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Nova etapa da minha vida


Setembro ...................................................................................................................................... 3 Introdução ............................................................................................................................... 4 Outubro ....................................................................................................................................... 3 Biografia................................................................................................................................... 4 Novembro.................................................................................................................................... 3 Capítulo 1 ................................................................................................................................ 3 Dezembro .................................................................................................................................... 3 Passado 3 meses….................................................................................................................. 4 Capitulo 2 .............................................................................. Erro! Marcador não definido. Reflexão STC6 ..................................................................................................................... 3 Janeiro .......................................................................................................................................... 3 Capitulo 3 .................................................................................................................................. 4 Reflexão CLC_5 .................................................................... Erro! Marcador não definido. Reflexão Processos Identitários .............................................. Erro! Marcador não definido. Reflexão CPC_1..................................................................... Erro! Marcador não definido.


Setembro


Introdução

E

ste livro vai ser sobre uma nova etapa da minha vida. Inicio com uma breve apresentação de mim e sobre como tomei a iniciativa de fazer este livro.

Sou a Ana Paula e tenho 24 anos. Sou uma pessoa simples, amiga do amigo, simpática e considero-me uma pessoa lutadora, pela forma como atravessei alguns episódios da minha vid. Também sou uma pessoa desconfiada, fria e um pouco impulsiva. Na área profissional sou uma pessoa responsável, atenciosa, pontual, no entanto também sou um pouco compulsiva, e tenho grande dificuldade em aceitar críticas. Aos meus 19 anos tornei-me independente e comecei logo a trabalhar. Tive o meu primeiro emprego na McDonalds: era um trabalho bastante cansativo, tendo mesmo vindo a fazer bastante mal à saúde, razão pela qual saí do trabalho. Depois estive a trabalhar em várias áreas: callcenter e telemarkting e ainda numa loja de fotografia. O meu último emprego foi na empresa UNICER. Foi um trabalho que ficou bastante marcado na minha vida; sentia-me realizada pelo facto da minha entrada na empresa ser para um projeto novo. Depois de ver que resultou fiquei bastante contente pelo meu empenho e por saber que o meu esforço deu para o projeto ter resultado. Trabalhei na empresa durante dois anos; com muita pena minha o meu contrato chegou ao fim e não o renovaram. Não sei bem a razão por que o fizeram, suspeito que tenha sido pelo facto não ter o 12º ano; mas foi uma grande tristeza para mim. Por isso agora aqui estou eu a tentar terminar o 12ºano. Neste livro vou falar do meu percurso ao longo do curso, mostrando alguns trabalhos, que fui elaborando onde vão ser apresentados no site .


Outubro


Biografia

Biografia

S

ou a Ana Paula Sousa Carneiro, nascida a 267-04-1987, resido em Rio Tinto, mas sou natural do Porto. Aos seis anos fui entregue a uma instituição, visto que nessa altura a

minha mãe estava sozinha com quatro filhos e não tinha possibilidades de nos ter, entrei na instituição com a minha mana mais velha. No entanto, fiz a escola sempre em escolas públicas, começando pela primária que foi na Junta de Freguesia do Bonfim, o 1º ciclo na escola Pires de Lima; o 2ºciclo na escola secundária Rainha Santa Isabel, sempre com notas razoáveis, o 3º ciclo foi feita no curso profissional, IPTA- Instituto Profissional Tecnologias Avançadas, curso Técnico de Multimédia, no qual fui obrigada a frequentar, fui até ao 12º ano mas deixei módulos por fazer e nunca mais tive interesse em termina-lo (visto que não tinha interesse nenhum). Aos 19anos tornei-me independente (sai da instituição), começando a trabalhar na Mcdonalds, era um trabalho cansativo, estive lá a trabalhar oito meses. Depois estive em várias empresas desde de call center de apoio ao cliente (optimus e Zon tvcabo) e telemarkting (DM6). O meu último emprego foi na empresa UNICER. Adorei este emprego, senti-me realizada, pelo simples facto da minha entrada na empresa ser para um novo projeto da empresa e por saber que eu consegui fazer tudo para que o projeto se tornasse num serviço na empresa. Ao mesmo tempo que trabalha, tentava acabar o 12º ano, mas sem sucesso, não me para o acabar. No final de ano e meio fui despedida da UNICER, com muita pena minha, foi mesmo uma grande tristeza para mim. Na verdade naquela altura senti-me imcompetente, não compreendia a razão para tal, pois não houve uma jusficação credível e, fiquei, por tempos, depressiva. O que me “salvou”, foi o facto nessa mesma altura eu e o meu namorado (Rocha), termos uma


oportunidade de explorar uma esplanada perto do rio, durante o Verão, uma experiência maravilhosa, adorei o facto de poder gerir um pequeno negócio, a responsabilidade que tinha, o contacto com o cliente enquanto estava na esplanada, começei a pensar no meu futuro, sentia que precisava de estudar, queria aprender mais sobre secretariado, porque foi aquilo que fiz na UNICER, e gostei. Após ter terminado o tempo na esplanada, meti mãos á obra, de procurar cursos, não pensei muito o que queria estudar, porque sabia bem que era na área de secretariado. Quando me inscrevi nas novas oportunidades, a única solução que me davam era o RVCC, mas isso eu não queria, aquilo que eu queria era estudar, aprender, no entanto não pude contar muito com o CNO. Comecei eu através da internet procurar escolas, no entanto uma amiga faloume, do CECOA, inscrevi-me através da internet, e fui chamada, fiz todas as sessões de seleção, e aqui estou eu, foi uma grande felicidade, ter conseguido entrar no curso. As minhas expectativas com curso a nível pessoal é, conseguir crescer ou melhorar, nas minhas qualidades e defeitos. A nível profissional, conseguir acabar o 12º ano, no entanto tentar entrar para a faculdade…, depois ter um bom emprego, ser uma boa profissional. No futuro a nível social espero conseguir falar, de assuntos de cultura geral que até hoje não consigo falar, desenvolver, por nunca ter interesse nesses assuntos.


Novembro


Capítulo 1

Na minha opinião as pessoas que estão ligadas a uma religião, focam-se muito ao que a sua religião diz, e no entanto perdem muito na sua vida, e baseiam-se simplesmente ao que a religião diz. Ai perdem a oportunidade de ver, conhecer a vida…tudo que a vida tem para nos dar. Certas religiões impõem condições aos fiéis, regras de conduta. Assim como toda família possuí um conjunto de regras moras, essas religiões tem sua personalidade. Contudo, algumas regras nos parecem ser absurdas ou até mesmo sem contexto. No me entender as pessoas tornam-se antissociais. E claro que não a aproveitam a vida ao máximo, e acredito que muitas vezes esquece se da sua própria existência. Outro tema que eu não concordo mas respeito quem o faz. A questão de ir a Fátima a pé, não entendo o porque de tanto sacrifico, será que deus vai curar todos os pecados ou dar-lhe uma vida melhor. Sei que Deus fez muitos sacrifícios por nos, mas com certeza que não gosta de ver as pessoas a sofrer, a desmaiarem, a ter problemas no corpo nos pés só por uma promessa que lhe fizeram, é a mesma coisa que as pessoas andarem de joelhos de santuário de joelhos ate ficarem feridos, no meu entender Deus quer que todos nós tenhamos uma vida normal, com sacríficos, mas não estes sacrifícios, talvez se estas pessoas fizessem sacrifícios diariamente não precisam de sofrer a ir a Fátima. As pessoas são obcecadas, fazem uma promessa, e depois se o pedido pedido realizar fazem este sacrifício de andarem a pé ou andarem de joelhos, para que? Se o maior sacrifício foi lutar todos os dias. Como já expliquei eu fui criada num Instituição de freiras, logo tinha que ir a missa todos os domingos, rezar todos os dias, antes de dormir, antes de comer depois de comer, etc. Apesar de não gostar, sempre respeitei, pois era obrigada. E penso que este meu pensamento sempre foi o mesmo, irritava-me o facto de ter de ir a missa todos os domingos, ter de ir a catequese, pois aquilo não me dizia nada, podia la estar, mas a mente estava a longe. Também chegavam ao ponto de me obrigar a confessar…e não


entendia o porque de o fazer, pois eu era uma criança…como é que podia pecar? A maior partes das vezes, quando chegava a minha vez de confessar, eu própria dizia ao padre que não tinha pecados, apenas erros, coisas normais na minha idade, este ficava parvo a olhar para mim, a dizer que esses erros se iam tornar pecados que tinham de aprender agora a corrigi-los. Acho que cada um de nós tem a sua maneira de lidar com a religião, considero me religiosa, mas não sou crente, admito que Deus teve muitas vezes no meu lado, mas também sei que eu é que lutei por tudo na minha vida. A conclusão de tiro desta citação é que cada um de nós deve ter a sua religião, mas não viver obcecado por ela, e aproveitar tudo que a vida nos dá, fora das nossas

crenças.


