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XXVI EREA da Regional S達o Paulo


Em 2013 será realizado o XXVI Encontro Regional de Estudantes de Arquitetura - EREA da Regional São Paulo. Este documento é um anteprojeto e tem o objetivo de apresentar à Federação Nacional de Estudantes de Arquitetura - FeNEA, aquilo que pretende ser o EREA Campinas 2013.


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APRESENTAÇÃO

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um encontro...

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Estes atores têm mantido intenso diálogo afim de que este projeto da FeNEA seja estratégico no envolvimento dos estudantes de Arquitetura e Urbanismo, entendendo que nossa formação profissional transpassa o ambiente acadêmico.

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O projeto EREA Campinas 2013 nasce com a proposta de rearticulação entre os agentes fundamentais (estudantes, profissionais e sociedade) do diálogo travado entre as faculdades de arquitetura e urbanismo da Regional São Paulo, e a vontade de estreitar vínculos.

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A realização do XXVI EREA - Campinas 2013 tem data prevista entre os meses de abril e maio de 2013, onde, a princípio, conta com contribuições e esforços do Centro Acadêmico da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Pontifícia Universidade Católica de Campinas – CAFAU Rodrigo Lefèvre, alunos da mesma universidade além de alunos de outras universidades do interior paulista, como a USP - São Carlos e a ASSER, de Rio Claro.

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Entendendo os encontros como forma importante de diálogo entre estudantes, profissionais e sociedade, o projeto de encontro regional surge do interesse de mobilizar os estudantes à discussão e reflexão sobre questões do movimento estudantil e formação profissional, assim como seu papel frente a questões sociais e acadêmicas.

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A ideia vem da ambição de promover um diálogo menos superficial e teórico, com proposições e troca de conhecimentos não somente nos dias do encontro.

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É com imensa satisfação que os estudantes de arquitetura e urbanismo da região de Campinas SP vêm demonstrar a intenção de sediar, em 2013, o XXVI EREA da Regional São Paulo, na cidade de Campinas.


FENEA, FEDERAÇÃO NACIONAL DE ESTUDANTES DE ARQUITETURA A FeNEA é um entidade sem fins lucrativos, sem filiação partidária, livre e independente de ógãos públicos e privados, que teve sua origem nos primeiros Grêmios de Arquitetura fundados no país. Desde 1932 esse movimento organiza-se através de amplas discussões sobre Arquitetura e Urbanismo, suas condições de ensino, o papel da Universidade e a conjuntura político-social brasileira. Hoje a FeNEA congrega mais de 50 mil estudantes de graduação em Arquitetura e Urbanismo, de mais de 230 instituições de ensino superior (registradas no Ministério da Educação- MEC), e os representa perante órgãos governamentais e entidades. Tem por objetivo, além de representar os interesses dos estudantes de Arquitetura e Urbanismo, a luta por um ensino de qualidade através de uma discussão participativa e

Territorialmente, a menor Regional da FeNEA. Populacionalmente, a maior!

democrática, além de congregar e ampliar a participação dos estudantes enquanto cidadãos e futuros profissionais, na busca de uma formação criativa, inovadora, solidária, coletiva, humana e comprometida com questões políticas e sociais. Seu maior projeto são os encontros de estudantes. Anualmente, acontece um encontro nacional e outros cinco em regionais específicas (Norte/Nordeste, Centro, Leste, São Paulo e Sul) visando a capacitação profissional, troca de experiências e contato cultural, bem como debater as problemáticas contemporâneas direta ou indiretamente ligadas à Arquitetura e Urbanismo e também ao Movimento Estudantil.

somos 6 regionais

A Regional São Paulo é a mais populosa Regional da FeNEA, formada por 64 escolas de Arquitetura e Urbanismo, apresentando práticas acadêmicas, realidades e projetos pedagógicos muito distintos. Isso confere grande diversidade de idéias, olhares, pensamentos e posturas, contribuindo para que não se fixem doutrinas ou idéias pré-concebidas.


