AMBIENTAL E VISUAL

2

2

3

4

CRIAÇÃO DE DOIS ESPAÇOS VERDES CONECTADOS VISUALMENTE

ESCADA-RAMPA COMO ELEMENTO DE TRANSIÇÃO ENTRE OS DOIS ESPAÇOS

ÁREAS VERDES COMO PONTO CENTRAL DO PROJETO

CONEXÕES ENTRE PONTOS ESPECÍFICOS E COMÉRCIO

PAISAGISMO SURGE COMO UMA CONSEQUÊNCIA DOS FLUXOS NATURAIS


PROJETO SANTO CRISTO

APARTAMENTO TIPO LOFT

PAINÉIS ABERTOS

APARTAMENTO TIPO DUPLEX

PAINÉIS FECHADOS

APARTAMENTO TIPO FLEXÍVEL

CORTE C

CORTE B

CORTE A


Projeto residencial II