Neste mês acabei o primeiro módulo, dado pela Dr. Cristina Fonseca Comunicação e Comportamento Organizacional. Na minha opinião este módulo foi bastante interessante e útil para o nosso futuro profissional, pois aprendemos a gerir conflitos, a ter uma boa comunicação entre os colegas e chefias. No entanto acho que este módulo deveria ocorrer durante o nosso curso inteiro, pois acho fundamental aprendermos a lidar com diversas pessoas e personalidades. Foi também bastante importante sabermos qual a postura correta uma secretária no posto de trabalho, desde o vestuário, linguagem, comportamentos e organização. de Visto que este módulo é tecnológico, e não fazemos reflexão poderão consultar este trabalho no meu web site. De sehuida vou apresentar a minha reflexão relativamente ao módulo dado pelo Dr. João Bahia.


Nesta reflexão vou falar do meu percurso no módulo Deontologia – Princípios éticos, ministrado pelo Formador João Bahia. Este módulo foi bastante interessante, com o tema abordado na aula sobre os Direitos humanos. Na verdade, tinha pouco conhecimento sobre a declaração dos direitos humanos, mas com os trabalhos apresentados na aula fiquei a entender melhor sobre o tema e começar a falar também sobre as realidades que passam mesmo ao nosso lado no nosso dia-a-dia. Aproveito para dar a minha opinião sobre os assuntos que a mim me incomodo sobre os direitos humanos, é o facto da pena de morte, eu pessoalmente não concordo com a pena da morte, primeiro como diz na declaração dos direitos Humanos Artigo 3.º-Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Por mais criminoso que seja, acho que o maior, castigo pelos seus atos, é ser preso, porque isto sim, é o maior castigo que pode haver, porque nós aí perdemos a coisa mais valiosa da nossa vida, a liberdade, logo o tempo que ficam na prisão, dá para refletirem sobre os seus atos, e não é necessário tirar a vida a um ser humano. Um outro assunto que a mim me incomoda é o facto de haver ainda em pleno século XXI, exploração infantil, como todos nos sabemos a criança deveria ter direito a liberdade, a divertimento, a comida e estudos, mas todos nós sabemos que infelizmente isso não acontece, principalmente na região Ásia-Pacífico, China, Índia e Indonésia -, tem o nível mais alto de crianças trabalhadoras do mundo, como é possível esta situação ainda decorrer, sei que a UNICEF está atenta a esta situação e tem resolvidos muitos destes casos, ma na minha opinião ainda não é o suficiente. Agora vou falar do meu trabalho, que foi sobre os direitos das mulheres, como todos nós sabemos, as mulheres durantes anos, eram usadas como escravas, faziam tudo que lhes impunham e eram consideradas um ser desprezível. A sua utilidade centrava-se em cuidar dos filhos, fazer as tarefas domésticas e satisfazer o marido. O homem era provedor, no entanto a mulher não precisava de

dinheiro.


No entanto esta atitude tem mudado bastante, o que para as mulheres foi um grande passo conseguirem ser livres em todos os sentidos. Agora em dia quase todas as mulheres têm igualdade perante os homens, agora elas conseguem fazer o mesmo trabalho que o homem, apesar de ainda existir uma diferença no salário, cada vez á mais mulheres a ter postos de trabalho de poder, tanto na política como numa pequena, média e grande empresa. Infelizmente ainda existem países, por exemplo os Árabes, onde as mulheres não têm direito ao voto e á sua liberdade. Para mim os trabalhos apresentados pelos colegas na sala de aula, foram bastante importantes, porque cada um transmitiu a sua revolta nos vários assuntos apresentados. Nesta reflexão também vou falar da nossa visita de estudo á cadeia da relação, foi sem dúvida uma visita muito interessante, pela sua história, pela sua estrutura, e também para podermos ver a evolução de condições que havia naquela altura nas cadeias. Podemos ver as salas minúsculas onde os reclusos eram postos, a monte, tando ou não doentes, como lhes davam a comida, e o facto de já naquela haver aqueles que tinham dinheiro e podiam ter uma cela para eles, mas tinham de pagar. Temos o exemplo de Camilo de Castelo Branco, que teve na cadeia da relação, e tinha uma cela só para si. Foi engraçado vermos como guardas antigamente registavam os reclusos, medindo o corpo todo, as orelhas, o nariz, as pernas, os braços, as mãos, todas as partes do corpo. Em Abril de 1974, alguns dias depois da Revolução, o edifício foi descativado por razões de segurança, sendo os presos transferidos para o Estabelecimento Prisional em Custóias, ainda em construção. A partir de 1987, o edifício, cedido pela Direção Geral do Património sofreu um conjunto de intervenções para suster o seu estado de degradação.


Em 2000 foi iniciada uma última intervenção de adequação às suas novas funcionalidades – o Centro Português de Fotografia, onde tem galerias de fotografias fantásticas, eu adorei, eu como admiradora de fotografia fiquei fascinada com as fotografias expostas, por vezes consegui mesmo me emocionar, principalmente quando tivemos oportunidade de ver várias fotos de como era o porto, muitas fotografias fantásticas, e depois vermos como é agora a cidade do porto. Achei esta visita de estudo maravilhosa. E assim termino esta minha reflexão com um balanço bastante positivo e útil para o meu futuro. E um muito obrigado ao formador por puxar bastante por nós.


Dezembro


Passado 3 meses…. Faço um balanço bastante positivo em relação ao curso e a mim mesma. Pessoalmente evolui bastante, a minha maior dificuldade era desenvolver respostas, a minha maneira de responder era muito direta e curta; agora já consigo desenvolver e perceber o que escrevo. Para mim ficou registado, na disciplina do Dr. Ana Luísa, o quanto evolui: consegui tirar uma ótima nota, porque consegui desenvolver. Eu era (ainda sou um pouco) uma pessoa que não percebia nada de política e agora dou comigo a falar com os meus amigos sobre política. Quanto ao curso, era mesmo isto que eu queria, posso considerar-me um pouco preguiçosa, mas na verdade eu tenho conseguido ultrapassar isso, porque os formadores são bastantes exigentes, e a maneira que nos motivam é fantástica. Se alguma vez pensei mudar ou desistir do curso? Nunca! Era mesmo isto que eu queria. Estou adorar a experiência. Sei que os dias que se seguem vão ser mais

complicados,

mas

eu

gosto

de

desafios.


Reflexão CLC_7

Nesta reflexão, vou falar do meu percurso e os trabalhos feitos no módulo CLC_7 Fundamentos de Cultura, língua e Comunicação. Achei este módulo muito interessante, em alguns trabalhos fez com que relembrasse de matéria já esquecida, mas bastante útil para o nosso dia-a-dia, principalmente a gramática, esta é bastante importante na nossa vida. Ao relembrar esta matéria, senti alguma dificuldade, mas o facto de fazer vários exercícios de gramática melhorei um pouco. No entanto o que mais gostei neste módulo, foram as apresentações, sempre me senti à vontade para falar em público, mas neste módulo sentia-me sempre mais nervosa e não sabia o porquê, mas a flexibilidade, compreensão e a segurança que a formadora transmite, fez que aos poucos me fosse sentindo melhor nas minhas apresentações. O trabalho que mais gostei de fazer, foi o anúncio de publicidade, senti-me bastante à vontade com esse trabalho, talvez pelo facto de já ter estudado publicidade e sempre gostei, e na altura era onde tirava melhor nota. No entanto também achei bastante interessante falar sobre um evento cultural, pelo facto de eu nunca me ter interessado muito por eventos, e ao fazer este trabalho, consegui verificar que existem muitos eventos culturais bastante interessantes a preços mínimos e o mais interessante, para todas as idades. Eu falei sobre um evento na casa música, que ocorre todos os domingos, direcionado para as crianças, este evento vai permitir que os pais possam assistir a um concerto no mesmo espaço descansados, sem se terem de preocupar onde deixar os seus filhos. O trabalho que não me correu tão bem, foi um de grupo, o de Camões. Eu e a minha colega de grupo não conseguíamos entendermo-nos, pelo facto de haver muita falha de comunicação. Eu sou daquele tipo de pessoa que gosto de expor logo as minhas ideias, e ao partilhar com a colega a mesma aceitava, mas no fundo ela não o queria aceitar. Comecei a reparar que talvez a falha fosse minha, não dar a oportunidade da colega expressar as suas ideias, no entanto acabamos por ter uma conversa para ambas sermos sinceras uma com a outra,


quando houvesse falhas em ambas as partes. Aí aprendi a respeitar a opinião dos outros, e deixa-los falar. No entanto o trabalho que me fez sentir realizada por o ter conseguido, foi o do livro, pelo facto de eu não gostar de ler, e o ter lido em três dias. Apesar de já ter lido o livro a algum tempo, já não me lembrava de quase nada. Para mim este trabalho foi o que me fez ver a minha evolução. Assim termino esta reflexão, aproveitando para agradecer a formadora que tivemos neste módulo.