EREA, ENCONTRO REGIONAL DE ESTUDANTES DE ARQUITETURA O EREA, é um dos projetos mais conhecidos da FeNEA, o mais importante regionalmente e que mais atrai a participação dos estudantes. O principal objetivo deste projeto é reunir os estudantes de Arquitetura promovendo troca de experiências e debates, abordando assuntos sobre a vida acadêmica e profissional da área. Cada encontro é realizado em conjunto pela FeNEA e pela Comissão Organizadora - ComOrg, dividida em diretorias que desenvolvem atividades específicas e conta com a participação de instituições de ensino, profissionais, estudantes e demais interessados no evento. A Regional São Paulo já teve 25 Encontros e Campinas, em 1983, foi a primeira cidade a sediar um Encontro. Também teve a oportunidade de sê-la por mais duas vezes, em 1998 e 2003. Há tempos a cidade de Campinas não é sede de um EREA, e não só pelo sentimento de saudade daquilo que não vivemos, a Pré-ComOrg se

articula para realizar o Encontro em exatos 10 anos do último EREA na cidade. A Arquitetura e Urbanismo, bem como seu ensino na cidade são de enorme relevância para o estado de São Paulo. Campinas cresceu, se desenvolveu e segue se transformando. Acreditamos que esse é o momento de voltar em evidência e colocar novamente o nome da cidade em pauta de discussão entre estudantes e profissionais da área em todo o estado de São Paulo.

ATENÇÃO CAFAU -PUCCAMP CADÊ AQUELAS DIVULGAÇÕES QUE ENCONTRAMOS DO EREA CAMPINAS 2003? A FORGA QUER COLOCAR A ARTE AQUI! =] PU FAVÔ!


PROPOSTA E JUSTIFICATIVA O EREA Campinas 2013 tem como maior objetivo promover a integração dos estudantes da Regional São Paulo, criando um intercâmbio de experiências e conhecimentos que proporcionem aos alunos melhores desempenhos em suas atividades profissionais e acadêmicas, além de um retorno positivo para o local que acolhe o encontro. Para tanto, a programação conta com atividades heterogêneas de natureza não só da Arquitetura e do Urbanismo, contando com oficinas, palestras, mesas-redondas, workshops, vivências, entre outros. Diferente dos outros encontros da FeNEA, a PréComOrg do EREA Campinas 2013 não vê a oportunidade de realização do evento como algo pontual, específico do período do encontro, vemos tudo como um processo em que podemos trabalhar durante o ano de 2012 e começo de 2013, proporcionando atividades de interesse dos alunos de Arquitetura de toda a regional em parcerias com outras entidades ou instituições que manifestarem interesse no encontro.

Ou seja, buscando apoios que acreditem no potencial gerador de conhecimento do evento e queiram trabalhar em conjunto com o EREA Campinas 2013.

Contando com essas parcerias, o EREA Campinas 2013 também pretende estender o público-alvo do encontro, abrindo a possibilidade de profissionais estarem presentes participando de atividades com estudantes e futuros profissionais que logo estarão no mercado de trabalho. Dessa forma, aproximando mais estudantes e profissionais, o encontro ganhará mais do que novos participantes, receberá pessoas experientes que poderão contribuir muito em nossas

atividades, enriquecendo ainda mais o encontro. Além dos ítens descritos acima, o EREA Campinas 2013 entende que os Centros e Diretórios Acadêmicos são a maior forma de representação dos estudantes, especialmente dentro das Universidades. Por isso a oportunidade é única de trabalhar com e para os mesmos. Assim, trabalhando em atividades específicas, em conjunto com as Diretorias da FeNEA, o encontro poderá servir como indutor de informação e capacitação destes. Dar bases aos Centros e Diretórios Acadêmicos, fazer com que adquiram conhecimentos sobre o funcionamento legal permitido e exigido no Brasil para as faculdades de Arquitetura e Urbanismo, resultando em uma melhor estruturação e posicionamento dentro de suas Universidades, sabendo o que podem exigir de seus cursos.


