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Conheรงa o

MIS Campinas


O Pa l á c i o d o s A z u l e j o s O Palácio dos Azulejos é um dos símbolos da história da cidade e por isso foi escolhido como um dos marcos da revitalização do centro de Campinas. Com sua arquitetura marcante, o Palácio dos Azulejos é representante do apogeu da economia cafeeira paulista, no séc. XIX. O Palácio dos Azulejos é a única edificação na cidade considerada patrimônio nacional, tombado pelo IPHAN (processo nº736-T-64, em 1967). Também reconhecido como patrimônio estadual e municipal, foi

tombado pelo CONDEPHAAT (1981) e pelo CONDEPACC (1988). Construído para residência de Joaquim Ferreira Penteado, o Barão de Itatiba, funcionou como solar residencial até 1908, quando foi vendido à Prefeitura Municipal de Campinas, que o ocupou como sede do governo municipal até 1968. A partir desta data permaneceu seu uso público pela SANASA Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S.A - até 1996, ocasião em que foi transferido para Secretaria Municipal de Cultura.


Trata-se de imponente prédio que, em conjunto com outras edificações urbanas do período, é representante do que se identificou como a construção da “modernidade” de Campinas no século XIX. No século XX, mais precisamente na década de 50, foi assunto e alvo de polêmica apaixonada na imprensa local, porque um grupo de cidadãos defendia a criação de um museu histórico-pedagógico e outro sugeria sua demolição. Já na década de 70, quase se tornou sede do recém-criado MIS – Museu da Imagem e do Som. O conceito de instalar instituições museológicas em prédios históricos acompanha o museu desde seus primórdios. Nesse caso a fusão do MIS com o Palácio dos Azulejos contribuiu para ampliar o potencial de memória de ambos no contexto cultural de Campinas; o MIS com suas linguagens relacionadas à modernidade e o Palácio, relacionado à tradição e ao poder, agora nesse novo uso, atualizado e democratizado. De 1997 a 2000, houve um início de intervenções de restauro do prédio, mas sem finalizações, e este ficou em estado de abandono até que em 2001, o prefeito Antônio da Costa Santos tomou posse e montou seu gabinete no prédio e também lá instalou reuniões do Orçamento Participativo. Nesse mesmo ano, o IPHAN aprovou o projeto de restauro, que se concretizou em 2004.


O Museu da Imagem e do Som de Campinas Criado em 1975, através de lei municipal (4576/75), o Museu da Imagem e do Som é uma instituição que desde sua criação vem preservando e difundindo um importante acervo de memória audiovisual da cidade de Campinas.

O acervo do MIS é constituído por um dos mais significativos conjuntos de fotos, filmes, negativos, vídeos, slides, discos, fitas e objetos sobre a história social e cultural da cidade de Campinas e região, e se apresenta em cinco diferentes linguagens: Audiovisual (cinema e Abrangendo setores de Vídeo e Áudio, vídeo), Fotografia, Música, Tecnologia Fotografia, Música, Cinema, Objetos e Biblioteca, atraindo pesquisadores de Tecnológicos, Educação Patrimonial, todo o país. acompanha a tendência geral do papel que os museus ocupam atualmente na Desde sua fundação, o museu cumpre sociedade, atuando como microcosmo sua missão de captar, organizar, social e possibilitando conhecimento preservar e divulgar esses registros, além à sociedade através da valorização de de abordar os elementos significativos múltiplas atividades. do desenvolvimento e do uso da tecnologia audiovisual nas artes e nas manifestações sociais.


Fotografia Composto por 75 coleções com cerca de 35 mil imagens, a partir de 1870 até os dias atuais. Catorze coleções, totalizando 13.530 fotos, estão todas digitalizadas e disponiveis para consulta. A riqueza de imagens e possibilidades de pesquisa desse acervo destaca o MIS como um importante agente na salvaguarda da memória e na difusão da história de Campinas e região.