Reflexão STC6

Quanto a este módulo de STC6-Modelos de Urbanismo e Mobilidade, na minha opinião foi bastante interessante para mim, tanto a nível pessoal, profissional e social. A nível pessoal pelo facto de eu ser uma pessoa com bastante dificuldade em me expressar tanto a nível oral como escrito, e neste módulo, comecei a desenvolver mais a minha escrita, não usando respostas diretas, mas responder com respostas com princípio, meio e fim. Claro que ainda não estou a 100%, mas para lá caminho. É claro que isso no futuro a nível profissional vai- me ser útil, principalmente nesta área, se tivermos que escrever cartas, ou mesmo responder, isso vai ser bastante importante ter uma boa escrita. A nível oral, também foi positivo, pelo facto de agora já estar mais dentro do assunto dos temas abordados na aula, assim agora quando estiverem a falar num destes assuntos já foi estar informada e puder dar a minha opinião. No entanto falamos de temas bastantes interessantes, que no fundo me fizeram refletir agora, que antes me passavam ao lado. Dou como exemplo, a vista de estudo que realizamos pela cidade do Porto, com objetivo de conhecermos a arquitetura de diversos monumentos da cidade. Eu sou Porto, e posso dizer que metade dos sítios que fomos conhecer, eu só conhecia por nome, não fazia a mínima ideia onde eram, qual a sua história e a sua arquitetura. Eu sabia que a minha cidade era bonita, mas depois de obter todos os conhecimentos desses sítios visitados, fiquei mais maravilhada pela minha cidade, com muita vontade de puder visitar o interior de muitas delas que não tivemos a oportunidade de ver o seu interior. Já que falo da cidade do Porto, aproveito para testar um pouco os meus conhecimentos obtidos nas aulas deste módulo. A cidade do Porto trata-se de uma planta irregular, pelo facto, ser uma cidade antiga, com ruas estreitas, onde antes o terreno era feito ao acaso; é uma área urbana, no que quer dizer que a mesma se concentra basicamente nas atividades económicas, profissionais e de educação. Esta tem pouca paisagem de verdes, e tem bastante poluição, e as pessoas são


stressantes. No entanto pude ver no documentário de António Barrete, que nos demostra a evolução do nosso país e cidades, desde o aumento das cidades nos últimos 70 anos desde estabelecimentos públicos, escolas, correios… No entanto agora as pessoas vivem mais fora da cidade devido ao stress, ao preço de vida… Gostei de ver a evolução, a minha ideia é quase como a cidade já tivesse “nascido” com prédios. Neste documentário de António Barreto, gostei de ver o esforço que as pessoas fazem no seu dia-a-dia para poderem ir trabalhar, não tinha a mínima noção que existia pessoas que a fizessem, na minha opinião isto é um método de sobrevivência, pelo facto da crise que o nosso país passa. Um outro tema que me fez pensar, foi o preconceito e racismo, visto que eu tenho preconceito pelos ciganos. Mas neste módulo comecei a ver as coisas por outro lado, visto que tinha passado por uma situação desagradável com um cigano, mas na realidade é que isso também podia ter acontecido com outra pessoa de outra cor ou língua etc. Neste módulo o trabalho que me custou mais a fazer, foi o do folheto, o trabalho prático em si foi fácil de fazer, mas na teoria foi um pouco difícil, pela razão de eu já ter sido atropelada, e com este trabalho fez com que me relembrasse das coisas, foi um bocado duro. Mas também aproveitei esse facto para falar no meu folheto, visto haver uma percentagem grande (40%) de peões atropelados nas passadeiras. Para finalizar agradeço toda a energia da formadora, visto que contagia toda a gente. É muito difícil alguém desconcentra- se nas aulas. Espero que continue assim.


Janeiro


Capitulo 3

á acabaram as férias e encontro-me de volta ao curso. Que este ano seja com

J

muita saúde e alegria para todos, apesar da fase que o país passa; que ninguém fique pior. Sei que existem pessoas assustadíssimas com o que Portugal está a passar, mas todos nós temos de ter esperança, fazer a vida da melhor forma e não pensar no pior. Sei que é complicado não pensar mas

é o melhor para todos. Eu neste momento só penso no curso, depois disso logo se verá; não vou sofrer com antecipação. Neste més acabamos vários módulos tanto módulos vbase como tecnológicos. Vou falar um bocado dos módulos tecnológicos acabaram neste mês. O módulo Ética e Deontologia Profissionais ministrado pelo Dr. João Bahia, foi de facto de grande importância para o nosso futuro profissional como pessoal. A nível profissional porque aprendemos o essencial dos direitos dos trabalhadores, desde contratos de trabalho, férias, licenças de maternidade e de doença. Este módulo é fundamental também para a nossa vida pessoal, pois se tivemos algum problema com a empresa, sempre sabemos os nossos direitos, e como nos defendermos, o que nesta altura é fundamental. Neste mês acabamos o módulas técnicas de digitação, sem dúvida que é uma ferramenta importante para o trabalho de uma secretária. Pois se uma secretária souber escrever rápido no computador, é uma mais valia para a secretária e para a organização, assim esta vai conseguir aproveitar muito mais o seu dia de trabalho. E para mim foi muito bom aprender a escrever corretamente no computador, pois agora sou muto mais rápida. Tivemos o módulo Noções Básicas do Sistema de Normalização Contabilística, ministrada pela Dr. Ana Bernardes, sem dúvida que é uma formadora exemplar, pela sua maneira de ensinar e nos cativar. Este módulo na verdade é um bocado complicado, pois nunca tinha tido contabilidade, mas o facto da formadora ser paciente ajudou-me bastante, e na verdade não é nada complicado. Este módulo é importante para uma secretária, porque pode sempre que ajudar nesta área, caso não haja mais ninguém para o fazer.


(CLC_5) Cultura, Comunicação e Média Nesta reflexão vou falar do módulo CLC_5 ministrado pela DR. Sónia Cardoso. Este módulo na verdade é bastante interessante, pelos seus conteúdos. Mas também, trata-se de um módulo que todos nós já conhecemos, por tudo que passamos no nosso dia-a-dia. Mas mesmo assim deu para relembrar, e pensar em todos os assuntos abordados. No entanto este módulo também nos ajudou bastante na comunicação, ao fazermos exercícios de gramatica, quebra-cabeças e palavras cruzadas. E na verdade isso é bastante importante, para o nosso futuro. Posso começar por referir o tema que para mim foi o mais interessante, foi o último, “ O Mass Media”. Para mim foi bastante interessante, pelo facto de conhecer o tema, isto é, já á muito tempo que não ouvia falar, então foi bom relembrar, e fiquei bastante entusiasmada com a matéria, também porque abordamos um tema que para mim é o que me fascina, que foi a publicidade. Isto porque eu no outro curso estudei publicidade, e sempre me despertou bastante o tema. Claro que tive as minhas dúvidas eu não sabia o que era, Selfmedia e netiqueta. Mas acho todo este tema entusiasmante. E também foi importante falarmos como era constituída uma notícia, porque no outro módulo que demos esta matéria, eu não tive oportunidade de assistir a essa aula. E considero que é bastante útil, sabermos como é a estrutura de uma notícia. Neste tema posso também incluir a nossa visita de estudo ao JN Medilab, foi bastante bom, termos a oportunidade de conhecermos a vida de um jornal, conhecer o nascimento e desenvolvimento do Jornal de Noticias ao longo dos anos, tivemos a oportunidade de visualizar filmes sobre o mesmo, além disso vimos um outro filme sobre o funcionamento do jornal, isto é, como os jornalistas trabalham diariamente, como é feito o jornal depois de haver informação suficiente para a sua impressão, etc. Depois o facto de nós podermos também criar 3 noticias, foi bastante agradável e muito útil. Isto porque eu tive, um certo cuidado naquilo que ia escrever e como o ia escrever. Para mim foi das melhores visitas que já tivemos no cecoa.No geral posso considerar que todo o módulo é proveitoso para o nosso futuro.