APENAS PARALELOS: A METRÓPOLE, CAMPINAS 1645 - 1799 DOS BANDEIRANTES EMANCIPAÇÃO POLÍTICA

A

1800 - 1846 DO INÍCIO DA CAFEICULTURA A D. PEDRO II

1847 - 1896 DA FEBRE AMARELA AO ADEUS A CARLOS GOMES

1900 - 1928 DA FEBRE DO FOOT-BALL INDUSTRIALIZAÇÃO EMERGENTE

Caminho de Goiás vende o sonho do Eldorado e, às margens da estrada aberta rumo ao Planalto Central, surge o pequeno povoamento que, por sua vocação agrícola e terras férteis, logo cresce em importância econômica e logística após senhor de terras doar área para formação do núcleo urbano.

As lavouras de açúcar são gradualmente substituídas por cafezais. A nova cultura intensifica a geração de riqueza e a demanda por trabalho escravo. A Vila de São Carlos é elevada a categoria de município e D. Pedro II faz a primeira de uma série de visitar a Campinas.

Município torna-se uma das principais cidades do Brasil na segunda metade do século XIX, por causa do crescente poder do café, enquanto nomes como Francisco Glicério e Campos Salles lideram movimento republicano.

Para a cidade, este período traz uma paixão que tomará conta de milhares de pessoas, através de um esporte criado na Inglaterra, e a descoberta que o futuro lhe reservaria o papel histórico de virar uma metrópole.

A

1929 - 1956 DA DECADÊNCIA DO PROCESSO INDUSTRIAL

CAFÉ

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Influenciado pela quebra da Bolsa de Nova York em 1929 o Brasil mergulhou em crise econômica que alterou profundamente o cenário político. O período marcado por guerras e revoluções também foi de grande progresso científico e desenvolvimento industrial.

1957 - 1977 DA FACULDADE DE MEDICINA INSTITUIÇÕES PIONEIRAS

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No momento que inaugurou a sua Faculdade de Ciências Médicas, embrião para a futura Unicamp, a cidade descobriu que era preciso unir entidades assistenciais em uma federação. E mais: viu nascer a solidariedade e o apoio à vida com instituições que foram pioneiras em suas áreas. Perdeu o bonde, mas ganhou um Centro de Convivência.

a trajetória de uma metrópole

1978 - 1993 DO TÍTULO DO GUARANI A VITÓRIA DO PT NAS URNAS

1994 - AOS DIAS ATUAIS DO AUMENTO DA INFORMALIDADE AO 1 MILHÃO DE HABITANTES

Aquilo que poderia parecer um sonho para muitos torcedores virou realidade - a cidade descobriu que podia ser campeã do Brasil - e a torcida dos militantes de um partido por mudanças conseguiu enfim chegar às ruas. Num período de debates políticos, Campinas gritou por liberdades democráticas, pediu para votar para presidente e também descobriu que a febre consumista dos shopping centers tinha espaço garantido entre a sua população.

Sem-teto invade área às margens de rodovia que, rapidamente, transformase em uma das maiores ocupações já vistas, o Parque Oziel. O aumento da informalidade provoca mudanças em Campinas que, depois de desperdir-se de dois prefeitos, Magalhães Teixeira e Antonio da Costa Santos, atinge a marca histórica de 1 milhão de moradores. Agora Campinas é nome de uma Região Metropolitana, uma das cidades mais ricas e influentes do país. Grande, rica, catastrófica e interiorana essas são algumas das características da maior cidade do interior do Brasil.


RÁPIDO CAMPINAS F 3º posição no ranking de frotas de veículos do Brasil, são 700 mil veículos licenciados.