Cinema Películas produzidas em Campinas e no Brasil e cartazes de Cinema testemunham a produção cultural campineira e as idas e vindas por que passou a industria cultural local desde o inicio do século passado.

Video

Registros históricos audiovisuais, feitos ao longo das últimas decadas, testemunham a disseminação do video como instrumento de registro de diversos acontecimentos, protagonizados pelos diferentes grupos sociais, além da cena cultural campineira. Inclui ainda o acervo de História Oral de Vídeo (gravações que preservam a memória das lutas populares e a memória cultural da cidade).

Tecnologia Uma coleção de cerca de 400 peças possibilita o conhecimento da evolução de câmeras e materiais fotograficos, projetores cinematograficos, gramofones e aparelhos de TV, entre outros.

Música

A Discoteca Rynaldo Ciasca desenvolve o trabalho de preservação, organização e catalogação de seu acervo para possibilitar futuramente o acesso ao público. Composto por 600 CDs, 900 gravações em fitas de rolo e aproximadamente 20.000 discos, abrangendo música popular brasileira, óperas, árias e canções, grandes intérpretes, discos infantis, cursos de idiomas, propagandas e programas de rádio, discos humorísticos, música de vários países, Jazz, música instrumental, trilhas de filmes e de novelas, documentos sonoros de comunidades indígenas, religiosas, teses, música sinfônica e camerística, compositores e grupos de Campinas, orquestras populares, edições especiais de interesse cultural (Tacape, Série Florilegium, Marcus Pereira e outros) catálogos, revistas e fascículos para uso didático e paradidático, dentre os quais, discos de 78 rotações, LPs de Vinil em 33 1/3 rotações, compactos, discos gigantes, discos curiosos, com vários furos, de diversos materiais, etc.

S a i b a t u d o s o bre o M I S e m w w w. m i s c a mpi n a s . c om . br /


Asso ciação d os A migos d o Museu da Imagem e d o S o m de C a m pi nas A Associação dos Amigos do Museu da Imagem e do Som de Campinas é uma entidade civil sem fins lucrativos e sem vínculos políticos, fundada em 1998, tendo como finalidade promover e apoiar as atividades fins do Museu da Imagem e do Som, e atividades afins, estimulando, desenvolvendo e contribuindo para atividades de caráter cultural e artístico. De 1998 a 2005 a AAMISC viveu um lento e gradual processo de consolidação e reconhecimento, que a tornou uma referência cultural, como entidade que atua não apenas em um espaço arquitetônico, mas no âmbito do município promovendo a educação audiovisual e estimulando a manifestação cultural audiovisual na cidade de Campinas. A partir de 2006 em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer de Campinas, a AAMISC passou a desenvolver projetos culturais, visando atuar progressivamente nas mais diversas áreas de manifestações culturais da imagem e do som no município.


Atividades Organizadas pela AAMISC: 2006 I Mostra Curta Audiovisual Música no Rosário 2007 II Mostra Curta Audiovisual Jazz - Musica no Rosário Natal de Todos os Sonhos 2008 III Mostra Curta Audiovisual 2009 I Feira do Vinil Maratona de Desenho [Sketchcrawl] Exposição “Emoção-Terror” IV Mostra Curta Audiovisual 2010 Mianmar e Índia pelas lentes de Dois Mochileiros I Feira de HQ V Mostra Curta Audiovisual

Projetos em andamento: • Acervo Online - Disponibilização do acervo fotografico em banco de dados online para pesquisas; • Jardim de Inverno - Revitalização do Jardim de Inverno e projetos de utilização junto ao Museu e à Prefeitura; • Ação Educativa - Conhecer o espaço do museu em visitas orientadas e projetos especiais para escolas e grupos.

Conheça o trabalho da AAMISC em www.aamisc.org.br/


Museu da Imagem e do Som – Campinas Palácio dos Azulejos Rua: Regente Feijó, 859 http://www.miscampinas.com.br/ http://www.aamisc.org.br/

Conheça o MIS Campinas  

Apresentação do Museu da Imagem e do Som

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