CPC_1 Liberdade e Responsabilidades Democráticas Nesta reflexão, vou falar do meu percurso na unidade CP_1: Liberdade e Responsabilidade Democráticas. Achei esta unidade bastante difícil, pois nunca me interessei, pelos temas que foram abordados nesta unidade. Na verdade, achava que eram temas que no meu dia-a-dia não me faziam qualquer diferença. Quando vi os temas que iam ser abordados na unidade, fiquei preocupada, pois não sabia como ia conseguir ser validada nesta unidade. Ainda para ajudar, a exigência da formadora e a sua maneira de ser assustavame. Quando na primeira aula a formadora pediu uma definição de Democracia, eu entrei em pânico, pensei … Democracia, que é isso? Quer dizer, eu sei o que é, tem a ver com a maneira que o nosso país vive, mas como explicar isso? Mas também não pode ser só isso… E na verdade não consegui escrever nada de jeito, apenas o que todos sabem, a definição da palavra Democracia. Fiquei chocada comigo mesma, porque só consegui escrever uma frase, e achei tão vergonhoso que por segundos pensei para mim mesma, não vou mesmo conseguir “safar-me” neste curso, se continuamos com este tipo de matéria. Mas após algumas aulas, comecei a entender um pouco melhor as matéria. Mas mesmo assim, quando me foi preposto um trabalho sobre a Democracia, comecei a pensar que não ia conseguir faze-lo, porque apesar das aulas, ainda não conseguia passar para o papel, uma vez que, na verdade a minha maior dificuldade, é escrever, conseguir expressar-me. Após alguns rascunhos e pesquisas sobre Democracia, consegui fazer o trabalho, senti um imenso alívio, finalmente tinha conseguido. Na verdade foi dos trabalhos mais dolorosos, nunca pensei que fosse tão ignorante! Mas infelizmente a minha preocupação não ficava só neste trabalho, mas também no de Cidadania. Não sabia mesmo o que escrever, por mais que pensasse, não sabia que escrever, simplesmente ficava a pensar no assunto, ficava dias com o


computador ligado e acabava por não escrever nada. Mas por fim acabei por conseguir escrever alguma coisa. Apesar do trabalho ter sido simples e curto, na minha opinião, penso ter conseguido transmitir bem a mensagem, sobre esse mesmo assunto. No entanto com estes temas consegui perceber, como viver em sociedade, isto é, os direitos e deveres que temos como cidadãos, numa Democracia. Quando começamos a abordar o assunto, dos Direitos Humanos, já me sentia mais segura, talvez pelo facto, de numa outra unidade, ter realizado um trabalho sobre esse assunto. Mas na verdade, acho que o que me despertou para o tema, foram os vários acontecimentos que ainda existem no mundo. Para ser sincera, antes de entrar para este curso, eu era a favor da pena de morte. Mas mudei de minha opinião, neste momento sou totalmente contra, porque se todos nós pensarmos, o mais valioso que temos na vida é a liberdade. No meu caso em particular, só tive liberdade aos 19 anos, antes nem sabia o que era a liberdade, sofri bastante na vida, mas agora posso afirmar que com a liberdade, sou uma pessoa muito mais feliz. O que quero dizer com tudo isto, é que, o maior castigo que se pode dar a uma pessoa, é tirar-lhe a liberdade, dai eu ter deixado de ser a favor da pena de morte. A declaração dos direitos humanos, refere no seu artigo 3º: Todo o indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal. Além disso a pena de morte, vai acabar por dar “liberdade” aos condenados, de se “livrarem” de assumir a responsabilidade pelos seus atos. Claro que deve ser terrível o facto de perder a vida, mas cada uma dessas pessoas, deve assumir os seus atos, e viverem com isso. E ao darmos uma oportunidade a essas pessoas, talvez elas mudem. Sim isso pode acontecer. Quantos e quantos já mataram alguém e depois conseguiram mudar a sua vida, já tiveram o seu castigo, o maior castigo que possa existir na vida, a perda da sua liberdade. Ainda existe um tema que me choca bastante, a existência da exploração infantil (Toda a criança tem o direito à educação.) O que eu acho mais grave é saber-se da


existência desta situação, e ainda não existir ação suficiente para acabar com este grave problema. Aproveito ainda para referir a Carta da União Europeia (constituída por 54 artigos e 7 capítulos) reforça a Declaração dos Direitos Humanos e está instituída nos 27 países da União Europeia (UE). A minha opinião sobre a carta, é ótima, pelo facto, desta valorizar as tradições e culturas dos vários povos; estarmos livres de deslocarmo-nos, trabalhar e ter uma vida, noutro país da EU e não permitir a pena de morte. Pode ser que com isto a UE, consiga reduzir, os países com a pena de morte. Um dos temas bastantes interessantes abordados nesta unidade, foi a União Europeia, toda a sua história, como começou, o seu desenvolvimento, através dos tratados para o seu melhoramento. Quando abordamos este tema, sabia muito pouco sobre a União Europeia. Mas foi interessante conhecer a sua história, e os seus objetivos. Com todos os conhecimentos obtidos comecei a perceber melhor as notícias da crise na União Europeia. Além disto, a formadora conseguiu contagiar- me pelo interesse das moedas da UE. Para mim as moedas eram todas iguais e não teriam qualquer significado. Agora eu “junto” moedas de todos os países e tento sempre conhecer o seu significado com muita curiosidade. Por fim, acabei por conhecer melhor os temas e a sentir o despertar de interesse pelos assuntos. Mas na verdade, o balanço que faço desta unidade, apesar de ainda existirem algumas dificuldades, foi positivo. Sinto-me uma pessoa mais culta, e comecei “a dar por mim”, a saber ouvir as noticias e a comentar vários acontecimentos que se passam no mundo, com o meu namorado e amigos. Também causei admiração nas pessoas que me rodeiam,

por

estar

a

comentar

esses

acontecimentos.


STC_5 Redes de informação e comunicação

Nesta reflexão vou falar do módulo STC_5 Redes de informação e comunicação. Este módulo foi bastante interessante, pois no nosso futuro profissional a informática vai ser umas das ferramentas mais importantes. Este módulo fez com que me relembrasse de muita matéria importante, que já tinha abordado em outras situações. Na verdade, eu só sabia escrever no word, não sabia as ferramentas importantes dadas nas sessões de formação, tais como, formulários, tabelas, modelos, cartas. Consegui perceber bem toda a matéria, desde já tenho de agradecer à formadora, a paciência e disponibilidade que nos transmite, isso foi fundamental, não falo por mim, mas refiro-me a colegas mais velhas que nunca ou raramente tinham usado computador, e agora com esta formação conseguiram. No entanto, o importante neste módulo, foi o facto de falarmos sobre a evolução das tecnologias. Como todos nós sabemos a tecnologia tem evoluído de uma forma rápida nos últimos 50 anos. Isso já se verifica no nosso dia-a-dia, quem é que agora não tem computador em casa? Quem não tem telemóvel, ou mesmo televisão, já todas modernas? Toda a gente tem, até as crianças já têm a partir dos 7 anos de idade, mal sabem ler e escrever e já têm telemóvel e computador. Por essa mesma razão é que as famílias, cada vez se tornam mais distantes. E pude ver na visita de estudo à Alfândega do Porto, no museu dos transportes e comunicação, essa evolução dos meios de comunicação social, e as suas consequências no convívio, das famílias da época. Posso concluir deste módulo, uma viagem bastante positiva.