F 4ª maior praça financeira do país, com mais de 2 agências bancárias para cada 10 mil hab.

F Possui 796 Km² de área e localiza-se a 96 Km da capital, São Paulo.

F Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 27,160 bilhões. Equivalente ao de países da América do Sul, como Bolívia e Paraguai. Correspondendo a 3% do PIB nacional e 7% do PIB paulista.

F Com 15 % de toda a produção científica nacional, é líder brasileira na quantidade de patentes registradas no exterior.

Maior cidade do interior do Brasil, possuindo a 5ª melhor infraestrutura do país.

Possui o principal aeroporto de cargas nacional, sendo este o maior da América Latina.

F

Fundada em 14 de julho de 1774.

F População estimada de 1,2 mi de habitantes e uma Região Metropolitana de 2,6 mi.

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F

F Possui 2ª maior floresta urbana do Brasil: Reserva Ecológica Mata de Santa Genebra- 251 ha.

Abre que tem mais!


OS PARALELOS QUE SE ENCONTRAM: A METRÓPOLE E O INTERIOR Sediar o XXVI EREA da Regional São Paulo em Campinas é oportunizar aos estudantes de Arquitetura e Urbanismo a inserção da questão dialética entre crescimento metropolitano e realidade interiorana convivendo paralelamente no mesmo espaço. Cerca de 96 Km da capital paulista, São Paulo, Campinas possui mais de 1 milhão de habitantes e é a 14ª cidade mais populosa do país. Com um Índice de Desenvolvimento Humano - IDH elevado, 0.852, é responsável por 15% de toda a produção científica nacional, sendo o 3º maior polo de pesquisa e desenvolvimento do Brasil. A Região Metropolitana de Campinas - RMC compreende 19 municípios que somados resultam em uma população de quase 3 milhões de pessoas. Economicamente é uma das regiões mais dinâmicas do país: são gerados quase 3 % do Produto Interno Bruto - PIB nacional e 7% do PIB do estado de São Paulo.

Juntas as regiões metropolitanas de Campinas e São Paulo formam a primeira megalópole do hemisfério sul.

tado, o crescimento da área urbana de Joaquim Egídio apresenta taxa negativa de -6,76% sem indicativos de população favelada.

Campinas possui quatro distritos em sua composição, são eles: Joaquim Egídio, Barão Geraldo, Sousas e Nova Aparecida. Os quatro distritos, porém, apresentam realidades bem diferentes.

Hoje, Joaquím Egídio atrai inúmeras pessoas nos finais de semana, principalmente da Região Metropolitana de Campinas.

Há mais de 15 anos, enquanto o município de Campinas crescia populacionalmente 1,42% ao ano, o distrito de Sousas apresentava crescimento de 3,04% - sem crescimento de pessoas vivendo em condições de favelamento- e, Joaquim Egídio, distrito vizinho, apresentava taxa negativa de – 1,31% ao ano. Joaquim Egídio historicamente é o distrito menos populoso. Até 1996, o distrito totalizava uma população de 2660 habitantes, sendo eles, cerca de 1850 residentes da zona rural, segundo a pesquisadora Fabiana Bruno do Centro de Memória da Unicamp. Dentro do contexto apresen-

Proliferam restaurantes e bares que exploram a cultura caipira, além do apelo esportivo: caminhadas, trilhas e corridas de automotivos que aproveitam o relevo bastante acidentado para suas práticas. Tendo em vista a situação acima descrita, assim como seus desdobramentos, fundamos a proposta do EREA com a discussão dessas realidades díspares presentes na Região Metropolitana de Campinas, dois paralelos que se encontram.