Fevereiro

“A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz.” Sigmund Freud


Capítulo 4

Sigmund Freud

Adoro esta frase. E acho que toda a gente devia lê-la e refletir sobre ela, e o que tenta transmitir, é muito complicado fazer para a maior parte das pessoas. Mas no entanto diz tudo esta frase. No meu ver esta frase, está direcionado para aquelas pessoas que não estão felizes no momento por diversas razões que a vida meteu no seu caminho, e essas pessoas refugiam-se logo em psicólogos ou mesmo psiquiatras, no que no final, principalmente nos psiquiatras lhe vão dar imensos medicamentos, antidepressivos, analgésicos, calmantes etc. Como essa medicação as pessoas pensam que a felicidade vai-lhes cair aos pés, mas na verdade isso não acontece, por vezes só piora a situação da pessoa, e aí e que veem os problemas graves, as pessoas refugiam-se nelas mesmas, esquecem de si mesmas, da sua existência, dos que mais amam. No meu entender os psicólogos ajudam a percebermos melhor os nossos sentimentos, é um certo apoio, para nós pensarmos nas suas palavras e interpretarmos essas na nossa vida. Ele nunca vai dizer para fazermos isto, aquilo, porque assim vamos encontrar a nossa felicidade. Aproveito para contar a minha experiencia que tive na minha vida, onde entrou nela um psiquiatra e um psicólogo. (nesta altura estava numa instituição desde os meus seis anos, por ter sido abandonada pelos meus pais.) Por volta dos meus 16 anos, passei uma fase da minha vida complicada, porque queria saber como poderia ser feliz. E perguntava-me muitas vezes o que posso fazer para ser feliz? Com este meu estado as freiras do lar, diziam que eu só poderia estar doente da cabeça. Chamavam imensas vezes e perguntava-me o que eu tinha, sempre que me faziam essa pergunta, eu respondia já com as lágrimas nos olhos, aperto na


garganta e respondia quero ser feliz, como posso ser feliz, eu não estou feliz. Elas respondiam-me sempre, que não me poderia queixar da vida que tinha, pois a quem dera a muita gente estar no meu lugar. Após várias tentativas da parte das feiras de descobrir o que eu tinha, passaram-me um “atestado” de doente mental, e que teria ser tratada urgentemente. Assim comecei eu a ter consultas no hospital Magalhães Lemos, nunca mais me esqueço desse dia. O psiquiatra perguntou o que eu tinha, eu respondi de uma forma normal, Eu quero ser feliz, não sei como o fazer. Este muito rapidamente, me respondeu, sim senhor, então vamos te tornar a mulher mais feliz do mundo, vais tomar estes comprimidos para dormires melhor, estes para durante o dia, para andares animada (Prozac), e estes para andares calma no teu dia-a-dia (busansil). Nisto comecei a tomar a medicação, mas sempre definido aquilo que eu queria, era ser feliz. Passado algum tempo, comecei a perder o apetite, a isolar-me das pessoas, a tornar-me “violenta” com as minhas amigas, comecei a desmaiar etc. A partir daí quando as pessoas me perguntavam o que eu tinha, eu já respondia de uma forma agressiva “deixem-me em paz, só quero ser feliz. Continuaram as consultas de psiquiatria, as consultas era sempre com a mesma pergunta “o que tens Ana?”, eu sempre dava a mesma resposta e alteravam-me a medicação, ou para uma dosagem maior ou mudavam a medicação, onde comecei a tomar Zoloft, o psiquiatra disse que estava com uma depressão profunda. Eu não entendia o porque de estar com uma depressão, só por quer ser feliz? Cada dia que passava o meu estado físico estava pior, emagreci 10kg, não dormia, só chorava e isolava-me, era agressiva com as pessoas que mais amava ( irmã, e os meus padrinhos, pessoas que me acolheram ao fim de semana na


sua casa).Comecei a pensar e comecei a perceber que desde que tomei a medicação e tava muito diferente, então decidi deixar toda a medicação sem que ninguém soubesse, e era impossível estar depressiva só porque queria ser feliz. Tive uma conversa com o meu padrinho, e expliquei-lhe o que se passava comigo, este marcou-me uma consulta no psicólogo. Quando fui ao psicólogo, passei a consulta toda a chorar, não falei de nada. Na seguinte semana, este mandou-me sentar num sofá e fazer o eu quisesse, chorar, falar, gritar, estava á vontade, e assim o fiz, chorei, chorei, chorei, ele perguntou me a razão dessas lágrimas, eu disse que ultimamente só chorava sempre que falassem comigo, e expliquei-lhe que talvez fosse pelo facto de terem dito que tinha uma depressão, só porque eu dizia que queria dizer feliz. Este estranhou aquela minha resposta e pediu- me que lhe contasse quem me tinha dito aquilo, eu contei-lhe como tudo começou, que tinha sido seguida por um psiquiatra, e que tinha deixado a medicação, e ficou por aqui esta consulta. Mas na verdade vim embora um bocado aliviada. Numa outra consulta, o psicólogo disse para me deitar no sofá no gabinete, pediu que fechasse os olhos, e que lhe falasse o que eu pensei naquele momento, e depois começou a fazer perguntas da minha vida, dos meus pais, eu expliquei-lhe que era complicado falar disso pois não sabia quase nada deles, mas o mais impressionante é que me lembrei de momentos da minha vida, não sei como foi possível, mas que na verdade me fizeram sentir mais leve. Quando terminou a sessão, ri-me tanto, que até me doía as bochechas do rosto, e disse que queria lá voltar. E assim foi, sempre que lá ia falava o que eu quisesse, ria e chorava, era tudo á mistura, e comecei a perceber que os sentimentos que tinha, era tudo derivado a um passado mau, de momentos que vivi, comecei a perceber melhor esses sentimentos, a controla-los, e a conhecer a mim mesma. Comecei a viver mais a vida, e aprecia-la, e entendi que o nosso maior tesouro é a liberdade. O resumo que faço disto tudo, é que derivado a estar numa instituição, nunca pude ter liberdade, nem de ver a realidade da vida. Tomei uma decisão, de sair


do Lar, comecei a trabalhar muito cedo, a pagar contas muito cedo, a conhecer o mundo real sozinha, a tomar as minhas decis천es do bem e do mal, mas posso dizer que foi a melhor decis찾o que fiz na minha vida, pois consegui controlar a minha vida, seguir tudo direito. O que eu precisava para ser feliz, era da liberdade, e de conhecer o mundo real. Agora sou a pessoa mais feliz do mundo, adoro apreciar aqueles momentos em que sai do lar onde tive que enfrentar a vida sozinha. Claro que precisei de uma ajuda para ser feliz, mas foi para conhecer o que eu n찾o conhecia, a liberdade e o mundo real, ap처s isso fui eu sozinha em busca da minha felicidade.


Processos Identitários

Nesta reflexão vou falar sobre o meu percurso no módulo Processos Identitários. Este módulo no geral fala-nos de conceitos que todos nós vivemos diariamente, e por vezes também o praticamos. Desde, o racismo, preconceito, xenofobia. Achei este módulo bastante útil para o nosso futuro, visto que no futuro podemos agir de modos diferentes para estas situações. Neste módulo foi possível visualizarmos o filme “BORDERTOWN-CIDADE SOB AMEAÇA”, este filme retrata os temas abordados na aula. Este fala-nos de uma pequena cidade, onde existe factos reais que nos chocam, fez com que eu pensa-se como vivem muitas pessoas, principalmente as mulheres, onde estas não têm qualquer valor e direitos. Estas são violadas torturadas e por fim assassinadas. Este assunto na verdade a mim incomoda-me bastante, não só por ser mulher, mas também por ser humana, e nenhum humano deveria ser sujeito a qualquer tortura. No entanto este filme retrata o abuso de poder, que na realidade isso hoje ainda acontece em vários países. Este filme retrata um assunto que ainda hoje se anda a lutar contra a ele, a mão-de-obra barata, infelizmente ainda hoje existe muito esse problema, e não percebo como ainda não existe atos suficientes para se puder superar essa situação. Neste módulo também foi abordado o tema do 25 de Abril, na verdade não conhecia bem a sua história, e o facto de devermos o filme “Capitães de Abril”, consegui conhecer a história, contada de uma maneira mais profunda. O que na verdade o me custou bastante a fazer neste módulo, foi o trabalho das eleições Espanholas. Pois, na verdade eu não percebo nada de política, e mal sabia como funcionava ca em Portugal, quanto mais em Espanha. Mas ao realizar este trabalho fui obrigada a pesquisar e estar mais atenta a esta matéria nas aulas, e assim comecei a perceber, e consegui realizar o trabalho, e fiquei com conhecimentos do funcionamento das eleições cá em Portugal. Com este módulo cresci, a nível pessoal e social. Agora, mais tarde, já vou saber lidar melhor com vários temas abordados na aula.


Marรงo


Passado 6 meses…

Passados estes 6 meses, já existe muita coisa a dizer. Para começar posso dizer que não estou arrependida. Como tudo passei fases boas e menos boas. Quanto á relação entre os colegas, começou haver os famosos grupos, não entendo muito bem o porquê, ao existir os grupos, começa haver confusões na turma, existindo mesmo um mau estar, mesmo não sendo nada connosco, sentíamos que os olhares ou bocas também são para nós, ao principio senti mesmo muita dificuldade em lidar com essa situação, visto que no meu antigo emprego passei por uma situação idêntica e sai prejudicada, e agora ao passar aqui pelo mesmo, pensei que pudesse sair prejudicada. Não entendo certas atitudes para esses grupos, sei que cada um é como é , e é normal nos identificarmos mais com umas pessoas do que com outras, mas existir esses grupos para prejudicar colegas ou formadores, não percebo, afinal não somos todos adultos? Não nos deveríamos comportar como tal? Falo também por mim, não sou perfeita, também tenho os meus erros, e talvez o meu maior erro foi não ter falado com uma colega, onde em plena aula rebaixou os mais novos, dizendo que ainda temos que aprender muita nesta vida, não percebi esses comentários, é por essa pessoa ser mais velha que conhece mais a vida? Que passou mais na vida? Que sofreu mais? A sério ou comentar isso, fiquei com uma revolta, visto pelo que já passei nesta vida, o que já aprendi, o que tive de lutar…enfim, sem palavras. Mas na verdade o que me tem desanimado mais neste curso, é o facto dos parzos dos trabalhos, é de uma revolta enorme, não haver cumprimento nos prazos, e depois não haver qualquer tipo de penalização aos colegas, e pior é haver prejodicação nos formadores, não terem os trabalhos corregidos a tempo.


Mas enfim foram situações desagradáveis que tenho de guardar para mi, o que para mi neste momento já é um ponto positivo, isto que me considerava uma pessoa impulsiva, e agora consigo guardar as coisas para mim, para não piorar o ambiente com os colegas. Mas posso dizer que a nível profissional, estou adorar o curso, e estou bastante orgulhosa de mim, antes considerava-me uma pessoa com poucas capacidades, e este meu percurso no curso tem me mostrado o contrário, não me sinto uma aluna a 100%, mas estou muito mais aplicada, ambiciosa nos meus objetivos do que antes. Na minha opinião penso que também esteja relacionado com a idade, e pelo percurso da minha vida, visto que antes desisti dos estudos, apenas porque não me apetecia estudar, já na altura não me considerava uma má aluna, mas podia ter sido muito melhor. Houve neste curso, módulos que puxaram bastante por mim, e aí pude ter conhecimento das minhas capacidades, posso dizer que até hoje, os módulos que me deram bastante orgulho de trabalhar foram os módulos dados pela Dr. Ana Luísa Martinho, para mim esta formadora tem um impacto sobre nós enorme, ela consegue com que todos nós tenhamos uma atenção preciosa nas aulas dela, que tenhamos gosto nelas. Principalmente a esta formadora tenho muito agradecer, pois foi nas aulas dela que comecei a tornar-me no que realmente sou, e sempre puxou para mim, para conseguir. Mas apesar de altos e baixos no curso, tiro um balanço positivo.


Neste mês acabamos mais módulos tecnológicos, sendo assim vou falar um pouco sobre eles. Acabamos o módulo Legislação fiscal, neste módulo apendemos a realizar um calendário fiscal, isto para que futuramente na organização posam saber quando temos de entregar os documentos fiscais. Sem dúvida bastante útil. Pela segunda vez estivemos a formadora Anabela Correia, que desta vez nos ministrou o módulo Língua Portuguesa empresarial, Neste módulo criamos uma empresa fictícia, onde tivemos que falar sobre ela, e os diferentes documentos que a empresa pode ter que escrever. Na elaboração deste portefólio pude obter mais informações de como trabalhava e se organizava através de documentos. O que aprendi com este portefólio, é que a empresa precisa de ser organizada tanto a nível de documentação, e comunicação, para o seu sucesso. Mas no fim gostei do resultado do meu manual.


CLC_LEI) Língua Estrangeira- Iniciação- Inglês

Nesta reflexão vou falar do meu percurso no módulo de inglês-iniciação, ministrado pela Dr. Sónia Cardoso. Para mim este módulo foi gratificante, tanto no presente como no futuro. O que eu sabia de inglês, era muito pouco, na verdade só entendia o que diziam, falar e escrever era o básico. Com estas aulas consegui aumentar os meus conhecimentos, agora já consigo falar mais e escrever. Foi importante relembrar o alfabeto e números, cores, objetos, expressões básicas, para o nosso dia-a-dia. Tenho a agradecer a paciência á formadora e aos colegas com mais conhecimento, por muitas vezes pararem a aula, para a formadora explicar aos que têm mais dificuldade. Foi importante a maneira que a formadora nos colocou á vontade, e sempre paciente com os alunos. Com certeza que este módulo vai ser muito útil no meu futuro.


Abril "A felicidade é a realização de um desejo pré-histórico da infância. E por isso que a riqueza contribui em tão pequena medida para ela. O dinheiro não é objecto de um desejo infantil."

Sigmund Freud


Para mim, isto acaba por ser um grande problema da sociedade, pois as pessoas têm de trabalhar e o stress da vida leva a que se esqueçam, cada vez mais, da família, dos filhos e dos amigos. As pessoas só pensam em ganhar dinheiro, e desde que haja dinheiro em casa, tudo está bem. Mas é uma grande mentira! Os humanos têm necessidade de carinho, atenção e socialização. O que acontece em muitas famílias é que as crianças estão cada vez menos tempo com os pais e são criadas por terceiros. Quando os pais estão em casa, têm mais em que pensar e esquecem-se que os filhos precisam de afeto. Por vezes os pais o que fazem é dar uma prenda para a crianças, de uma certa forma, compram a estabilização das coisas. Mas na verdade as crianças não esquecem, e começam a sentir falta de algo e começam a sentir-se sozinhos, a sentirem-se uns ”zé ninguém” e revoltam-se. Aí, aparece a tristeza, a infelicidade. As crianças não sendo felizes na infância, como é que vão conseguir serem felizes mais tarde? Dificilmente vão ser, e depois acontece o pior, o suicídio na adolescência. Um estudo comprova que a segunda causa de mortes em Portugal é o suicídio na adolescência, por vários fatores desde, bulling na escola, zangas com colegas, sofrimento etc. Tudo isto reflete, que é na infância que se aprende quase tudo. Logo, é preciso ensinar e demonstrar o que é a felicidade. Se não agora, na infância, quando será possível?


Neste mês apenas acabamos módulos tecnológicos, que na verdade foram um bocado complicados, principalmente os trabalhos. O módulo Estrutura e Comunicação Organizacional, ministrado pela Dr. Sónia Fernandes, importante, pois o trabalho que nos foi pedido por parte da formadora no futuro poderemos que nós fazer. Isto é, realizamos um manual de acolhimento para um funcionário novo na empresa. Neste manual esteve que obter informação do que é um empresa ou organização, como esta é estruturada a nível de organigramas , a postura no posto de trabalho, organização e o normas de segurança.


Maio “Um homem que está livre da religião tem uma oportunidade melhor de viver uma vida mais normal e completa.”