APENAS PARALELOS: O INTERIOR, JOAQUIM EGÍDIO ORIGEM DE JOAQUIM EGÍDIO Não há uma data precisa sobre a fundação do lugarejo, mas a antiga casa da chácara Castália, a primeira que se tem notícia, mantinha uma placa datando a construção de 1842. O fundador da localidade foi o Major Luciano Teixeira Nogueira , e antes ser chamado Joaquim Egídio teve duas denominações: Laranjal e São Luciano, em homenagem ao Major. Em 1885 a antiga fazenda Laranjal passou a ser propriedade de Joaquim Egídio de Souza Aranha, o Marques de Três Rios, e, em 31 de dezembro de 1958 o então governador Jânio Quadros elevou o lugar à categoria de Distrito ligado a Campinas.

COMPANHIA CAMPINEIRO Durante o final do século XIX e nos primórdios do XX, Joaquim Egídio vive sua época áurea, marcada pela fartura e prosperidade advindos do café, porém a crise de 1929 inicia o êxodo rural e a posterior divisão das terras em pequenos sítios e chácaras. A praga das brocas-docafé colabora para frustrar as expectativas de emancipação do local, que continuou ligado a Campinas. O único momento histórico em que encontra isolamento da cidade de Campinas é de 1932 até 1934, durante a Revolução Constitucionalista. No período houve a destruição da ponte que ligava Sousas a Campinas.

RAMAL

PATRIMÔNIO HISTÓRICO

FÉRREO

Foi o lavrador Antônio Pompeu de Camargo o primeiro a cogitar, já a partir de 1877, sobre a necessidade de se ligar o então bairro das Cabras a um ponto da malha ferroviária paulista. Em 09 de Setembro de 1904, através de um acordo com a Companhia Paulista, a linha é inaugurada, tendo transportado durante 26 anos a produção cafeeira e estabelecido uma ligação regular do distrito com a sede municipal.

Após a desativação da Companhia, a estação é demolida na década 1980 e, em 2000, o prédio da antiga estação de Bonde de Joaquim Egídio é reconstruído pela arquiteta Sandra Geraldi através de fotos e dos relatos orais de antigos moradores. A construção foi feita para abrigar um centro de educação ambiental.

O projeto de tombamento dos distritos de Sousas e Joaquim Egídio foi dividido em três fases: 1ªfase: Já concluída. Tombamento dos imóveis tombados: a Casa do Cardeal D. Agnelo Rossi, a capela de São Joaquim e São Roque e a ponte do Padre Abel. 2ªfase: Em projeto. Resgate de ruas que se desenvolveram a partir do movimento dos tropeiros.

FESTAS RELIGIOSAS 3ªfase: Em tombamento. Serão tombados imóveis que tiverem registro e documentos daquela época.

O Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas - CONDEPACC tem defendido a participação popular nas discussões de tombamento dos imóveis com o intuito de dirimir possíveis dúvidas e evitar encaminhamentos negativos.

Os imigrantes italianos trouxeram consigo tradições sociais e religiosas. Em Joaquim Egídio realizam-se no mês de agosto, desde o ano de 1926, as festas de São Roque e do padroeiro São Joaquim. São Joaquim, segundo a tradição católica, é pai de Nossa Senhora e avô de Jesus Cristo e Santa Ana é esposa de São Joaquim e a avó de Jesus.

Simbolicamente há o encontro todos os anos da padroeira de Sousas - Sant'Anna com o padroeiro de Joaquim Egídio - São Joaquim. O cortejo sai da capela São Joaquim, percorrendo as principais ruas do distrito (em ida e volta) até a antiga estação férrea num percurso de aproximadamente 3 km.

um lugarejo no meio da cidade grande


RÁPIDO JOAQUIM EGÍDIO J A 15 Km do centro de Campinas, fazendo divisa com as cidades de Morungaba, Pedreira e Valinhos. J Compreende 11% do território campineiro e tem uma população aproximada de 5 mil habitantes, sendo 40% na área urbana e 60% na área rural.