Na minha opinião as pessoas que estão ligadas a uma religião, focam-se muito ao que a sua religião diz, e no entanto perdem muito na sua vida, e baseiam-se simplesmente ao que a religião diz. Ai perdem a oportunidade de ver, conhecer a vida…tudo que a vida tem para nos dar. Certas religiões impõem condições aos fiéis, regras de conduta. Assim como toda família possuí um conjunto de regras moras, essas religiões tem sua personalidade. Contudo, algumas regras nos parecem ser absurdas ou até mesmo sem contexto. No me entender as pessoas tornam-se antissociais. E claro que não a aproveitam a vida ao máximo, e acredito que muitas vezes esquece

da sua própria

existência. Outro tema que eu não concordo mas respeito quem o faz é a questão de ir a Fátima a pé, não entendo o porque de tanto sacrifico, será que deus vai curar todos os pecados ou dar-lhe uma vida melhor. Sei que Deus fez muitos sacrifícios por nos, mas com certeza que não gosta de ver as pessoas a sofrer, a desmaiarem, a ter problemas no corpo nos pés só por uma promessa que lhe fizeram, é a mesma coisa que as pessoas andarem de joelhos de santuário de joelhos ate ficarem feridos, no meu entender Deus quer que todos nós tenhamos uma vida normal, com sacríficos, mas não estes sacrifícios, talvez se estas pessoas fizessem sacrifícios diariamente não precisam de sofrer a ir a Fátima. As pessoas são obcecadas, fazem uma promessa, e depois se o pedido pedido realizar fazem este sacrifício de andarem a pe ou andarem de joelhos, para que? Se o maior sacrifício foi lutar todos os dias. Como já expliquei eu fui criada num Instituição de freiras, logo tinha que frequentar a igreja regularmente, e existir a missa todos os domingos, rezar todos os dias, antes de dormir, antes de comer depois de comer, etc. Apesar de não gostar, sempre respeitei, pois era obrigada. O meu pensamento sempre foi o mesmo, irritava-me o facto de ter de ir a missa todos os domingos, ter de ir a catequese, pois aquilo não me dizia nada, podia lá estar, mas a mente estava a


longe. O facto de me obrigar a confessar, eu não entendia o porque de o fazer, pois eu era uma criança…como é que podia pecar? A maior partes das vezes, quando chegava a minha vez de confessar, eu própria dizia ao padre que não tinha pecados, apenas erros, coisas normais na minha idade, o padre ficava sem reação a olhar para mim, e dizia-me que esses erros se iam tornar pecados que tinham de aprender agora a corrigi-los. Acho que cada um de nós tem a sua maneira de lidar com a religião, considero me religiosa, mas não praticante, porque tenho consciência que Deus teve muitas vezes no meu lado, mas também sei que eu é que lutei por tudo na minha vida, e que tudo que consegui foi por muita luta minha. A conclusão de tiro desta citação é que cada um de nós deve ter a sua religião, mas não viver obcecado por ela, e aproveitar tudo que a vida nos dá, fora das nossas crenças.


Para mim este mês foi o que acabamos mais módulos. Neste mês acabamos a formação base. È verdade, o tempo passa a correr. Tiro um balanço bastante positivo, aprendi bastante, revi muita matéria, mas aprendi mais claro, principalmente conseguir pensar melhor sobre assuntos importantes na nossa sociedade, consigo escrever mais e argumentar, na verdade ainda tenho dificuldades na escrita, na verdade o que eu tenho de fazer é ler alto o que escrevo, como não o faço, tornar-se confuso. Espero conseguir mesmo escrever melhor, estou a gostar. Acabamos

quatro

módulos

de

formação

tecnológica,

Documentação

Administrativa- Métodos de Execução; Legislação Laboral; Contrato de Compra e Venda e Aplicações Informáticas de Escritório. Todos estes módulos foram fundamentais para o nosso futuro profissional. O módulo Documentação Admistrativa- Métodos de Execução, aprendemos a escrever documentos da empresa, desde memorandos, comunicação interna, externa; email, e circulares. O módulo Contrato de compra e venda para mim foi fácil, pois na Unicer, desempenhava essa função. Quanto ao módulo Aplicações Informáticas de Escritório, este é bastante importante pois vai com certeza ser importante numa organização onde trabalhamos, porque qualquer organização tem uma base de dados, e é importante para nós sabermos pesquisar , consultar e realizar.


(CLC_6) Culturas de Urbanismo e Mobilidade

Nesta reflexão vou falar do meu percurso no módulo (CLC_6) Culturas de Urbanismo e Mobilidade, dado pelo Dr. Arnaldo Pedro. Para mim este módulo foi muito interessante, deu a oportunidade de conhecermos vária cidade pelo mundo através de um meio virtual. Cada um dos colegas teve de escolher uma cidade e falar sobre ela, sobre a sua história, cultura, mobilidade, pontos históricos, tradições etc. Adorei as apresentações, todas elas deram uma vontade de ir visitar, claro que algumas das cidades ficaram na minha memória para futuramente visitar. Eu escolhi a cidade Nova Iorque, a razão para esta minha escolha é pelo facto de adorar aquela cidade, nunca lá fui, mas pelo que já vi de imagens e ouvi falar apaixonei-me, talvez pelo facto de eu adorar confusão, sítios agitados, pelos prédios enormes, pela quantidade de culturas que lá existe, sítios históricos para visitar, fiquei fascinada pelo Central parque, como é possível no meio de uma cidade cheia de agitação haver um sítio de repouso, onde eles usufruem bastante para fugirem da confusão. Adorei o Memorial do 11 de Setembro (Ground Zero), o facto de o memorial ser construído no local exato onde ficavam as Torres Gémeas, os nomes das quase 3.000 vítimas dos ataques ao World Trade Center foram escritos em bronze nas paredes de duas grandiosas piscinas. Basicamente este módulo foi falarmos das cidades, como eles cresceram após a revolução industrial, com que tipo de planta elas são, o que é uma área metropolitana etc. Para mim este módulo foi útil pois tinha muitas questões pendentes, e com este módulo consegui me manter informada.


Língua Inglesa – Continuação

No módulo Inglês-Continuação não só demos continuidade e aprofundámos os conteúdos trabalhados no módulo anterior como também abordámos outros de igual importância tais como o Past Simple e as preposições de tempo, vocabulário relacionado com as divisões da casa e os respetivos utensílios e mobiliário, entre outros. Creio que foi bastante importante que a formadora se mantivesse porque, além de já nos conhecer, reconhece as nossas dificuldades, os nossos pontos fortes e os fracos tentando, desta forma, um maior empenho da nossa parte nos conteúdos que precisam de ser mais trabalhados. Acredito que se fosse outra formadora o período de adequação a um novo método de ensino poderia ser prejudicial uma vez que já nos habituámos ao modo de ensino da formadora Sónia Cardoso. Neste módulo, tal como no anterior, relembrei alguns dos conteúdos abordados da última vez que frequentei o ensino oficial. Neste momento ao ver filmes ou ao ouvir música, fico mais atenta à pronuncia das palavras, e tento traduzir, sinto-me cada vez mais à vontade o que demonstra que tenho evoluído um pouco, espero conseguir ainda mais. É esta a minha convicção; é esta a minha premissa.


STC_7 Sociedade, Tecnologia e Ciência-Fundamentos.

Nesta reflexão vou falar do meu percurso no módulo STC_7 Sociedade, Tecnologia e Ciência-Fundamentos. Ao começar este módulo, fiquei um pouco assustada com os temas que iam ser abordados,

pois

ciências

não

era

uma

matéria

que

tivesse

muitos

conhecimentos, mas após ver o programa do módulo, fiquei bastante entusiasmada com o facto de ter de fazer um trabalho sobre um cientista, disse logo que queria muito falar sobre Freud e a sua teoria da psicanálise. O nosso primeiro tema neste módulo foi o elemento, o qual considerei muito interessante. Vimos o filme “Odisseia da Vida”, que retrata uma aventura de 9 meses, da criação ao nascimento de um ser humano, com belas imagens em 3D. Ao visualizar este documentário, achei impressionante como um ser humano cresce dentro do ventre de um outro ser humano, o facto das várias fases, como nos tornamos embrião, feto, e futuramente bebe, gostava de agradecer à formadora por este documentário. Também com este documentário pudemos saber sobre o nosso ADN (ácido desoxirribonucleico), as células e a hereditariedade. Falamos sobre as várias ciências, sendo a ciência mãe, a filosofia. Pudemos ver os vários grupos de ciências as ciências sociais (filosofia, psicologia, sociologia, geografia entre outros), estudam os comportamentos humanos, a vida social dos indivíduos, e de um determinado grupo de indivíduos. As ciências naturais (matemática, física, astronomia entre outros),estudam toda a natureza, onde se tentam encontrar resultados sobre factos naturais Após terminarmos o tema sobre o elemento, foi- nos proposto realizarmos um trabalho sobre um cientista, a sua vida, os seus trabalhos, e os impactos que teve na sociedade. A razão para a minha escolha do cientista Freud, foi a psicanálise, enquanto técnica criada por Freud, me ajudou bastante na minha vida, numa altura que não percebia quem era e o que fazia neste mundo, questões que ficaram resolvidas com a teoria de Freud.


Para mim, Freud tem uma frase, que é de fácil interpretação, mas tão difícil para muita gente conseguir. “A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz.” Como podemos ver, é de fácil interpretação, mas agora conseguir coloca-la em prática? É rara a pessoa que consegue fazer isto, pois as pessoas sentem-se deprimidas, ou sentem-se infelizes, e procuram um psiquiatra ou psicólogo para estes dizerem, as palavras que querem ouvir, ou dizer o que exatamente que fazer na sua vida. Mas na verdade, um psicólogo nunca vai dizer qual é o caminho da felicidade, vai ajudar a compreender o mal-estar da pessoa, e ajudala a melhorar, depois a pessoa é que vai interiorizar as palavras e ver e encontrar a sua felicidade. Cada pessoa é que sabe a sua “doença” psicóloga, claro que necessitamos muitas vezes de ajuda psicológica, mas este só nos guia, o resto do caminho é todo feito por nós, por isso os vencedores aqui, são as pessoas, não os psicólogos. Adorei pesquisar e realizar este trabalho, tive bastante gosto de o fazer, principalmente quando soube que o nosso coordenador Dr. Nuno ia estar presente nas apresentações, pois sabia que este trabalho tinha que ser prefeito, pois o Dr. Nuno é psicólogo e de certeza de deve conhecer bem Freud, aí ainda me apliquei mais, preparei-me bem, e quando dei por mim, apesar dos meus nervos da apresentação, senti que apresentei o trabalho, como já conhecesse Freud há algum tempo. Na pesquisa do meu trabalho, comecei por ler frases de Freud, e senti que deveria partilhar com os meus colegas essas frases, para poderem conhecer melhor este cientista, caso alguém não tivesse percebido o meu trabalho. Posso dizer que para mim este foi o trabalho que tive mais orgulho de fazer, e irei incluir frases de Freud no meu PRA. As apresentações dos colegas sobre os seus respetivos cientistas, foram todos muito interessantes, porque conseguimos ter a noção, de como foram feitas


descobertas de coisas importantes no nosso dia-a-dia, e quem conseguiu que essas coisas fossem possíveis, desde ADN , eletricidade, a astronomia entre outros, a todos estes cientistas temos que agradecer os seus estudos, porque sem os princípios desses estudos, não estaríamos tão evoluídos. Neste mesmo módulo dedicamo-nos a uma ciência, a astronomia, realizamos uma visita de estudo ao planetário, onde assistimos a uma sessão “ A nossa estrela- O Sol”. Nesta sessão tivemos oportunidade de rever a história do nosso universo, e definirmos palavras que talvez nesta altura já não nos lembramos, e ao realizarmos este relatório, obrigou-nos a fazer pesquisas sobre o nosso sistema solar. Neste tema obrigou me a fazer várias pesquisas, tanto pela internet, como em livros. Fiquei surpreendida comigo mesma, visto que eu nunca fui de ler livros, ou mesmo fazer pesquisas de trabalhos em livros, e com este trabalho senti a necessidade de fazer esse tipo de pesquisa, o que para mim foi bastante gratificante. Para mim todo este módulo foi bastante interessante, na verdade todos os módulos, dados pela Dr. Ana Luísa Marinho, foram bastantes interessantes e gratificantes, agradeço desde já à formadora, por toda a paciência, a sua exigência, e claro que não podia faltar a genica, graças a ela, somos obrigados a estar atentos, e desperta toda a atenção. Tenho mesmo que lhe agradecer por me ter ajudado, e me despertar interesse nas suas aulas, pois agora consigo desenvolver melhor as minhas respostas, ter uma melhor comunicação, e ter gosto em escrever. Aqui me despeço com muita pena minha da Dr. Ana Luísa Martinho, continue a pessoa que é, pois de certeza que cada aluno que passar por si, vai ser uma boa pessoa e com muitos conhecimentos


Junho

“Somos feitos de carne, mas temos de viver como se fôssemos de ferro.”


Sem dúvida que esta citação está correta. Devido ao nosso dia a dia, termos de viver perante situações de grande stress, pressões, conflitos, criticas, muitas mais coisas, temos de saber de lidar com elas, para isso temos de ser duros pra nos aguentarmos ou protegermos, e acabamos de viver o nosso dia a como se fossemos de ferro, acabamos por usar uma mascara em muitas situações na vida. que nem sempre podemos responder pelo coração mas sim com a cabeça. A vida é difícil, e nós humanos temos sentimentos, e esses veem do coração, e o coração é mole. Por vezes queremos reagir com o coração, mas nem sempre podemos pois depois podem abusar da nossa bondade. Aproveito para falar de uma opinião do formador Moreira da silva sobre a minha pessoa. Este diz que sou uma pessoa que me fecho muito no meu casulo, e quando saio é para o ataque. Concordo plenamente, realmente eu fecho-me bastante e por vezes não demonstro o que sou realmente, mas o porque de ser assim? Para me proteger, para muitas vezes não entrar em conflitos, ou não me magoarem. Mas por vezes o que me acontece é que não aguento ouvir tanta injustiça, tanta maldade que ataco, sei que que não é a melhor forma de reagir, principalmente dentro de uma empresa. Mas na verdade é um ponto que tenho a melhorar, tenho consciência, que melhorei bastante, visto que antes atacava sem pensar, agora já ignoro muita coisa, mas continua na mesma a ser uma luta. Este exemplo foi para ver que realmente sou de carne, e muitas vezes tenho de ser de ferro.


A partir deste mês vou só falar dos módulos tecnológicos, pois acabou a formação base como já tinha referido no mês anterior. Neste mês acabei o módulo Circuito Documental na Organização, neste módulo aprendemos o circuito dos documentos, isto é, desde que entra na empresa e sai, e como circula entre os funcionários. Bastante interessante. Com

este

módulo

Documentos

Multimédia-

Apresentações

Gráficas,

aprendemos formas engraçadas de apresentar trabalhos ou apresentação de uma empresa através de dois programas, que é o prezi e o E-book. O E.book é da forma como vai estar apresentado os manuais dos trabalhos, base e tecnológica. Neste mesmo mês conhecemos um formador novo, o Dr. Moreira da Silva, sem dúvida uma pessoa muita culta e com um currículo que não tem fim, este ministrou o módulo Gestão de Tempo. Este módulo é fundamental para a o nosso presente e futuro. Devido ao stress da vida, não conseguimos gerir muito bem a nossa vida, tanto a pessoal como a profissional, e com estes módulos ficamos a conhecer algumas técnicas. A dr. Ana Bernardes voltou a ministrar um módulo de elevada importância, o Processamento de vencimentos, na verdade é muito importante, trata-se de dinheiro. E é de extrema importância sabermos trabalhar neste programa, pois trata-se de ordenados e declarações importantes para o estado e funcionários.


Julho


Neste mês optei por falar um pouco sobre atividades, visitas de estudo que tenha feito no Cecoa. Como todos nós sabemos também é importante conhecermos sítios novos, para o bem da nossa cultura geral. No Cecoa tivemos várias visitas de estudo muito interessantes. A nossa primeira vistita de estudo , foi ao Jornal de noticia, foi muito divertido, lá podemos ver como trabalhava o jornal diariamente, conhecemos a história a sua evolução e as suas transformações a nível de design. Conseguimos conhecer a vida de um jornalista, a sua disponibilidade e sacrifícios. Nesta visita eu e os colegas tivemos a oportunidade de realizar três notícias ao nosso gosto. Foi muito agradável e gratificante esta visita. A próxima visita de estudo que vou falar, para mim foi a melhor. Quando estávamos a dar o módulo (STC_6) Modelos de Urbanismo e Mobilidade, realizamos uma atividade, que era cada formando escolher um monumento da cidade do Porto e falar sobre ela, isto é irmos para as ruas da cidade e apresentarmos aos colegas, sem dúvida que foi espetacular, por exemplo eu sou da cidade do Porto e mal conhecia a história da minha cidade. O resultado final foi muito bom.

Ana  

xpto xpto xp

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