A partir do decreto municipal n.º 5436, de 1978, é proibida a instalação de qualquer tipo de indústria em Joaquim Egídio. J

J Com o decreto municipal n.º 11172, é estabelecido critérios e normas legais para o uso e ocupação do solo, além de proteção e recuperação do patrimônio existente do local.

Principal atividade econômica é a agropecuária, juntamente com o cultivo de café, psicultura e cultura de subsistência. J

Pequeno núcleo urbanizado e grande estrutura fundiária com 25 fazendas de médio e grande porte. J

J Os rios Jaguari e Atibaia, responsáveis por 80% do abastecimento de água campineiro, são limites do distrito.

Apresenta remanescente de Mata Atlântica de sua paisagem natural: 48% dos remanescentes vegetais, juntamente com Sousas. J

J 223 Km²é a área da APA (Área de Proteção Ambiental) de Sousas e Joaquim Egídio, 28% da área do município de Campinas.

Abre que tem mais!


SOMOS CANDIDATOS, E AGORA?

Essa equipe é chamada de Pré- ComOrg e, durante a plenária final do encontro, é responsável por apresentar um projeto de encontro para o ano seguinte. Após a apresentação de várias PréComOrgs, os estudantes de Arquitetura presentes têm direito a voto e assim decidem a futura cidade-sede. A Pré- ComOrg do EREA Campinas 2013 é formada por alunos de algumas universidades do interior de São Paulo: Pontifícia Universidade

Católica de Campinas - PUCCampinas, Universidade de São Paulo - campus São Carlos - USP São Carlos e a Associação de Escolas Reunidas ASSER de Rio Claro. O EREA Campinas 2013 tem uma estimativa de 400 a 900 pessoas, entre estudantes, profissionais e colaboradores do estado de São Paulo. Com a pretensão de ser realizado no distrito de Joaquim Egídio e manter relação e discussão direta com a metrópole campineira, tem como tema " onde os paralelos se encontram" , já descrito nas páginas anteriores.

A Pré-ComOrg é dividida em 4 diretorias, as quais facilitam os trabalhos específicos designados a cada uma delas, para o bom funcionamento do encontro. Ao lado há a lista das diretorias e a descrição de cada uma delas.

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A cidade-sede do EREA é sempre escolhida com um ano de antecedência de sua realização, quando equipes de estudantes que se dispõem a organizá-lo se candidatam e apresentam campanhas para votação.

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FINANÇAS

INFRAESTRUTURA

COMUNICAÇÃO

ATIVIDADES

Responsável por fazer todo o controle financeiro em todo período de campanha da Pré-ComOrg, após a eleição da mesma, até a data do encontro e, finalmente, durante o EREA. Esta diretoria também é responsável por manter vínculos com parcerias de caráter financeiro. Geralmente esta diretoria trabalha em conjunto com a Diretoria de CREDENCIAMENTO (caso a Pré- ComOrg vença a eleição), que está diretamente envolvida com a entrada e toda fiscalização de participantes, oficiantes, palestrantes e outros que ajudarão na realização do Encontro.

Responsável por toda a logística necessária para o conforto dos participantes. Essa diretoria trabalha diretamente com todas as outras, pois dentro da Cidade EREA, será planejado cada detalhe para que o Encontro funcione perfeitamente. Sendo assim, todas instalações de almoxarifado, depósitos, banheiros, alojamentos, cozinha, local destinado a palestras, atividades e oficinas dependem dos integrantes desta diretoria.

Responsável pela parte artística e criativa do Encontro. O trabalho da diretoria de comunicação é um dos que começa mais cedo, pois ela cria a linguagem e a identidade do Encontro. É ela que produz o material de campanha da candidatura da cidade-sede, que ao decorrer da mesma é exposto para toda a Federação, através de diversos meios de divulgação, sendo eles redes sociais, sites, oficinas ou atividades. Antes do início do EREA, é responsável por sinalizar os pontos estratégicos local das atividades, alimentação, sanitários, palestras e reuniões. É, também, responsável pela rádio montada na Cidade EREA, que serve como forte meio de comunicação ao longo do evento, onde são divulgados os horários das atividades, patrocínios e entretenimento.

Esta diretoria é responsável por organizar toda atividade de caráter acadêmico. É separada, porém sujeita a contribuição da parte de toda PréComOrg. Tem a tarefa de trazer profissionais influentes do ramo da arquitetura e urbanismo, para enriquecer o conteúdo do Encontro. Assim como a diretoria de Comunicação, seu trabalho começa bem cedo: na composição da temática do encontro e na elaboração das problemáticas abordadas. É também responsabilidade desta diretoria, em conjunto com a Pré-ComOrg, a movimentação de propostas, esforços e projetos para a realização de tais trabalhos.


UMA EQUIPE E UM OBJETIVO A equipe Pré- ComOrg do EREA Campinas 2013 é formada por alunos de universidades do interior de São Paulo, principalmente da região de Campinas.

A Pré-ComOrg toda reunida!

Adriana Boschini Ana Flavia Faria Ana Luiza Gambardella Danilo Gomes Fábio Higor de Almeida Fernando Cristofaro Flávia Valente

Gabriel Nascimento Santos Gabriel Siqueira Gabriela Rizzo Henrique Chan Julia Corsi Kamilla Elizeu Leila França Luiz Fernando Prosillo Luiz Paulo Domingos Mendes Marcela Goraieb Tássia Vieira Viviane Martinelli Abre que tem mais!


APOIO À PRÉ-COMORG Para que possamos tornar esse projeto realidade, precisamos do seu apoio. Os apoios institucionais, governamentais e empresariais às campanhas fazem diferença e influenciam muito na votação para a próxima cidade-sede do Encontro, pois demonstram que já existem garantias de superação de algumas dificuldades para sua realização. O apoio de qualquer entidade é de suma importância, ao passo que é interessante para a realização do Encontro, para proporcionarmos aos estudantes de Arquitetura e Urbanismo da Regional, um evento com uma boa infraestrutura, que tenha uma excelente seleção de profissionais envolvidos e, acima de tudo, uma gama de atividades de qualidade a ser oferecida. O XXVI EREA da Regional São Paulo, terá muito a acrescentar à população de Campinas, especificamente aos moradores do Distrito de Joaquim Egídio. Nós, da Pré-ComOrg, procuramos que o EREA Campinas 2013 promova a integração

dos participantes com a população local, possibilitando um maior vínculo e uma dinâmica de aprendizado recíproca entre os estudantes, profissionais e os habitantes.

Por isso, a Pré- ComOrg está aberta a diálogos com este intuito. Afinal, qualquer tipo de apoio é válido para este projeto ser concretizado.

Existem algumas formas de apoio ao EREA Campinas 2013, todas elas prévias, caso Campinas seja mesmo eleita como cidade-sede do XXVI EREA da Regional São Paulo:

D

Firmar acordo de permissão de uso de lugar.

Firmar acordo de contribuição com produtos ou serviços de âmbito da instituição ou empresa.

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D

Firmar acordo de caráter acadêmico ou universitário. D

Estas são apenas formas genéricas para apoiar o encontro. O ideal é que haja um projeto específico para cada parceria ou patrocínio.

O P A

JOA

QUIM EGÍDIO


CONTATO Perfil

EREA CPS

PRÉ- COMISSÃO ORGANIZADORA

Grupo

EREA CAMPINAS 2013

Sandy Leah Lima 19 1234 5678 sandy_ereacps@gmail.com Durval de Lima Júnior 19 9876 5432 junior_ereacps@gmail.com

Email

ereacampinas2013@gmail.com

Fausto Silva 19 1472 5836 faustao_ereacps@gmail.com

Agradecemos a sua atenção! E aguardamos o seu apoio!


Anteprojeto EREA Cps 2013